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Neste sábado (29), Vitória e Mirassol se enfrentam em jogo válido pela 36ª rodada do Brasileirão 2025. A bola rola para a partida às 16h00 (horário de Brasília) no Estádio Manoel Barradas, o Barradão, em Salvador.
O Vitória ocupa atualmente a 17ª colocação da competição, com 31 pontos conquistados em 30 partidas. O Rubro-negro tem campanha de sete vitórias, 10 empates e 13 derrotas. No Brasileirão, a equipe baiana vem de derrota para o Corinthians por 0 a 1.
Já o Mirassol ocupa atualmente a quarta colocação da competição, com 55 pontos conquistados em 30 partidas. O Leão Caipira tem campanha de 15 vitórias, 10 empates e cinco derrotas. No Brasileirão, a equipe do interior paulista vem de vitória sobre o Sport por 2 a 1.
Neste sábado (29), Palmeiras e Flamengo se enfrentam pela grande final da Libertadores, disputada em jogo único. A bola rola às 18h00 (horário de Brasília) no Estádio Monumental “U”, em Lima, no Peru.
Onde assistir a Palmeiras x Flamengo pela Libertadores?
A partida entre Palmeiras e Flamengo será transmitido ao vivo na TV aberta pela Globo, na TV fechada pela ESPN, no YouTube pela Ge TV e no streaming pelo Disney+ e Paramount+.
Prováveis escalações e arbitragem
Palmeiras: Carlos Miguel; Bruno Fuchs, Gustavo Gómez e Murilo; Khellven, Andreas Pereira, Piquerez, Allan e Raphael Veiga; Flaco López e Vitor Roque.
Técnico: Abel Ferreira.
Flamengo: Rossi; Varela, Danilo (Léo Ortiz), Léo Pereira e Alex Sandro; Pulgar, Jorginho e Arrascaeta; Luiz Araújo, Carrascal e Bruno Henrique.
Técnico: Filipe Luís.
Arbitragem:
Árbitro: Darío Humberto Herrera.
Assistentes: Cristian Gonzalo Navarro e José Miguel Savorani.
VAR: Héctor Alberto Paletta.
As escalações são confirmadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Palmeiras passou como o primeiro colocado do Grupo G da Libertadores, com seis vitórias em seis jogos, totalizando 18 pontos. Nas oitavas, o Alviverde passou pelo Universitario por 4 a 0. Nas quartas, a equipe paulista derrubou o River Plate, por 5 a 2 somando ida e volta. Nas semis, o Palmeiras eliminou a LDU de virada por 4 a 3.
O Flamengo terminou em 2º lugar do Grupo C e venceu o Internacional nas oitavas de final. Nas quartas, o Rubro-Negro superou o Estudiantes. Do outro lado, o Racing fechou a fase de grupos na liderança do Grupo E e superou o Fortaleza nas oitavas de final. Depois, venceu o Peñarol nas quartas. Nas semifinais, o Flamengo bateu o Racing por 1 a 0 no agregado.
Gosta de poesias? Então saiba que, segundo pesquisadores, elas podem enganarchatbots, como o ChatGPT.
De acordo com a WIRED, metáforas, rimas e versos bem construídos contornam filtros de segurança, fazendo com que os modelos respondam mesmo a temas sensíveis, como armas nucleares.
Poesias exploram falhas em chatbots, permitindo que IAs cedam a pedidos que normalmente bloqueiam (Imagem: SuPatMaN/Shutterstock)
Por que poemas enganam a IA
Um estudo do Icaro Lab, formado por pesquisadores da Universidade Sapienza de Roma (Itália) e do think tank DexAI, revelou algo preocupante: frases em forma de poema conseguem burlar filtros de grandes modelos de linguagem. A abordagem de poesia adversária alcançou taxas de sucesso de até 62% para versos escritos à mão e aproximadamente 43% para versões automatizadas.
Eles testaram a técnica em 25 chatbots, incluindo IAs de empresas, como OpenAI, Meta e Anthropic, e a maioria cedeu ao “disfarce poético”. A equipe ressalta que, ao usar metáforas, estruturas fragmentadas e versos indiretos, conseguiu fazer com que os alarmes internos das IAs não disparassem da mesma forma que com perguntas diretas.
Testes em 25 IAs revelam que perguntas sobre temas restritos, incluindo armas nucleares, podem passar despercebidas (Imagem: Bordovski Yauheni/Shutterstock)
Como a poesia desbloqueia o perigo
A estratégia funciona porque explora o que os técnicos chamam de “temperatura alta”, apostando em palavras inesperadas e estruturas incomuns. “Na poesia, vemos a linguagem em alta temperatura, onde as palavras se sucedem em sequências imprevisíveis e de baixa probabilidade”, comentam os pesquisadores.
Eles explicam que esse estilo confunde os classificadores — sistemas que filtram pedidos perigosos. Com a abordagem poética, muitos desses filtros não acompanham o raciocínio do modelo, permitindo que solicitações potencialmente prejudiciais sejam atendidas.
Sequências imprevisíveis e de baixa probabilidade em versos dificultam a detecção por filtros de segurança de IAs (Imagem: TippaPatt/Shutterstock)
Como evitar esse problema?
Redobre a cautela ao usar IAs para fins profissionais ou sensíveis.
Prefira chatbots com múltiplos mecanismos de segurança — não apenas filtros básicos.
Avalie e monitore o código-fonte ou as políticas de segurança ao usar IAs desenvolvidas por terceiros.
Segundo o estudo, “há um desalinhamento entre a capacidade interpretativa do modelo… e a robustez de suas salvaguardas” — e isso pode ter consequências muito reais.
Pela primeira vez, essas explosões foram capturadas no regime do infravermelho médio, oferecendo uma nova perspectiva que pode ser crucial para desvendar os mecanismos por trás desses fenômenos cósmicos e o papel dos campos magnéticos na matéria que circunda esses gigantes espaciais.
Ilustração da erupção de infravermelho médio se movendo à medida que os elétrons espiralam em torno dos campos magnéticos de Sgr A* (Imagem: CfA/Mel Weiss)
A equipe de astrônomos, que inclui Sebastiano von Fellenberg, do Instituto Max Planck de Radioastronomia na Alemanha, utilizou o JWST para preencher uma lacuna vital no espectro das observações de Sgr A*.
Anteriormente, as chamas eram rotineiramente estudadas no infravermelho próximo e em outros comprimentos de onda, mas o infravermelho médio permanecia um “buraco” no conhecimento.
De acordo com von Fellenberg, os dados do infravermelho médio são “emocionantes” porque permitem conectar os regimes de rádio e infravermelho próximo. Embora as chamas de infravermelho médio se assemelhem às de infravermelho próximo, elas se diferenciam da variabilidade observada no rádio, indicando nuances importantes nos processos que as geram.
James Webb foi o rersponsável pelas detecções inéditas (Imagem: Vadim Sadovski/Shutterstock)
Desvendando os mistérios das chamas de buracos negros
A natureza dos buracos negros, com seu horizonte de eventos onde nem mesmo a luz consegue escapar, torna intrigante o estudo de emissões de radiação eletromagnética vindas deles;
No entanto, as explosões de Sgr A*, um buraco negro com a massa equivalente a mais de quatro milhões de sóis, não vêm do buraco negro em si, mas da matéria em seu entorno;
Simulações indicam que essas “erupções” podem ser resultado de interações entre os campos magnéticos circundantes;
Quando as linhas de campo magnético se conectam, uma imensa quantidade de energia é liberada, gerando um tipo de radiação conhecida como “radiação síncrotron“;
A variação no índice espectral do infravermelho médio da chama de Sgr A* ao longo de sua vida útil revelou aos pesquisadores a ocorrência de um fenômeno chamado “resfriamento síncrotron“;
Este processo ocorre quando elétrons de alta velocidade perdem energia ao emitir radiação síncrotron, que, por sua vez, alimenta as emissões de infravermelho médio observadas.
Von Fellenberg explica ao Space.com que, embora a intensidade do campo magnético pudesse ser medida com as chamas de infravermelho próximo, essas medições não permitiam que os cientistas a determinassem independentemente de outros parâmetros, como o número total de elétrons na região de emissão.
“Esta nova forma de determinar a intensidade do campo magnético é particularmente útil, pois é bastante ‘limpa‘, sem muitas suposições na medição”, destacou o pesquisador, ressaltando sua importância para modelos teóricos que têm poucas restrições para Sgr A* nesse aspecto.
Uma imagem do buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea, chamado de Sagitário A* (Imagem: Colaboração Event Horizon Telescope)
Contribuição crucial do JWST
As observações foram possíveis graças à alta sensibilidade do JWST, especialmente ao modo de espectrômetro de média resolução (MRS, na sigla em inglês) do seu instrumento de infravermelho médio (MIRI, na sigla em inglês).
O pesquisador enfatizou que, para alcançar tamanha sensibilidade no infravermelho médio, é imprescindível que o telescópio esteja no Espaço, já que a atmosfera terrestre interfere drasticamente nas observações baseadas em solo nesse comprimento de onda.
Além disso, o instrumento MIRI/MRS é o primeiro a oferecer uma cobertura tão ampla de comprimento de onda para Sgr A*, pré-requisito essencial para medir o índice espectral. A pesquisa da equipe está disponível no repositório de artigos arXiv, acompanhada de dois artigos adicionais.
Os exames médicos que não precisam ser feitos todos os anos ainda geram muitas dúvidas entre pacientes. Existe a ideia de que repetir todos os testes anualmente é sinônimo de prevenção, mas a ciência mostra que nem sempre isso é necessário. Isso porque a periodicidade varia conforme idade, histórico familiar e estilo de vida, e alguns exames só devem ser solicitados em situações específicas.
Neste artigo, vamos esclarecer os principais mitos sobre check-ups, mostrar quais exames não precisam ser repetidos anualmente e destacar a importância de seguir sempre a recomendação médica. Afinal, cada organismo é único e pode exigir cuidados diferentes. Confira!
Ciência e medicina investigando os hormônios essenciais T3, T4 e TSH para diagnosticar e tratar o hipo e o hipertireoidismo (Imagem: Buravleva stock / Shutterstock.com)
Inicialmente, é importante saber que na maior parte das situações, o check-up precisa ser individualizado. Cabe ao médico que acompanha o paciente definir a periodicidade dos exames, levando em conta o estado de saúde, os antecedentes pessoais e o histórico familiar.
O dr. Drauzio Varella salienta em seu perfil no TikTok, que a recomendação é que alguns exames médicos sejam feitos anualmente a partir dos 25 anos. No entanto, essa indicação é para quem tem algum fator de risco na família ou antecedentes de doença na família. Caso contrário, esses exames são apenas indicados a partir dos 35 anos em diante.
Quais exames médicos não precisam ser feitos todos os anos?
Exames cardíacos
Exames cardíacos, como o holter e o teste ergométrico (ou de esforço), não costumam ser recomendados de forma rotineira para adultos jovens que não apresentam sintomas ou fatores de risco. Quando necessários, geralmente são realizados em intervalos mais longos, sobretudo quando os resultados anteriores indicam normalidade.
Além disso, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) não indica o teste ergométrico como exame de rotina (rastreamento) para pacientes assintomáticos de baixo risco.
Papanicolau e ultrassom transvaginal
Tecnologia não substitui o julgamento clínico de profissionais (Imagem: mediaphotos/iStock)
De acordo com o Ministério da Saúde, o exame Papanicolau é indicado a partir do momento que a mulher inicia sua vida sexual. Contudo, ao contrário do que muita gente pensa, é um exame que não precisa ser feito todos os anos.
Em geral, recomenda-se realizar o exame e se os dois primeiros resultados forem normais, pode ser repetido a cada 3 anos. No entanto, a frequência pode mudar conforme idade, histórico e fatores de risco.
Outros exames ginecológicos também entram na lista. De acordo com o dr. João Alho em seu perfil no Instagram, não há nenhuma evidência com base científica que os médicos tenham que indicar a ultrassom transvaginal de rotina. Contudo, isso só se encaixa em pacientes que não apresentam sintomas ou grau de risco específico.
Ultrassom de tiroide
Entre os exames que não precisam ser feitos todos os anos, existem aqueles que podem até prejudicar pacientes assintomáticos. Esse é o exame de ultrassom de tiroide, de acordo com o dr. João Alho ele não faz parte dos exames de rotina para a população em geral.
Além disso, a realização sem necessidade pode resultar em “superdiagnóstico” de nódulos benignos, gerando preocupação excessiva e até procedimentos médicos desnecessários. Então, sua indicação deve ser feita pelo médico, considerando sintomas, antecedentes familiares ou alterações identificadas no exame físico.
O check-up ginecológico é fundamental para a saúde da mulher, pois permite prevenir doenças e acompanhar o bem-estar íntimo ao longo da vida/Crédito: Kmpzzz/Shutterstock
Teste de intolerância alimentar
Esse tipo de teste é muito importante para o bem-estar e qualidade de vida dos pacientes, porém também não é obrigatório em um check-up anual. Isso porque, é mais indicado para pacientes que tenham sintomas como azia, estufamento, gases, enxaquecas, entre outros.
A partir desses sintomas e com avaliação médica, o exame é solicitado. Vale lembrar que esse tipo de teste é aquele que detecta a presença de anticorpos IgG específicos contra certos alimentos consumidos.
Pesquisadores da Universidade Técnica de Viena (Áustria) desenvolveram um solvente capaz de separar, de forma rápida e eficiente, dois materiais amplamente usados na indústria têxtil: poliéster e algodão.
A novidade pode ajudar a enfrentar um dos maiores desafios da reciclagem de tecidos, já que a maior parte do que chamamos de “poliéster” é, na verdade, uma combinação desses dois componentes, difícil de reutilizar por métodos tradicionais.
Pesquisadora Nika Depope testando o solvente em um tecido (Imagem: Universidade Técnica de Viena)
Como funciona a separação de poliéster e algodão
A solução criada pela doutoranda Nika Depope e pelo Dr. Andreas Bartl, em parceria com outros colegas, é composta por mentol e ácido benzoico.
Embora ambos sejam sólidos à temperatura ambiente, quando aquecidos a 216 °C formam um “solvente eutético profundo”.
Nesse estado, são capazes de decompor amostras de tecido misto em apenas cinco minutos.
Durante o processo, o poliéster se dissolve completamente, enquanto o algodão permanece intacto.
Após a separação, as fibras de algodão podem ser lavadas, secas e reutilizadas.
Já o poliéster volta a precipitar quando o líquido esfria, permitindo sua recuperação quase total.
Em testes de laboratório, foi possível recuperar até 100% do algodão e 97% do poliéster.
Solvente especial dissolve o poliéster sem afetar o algodão e recupera mais de 90% dos materiais (Imagem: anna.spoka/Shutterstock)
Resultados e próximos passos
Segundo Bartl, um ponto decisivo do método é que “nem o algodão, nem o poliéster são danificados ou alterados quimicamente”, garantindo que ambos conservem suas propriedades originais. O grupo também afirma que as fibras recuperadas podem ser transformadas novamente em fios.
Os cientistas agora buscam reduzir o consumo de energia do processo, especialmente a temperatura necessária para ativar o solvente.
O estudo foi publicado recentemente na revista Waste Management.
Nova tecnologia isola poliéster e algodão e aumenta eficiência da reciclagem têxtil (Imagem: bezikus/Shutterstock)
Pesquisadores da Universidade de Sevilha (Espanha) identificaram as regiões que podem atuar como pontos de partida para danos estruturais em pessoas com transtornos do espectro da esquizofrenia (TEE).
Esses locais são os que mais apresentam alterações morfológicas nos estágios iniciais da condição, quando comparados a indivíduos neurotípicos da mesma idade e sexo.
O estudo também encontrou reduções marcantes na similaridade estrutural entre áreas dos lobos temporais, cingulado e insular — regiões essenciais para funções cognitivas e emocionais. Os resultados foram publicados na revista Nature Communications.
Pesquisa identifica regiões que sofrem as primeiras alterações morfológicas e explica como elas se espalham por redes cerebrais essenciais (Imagem: Elif Bayraktar/Shutterstock)
Esquizofrenia: como o cérebro se reorganiza nos TEE
Pesquisas recentes sugerem que muitos transtornos psiquiátricos surgem primeiro como alterações localizadas no cérebro e, depois, se expandem para outras áreas por meio de redes de conectividade.
Nos TEE, esse processo envolve redução do volume e da espessura do córtex, além de mudanças na área de superfície, refletindo uma maturação cerebral atípica.
Para medir essa reorganização, os cientistas utilizaram redes baseadas na chamada Divergência Inversa Morfométrica (MIND, na sigla em inglês), que avaliam o grau de similaridade morfológica entre diferentes regiões a partir de imagens de ressonância magnética. Valores menores de MIND indicam maior desconexão estrutural.
Primeiras alterações cerebrais na esquizofrenia são explicadas em novo estudo (Imagem: PeopleImages.com – Yuri A/Shutterstock)
Principais achados e implicações
A equipe analisou redes MIND de 195 indivíduos neurotípicos e 352 pessoas com TEE. O grupo com a condição apresentou as maiores quedas na similaridade estrutural justamente em áreas associativas de ordem superior — que amadurecem mais tarde e são cruciais para funções cognitivas complexas. As reduções foram mais fortes em pacientes com pior quadro clínico.
Os pesquisadores também relacionaram 46 características neurobiológicas às regiões afetadas, incluindo maior presença de astrócitos e alterações em neurotransmissores, como dopamina e serotonina.
Segundo os autores, esses resultados abrem caminho para futuros biomarcadores estruturais e estratégias de tratamento personalizadas.
Cérebro no início da esquizofrenia revela “epicentros” de dano estrutural, aponta estudo (Imagem: Corona Borealis Studio/Shutterstock)
O Comitê de Segurança Interna da Câmara dos EUA pediu que o CEO da Anthropic, Dario Amodei, deponha em 17 de dezembro sobre um ataque cibernético atribuído a agentes ligados à China que teriam usado a inteligência artificial (IA) da startup. As informações são da Axios.
Também foram convocados o CEO do Google Cloud, Thomas Kurian, e o CEO da Quantum Xchange, Eddy Zervigon. Caso Amodei participe, será a primeira vez que um executivo da Anthropic comparece ao Congresso.
Anthropic sob pressão: deputados investigam uso do Claude em ciberataque global (Imagem: JRdes/Shutterstock)
Ataque sofisticado com uso de IA — e a Anthropic detectou
Em um relatório de 13 de novembro, a Anthropic afirmou ter identificado, em setembro, uma “campanha de espionagem altamente sofisticada”.
A empresa disse que o grupo, supostamente apoiado pelo Estado chinês, explorou o recurso Claude Code para automatizar invasões contra cerca de 30 alvos, incluindo empresas de tecnologia, instituições financeiras, indústrias químicas e órgãos governamentais.
Para a companhia, trata-se do primeiro ataque em larga escala conduzido com mínima intervenção humana.
O episódio foi classificado como um avanço no chamado “hacking vibe”, fenômeno em que usuários sem formação técnica utilizam IAs generativas para desenvolver e executar códigos — uma tendência que vem crescendo.
Convocação de CEO ocorre após relatório apontar que invasões foram conduzidas quase sem intervenção humana (Imagem: Ahyan Stock Studios/Shutterstock)
A Anthropic argumenta que as mesmas capacidades que podem ser usadas para ataques também tornam Claude essencial para a defesa cibernética, auxiliando na detecção e análise de incidentes complexos. A equipe interna de inteligência usou amplamente o modelo durante a investigação.
Para o presidente do comitê, Andrew Garbarino, o caso representa um alerta: adversários estrangeiros já conseguem utilizar sistemas comerciais de IA para operações quase autônomas. Procurada pela Axios, a Anthropic não comentou a audiência.
Comitê de Segurança Interna diz que operação conduzida com a ajuda do Claude marca nova fase do cibercrime automatizado (Imagem: Ahyan Stock Studios/Shutterstock)
A liberdade de ir e vir é um direito fundamental, e para muitos brasileiros ela tem duas rodas. Quando falamos em isenção de impostos para Pessoas com Deficiência (PCD), o foco quase sempre cai sobre os automóveis. Mas e quem prefere a agilidade, a economia ou a paixão pelas motocicletas? Será que a legislação também abraça os motociclistas?
A resposta não é tão simples quanto “sim” ou “não”, pois envolve uma mistura de leis federais em tramitação, regras estaduais e muita burocracia. No entanto, o cenário tem mudado para incluir cada vez mais condutores nesse benefício, garantindo que a mobilidade acessível não se restrinja apenas aos carros.
PCD pode comprar motos com isenção de impostos?
A resposta curta é: sim, é possível, mas o caminho é mais sinuoso do que para a compra de carros. Diferente dos automóveis, onde a legislação é vasta e consolidada há anos, a isenção para motos ainda enfrenta batalhas legislativas para se tornar um direito automático e federal em todas as esferas.
O principal ponto de atenção é o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Embora a Lei 8.989/95 foque originalmente em automóveis, houve isenção de IPI nas motos para mototaxistas e pessoas com deficiência aprovada na CAS (Comissão de Assuntos Sociais do Senado). Esse movimento legislativo foi um passo crucial para reconhecer que a motocicleta não é apenas lazer, mas uma ferramenta essencial de transporte e trabalho para muitos.
Além da questão federal do IPI, existe o IPVA, que é um imposto estadual. Em muitos estados, como São Paulo, a isenção do IPVA para motos é viável se o veículo for devidamente adaptado às necessidades do condutor ou se a deficiência se enquadrar nas regras da Secretaria da Fazenda local.
Confira os documentos necessários
Para quem busca esse direito, a regra de ouro é a informação. Não basta apenas ter a CNH especial, é preciso também um laudo médico atualizado e seguir um rito burocrático específico. Se você quer entender detalhadamente o passo a passo e os documentos necessários, vale a pena entrar em contato com o Detran do seu estado para entender quais os requisitos conforme a legislação estadual.
O protagonista é o laudo médico, que precisa ser emitido por prestadores de serviço público de saúde (SUS) ou clínicas credenciadas ao Detran, contendo a descrição detalhada da deficiência e o respectivo código CID. Em paralelo, é indispensável apresentar a CNH Especial, onde constam as observações sobre a obrigatoriedade de adaptações na moto ou restrições do condutor.
Documentos (Imagem: Freepik)
Para completar a lista, prepare-se para emitir as Certidões Negativas de Débitos (que comprovam a ausência de pendências financeiras com a Receita Federal e com o estado) e preencher os formulários específicos de requerimento no sistema Sisen e na Secretaria da Fazenda local.
Portanto, se você é PCD e sonha com uma moto zero quilômetro na garagem pagando menos, a recomendação é consultar um despachante especializado ou o Detran do seu estado. O direito existe, mas exige paciência para ser conquistado.
A natureza reúne estratégias de caça tão variadas quanto surpreendentes. Muitos animais desenvolveram comportamentos altamente especializados para capturar presas com eficiência, precisão e economia de energia.
A seguir, veja alguns dos métodos de caça mais impressionantes observados no mundo animal.
8 animais com comportamentos surpreendentes na caça
A garça-preta utiliza uma técnica visualmente marcante durante a pesca. A ave abre as asas sobre a cabeça e sobre a água, criando uma sombra que funciona como um guarda-chuva.
Essa cobertura reduz os reflexos da superfície e permite que a garça enxergue com clareza os peixes e pequenos invertebrados que se aproximam. Com a visão aprimorada, ela desfere ataques precisos.
A adaptação demonstra como algumas aves manipulam o ambiente com o próprio corpo para aumentar o sucesso na caça.
As aranhas da família Theridiosomatidae (frequentemente chamadas de aranhas-raia ou aranhas-estilingue) adotam um método de captura pouco comum entre os aracnídeos. Em vez de esperar que insetos fiquem presos em uma teia estática, elas transformam a própria seda em um estilingue ativo.
O método envolve a construção de uma teia cônica ou triangular que é tensionada. A aranha segura um fio central com suas patas, esticando a estrutura e permanecendo pronta para soltar a armadilha assim que detecta a aproximação de uma presa. Quando o fio é liberado, a teia inteira avança em alta velocidade e envolve o inseto instantaneamente.
Essa estratégia exige precisão e controle, o que comprova a inteligência e criatividade predatória desse grupo de aranhas.
Ariranhas
Imagem: Zaruba Ondrej / Shutterstock
As ariranhas se destacam pela agressividade e pela eficiência durante a caça. Depois de capturar um peixe, elas mutilam as nadadeiras para reduzir a mobilidade da presa.
Com isso, o animal perde capacidade de fuga e se torna mais fácil de dominar. Esse comportamento é especialmente útil para lidar com peixes grandes ou rápidos.
A prática também beneficia o grupo, já que as ariranhas vivem em famílias e compartilham o alimento.
Golfinhos
Imagem: TungCheung/Shutterstock
Os golfinhos-nariz-de-garrafa desenvolveram uma das estratégias de caça cooperativa mais complexas entre os mamíferos marinhos. A técnica conhecida como anel de lama ocorre principalmente em áreas costeiras da Flórida.
Um dos golfinhos inicia a ação ao nadar em círculo e bater a cauda no fundo, levantando uma parede de sedimentos. A nuvem circular desorienta os peixes e impede que se dispersem.
Muitos tentam escapar saltando para fora da água e, nesse momento, outros golfinhos posicionados do lado de fora capturam os animais no ar.
A formiga-leão é conhecida por construir armadilhas em forma de funil em áreas arenosas. A larva cava depressões profundas e inclinadas onde pequenos insetos escorregam com facilidade.
Quando a presa tenta subir pelas paredes, a formiga-leão lança jatos de areia que provocam deslizamentos e fazem o inseto cair novamente no centro. Enterrada no fundo do funil, a larva aguarda o momento ideal para capturar e consumir a vítima.
A técnica se destaca pela precisão e pela eficiência energética.
Morcego-pescador
Algumas espécies de morcego especializaram-se na captura de peixes. Esses animais ajustam a ecolocalização para detectar pequenas ondulações formadas quando os peixes emergem para respirar ou se alimentar.
Ao captar o retorno do som, o morcego identifica a posição exata da presa e mergulha as garras na água com precisão. A técnica exige um sistema auditivo extremamente sensível e reflexos rápidos, já que as ondulações desaparecem em instantes.
Orcas
Imagem: Tory Kallman/Shutterstock
As orcas se tornaram referência quando o assunto é estratégia de caça. Elas atuam em grupos organizados e ajustam o método conforme o tipo de presa.
Para derrubar focas de blocos de gelo, produzem ondas coordenadas que desequilibram os animais. Ao perseguir cardumes, criam cortinas de bolhas que comprimem os peixes e impedem a dispersão.
Cada membro do grupo desempenha uma função específica e algumas populações mantêm essas técnicas por gerações, o que indica a presença de cultura animal. O alto nível de cooperação reforça a inteligência dessas predadoras.
Polvo-mímico
Polvo-mímico / Crédito: Wikimedia (reprodução)
O polvo-mímico apresenta um dos comportamentos mais versáteis entre os invertebrados. Além de se camuflar de forma impressionante, ele imita animais perigosos como peixes-leão e cobras-do-mar.
Essa imitação protege o polvo de predadores que evitam o confronto e confunde presas que não percebem o risco até ser tarde demais. A espécie manipula a forma do corpo, a textura da pele e os padrões de cor para criar performances adaptadas a cada situação.
A habilidade demonstra como inteligência e plasticidade comportamental podem servir tanto para defesa quanto para a caça.
A Warner Music anunciou uma parceria com a Suno, líder em inteligência artificial (IA) para música, para encerrar um processo envolvendo violação de direitos autorais pela startup. O acordo abre “novas fronteiras na criação, interação e descoberta musical, ao mesmo tempo que compensa e protege artistas, compositores e a comunidade criativa em geral”, segundo um comunicado divulgado à imprensa.
“A IA se torna pró-artista quando adere aos nossos princípios: compromisso com modelos licenciados, valorização da música dentro e fora da plataforma e oferta aos artistas e compositores da opção de usar seus nomes, imagens, vozes e composições em novas músicas criadas por IA”, disse Robert Kyncl, CEO da Warner Music Group.
Artistas e compositores terão controle total sobre se e como seus nomes, imagens, semelhanças, vozes e composições serão usados em novas músicas geradas por IA, garante o acordo. Grandes nomes, como Lady Gaga, Coldplay, The Weeknd e Sabrina Carpenter estão entre os músicos contratados pela Warner.
Artistas e compositores terão controle total sobre as produções de IA (Imagem: T. Schneider/Shutterstock)
Expandindo as operações
A Suno também anunciou a aquisição da Songkick, plataforma de descoberta de shows e música ao vivo, da Warner Music Group. Segundo a empresa, a combinação criará um novo potencial para aprofundar a conexão entre artistas e fãs. Por enquanto, a Suno não pretende alterar a maneira como a plataforma é gerida.
“Juntos, podemos aprimorar a forma como a música é criada, consumida, vivenciada e compartilhada. Isso significa que lançaremos novos recursos mais robustos para criação, oportunidades de colaboração e interação com alguns dos músicos mais talentosos do mundo, tudo isso enquanto continuamos a construir o maior ecossistema musical possível”, afirmou Mikey Shulman, CEO da Suno.
Modelos atuais de licenciamento da Suno serão desativados a partir de 2026 (Imagem: miss.cabul/Shutterstock)
Como parte do acordo, em 2026, a Suno fará diversas mudanças na plataforma, incluindo o lançamento de novos modelos mais avançados e licenciados. Assim, os modelos atuais serão desativados. Daqui para frente, o download de áudio exigirá uma conta paga;
Além disso, a Suno introduzirá restrições de download em determinados cenários: especificamente, no futuro, as músicas criadas no plano gratuito não poderão ser baixadas, mas, sim, reproduzidas e compartilhadas;
Os usuários do plano pago terão limites mensais de download, com a possibilidade de pagar por downloads adicionais.
Na avaliação da startup, o acordo permite que artistas e compositores se beneficiem de novas fontes de receita e adiciona recursos interativos que oferecem oportunidades para um maior engajamento dos fãs. Atualmente, a plataforma conta com 100 milhões de pessoas cadastradas.
Daqui para frente, o download de áudio exigirá uma conta paga (Imagem: Fanta Media/Shutterstock)
Warner e Suno fazendo as pazes
O processo de violação de direitos autorais teve início no ano passado e envolveu também a Universal Music Group e a Sony Music Entertainment — ambas as empresas, aliás, estariam prestes a fechar acordos com a Suno para também encerrar disputas na Justiça e licenciar suas obras para a startup de IA.
Na semana passada, a Warner também anunciou que resolveu o impasse sobre o mesmo problema envolvendo a startup de música com IA, Udio. Um serviço de criação musical com IA licenciado pelo grupo está previsto para ser lançado em 2026. Universal e Sony também negociam um acordo com a Udio.
A conectividade nas estradas brasileiras ainda está longe de atender às necessidades de motoristas, transportadoras e empresas que dependem de comunicação contínua.
Dados atualizados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mostram que apenas 47% dos 445 mil quilômetros de rodovias federais e estaduais possuem cobertura 4G de ao menos uma operadora. No caso do 5G, a situação é ainda mais limitada: menos de 12% das vias contam com o serviço. As informações são do jornal O Globo.
Enquanto países, como Estados Unidos e México, já têm 90% de suas rodovias conectadas, e a China atinge 80%, o Brasil segue avançando em ritmo lento. Na Europa, há planos para atingir 100% de cobertura nos próximos anos, como é o caso da França.
Novas regras e metas em discussão
Para tentar reduzir essa defasagem, a Anatel e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) estão revisando modelos regulatórios e preparando novas exigências.
A agência estuda incluir no próximo leilão de frequências móveis a obrigatoriedade de cobertura em trechos prioritários das rodovias federais. Se o plano avançar, operadoras vencedoras terão até três anos para garantir 100% de cobertura 4G em vias estratégicas, como a BR-101, que ainda possui cerca de mil quilômetros sem sinal.
Se o plano avançar, operadoras vencedoras terão até três anos para garantir 100% de cobertura 4G em vias estratégicas (Imagem: Marcos Assis/iStock)
A proposta marca uma segunda tentativa de impor metas de cobertura nas estradas, após a devolução de uma licença por inviabilidade operacional em 2021. Segundo a Anatel, operadoras regionais já demonstraram interesse em participar do novo modelo.
Outra frente em análise é a implementação do roaming obrigatório entre operadoras nas rodovias. Isso permitiria que o motorista permaneça conectado mesmo fora da área de cobertura de seu plano, utilizando automaticamente a rede de outra empresa — medida que deve entrar em vigor até meados do próximo ano.
Concessões impulsionam expansão da rede
Desde 2018, a conectividade passou a ser uma obrigação contratual nas novas concessões de rodovias, substituindo antigas cabines de emergência. A ANTT estima ter 31 contratos ativos que somam 16,1 mil quilômetros de vias concedidas e prevê alcançar 25 mil quilômetros até 2030.
As concessionárias, por sua vez, têm buscado parcerias com operadoras para levar conexão às rodovias. A EcoRodovias, por exemplo, já investiu R$ 130 milhões em 4G e deve destinar mais R$ 50 milhões. Via Dutra e Rio-Santos são alguns dos trechos que já contam com cobertura total.
Concessionárias têm buscado parcerias com operadoras para levar conexão às rodovias (Imagem: The Bastos/Shutterstock)
A TIM, que atualmente possui a maior rede móvel em estradas, planeja ampliar sua infraestrutura de 7,6 mil para dez mil quilômetros ainda este ano. Já a Vivo investe em projetos, como o da BR-163, no Mato Grosso, levando cobertura a 850 quilômetros de uma rota estratégica para o agronegócio. A Claro também está expandindo sua presença, com mais de 500 intervenções previstas principalmente nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste.
A conectividade abre espaço para novos serviços nas rodovias, como monitoramento por câmeras, sistemas de iluminação inteligente e aplicativos de emergência com envio automático de localização.
Especialistas apontam que ainda não há uma previsão realista para que o Brasil alcance 100% de cobertura móvel nas estradas, mas reforçam que mudanças regulatórias e investimento contínuo serão essenciais para avançar. Entre os principais desafios, estão:
Altos custos de infraestrutura em regiões remotas;
Contratos antigos que não obrigam conectividade;
Baixa atratividade financeira para operadoras;
Dificuldade técnica de manter redes estáveis ao longo de longas distâncias.
Especialistas afirmam que ainda não existe uma estimativa concreta de quando o Brasil terá cobertura móvel total em todas as estradas (Imagem: CC7/Shutterstock)
Apesar disso, o avanço das concessões e os novos planos da Anatel indicam que a expansão da cobertura móvel deve acelerar nos próximos anos, aproximando o país de padrões internacionais de conectividade rodoviária.