Amazon Prime Video: lançamentos da semana (28 de setembro a 4 de outubro)

O Olhar Digital traz os lançamentos da semana do Amazon Prime Video. Na semana entre 28 de setembro e 4 de outubro de 2026, a Amazon terá a chegada de produções à sua plataforma de streaming.

Entre os destaques que chegam ao streaming da Amazon nesta semana, está Livestream From Hell filme que mistura terror e comédia, com comediantes e influencers americanos.

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Lançamentos da Prime Video de 28 de setembro a 4 de outubro de 2026

Confira detalhes sobre os lançamentos da semana entre 28 de setembro e 4 de outubro de 2026 no Prime Video:

Quarta-feira – 30/09

  • Livestream From Hell
    • Filme | Terror | Comédia | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Um trio de influenciadores decide organizar uma mega live direto de uma mansão luxuosa. Durante a transmissão, eles quebram sem querer um vaso artesanal valioso. E coisas estranhas começam a acontecer. Além disso, vários corpos aparecem na casa. Enquanto fingem para o público que está tudo bem, eles tentam descobrir quem é o assassino. O longa é estrelado pelo comediante Kevin Hart e pelos influencers americanos Kai Cenat e Druski.

Até a publicação desta lista, a Amazon não tinha divulgado os lançamentos do Prime Video agendados para outubro. Esta lista será atualizada.

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Netflix: lançamentos da semana (28 de setembro a 4 de outubro)

O Olhar Digital traz os lançamentos da Netflix semanalmente. Nesta semana, você confere as produções que chegam ao catálogo do streaming entre 28 de setembro e 4 de outubro de 2026.

Entre as estreias, estão a série A Leste do Éden, com Florence Pugh (Thunderbolts, Oppenheimer, Midsommar); o drama Cartas de Redenção e o terceiro filme de Mononoke. Também chegam ao catálogo do streaming três filmaços: Nosferatu (de 2024), Pecadores e A Substância.

O que chega à Netflix entre 28 de setembro e 4 de outubro de 2026

Confira abaixo a lista das produções que chegam ao catálogo da Netflix entre 28 de setembro e 4 de outubro de 2026:

Segunda-feira – 28/09

  • Outside
    • Série | Original Netflix | Reality show | Ano de Produção: 2026 (Reino Unido)
    • Indo além das quatro paredes, Outside é o novo spin-off da série de sucesso Inside, do grupo britânico Sidemen. Um novo grupo de criadores de conteúdo é levado para a floresta para disputar até 1 milhão de libras. Como cada item de conforto é descontado desse valor, eles precisarão tomar decisões brutais, enfrentar desafios imprevisíveis e lidar com muita bagunça dos Sidemen enquanto lutam para salvar a grana.

Terça-feira – 29/09

  • Mononoke: Capítulo 3 – A Maldição da Serpente
    • Filme | Original Netflix | Anime | Fantasia | Ano de Produção: 2026 (Japão)
    • A história chega ao clímax. A terceira parte da narrativa foca na mulher que ocupa o mais alto escalão do Ōoku. Após conflitos, a aparente tranquilidade do local é interrompida pela morte súbita do recém-nascido herdeiro do Imperador. A tragédia e o desespero desencadeiam uma série de mortes grotescas com o surgimento do Deus Serpente, um mononoke (espectro) alimentado por séculos de ódio acumulado. Para conseguir empunhar a Espada Sagrada e combater a ameaça, o Boticário precisará descobrir a Forma, a Verdade e a Razão da entidade. E essa busca o força a investigar conspiradores e segredos sombrios escondidos há 150 anos.
  • Sam Morril: Incorrect
    • Especial | Original Netflix | Comédia | Stand-up | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Sam Morril relembra sua pior aventura romântica, compara assassinatos famosos e detalha um extermínio de ratos nada ortodoxo.
  • Lego One Piece
    • Série | Original Netflix | Animação | Infantil | Fantasia | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Prepare-se para zarpar! Neste especial de animação Lego dividido em duas partes, Usopp, o narrador mais exagerado dos Chapéus de Palha, conta as aventuras da tripulação pelo East Blue até a Grand Line antes de Chopper se juntar ao bando. Usopp só conta histórias mirabolantes, e este especial repleto de ação não é exceção!
  • Inverno Mágico (filme)

Quarta-feira – 30/09

  • O Viúvo: Até que a Morte nos Separe
    • Filme | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Neste documentário, um jornalista e um investigador descobrem a verdade sobre um assassino cujo charme ocultava um rastro de casamentos fracassados e mortes suspeitas.
  • Medusa – Temporada 2
    • Série | Original Netflix | Novela | Ano de Produção: 2026 (Colômbia)
    • Um inimigo perigoso ataca a Medusa. Bárbara Hidalgo enfrenta novas disputas de poder na família em meio a uma luta implacável pelo controle da empresa.
  • Casamento às Cegas: Países Baixos
    • Série | Original Netflix | Reality show | Ano de Produção: 2026
    • Solteiros e solteiras buscam um amor verdadeiro e duradouro. Trinta homens e mulheres se conhecem sem nunca se verem. Eles namoram em salas separadas por uma parede fina e constroem uma conexão emocional em um curto período de tempo. Será que essa chama é forte o suficiente? E, se for, pode levar a um pedido de casamento antes mesmo de se verem? Só então os casais se encontram, e o verdadeiro teste do relacionamento começa. Eles viajam juntos, moram juntos, planejam o casamento e descobrem se o vínculo que estabeleceram resiste no mundo real. É no altar que fazem a escolha final: ou dizem “sim” e provam que o amor é realmente cego, ou optam por seguir caminhos separados.
  • A Arena
    • Série | Original Netflix | Reality show | Ano de Produção: 2026 (França)
    • Um total de 38 lutadores de MMA — 19 mulheres e 19 homens — forma o maior centro de treinamento já imaginado. Com a espetacular Arena como cenário, os atletas enfrentarão desafios físicos e mentais sob o olhar atento de três grandes nomes do MMA francês: Ciryl Gane, Cédric Doumbé e Benoît Saint Denis. O vencedor leva um prêmio de 100 mil euros e um contrato com uma liga profissional de prestígio.
  • Dinheiro Fácil (filme)

Quinta-feira – 01/10

  • A Leste do Éden
    • Minissérie | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Esta nova interpretação da obra de Steinbeck explora a saga multigeracional da família Trask, trazendo um novo foco para sua anti-heroína Cathy Ames.
  • Ricos Sem Dinheiro
    • Filme | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Oriente Médio)
    • Quando os esnobes membros da família AlThahabi descobrem que não são tão ricos quanto pensavam, eles precisam fingir que ainda têm dinheiro para sobreviver.
  • O Protetor: Capítulo Final (filme)
  • A Substância (filme)

Sexta-feira – 02/10

  • Cartas de Redenção
    • Filme | Original Netflix | Drama | Romance | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Uma mãe solo na luta pela sobrevivência e um criminoso regenerado encontram um no outro a possibilidade de uma segunda chance inesperada.
  • Schumacher: Nasce Uma Lenda
    • Filme | Original Netflix | Documentário | Esporte | Ano de Produção: 2026 (Alemanha)
    • O primeiro Campeonato Mundial de Michael Schumacher ganha vida com entrevistas pessoais e imagens de arquivo da temporada de 1994 na Fórmula 1.
  • #Amor
    • Série | Original Netflix | Drama | Romance | Ano de Produção: 2026 (Índia)
    • A criadora de um aplicativo de namoro e seu concorrente testam suas teorias sobre o amor num desafio de 60 dias para encontrar o par ideal.
  • Parede de Gelo – Temporada 2, episódio 1
    • Série | Original Netflix | Anime | Romance | Ano de Produção: 2026 (Japão)
    • Baseada no famoso mangá de Kocha Agasawa, Parede de Gelo acompanha Koyuki Hikawa, uma estudante do ensino médio com dificuldade para se conectar com as pessoas. Ela passa os dias quieta e sozinha, mantendo distância de todos, exceto de sua amiga de infância, Miki Azumi. Isso até o incrivelmente insistente Minato Amamiya entrar de repente em sua vida. Os episódios do anime serão lançados semanalmente.
  • Nosferatu (filme)
  • Hora do Recreio (filme)

Domingo – 04/10

  • Blue Box – Temporada 2
    • Série | Original Netflix | Anime | Romance | Ano de Produção: 2026 (Japão)
    • Em um colégio que é referência em esportes, Taiki Inomata joga no time de badminton masculino e se apaixona por Chinatsu Kano, uma estrela do time de basquete feminino que está um ano à frente e que ele encontra todos os dias nos treinos. Quando os pais de Chinatsu são transferidos para o exterior, ela passa a morar na casa dos Inomata, fazendo a relação dos dois mudar da noite para o dia: de colegas de treino, eles se tornam companheiros de casa. Em meio a muito esporte, romance e estudos, uma temporada nova e inesquecível começa para os dois.
  • Pecadores (filme)

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Jogos de hoje (27/09/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 27 de setembro de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da Série B e da Nations League.

Confira, a seguir, os jogos deste domingo (27) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (27/09/26)

UEFA Nations League 2026/27

  • Lituânia x Azerbaijão — 10h — sportv2
  • Dinamarca x País de Gales — 13h — ESPN e Disney+
  • Gibraltar x Andorra — 13h — Disney+
  • Áustria x Kosovo — 13h — Disney+
  • Sérvia x Holanda — 13h — sportv2 e ge tv
  • Israel x Irlanda — 15h45 — Disney+
  • Alemanha x Grécia — 15h45 — sportv2
  • Noruega x Portugal — 15h45 — ESPN e Disney+

Brasileirão Série B 2026

  • Criciúma x Avaí — 11h — ESPN e Disney+
  • CRB x Cuiabá — 16h — Xsports, SportyNet e Disney+
  • Fortaleza x Athletic — 18h30 — Xsports, ESPN, SportyNet e Disney+

Copa do Mundo Sub-20 2026

  • Espanha x Coreia do Norte — 13h — sportv4 e CazéTV

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Quem joga hoje pelo Brasileirão?

Hoje, temos partidas pela Série B:

  • Criciúma x Avaí — 11h — ESPN e Disney+
  • CRB x Cuiabá — 16h — Xsports, SportyNet e Disney+
  • Fortaleza x Athletic — 18h30 — Xsports, ESPN, SportyNet e Disney+

Leia mais:

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

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O tamanho da operação não deveria ditar o tamanho da equipe – e é isso que a automação de processos resolve

Há uma equação que a maioria das empresas aceita como lei natural do crescimento: se o volume de trabalho dobra, a equipe precisa crescer na mesma proporção. Mais clientes exigem mais atendentes. Mais pedidos exigem mais gente na operação. Mais solicitações internas exigem mais analistas para processá-las. Essa lógica parece óbvia e, é exatamente por parecer óbvia que poucas empresas param para questionar se ela é, de fato, inevitável.

Não é. A relação direta entre volume e headcount não é uma lei da física do negócio – é um sintoma de operação não automatizada. E é justamente essa relação que a automação de processos está estruturalmente desenhada para quebrar.

O diagnóstico começa por reconhecer o padrão

O problema tem nome técnico bem definido entre especialistas em operações: crescimento linear de headcount, quando cada aumento de volume exige aumento proporcional de equipe, impedindo qualquer ganho real de escala. É exatamente o oposto do que qualquer estratégia de crescimento deveria buscar, porque significa que a empresa nunca captura eficiência conforme cresce, apenas replica o mesmo custo unitário em volume maior.

Esse padrão se manifesta de forma muito concreta em operações que dependem de processos manuais e planilhas para funcionar. O diagnóstico é consistente entre diferentes setores: operações dependentes de controles manuais e planilhas exigem mais pessoas para gerenciar exatamente o mesmo volume de trabalho que uma operação automatizada processaria com uma fração da equipe, não porque as pessoas trabalhem menos, mas porque parte relevante do seu tempo é consumida por coordenação, conferência e retrabalho que a automação simplesmente elimina.

Casos reais mostram que essa quebra é possível

Não se trata de teoria de consultoria. Empresas brasileiras já demonstram, na prática, esse desacoplamento entre volume e equipe. Um caso ilustrativo vem de operações de RH em Centro de Serviços Compartilhados: ao automatizar o atendimento via autosserviço, a área conseguiu absorver o crescimento do volume de solicitações sem aumento proporcional de headcount — exatamente o resultado que a automação bem orquestrada deveria entregar.

O princípio por trás desse tipo de resultado é simples de enunciar, ainda que complexo de implementar: em vez de adicionar pessoas para lidar com tarefas repetitivas, a operação passa a executá-las através de fluxos padronizados e agentes de automação, reservando a equipe humana para as exceções e para decisões que realmente exigem julgamento, não para tarefas que se repetem, de forma idêntica, centenas ou milhares de vezes por mês.

Outros exemplos de mercado seguem o mesmo padrão: empresas que migraram operações inteiramente dependentes de planilhas para plataformas de gestão automatizada relatam ter escalado significativamente o volume de negócio sem que o crescimento da equipe acompanhasse essa mesma proporção. O padrão identificado por quem acompanha esse tipo de transição é direto: operações baseadas em planilha crescem em pessoas; operações automatizadas crescem em capacidade.

Por que a automação quebra essa proporcionalidade

O mecanismo por trás desse desacoplamento não é misterioso. Tarefas repetitivas – como preencher um cadastro, validar um documento, conferir uma informação entre dois sistemas e disparar uma notificação padrão – consomem tempo humano de forma proporcional ao volume: dez vezes mais tarefas exigem, aproximadamente, dez vezes mais tempo de trabalho manual, o que geralmente significa dez vezes mais pessoas para sustentar o mesmo prazo de execução.

Automação rompe essa proporcionalidade porque, uma vez desenhado, um fluxo automatizado processa cem ou dez mil solicitações praticamente com o mesmo esforço marginal. O custo de construir a automação é fixo; o custo de executá-la, uma vez pronta, é próximo de zero por unidade adicional processada. É essa diferença estrutural, custo fixo de construção versus custo marginal quase nulo de execução, que permite a uma empresa crescer em volume sem crescer, na mesma proporção, em equipe.

O risco de crescer rápido sem essa base

Empresas que ignoram essa lógica e insistem em escalar apenas contratando mais gente para absorver mais volume enfrentam riscos bem documentados: queda na qualidade do serviço, o que gera cancelamento acelerado e dano à reputação; colapso operacional, quando a infraestrutura simplesmente não suporta o volume maior; fragmentação de dados, quando diferentes equipes passam a operar sistemas que não se comunicam entre si; e deterioração da cultura e dos processos internos, à medida que a coordenação entre um número cada vez maior de pessoas se torna, ela mesma, um trabalho cada vez mais complexo.

Um dado reforça a dimensão desse problema no Brasil: segundo o Panorama GTM 2026, a fragmentação de dados entre equipes que usam sistemas diferentes e não se comunicam entre si afeta 49% das empresas brasileiras, ou seja, quase metade do mercado operando com informação dividida entre silos, o que torna qualquer tentativa de automação avançada extremamente mais difícil, porque não existe uma base de dados única sobre a qual construir fluxos automatizados confiáveis.

Automação sem maturidade operacional amplifica o problema, não resolve

Um alerta importante para lideranças que veem na automação uma solução mágica e imediata: inteligência artificial e automação dependem diretamente de dados estruturados e de ambientes operacionais preparados para escalar. Sem governança, qualidade de dados e arquitetura adequada, a automação não corrige uma operação desorganizada, ela apenas amplifica, em maior velocidade e maior volume, os problemas que já existiam antes dela chegar.

Isso reforça um princípio central para qualquer projeto de automação bem-sucedido: não existe automação eficiente sem maturidade operacional mínima como pré-requisito. Empresas mais maduras já tratam infraestrutura de dados, governança e arquitetura tecnológica como pilares integrados da própria estratégia de crescimento, não como suporte técnico de segunda ordem, acionado depois que o negócio já cresceu de forma desorganizada.

Crescer em complexidade não deveria significar crescer em confusão

Um ponto frequentemente subestimado é que o crescimento de uma empresa não aumenta apenas o volume de trabalho, aumenta também a complexidade das exceções, das integrações e dos casos que fogem à regra padrão. O volume, isoladamente, costuma crescer de forma linear e previsível. A complexidade operacional, por outro lado, tende a crescer de forma acumulativa: cada exceção que a empresa decide tratar manualmente, em vez de desenhar um fluxo automatizado para ela, aumenta permanentemente o esforço necessário para sustentar a operação daquele ponto em diante.

Isso significa que escalar bem não é apenas automatizar o volume principal e óbvio de trabalho, é também decidir, de forma deliberada, como tratar as exceções que inevitavelmente aparecem conforme a operação cresce, para que elas não se acumulem, silenciosamente, até exigir de volta o mesmo crescimento proporcional de equipe que a automação deveria ter eliminado.

O que muda, na prática, quando esse desacoplamento acontece

Quando uma empresa consegue, de fato, separar o crescimento do volume operacional do crescimento do tamanho da equipe, o efeito vai além da economia direta de custo com contratação. Times deixam de ser dimensionados para absorver pico de demanda repetitiva e passam a ser dimensionados para lidar com exceção, relacionamento e decisão estratégica.

Esse deslocamento também muda a natureza dos problemas que a liderança precisa resolver ao crescer. Em vez de perguntar “quantas pessoas a mais precisamos contratar para atender esse novo volume”, a pergunta estratégica passa a ser “qual parte desse novo volume já está coberta pela automação existente, e qual parcela residual realmente exige julgamento humano”. É uma mudança sutil na formulação da pergunta, mas que revela uma diferença estrutural enorme na forma como a empresa se prepara para crescer.

O tamanho da operação é um problema de arquitetura, não de headcount

A conclusão prática para qualquer liderança que está planejando a próxima fase de crescimento do negócio é direta: tratar o tamanho da equipe como consequência automática do tamanho da operação é aceitar um teto de eficiência que a tecnologia disponível hoje já não impõe mais como necessidade. Empresas que investem, desde cedo, em arquitetura de dados unificada, processos bem desenhados e automação real, não apenas ferramentas isoladas, constroem uma capacidade de crescer que não depende, a cada novo pico de demanda, de abrir uma nova vaga.

As que continuam tratando cada aumento de volume como sinônimo automático de nova contratação vão continuar crescendo, mas carregando, a cada novo cliente conquistado, o mesmo custo operacional proporcional que já pagavam no primeiro. É uma forma de crescimento que tem, embutido nela mesma, um teto invisível: o momento em que a estrutura de custo simplesmente não acompanha mais a velocidade que o negócio precisaria ter para continuar competitivo.

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Bicicleta elétrica tem dois motores, 2.000 W de potência e autonomia de até 161 km

Uma nova bicicleta elétrica com quase 39 kg, dois motores e capacidade para chegar a 50 km/h está bem distante da proposta dos modelos urbanos mais compactos. É com essa proposta que a ENGWE lança a E26 3.0, uma e-bike desenvolvida para combinar potência e versatilidade.

O modelo utiliza um motor em cada roda e permite que o usuário escolha entre utilizar apenas um deles ou os dois ao mesmo tempo. A configuração pode alterar tanto o desempenho quanto o consumo da bateria.

Para quem tem pressa:

  • A ENGWE E26 3.0 pesa quase 39 kg, tem dois motores que entregam até 2.000 W e pode chegar a 50 km/h com assistência aos pedais;
  • A e-bike usa bateria de 960 Wh e pode alcançar até 122 km de autonomia com apenas um motor e no menor nível de assistência;
  • O modelo tem suspensão nas duas rodas, pneus largos de 26 x 4 polegadas e suporta até 181 kg de carga; na oferta promocional, custa US$ 1.499 (cerca de R$ 7.786).

Uma bicicleta, dois motores

Bicicleta elétrica ENGWE E26 3.0
Bicicleta elétrica ENGWE E26 3.0 – Imagem: ENGWE

Cada motor fica instalado no cubo de uma das rodas. Quando combinados, eles entregam até 2.000 W de potência e 160 Nm de torque, de acordo com as especificações divulgadas pela ENGWE.

A velocidade máxima também é maior do que a encontrada em muitas bicicletas elétricas convencionais. A fabricante informa até 50 km/h com assistência aos pedais e 45 km/h utilizando o acelerador.

O sistema de dois motores não precisa ser utilizado o tempo todo. É possível manter apenas um deles ligado, o que permite economizar a bateria do outro.

Falando na bateria dos motores, a E26 3.0 utiliza sistemas de 48 V e 20 Ah, com capacidade de 960 Wh.

A ENGWE estima que a bicicleta possa percorrer até 122 km utilizando apenas um motor e o primeiro nível de assistência elétrica. Com os dois motores ligados, a estimativa passa para cerca de 74 km nas mesmas condições.

A própria fabricante apresenta números menores nos níveis mais altos de assistência. No quinto nível, por exemplo, são indicados até 80 km com um motor e aproximadamente 60 km com os dois.

Leia mais:

Suspensão e pneus largos completam o conjunto

A E26 3.0 foi equipada com suspensão nas duas rodas. Na dianteira, o sistema tem 120 mm de curso, enquanto a suspensão traseira utiliza um amortecedor a ar com 80 mm de curso.

Outro elemento que chama atenção são os pneus de 26 x 4 polegadas. Eles são mais largos que os encontrados em muitas bicicletas urbanas e têm proteção contra furos. Assim, a bicicleta pode ser utilizada também em locais considerados “off-roads”.

O conjunto inclui ainda freios hidráulicos, iluminação dianteira de LED, pequena tela colorida com visor de velocidade e bagageiro traseiro.

A bicicleta suporta até 181 kg de carga, mas também é pesada: são cerca de 38,96 kg. Isso pode fazer diferença para quem precisa transportar o modelo ou carregá-lo manualmente.

No site oficial da ENGWE, a E26 3.0 aparece por US$ 1.499 (cerca de R$ 7.786), numa promoção. O preço de referência indicado pela fabricante é de US$ 2.399 (R$ 12.463).

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Resumo da semana: IA na ONU, Starship, novas IAs e lançamentos da Meta

Inteligência artificial foi assunto na Assembleia Geral da ONU! Lula e Trump ficaram em lados opostos quando o assunto é tecnologia. Em encontro na Casa Branca, Xi Jinping também não pareceu seguir a mesma linha do republicano. Confira nosso resumão da semana:

Trump, Xi, Musk, Altman, Zuckerberg… jantar na Casa Branca reúne quem dita o futuro da tecnologia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ofereceu um jantar de Estado ao presidente da China, Xi Jinping. O evento marcou o fim do segundo dia de visita oficial do líder de Pequim a Washington. Alguns dos principais nomes da tecnologia marcaram presença.

Saiba mais.

Lula e Trump na ONU

Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e dos EUA, Donald Trump, discursaram no debate geral da 81ª Assembleia Geral da ONU na manhã desta terça-feira (22). E um tópico em comum entre as falas foi a inteligência artificial (IA).

“Seria uma omissão histórica imperdoável não enfrentar o desafio da regulamentação das big techs e da inteligência artificial”, disse Lula.

Já Trump anunciou que seu governo vai deixar de usar o termo “inteligência artificial”. Sai a IA. Entra a SI. A “superinteligência”.

Saiba mais.

Altman e Amodei na ONU

Os CEOs da OpenAI, Sam Altman, e da Anthropic, Dario Amodei, defenderam, nesta quarta-feira (23), uma maior cooperação internacional para lidar com os riscos associados ao avanço da inteligência artificial (IA) durante reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU).

Saiba mais.

OpenAI: GPT-6 Sol e Luna

A OpenAI ampliou nesta terça-feira (22) sua nova geração de modelos de inteligência artificial (IA) com o lançamento do GPT-6 Sol e do GPT-6 Luna. As duas versões chegam depois do GPT-6 Astra, apresentado pela empresa no início de setembro, e foram desenvolvidas para oferecer parte dos avanços da geração mais potente com custos menores.

Segundo a OpenAI, Sol e Luna foram treinados com métodos semelhantes aos utilizados no Astra, incorporando avanços em áreas, como trabalho profissional, programação, uso de computadores, factualidade e alinhamento.

A principal diferença está na relação entre capacidade e custo.

Saiba mais.

Anthropic: Claude 5.5 Opus

A Anthropic lançou nesta terça-feira (22) o Claude Opus 5.5, primeiro modelo da família Claude 5.5. A empresa afirma que a nova versão melhora o desempenho em programação, uso de computadores e tarefas de conhecimento, com custo menor e maior velocidade.

O modelo também chega com mecanismos de segurança mais rígidos. Entre eles estão proteções para cibersegurança e biologia, defesas contra ataques de prompt injection e medidas para reduzir tentativas de contornar limites de ambientes de teste.

Saiba mais.

SpaceX lança Starship em missão inédita – assista ao vivo com o Olhar Digital

Com a missão de colocar pela primeira vez o maior foguete do mundo em órbita, a SpaceX deve realizar o 14º voo de teste do Starship na próxima segunda-feira (28), representando um avanço histórico no audacioso projeto. E você pode assistir tudo em tempo real com o Olhar Digital!

Diferentemente dos testes anteriores, que realizaram trajetórias suborbitais, este voo ampliará o tempo de operação da nave no espaço para testar a resistência do veículo em órbita.

Saiba mais.

Lançamentos da Meta

A Meta apresentou, nesta quarta-feira (23), durante a conferência Connect 2026, seus primeiros óculos inteligentes com inteligência artificial (IA) e sem câmera. Batizado de Ray-Ban Meta Audio, o dispositivo foi desenvolvido para enfrentar críticas relacionadas aos usos considerados mais problemáticos dos óculos de IA.

Ao contrário dos demais modelos da empresa, os novos óculos funcionam exclusivamente com recursos de áudio. Eles permitem ouvir músicas e podcasts, atender chamadas, traduzir falas e interagir com o assistente de IA da Meta, o Muse.

O produto foi desenvolvido pela EssilorLuxottica, parceira da Meta em seus esforços de hardware para IA, e terá preço inicial de US$ 349.

Saiba mais.

Super El Niño pode provocar 451 mil mortes por calor até 2027; Brasil está entre os mais afetados

Um episódio de Super El Niño pode provocar até 451 mil mortes adicionais relacionadas ao calor extremo no mundo nos próximos meses, segundo projeção do Climate Impact Lab, ligado à Universidade de Chicago (EUA). O Brasil aparece entre os países que devem registrar o maior número de mortes, com uma estimativa de 13,3 mil óbitos adicionais entre setembro de 2026 e fevereiro de 2027.

Saiba mais.

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Itália x Bélgica: onde assistir e horário do jogo da Liga das Nações

Nesta sexta-feira, 25, Itália e Bélgica se enfrentam em duelo válido pela primeira rodada do grupo A1 da Liga das Nações. O jogo de ida acontece a partir das 15h45 (horário de Brasília) e será disputado no Estádio Olímpico, em Roma.

  • Itália x Bélgica: 
    • Competição: Liga das Nações
    • Data: 25/09 (sexta-feira)
    • Horário: 15h45 (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio Olímpico, em Roma

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir Itália e Bélgica pela Liga das Nações?

O confronto entre Itália e Bélgica pela Liga das Nações será transmitido ao vivo pelo plano premium do Disney+.

Possíveis escalações

  • Itália: Donnarumma; Scalvini, Bastoni e Mancini; Di Lorenzo, Barella, Tonali, Fagioli e Calafiori; Esposito e Kean.
    • Técnico: Roberto Mancini.
  • Bélgica: Lammens; Castagne, De Winter, Debast e De Cuyper; Tielemans, Lavia e De Bruyne; Lukebakio, Godts e De Ketelaere.
    • Técnico: Mark van Bommel.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Daniel Siebert (ALE)
    • Assistentes: Jan Seidel (ALE) e Rafael Foltyn (ALE)
    • VAR: Bastian Dankert (ALE)

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Como chegam as equipes para o confronto

A Itália chega pressionada após ficar fora da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva. Para iniciar um novo ciclo, a seleção aposta no retorno de Roberto Mancini, campeão da Eurocopa em 2021.

A Bélgica também terá estreia no comando. Mark van Bommel substitui Rudi Garcia e terá à disposição parte da base do último Mundial, com nomes como Tielemans e Kevin De Bruyne.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje

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Trump, presidente da Câmara dos EUA e CEOs de tecnologia terão reunião sobre inteligência artificial na terça (29)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, e CEOs de empresas de tecnologia terão uma reunião sobre inteligência artificial (IA) no dia 29 de setembro. A informação foi divulgada na noite desta quinta-feira (24) por uma fonte familiarizada com o encontro planejado ao Axios.

A reunião ocorre em meio ao avanço acelerado da IA e às discussões sobre como governos devem lidar com os riscos associados a sistemas cada vez mais poderosos. As principais empresas de IA do mundo já alertaram sobre os riscos que a tecnologia representa para a humanidade e defendem que os governos trabalhem em conjunto para administrar seu desenvolvimento.

Ao mesmo tempo, governos de diferentes países têm enfrentado dificuldades para acompanhar a velocidade dos avanços na área.

Reunião já vinha sendo articulada

  • O encontro do dia 29 não surgiu de forma repentina. Em 15 de setembro, Johnson afirmou que havia conversado com Trump sobre a realização de uma reunião com os principais executivos do setor de IA na Casa Branca;
  • Na ocasião, o presidente da Câmara disse que as empresas poderiam se autorregular e rejeitou a possibilidade de uma moratória sobre o desenvolvimento da tecnologia;
  • “Não podemos ter uma moratória sobre o desenvolvimento da IA, certo? Porque então perderemos nossa vantagem sobre a China, e isso terá sérias implicações para a segurança nacional de todas as famílias americanas”, afirmou Johnson;
  • Ao mesmo tempo, o republicano defendeu mecanismos para aumentar a segurança dos sistemas. Segundo ele, auditores independentes e transparência por parte das empresas que desenvolvem IA poderiam fazer parte das salvaguardas adotadas para a tecnologia.

EUA e China adotam abordagens diferentes

Os Estados Unidos e a China, as duas principais potências no desenvolvimento de IA, adotaram abordagens diferentes em relação à supervisão da tecnologia.

Trump defende que os Estados Unidos não precisam criar novas regulamentações específicas para a IA. A China, por outro lado, estabeleceu regras para algoritmos de IA e dados utilizados no treinamento dos sistemas.

Entre as exigências chinesas está a determinação de que conteúdos gerados por IA sejam claramente identificados como tal.

O encontro entre Trump, Johnson e executivos de tecnologia ocorre justamente nesse cenário de divergências sobre o nível de controle que deve ser aplicado à tecnologia.

Trump rejeita controle global da IA

Durante a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), na terça-feira (22), Trump afirmou que rejeita iniciativas internacionais para estabelecer um mecanismo global de controle da IA. O presidente estadunidense disse que “rejeita qualquer tentativa de construir um esquema globalista para controlar a inteligência artificial”.

Trump classificou a tecnologia como extraordinária, mas afirmou que os Estados Unidos terão cautela em relação ao seu desenvolvimento.

Inteligência artificial ocupa o centro das discussões sobre segurança global na ONU, enquanto países debatem riscos, regulação, fiscalização e mecanismos internacionais de controle diante do avanço de sistemas autônomos
Inteligência artificial ocupa o centro das discussões sobre segurança global na ONU, enquanto países debatem riscos, regulação, fiscalização e mecanismos internacionais de controle diante do avanço de sistemas autônomos – Imagem: gerada por IA

Leia mais:

Segurança sem perder vantagem sobre a China

A discussão sobre possíveis regras para a IA nos Estados Unidos também está diretamente ligada à competição tecnológica com a China.

Ao defender que não haja pausa no desenvolvimento da IA, Johnson argumentou que reduzir o ritmo poderia comprometer a vantagem estadunidense diante dos chineses. Ao mesmo tempo, ele afirmou que seria necessário encontrar uma abordagem equilibrada para criar mecanismos de segurança.

A posição coloca no centro do debate uma questão que deverá acompanhar a reunião: como estabelecer salvaguardas para sistemas cada vez mais avançados sem comprometer o desenvolvimento da tecnologia nos Estados Unidos.

Quem participará da reunião?

A Reuters informou que Trump, Johnson e CEOs de empresas de tecnologia participarão do encontro de 29 de setembro, mas ainda não foram divulgados os nomes dos executivos que estarão presentes nem detalhes sobre a agenda. Mais informações sobre os participantes e os temas que serão discutidos ainda não estavam disponíveis.

A reunião acontecerá poucos dias depois de um jantar na Casa Branca com o presidente chinês Xi Jinping, que também deverá reunir alguns dos principais executivos da indústria de tecnologia. Entre os convidados previstos para o evento estão nomes, como Sam Altman, da OpenAI, Sundar Pichai, da Alphabet, Tim Cook, da Apple, Elon Musk, da Tesla, e Jensen Huang, da Nvidia.

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Resumo do OD: IA na ONU, lançamentos da Meta e El Niño no Brasil

Semana agitada na tecnologia!

Os CEOs da OpenAI, Sam Altman, e da Anthropic, Dario Amodei, defenderam, nesta quarta-feira (23), uma maior cooperação internacional para lidar com os riscos associados ao avanço da inteligência artificial (IA) durante reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU).

A participação dos dois executivos ocorre um dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitar o que chamou de um “esquema globalista” para controlar a IA durante discurso na Assembleia Geral da ONU. Trump afirmou que os EUA continuarão incentivando o desenvolvimento da tecnologia e que não pretende “frear” seu crescimento.

Na ONU, Altman apresentou posição diferente. Para o executivo, países que competem entre si e nem sempre mantêm boas relações podem trabalhar juntos diante de tecnologias capazes de produzir impactos significativos. “Acreditamos que este deve ser um desses momentos”, afirmou Altman, defendendo que a IA seja tratada como uma questão que exige cooperação internacional.

Confira mais detalhes.

Você também pode ver a repercussão sobre o assunto na edição de ontem do Olhar Digital News.

A IA sai do roteiro (de novo)

Um agente de inteligência artificial desenvolvido pela OpenAI obteve acesso não autorizado ao portal público de estatísticas do Medicare, sistema público de saúde da Austrália, durante teste realizado pela empresa em junho. O episódio levou o governo australiano a abrir investigação para determinar exatamente quais sistemas foram acessados e quais informações foram obtidas.

O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que o caso é motivo de “extrema preocupação” e disse ter conversado pessoalmente com o CEO da OpenAI, Sam Altman, sobre o episódio. Segundo Albanese, a conversa ocorreu depois que o governo tomou conhecimento do incidente e questionou a empresa sobre o acesso realizado pelo agente.

A OpenAI informou que o episódio aconteceu durante uma avaliação interna de seus modelos. O objetivo do teste era verificar a capacidade dos sistemas de encontrar respostas e estatísticas relacionadas à Austrália. Durante a avaliação, porém, os modelos realizaram ações que não haviam sido planejadas pela empresa.

E há outros casos:

  • Australian Institute of Health and Welfare: em 20 e 21 de junho, a tecnologia tentou invadir o site do instituto. Autoridades australianas afirmaram que nenhuma informação privada foi obtida.
  • Universidade do Novo México: em 25 e 26 de maio, sistemas da OpenAI tentaram invadir uma biblioteca digital da universidade. A tentativa aparentemente não foi bem-sucedida.
  • Data USA: em 28 de maio, a IA teve como alvo o Data USA, repositório de dados públicos sobre emprego e educação nos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, a tentativa também não teve sucesso.

Os episódios ocorreram antes de um caso envolvendo a plataforma Hugging Face, em julho, que colocou o comportamento autônomo de sistemas de IA sob maior foco.

Saiba mais.

Lançamentos da Meta

A Meta apresentou, nesta quarta-feira (23), durante a conferência Connect 2026, seus primeiros óculos inteligentes com inteligência artificial (IA) e sem câmera. Batizado de Ray-Ban Meta Audio, o dispositivo foi desenvolvido para enfrentar críticas relacionadas aos usos considerados mais problemáticos dos óculos de IA.

Ao contrário dos demais modelos da empresa, os novos óculos funcionam exclusivamente com recursos de áudio. Eles permitem ouvir músicas e podcasts, atender chamadas, traduzir falas e interagir com o assistente de IA da Meta, o Muse.

O produto foi desenvolvido pela EssilorLuxottica, parceira da Meta em seus esforços de hardware para IA, e terá preço inicial de US$ 349.

Saiba mais.

Por falar em Meta…

A Meta derrubou temporariamente do Instagram o perfil oficial da série de reportagens “Revelando”, que publicou um episódio apresentado por Fábio Porchat sobre relações envolvendo o Banco Master, a Igreja Batista da Lagoinha e personagens da política. Horas depois, a plataforma restabeleceu a conta, que voltou a ficar disponível.

A empresa afirmou, em nota, que restaurou a página e pediu desculpas. “Após uma revisão interna, restauramos a conta mencionada pela reportagem. Pedimos desculpas pela inconveniência.”

TSE lança ChatVote, assistente de inteligência artificial para tirar dúvidas sobre as Eleições 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou o ChatVote, assistente virtual baseado em inteligência artificial (IA) criado para facilitar o acesso a informações sobre as Eleições 2026. A ferramenta permite que eleitoras e eleitores façam perguntas em linguagem natural e recebam respostas de forma rápida.

Saiba mais.

Super El Niño pode provocar 451 mil mortes por calor até 2027; Brasil está entre os mais afetados

Um episódio de Super El Niño pode provocar até 451 mil mortes adicionais relacionadas ao calor extremo no mundo nos próximos meses, segundo projeção do Climate Impact Lab, ligado à Universidade de Chicago (EUA). O Brasil aparece entre os países que devem registrar o maior número de mortes, com uma estimativa de 13,3 mil óbitos adicionais entre setembro de 2026 e fevereiro de 2027.

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Sem ninguém mandar: IA da OpenAI tentou invadir sites de universidade e governo

Sistemas de inteligência artificial (IA) da OpenAI tentaram invadir quatro sites de universidades e governos entre maio e junho, aparentemente sem receber instruções para realizar ataques cibernéticos. Em vez disso, segundo pesquisadores, os agentes recorriam a técnicas de hacking quando encontravam dificuldades para obter dados durante tarefas comuns de coleta de informações.

Os episódios ocorreram antes de um caso envolvendo a plataforma Hugging Face, em julho, que colocou o comportamento autônomo de sistemas de IA sob maior escrutínio.

Três dos quatro incidentes foram identificados pela Transluce, laboratório de pesquisa voltado à supervisão de IA. Todos foram posteriormente confirmados pela OpenAI.

Os casos ocorreram da seguinte forma:

  • Universidade do Novo México: em 25 e 26 de maio, sistemas da OpenAI tentaram invadir uma biblioteca digital da universidade. A tentativa aparentemente não foi bem-sucedida;
  • Data USA: em 28 de maio, a IA teve como alvo o Data USA, repositório de dados públicos sobre emprego e educação nos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, a tentativa também não teve sucesso;
  • Governo australiano: em 18 de junho, um agente da OpenAI invadiu o Medicare Statistics Reporting Service, portal australiano com dados estatísticos sobre o sistema de saúde do país, e obteve informações;
  • Australian Institute of Health and Welfare: em 20 e 21 de junho, a tecnologia tentou invadir o site do instituto. Autoridades australianas afirmaram que nenhuma informação privada foi obtida.

IA começou a procurar vulnerabilidades

O comportamento observado nos quatro episódios chama atenção porque os agentes não estavam, segundo os pesquisadores, executando testes de segurança destinados a fazê-los demonstrar capacidades de hacking.

No caso da biblioteca da Universidade do Novo México, por exemplo, a IA tentava obter fotografias de um antigo centro de tratamento de tuberculose. Quando não conseguiu acessar o material, começou a procurar vulnerabilidades no site que poderiam permitir uma invasão.

Depois de não encontrar brechas, o sistema enviou o que descreveu como um “flood” de 80 solicitações ao servidor da universidade.

chatgpt hack ciber
ChatGPT perdeu o controle e invadiu outros sistemas – Imagem: Olhar Digital via ChatGPT

Na tentativa contra o Data USA, a IA enviou uma consulta desorganizada ao site para tentar obter os dados desejados. Depois que a estratégia falhou, realizou 12 sondagens em busca de diferentes vulnerabilidades. Nenhuma foi encontrada.

Para Conrad Stosz, chefe de governança da Transluce, os episódios mostram um risco associado ao uso de agentes autônomos para executar tarefas genéricas.

“Se você treinasse um enxame de agentes para realizar alguma tarefa genérica e esses agentes estivessem dispostos a recorrer a hacking, qualquer pessoa que tivesse aquela informação poderia estar em risco”, afirmou ao The New York Times.

Stosz acrescentou que os episódios na Austrália provavelmente representam o primeiro caso conhecido de um agente autônomo escolhendo invadir um sistema governamental.

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Comportamento persistiu por meses

Os novos casos indicam que o comportamento de tentativa de invasão dos sistemas da OpenAI pode ter começado antes do episódio envolvendo a Hugging Face e continuado depois que a empresa iniciou investigações sobre outros comportamentos considerados inadequados.

A Transluce identificou tráfego na web associado aos agentes desde março e até a semana passada, indicando que o comportamento teria persistido por meses.

Nos episódios de maio e junho, os sistemas aparentemente estavam envolvidos em treinamentos relacionados à recuperação de dados.

A revelação dos quatro casos ocorre em meio a outros episódios envolvendo sistemas de IA de diferentes empresas que conseguiram acessar sistemas externos sem conhecimento humano.

O próprio Sam Altman afirmou neste mês que a segurança deveria ser mais importante do que simplesmente ampliar as capacidades da IA. Segundo o CEO da OpenAI, sem mecanismos de proteção, a sociedade poderia “perder o controle do futuro para a IA”.

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Cientistas criam bateria de papel que pode ser engolida para alimentar dispositivos médicos dentro do organismo

Pesquisadores desenvolveram uma bateria feita de materiais biodegradáveis que pode ser engolida para fornecer energia a dispositivos médicos dentro do corpo e, depois, se decompor gradualmente. Em testes realizados com porcos, a tecnologia conseguiu alimentar equipamentos por até três dias antes de perder progressivamente sua capacidade e se degradar.

A ideia é criar uma fonte de energia para dispositivos médicos temporários que atuem no sistema gastrointestinal sem a necessidade de uma cirurgia posterior para retirar uma bateria convencional. Entre as possíveis aplicações estão equipamentos capazes de detectar sangramentos, administrar medicamentos ou estimular tecidos e órgãos específicos.

A bateria ainda não foi testada em humanos. Segundo os pesquisadores, porém, os resultados em animais indicam que o conceito pode ser utilizado em dispositivos ingeríveis de baixa potência.

Como funciona a bateria

  • A tecnologia foi descrita em estudo publicado na revista Nature Chemical Engineering. A bateria é construída em camadas;
  • O ânodo, que corresponde ao terminal negativo, é formado por uma liga de magnésio, enquanto o cátodo, terminal positivo, utiliza trióxido de molibdênio e carbono ativado;
  • Entre os dois componentes existe um eletrólito biodegradável responsável por permitir a geração de corrente elétrica. Os materiais utilizados foram adaptados para formar uma estrutura fina e porosa semelhante a papel, com nanofibrilas de celulose funcionando como aglutinante;
  • Segundo Giovanni Traverso, coautor do estudo e diretor do Laboratório de Engenharia Translacional do MIT, a estrutura de papel aumenta a resistência da bateria e permite controlar melhor sua degradação sem impedir a geração de eletricidade;
  • Para evitar que a bateria se degradasse rapidamente no ambiente ácido do estômago, os pesquisadores aplicaram uma camada de cera de abelha. Algumas versões também receberam uma camada de cera de candelila, derivada do arbusto Euphorbia antisyphilitica, para aumentar o tempo de proteção.

“A cobertura de cera não é simplesmente uma embalagem”, explicou Traverso ao Live Science. “É um elemento fundamental do design que controla a vida útil funcional.”

Os pesquisadores produziram duas versões da bateria, incluindo uma pequena o suficiente para caber dentro de uma cápsula convencional de gelatina.

Em testes de laboratório, a versão menor produziu cerca de 1,77 volt e conseguiu armazenar e fornecer 2 miliampère-hora por centímetro quadrado, capacidade suficiente para alimentar dispositivos eletrônicos de baixo consumo.

A versão maior produziu aproximadamente 1,84 volt e alcançou capacidade máxima de 3,5 miliampère-hora. Segundo Reza Ghodssi, professor de engenharia elétrica e de computação da Universidade de Maryland que não participou do estudo, a capacidade ainda é baixa e precisaria aumentar em uma ordem de magnitude para tornar a tecnologia ainda mais promissora.

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Bateria de sódio
Já imaginou uma bateria como essa dentro do seu corpo bem pequena? – Imagem: Juan Roballo/Shutterstock

Testes dentro do organismo

Os pesquisadores colocaram os protótipos dentro de cápsulas produzidas por impressão 3D e administraram os dispositivos oralmente aos porcos com o auxílio de um endoscópio.

As duas versões funcionaram por até três dias, enquanto sua tensão e capacidade diminuíam à medida que os componentes se degradavam.

A bateria maior caiu de aproximadamente 1,8 volt para 1,6 volt após um dia e chegou a cerca de 1,45 volt no terceiro dia. Já a versão menor passou de 1,7 volt para aproximadamente 1,35 volt no mesmo período.

Os pesquisadores utilizaram as baterias para alimentar dois tipos de dispositivos médicos nos animais.

A versão menor alimentou uma etiqueta de identificação por radiofrequência (RFID, na sigla em inglês), posicionada no esôfago. O dispositivo conseguiu se comunicar sem fio com um receptor localizado a até 1,5 metro de distância e permitiu aos pesquisadores identificar quando os porcos engoliam um medicamento.

Já a bateria maior alimentou uma cápsula ingerível capaz de estimular eletricamente o estômago. O estímulo aumentou os níveis do hormônio grelina, associado à sensação de fome, no sangue dos animais, sem provocar danos visíveis no tecido no local da estimulação.

Apesar de a bateria e seus componentes biodegradáveis terem se decomposto, a placa eletrônica utilizada no experimento de estimulação do estômago não era biodegradável. Os porcos eliminaram o componente naturalmente.

Para John Rogers, cientista de materiais da Northwestern University que não participou do estudo, tornar todas as partes do dispositivo capazes de serem reabsorvidas pelo organismo poderia eliminar o risco de algum componente remanescente ficar preso no trato gastrointestinal.

Próximos passos

O principal desafio agora é controlar a duração do funcionamento da bateria e tornar sua degradação mais previsível, segundo Traverso.

Os pesquisadores identificaram diferenças de desempenho entre as baterias e atribuíram a variação a fatores como a quantidade de contato entre as camadas, a distribuição do eletrólito e diferenças na espessura do revestimento de cera.

A equipe trabalha para padronizar a fabricação e ajustar a cobertura para que as baterias possam ser projetadas para funcionar durante períodos específicos, que podem variar de horas a dias.

Os pesquisadores também planejam realizar testes mais longos em condições que reproduzam com maior fidelidade o sistema gastrointestinal humano. Segundo Traverso, a equipe trabalha para iniciar um primeiro ensaio clínico do sistema RFID em aproximadamente dois anos.

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Confira o Olhar Digital News na íntegra (22/09/2026)

Veja os destaques do Olhar Digital News desta terça-feira (22/09).

Avião totalmente autônomo cruza os EUA em voo histórico

Um avião da empresa Joby Aviation realizou um importante voo de teste nos EUA. A aeronave percorreu cerca de 5 mil quilômetros de forma totalmente autônoma. O feito foi realizado por um modelo Cessna Caravan adaptado e teve supervisão remota na Califórnia e na Carolina do Sul.

Apple é obrigada a restringir app de cassino para menores

A Justiça de São Paulo determinou que a Apple adote novas medidas de controle de idade na App Store para restringir o acesso de menores ao aplicativo de cassino Casino Roulette: Roulettist. A decisão exige o bloqueio de novos downloads do app por usuários com menos de 18 anos.

Assembleia Geral da ONU escancara divisão sobre IA

Com a inteligência artificial no centro dos debates, a Assembleia Geral da ONU começou nesta terça-feira (22). Enquanto o presidente Lula defendeu a regulação da IA, Donald Trump rejeitou qualquer possibilidade de cooperação global.

Astrônomos captam sinal de rádio vindo de exoplaneta gigante

Cientistas detectaram um sinal de rádio vindo de um exoplaneta. Ele vem de Beta Pictoris b, planeta localizado a cerca de 63,4 anos-luz da Terra. Mas calma. A emissão está associada às auroras do planeta e não representa uma tentativa de comunicação extraterrestre.

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Xi Jinping chega aos EUA com Taiwan no centro da negociação; veja o que Pequim quer de Trump

O presidente chinês Xi Jinping desembarca em Washington nesta semana com uma demanda central para Donald Trump: interromper a venda e a entrega de armas a Taiwan. Pequim pretende usar como argumento o terceiro comunicado conjunto assinado pelos dois países em 1982.

A cobrança ocorre em torno de uma disputa que envolve soberania, segurança e a relação entre as duas maiores potências. A China considera Taiwan parte de seu território, enquanto o governo da ilha rejeita a reivindicação. Os EUA mantêm apoio à capacidade de defesa taiwanesa.

Xi Jinping apertando a mão de Donald Trump
Xi Jinping e Donald Trump voltam a discutir Taiwan em uma negociação que envolve soberania, segurança e armas. – Imagem: Rawpixel/Shutterstock)

O peso do comunicado de 1982

Xi deve levar a questão diretamente a Trump durante a visita. Segundo fontes ouvidas pela Reuters, Pequim pretende citar o acordo de 1982, no qual os Estados Unidos declararam que reduziriam gradualmente as vendas de armas a Taiwan e não buscavam manter esse tipo de fornecimento no longo prazo.

O documento, porém, não tratava a redução como uma decisão sem condições. Um memorando do então presidente Ronald Reagan vinculou a posição americana ao compromisso contínuo da China com uma solução pacífica para as diferenças envolvendo Taiwan.

Reagan afirmou que a redução das vendas estava “condicionada absolutamente ao compromisso contínuo da China com a solução pacífica” das diferenças com Taiwan.

Por que Taiwan é tão importante para Pequim?

A disputa remonta à guerra civil chinesa. Em 1949, após a vitória dos comunistas liderados por Mao Zedong, o governo derrotado da República da China se transferiu para Taiwan. Desde então, a ilha passou a ser administrada separadamente do território continental.

Pequim considera Taiwan uma parte de seu território e afirma preferir uma reunificação pacífica. O governo chinês, porém, nunca renunciou ao uso da força para colocar a ilha sob seu controle.

Taiwan rejeita essa reivindicação. Seu governo afirma que a República Popular da China nunca governou a ilha e que Taiwan, oficialmente chamada República da China, já funciona como um país independente. O presidente Lai Ching-te ofereceu conversas a Pequim, mas o governo chinês não aceita sua posição e o chama de separatista.

Os bilhões em jogo

A disputa também envolve dois grandes pacotes de armas:

  • US$ 11 bilhões (cerca de R$ 56 bilhões): pacote aprovado pelo governo Trump em dezembro, o maior já autorizado para Taiwan;
  • US$ 14 bilhões (cerca de R$ 71,3 bilhões): segundo pacote que permanece suspenso há meses;
  • Negociação: Trump classificou a retenção do segundo pacote como uma “boa moeda de negociação”;
  • Pressão chinesa: Pequim também quer que Washington interrompa as entregas de armas já compradas por Taiwan.

Os Estados Unidos romperam relações diplomáticas oficiais com Taipei em 1979, mas continuam obrigados pelo Taiwan Relations Act a fornecer à ilha meios para sua defesa. Washington mantém a política de “Uma China” e não assume oficialmente uma posição sobre a soberania de Taiwan.

Flags,Of,China,And,United,States,Of,America,And,Papers
Um comunicado assinado por China e EUA em 1982 voltou ao centro da disputa sobre as armas para Taiwan.

A tensão militar e a pressão política

A questão ganhou ainda mais peso com a intensificação das atividades militares chinesas ao redor da ilha. Pequim realizou grandes exercícios em 2022 após a visita da então presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, a Taipei, e promoveu novas manobras desde então.

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No lado americano, parlamentares republicanos defendem que Trump mantenha o apoio a Taiwan. O senador Pete Ricketts afirmou que os EUA precisam deixar claro que não permitirão que a ilha seja tomada pela força.

As chamadas “Seis Garantias”, também formuladas em 1982 e desclassificadas em 2020, estabelecem, entre outros pontos, que Washington não definiu uma data para encerrar as vendas de armas a Taiwan nem concordou em consultar previamente Pequim sobre esses negócios.

É nesse cenário que Xi e Trump voltam a discutir Taiwan. Para Pequim, as vendas de armas são uma interferência em uma questão considerada interna. Para Washington e Taipei, o apoio militar americano permanece ligado à capacidade de defesa da ilha.

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