Lixo radioativo está abandonado no fundo do Atlântico há décadas; ele chegou à vida marinha?

Entre 1949 e 1982, mais de 200 mil barris com lixo radioativo foram despejados no Oceano Atlântico. As investigações identificaram 3.355 barris e radionuclídeos como cobalto-60, nióbio-94, césio-137 e amerício-241 em contato com a vida marinha.

A pesquisa faz parte do projeto NODSSUM, liderado pelo Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS). Uma primeira missão, realizada em junho de 2025, identificou e mapeou os barris no local onde foram despejados. Em maio de 2026, os pesquisadores retornaram à região para aprofundar a análise.

Para quem tem pressa:

  • Mais de 200 mil barris com resíduos radioativos foram despejados no Atlântico entre 1949 e 1982, e missões recentes encontraram recipientes corroídos e degradados, com material vazando no fundo do oceano;
  • Pesquisadores identificaram radionuclídeos como cobalto-60, nióbio-94, césio-137 e amerício-241, embora os níveis de atividade radioativa medidos não tenham sido altos o suficiente para representar grandes problemas de proteção radiológica aos cientistas;
  • A equipe agora investiga como os radionuclídeos se distribuem no ambiente e se o material liberado pode chegar aos organismos marinhos que colonizaram os barris.

Os barris estavam em condições diferentes

Lixo radioativo no Oceano Atlântico e vida marinha ao seu redor
Lixo radioativo no fundo do Oceano Atlântico – Imagem: Javier Escartín/CNRS – via Bluesky

Os pesquisadores encontraram recipientes em diferentes condições. Alguns apresentavam forte deterioração, enquanto outros já haviam “vazado” no fundo do oceano.

Durante as medições, os cientistas detectaram radionuclídeos nos resíduos. Segundo Javier Escartín, diretor de pesquisa em geologia marinha do CNRS, que participou da missão, foram identificados cobalto-60, nióbio-94, césio-137 e amerício-241.

Os dois últimos também são encontrados em locais afetados por testes de armas nucleares e acidentes nucleares. Escartín afirma ainda que as concentrações encontradas na região estavam bem acima do nível de fundo esperado devido a essas fontes.

Mesmo com a presença desses radionuclídeos, o CNRS informa que os níveis de atividade radioativa medidos durante a missão não foram altos o suficiente para representar grandes problemas de proteção radiológica para os cientistas que manipularam as amostras.

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O que acontece com os resíduos?

Durante as missões, os pesquisadores coletaram uma grande quantidade de dados e amostras. O material inclui sedimentos, água e organismos marinhos, além de imagens dos barris e de áreas próximas.

Agora, as pesquisas começam a se aprofundar. Com as coletas, a ideia é investigar como os radionuclídeos estão distribuídos no ambiente e se o material liberado pelos barris chegou aos organismos que vivem na região. Suas estruturas serviram de superfície para a colonização de diferentes organismos, como anêmonas, por exemplo.

Assim, a pesquisa busca entender também se essa interação entre os resíduos e a vida marinha pode facilitar a “entrada” dos radionuclídeos no ecossistema da região.

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Resumo do OD: Prêmio Nobel; anomalia magnética; alerta à corrida das IAs e mais!

Esse é um trecho da newsletter Primeiro Olhar, disponível para assinantes do Clube Olhar Digital.

Ao longo desta semana, vamos conhecer os vencedores do Prêmio Nobel em diferentes categorias:

  • Física – terça-feira, 6 de outubro
  • Química – quarta-feira, 7 de outubro
  • Literatura – quinta-feira, 8 de outubro
  • Paz – sexta-feira, 9 de outubro
  • Ciências Econômicas – segunda-feira, 12 de outubro

Os cientistas Karl Deisseroth, dos Estados Unidos, e os alemães Peter Hegemann e Georg Nagel receberam o Prêmio Nobel de Medicina de 2026 nesta segunda-feira (05). O trio foi responsável por descobertas que levaram ao desenvolvimento da optogenética.

A técnica é capaz de controlar células nervosas com luz e promete revolucionar o estudo do cérebro. O Doutor Alvaro Machado Dias, professor da UNIFESP, neurocientista, futurista e colunista do Olhar Digital News, explicou a importância dessa descoberta. Confira a entrevista:

Ex-OpenAI diz que empresas de IA ainda não sabem controlar seus modelos

As principais empresas de inteligência artificial (IA) ainda não sabem como impedir que seus sistemas desenvolvam e persigam objetivos que não foram atribuídos por seus criadores. O alerta foi feito nesta segunda-feira (5) por Jacob Coxon, ex-funcionário da OpenAI e da Anthropic, durante uma audiência com vereadores da Câmara Municipal de Nova York (EUA).

Coxon, que critica as práticas de segurança adotadas pela indústria, afirmou que as empresas estão sendo extremamente imprudentes diante dos riscos associados ao avanço da tecnologia.

Embora reconheça que a IA possa trazer “benefícios enormes” para a sociedade, o pesquisador disse acreditar que, na trajetória atual, é mais provável que a humanidade perca o controle desses sistemas, o que poderia levar à extinção humana.

Segundo Coxon, as empresas não sabem impedir que os modelos desenvolvam objetivos próprios, fora do controle de seus criadores. Ele também afirmou que não existem salvaguardas suficientes para evitar que os sistemas ajam de acordo com esses objetivos.

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OpenAI vai colocar marca d’água invisível em textos do ChatGPT

A OpenAI começará a adicionar uma marca d’água invisível a textos gerados pelo ChatGPT e pelo Codex na União Europeia. A medida foi anunciada nesta segunda-feira (5) e será implementada nas próximas semanas para usuários elegíveis, como parte da adequação às regras de transparência do EU AI Act, que exigem que conteúdos produzidos por inteligência artificial possam ser identificados por outros sistemas.

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Wikimedia acusa agentes da OpenAI de ações não autorizadas

Agentes de inteligência artificial (IA) que a Fundação Wikimedia acredita serem operados pela OpenAI realizaram uma série de atividades não autorizadas em suas plataformas e podem ter contribuído para uma interrupção parcial de um de seus serviços em maio.

A entidade, responsável por manter a Wikipédia e outros projetos de conhecimento aberto, identificou milhões de requisições automatizadas, edições não autorizadas e tentativas de explorar uma ferramenta de anotações.

A investigação da Wikimedia não encontrou evidências de que os sistemas ou dados da organização tenham sido comprometidos. Também não foram identificados sinais de que os agentes tenham usado a infraestrutura da entidade para coordenar suas próprias atividades.

Mesmo assim, a fundação afirmou estar preocupada com o comportamento desses sistemas e com a dificuldade de identificar e atribuir esse tipo de atividade.

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Corrida da IA pode consumir trilhões antes de entregar retorno esperado

Nunca houve tanto dinheiro direcionado a uma nova tecnologia quanto está sendo investido atualmente em inteligência artificial (IA). A escala dos aportes já supera os valores aplicados em revoluções tecnológicas anteriores, como as ferrovias e a internet — e começa a levantar dúvidas sobre quanto tempo será necessário para que os investimentos gerem retorno.

Segundo uma projeção da PwC citada pela Reuters, os gastos globais acumulados com data centers podem ultrapassar US$ 30 trilhões (cerca de R$ 159 trilhões) até 2050. O valor se aproxima do estoque de títulos do Tesouro dos Estados Unidos e, segundo a consultoria, supera os investimentos realizados durante os ciclos de expansão das ferrovias e das empresas pontocom, mesmo após o ajuste pela inflação.

A Anthropic, uma das empresas no centro dessa corrida, planeja gastar US$ 518 bilhões (cerca de R$ 2,75 trilhões) nos próximos anos, de acordo com seu prospecto de oferta pública de ações analisado pela Reuters. O valor equivale a mais de 100 vezes a receita registrada pela empresa em 2025.

Os defensores desses investimentos apostam que a IA terá um impacto econômico maior do que transformações provocadas pela máquina a vapor e pela industrialização.

O problema é que, por enquanto, grande parte dessa aposta depende de ganhos de produtividade e lucros futuros, para os quais ainda há poucas evidências concretas — e pouco precedente histórico capaz de garantir que os resultados aparecerão no ritmo necessário.

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Peste na Rússia? Como laboratórios de vírus e bactérias funcionam

Darya Shipilova tinha 28 anos. Ela passou mal no trabalho e, dois dias depois, morreu. Shipilova trabalhava num instituto antipeste em Irkutsk, cidade na região da Sibéria Oriental, na Rússia.

A pesquisadora morreu na noite de sexta-feira (02). E ainda não se sabe como (ou por que) ela ficou doente.

Uma das hipóteses é que ela tenha sido infectada após um incidente no laboratório. O incidente, no caso, teria sido a quebra de um tubo de ensaio com a bactéria Yersinia pestis dentro.

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Brasileiros criam sensores para mapear a maior anomalia magnética da Terra – que fica bem em cima de nós

Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) estão desenvolvendo novos instrumentos para satélites com o objetivo de analisar detalhadamente a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (SAMA, na sigla em inglês).

Trata-se de uma imensa região que apresenta um enfraquecimento acentuado no escudo magnético terrestre sobre o Brasil, outros países da América do Sul, o Oceano Atlântico e o sul do continente africano.

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Mapa interativo mostra onde você sairia caso cavasse um túnel; entenda

Se fosse possível cavar um túnel diretamente sob os nossos pés, atravessar a crosta terrestre, passar pelo manto e pelo núcleo e sobreviver à viagem, onde exatamente sairíamos do outro lado do planeta?

Apesar da crença popular de que alguém que cavasse um túnel a partir dos Estados Unidos acabaria na China, a resposta provavelmente seria bem diferente. Uma ferramenta interativa chamada ThroughEarth permite descobrir exatamente qual seria o ponto de saída de acordo com o local escolhido para iniciar a escavação.

O site gratuito calcula o ponto antipodal — a localização exatamente oposta a um determinado ponto da superfície terrestre. A distância entre os dois locais é de aproximadamente 12.742 quilômetros.

Ao selecionar um ponto no mapa, o ThroughEarth mostra uma animação da suposta jornada pelo interior do planeta, passando pela crosta, pelo manto e pelo núcleo até chegar ao outro lado. A plataforma também apresenta informações sobre o interior da Terra, incluindo as temperaturas extremas encontradas durante o trajeto e quanto tempo levaria para percorrer a distância em queda livre.

A ideia surgiu de uma pergunta feita por crianças. Martin Krpelan, responsável pelo projeto, contou à IFLScience que tudo começou durante uma conversa com seus filhos em um playground.

“Estávamos conversando sobre o que aconteceria se pudéssemos cavar um túnel diretamente para baixo no solo — onde acabaríamos saindo? Era basicamente uma pergunta de criança, mas ela ficou na minha cabeça.”

É muito mais provável sair do túnel no oceano

  • Apesar da associação comum entre os Estados Unidos e a China, quem cavasse um túnel diretamente para baixo a partir da América do Norte não apareceria no território chinês;
  • Partindo de Los Angeles (EUA), por exemplo, o ponto correspondente fica no meio do Oceano Índico, a cerca de 1.530 quilômetros da terra mais próxima;
  • Já quem começasse em Londres (Inglaterra) chegaria ao Oceano Pacífico Sul, aproximadamente 740 quilômetros distante da Nova Zelândia;
  • Para chegar ao território de Xangai (China) pelo outro lado do planeta, seria necessário começar a escavação em algum ponto da Argentina;
  • Isso acontece porque a maior parte das áreas terrestres do planeta tem oceano no ponto exatamente oposto. Segundo os dados apresentados pelo ThroughEarth, apenas cerca de 15% das terras do mundo possuem outra área de terra diretamente do outro lado;
  • Por isso, independentemente do ponto escolhido para começar, existe uma grande chance de a saída acontecer no oceano.

Mapa da Terra na plataforma
Para a maioria dos lugares em terra, o antípoda é o oceano aberto – Imagem: throughearth.com

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Qual é a matemática por trás do mapa?

O ThroughEarth utiliza dados da Natural Earth e a famosa imagem da Terra conhecida como Blue Marble, da NASA.

Segundo Krpelan, o cálculo necessário para encontrar o ponto antipodal é “surpreendentemente simples”. Para isso, basta inverter a latitude e deslocar a longitude em 180 graus. A latitude passa a ter o sinal contrário, enquanto a longitude é deslocada em 180° e normalizada novamente para ficar entre -180° e 180°.

“O interessante é tudo o que acontece ao redor desse cálculo. O ThroughEarth também observa a geografia ao redor dos dois pontos e determina se o local oposto é terra ou oceano”, explicou Krpelan.

É justamente essa análise que permite à plataforma mostrar informações, como a proporção de apenas cerca de 15% das terras do mundo possuir outra área terrestre diretamente oposta.

Viagem pelo interior da Terra continua impossível

Na prática, obviamente, não seria possível realizar uma viagem desse tipo. O buraco mais profundo já perfurado pela humanidade é o Poço Superprofundo de Kola, na Rússia, que chegou a 12.263 metros de profundidade.

Mesmo essa marca representa apenas cerca de 0,2% da distância necessária para chegar ao núcleo da Terra — muito menos, portanto, do que seria necessário para atravessar o planeta inteiro.

Assim, a humanidade provavelmente nunca conseguirá chegar fisicamente ao centro da Terra, muito menos atravessar o planeta e sair do outro lado. Para essa experiência hipotética, resta recorrer ao mapa interativo do ThroughEarth.

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Disney+: lançamentos da semana (5 a 11 de outubro)

Toda semana, o Olhar Digital destaca as novidades do Disney+ no Brasil. Entre os dias 5 e 11 de outubro de 2026, o streaming recebe novidades.

Nesta atualização, o Disney+ recebe novas séries coreanas, como Entre os Nossos Passos e Amor Doce Amor, além da segunda temporada de Vampirina. Também chegam ao streaming mais episódios de American Horror Story e os últimos do reality coreano Pega-Pega Mortal.

Lançamentos do Disney+ de 5 a 11 de outubro

Confira novidades que chegam ao Disney+ nesta semana:

Segunda-feira – 05/10

  • Entre os Nossos Passos – Temporada 1, episódios 1 e 2
    • Série | Original Hulu | Drama | Romance | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
    • A série acompanha Min-jae, doutorando e ex-nadador que foi forçado a abandonar o sonho de se tornar um atleta profissional após perder uma perna. Reservado e incapaz de superar o medo de se envolver e acabar sofrendo, Min-jae passou a vida inteira evitando relacionamentos amorosos, mas, quando a nova aluna You-jin chega, transferida do curso de Têxtil e Moda, as coisas começam a mudar para melhor. Considerada uma encrenqueira e o completo oposto de Min-jae em todos os sentidos, You-jin é conhecida por ir direto ao ponto e, embora a dupla inicialmente se sinta distante e desconfortável na presença um do outro, uma atração inesperada começa a crescer entre esse casal tão incompatível.
  • Uma Família da Pesada (Family Guy): Especial de Halloween (episódio)
  • Gachiakuta (anime)

Terça-feira – 06/10

  • The Rest is Football (novo episódio)
  • The Perfect Take (novo episódio)

Quarta-feira – 07/10

  • Vampirina: Uma Vampirinha Adolescente – Temporada 2
    • Série | Original Disney | Comédia | Fantasia | Musical | Infanto-juvenil | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • A série conta a história de uma jovem vampira que deixa a segurança da Transilvânia para frequentar um internato de artes cênicas. Vivendo entre humanos pela primeira vez, ela segue sua paixão pela música enquanto mantém sua identidade vampírica em segredo. Nesta temporada, depois de uma apresentação de sucesso para toda a escola diante de sua ídola, Millie Eyelash (e de libertar acidentalmente uma horda de monstros que estava aprisionada no reino dos espelhos), Vee e sua turma retornam ao Wilson Hall com novos sonhos musicais e precisam compreender uma profecia que diz que Vee e Elijah jamais poderão ficar juntos.
  • Amor Doce Amor – Temporada 1, episódio 1
    • Série | Original Hulu | Drama | Romance | Comédia | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul e Japão)
    • Ambientada numa idílica ilha japonesa, a série acompanha a empenhada agricultora Karin Shirahama, que se dedica de corpo e alma ao cultivo dos melhores morangos. Certo dia, Lee Yu-bin, jovem da cidade que está passando por uma fase difícil, chega à ilha e, após um primeiro encontro tão desajeitado quanto engraçado, os dois acabam passando muito mais tempo juntos por causa de um inesperado mal-entendido.
  • Pega-Pega Mortal — Temporada 1, Episódios 7 e 8 (final da temporada)
    • Série | Original Hulu | Reality show de competição | Sobrevivência | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
    • Uma perseguição extrema começa em um vasto cenário. Os jogadores precisam correr, se esconder e lutar para sobreviver, mas não podem confiar em ninguém, porque um traidor se esconde entre eles. Em meio a uma caçada sem fim e à suspeita constante, apenas o último sobrevivente levará a vitória. A série estreia com os quatro primeiros episódios, seguidos de dois novos episódios toda quarta-feira.
  • Grey’s Anatomy (temporada 22)

Quinta-feira – 08/10

  • The Kardashians – Temporada 8, episódio 1
    • Série | Original Hulu | Reality show | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Para as Kardashian-Jenner, um novo capítulo está prestes a começar. A nova temporada gira em torno do amor, da reinvenção e do que o futuro reserva. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie tentam equilibrar a construção de seus impérios com questões muito mais pessoais, de conexões inesperadas e novos relacionamentos até a cura de antigas feridas e a busca pela independência. À medida que a família entra nessa nova fase, elas descobrirão que o amor, seja o amor-próprio, o amor da família ou algo completamente novo, pode ser a jornada mais poderosa de todas.

Sexta-feira – 09/10

  • American Horror Story — Temporada 13, Episódio 5
    • Série | Original FX | Drama | Terror | Ficção científica | Suspense | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • A 13ª temporada de American Horror Story chega ao Disney+ com uma nova história de terror. Os três primeiros episódios serão disponibilizados na estreia, seguidos de um novo episódio toda sexta-feira.
  • Amor da Minha Vida – Temporada 2
    • Série | Original Hulu | Reality show de competição | Sobrevivência | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
    • Uma perseguição extrema começa em um vasto cenário. Os jogadores precisam correr, se esconder e lutar para sobreviver, mas não podem confiar em ninguém, porque um traidor se esconde entre eles. Em meio a uma caçada sem fim e à suspeita constante, apenas o último sobrevivente levará a vitória. A série estreia com os quatro primeiros episódios, seguidos de dois novos episódios toda quarta-feira.
  • Oasis: Don’t Look Back in Anger (documentário)

Sábado – 10/10

  • Outlander: Blood Of My Blood — Temporada 2, Episódio 4
    • Série | Drama | Ação | Aventura | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos e Reino Unido)
    • Enquanto Brian e Ellen enfrentam as graves consequências do início da Revolta Jacobita na Escócia, Henry e Julia precisam lidar com traumas e a separação provocada pelas pedras que os transportam no tempo.

Esportes na ESPN

No futebol, a temporada europeia ganha destaque com as rodadas de 6 a 9 da Premier League e do Campeonato Italiano.

Na América do Sul, a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sudamericana entram em sua fase decisiva, com as semifinais sendo disputadas entre os dias 13 e 22 de outubro.

Já a Série B do Campeonato Brasileiro avança para as rodadas de 32 a 36, aumentando a disputa por acesso e permanência.

No futebol americano, a NFL segue com a temporada regular, com transmissões de confrontos como Atlanta Falcons x New Orleans Saints, Buffalo Bills x Los Angeles Rams, Washington Commanders x San Francisco 49ers e Dallas Cowboys x Philadelphia Eagles.

No tênis, os ATP Masters 1000 de Xangai e o ATP 500 de Viena reúnem alguns dos principais nomes do circuito mundial.

No automobilismo, a NASCAR Brasil terá o GP de Curvelo (MG), enquanto a NASCAR Cup Series entra em momentos decisivos dos playoffs, com etapas em Darlington, World Wide Technology Raceway (St. Louis), Bristol e Kansas. A IndyCar terá como atração o GP de Laguna Seca.

Fechando a programação, o motociclismo traz as emoções da MotoGP com os GPs de San Marino e da Áustria.

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França x Bélgica: onde assistir, horário e escalações da Nations League

Nesta segunda-feira (5), França e Bélgica se enfrentam em jogo válido pela quarta rodada da UEFA Nations League 2027. A bola rola às 15h45 (horário de Brasília) no Stade de France, em Paris (França).

Onde assistir França x Bélgica?

O duelo entre França e Bélgica será transmitido ao vivo exclusivamente no streaming, pelo Disney+.

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui.

Prováveis escalações e arbitragem

  • França: Maignan; Truffert, Lacroix, Jacquet, Kalulu; Rabiot, Da Cunha, Cherki; Doué, Dembélé, Olise.
    • Técnico: Zinédine Zidane
  • Bélgica: Lammens; de Cuyper, Mechele, Ngoy, Castagne; De Bruyne, Tielemans, Vanaken; Godts, De Ketelaere, Lukébakio.
    • Técnico: Mark van Bommel
  • Arbitragem:
    • Árbitro: não divulgado
    • Assistentes: não divulgados
    • Quarto Árbitro: não divulgado
    • VAR: não divulgado

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Como chegam França e Bélgica

França e Bélgica chegam em momentos parecidos para o confronto pela Nations League. Após vitória dos franceses no primeiro duelo entre eles, as seleções vêm de resultados distintos. A França empatou em casa, no mesmo estádio do duelo, com a Itália, por 1 a 1. Já a Bélgica bateu a Turquia por 3 a 0 jogando em casa.

Na classificação, as equipes estão no grupo A da Liga A, com a França na liderança com sete pontos. A Bélgica vem logo atrás, em segundo, com seis pontos. Como dito acima, a França levou a melhor sobre a Bélgica no primeiro turno ao vencer por 1 a 0, na estreia de Zinédine Zidane no comando técnico dos Bleus.

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Eleições 2026: votação terá horário unificado em todo o Brasil; veja como funciona

As Eleições 2026 terão, pela segunda vez, horário unificado para abertura e fechamento das seções eleitorais em todo o país. O primeiro turno será realizado neste domingo (4), enquanto um eventual segundo turno está marcado para 25 de outubro.

Nas duas datas, a votação ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário oficial de Brasília. O encerramento às 17h será válido desde que não haja eleitores na fila.

A regra foi determinada pelo Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em dezembro de 2021. Para as eleições deste ano, o horário unificado está previsto na Resolução TSE nº 23.751/2026, que estabelece o horário de Brasília como referência para a abertura e o fechamento das seções eleitorais e também para a divulgação dos resultados.

Que horas começa a votação em cada estado?

  • Embora a referência seja o horário de Brasília, eleitores de locais com outros fusos horários terão horários diferentes no relógio local;
  • Em Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Roraima, por exemplo, as seções eleitorais começarão a receber os eleitores às 7h no horário local, equivalente às 8h em Brasília;
  • Na maior parte do Amazonas, a votação também começará às 7h. Em algumas localidades que seguem o fuso do Acre, porém, o início será às 6h no horário local;
  • Já em Fernando de Noronha (PE), que está uma hora à frente de Brasília, as seções começarão a funcionar às 9h no horário local.

Eleitor fazendo a biometria para poder votar
Embora a referência seja o horário de Brasília, eleitores de locais com outros fusos horários terão horários diferentes no relógio local – Imagem: Joa Souza/Shutterstock

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Resultados poderão começar a ser divulgados às 17h

A unificação do horário também permite que a Justiça Eleitoral comece a divulgar os resultados a partir das 17h, pelo horário de Brasília.

Antes da mudança, era necessário esperar o encerramento da votação no Acre, um dos últimos locais do país a concluir o processo por causa do fuso horário. A regra tinha como objetivo evitar que a divulgação antecipada dos resultados influenciasse eleitores que ainda estivessem votando em outras regiões.

Com o horário unificado, a expectativa do TSE é que a apuração e a divulgação dos resultados possam começar de forma simultânea em todo o país, a partir das 17h de Brasília.

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Eleições 2026: é possível votar apenas com o e-Título?

Com a chegada das eleições 2026, uma questão paira sobre a cabeça de muitos eleitores: o famoso e-Título pode ser utilizado na hora do voto?

No dia da votação, o eleitor precisa seguir alguns procedimentos antes de registrar o voto na urna eletrônica. As regras estão previstas na Resolução-TSE nº 23.759/2026 e incluem a apresentação de documento oficial com foto, a identificação na seção eleitoral e a conclusão da votação.

O primeiro passo é comparecer ao local de votação e procurar a seção eleitoral. Na mesa receptora, é necessário apresentar um documento oficial com foto.

Entre os documentos aceitos estão o e-Título, a carteira de identidade, a identidade social, o passaporte e outros documentos de valor legal equivalente, como carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho física e Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Já certidão de nascimento, certidão de casamento e carteira de trabalho digital não são aceitas como prova de identidade no momento da votação.

Como funciona a identificação

  • O documento apresentado (independentemente de ser o e-Título ou outro) será conferido pelo mesário antes da liberação da urna. Se não houver dúvida sobre a identidade, o eleitor estará habilitado a votar;
  • Nas seções que utilizam biometria, será solicitado o posicionamento do polegar ou do indicador no leitor biométrico. Caso a biometria não seja reconhecida, a identificação será feita por meio da conferência dos dados;
  • Depois da identificação, o eleitor deve assinar o caderno de votação. Quem não souber ou não puder assinar poderá registrar a impressão digital;
  • Em seguida, a pessoa estará habilitada a entrar na cabine e digitar os números das candidatas e dos candidatos na urna eletrônica. Ao concluir a votação, receberá o comprovante de votação.

Celular não pode entrar na cabine

Quem utilizar um documento digital no celular deverá guardar o aparelho no local indicado para os pertences antes de votar.

O celular é proibido dentro da cabine de votação, mesmo que esteja desligado. A regra tem como objetivo preservar o sigilo do voto e impedir fotos, gravações ou qualquer outro registro da escolha do eleitor.

Se a pessoa se recusar a entregar o aparelho, não poderá votar. A ocorrência deverá ser registrada em ata e o presidente da mesa poderá acionar a polícia e comunicar o caso ao juiz eleitoral para as providências cabíveis.

Tela do aplicativo e-Título, o título de eleitor digital brasileiro.
Quem utilizar um documento digital no celular deverá guardar o aparelho no local indicado para os pertences antes de votar – Imagem: Sidney de Almeida/Shutterstock

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O que acontece em situações especiais

Se houver dúvida sobre a identidade de uma pessoa que se apresenta para votar, a mesa receptora poderá fazer perguntas, conferir a assinatura e recorrer à validação biométrica. Se a dúvida persistir, o caso poderá ser encaminhado para decisão da Justiça Eleitoral.

Pessoas analfabetas poderão utilizar instrumento que auxilie no voto, desde que o sigilo seja preservado.

Eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida poderão contar com o auxílio de uma pessoa de sua escolha dentro da cabine, inclusive para digitar os números na urna.

Pessoas com deficiência visual poderão utilizar recursos, como sistema de áudio com fone descartável, orientação sobre a tecla 5, material em Braille, instrumento mecânico de apoio e entrada com cão-guia.

E se o eleitor não terminar de votar?

A resolução também estabelece o que ocorre quando alguém inicia a votação, mas não a conclui.

Se a pessoa se identificar e desistir antes de confirmar qualquer voto, poderá retornar à seção até o encerramento da votação. Por outro lado, se já tiver confirmado o voto para pelo menos um cargo e sair da cabine sem concluir os demais, será orientada pelo mesário a retornar para finalizar a votação.

Caso se recuse a concluir o procedimento depois da orientação, não poderá voltar posteriormente para completar os votos restantes. Nesse caso, os votos que não foram registrados serão considerados nulos.

A votação termina às 17h, no horário de Brasília, desde que não haja fila. Quem estiver na fila nesse horário terá direito de votar e deverá receber uma senha para permanecer no processo até concluir a votação.

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IA e deepfakes criam nova ameaça digital para as eleições no Brasil e dificultam combate à desinformação

Conteúdos gerados por inteligência artificial (IA) tomaram o lugar das fake news tradicionais e viraram a maior ameaça digital para as eleições no Brasil. É o que diz o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que lançou recentemente a segunda edição do Guia Internet, Democracia e Eleições – um estudo completo sobre o impacto do ecossistema tecnológico moderno na opinião pública nacional.

Desde as eleições de 2018, a dinâmica da internet sofreu transformações profundas. Se antes a desinformação circulava principalmente em redes sociais abertas, hoje os aplicativos fechados de mensagens diretas, como o WhatsApp, dominam esse fluxo. Além disso, a estratégia se multiplicou em diferentes plataformas de forma integrada, colocando as produções em vídeo como o principal motor desse movimento.

O grande salto tecnológico ocorre pela evolução acelerada da IA generativa. As ferramentas atuais criam textos, imagens, áudios e gravações em vídeo com extremo realismo. Esses materiais são direcionados a perfis específicos de usuários de acordo com seus hábitos, aumentando bastante a capacidade de persuasão e a chance de enganar até leitores mais atentos.

Vídeos falsos e deepfake
Novo guia do CGI.br mostra como vídeos, IA generativa e redes restritas mudaram a circulação de desinformação nas eleições. – Crédito: Collagery/Shutterstock

O destaque da publicação é o avanço devastador das deepfakes, técnica que permite manipular rosto, corpo e voz para simular falas de figuras públicas que jamais aconteceram na realidade. Por se apresentarem tão perfeitas, essas simulações visuais tornam o processo de checagem uma tarefa bem mais complexa para o cidadão comum no dia a dia.

Quer saber mais sobre o assunto? O Olhar Digital preparou uma matéria especial, que está disponível para assinantes do Clube Olhar Digital.

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A engenharia por trás da urna eletrônica que você vai usar nas eleições

Em algum momento do domingo (04), você provavelmente vai sair de casa para votar. Em essência, você vai pressionar grandes botões retangulares para informar ao Estado quais políticos você quer que se sentem nas cadeiras de presidente da República, governador, senador e deputado (federal e estadual) pelos próximos quatro anos. Ou informar que não se sente representado por nenhum político no páreo. Em ambos os casos, a ponte entre o Estado e você será a urna eletrônica.

O dispositivo completou 30 anos em 2026. À primeira vista, ela pode parecer um computador arcaico com botões grandes. Mas saiba que a urna eletrônica é um baita projeto de engenharia.

Aliás, engenharia não é a única área envolvida. A urna eletrônica é a parte visível de um ecossistema complexo que também envolve desde software exclusivo até logística, passando por pessoas, claro.

Do sistema operacional customizado baseado em Linux à arquitetura com chips criptográficos dedicados em cada periférico, o Olhar Digital te explica a engenharia que blinda o hardware contra ataques físicos e digitais.

Além de pesquisar sobre o aparelho, a reportagem conversou com Jéferson Campos Nobre, professor do Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O conteúdo está disponível para assinantes do Clube Olhar Digital.

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Resumo da semana: o que seu candidato planeja para a tecnologia no Brasil?

O Olhar Digital levou ao ar nesta semana uma série analisando as propostas de candidatos à Presidência da República na Ciência e na Tecnologia.

Analisamos planos de governo de seis candidatos: Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

Inteligência artificial, data centers e soberania

Existe um “núcleo comum” no qual propostas de candidatos distantes no espectro político se encontram. As convergências retratam o Estado, digamos, “arrumando a própria casa” – e usando tecnologia para melhorar seus serviços.

As divergências, por sua vez, aparecem quando os textos exploram regras de mercado, direitos digitais e atuação das empresas privadas.

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Mudanças climáticas e energia

A forma de responder aos impactos das mudanças climáticas varia entre os presidenciáveis. Os planos de governo protocolados no Tribunal Superior Eleitoral dividem-se entre abordagens focadas em metas de neutralidade de carbono, mecanismos de mercado e regulação, além de medidas de Defesa Civil e segurança para o agronegócio e os centros urbanos.

Os caminhos que os postulantes ao Planalto pretendem seguir nessas áreas são decisivos não apenas para a preservação ambiental, mas também para o futuro da economia, a segurança energética e a qualidade de vida dos brasileiros.

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Terras raras

O Brasil possui uma posição geopolítica privilegiada por deter a segunda maior reserva mundial de terras raras, além de vastas jazidas de minerais essenciais. Essa riqueza impacta diretamente a fabricação de baterias, semicondutores, painéis solares e inteligência artificial, além da produção de fertilizantes para o agronegócio.

O grande debate político concentra-se na capacidade de processar, refinar e industrializar esses insumos no país. Historicamente limitado à exportação de matéria-prima bruta, o Brasil enfrenta a oportunidade de integrar etapas complexas das cadeias de valor, tornando a regulação do setor um tema central de soberania econômica.

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Starship voa mais uma vez

Conforme noticiado pelo Olhar Digital, a SpaceX marcou mais um avanço histórico com o lançamento do 14º voo de teste da Starship nesta segunda-feira (28). O gigantesco foguete subiu aos céus pontualmente às 9h48 (horário de Brasília), iniciando com sucesso sua primeira missão orbital.

Este foi o terceiro voo de 2026 e também o terceiro da versão 3 do veículo. A missão seguiu o sucesso do 13º teste, realizado em julho, marcado pelo pouso mais suave de um estágio superior da nave até hoje. Naquela ocasião, o veículo pousou no mar e flutuou por semanas, até ser recuperado pela empresa para análises técnicas.

Outro marco desta segunda-feira foi a liberação de 26 satélites Starlink V3 a bordo da Starship. Trata-se do primeiro lote operacional dessa nova versão, diferentemente da missão anterior, que utilizou apenas protótipos em trajetória suborbital. O objetivo final da SpaceX é colocar 100 mil dessas unidades em órbita para expandir a rede de internet sem fio.

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SpaceX lança chips de IA do Google ao espaço em teste para futuros data centers orbitais

A SpaceX lançou, nesta quinta-feira (1), um protótipo de satélite equipado com chips de inteligência artificial (IA) do Google. O dispositivo foi enviado à órbita a bordo de um foguete Falcon 9 durante a missão Transporter-18, realizada a partir da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia (EUA).

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ISS tem novos integrantes

A NASA e a SpaceX lançaram nesta quinta-feira (1) a Crew-13 ao laboratório orbital a partir da Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, na Flórida.

A Crew-13 é o 13º voo de rotação tripulada da espaçonave Dragon e do foguete Falcon 9. A espaçonave levou os astronautas da NASA Jessica Watkins e Luke Delaney, o astronauta da CSA (Agência Espacial Canadense) Joshua Kutryk e o cosmonauta da Roscosmos Sergey Teteryatnikov.

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OpenAI: agentes de IA podem ter afetado mais de 100 organizações

Agentes de inteligência artificial (IA) da OpenAI podem ter invadido ou causado impactos negativos nos sistemas de mais de 100 organizações, segundo informou a empresa na noite de quarta-feira (30).

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Rival do Muse: OpenAI lança Dots, agentes de IA que trabalham sozinhos

A OpenAI apresentou, nesta terça-feira (29), o Dots, nova geração de agentes de inteligência artificial (IA) projetados para trabalhar de forma contínua e executar tarefas pelos usuários. O anúncio ocorreu durante o DevDay, conferência anual para desenvolvedores realizada em São Francisco (EUA).

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Google lança nova IA

O Google apresentou, nesta quarta-feira (30), o Gemini 4 Argon, novo modelo de inteligência artificial (IA) que passa a liderar a linha Gemini 4. Segundo a empresa, trata-se de seu modelo mais avançado até agora, desenvolvido para lidar com tarefas complexas e de longa duração em áreas, como programação, cibersegurança e atividades profissionais.

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Anthropic lança Claude Sonnet 5.5 mais rápido e até 30% mais barato para tarefas do dia a dia

A Anthropic lançou o Claude Sonnet 5.5, novo modelo intermediário da família Claude 5.5. Segundo a empresa, ele é mais de 30% mais rápido e pode custar até 30% menos por tarefa que o Sonnet 5.

A proposta é atender tarefas bem definidas, como corrigir códigos, criar documentos, apresentações e planilhas. O modelo também ganhou melhorias em design, colaboração e segurança, enquanto o Opus 5.5 continua voltado a trabalhos mais complexos.

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EUA investigam OpenAI e Anthropic após incidentes com agentes de IA

A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) abriu investigação sobre o setor de inteligência artificial para apurar os possíveis riscos que a tecnologia representa aos consumidores. Entre as empresas e organizações que serão alvo da apuração estão Anthropic, OpenAI e o grupo de pesquisa METR, segundo um alto funcionário da FTC ouvido pela Reuters nesta quarta-feira (30).

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Trump reúne líderes de tecnologia e anuncia acordo sobre segurança de IA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu, nesta terça-feira (29), alguns dos principais executivos do setor de tecnologia para discutir o desenvolvimento da inteligência artificial (IA), seus riscos e a necessidade de manter a liderança estadunidense na área.

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AGU muda de ideia e pede ao STF que derrube marco legal das bets

A Advocacia-Geral da União (AGU) mudou de posição sobre a regulamentação das apostas online e pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare inconstitucional o núcleo das leis que permitiram e disciplinaram a exploração das chamadas bets no Brasil.

A manifestação foi apresentada nesta sexta-feira (2) em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) relatada pelo ministro Luiz Fux. A mudança ocorre uma semana depois de o governo editar uma medida provisória que proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o território nacional.

Em manifestação anterior, apresentada em outra ação sobre o tema, a AGU havia defendido que a legislação era “ainda constitucional, sujeita a processo de progressiva inconstitucionalização”. Na ocasião, o órgão argumentou que a regulamentação era recente e que seus efeitos ainda precisavam ser acompanhados.

Agora, a Advocacia-Geral afirma que o período de monitoramento mostrou que as medidas adotadas pelo Executivo não foram suficientes para corrigir as fragilidades do modelo.

Segundo a nova manifestação, os indicadores disponíveis apontam para a persistência e o agravamento de danos que a legislação deveria evitar. Entre os problemas citados estão impactos sobre a saúde pública, o endividamento das famílias, a proteção dos consumidores e a utilização das plataformas de apostas para lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas.

Impactos sobre saúde e famílias

  • A AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas;
  • “Informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam impactos sobre insegurança alimentar, endividamento e vulnerabilidade, além da fragilização de vínculos familiares e sociais”, afirma o documento;
  • A manifestação também menciona crescimento de 140% nos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) relacionados ao jogo patológico e à mania de jogos e apostas entre 2018 e 2025;
  • Outro dado citado pelo órgão é uma estimativa de que as apostas tenham retirado aproximadamente R$ 62,5 bilhões dos orçamentos familiares em 2025;
  • Ao final da manifestação, a AGU pede que o STF declare inconstitucionais os dispositivos das leis de 2018 e 2023 que formam a base jurídica da exploração das apostas de quota fixa no país.

Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com a estátua da Justiça em primeiro plano
AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas em sua solicitação ao STF – Imagem: Patricia dos Santos / Shutterstock

Quais leis estão em discussão

A manifestação questiona dispositivos de duas leis federais que estruturaram o mercado de apostas de quota fixa. A primeira é a Lei nº 13.756/2018, aprovada pelo Congresso e sancionada durante o governo de Michel Temer. A norma criou a modalidade de aposta de quota fixa no Brasil.

A AGU pede que sejam declarados inconstitucionais os artigos 29 a 35 da legislação, responsáveis por instituir a modalidade e estabelecer regras relacionadas à sua exploração.

A segunda é a Lei nº 14.790/2023, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A norma regulamentou o setor, estabelecendo regras para autorização das empresas, funcionamento das plataformas, publicidade, direitos dos apostadores, prevenção à lavagem de dinheiro e mecanismos de jogo responsável.

Na avaliação atual da AGU, porém, esse conjunto de regras não criou salvaguardas suficientes para conter os riscos associados às apostas.

O órgão afirma que, mesmo depois das medidas complementares adotadas pelo Executivo a partir de 2024, permaneceram problemas relacionados à saúde, ao endividamento das famílias, à publicidade e ao mercado clandestino.

Leia mais:

Pedido é diferente da ação contra a proibição das bets

A manifestação da AGU ocorre em ação que discute a própria base legal das apostas de quota fixa e é diferente dos processos que questionam diretamente a medida provisória editada pelo governo na semana passada. A MP proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o país.

Entidades do setor também recorreram ao STF contra a medida provisória. A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram a suspensão da proibição.

Segundo a AGU, o órgão ainda apresentará uma manifestação específica nessas ações quando for formalmente intimado.

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Passar muito tempo no espaço pode fazer mal para ossos de astronautas

Viagens espaciais têm se tornado mais comuns. A tecnologia espacial tem evoluído de maneira muito rápida e com ela também as missões tripuladas. Astronautas têm se acostumado a viajar e ficar longos períodos em órbita – e isso pode se tornar um problema.

Pesquisadora da NASA Johnson Space Center, nos Estados Unidos, e outros cientistas publicaram um estudo sobre as consequências que longos períodos no espaço podem ter sobre os corpos de astronautas. Os resultados apontaram que problemas no quadril são mais comuns quando as missões passam de 90 dias.

Para quem tem pressa:

  • Estudo da NASA encontrou uma maior taxa de fraturas no quadril entre astronautas que passaram mais de 90 dias em missões espaciais;
  • A pesquisa aponta que avaliar apenas a densidade mineral dos ossos, um dos procedimentos atuais, pode não ser suficiente para entender os efeitos da microgravidade sobre a estrutura óssea;
  • Os autores ainda defendem a ampliação do monitoramento com exames mais detalhados e buscar estratégias para prevenir ou reduzir os danos causados por longos períodos no espaço.

Missões cada vez mais longas

Lançamento 14 do megafoguete Starship.
Megafoguete Starship, da SpaceX, levou quatro astronautas da NASA para a ISS – Imagem: SpaceX

A NASA enviou quatro astronautas para a Estação Internacional Espacial (ISS), na missão Crew-13, na quarta-feira (01). Ela durará aproximadamente 180 dias. Ao chegar a ISS, a equipe encontrou outro grupo que ficou o mesmo período na estação.

Essas missões buscam avançar nas pesquisas sobre a Lua e Marte. As focadas no satélite natural terrestre, inclusive, visam acumular mais informações que podem auxiliar no avanço das missões Artemis, que buscam desenvolver uma base lunar humana até 2032.

Com essas novas tendências, uma outra ala de pesquisa investiga como o corpo humano responderá ao prolongado período no ambiente de microgravidade.

A perda muscular e fragilização óssea devida a menor carga exercida sobre o corpo dos astronautas já são conhecidas, mas análises mais profundas sobre o possível impacto ainda seguem em desenvolvimento.

Partindo dessa ideia, o estudo em questão reuniu dados acumulados pela NASA e analisou a incidência de fraturas em diferentes períodos. A comparação foi feita entre os astronautas e levou em consideração fatores como as durações de acompanhamento e a idade média.

Os resultados mostraram uma maior taxa de fraturas no quadril entre astronautas que passaram mais de 90 dias no espaço. As ocorrências também foram registradas em idades consideradas mais jovens do que as esperadas em comparação com a população em geral.

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Estudo ainda é limitado

astronautas artemis
Astronautas da missão Artemis 3 – Imagem: NASA

Os pesquisadores expuseram que a pesquisa tem pouca amostragem e poucos dados a serem coletados, pelo ainda recente avanço das viagens tripuladas e pequenos grupos que vão ao espaço.

Ainda assim, o estudo defende a ampliação de procedimentos e análises profundas em relação à saúde corporal dos astronautas. Atualmente, o monitoramento ósseo da NASA utiliza principalmente a DXA, um exame de imagem para avaliar a densidade mineral dos ossos.

De forma simples, o equipamento utiliza dois níveis de energia de raios X para estimar a quantidade de minerais, principalmente cálcio, presente nos ossos. É um dos métodos usados para avaliar a resistência óssea e identificar perda de massa óssea.

A questão defendida pelo grupo de pesquisa, é que medir apenas a densidade mineral não mostra toda a condição do osso. Um astronauta pode apresentar determinada densidade óssea, mas isso não necessariamente revela como estão a estrutura interna e a microarquitetura do tecido ósseo.

Mais recentemente, a NASA também começou a solicitar tomografias dos ossos antes e depois dos voos espaciais. O exame permite obter informações mais detalhadas sobre diferentes regiões e características dos ossos.

Mesmo com a atualização, os pesquisadores defendem que o acompanhamento seja ampliado e complementado para obter uma avaliação mais completa dos efeitos dos voos espaciais. Sendo possível ampliar e desenvolver exercícios, medicamentos e outros procedimentos que previnam ou mitiguem os danos na saúde óssea dos astronautas.

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França x Itália: onde assistir, horário e escalações do jogo da Liga das Nações

Nesta sexta-feira (02), França e Itália se enfrentam em duelo válido pela 3ª rodada da Liga das Nações 2026. A bola rola para a partida às 15h45 (horário de Brasília) no Stade de France, em Saint-Denis, na França.

  • França x Itália:
    • Competição: Liga das Nações
    • Rodada: 3ª
    • Data: 02/10 (sexta-feira)
    • Horário: 15h45 (horário de Brasília)
    • ​Local: Stade de France, em Saint-Denis, na França.

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir a França x Itália pela Liga das Nações?

O jogo entre França e Itália terá transmissão ao vivo no SporTV e no Disney+ (streaming).

Prováveis escalações:

  • França: Maignan; Koundé, Upamecano, Lacroix e Truffert; Koné, Rabiot e Cherki; Dembelé, Olise e Doué.
    • Técnico: Zinedine Zidane 
  • Itália: Donnarumma; Kayode, Scalvini, Bastoni e Ruggeri; Fratesi, Tonali e Fagioli; Raspadori, Pio Esposito e Sebastian Esposito (Moise Kean).
    • Técnico: Roberto Mancini.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

França e Itália na Liga das Nações:

A França está invicta e lidera o Grupo A1 com seis pontos. As vitórias foram contra a Turquia e Bélgica. Para a partida, Zidane não contará com a estrela Kylian Mbappé, que lesionou o joelho esquerdo na primeira partida da competição e foi cortado desta Data FIFA.

Já a Itália é a terceira colocada com uma derrota para a Bélgica por 2 a 0, mas venceu a Turquia por 4 a 1. A competição é a primeira do novo ciclo de Copa do Mundo, considerado muito importante para a seleção italiana que não conseguiu se classificar para a maior competição de seleções desde a Copa do Mundo no Brasil, em 2014.

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Eleições 2026: conheça os planos de candidatos à Presidência para terras raras e minerais críticos

O Olhar Digital leva ao ar nesta semana uma série analisando as propostas de candidatos à Presidência da República na Ciência e na Tecnologia. Neste episódio, você vai ler sobre minerais críticos e terras raras.

Muitas vezes confundidos, minerais críticos e terras raras constituem duas categorias distintas e altamente estratégicas. 

As terras raras formam um grupo fixo de 17 elementos químicos essenciais para ímãs de motores elétricos e defesa. Já os minerais críticos são insumos vitais com alto risco de desabastecimento global, como lítio, níquel, cobre e potássio. Em resumo: todas as terras raras são minerais críticos, mas nem todos os minerais críticos são terras raras.

Diferenças entre minerais críticos e terras raras.
Diferenças entre minerais críticos e terras raras. – Crédito: Imagem gerada por IA

O Brasil possui uma posição geopolítica privilegiada por deter a segunda maior reserva mundial de terras raras, além de vastas jazidas de minerais essenciais. Essa riqueza impacta diretamente a fabricação de baterias, semicondutores, painéis solares e inteligência artificial, além da produção de fertilizantes para o agronegócio.

O grande debate político concentra-se na capacidade de processar, refinar e industrializar esses insumos no país. Historicamente limitado à exportação de matéria-prima bruta, o Brasil enfrenta a oportunidade de integrar etapas complexas das cadeias de valor, tornando a regulação do setor um tema central de soberania econômica.

Minerais críticos e terras raras: propostas de seis presidenciáveis nas Eleições 2026

Diante da disputa internacional por esses recursos, os planos de governo dividem-se entre a indução estatal para exigir o refino interno e diretrizes voltadas à desregulamentação para atração rápida de capital privado. A seguir, apresentamos as propostas entregues ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por seis candidatos à Presidência nas Eleições de 2026.

As propostas de Lula aparecem primeiro por ele ser o atual presidente da República. Em seguida, vem Flávio Bolsonaro, candidato que tem aparecido tecnicamente empatado com Lula em pesquisas recentes de intenção de voto. Os demais quatro candidatos foram listados em ordem alfabética.

Vamos começar com um resumo:

Infográfico resume as propostas dos candidatos à Presidência para o desenvolvimento da cadeia de terras raras no Brasil.
Infográfico resume as propostas dos candidatos à Presidência para o desenvolvimento da cadeia de terras raras no Brasil. – Crédito: Imagem gerada por IA
Do subsolo à indústria, veja como os candidatos pretendem transformar os minerais críticos em vantagem estratégica para o Brasil.
Do subsolo à indústria, veja como os candidatos pretendem transformar os minerais críticos em vantagem estratégica para o Brasil. – Crédito: Imagem gerada por IA

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

lula oficial
Lula, candidato à presidência do Brasil pelo PT – Foto oficial da candidatura registrada no TSE

O plano prioriza a criação de uma Política Nacional de Minerais Críticos para estruturar a cadeia produtiva sob coordenação do Estado. A diretriz central é combater a exportação de minério bruto sem processamento, estabelecendo exigências para que o beneficiamento e o refino ocorram em solo nacional.

A pauta mineral integra a política de reindustrialização verde, apontando o Nordeste como polo de plantas industriais movidas a energia eólica e solar. O candidato defende usar o poder de compra do Estado e conceder financiamentos condicionados à transferência de tecnologia e produção de componentes no país.

Flávio Bolsonaro (PL)

Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro, candidato à presidência do Brasil pelo PL – Foto oficial da candidatura registrada no TSE

A proposta busca integrar a exploração mineral à oferta de energia limpa para atrair indústrias tecnológicas e data centers. O plano estabelece o Estado prioritariamente como regulador, rejeitando a atuação governamental direta como ente produtor. A estratégia foca na desburocratização, agilidade no licenciamento e atração de investimento privado.

Na diplomacia comercial, o candidato defende parcerias internacionais de cooperação tecnológica sem restrições ou preferências ideológicas. Além disso, propõe utilizar as reservas de fosfato e potássio para expandir a produção nacional de fertilizantes e reduzir a dependência do agronegócio.

Augusto Cury (AVANTE)

Augusto Cury, candidato à presidência do Brasil pelo Avante.
Augusto Cury, candidato à presidência do Brasil pelo Avante. – Foto oficial da candidatura registrada no TSE

O candidato estrutura suas propostas por meio do projeto PETRA-BR, focado em transformar reservas minerais em capacidade industrial. O plano prevê a criação do Atlas Brasileiro de Minerais Críticos para mapear todo o território nacional. Para conter a exportação bruta, propõe incentivos fiscais ao refino interno e a criação de polos industriais voltados à fabricação de ímãs permanentes.

No campo regulatório, defende que grandes contratos com empresas estrangeiras exijam transferência tecnológica e instalação de centros de pesquisa no país. O plano também apoia a formação de especialistas e pós-graduados em Inteligência Artificial aplicada ao desenvolvimento de derivados de terras raras.

Renan Santos (MISSÃO)

Renan Santos, candidato à presidência do Brasil pelo MISSÃO.
Renan Santos, candidato à presidência do Brasil pelo MISSÃO. – Foto oficial da candidatura registrada no TSE

O candidato dedica o capítulo “Cum Mente et Malleo” do seu programa ao tema, tratando a pauta sob a ótica da segurança nacional. A proposta central é enviar uma PEC para classificar as reservas de terras raras como patrimônio estratégico de defesa e criar uma Zona Econômica Específica cobrindo oito etapas industriais.

O plano prevê a captação de R$ 20 bilhões em dez anos para construir uma planta-piloto de refino até 2030. Em âmbito internacional, busca acordos de longo prazo com Estados Unidos e União Europeia, além de estabelecer licenciamento acelerado para potássio e fosfato visando à autossuficiência de fertilizantes até 2035.

Romeu Zema (NOVO)

romeu zema
Romeu Zema, candidato à presidência do Brasil pelo NOVO. – Foto oficial da candidatura registrada no TSE

A proposta fundamenta-se nos princípios do livre mercado e da desregulamentação, apontando a burocracia estatal como o principal entrave ao setor. O candidato prioriza reestruturar a Agência Nacional de Mineração para digitalizar processos e fixar prazos-limite rígidos na análise de pedidos de pesquisa e lavra.

A diretriz central é atrair empresas privadas e investidores internacionais para a exploração de lítio, nióbio e terras raras sem subsídios diretos. O plano prevê ainda a disponibilização de dados geológicos abertos ao mercado externo e simplificações regulatórias para o aproveitamento de rejeitos em barragens.

Ronaldo Caiado (PSD)

Ronaldo Caiado, candidato à presidência do Brasil pelo PSD.
Ronaldo Caiado, candidato à presidência do Brasil pelo PSD. – Foto oficial da candidatura registrada no TSE

O plano propõe a Estratégia Nacional de Minerais Críticos para articular ações entre ministérios, agências e o setor privado. A proposta utiliza crédito público e incentivos fiscais para instalar unidades de separação química, refino e fabricação de baterias e ímãs no país.

O candidato defende fortalecer a Agência Nacional de Mineração com processos digitais e um modelo de licenciamento unificado por nível de risco. O acesso de empresas estrangeiras às reservas fica condicionado à transferência tecnológica, ao adensamento industrial local e à implementação de sistemas rigorosos contra o garimpo ilegal.

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