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Com o lançamento de GTA VI se aproximando, a esperança pelo lançamento de um Red Dead Redemption 3 é cada vez maior. Entretanto, a internet é um prato cheio para especulações, rumores e boatos. Por isso, procuramos apurar o que temos até o momento, para descobrir o que temos de fato até agora, e o que podemos esperar sobre isso.
Red Dead Redemption 3: o que sabemos até agora
Oficialmente, o CEO da Take-Two, Strauss Zelnick, disse que GTA e Red Dead seriam franquias eternas. Porém, essa foi a única declaração oficial dele, sem qualquer confirmação oficial do projeto, nem mesmo em fase conceitual.
Ainda, houve uma situação um tanto quanto polêmica. Um programador de Gameplay e Lead de IA da Rockstar, ao atualizar seu perfil no Linkedin, revelou estar trabalhando em Red Dead Redemption 3, liderando a equipe de IA. Algo que surgiu inicialmente no Reddit, mas que foi confirmado por sites de notícias em jogos, como o CharlieIntel.
Print do perfil de funcionário da Rockstar, cintando o desenvolvimento de Red Dead Redemption 3 (como RDR3), confirmado pela mídia especializada – Imagem: Reprodução / Reddit
O nome do funcionário não foi divulgado, para evitar retaliações da empresa, enquanto as informações foram editadas posteriormente, removendo a menção por completo. Apesar disso, não houve qualquer pronunciamento oficial da empresa, que costuma adotar uma política padrão de “protocolo de silêncio” para vazamentos secundários.
Boatos e especulações
Uma das primeiras especulações foi ainda em 2023. Nessa época, o perfil MyTimeToShineH, conhecido por vazamentos precisos de roteiros e produções internas de grandes estúdios de cinema, noticiou que Red Dead Redemption 3 estava oficialmente em produção.
Porém, esse perfil é conhecido por seus vazamentos na indústria do cinema, principalmente de filmes de super-heróis, não tendo notoriedade nos games. Além disso, considerando o ciclo de desenvolvimento da Rockstar e seu empenho no último GTA, isso indicaria apenas que o projeto teria entrado em pré-produção. Basicamente, na fase conceitual.
Uma das imagens iniciais de Red Dead Redemption 2, ainda antes do seu lançamento, já mostrando uma qualidade gráfica impressionante – Imagem: Divulgação / Rockstar
Mais recentemente, o cofundador da Rockstar, Dan Houser, declarou que Dead Redemption 3 é algo que provavelmente vai acontecer. Entretanto, ele saiu da Rockstar em 2020, não tendo mais acesso nem influência nos planos da empresa.
Também circula, inclusive em portais de notícias de games, que Red Dead Redemption 2 vai ganhar um update para a geração atual. Com isso, o jogo iria rodar em 60 FPS nativo, além de permitir recursos atuais como ray tracing. Algo que, de acordo com o insider Kiwi Talkz no começo do ano, ainda está em desenvolvimento. Porém, não há nenhum anúncio oficial da Rockstar até o momento, nem pronunciamento sobre esse vazamento.
O ciclo de vida dos jogos da Rockstar
Red Dead Redemption 2 ficou reconhecido também pela beleza visual, e detalhes, de suas paisagens, com imagens de encher os olhos – Imagem: Reprodução / Rockstar
A empresa é bem conhecida pelos seus ciclos de vida bem longos no desenvolvimento de seus jogos. Isso porque são jogos de mundo aberto, contendo muitos recursos, enquanto a empresa é bem detalhista e perfeccionista, em todos os aspectos do game.
O que podemos ver no próprio Red Dead Redemption 2, que saiu 8 anos depois do primeiro jogo. Isso ignorando Red Dead Revolver, lançado em 2004, basicamente 6 anos antes de Red Dead Redemption. Além disso, o próprio GTA 6 está em desenvolvimento desde 2014, sendo que seu lançamento foi adiado mais uma vez, atualmente previsto para novembro de 2026.
Dessa forma, podemos concluir que um Red Dead Redemption 3 ainda está um tanto quanto longe. As estimativas do mercado giram em torno de 2030, enquanto alguns especulam até mesmo 2036. Quanto a anúncios da Rockstar, normalmente eles ocorrem com o lançamento do primeiro trailer, o que parece estar bem longe de acontecer no momento.
Recentemente, pesquisadores da University of Amsterdam desenvolveram uma estrutura robótica capaz de alternar entre diferentes formas de locomoção sem depender de computador central, sensores complexos ou comandos eletrônicos externos. O estudo, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, tem como principal pesquisador o cientista Jack Binysh e pode ser lido neste link.
O projeto reúne cientistas da universidade holandesa e da University of New South Wales, na Austrália. A tecnologia utiliza uma corrente composta por hastes motorizadas conectadas entre si, que respondem mecanicamente aos estímulos recebidos e mudam de comportamento conforme a maneira como o material é pressionado ou apoiado.
Segundo os pesquisadores, o material consegue rastejar sobre superfícies planas, caminhar quando recebe pequenas bases de apoio e até escavar materiais soltos sem precisar ser reprogramado. A proposta pode abrir caminho para robôs mais resistentes em ambientes instáveis, como áreas de desastre, tubulações industriais e espaços confinados.
Para quem tem pressa:
Pesquisadores criaram uma corrente robótica que muda de forma de locomoção sem computador central ou comandos externos;
A estrutura usa motores interligados e princípios físicos para manter movimentos contínuos mesmo após impactos e mudanças no ambiente;
O estudo aponta possíveis aplicações em resgates, inspeções industriais e operações em locais de difícil acesso.
Estrutura mecânica substitui o papel de um controlador
Estruturas usam a pressão causada por estímulos externos para se mover – (Divulgação: Sami Al-Izzi & Yao Du)
O funcionamento da corrente robótica se baseia em um princípio físico conhecido como acoplamento não recíproco. Na prática, cada segmento motorizado reage de maneira diferente dependendo da direção da força aplicada. Essa assimetria altera o modo como o movimento percorre toda a estrutura.
Em materiais convencionais, uma compressão excessiva costuma provocar apenas uma deformação estática. No sistema criado pelos pesquisadores, porém, a pressão gera um movimento contínuo de oscilação. Enquanto os motores permanecem ligados, a corrente alterna de direção repetidamente sem perder estabilidade.
O pesquisador Sami Al-Izzi, que participou do desenvolvimento do projeto pela universidade australiana, afirmou que o comportamento observado superou as expectativas iniciais da equipe. “O resultado surpreendente foi que as correntes construídas dessa forma continuaram apresentando deformação e estalos quando forças externas eram aplicadas, mas não apenas uma única deformação e um único estalo”, disse o cientista, em declaração ao site Earth.
Estrutura “cavando” entre bolinhas – (Divulgação: Sami Al-Izzi & Yao Du)
Os autores explicam que o sistema atravessa um fenômeno chamado de “ponto excepcional crítico”, no qual diferentes modos de deformação tornam-se instáveis simultaneamente. Em vez de assumir uma forma fixa, a estrutura passa a alimentar continuamente o próprio movimento.
Essa característica permite que o robô mantenha um padrão estável mesmo após sofrer interferências externas. Alterações de atrito, mudanças de superfície ou impactos no meio do ciclo não interrompem a movimentação da corrente, que retorna rapidamente ao ritmo original.
A pesquisadora Yao Du, doutoranda da universidade holandesa e coautora do estudo, destacou que a mesma estrutura conseguiu executar diferentes tarefas sem alteração de programação. “Em termos simples, isso significava que as correntes agora conseguiam começar a rastejar, caminhar e até cavar.”
Os cientistas avaliam que o experimento representa um avanço importante para a robótica macia, área que busca criar máquinas mais flexíveis e adaptáveis. Diferentemente dos modelos tradicionais, que dependem de chips, fios e sistemas centralizados de controle, o novo material transforma a própria estrutura física em mecanismo de coordenação.
A expectativa é que futuras aplicações permitam o desenvolvimento de robôs capazes de explorar escombros, atravessar encanamentos ou penetrar em terrenos instáveis sem comprometer o funcionamento caso haja falhas em sistemas de controle convencionais.
Fundada em 2002 em Hawthorne, na Califórnia, pelo engenheiro e empreendedor sul-africano Elon Musk, com o objetivo de baratear o acesso ao espaço e romper o monopólio das agências governamentais, a SpaceX – que hoje tem sede oficial no Texas, a chamada Starbase – foi a primeira empresa privada a colocar espaçonaves em órbita e a transportar astronautas até a Estação Espacial Internacional (ISS).
Antes de chegar a esse ponto crucial, vamos retroceder para o distante ano de 1999. Naquela época, muito antes da era das redes sociais, Musk fundou uma empresa de serviços financeiros chamada X.com. O nome pode soar familiar hoje, já que é o mesmo domínio que o empresário utilizaria décadas depois para rebatizar o Twitter, mas, no fim do século passado, era um banco digital pioneiro que, após fundir-se com a Confinity, deu origem ao PayPal.
Com a venda do PayPal ao eBay em 2002, Musk embolsou entre US$100 milhões e US$180 milhões líquidos. Com isso, ele tomou uma decisão incomum e arriscada. Em vez de buscar estabilidade, investiu tudo em três frentes simultâneas: energia renovável (SolarCity, atual Tesla Energy), carros elétricos (Tesla) e exploração espacial (SpaceX).
Essa aposta deu início a uma jornada que transformou a SpaceX de um projeto improvável na força que hoje domina o setor espacial. Acompanhe, a seguir, os principais marcos dessa trajetória.
Tudo começou com o Falcon 1
O início foi marcado por dificuldades técnicas e falhas sucessivas nos testes de lançamento, o que quase levou a SpaceX à falência antes de qualquer sucesso em órbita. Nesse período de forte pressão financeira, a empresa concentrou seus esforços no desenvolvimento do Falcon 1, seu primeiro foguete de dois estágios, projetado como uma alternativa de baixo custo voltada ao lançamento de pequenos satélites.
O projeto se destacava pelo uso do motor Merlin, tecnologia própria que simbolizava a estratégia da empresa de reduzir dependências externas e competir com gigantes do setor, como Boeing e Lockheed Martin. Outro elemento central da abordagem da companhia era a busca por maior eficiência operacional e a perspectiva de reutilização de componentes, em contraste com o modelo predominante de foguetes descartáveis.
A prova de fogo começou em 24 de março de 2006, com o voo inaugural do Falcon 1, que terminou de forma prematura após um vazamento de combustível provocar um incêndio cerca de 30 segundos após a decolagem.
Em março de 2006, o primeiro voo do Falcon 1 falhou após um vazamento causar um incêndio 30 segundos após a decolagem. – Crédito: SpaceX
Cerca de cinco meses depois, enquanto ainda estava nesse período inicial de testes, a SpaceX venceu uma licitação da NASA no programa Serviços Comerciais de Transporte Orbital (COTS, na sigla em inglês), que buscava financiar o desenvolvimento e a demonstração de tecnologias de transporte espacial por empresas privadas, testando sua capacidade de realizar missões de carga à ISS, após o fim do programa do ônibus espacial.
Em março de 2007, uma nova tentativa de lançamento também deu errado, com o foguete perdendo estabilidade antes de alcançar a órbita. A terceira tentativa, realizada em agosto do ano seguinte, terminou novamente em fracasso. Na ocasião, o foguete transportava pequenos satélites para a NASA e para o Departamento de Defesa dos EUA, além de cargas simbólicas, como as cinzas do astronauta Gordon Cooper e do ator James Doohan. Durante o voo, após a separação dos estágios, ocorreu uma colisão entre eles, provocando um incêndio e a perda da missão.
Finalmente, em 28 de setembro de 2008, veio o sucesso. Apenas oito semanas após a terceira falha, um Falcon 1 foi lançado com êxito a partir da Ilha de Omelek, no Pacífico, com uma carga útil simulada, tornando a SpaceX a primeira empresa privada a colocar em órbita um foguete desenvolvido de forma independente.
Em dezembro daquele mesmo ano, a companhia conquistou mais um contrato com a NASA, desta vez no programa Serviços Comerciais de Reabastecimento (CRS), avaliado em mais de um bilhão de dólares, para realizar missões regulares de transporte de suprimentos ao laboratório orbital.
Falcon 9 e Dragon: a consagração da SpaceX no espaço
Em 2010, a SpaceX lançou o Falcon 9 a partir da Estação da Força Aérea em Cabo Canaveral, na Flórida, marcando um salto na trajetória da empresa. Maior e mais potente que o Falcon 1, o sistema foi projetado com um objetivo audacioso e inédito para foguetes orbitais modernos: a reutilização do primeiro estágio, visando reduzir custos e aumentar significativamente a frequência de voos.
Enquanto o Falcon 1 tinha caráter experimental, o novo veículo foi projetado desde o início para missões de pequeno e médio porte. Sua estrutura com nove motores no primeiro estágio foi pensada para aumentar a confiabilidade e o volume de carga. Para efeito de comparação, o Falcon 1 podia levar cerca de 420 kg à órbita baixa da Terra e realizou cinco lançamentos, com dois sucessos, servindo principalmente para validação tecnológica. Já o Falcon 9 elevou essa capacidade para mais de 22 toneladas e passou a operar com alta previsibilidade.
Paralelamente aos primeiros passos do Falcon 9, a SpaceX realizou outro marco importante ao lançar a cápsula Dragon, demonstrando pela primeira vez a capacidade de uma espaçonave privada realizar um voo orbital completo e ser recuperada com sucesso. No ano seguinte, a empresa iniciou o desenvolvimento do Falcon Heavy, um veículo lançador ainda mais potente, capaz de transportar cargas pesadas e abrir caminho para futuras missões ao espaço profundo.
Em maio de 2012, a cápsula Dragon voltou a fazer história ao se tornar a primeira espaçonave comercial a acoplar-se à ISS, realizando uma entrega de suprimentos com êxito. Três meses depois, a SpaceX anunciou que havia sido selecionada pela NASA para desenvolver uma versão tripulada da nave, destinada a transportar astronautas à estação como sucessora do programa de ônibus espaciais.
O foguete Falcon 9, da SpaceX, é lançado com frequência pela empresa. – Crédito: SpaceX
A primeira reutilização de estágio a gente nunca esquece
O grande diferencial competitivo da SpaceX sempre foi a tese de que, para colonizar o espaço, os foguetes precisariam ser operados como aviões: abastecer e voar novamente, em vez de serem descartados no oceano a cada missão. E, como dito anteriormente, o Falcon 9 foi o primeiro veículo orbital projetado com esse “gene” em seu “DNA”.
O caminho para provar essa teoria foi repleto de tentativas frustradas e explosões espetaculares. O êxito veio finalmente em dezembro de 2015, quando, após colocar satélites em órbita, o estágio inferior do Falcon 9 executou uma manobra de retorno e pousou verticalmente na Zona de Pouso 1, em Cabo Canaveral. Pela primeira vez na história, um propulsor orbital retornou intacto ao local de lançamento.
A partir de 2016, a empresa refinou a técnica com as balsas-drone (plataformas marítimas autônomas). Pousar no oceano não era apenas uma exibição de precisão, mas uma necessidade logística: missões que exigem mais velocidade não têm combustível reserva para “voltar” até a terra firme, precisando pousar em uma plataforma posicionada na trajetória de descida do foguete.
A consolidação dessa estratégia aconteceu em 30 de março de 2017, quando a SpaceX reutilizou um estágio pela primeira vez. Naquela ocasião, o satélite SES-10 foi enviado ao espaço por um propulsor que já havia voado e pousado um ano antes. O sucesso da missão provou que a recuperação não era apenas um troféu de engenharia, mas o início de um modelo de negócio viável.
Para completar o ciclo de sustentabilidade, no mesmo ano, uma cápsula Dragon também voou pela segunda vez em uma missão de reabastecimento à ISS, inaugurando oficialmente a era das espaçonaves “seminovas”.
Imagem meramente ilustrativa mostrando uma cápsula SpaceX Crew Dragon chegando à Estação Espacial Internacional (ISS). – Crédito: Paopano – Shutterstock
Falcon Heavy triplica a capacidade de carga da SpaceX
Em fevereiro de 2018, a SpaceX expandiu significativamente suas capacidades operacionais com o lançamento do foguete superpesado Falcon Heavy. Derivado da integração de três núcleos do Falcon 9, o veículo estreou com capacidade de cerca de 63 toneladas para órbita baixa da Terra, aproximadamente o triplo de seu antecessor, assumindo o posto de lançador mais potente em operação da empresa.
O voo inaugural marcou também um feito inusitado na demonstração de carga útil. Em vez de um simulador convencional, a SpaceX enviou ao espaço um carro Tesla Roadster cereja pertencente a Musk, com um manequim apelidado de “Starman” sentado ao volante. A trajetória rumo à órbita solar, registrada em imagens memoráveis com a Terra ao fundo, transformou a missão em uma demonstração técnica sem precedentes e um marco para o marketing da empresa.
Além da demonstração de capacidade, o lançamento também serviu como teste do sistema de reutilização em escala. Os dois propulsores laterais retornaram com sucesso e pousaram de forma sincronizada em Cabo Canaveral, enquanto o núcleo central não conseguiu realizar o pouso previsto e caiu no oceano próximo à balsa-drone. Ainda assim, o desempenho geral validou o conceito operacional do veículo, permitindo sua entrada em missões comerciais a partir de 2019.
Atualmente, o Falcon Heavy permanece como o principal foguete de alta capacidade em operação da SpaceX, sendo utilizado em missões complexas e contratos governamentais estratégicos. Esse papel tende a se manter até a estreia operacional do megafoguete Starship, ainda em fase de testes.
Lançamento de um foguete Falcon Heavy, da SpaceX. – Crédito: SpaceX
Um capítulo à parte chamado Starlink
Ainda em 2019, a SpaceX iniciou a construção da constelação Starlink, uma infraestrutura global voltada ao fornecimento de internet de alta velocidade. Com a frequência intensa de lançamentos do Falcon 9, que transporta cerca de 50 unidades por missão, a rede expandiu-se em um ritmo sem precedentes.
Atualmente, a Starlink já opera mais de 10 mil satélites, representando cerca de dois terços de todos os objetos ativos na órbita terrestre. Com autorização para expandir a malha com modelos de segunda geração e planos de longo prazo para atingir 42 mil unidades, a empresa é hoje a maior operadora de satélites de internet do mundo.
Presente em cerca de 100 países e com mais de cinco milhões de usuários, o serviço atende principalmente regiões sem cobertura terrestre e os setores de aviação e navegação. Essa base de operação também se tornou uma importante fonte de receita para o desenvolvimento do Starship, que tem como objetivo principal viabilizar a futura exploração de Marte e ajudar a tornar a humanidade “multiplanetária”, como Musk costuma se referir.
Neste lote de 25 satélites Starlink da SpaceX, lançado em 17 de março de 2026 da Califórnia, está o satélite de número 10 mil da megaconstelação do serviço de internet da empresa. – Crédito: SpaceX
Transportando vidas humanas e ciência pelo espaço
Em 30 de maio de 2020, a cápsula Dragon da SpaceX lançou seres humanos ao espaço pela primeira vez, com a missão Demo-2, que levou os astronautas da NASA Bob Behnken e Doug Hurley até a ISS. O voo encerrou um período de nove anos em que os EUA dependiam de naves russas para acessar a órbita terrestre, após a aposentadoria dos ônibus espaciais em 2011.
O sucesso da operação transformou a SpaceX na principal operadora logística da NASA para o envio de tripulações ao laboratório orbital.
Para além das missões governamentais, a SpaceX também passou a atuar diretamente no mercado privado, diversificando o perfil de quem viaja ao espaço. Em 2021, a missão Inspiration4 – financiada pelo bilionário Jared Isaacman (que viria a se tornar o atual administrador-chefe da NASA) – levou a primeira tripulação formada exclusivamente por civis à órbita. Paralelamente, a empresa estabeleceu uma parceria sólida com a Axiom Space, viabilizando missões (série Ax) que transportam astronautas particulares e representantes de nações que buscam realizar pesquisas científicas na ISS sem depender de um programa espacial próprio.
A exploração comercial atingiu novos patamares com o programa Polaris, também liderado por Isaacman. A missão Polaris Dawn ultrapassou a marca de 1.400 km de distância (a órbita mais alta da Terra desde as missões Apollo), levando os tripulantes a regiões de intensa radiação no cinturão de Van Allen para estudos de saúde humana. O grande marco foi a primeira caminhada espacial privada da história, realizada pelo próprio Isaacman e pela engenheira da SpaceX, Sarah Gillis, validando os novos trajes de atividade extraveicular (EVA) da companhia.
Durante a missão Polaris Dawn, financiada e liderada por Jared Isaacman, o bilionário executou a primeira caminhada espacial privada da história. – Crédito: SapceX/YouTube
Em abril do ano passado, a missão Fram2 expandiu ainda mais essas fronteiras ao se tornar a primeira missão tripulada a orbitar os polos da Terra. A bordo de uma cápsula Crew Dragon, a tripulação estudou fenômenos atmosféricos únicos e a geologia das calotas polares a partir da cúpula de observação da espaçonave, consolidando a SpaceX como uma prestadora de serviços científicos de alta complexidade.
SpaceX se consolida como principal transportadora da NASA
Todo o aprendizado obtido é sustentado por uma cadência de lançamentos sem precedentes. Até o momento, a SpaceX já realizou 57 missões de carga com a família Dragon, garantindo o fluxo contínuo de mantimentos e experimentos científicos para a ISS desde o início do contrato CRS da NASA.
No transporte de seres humanos, os números são igualmente robustos. Entre missões operacionais para a NASA (desde a Demo-2 até a Crew-12, atualmente acoplada à estação), voos de teste e missões privadas (incluindo as quatro missões da série Axiom e os programas Inspiration4 e Polaris), a cápsula Crew Dragon já completou 19 voos tripulados, transportando com segurança 72 pessoas para a órbita terrestre.
Resumo das missões espaciais da SpaceX:
12 missões para a NASA: Desde o voo de validação Demo-2, passando pela Crew-1 (primeira missão operacional, em novembro de 2020), até a Crew-12 (lançada em fevereiro de 2026 e atualmente acoplada à ISS);
7 missões privadas: Inspiration4, a série Axiom (Ax-1 a Ax-4), a histórica Polaris Dawn e a recente Fram2 (primeira missão tripulada a orbitar os polos da Terra, lançada no final de 2025).
Essa regularidade transformou o que antes era um evento extraordinário em uma rotina logística de alta confiabilidade. Ao garantir um fluxo estável de lançamentos e retornos, a SpaceX consolidou-se como a principal e indispensável transportadora da NASA para a ISS, sendo hoje o pilar fundamental que permite aos EUA e seus parceiros internacionais manterem a presença humana ininterrupta e a continuidade das pesquisas científicas no laboratório orbital.
O início de uma nova era com o revolucionário Starship
O caminho que transformou a SpaceX na potência que é hoje foi pavimentado por uma série de falhas públicas. Diversos protótipos e estágios foram perdidos durante sucessivos experimentos, enquanto a equipe coletava dados essenciais para refinar os sistemas e provar que foguete não apenas “dá ré”, como pode ser recuperado e reutilizado inúmeras vezes.
Essa estratégia de “tentar, falhar e corrigir rápido” também dita agora o ritmo do megafoguete Starship – o maior e mais potente sistema de lançamento já construído está sendo moldado sob o mesmo princípio: colocar protótipos para voar, testar os limites do hardware e não temer os possíveis fracassos. Pelo contrário: usá-los como aprendizado para atingir a perfeição.
Starship V3 posicionada na plataforma de lançamento. – Crédito: SpaceX
Composto por dois estágios, o propulsor Super Heavy e a espaçonave Starship, o complexo veicular tem atualmente 121 metros de altura – número que deve crescer em breve. As futuras versões do foguete, já em desenvolvimento, preveem um alongamento da nave para aumentar a capacidade de carga, o que deve elevar o conjunto colossal para além dos 140 metros.
Enquanto o Falcon 9 e o Falcon Heavy foram concebidos para recuperar o primeiro estágio e descartar o segundo, o Starship representa uma mudança de paradigma: um veículo de recuperação total, capaz de colocar mais de 100 toneladas de carga em órbita e transportar até 100 pessoas em missões de longa duração.
Diferente dos foguetes tradicionais, o Starship tem estrutura em aço inoxidável e é impulsionado por uma força massiva: são 33 motores Raptor no propulsor Super Heavy e outros seis na nave Starship, todos alimentados por metano e oxigênio líquidos (methalox). Essa escolha de combustível é estratégica para a principal meta da SpaceX, a exploração de Marte, pois permite a futura produção de propelente em solo marciano a partir de recursos locais, utilizando a reação de Sabatier.
Com o Starship, a empresa pretende tornar os lançamentos de foguetes tão comuns quanto os voos de aviões comerciais. Para isso, utilizará a torre ‘Mechazilla’ para capturar o Super Heavy ainda no ar, eliminando a necessidade de pernas de pouso e reduzindo drasticamente o tempo entre missões.
Pode parecer ambicioso, mas a viabilidade dessa manobra já foi comprovada. Em outubro de 2024, durante o histórico quinto voo de teste, a SpaceX conseguiu capturar o booster com sucesso logo em sua primeira tentativa de retorno à Starbase. A companhia almeja replicar esse procedimento com o segundo estágio, a nave que dá nome ao complexo veicular, consolidando o sistema como o primeiro veículo espacial do mundo integralmente e rapidamente reutilizável.
Até o momento, a SpaceX realizou 11 voos de teste integrados com o sistema completo. Veja a seguir um resumo com os marcos desses lançamentos:
A Starship conseguiu se separar do Super Heavy pela primeira vez. O propulsor explodiu logo depois, enquanto a nave perdeu sinal após cerca de oito minutos e acabou sendo destruída antes de completar o voo.
Em um grande avanço, o terceiro teste durou cerca de 50 minutos. A Starship foi perdida, mas nunca havia chegado tão longe. Apesar do sucesso da decolagem, a equipe perdeu contato com a nave pouco antes do horário previsto para o pouso.
O quinto teste marcou um passo importante rumo à reutilização rápida do sistema. Pela primeira vez, a SpaceX conseguiu retornar e capturar o propulsor Super Heavy na torre de lançamento. A Starship também completou uma reentrada controlada e amerissou no Oceano Índico com sucesso.
Propulsor Super Heavy retornando para a base de lançamento em pouso histórico que finalizou o quinto voo de teste do Starship. – Crédito: SpaceX.
Mais um voo bem-sucedido. O propulsor foi direcionado para um pouso controlado no Golfo do México. Já a Starship conseguiu reacender um de seus motores no espaço, um avanço importante para futuras missões orbitais.
O sétimo voo terminou com a perda da Starship após uma explosão durante o teste. Ainda assim, a SpaceX afirmou ter identificado rapidamente a causa do problema.
O oitavo voo também não saiu como planejado. Cerca de oito minutos após o lançamento, o estágio superior começou a girar descontroladamente, perdeu altitude e acabou explodindo.
Pouco mais de 80 dias após o voo anterior, a Starship voltou a decolar. Foi a primeira reutilização de um Super Heavy, usando o mesmo propulsor do sétimo teste. Falhas impediram parte dos experimentos planejados para o booster, enquanto o estágio superior alcançou a trajetória suborbital prevista, mas acabou perdendo controle durante o voo.
Primeiro grande sucesso completo do ano. A missão cumpriu seus principais objetivos, incluindo a implantação de simuladores de satélites Starlink, reacendimento de motor no espaço e reentrada controlada da Starship.
O décimo primeiro voo marcou o encerramento da fase “V2” da Starship. A missão foi considerada um grande sucesso: o Super Heavy realizou um pouso controlado no Golfo do México, enquanto a nave completou testes de reentrada, reacendimento de motor no espaço e implantação de simuladores de satélites Starlink antes de pousar no Oceano Índico. Apesar do resultado positivo, um dos motores do propulsor apresentou falha momentânea durante a manobra de retorno, sem comprometer a missão.
Versão 2 do Starship voando pela última vez, durante 11º lançamento do megafoguete. – Crédito: SpaceX
Voo 12 – Maio de 2026
[complementar]
Starship: pilar central do programa Artemis
Todo esse progresso coloca o Starship no posto de peça-chave no programa Artemis – a iniciativa da NASA para o retorno de seres humanos à Lua. A agência adotou uma variante da nave, o chamado Human Landing System (HLS), para realizar o histórico pouso no polo sul lunar, previsto para 2028, com a missão Artemis 4.
Antes disso, com a missão Artemis 3, esperada para o ano que vem, a NASA pretende realizar testes de acoplamento na órbita da Terra. O objetivo é validar a transferência de tripulação entre a cápsula Orion e os módulos de pouso em um ambiente seguro antes de enviar o conjunto para o espaço profundo.
Essa etapa coloca não apenas a SpaceX, como também a Blue Origin, sob pressão. As duas empresas, responsáveis pelo Starship e pelo módulo Blue Moon, respectivamente, correm contra o tempo para provar que seus sistemas de suporte de vida e mecanismos de acoplagem são plenamente seguros para operar com astronautas a bordo. Sem o sucesso desses testes em órbita terrestre, o cronograma para o retorno ao solo lunar fica seriamente ameaçado.
Representação artística do módulo de pouso Starship pousando na Lua com a futura missão Artemis 4 – Crédito: SpaceX
Essa etapa coloca pressão total sobre a SpaceX, que precisa correr contra o tempo para provar que os sistemas de suporte de vida e os mecanismos de acoplagem da Starship são plenamente seguros para astronautas. O mesmo vale para a Blue Origin, também selecionada pela NASA para o serviço com o módulo Blue Moon. Sem o sucesso desses testes em órbita terrestre, o cronograma para o retorno ao solo lunar fica seriamente ameaçado.
Diferente dos módulos da era Apollo, o Starship funcionará como um “elevador espacial” de alta capacidade. Enquanto os astronautas partem da Terra na cápsula Orion, impulsionada pelo foguete Space Launch System (SLS), o encontro com o veículo da SpaceX ocorre na órbita da Lua. A partir dali, a nave assume o papel de módulo de pouso, oferecendo um espaço interno e uma capacidade de carga sem precedentes.
Elon Musk quer colonizar Marte
Embora a Lua seja o foco imediato, para Elon Musk ela é uma etapa intermediária. Desde o início, a Starship não foi projetada pela SpaceX apenas para cumprir contratos da NASA, mas para viabilizar o objetivo de transformar a humanidade em uma espécie “multiplanetária”. Na visão do empresário, a nave será a base de uma futura estrutura de transporte espacial, capaz de levar centenas de pessoas e grandes cargas de suprimentos até Marte.
Os planos de Musk incluem, no longo prazo, o envio frequente de frotas de Starships ao Planeta Vermelho, aproveitando as janelas de transferência orbital que se abrem aproximadamente a cada 26 meses. A proposta visa a criação de uma colônia autossustentável em Marte – meta que o bilionário cita há anos, mas que ainda depende de avanços significativos em áreas como reabastecimento orbital, suporte de vida, proteção contra radiação e pousos seguros em outro planeta.
Mesmo com os avanços recentes do sistema Starship e sua participação no programa Artemis, transformar essas projeções em operações reais ainda exigirá anos de testes, desenvolvimento tecnológico e aportes financeiros robustos.
Ecossistema tecnológico e expansão financeira
Paralelamente aos avanços no setor espacial, a SpaceX também amplia sua presença no mercado financeiro. A companhia avalia a possibilidade de abrir seu capital na bolsa por meio de uma oferta pública inicial (IPO), operação que pode acontecer já este ano. Caso avance, o movimento representará uma das etapas mais importantes da trajetória da empresa, permitindo captar recursos para acelerar projetos de longo prazo, como a expansão da rede Starlink e o desenvolvimento das futuras versões da Starship. A abertura de capital também deve fortalecer a posição da companhia entre as organizações mais valiosas do planeta.
Ao mesmo tempo, a empresa fortaleceu sua estratégia em inteligência artificial com a integração da xAI, que passou a operar como a divisão SpaceXAI. A fusão oficializa a união entre os modelos de linguagem Grok, a infraestrutura de supercomputação Colossus e os projetos aeroespaciais. Essa aproximação reforça a integração entre IA, comunicação digital e exploração espacial dentro do ecossistema de negócios ligado a Elon Musk, que também inclui a plataforma X, antigo Twitter.
Em abril de 2026, a SpaceX anunciou também uma parceria estratégica com a startup de IA Cursor, especializada em ferramentas de programação. O acordo prevê dois caminhos: a aquisição da companhia por até US$60 bilhões ou, alternativamente, um aporte de US$10 bilhões para um projeto conjunto. A colaboração é voltada ao desenvolvimento de sistemas para programação avançada e tarefas complexas, unindo a infraestrutura computacional da SpaceX às soluções de software da Cursor para acelerar o desenvolvimento de software crítico para suas missões.
Em pouco mais de duas décadas, a SpaceX expandiu sua atuação de operadora de lançamentos para um ecossistema tecnológico global. Ao integrar foguetes reutilizáveis, a rede Starlink e iniciativas em inteligência artificial, a companhia estruturou uma operação na qual infraestrutura orbital, conectividade e processamento de dados se complementam. Enquanto amplia contratos, fortalece receitas e avalia uma possível abertura de capital, a empresa busca transformar essa base tecnológica em uma estrutura capaz de sustentar seus planos de expansão lunar e interplanetária.
Recentemente, pesquisadores da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas de Harvard apresentaram uma técnica de impressão 3D capaz de produzir “músculos” para robôs: filamentos sintéticos que se dobram, torcem, expandem ou contraem de forma programada. O estudo foi publicado no periódico PNAS e tem como principais autores Jennifer A. Lewis e L. Mahadevan; leia a pesquisa online clicando aqui.
A tecnologia combina dois materiais com comportamentos distintos ao calor: um polímero ativo, que muda de forma quando aquecido, e outro passivo, responsável por limitar e direcionar o movimento. A disposição dos materiais durante a impressão define como cada fibra reagirá posteriormente.
Segundo os pesquisadores, o objetivo é aproximar sistemas artificiais da complexidade observada em músculos biológicos, abrindo caminho para robôs maleáveis, filtros adaptáveis e dispositivos biomédicos capazes de alterar sua estrutura sem motores ou engrenagens tradicionais.
Para quem tem pressa:
Harvard criou fibras impressas em 3D que mudam de forma quando aquecidas, simulando parte do comportamento muscular natural;
A técnica usa materiais ativos e passivos organizados durante a impressão para controlar torções, contrações e expansões;
Os testes já produziram pinças robóticas e estruturas que se transformam sozinhas, mas a tecnologia ainda está em fase experimental.
Tecnologia tenta reproduzir comportamento de músculos naturais
A pesquisa foi conduzida no laboratório da engenheira Jennifer Lewis, professora da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas de Harvard. A equipe utilizou um método chamado impressão rotacional multimaterial em 3D, no qual dois compostos são depositados simultaneamente por um bico giratório.
Um dos materiais empregados é um elastômero de cristal líquido, polímero capaz de encolher em uma direção específica quando submetido a determinada temperatura. O segundo componente é um elastômero flexível que mantém sua forma mesmo sob aquecimento. A interação entre os dois gera movimentos previamente definidos pelos pesquisadores.
Polímeros musculares para estruturas robóticas – (Divulgação: Harvard)
O sistema dispensa mecanismos externos normalmente associados à robótica flexível, como compressores, cabos, motores rígidos ou estruturas hidráulicas. Em vez disso, o próprio filamento passa a funcionar como elemento de movimentação.
A rotação do bico de impressão também interfere diretamente no comportamento final das fibras. Ao girar durante a deposição do material, o equipamento cria padrões helicoidais internos que determinam se o filamento irá espiralar, endireitar, encolher ou expandir após o aquecimento.
Os pesquisadores produziram diferentes protótipos para validar o conceito. Entre eles estavam filamentos ondulados capazes de reagir de maneiras opostas ao calor, além de estruturas em formato de grade que mudavam de geometria conforme a temperatura.
Em um dos experimentos, uma estrutura plana assumiu formato semelhante ao de uma cúpula após ser aquecida. Em outro teste, grades flexíveis atuaram como pinças robóticas capazes de envolver objetos, levantá-los e soltá-los posteriormente.
A equipe também demonstrou filtros térmicos que alteram sua porosidade de acordo com a temperatura. Quando aquecidas, determinadas estruturas se expandem e permitem a passagem de partículas; ao esfriar, voltam a se contrair.
Parte da pesquisa envolveu colaboração com especialistas em mecânica estrutural e caracterização molecular. Os cientistas utilizaram medições de espalhamento por raios X, realizadas no Brookhaven National Laboratory, para analisar o alinhamento interno dos materiais.
Mustafa Abdelrahman, pesquisador de pós-doutorado e primeiro autor do estudo, afirmou que buscava um método mais adaptável para explorar o potencial dos elastômeros de cristal líquido. “Vi essa plataforma de impressão rotacional e pensei: ‘E se inserirmos materiais ativos e criarmos padrões dentro do filamento? Conseguimos provocar mudanças de forma dessa maneira?’”, declarou o pesquisador ao material divulgado por Harvard.
Os cientistas acreditam que a técnica pode futuramente ser usada em robótica macia, dispositivos biomédicos e sistemas reconfiguráveis. Jennifer Lewis afirmou que o método pode acelerar a aplicação prática desse tipo de material fora do ambiente laboratorial. “Essa estrutura de design e impressão pode acelerar a transição de materiais semelhantes a músculos artificiais do laboratório para tecnologias do mundo real”, disse a pesquisadora em comunicado da universidade.
Apesar dos avanços, os próprios autores reconhecem limitações. Atualmente, o sistema depende de calor para ativação, o que ainda impõe desafios relacionados à velocidade de resposta e à eficiência energética. A tecnologia também permanece distante de aplicações que exijam alta potência mecânica.
O tubarão-da-Groenlândia chamou novamente a atenção da ciência após pesquisadores identificarem dois mecanismosgenéticos inéditos que podem ajudar a explicar sua longevidade extrema. Considerado o vertebrado mais longevo do planeta, o animal pode viver cerca de 400 anos, segundo estimativas baseadas em datação por radiocarbono.
Mesmo vivendo por séculos, os tubarões parecem apresentar resistência incomum ao câncer e ao desgaste celular. O estudo analisou o gigantesco genoma da espécie, que possui cerca de 6,5 bilhões de pares de bases, aproximadamente o dobro do genoma humano, segundo informações do portal IFLScience.
Para quem tem pressa:
Tubarão-da-Groenlândia pode viver cerca de 400 anos;
Cientistas mapearam 96,7% do genoma da espécie;
DNA possui mecanismos ligados à proteção celular;
Proteína pode ajudar a preservar o genoma por séculos;
Animal tem forte controle de ferro nas células;
Descobertas podem ajudar pesquisas sobre envelhecimento.
Além do tamanho, o DNA contém muitas sequências repetidas, o que dificulta bastante o trabalho dos cientistas. Agora, pesquisadores da Universidade de Tóquio (Japão) conseguiram montar a versão mais completa já feita do genoma do animal, cobrindo 96,7% do DNA.
Proteína pode proteger o DNA por séculos
Uma das descobertas envolve a proteína histona H1.0, responsável por organizar e compactar o DNA dentro das células. Os pesquisadores identificaram alterações específicas nessa proteína, incluindo a substituição do aminoácido lisina por arginina. Embora ambos possam manter ligação com o DNA, a arginina preserva sua carga positiva de forma mais estável, o que pode ajudar a manter o material genético mais protegido ao longo do tempo.
Estudo identificou alterações em proteínas que organizam o DNA, ajudando a preservar a estabilidade genética por séculos de vida – Imagem: Dotted Yeti/Shutterstock
Segundo os autores, essa estabilidade adicional pode impedir a desorganização do genoma, fenômeno frequentemente associado ao envelhecimento em outros vertebrados. O líder do estudo, Shigeharu Kinoshita, afirmou que a manutenção da estrutura da cromatina pode ser especialmente importante para espécies extremamente longevas, ajudando a reduzir danos celulares acumulados durante séculos de vida.
Controle de ferro também pode ser decisivo
A segunda descoberta envolve um processo chamado ferroptose, um tipo de morte celular ligado ao excesso de ferro dentro das células. Os pesquisadores descobriram que o tubarão possui 59 cópias do gene FTH1b, associado à ferritina, proteína responsável por armazenar ferro de forma segura.
Pesquisadores também encontraram dezenas de cópias de um gene ligado ao controle de ferro e à proteção contra danos celulares – Imagem: Billion Photos/Shutterstock
Nenhum outro tubarão analisado apresentou quantidade semelhante desse gene. Os cientistas acreditam que esse mecanismo pode dar ao animal uma capacidade incomum de controlar danos celulares, protegendo tecidos saudáveis enquanto elimina células defeituosas ou potencialmente cancerígenas.
Como o estresse oxidativo e a ferroptose estão associados ao envelhecimento, o controle rigoroso do ferro pode ser uma peça importante para explicar a longevidade extrema da espécie. Apesar disso, os autores ressaltam que as funções desses genes ainda precisam ser confirmadas em experimentos com células vivas.
A Ford, tradicional montadora estadunidense fundada há 122 anos, tornou-se a mais recente empresa da chamada “velha economia” a ser impulsionada pelo avanço da inteligência artificial (IA).
As ações da companhia dispararam 21% em apenas dois dias na semana passada, após o anúncio do lançamento de uma nova divisão de armazenamento de energia voltada ao fornecimento de grandes baterias para hyperscalers de IA e data centers.
Na segunda-feira seguinte ao anúncio, a empresa informou ter fechado seu primeiro contrato: um acordo de cinco anos com a EDF para fornecer até 20 GWh de energia.
O movimento despertou entusiasmo em Wall Street diante da possibilidade de uma fabricante tradicional, historicamente associada a crescimento lento e margens reduzidas, passar a atuar em um segmento ligado à IA caracterizado por forte expansão e rentabilidade mais elevada.
Ford entra em mercado em expansão
Segundo estimativas da Bloomberg NEF citadas no texto, a demanda por armazenamento de energia nos Estados Unidos deve dobrar até 2030;
Além da Ford, outras companhias industriais vêm registrando novas oportunidades de crescimento impulsionadas pela expansão do ecossistema de IA, incluindo Caterpillar, Johnson Controls e Corning;
O forte interesse dos investidores ganhou impulso após um relatório publicado em 13 de maio por Andrew Percoco, analista do Morgan Stanley. No documento, ele avaliou o novo negócio de energia da Ford em US$ 10 bilhões (R$ 50,2 bilhões) e previu a possibilidade de contratos com “grandes clientes comerciais e potencialmente hyperscalers”;
No dia seguinte, o CEO da Ford, Jim Farley, reforçou o otimismo durante a assembleia anual de acionistas da companhia ao afirmar: “Temos visto um interesse tremendo dos clientes”.
Montadora estadunidense foi bem-vista em Wall Street após anúncio – Imagem: Divulgação/Ford
A entrada da Ford nesse segmento ocorreu de forma indireta após o desempenho abaixo do esperado do mercado de veículos elétricos nos Estados Unidos. A montadora havia firmado parceria com a fabricante chinesa de baterias Contemporary Amperex Technology (CATL) para fornecer baterias destinadas a veículos elétricos.
A tecnologia da CATL continuará sendo utilizada em uma picape elétrica de US$ 30 mil (R$ 150,5 mil) prevista para o próximo ano. Porém, diante da demanda mais fraca do que o esperado por veículos elétricos no mercado estaduniense, a Ford precisou redirecionar sua estratégia, passando a utilizar a tecnologia da empresa chinesa também em grandes baterias de armazenamento energético.
Ainda não está claro como o novo negócio evoluirá nos próximos anos. Após a forte alta registrada na semana passada, as ações da Ford devolveram parte dos ganhos.
Mesmo assim, o BNP Paribas estima que, caso o investimento de US$ 2 bilhões (R$ 10 bilhões) da Ford no novo segmento seja bem-sucedido, a operação poderá gerar retorno de 22% até o fim da década. Retornos de dois dígitos seriam algo incomum para uma montadora tradicional de Detroit (EUA).
A guerra entre Irã e Estados Unidos começou a gerar efeitos diretos sobre a indústria global de semicondutores. Isso acontece em um momento de forte crescimento impulsionado pela inteligência artificial (IA).
Empresas responsáveis pela fabricação de chips e componentes alertaram investidores sobre aumento de custos, problemas logísticos e risco de escassez de matérias-primas essenciais para manter o ritmo acelerado da produção de hardware voltado à IA, segundo informações da CNBC.
Fabricantes, como TSMC, Foxconn e Infineon, destacaram em seus resultados financeiros que o conflito no Oriente Médio já afeta operações e margens de lucro.
O aumento do preço do petróleo elevou despesas com energia, transporte e frete internacional, enquanto cadeias de suprimentos consideradas estratégicas para o setor passaram a enfrentar dificuldades crescentes. Analistas avaliam que a situação ainda pode piorar nos próximos meses.
Para quem tem pressa:
Aumento nos custos de energia e logística internacional;
Risco de escassez de hélio e outros materiais críticos;
Necessidade de criar estoques de segurança;
Pressão sobre margens de lucro das fabricantes;
Impacto potencial sobre data centers de IA.
Hélio e energia entram na lista de preocupações do setor
O hélio aparece entre os materiais mais críticos para a fabricação de semicondutores. O gás é utilizado em diferentes etapas da produção de chips e depende diretamente da indústria de gás natural. O Catar, segundo maior fornecedor global do produto, teve sua capacidade de exportação afetada após ataques iranianos. Segundo dados da S&P Global, o país respondeu por mais de 30% da oferta mundial de hélio em 2025.
Fabricantes, como TSMC, Foxconn e Infineon, destacaram em seus resultados financeiros que o conflito no Oriente Médio já afeta operações e margens de lucro – Imagem: deepadesigns/Shutterstock
Além do hélio, empresas também relataram dificuldades envolvendo alumínio, bromo e outros insumos importantes para o setor. Em março, compradores europeus de chips precisaram recorrer a estoques de emergência após interrupções no transporte aéreo.
Francisco Jeronimo, analista da IDC, afirmou que os preços de gás, energia e frete continuam em níveis historicamente elevados e devem permanecer pressionados mesmo em caso de redução das tensões.
Fabricantes aceleram planos de diversificação
A TSMC informou que trabalha para ampliar fornecedores e criar soluções de múltiplas fontes de abastecimento. Segundo o CFO, Wendell Huang, a empresa busca construir uma cadeia global mais diversificada e fortalecer fornecedores locais. O VAT Group, fornecedor de componentes para fabricantes de chips, relatou interrupções logísticas e necessidade de redirecionar remessas por causa da guerra, com impacto milionário nas vendas trimestrais.
Aumento do preço do petróleo elevou despesas com energia, transporte e frete internacional, enquanto cadeias de suprimentos consideradas estratégicas para o setor passaram a enfrentar dificuldades crescentes – Imagem: IM Imagery/Shutterstock
Apesar do cenário, investidores continuam apostando fortemente no setor de inteligência artificial. O índice PHLX Semiconductor, da Nasdaq, acumula forte valorização nos últimos meses, impulsionado pela demanda crescente por chips voltados à IA.
Analistas afirmam que empresas com estoques robustos, fornecedores diversificados e maior poder de precificação devem enfrentar menos pressão ao longo de 2026, enquanto concorrentes menores podem sofrer impactos mais severos.
Nesta quinta-feira (21), Peñarol e Corinthians se enfrentam na 5ª rodada da Libertadores 2026. A bola rola às 21h30 (horário de Brasília) no Estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu, no Uruguai.
Peñarol x Corinthians:
Competição: Libertadores 2026
Rodada: 5ª
Data: 21/05 (quinta-feira)
Horário: 21h30 (horário de Brasília)
Local: Estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu (Uruguai)
Onde assistir Peñarol x Corinthians na Libertadores?
O duelo entre Peñarol e Corinthians será transmitido na ESPN (canal fechado) e no Disney+ (streaming).
Prováveis escalações
Peñarol: Washington Aguerre; Lucas Ferreira, Mauricio Lemos e Facundo Alves; Nicolás Fernández, Diego Laxalt, Jesús Trindade e Olivera; Leandro Umpiérrez; Batista e Matías Arezo.
Técnico: Diego Aguirre.
Corinthians: Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele e Carrillo; Breno Bidon, Garro e Lingard; Yuri Alberto.
Técnico: Fernando Diniz.
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Peñarol está na lanterna do Grupo E, com apenas 2 pontos, e acumula duas derrotas e dois empates na Libertadores. Mesmo que vença as duas partidas restantes na fase de grupos, a equipe uruguaia tem poucas chances de conseguir a classificação (e ainda precisa torcer para os adversários não pontuarem).
Do outro lado, o Corinthians já está praticamente classificado. Na liderança do grupo com 10 pontos (3 a mais do que o Platense, em 2º), o Timão precisa de apenas um empate para confirmar a classificação para o mata-mata. Já no Brasileirão, a equipe paulista vem de derrota por 3×1 para o Botafogo e fechou a rodada em 17º lugar, primeira posição da zona de rebaixamento.
No turno de ida da Libertadores, o Corinthians venceu o Peñarol por 2×0 na Neo Química Arena.
A SpaceX registrou receita de US$ 4,7 bilhões (R$ 23,5 bilhões) no primeiro trimestre, de acordo com documentos de IPO divulgados pela empresa de exploração espacial de Elon Musk e vistos pelo The New York Times.
Os documentos também revelaram que a companhia carrega uma dívida total de US$ 29 bilhões (R$ 145,3 bilhões), refletindo os investimentos massivos em projetos de tecnologia espacial.
SpaceX: investimento bilionário no projeto Starship
A SpaceX investiu mais de US$ 15 bilhões (R$ 75,2 bilhões) especificamente no desenvolvimento do Starship, seu foguete de próxima geração projetado para missões interplanetárias e transporte de cargas pesadas;
O Starship representa uma das principais apostas tecnológicas da empresa para expandir suas capacidades de transporte espacial e viabilizar missões de longa distância, incluindo eventual colonização de Marte.
A receita da empresa em 2025 foi de US$ 18,7 bilhões (R$ 93,7 bilhões), aumento de 33% ante 2024. Contudo, a empresa perdeu mais de US$ 4,9 bilhões (R$ 24,5 bilhões) no ano passado, ante lucro de US$ 791 milhões (R$ 4 bilhões) em 2024.
SpaceX precisou revelar, pela primeira vez, seus números – Imagem: Findaview/Shutterstock
Os investimentos de capital quase dobraram para US$ 20,7 bilhões (R$ 103,8 bilhões) devido aos altos gastos com o desenvolvimento de IA (a empresa se fundiu com a xAI no início do ano). Nos primeiros três meses deste ano, a SpaceX perdeu quase tanto dinheiro quanto perdeu em 2025 inteiro, com prejuízo de US$ 4,3 bilhões (R$ 21,5 bilhões).
O negócio mais lucrativo da SpaceX é a Starlink, internet via satélite, que contava com 10,3 milhões de assinantes no final de março, o dobro em relação ao ano anterior. No ano passado, a Starlink obteve receita operacional de cerca de US$ 4,4 bilhões (R$ 22 bilhões), também mais que o dobro do ano anterior.
Todos os anos, a Apple atualiza a lista de aparelhos iPhone com o que há de mais moderno em hardware de câmera, processador e IA. Porém, nem todos os usuários sentem a necessidade de descartar um dispositivo ainda funcional por outro recém-chegado às prateleiras.
Além das atualizações de hardware, dispositivos mais novos também oferecem um software de segurança mais robusto do que o de sua linha anterior. Então, se o usuário opta por manter um iPhone mais antigo, como utilizá-lo de forma segura? Veja 5 passos para proteger seu iPhone contra ataques e malware.
Uma das medidas mais importantes para preservar a segurança de um iPhone antigo é não ignorar as atualizações do sistema. A Apple frequentemente libera correções que eliminam falhas exploradas por criminosos virtuais, reduzindo riscos de invasões, vazamento de informações e ataques direcionados.
Mesmo que o aparelho já não seja compatível com a versão mais recente do iOS, ainda pode receber pacotes menores focados em estabilidade e proteção. Para conferir se há uma atualização disponível, basta abrir os Ajustes, entrar em “Geral” e selecionar “Atualização de Software”. Caso exista um novo pacote liberado, o ideal é instalar imediatamente.
Descubra se o modelo ainda possui suporte da Apple
Nem todos os iPhones antigos continuam recebendo o mesmo nível de proteção ao longo dos anos. Conforme novos aparelhos são lançados, alguns modelos deixam de ser compatíveis com as versões atuais do iOS e passam a ter suporte limitado.
Isso não significa necessariamente que o dispositivo esteja inutilizável, mas sim que ele pode ficar mais exposto a vulnerabilidades recentes. Para verificar a situação do aparelho, acesse “Ajustes”, depois “Geral” e “Sobre”. Ali é possível identificar a versão instalada do sistema e entender se o dispositivo ainda acompanha os ciclos de segurança da Apple.
Redobre o cuidado ao acessar links e instalar aplicativos
Safari/Rubaitul Azad via Unsplash
Grande parte dos golpes digitais depende de distração. Links falsos enviados por mensagens, anúncios enganosos e páginas clonadas são usados para roubar informações pessoais ou instalar softwares maliciosos sem que a vítima perceba.
Por isso, o recomendado é evitar clicar em qualquer link recebido de forma inesperada, especialmente quando houver mensagens alarmantes, promessas exageradas ou pedidos urgentes de confirmação de dados. Criminosos costumam explorar justamente o senso de urgência para pressionar usuários desatentos.
O mesmo vale para aplicativos. O mais seguro é baixar programas exclusivamente pela App Store, já que a plataforma oficial da Apple possui filtros e verificações de segurança mais rígidos. Instalar arquivos obtidos em sites desconhecidos ou lojas alternativas aumenta consideravelmente o risco de contaminação do aparelho.
Outra prática útil é digitar manualmente endereços de sites importantes no navegador, em vez de acessá-los por links patrocinados ou resultados suspeitos em buscadores.
Aproveite os recursos de proteção oferecidos pelo iPhone
O próprio iPhone possui ferramentas capazes de dificultar acessos indevidos e fortalecer a privacidade do usuário. Entre as mais importantes está a autenticação em dois fatores, que adiciona uma etapa extra de verificação ao login das contas.
Com essa camada adicional, mesmo que alguém descubra a senha, ainda será necessário validar o acesso por código, biometria ou outro método de confirmação.
Recursos como Face ID e Touch ID também ajudam a proteger informações sensíveis armazenadas no aparelho. Além de desbloquear o celular, eles podem limitar o acesso a aplicativos bancários, documentos privados e outros conteúdos importantes.
Existe ainda o chamado “Modo de Bloqueio”, uma configuração mais avançada voltada para cenários de alto risco. Ao ser ativado, ele restringe determinadas funções do sistema para diminuir possíveis brechas exploradas em ataques sofisticados.
Observe sinais incomuns no funcionamento do aparelho
iPhone 12. Imagem: Onur Binay/Unsplash
Monitorar o comportamento do iPhone também faz parte da rotina de segurança. Mudanças repentinas no desempenho podem indicar desde problemas simples até a presença de aplicativos maliciosos funcionando em segundo plano.
Consumo excessivo de bateria, superaquecimento frequente, lentidão fora do normal e travamentos constantes merecem atenção. Revisar permissões concedidas aos aplicativos e remover programas desconhecidos ou pouco utilizados ajudam a reduzir riscos e melhoram a estabilidade do dispositivo.
Fazer esse tipo de verificação periodicamente é uma maneira eficiente de manter o aparelho mais seguro e evitar que ameaças passem despercebidas.