Como será o entretenimento daqui a 20 anos?

As transformações tecnológicas que moldaram o entretenimento nas últimas duas décadas — da popularização do iPod à ascensão dos smartphones e do streaming — devem dar lugar a mudanças ainda mais profundas nos próximos 20 anos.

Especialistas do setor apontam para um futuro em que a produção audiovisual será democratizada, a inteligência artificial (IA) terá papel central na criação de conteúdo e experiências ao vivo ganharão novas formas com apoio tecnológico.

Há duas décadas, consumidores aguardavam DVDs chegarem pelo correio e dispositivos, como o iPod, eram considerados essenciais. Desde então, o avanço do streaming e dos smartphones revolucionou o consumo doméstico de conteúdo, ao mesmo tempo em que colocou em xeque o futuro das salas de cinema e levou quase à extinção das locadoras físicas. Agora, especialistas ouvidos pelo The Wall Street Journal projetam novo salto.

Produções de nível Hollywood em casa

Uma das principais mudanças previstas é a redução drástica da diferença entre vídeos caseiros e produções cinematográficas. Segundo Paul Warner, diretor de cinema e instrutor sênior da New York Film Academy, a tecnologia de produção virtual deve se tornar mais acessível e poderosa.

“As escolas de cinema já estão começando a oferecer programas de produção virtual. O incrível do estúdio virtual é que você pode fazer tudo em casa. Não precisa filmar em locações externas, então fica muito mais barato”, afirma.

Nesse cenário, efeitos visuais, como explosões e incêndios, poderão ser projetados em tempo real em telas de LED de alta qualidade, permitindo que diretores filmem cenas completas sem necessidade de pós-produção separada. Além disso, a IA generativa permitirá criar cenários complexos — como multidões e batalhas — sem a necessidade de gravações externas ou figurantes.

Embora Warner veja risco de perda de empregos na indústria, ele destaca que a tecnologia também abrirá espaço para cineastas independentes produzirem obras que hoje exigem grandes orçamentos.

IA como “audiência de teste”

  • Outra mudança significativa envolve o uso de IA no processo criativo;
  • Em vez de apenas lançar conteúdos e aguardar a reação do público, criadores poderão contar com “audiências virtuais” para testar ideias em tempo real;
  • Stephanie Dolan, líder de entretenimento da Deloitte nos Estados Unidos, afirma que “A fronteira entre criador e consumidor irá praticamente se dissolver nos próximos 20 anos”;
  • Ela explica que será possível usar dados preditivos em tempo real para orientar decisões sobre enredo, personagens e desenvolvimento narrativo antes mesmo da finalização de uma obra;
  • “Não precisar esperar que um filme seja filmado, editado e assistido para entender as preferências do consumidor (…) seria realmente poderoso, permitindo que os fãs ajudassem os criadores a contar as histórias que eles querem ouvir”;
  • Com isso, produtores poderão simular reações de diferentes públicos por meio de personas treinadas com grandes volumes de dados históricos, ajustando roteiros e até criando finais distintos — como versões românticas ou trágicas — conforme o perfil do espectador.

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Companheiros de IA nos videogames

Nos jogos eletrônicos, a IA também deve redefinir a experiência. Para Jesse Schell, designer de jogos e professor da Carnegie Mellon University (EUA), o futuro será marcado pelos chamados “companheiros de IA”.

Tudo gira em torno dos companheiros de IA. Os companheiros de IA vão mudar a forma como jogamos — não apenas a forma como interagimos com os personagens do jogo, mas também a forma como interagimos uns com os outros nos jogos.”, diz.

Segundo ele, esses personagens poderão acompanhar os jogadores ao longo da vida, mantendo memória de experiências passadas e criando vínculos mais profundos. Além disso, tecnologias, como realidades virtual (RV) e aumentada (RA), permitirão interações mais realistas, enquanto avanços em robótica podem até dar forma física a esses companheiros.

“Uma coisa é ter um companheiro que está ali com você, com quem você pode fazer contato visual e conversar. Outra coisa é ter alguém que está presente, com quem você pode trocar olhares e conversar”, diz Schell.

Uma mulher olhando para uma infinidade de telas
Vídeos caseiros com qualidade de cinema, personagens de jogos com memória e criando uma identificação com o usuário… qual será o limite? (Imagem: Gorodenkoff/Shutterstock)

Experiências ao vivo devem ganhar força

Apesar do aumento no tempo dedicado a dispositivos digitais, especialistas não acreditam no fim do entretenimento ao vivo. Pelo contrário: a tendência é de valorização dessas experiências como forma de conexão humana.

Mariko Silver, presidente e CEO do Lincoln Center for the Performing Arts, destaca que momentos presenciais continuarão relevantes. “A experiência de estar junto com outros seres humanos que estão fazendo algo extraordinário (…) essas são experiências fundamentais. Os seres humanos são programados para a conexão”, pontua.

Ela aponta que espaços culturais devem se adaptar a públicos habituados ao ambiente digital, incorporando elementos interativos — como participação da plateia e uso de tecnologias para votação ou feedback em tempo real.

Entretenimento híbrido e imersivo

Para Mike Bechtel, futurista e professor da Universidade de Notre Dame (EUA), o futuro do entretenimento será uma combinação entre o físico e o digital. “Qualquer experiência de entretenimento que valha a pena será um híbrido de espacial e digital”, afirma.

Ele prevê espaços com telas envolventes, áudio de alta precisão e efeitos físicos, como vento e chuva, criando experiências imersivas. Tecnologias, como RV e RA, permitirão que cada espectador vivencie versões distintas de um mesmo espetáculo.

Dispositivos atuais, como óculos de RV, deverão evoluir para soluções mais discretas, como lentes de contato inteligentes ou interfaces cérebro-computador. Essas tecnologias poderão permitir que o público personalize conteúdos em tempo real — desde escolher caminhos narrativos até ajustar cenas com base em reações fisiológicas.

“É como aqueles livros antigos de ‘escolha sua própria aventura’. Estou escolhendo minha própria aventura cena por cena”, diz Bechtel. Ele acrescenta que, no futuro, o entretenimento será mais participativo do que passivo. “Daqui a 25 anos, não vamos apenas assistir ao entretenimento. Vamos participar dele. Vamos fazer parte dele.”

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Esse novo carro elétrico está pressionando gigantes da indústria automotiva

O avanço dos veículos elétricos está acelerando a disputa global entre montadoras. O carro elétrico chinês 700 km surge como um dos exemplos mais impressionantes dessa nova fase do setor. Além disso, marcas chinesas estão investindo pesado em tecnologia e autonomia. Portanto, entender esse movimento ajuda a compreender o futuro da mobilidade.

Por que o carro elétrico chinês 700 km está chamando tanta atenção?

Segundo dados divulgados pela BloombergNEF, fabricantes chinesas vêm liderando a inovação em baterias e autonomia de veículos elétricos. Portanto, modelos que ultrapassam 700 km com uma única carga já são realidade e desafiam marcas tradicionais.

Além disso, empresas estão ampliando rapidamente sua presença global. Assim, o desempenho elevado aliado a preços competitivos torna esses veículos ainda mais atrativos para consumidores.


  • ⚡ Autonomia elevada – Modelos já ultrapassam 700 km com uma única carga.

  • 🏭 Produção em escala – Fabricantes chinesas aceleram a produção e reduzem custos.

  • 🌍 Expansão global – Marcas avançam rapidamente em mercados internacionais.

Como as montadoras chinesas evoluíram tão rápido?

O crescimento acelerado vem de investimentos massivos em tecnologia e apoio governamental. Além disso, a China domina a cadeia de produção de baterias, o que garante vantagem competitiva significativa.

Portanto, empresas conseguem inovar com mais agilidade e reduzir custos ao mesmo tempo. Assim, o desenvolvimento contínuo permite lançamentos frequentes e melhorias constantes nos veículos.

Esse novo carro elétrico está pressionando gigantes da indústria automotiva
Investimentos massivos em baterias garantem vantagem competitiva para montadoras chinesas – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Quais são os impactos do carro elétrico chinês 700 km no mercado?

A chegada desses modelos pressiona montadoras tradicionais a acelerarem suas próprias inovações. Além disso, consumidores passam a exigir mais autonomia e melhor custo-benefício.

Contudo, essa concorrência também estimula avanços tecnológicos no setor como um todo. Portanto, o resultado é um mercado mais dinâmico, com veículos cada vez mais eficientes e acessíveis.

Fator Montadoras tradicionais Montadoras chinesas
Autonomia Em evolução Alta, acima de 700 km
Custo Mais elevado Competitivo
Inovação Gradual Rápida e constante

O carro elétrico chinês 700 km pode dominar o futuro?

O cenário aponta para uma forte presença dessas marcas no mercado global. Além disso, a evolução constante das baterias tende a aumentar ainda mais a autonomia dos veículos.

Portanto, a tendência é que a competição se intensifique nos próximos anos. Assim, consumidores devem se beneficiar com mais opções, tecnologia avançada e preços mais acessíveis.

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Os animais escavadores que podem inspirar novas tecnologias

A Universidade de São Paulo (USP) integra um consórcio internacional de pesquisa que investiga o sistema musculoesquelético de animais escavadores e suas possíveis aplicações tecnológicas.

O estudo reúne cientistas de Brasil, Reino Unido, Bélgica e Dinamarca e busca compreender como vertebrados que utilizam a cabeça como principal ferramenta de locomoção se adaptaram ao ambiente subterrâneo — um dos comportamentos ainda menos compreendidos entre esses animais.

Intitulada “Sistema musculoesquelético de animais escavadores que começam pela cabeça: uma abordagem interdisciplinar”, a pesquisa tem como foco as anfisbenas, conhecidas popularmente como cobras-de-duas-cabeças. Esses vertebrados fossoriais utilizam a cabeça para escavar e construir galerias subterrâneas, característica central para a investigação.

O objetivo é analisar como esses animais evoluíram ao se especializar no hábito fossorial, permitindo explorar o desenvolvimento de tecnologias bioinspiradas — sistemas baseados em soluções observadas na natureza —, como robôs escavadores. O estudo também pretende identificar padrões genéticos associados ao desenvolvimento de estruturas corporais com relevância médica, incluindo aplicações em engenharia de tecidos.

Condução da pesquisa com animais escavadores

  • Para isso, os quatro laboratórios envolvidos investigam oito hipóteses por meio de diferentes abordagens, como caracterização morfológica e biomecânica do crânio, análises funcionais in vivo e genômicas, imagens em nanoescala, análises estruturais e químicas, além de estudos histológicos de tecidos moles e do movimento;
  • No Brasil, a pesquisa é coordenada pela professora Tiana Kohlsdorf, do Laboratório de Evolução e Biologia Integrativa (Lebi) da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP. “Nossa equipe é responsável pela obtenção de dados utilizando animais vivos e pelo sequenciamento de genomas para avaliar padrões em genes expressos durante o desenvolvimento embrionário”, afirma ao Jornal da USP;
  • Além do sequenciamento genômico de todas as espécies analisadas, o grupo liderado pela pesquisadora realiza testes de enterramento e mordida com indivíduos vivos encontrados no Brasil, além de produzir imagens de tomografia computadorizada a partir de materiais disponíveis em coleções herpetológicas do país;
  • A Coleção Herpetológica de Ribeirão Preto (CHRP) abriga parte das espécies utilizadas nas análises, enquanto o Centro para Documentação da Biodiversidade (CDB), sediado na FFCLRP, fornece a infraestrutura necessária para obtenção e compartilhamento de imagens;
  • “Grande parte das imagens compartilhadas dentro do consórcio internacional será obtida com material da CHRP utilizando os equipamentos do CDB”, destaca Kohlsdorf.

A equipe do Lebi inclui o pós-doutorando Vinicius Anelli, responsável pelo estudo morfofuncional e pela análise de dados biomecânicos e morfológicos, a doutoranda Laura Oliveira, dedicada à biologia do desenvolvimento do crânio, além de estudantes de iniciação científica. Há ainda a previsão de contratação de um novo pós-doutorando voltado ao sequenciamento e à anotação genômica.

Segundo Anelli, as anfisbenas apresentam adaptações específicas à vida subterrânea. “As anfisbenas são um grupo bastante diverso de répteis com escamas, que inclui mais de 200 espécies distribuídas por diversas regiões do mundo e bastante abundantes no Brasil. O interessante é que esses animais são muito especializados em viver abaixo da superfície”, afirma.

Ele explica que o corpo alongado e a ausência de membros favorecem a locomoção sob o solo. “Os corpos extremamente alongados, sem braços e pernas, facilitam a locomoção debaixo do solo e a construção de galerias, nas quais desenvolvem a maior parte de suas atividades diárias”, diz.

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Exemplo de anfisbêmia, conhecida como cobra-de-duas-cabeças
Exemplo de anfisbêmia, conhecida como cobra-de-duas-cabeças (Imagem: Richard Avery/Wikipédia)

O nome popular desses animais também está ligado à sua morfologia e comportamento. “São chamadas de cobras-de-duas-cabeças porque a ponta da cauda se assemelha à forma da cabeça e porque conseguem se deslocar tanto para frente quanto para trás”, acrescenta.

A observação desses animais, no entanto, apresenta desafios. “O que acontece debaixo do solo é de difícil acesso para ser estudado por biólogos, e um dos grandes desafios com animais fossoriais é a observação de comportamento, estratégias locomotoras e fisiológicas”, explica o pesquisador.

Outro ponto destacado é a multifuncionalidade da cabeça. “Mudanças drásticas na estrutura do crânio associadas à perfuração de solos rígidos podem impactar elementos envolvidos em outras atividades, como captura de presas e processamento de alimentos”, observa.

O projeto adota uma abordagem inédita ao integrar diferentes níveis de organização biológica, do sequenciamento genômico à medição de forças durante enterramento e mordida. “É uma abordagem completamente inédita para estudos com animais fossoriais e integra perguntas das ciências biológicas com técnicas típicas da engenharia, incluindo robótica e engenharia de materiais”, afirma Anelli.

A investigação também analisa a interação entre tecidos duros e moles. “O movimento resulta da combinação entre ossos e outras estruturas, incluindo músculos, nervos e tegumento”, explica.

Nas anfisbenas, a musculatura e a epiderme apresentam certo grau de independência, mediada por tecido conjuntivo. “Ao observar uma anfisbena se locomovendo, podemos notar que ela primeiro projeta sua musculatura e as escamas se movimentam logo em seguida, gerando um efeito de serpentina”, relata.

A integração entre ossos, músculos, tecido conjuntivo e escamas — organizadas em anéis ao redor do corpo — contribui para a capacidade escavadora do grupo. O estudo investiga a evolução dessas estratégias por meio de análises comparativas entre diferentes espécies e suas relações filogenéticas.

Entre os principais desafios estão a coleta de espécimes e a reprodução de condições subterrâneas ao longo dos três anos de duração do projeto. “As anfisbenas dificilmente são capturadas de forma abundante em um único evento de coleta. Então, precisamos estabelecer estrutura para coletar dados ao longo dos três anos do projeto sempre que tivermos acesso aos animais vivos. O acesso às diferentes escalas biológicas envolvendo equipes sediadas em quatro países diferentes também é um desafio”, afirma Anelli.

Ele também menciona o empréstimo de uma plataforma de força por um colaborador do Museu de História Natural de Paris e destaca a importância da conscientização pública. “São animais inofensivos, mas muitas vezes chegam à coleção atropelados ou mortos”, diz, referindo-se à confusão frequente com serpentes.

Além do avanço científico, o projeto busca aplicações práticas. “Ao combinar informações dos ossos, musculatura e tegumento, da macro até a nanoescala, conseguimos avaliar como a forma e a função evoluíram durante processos de especialização no hábito fossorial”, afirma Anelli.

De acordo com Mehran Moazen, da University College London (Reino Unido), pesquisador principal responsável pelas análises biomecânicas e de imagem, o uso de modelos computacionais e técnicas avançadas permite investigar a relação entre forma craniana e escavação.

“Em macroescala, nossos modelos computacionais permitem simular diferentes cenários e avaliar se os formatos de cabeça estão otimizados em resposta a propriedades do solo e da areia. Em micro e nanoescala, técnicas avançadas de imagem investigam a correlação entre fibras de colágeno, arquitetura óssea e as cargas experimentadas durante a escavação.”

Segundo Moazen, os resultados podem impactar outras áreas. “Compreender a interação entre forças, tecidos moles e estruturas ósseas em diferentes escalas pode interessar à engenharia de tecidos e ao estudo de condições que afetam articulações cranianas. Além disso, o campo da robótica macia pode se beneficiar desse conhecimento, permitindo o desenvolvimento de pequenos robôs escavadores para aplicações biomédicas, de engenharia civil e combate a incêndios”, conclui.

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Por que algumas garrafas têm o fundo “empurrado para dentro”?

Você já reparou que muitas embalagens possuem um formato diferente na base? Entender por que garrafas fundo para dentro existem ajuda a perceber detalhes importantes de segurança e engenharia. Além disso, esse design não é apenas estético, mas funcional e estratégico. Portanto, conhecer esse conceito muda a forma como você enxerga objetos do dia a dia.

Por que garrafas fundo para dentro são tão comuns?

Segundo um estudo publicado pela British Glass, o formato das garrafas é projetado para garantir resistência e estabilidade. Portanto, o fundo côncavo ajuda a distribuir melhor a pressão interna, especialmente em bebidas gaseificadas.

Além disso, esse design reduz o risco de deformações e aumenta a durabilidade da embalagem. Assim, fabricantes conseguem manter a integridade do produto durante transporte e armazenamento, evitando vazamentos ou danos.


  • 🧪 Distribuição de pressão – O fundo curvado ajuda a equilibrar forças internas do líquido.

  • 📦 Maior resistência – A estrutura evita deformações durante transporte e uso.

  • ⚖️ Estabilidade – A base mantém a garrafa firme em superfícies planas.

Esse formato influencia na segurança das garrafas?

Sim, o formato tem impacto direto na segurança. Além disso, ele reduz a possibilidade de rompimento causado pela pressão interna, principalmente em bebidas com gás, como refrigerantes.

Portanto, ao distribuir melhor as forças, o fundo côncavo evita pontos de tensão que poderiam causar rachaduras. Dessa forma, o design contribui para a proteção do consumidor e do produto.

Por que algumas garrafas têm o fundo “empurrado para dentro”?
O formato curvado distribui a pressão e aumenta a segurança do consumidor – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Quais são as vantagens do design com fundo para dentro?

Entre os principais benefícios, está a economia de material na fabricação. Além disso, o formato permite criar embalagens mais leves sem comprometer a resistência estrutural.

Contudo, também há ganhos logísticos, pois garrafas mais resistentes sofrem menos danos durante o transporte. Portanto, o design reduz perdas e melhora a eficiência na cadeia de distribuição.

Vantagem Impacto Resultado
Resistência estrutural Menos deformações Maior durabilidade
Economia de material Uso otimizado de plástico Redução de custos
Segurança Menor risco de ruptura Proteção ao consumidor

Todas as garrafas fundo para dentro seguem o mesmo padrão?

Nem todas seguem exatamente o mesmo formato. Além disso, o design varia conforme o tipo de bebida e o material da embalagem, como vidro ou plástico.

Portanto, garrafas de bebidas gaseificadas costumam ter um fundo mais pronunciado. Já embalagens de água podem apresentar variações menores, mas ainda utilizam o conceito para garantir estabilidade e resistência.

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Lagarto de cabeça laranja surpreende cientistas após viver escondido nas rochas

O deserto australiano acaba de revelar uma joia da biodiversidade: o monitor rochoso-de-cabeça-laranja. Esta nova espécie de lagarto impressiona cientistas por suas cores neon e por ter permanecido oculta em fendas de pedra por milênios. A descoberta reforça a necessidade de proteger os habitats remotos da Austrália.

Como o monitor rochoso-de-cabeça-laranja foi descoberto pelos pesquisadores?

Segundo um estudo realizado pela University of Adelaide, a identificação foi possível através de análises genéticas profundas. Os cientistas compararam amostras de DNA de diversas populações de lagartos que antes eram agrupadas sob uma única categoria taxonômica geral, revelando linhagens distintas.

A vida isolada em fendas rochosas profundas permitiu que esses répteis passassem despercebidos por tanto tempo diante dos olhos humanos. Essa barreira física e biológica garantiu que a espécie evoluísse de forma independente nas paisagens áridas e acidentadas do noroeste do país, longe de predadores comuns e interferências.

🦎 Fase de Campo: Expedições coletaram espécimes em áreas remotas do Kimberley e Território do Norte.

🧬 Sequenciamento Genético: Análise de DNA confirmou que o animal pertence a uma espécie nunca antes descrita.

📑 Publicação Científica: Reconhecimento oficial da espécie nos registros globais de biodiversidade reptiliana.

Quais as características do monitor rochoso-de-cabeça-laranja?

O traço físico que mais salta aos olhos é a coloração laranja vibrante em sua cabeça, que se assemelha a um tom neon brilhante. Esse padrão visual único contrasta fortemente com o corpo escuro, servindo provavelmente para sinalização social entre indivíduos e reconhecimento dentro da própria espécie.

Lagarto-monitor-de-cabeça-laranja (Varanus umbra) na savana no norte de Queensland – (Foto cedida por Stephen Zozaya)

Adaptado perfeitamente ao seu ambiente, este lagarto possui garras afiadas e um corpo achatado que facilita a entrada rápida em rachaduras estreitas. Essas características morfológicas são essenciais para escapar de predadores aéreos e regular a temperatura corporal nas pedras escaldantes do deserto.

  • Pigmentação: Cabeça em laranja neon com manchas dorsais claras.
  • Porte: Comprimento médio de 25 cm, ideal para agilidade em fendas.
  • Escalador: Garras adaptadas para aderência em superfícies verticais de arenito.
  • Temperamento: Animal extremamente arisco e dependente de abrigos térmicos.

Onde o monitor rochoso costuma se esconder no deserto?

Esses animais são especialistas em habitar afloramentos de arenito, conhecidos por serem labirintos naturais de pedras milenares. Nessas estruturas, eles encontram microclimas mais frescos e protegidos do sol escaldante, essenciais para sua sobrevivência biológica e manutenção de energia.

A restrição a esse habitat específico torna o lagarto extremamente vulnerável a mudanças ambientais e à possível invasão humana ou industrial. A preservação dessas formações rochosas é, portanto, a única forma de garantir que a nova espécie continue a prosperar e se reproduzir com sucesso.

Fator de Análise Detalhes da Espécie
Dieta Insetos e pequenos invertebrados rochosos
Ameaças Mudanças climáticas e tráfico de animais
Proteção Monitoramento por órgãos ambientais australianos

Por que essa descoberta é considerada um marco para a ciência?

Catalogar uma nova espécie em pleno século XXI prova que a natureza ainda guarda mistérios monumentais escondidos em áreas isoladas. Essa descoberta incentiva novos investimentos em pesquisas de campo e tecnologias de mapeamento genético para desvendar outras linhagens que permanecem ocultas.

Além disso, o reconhecimento oficial permite que órgãos ambientais criem leis de proteção específicas para a área geográfica habitada pelo animal. Sem o nome científico, o réptil estaria legalmente invisível e desprotegido contra a exploração comercial ou a degradação acelerada do solo australiano.

Como o monitoramento genético ajuda a proteger esses répteis?

O uso de ferramentas moleculares permite identificar a saúde genética das populações e o nível de isolamento entre os grupos descobertos. Esses dados são fundamentais para estratégias de conservação que visam evitar a extinção por baixa diversidade genética ou cruzamentos endogâmicos.

O mapeamento também auxilia no combate ao tráfico de animais exóticos, permitindo rastrear a origem exata de espécimes apreendidos ilegalmente. Assim, a ciência atua como uma linha de defesa crucial para a integridade da fauna selvagem e para a manutenção dos ecossistemas mais frágeis do planeta.

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Disney+: lançamentos da semana (23 a 29 de março)

Toda semana, o Olhar Digital destaca as novidades do Disney+ no Brasil. Entre os dias 23 e 29 de março de 2026, o streaming traz episódios de produções bastante aguardadas.

Nesta atualização, o streaming da Disney recebe o primeiro episódio da nova temporada de Demolidor: Renascido. Além disso, o filme Família de Aluguel chega ao streaming do Mickey.

Lançamentos do Disney+ de 23 a 29 de março de 2026

Confira abaixo mais detalhes sobre os lançamentos da semana no Disney+ entre 23 e 29 de março de 2026:

Segunda-feira – 23/03

  • Paradise — Temporada 2, Episódio 7
    • Série (2 Temporadas) | Original do Hulu | Ação | Drama | Suspense | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Na segunda temporada de Paradise, Xavier (Sterling K. Brown) parte em uma jornada pelo mundo em busca de Teri e passa a entender como a humanidade sobreviveu nos três anos desde “O Dia”. De volta a Paradise, a harmonia na comunidade começa a ruir enquanto o bunker lida com as consequências da primeira temporada e novos segredos sobre as origens da cidade são revelados. A série é estrelada por Sterling K. Brown, Julianne Nicholson, Sarah Shahi, Nicole Brydon Bloom, Krys Marshall, Enuka Okuma, Aliyah Mastin, Percy Daggs IV e Charlie Evans. Com a participação especial de Shailene Woodley, Thomas Doherty, Raymond Cham Jr., Michael McGrady, Timothy Omundson e Patrick Fischler.

Terça-feira – 24/03

  • Demolidor: Renascido — Temporada 2, Episódio 1
    • Série (2 Temporadas) | Original Marvel Television | Aventura | Ação | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • O prefeito Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) destrói a cidade de Nova York enquanto persegue o inimigo público número um, o vigilante de Hell’s KItchen conhecido como Demolidor. Mas, por trás da máscara com chifres, Matt Murdock (Charlie Cox) tentará contra-atacar das sombras para derrubar o império corrupto do Rei do Crime e retomar seu lar. Resista. Rebele-se. Reconstrua.

Quarta-feira – 25/03

  • Família de Aluguel
    • Filme | Comédia | Drama | Ano de Produção: 2025 (Japão)
    • Ambientado na Tóquio dos dias de hoje, FAMÍLIA DE ALUGUEL segue um ator americano (Brendan Fraser) que luta para encontrar seu propósito de vida, até conseguir um emprego inusitado: ele se junta a uma agência japonesa de “famílias de aluguel”, interpretando papéis substitutos para estranhos. À medida que mergulha no mundo de seus clientes, ele começa a forjar laços genuínos que confundem os limites da ficção e realidade. Lidando com as complexidades morais de seu trabalho, ele redescobre propósito, pertencimento e a beleza silenciosa da conexão humana.
  • 9-1-1: Nashville — Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Ação | Drama | Ano de Produção: 2025 (EUA)
    • 9-1-1: Nashville, a nova série da franquia, é um eletrizante drama de ação sobre socorristas heroicos e sua saga familiar de poder e glamour, ambientada em uma das cidades mais diversas e dinâmicas dos Estados Unidos. 

Sexta-feira – 27/03

  • Mike & Nick & Nick & Alice
    • Filme | Ação | Comédia | Policial | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • MIKE & NICK & NICK & ALICE é uma combinação hilária e estilizada de comédia e ação, para maiores de 18 anos, sobre dois gângsteres e a mulher que amam tentando sobreviver à noite mais perigosa de suas vidas. Como se isso já não fosse o bastante, um ingrediente completamente insano entra na mistura: uma máquina do tempo. O filme é estrelado por Vince Vaughn, James Marsden, Eiza González, Keith David, Jimmy Tatro, Stephen Root, Lewis Tan, Ben Schwartz, Emily Hampshire e Arturo Castro.
  • História De Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette — Final de Temporada
    • Série | Original do FX | Biografia | Drama | Romance | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Foi uma história de amor que capturou a atenção de todo um país: John F. Kennedy Jr. (Paul Anthony Kelly) era o mais próximo que os Estados Unidos tinham de uma realeza. A nação o viu crescer, de menino a solteiro cobiçado e figura constante nos holofotes. Já Carolyn Bessette (Sarah Pidgeon) era uma estrela que brilhava por si só. Ferozmente independente e dona de um estilo único, ela passou de assistente de vendas a executiva da Calvin Klein, tornando se uma confidente de seu fundador homônimo. A conexão entre John e Carolyn foi imediata, elétrica e inegável. À medida que sua história de amor se desenrolava sob o olhar do público, a fama intensa e a atenção constante da mídia ameaçavam separá-los. Estrelada por Grace Gummer (Caroline Kennedy), Naomi Watts (Jackie Kennedy Onassis), Alessandro Nivola (Calvin Klein), Leila George (Kelly Klein), Sydney Lemmon (Lauren Bessette) e Constance Zimmer (Ann Marie Messina), História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette narra a complexa e emocionante trajetória de um casal cujo amor privado se tornou uma obsessão nacional.

Sábado – 28/03

  • Outlander — Temporada 8, Episódio 4
    • Série (8 Temporadas) | Aventura | Drama | Fantasia | Romance | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Na oitava e última temporada de Outlander, Jamie (Sam Heugan) e Claire (Caitriona Balfe) descobrem que a guerra os seguiu até seu lar em Fraser’s Ridge, agora um assentamento próspero que cresceu e floresceu em sua ausência. Com as novas chegadas e mudanças ocorridas ao longo dos anos em que estiveram fora, os Fraser se veem diante do dilema do que estão dispostos a sacrificar pelo lugar que chamam de lar e o que estariam dispostos a abrir mão para permanecer juntos. Enquanto os Fraser mantêm uma frente unida contra os invasores, segredos de família que finalmente vêm à tona ameaçam dividi-los por dentro. Embora tenham deixado para trás a guerra pela independência dos Estados Unidos, sua luta por Fraser’s Ridge está apenas começando.

Domingo – 29/03

  • Rooster Fighter Temporada 1, Episódio 3
    • Série (1 Temporada) | Ação | Comédia | Ano de Produção: 2026 (Japão)
    • Keiji é muito mais do que um galo comum: ele é o maior defensor da humanidade! Quando criaturas estranhas surgem de repente e começam a atacar, ele as enfrenta de frente, ainda zombando: “Vocês fazem minha crista arrepiar!”. Seus adversários podem ter a altura de um prédio de dez andares, mas nada é maior do que seu coração corajoso e seu temível grito de batalha: Kokekokko!

Esportes no Disney+

Durante o mês de março, a ESPN transmite alguns dos principais eventos esportivos do mundo no Disney+.

Na La Liga, o período entre 2 e 22 marca a reta decisiva, com destaque para o clássico entre Real Madrid x Atlético de Madrid na rodada-chave. A Serie A entra na fase final entre 1 e 22 de março, com jogos simultâneos e grande peso de cada ponto. Já a Premier League terá três rodadas completas no período, com disputas intensas tanto pelo topo quanto contra o rebaixamento. 

Na NBA, março encaminha o desfecho da temporada regular, definindo posições finais e vagas nos playoffs e no play-in de abril.

No tênis, o Indian Wells (ATP/WTA 1000), entre 4 e 15 de março, é um dos torneios mais importantes do calendário e distribui pontos decisivos para o ranking mundial.

Pela Copa Conmebol Libertadores, ocorre a terceira fase preliminar do torneio, que define os últimos classificados para a fase de grupos, cujo sorteio também acontece no mês.

No Brasil, O Campeonato Brasileiro Série B começa em 21 de março, com a rodada inaugural abrindo a disputa por pontos rumo ao acesso, que ao fim da temporada garantirá vagas na Série A de 2027.

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Netflix: lançamentos da semana (23 a 29 de março)

O Olhar Digital traz os principais lançamentos da Netflix semanalmente. Nesta semana, você confere as produções que chegam ao catálogo do streaming entre 23 e 29 de março de 2026.

Dentre as estreias, os assinantes poderão assistir a nova série Algo Horrível Vai Acontecer. Também chega ao catálogo da Netflix a série norueguesa Os Casos de Harry Hole.

Lançamentos da Netflix de 23 e 29 de março de 2026

Confira abaixo a lista completa de lançamentos da Netflix no período entre 23 e 29 de março de 2026:

Segunda-feira – 23/03

  • Inside — Temporada 3
    • Série (3 Temporadas) | Original Netflix | Reality Show | Ano de Produção: 2026 (Reino Unido)
    • Uma casa, um milhão de libras e muitos influenciadores. Criadores de conteúdo enfrentam desafios de tirar o fôlego, disputando um prêmio gigantesco neste reality dos Sidemen, os YouTubers virais.

Terça-feira – 24/03

  • Partiu Texas! — Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Original Netflix | Relity Show | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
    • Partiu Texas! acompanha Lee Seo-jin e o produtor Nah Yung-suk em uma jornada espontânea e sem roteiro pelos Estados Unidos. Lee Seo-jin viaja como se o país fosse o quintal de casa, sempre ao lado de amigos que o seguem por impulso e com total confiança nele. Juntos, eles exploram Dallas, a cidade em que Lee Seo-jin sonha em morar depois que se aposentar. Famoso por criar realities naturalmente cativantes, Nah Yung-suk e sua equipe têm fãs que estão loucos para conferir esta aventura.
  • Espíritos 2: Você Nunca Está Sozinho (filme)
  • Phobia (filme)
  • O Mal Está à Sua Espera (filme)
  • Jeff Ross: Take a Banana for the Ride (stand-up)

Quarta-feira – 25/03

  • Heartbreak High: Onde Tudo Acontece — Temporada 3
    • Série (3 Temporadas) | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Austrália)
    • A turma do último ano do Colégio Hartley está prestes a se formar e embarcar com tudo na vida adulta. Mas, após uma tentativa de vingança dar errado, Amerie e os amigos precisam enterrar seus segredos para não perder tudo.
  • Homicídio — Temporada 3
    • Série (3 Temporadas) | Original Netflix | Documental | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • “Homicídio”, uma produção da Wolf Entertainment e da Alfred Street Industries, está de volta para revisitar alguns dos crimes mais notórios da cidade que nunca dorme. Nesta série documental, uma equipe de detetives de elite do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) revive as investigações mais marcantes de suas carreiras. Estas são as histórias deles.
  • Noite de Abertura da MLB: Yankees vs. Giants (ao vivo: pré-jogo às 20h, jogo às 21h)
    • Especial | Original Netflix | Ao Vivo | Esporte | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • O New York Yankees, sob o comando de Aaron Judge, eleito All-Star sete vezes e três vezes jogador mais valioso da Liga Americana, encarará o San Francisco Giants, de Rafael Devers, que já foi selecionado All-Star três vezes. O jogo de Noite de Abertura da MLB será transmitido ao vivo na Netflix na quarta-feira, 25 de março de 2026.
  • Uma Mulher Diferente (filme)
  • Movimento de Jesus (filme)

Quinta-feira – 26/03

  • Algo Horrível Vai Acontecer — Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Original Netflix | Mistério | Drama | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Algo Horrível Vai Acontecer é uma série de terror sobre um casamento. A história acompanha a noiva e o noivo na semana anterior ao malfadado matrimônio. Não é spoiler. É só ler o título!
  • A Promotora
    • Minissérie | Original Netflix | Documental | Ano de Produção: 2026 (México)
    • Esta série documental acompanha a primeira diretora do Departamento de Feminicídio da Cidade do México, uma nova divisão dedicada a acabar com a violência contra as mulheres.
  • Os Casos de Harry Hole — Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Original Netflix | Suspense | Mistério | Drama | Ano de Produção: 2026 (Noruega)
    • Criada por Jo Nesbø, um dos maiores escritores de ficção policial, “Detective Hole” é um mistério de assassinato em série conduzido pelo famoso anti-herói Harry Hole. A série retrata a trama de dois policiais – supostos colegas – que operam em lados opostos da lei. Ao longo de toda a primeira temporada, Harry tem embates com seu adversário de longa data, Tom Waaler, um policial corrupto. Harry é um investigador de homicídios brilhante, mas atormentado por seus próprios demônios. Conforme esses dois personagens percorrem a linha tênue da ética do sistema penal, Harry precisa fazer tudo o que puder para pegar um assassino em série e levar Waaler perante a justiça antes que seja tarde demais.
  • Desligue!
    • Filme | Original Netflix | Suspense | Drama | Ano de Produção: 2026 (Tailândia)
    • Um grupo de mulheres cai em um golpe por telefone, e a polícia não ajuda. Determinadas a reconquistar suas vidas, elas se unem para investigar e fazer justiça com as próprias mãos.

Sexta-feira – 27/03

  • BTS: O Reencontro
    • Filme | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
    • Este documentário em longa-metragem acompanha o aguardadíssimo retorno da realeza do pop: o BTS. Com direção do aclamado Bao Nguyen (“O Freelancer: O Homem Por Trás da Foto”, “A Noite que Mudou o Pop”) e produção das renomadas This Machine (Martha, Karol G) e HYBE, o filme oferece acesso inédito ao grupo, acompanhando o BTS nos preparativos para a reunião que promete entrar para a história da cultura pop, ao mesmo tempo em que refletem sobre a jornada que transformou estes jovens coreanos em ícones globais. Desde a estreia em 2013, o BTS construiu uma das comunidades de fãs mais apaixonadas do mundo. Após cumprirem o serviço militar obrigatório na Coreia do Sul, os sete se reúnem em Los Angeles para voltar a fazer música, retomando um espaço criativo transformado pelo tempo que passaram separados e pelas mudanças pessoais na vida de cada um. Enquanto milhões de fãs aguardam o retorno da década, o BTS encara questões íntimas e profundas: como recomeçar, honrar o passado sem ficar preso a ele e seguir em frente juntos. Entre momentos de dúvida, risadas e redescoberta, eles criam novas músicas que refletem quem são hoje. O resultado é um álbum que tem tudo para virar um marco de sua era. Intimista, emocionante e cheio de alegria, “BTS: O Reencontro” é uma história de resiliência, fraternidade e reinvenção.
  • O Predador de Sevilha — Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Original Netflix | Documental | Ano de Produção: 2026 (Espanha)
    • Durante muitos anos, Manuel Blanco foi conhecido por estudantes estrangeiros como “Manu White”, um guia simpático que organizava viagens baratas pela Espanha. Mas essa imagem alegre escondia uma história sombria. O caso veio à tona quando várias mulheres começaram a conectar experiências de abuso que pareciam não estar relacionadas.
  • 53 Domingos
    • Filme | Original Netflix | Comédia | Drama | Ano de Produção: 2026 (Espanha)
    • Três irmãos se reúnem para decidir o que fazer com o pai de 86 anos, que começou a se comportar de um jeito bem peculiar. Será que eles devem mandá-lo a uma casa de repouso? Ou é melhor levá-lo para morar com um dos filhos? O que começa como uma pacata reunião de família logo se transforma em uma situação inusitada, engraçada e totalmente fora de controle.
  • Imóveis de Luxo em Família — Temporada 6
    • Série (6 Temporadas) | Original Netflix | Reality Show | Ano de Produção: 2026 (França)
    • Entre bebês, casamentos, novos horizontes e grandes mudanças, a família Kretze vende imóveis ainda mais luxuosos, de Mykonos à Cidade do Cabo, de Portofino e Hong Kong.
  • Não Se Preocupe, Querida (filme)

Sábado – 28/03

  • Os Mercenários 4 (filme)
  • Serra Pelada (filme)
  • Jesus (série)

Domingo – 29/03

  • Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: O Começo (filme)

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Um rio surgiu no deserto e o motivo vai além da engenharia

O projeto de um rio artificial no Egito está chamando atenção global por sua inovação e impacto ambiental. Além disso, essa iniciativa redefine o uso sustentável de recursos hídricos em regiões áridas. Portanto, entender como o rio artificial Egito funciona ajuda a visualizar soluções futuras. Contudo, o destaque vai além da engenharia, envolvendo também a criação de um ecossistema próprio.

Como surgiu o rio artificial Egito?

O desenvolvimento desse projeto começou como resposta à escassez hídrica crescente no país. Segundo dados divulgados pela ReWaterMENA o reaproveitamento de águas residuais tornou-se prioridade estratégica para garantir segurança hídrica e alimentar.

Além disso, engenheiros e cientistas colaboraram para transformar um problema em solução sustentável. Portanto, o projeto evoluiu rapidamente, integrando tecnologia de tratamento avançado e planejamento ecológico.

Planejamento inicial: Estudos identificaram a viabilidade do uso de águas residuais tratadas.

Desenvolvimento: Implementação de sistemas avançados de filtragem e purificação.

Consolidação: Formação de um ecossistema funcional ao longo dos 35 km do rio.

Por que o rio artificial Egito é inovador?

Esse projeto se destaca por transformar águas residuais em um recurso valioso. Além disso, ele reduz o desperdício e contribui diretamente para a sustentabilidade ambiental em larga escala.

Contudo, o diferencial está na criação de um ecossistema próprio ao redor do rio. Portanto, plantas e animais começaram a se estabelecer, mostrando que é possível restaurar a vida mesmo em ambientes artificiais.

Um rio surgiu no deserto e o motivo vai além da engenharia
Criação de ecossistema funcional promove biodiversidade ao longo do rio artificial – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Quais são os impactos ambientais do projeto?

Os impactos positivos incluem a redução da poluição hídrica e o reaproveitamento eficiente de recursos. Além disso, o projeto ajuda a combater a desertificação em áreas próximas.

Por outro lado, especialistas monitoram continuamente possíveis riscos ecológicos. Contudo, os resultados iniciais indicam equilíbrio crescente entre intervenção humana e natureza.

Aspecto Impacto Positivo Observação
Água Reaproveitamento eficiente Reduz desperdício
Ecossistema Criação de habitat Biodiversidade crescente
Solo Combate à desertificação Melhora agrícola

Esse modelo pode ser replicado em outros países?

Sim, diversos especialistas consideram o modelo adaptável para regiões com escassez hídrica. Além disso, países com alta produção de águas residuais podem se beneficiar diretamente dessa abordagem.

Portanto, o projeto inspira novas soluções globais para gestão da água. Contudo, cada região precisa adaptar a tecnologia às suas condições climáticas e sociais.

Leia mais:

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Arsenal x Manchester City: onde assistir, horário e escalação da Copa da Liga Inglesa

Neste domingo (22), Arsenal e Manchester City se enfrentam na final da Copa da Liga Inglesa. A bola rola às 13h30 (horário de Brasília) no Estádio Wembley, na Inglaterra.

  • Arsenal x Manchester City:
    • Competição: Copa da Liga Inglesa
    • Rodada: Final
    • Data: 22/03 (domingo)
    • Horário: 13h30 (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio Wembley, na Inglaterra

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir final entre Arsenal x Manchester City?

O duelo entre Arsenal e Manchester City será transmitido ao vivo pela ESPN (TV fechada) e pelo Disney+ (streaming).

Prováveis escalações e arbitragem

  • Arsenal: David Raya; Jurrien Timber, William Saliba, Gabriel Magalhães e Hincapié; Martin Zubimendi, Declan Rice e Eberechi Eze; Bukayo Saka, Viktor Gyökeres e Gabriel Martinelli.
    • Técnico: Mikel Arteta.
  • Manchester City: Donnarumma; Matheus Nunes, Ruben Dias (Khusanov), Guéhi e Ait-Nouri; Rodri, O’Reilly e Bernardo Silva; Cherki, Haaland e Doku.
    • Técnico: Pep Guardiola.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Arsenal e Manchester City na Copa da Liga Inglesa

O Arsenal é líder da Premier League com 70 pontos, com larga vantagem para o 2º colocado, e avançou para as quartas de final da Champions League após superar o Bayer Leverkusen por 3×1. Na Copa da Liga Inglesa, os Gunners somam quatro vitórias e um empate.

Do outro lado, o Manchester City está na 2ª posição da Premier League, com 61 pontos, mas foi eliminado da Champions pelo Real Madrid nas oitavas de final.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje!

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A China desafia as leis naturais e vai instalar uma megausina de 1 km no espaço

A China está avançando em um projeto audacioso que parece saído de um filme de ficção científica: a construção de uma usina solar no espaço. A iniciativa visa posicionar uma estrutura gigantesca na órbita terrestre para captar energia solar de forma ininterrupta, contornando as limitações climáticas do planeta. Essa tecnologia promete ser o pilar de uma nova era de sustentabilidade global e independência energética.

Como funcionará a cronologia da usina solar no espaço chinesa?

De acordo com um estudo detalhado pelo South China Morning Post, o cronograma para a implementação dessa megaestrutura foi antecipado para acelerar a liderança tecnológica do país. O plano consiste em enviar módulos experimentais para testar a transmissão de energia via micro-ondas, garantindo que o fluxo de eletricidade chegue à Terra sem perdas significativas durante o trajeto orbital.

A construção em larga escala exige uma logística sem precedentes, envolvendo dezenas de lançamentos de foguetes pesados para transportar os componentes até a órbita geoestacionária. Uma vez montada, a usina operará a 36 mil quilômetros de altitude, captando a luz solar de forma constante, sem sofrer interferência de nuvens ou do ciclo noturno terrestre.

🚀 Fase 1: Testes em Órbita: Lançamento de satélites menores para validar a conversão de luz em micro-ondas de baixa potência.

🛰️ Fase 2: Montagem Modular: Envio de robôs autônomos para acoplar os painéis fotovoltaicos e formar a estrutura de 1 km.

🌍 Fase 3: Operação Comercial: Conexão definitiva com a rede elétrica terrestre, fornecendo gigawatts de energia limpa contínua.

Quais são os principais desafios técnicos deste projeto monumental?

O maior obstáculo reside na escala física da estrutura, que deve ter cerca de um quilômetro de extensão para ser economicamente viável. Manter a estabilidade orbital de um objeto tão vasto, enquanto ele é bombardeado por radiação solar e detritos espaciais, exige sistemas de propulsão e manutenção robótica extremamente avançados e precisos.

Além da montagem, o direcionamento do feixe de energia é uma tarefa crítica para a segurança e eficiência do sistema. O feixe de micro-ondas precisa ser focado com precisão milimétrica em uma antena receptora no solo, garantindo que a radiação não se disperse e atinja áreas povoadas ou interfira em sistemas de comunicação via satélite.

  • Desenvolvimento de materiais ultraleves e resistentes ao vácuo espacial.
  • Criação de algoritmos de inteligência artificial para montagem autônoma.
  • Minimização da perda energética durante a transmissão atmosférica.
  • Redução drástica do custo de lançamento por quilo de carga útil.
A China desafia as leis naturais e vai instalar uma megausina de 1 km no espaço
Estrutura de um quilômetro exige manutenção robótica e estabilidade em órbita – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Qual é o impacto esperado da usina solar no espaço na matriz energética?

Diferente das fazendas solares tradicionais, a usina solar no espaço pode operar com 99% de disponibilidade ao longo de todo o ano. Isso significa que ela pode atuar como uma fonte de energia de base, substituindo usinas térmicas e nucleares, fornecendo eletricidade constante sem as intermitências causadas pelo clima ou pela rotação da Terra.

A densidade energética captada no espaço é até oito vezes superior à captada na superfície, devido à ausência de filtragem atmosférica. Com a consolidação dessa tecnologia, a China e outros países investidores poderão alcançar metas de neutralidade de carbono muito antes do previsto, revolucionando o mercado global de créditos de energia limpa.

Critério de Comparação Solar Terrestre Solar Espacial
Horas de Geração 8 a 12 horas/dia 24 horas/dia
Fator de Eficiência Dependente do Clima Invariável (Vácuo)
Impacto Visual Grande área ocupada Mínimo (Apenas antena)

Como a China pretende gerenciar a segurança da transmissão de energia?

A segurança é a prioridade número um para os engenheiros envolvidos no projeto de transmissão por micro-ondas. O sistema utilizará feixes de baixa densidade energética distribuídos por uma vasta área de recepção no solo, o que impede que a radiação cause danos a seres vivos ou equipamentos eletrônicos que cruzem acidentalmente o caminho do sinal.

Além disso, existem protocolos de desligamento automático caso o feixe perca o alinhamento com a base receptora. A tecnologia de “feixe reverso” garante que a usina no espaço só transmita energia quando receber um sinal piloto vindo diretamente da estação terrestre, eliminando o risco de desvios acidentais para zonas não autorizadas.

Quais serão os próximos passos para a viabilidade comercial do projeto?

Nos próximos cinco anos, a China focará na redução dos custos de lançamento através da criação de foguetes totalmente reutilizáveis, como o modelo Longa Marcha 9. A economia de escala é vital para transformar o protótipo orbital em um negócio lucrativo que possa competir com as fontes de energia tradicionais no mercado internacional.

A colaboração com outras agências espaciais e a criação de uma regulamentação internacional para o uso de energia orbital também estão na pauta. Ao estabelecer padrões globais de segurança e operação, o governo chinês espera atrair investimentos externos e transformar o espaço no maior campo de colheita energética da história da humanidade.

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RB Bragantino x Botafogo: onde assistir, horário e escalação do Brasileirão

Neste sábado (21), RB Bragantino e Botafogo se enfrentam pela 8ª rodada do Brasileirão 2026. A bola rola às 16h (horário de Brasília) no Estádio Cícero de Souza Marques, Bragança, SP.

  • RB Bragantino x Botafogo:
    • Competição: Brasileirão 2026
    • Rodada: 8ª
    • Data: 21/03 (quarta-feira)
    • Horário: 16h (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio Cícero de Souza Marques, Bragança, SP.

CONFIRA A AGENDA DE JOGOS DOS PRÓXIMOS DIAS!

Onde assistir RB Bragantino x Botafogo no Brasileirão?

O duelo entre RB Bragantino x Botafogo terá transmissão pelo canal pay-per-view Premiere e pelo canal de TV fechada SporTV.

Prováveis escalações

  • RB Bragantino: Cleiton; Andrés Hurtado, Alix Vinícius, Gustavo Marques e Cauê; Gabriel, Gustavinho e Rodriguinho; Henry Mosquera, Herrera e Eduardo Sasha.
    • Técnico: Vagner Mancini.
  • Botafogo: Raul; Vitinho, Alexander Barboza, Bastos e Alex Telles; Danilo, Edenílson e Montoro; Artur (Barrera), Matheus Martins e Júnior Santos.
    • Técnico: Martín Anselmi.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Lucas Casagrande (PR).
    • Assistentes: Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) e Andrey Luiz de Freitas (PR).
    • Quarto Árbitro: Diego da Costa Cidral (SC).
    • VAR: Daniel Nobre Bins (RS).

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

RB Bragantino e Botafogo no Brasileirão

O Red Bull Bragantino é o 12º, com oito pontos, e vive instabilidade. A campanha irregular inclui duas vitórias, dois empates e três derrotas, além de cinco jogos sem vencer. No Nabi Abi Chedid, o time vê chance de reagir e retomar a briga por competições continentais.

O Botafogo vive situação crítica: é o 18º, com três pontos. Com uma vitória e quatro derrotas, soma quatro tropeços nos últimos cinco jogos. Sob forte pressão, pontuar fora de casa virou questão de sobrevivência para tentar conter a crise.

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

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Jornal afirma que marinheiro revelou posição de porta-aviões francês com um app

Um marinheiro francês expôs, involuntariamente, a localização de um porta-aviões da França ao manter ativado o aplicativo de exercícios Strava durante uma corrida a bordo da embarcação. As informações foram divulgadas pelo jornal Le Monde nesta quinta-feira (19).

Segundo a publicação, no dia 13 de março, às 10h35, o militar percorreu pouco mais de sete quilômetros em cerca de 35 minutos enquanto utilizava um relógio conectado ao aplicativo. Ao compartilhar os dados da atividade física, ele também tornou pública a localização quase exata do porta-aviões Charles de Gaulle, que operava no Mar Mediterrâneo, a noroeste do Chipre e a aproximadamente 100 quilômetros da costa da Turquia.

Embora a presença do grupo aeronaval francês na região já fosse conhecida, a divulgação de sua posição precisa é considerada uma falha grave em um contexto de guerra, no qual a localização de forças militares é um dado estratégico essencial. No início do mês, em 3 de março, o presidente Emmanuel Macron havia anunciado o envio da força poucos dias após o início do conflito no Oriente Médio.

Tela do app Strava
App entregou “de bandeja” a localização do porta-aviões (Imagem: Reprodução/Strava)

Episódio piora tensões

  • O episódio ocorre em meio a tensões crescentes na região;
  • A França registrou recentemente sua primeira baixa confirmada no conflito, apesar de não participar diretamente dos combates;
  • O suboficial Arnaud Frion morreu após um ataque de grupos pró-Irã na região de Erbil, no Iraque. Além disso, bases francesas já foram alvo de mísseis iranianos;
  • De acordo com o Le Monde, os dados públicos do perfil do marinheiro permitem reconstituir parte dos deslocamentos do porta-aviões e de sua escolta nas últimas semanas;
  • Em fevereiro, registros indicam atividades em alto-mar próximo à costa francesa. Dias depois, o militar aparece em terra, em Copenhague (Dinamarca), durante uma escala.

Leia mais:

Já em 13 de março, os dados o situam nas proximidades de Chipre — informação posteriormente confirmada por imagens de satélite. Em um dos registros, captado pouco mais de uma hora após a corrida, é possível identificar o formato característico do navio, que possui 262 metros de comprimento.

O trajeto registrado pelo relógio mostra voltas em alto-mar, possivelmente realizadas a bordo de uma embarcação em movimento. O percurso aparece a cerca de seis quilômetros do ponto onde o porta-aviões foi fotografado. Essa diferença pode ser explicada tanto pelo deslocamento do navio quanto pela possibilidade de o militar estar em uma embarcação da escolta.

Em ambos os cenários, segundo o jornal, o compartilhamento público das atividades físicas foi suficiente para permitir a identificação da localização do grupo naval em tempo quase real.

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