Jean-Paul Sartre, filósofo: “Não importa o que fizeram com você, o que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”

A frase da filosofia de Sartre ecoa como um convite à responsabilidade pessoal e à liberdade. Ao afirmar que não importa o que fizeram com você, mas sim o que você faz com isso, o pensamento ganha força prática. Além disso, essa ideia atravessa gerações e continua relevante em momentos de crise. Portanto, compreender esse princípio pode transformar decisões e atitudes no dia a dia.

O que a filosofia de Sartre ensina sobre liberdade?

Segundo a Stanford Encyclopedia of Philosophy sobre Sartre, a liberdade constitui uma característica inevitável da realidade humana, mesmo quando o indivíduo enfrenta condições adversas. Além disso, o filósofo sustenta que não há uma essência previamente determinada, pois cada pessoa se define por meio de suas escolhas e ações ao longo do tempo. Portanto, o passado não possui força absoluta para determinar o presente, já que seu significado depende das decisões atuais do sujeito.

Contudo, essa condição de liberdade implica necessariamente angústia, uma vez que o indivíduo se reconhece como responsável por seus atos e pela direção de sua própria existência. Ainda assim, assumir essa responsabilidade é o que permite uma vida autêntica e consciente. Dessa forma, o pensamento sartreano indica que, mesmo diante de limitações externas, o ser humano sempre participa ativamente da construção de si e do sentido de sua trajetória.

Conceito Explicação Filosófica Aplicação Prática
Liberdade inevitável O ser humano sempre possui capacidade de escolha, independentemente das circunstâncias Assumir decisões mesmo em situações difíceis
Ausência de essência prévia A identidade é construída ao longo do tempo por meio das ações Criar novos caminhos sem se prender ao passado
Responsabilidade total Cada escolha define quem o indivíduo se torna Evitar culpar fatores externos pelas decisões
Angústia existencial Surge da consciência da liberdade e da responsabilidade Usar a reflexão como guia para decisões conscientes
Autenticidade Viver de acordo com escolhas assumidas conscientemente Agir com coerência entre valores e atitudes

Por que o passado não define quem você é?

Embora experiências passadas influenciem comportamentos, elas não determinam o futuro. Além disso, Sartre defende que o ser humano sempre tem a possibilidade de escolher novos caminhos. Portanto, o passado é apenas um ponto de partida, não um destino final.

Por outro lado, muitas pessoas se prendem a acontecimentos antigos como justificativa para não agir. Contudo, essa postura limita o crescimento pessoal. Assim, ao assumir a responsabilidade pelas escolhas atuais, é possível ressignificar qualquer experiência vivida.

Jean-Paul Sartre, filósofo: "Não importa o que fizeram com você, o que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”
Decisões tomadas no presente permitem ressignificar o passado e criar novas trajetórias. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Como aplicar a filosofia de Sartre na vida prática?

Aplicar a filosofia sartreana começa com pequenas decisões conscientes no cotidiano. Além disso, é importante refletir antes de agir, entendendo que cada escolha molda a própria identidade. Portanto, assumir a autoria da própria vida se torna essencial.

Da mesma forma, enfrentar desafios com responsabilidade permite crescimento real. Contudo, isso exige coragem para sair da zona de conforto. Assim, transformar dificuldades em aprendizado é uma forma direta de viver o pensamento de Sartre.

Situação Ação baseada em Sartre
Fracasso profissional Reavaliar escolhas e agir novamente
Relacionamento difícil Decidir permanecer ou mudar
Insegurança pessoal Agir apesar do medo

Como a filosofia de Sartre ajuda a lidar com dificuldades?

A filosofia de Sartre mostra que dificuldades fazem parte da existência humana. Além disso, ele reforça que cada situação, por mais complexa que seja, oferece a chance de escolha. Portanto, mesmo em cenários adversos, há espaço para ação consciente.

Contudo, lidar com desafios exige maturidade emocional e reflexão. Ainda assim, transformar problemas em decisões estratégicas fortalece a autonomia. Dessa forma, a frase do filósofo deixa de ser apenas reflexão e passa a ser um guia prático de vida.

Leia mais:

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Confira o Olhar Digital News na íntegra (13/04/2026)

Veja os destaques do Olhar Digital News desta segunda-feira:

Meta deve superar Google como maior empresa de publicidade digital no mundo

A Meta está prestes a alcançar um marco histórico ao superar o Google como a maior empresa de publicidade digital do mundo. Esta seria a primeira vez que a dona do Instagram e Facebook lideraria este mercado.

Golpe no iCloud ameaça excluir fotos de usuários da Apple

O The Guardian revelou um novo golpe que utiliza e-mails fraudulentos que simulam notificações oficiais do iCloud, afirmando que o espaço de armazenamento terminou ou que a conta foi bloqueada, ameaçando a exclusão imediata de fotos e vídeos caso um “upgrade” não seja pago.

Artemis 2: quanto custou a missão à Lua?

A missão Artemis 2 fez história ao levar quatro astronautas mais longe da Terra do que qualquer ser humano já esteve. Mas, enquanto o mundo celebrava o feito, uma pergunta incômoda voltou à tona: quanto custa tudo isso – e vale a pena? Confira!

Meta cria “clone” de IA de Mark Zuckerberg, diz jornal

A Meta está desenvolvendo um personagem de inteligência artificial baseado em Mark Zuckerberg, treinado a partir dos maneirismos, do tom de voz e de declarações públicas do CEO. A informação foi publicada pelo Financial Times.

OpenAI diz que Microsoft limita atuação e reforça aliança com Amazon

A OpenAI passou a destacar sua parceria com a Amazon como um dos principais vetores de crescimento no mercado corporativo. Ao mesmo tempo, a empresa reconhece limitações em sua relação com a Microsoft. As declarações constam em um memorando interno enviado por Denise Dresser, chefe de receita da empresa.

O Olhar Digital News vai ao ar de segunda a sexta-feira nas nossas rede sociais!

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5 ofertas imperdíveis de Controles e Joysticks para todo tipo de gamer

Se você está em busca de um bom controle para jogar no celular, no PC ou na Smart TV, chegou ao lugar certo. Reunimos 5 ofertas de Controles e Joysticks que valem a atenção — desde opções mais acessíveis até modelos com tecnologia avançada. Confira e escolha o que melhor se encaixa no seu setup.

Controle Joystick para Smart TVs Xbox Game Pass Cloud Gaming Bluetooth carregamento USB – Linha Premium

Controle Joystick para Smart TVs Xbox Game Pass Cloud Gaming Bluetooth – Linha Premium

Controle Bluetooth da linha premium voltado para quem joga via Xbox Game Pass Cloud Gaming diretamente na Smart TV. Conecta sem fio e recarrega via USB, o que elimina a necessidade de pilhas. Uma boa pedida para quem quer jogar na TV sem complicação.

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Joypad com fio USB 2.0 controle de jogo gamepad joystick para PC e laptop

Joypad com Fio USB 2.0 – Gamepad para PC e Laptop

Opção com fio e conexão USB 2.0, ideal para quem prefere estabilidade total na hora de jogar no PC ou notebook. Plug and play, sem necessidade de drivers adicionais na maioria dos sistemas. Prático e direto ao ponto.

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Controle Joystick Bluetooth para Celular – Android, iOS e PC

Controle Bluetooth versátil que funciona com Android, iOS e PC. Uma alternativa acessível para quem quer sair do toque na tela e ter uma experiência mais física nos jogos mobile. Compatível com uma ampla variedade de títulos.

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Gamepad Bluetooth para Celular com Suporte Integrado – beplace

O gamepad da beplace traz design ergonômico, suporte para smartphone integrado, conexão Bluetooth e recarga via USB. Compatível com Android e iOS, é uma opção bem completa para quem joga bastante no celular e quer mais conforto nas sessões longas.

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8Bitdo Ultimate 2C Wired Controller for Windows PC and Android

8Bitdo Ultimate 2C Wired Controller – PC e Android (Verde)

O 8Bitdo Ultimate 2C trouxe recursos que costumam aparecer apenas em controles de alto custo: polling rate de 1000Hz, joysticks e gatilhos com efeito Hall — o que aumenta a precisão e a durabilidade —, além de bumpers L4/R4 remapeáveis. Com fio e compatível com Windows PC e Android, é voltado para quem leva os jogos a sério.

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5 tomadas inteligentes em oferta: automatize sua casa sem complicação

Automatizar a casa ficou muito mais fácil — e mais barato. Separamos 5 ofertas de tomadas inteligentes que permitem controlar eletrodomésticos pelo celular, monitorar o consumo de energia e ainda integrar tudo com assistentes de voz como Alexa e Google Assistant. Confira as opções e escolha a que melhor se encaixa na sua rotina.

Smart Plug Wi-Fi 10A/1000W Positivo Casa Inteligente

Smart Plug Wi-Fi 10A/1000W — Positivo Casa Inteligente

Uma entrada fácil no mundo da automação residencial. O Smart Plug da Positivo permite ligar e desligar eletrodomésticos remotamente pelo celular e é compatível com a Alexa, facilitando o controle por voz. Suporta até 1000W e se conecta via Wi-Fi sem precisar de hub adicional.

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Tomada Inteligente Wi-Fi TP-Link Tapo P110

TP-Link Tapo P110 — Monitoramento de Consumo e Compatibilidade Ampla

Um dos modelos mais completos da lista. A Tapo P110 da TP-Link trouxe monitoramento de consumo de energia em tempo real, bivolt automático e suporte a Alexa, Google Assistant e SmartThings. Com capacidade de até 2400W e proteção contra sobrecarga, é uma boa pedida para quem quer controle e segurança ao mesmo tempo.

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Smart Plug Max Wi-Fi Positivo Casa Inteligente 16A

Smart Plug Max 16A — Positivo Casa Inteligente

A versão reforçada do Smart Plug da Positivo chegou com capacidade de 16A e 1600W, seguindo a norma NBR 14136. É bivolt e conta com configuração rápida via aplicativo. Ideal para aparelhos com maior consumo energético, como fornos elétricos e máquinas de lavar. Também é compatível com a Alexa.

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Tomada Inteligente Wi-Fi Pazie com Monitor de Consumo

Tomada Inteligente com Monitor de Consumo — Pazie

A Pazie apostou em um modelo bivolt com monitoramento de consumo de energia integrado. O controle é feito pelo aplicativo Smart Life ou Tuya, e há compatibilidade com Alexa e Google Home. Uma opção interessante para quem quer acompanhar de perto quanto cada aparelho consome na conta de luz.

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Tomada Inteligente Wi-Fi Linha A Premium com Monitor de Consumo

Tomada Inteligente Linha A Premium — Monitor de Consumo e App Tuya

A Linha A Premium fecha a seleção com um modelo bivolt que também traz monitoramento de consumo energético. O gerenciamento é feito pelo aplicativo Tuya Smart Life, com suporte a Alexa e Google Home. O design compacto facilita a instalação sem bloquear outras tomadas próximas.

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Corinthians x Palmeiras: onde assistir, horário e escalação do Brasileirão

É dia de Derby! Neste domingo (12), Corinthians e Palmeiras se enfrentam em jogo válido pela 11ª rodada do Brasileirão 2026. A bola rola às 18h30 (horário de Brasília) na Neo Química Arena, em São Paulo (SP).

  • Corinthians x Palmeiras:
    • Competição: Brasileirão 2026
    • Rodada: 11ª
    • Data: 12/04 (domingo)
    • Horário: 18h30 (horário de Brasília)
    • ​Local: Neo Química Arena, em São Paulo (SP)

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir Corinthians x Palmeiras no Brasileirão?

O clássico entre Corinthians e Palmeiras será transmitido pela Record (TV aberta), CazéTV (canal do YouTube) e Premiere (canal pay-per-view).

Prováveis escalações e arbitragem

  • Corinthians: Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele e Breno Bidon; Kayke, Rodrigo Garro e André; Yuri Alberto.
    • Técnico: Fernando Diniz.
  • Palmeiras: Carlos Miguel; Giay, Gómez, Murilo e Arthur; Marlon Freitas, Andreas Pereira, Allan e Maurício; Sosa (Felipe Anderson) e López.
    • Técnico: Abel Ferreira.
  • Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Corinthians e Palmeiras no Brasileirão

O Corinthians está na parte debaixo da tabela: não venceu nenhum jogo nas últimas cinco rodadas, com três empates e duas derrotas. Com 10 pontos, o Timão fica na 16ª posição – apenas uma acima da zona de rebaixamento. No meio da semana, a equipe disputou a Libertadores e venceu o Platense por 2×0 na fase de grupos.

Do outro lado, o Palmeiras é líder isolado do Brasileirão, com 25 pontos (5 a mais que o São Paulo e Fluminense, em 2º e 3º lugar). O Verdão tem cinco vitórias nos últimos cinco jogos, mas vem de empate por 1×1 contra o Junior na Libertadores no meio da semana.

O último Derby foi pelo Campeonato Paulista, em fevereiro. Na ocasião, o Palmeiras levou a melhor por 1×0.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje

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Botafogo x Coritiba: onde assistir, horário e escalação do Brasileirão

Neste domingo (12), Botafogo e Coritiba se enfrentam em jogo válido pela 11ª rodada do Brasileirão 2026. A bola rola às 16h (horário de Brasília) no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ).

  • Botafogo x Coritiba:
    • Competição: Brasileirão 2026
    • Rodada: 11ª
    • Data: 12/04 (domingo)
    • Horário: 16h (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir Botafogo x Coritiba no Brasileirão?

O duelo entre Botafogo e Coritiba será transmitido pelo canal fechado SporTV e pelo canal pay-per-view Premiere.

Prováveis escalações e arbitragem

  • Botafogo: Raul, Alex Telles, A. Barboza, Ferraresi, Vitinho, Edenílson, Allan, Danilo, Martins, A. Cabral e Júnior Santos.
    • Técnico: Franclim Carvalho.
  • Coritiba: P. Rangel, B. Melo, Maicon, Jacy, F. Jonathan, S. Gómez, Paulista, JP Chermont, Josué, Ronier e P. Rocha.
    • Técnico: Fernando Seabra.
  • Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Botafogo e Coritiba no Brasileirão

O Botafogo faz um Brasileirão irregular até agora. São três vitórias e duas derrotas nos últimos cinco jogos. A boa notícia é que o Glorioso engatou duas vitórias seguidas e, agora, está na 10ª posição da tabela, com 10 pontos. O Fogão ainda jogou a Sul-Americana no meio da semana, com empate por 1×1 contra o Caracas.

Do outro lado, o Coritiba vinha bem, mas enfrenta uma maré de azar: são três rodadas sem vencer, com uma derrota e dois empates seguidos. Recém-subido da Série B, o Coxa está em 7º lugar, com 15 pontos.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje

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Artemis 2: saiba o que acontece com os astronautas após chegarem na Terra

A readaptação à gravidade terrestre após uma missão espacial nem sempre é simples para os astronautas.

Em entrevista à CNN Internacional, Jason Norcross, cientista-chefe do elemento de Saúde Humana e Contramedidas do Programa de Pesquisa Humana (HRP, na sigla em inglês) da NASA, afirmou que alguns tripulantes enfrentam episódios intensos de enjoo de adaptação espacial, o que pode dificultar o retorno às condições normais na Terra.

Apesar desse desafio, a situação da tripulação da missão Artemis 2 tende a ser menos preocupante. Isso porque os astronautas permaneceram no espaço por apenas dez dias, o que deve facilitar a recuperação e a retomada das atividades no ambiente terrestre.

Além disso, Christina Kock, Reid Wiseman, Victor Glover e Jeremy Hansen saíram dos helicópteros que os resgataram andando, dispensando o uso de cadeiras de rodas.

Ainda assim, a NASA pretende coletar dados detalhados sobre as capacidades físicas dos tripulantes imediatamente após o retorno. O objetivo é entender melhor o que os astronautas conseguem — ou não — fazer logo após missões desse tipo.

Astronauta Victor Glover sentado na porta de um helicóptero
Astronautas saíram bem dispostos da cápsula e dispensando uso de cadeira de rodas – Imagem: NASA

Como a NASA estuda os corpos dos astronautas ao voltarem da Artemis 2?

  • Para isso, a agência desenvolveu um teste específico que foi aplicado pouco depois do pouso na água;
  • A equipe liderada por Norcross elaborou uma série de avaliações pós-voo que foram realizadas em conjunto com os exames de saúde da tripulação;
  • Entre uma e quatro horas após o retorno à Terra, os astronautas participam de uma prova curta que inclui subir uma escada e simular uma saída de emergência de uma cápsula espacial;
  • Embora se trate apenas de um experimento, os dados obtidos ajudarão a NASA a compreender melhor os limites físicos dos astronautas nesse momento crítico.

Leia mais:

Teste também é realizado antes do lançamento

Antes do lançamento, a tripulação já havia realizado o mesmo teste, completando o percurso em cerca de um minuto. De acordo com Norcross, outros astronautas que passaram por estadias de vários meses na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) também conseguiram concluir a avaliação após o retorno, geralmente em aproximadamente 90 segundos.

As informações coletadas com esses testes devem contribuir para aprimorar o planejamento de futuras missões espaciais, especialmente no que diz respeito à segurança e à capacidade de resposta dos astronautas logo após o retorno à Terra.

Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.

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NASA destaca sucesso recente e projeta Artemis 3 como próximo passo da exploração lunar

Na noite desta sexta-feira (10), chegou ao fim uma das maiores missões espaciais da humanidade. A Artemis 2 levou quatro astronautas à Lua para um sobrevoo que propiciou belíssimas imagens e descobertas incríveis.

Por volta das 21h07 (horário de Brasília), a equipe chegou à Terra e amerissou no Oceano Pacífico, onde foi resgatada pela NASA e pelo Departamento de Guerra dos Estados Unidos.

Após o resgate, a agência espacial realizou uma coletiva de imprensa, da qual participaram Amit Kshatriya, administrador associado da NASA; Lori Glaze, administradora associada interina da Diretoria de Missão de Desenvolvimento de Sistemas de Exploração; Rick Henfling, diretor de voo de entrada da Artemis 2; Howard Hu, gerente do Programa Orion; e Shawn Quinn, gerente do Programa de Sistemas Terrestres de Exploração.

Artemis 2: uma experiência inesquecível

A NASA reforçou que os preparativos para a missão Artemis 3 já estão em andamento e que a próxima etapa do programa espacial deve acontecer em breve.

Durante a missão recente, a espaçonave Integrity, com quatro astronautas a bordo, percorreu 1.126.922,21 quilômetros, atingiu velocidade máxima de 39.692,86 km/h e alcançou o ângulo de trajetória de voo com precisão de 0,4%. A reentrada foi realizada em um raio de 3149,486 quilômetros, com pouso a menos de dois quilômetros do alvo previsto.

O desempenho técnico foi destacado por Kshatriya, que ressaltou a precisão obtida pela equipe mesmo após uma longa viagem até a Lua. “Ontem [quinta-feira], o diretor de voo Jeff Radigan disse que tínhamos menos de um grau de ângulo para atingir o alvo depois de percorrermos 400 mil quilômetros até a Lua”, afirmou. “E a equipe deles conseguiu. Isso não é sorte; é o resultado de mil pessoas fazendo seu trabalho.”

Ainda durante a coletiva, Kshatriya afirmou que o anúncio da tripulação da Artemis 3 ocorrerá em breve. “Não vou atribuir unidades a esse valor, mas em breve o farei”, disse.

A missão Artemis 3 está planejada para meados de 2027 e terá como objetivo realizar demonstrações tecnológicas em órbita baixa da Terra com módulos de pouso lunar desenvolvidos comercialmente. Esses equipamentos, que estão sendo construídos por empresas, como SpaceX e Blue Origin, deverão se acoplar à espaçonave Orion, etapa fundamental para futuras missões tripuladas à superfície lunar.

Segundo Henfling, o cronograma apertado exige que as equipes iniciem os preparativos operacionais em breve. Ele destacou que as lições aprendidas em missões recentes serão essenciais para o sucesso das próximas etapas.

“Quando chegar a hora certa, voltaremos ao treinamento específico de voo”, disse. “Temos um grupo central de cerca de 30 diretores de voo e todos eles são extremamente capazes. E, sabe, acho que qualquer um que for designado para a próxima missão terá sucesso.”

Já Hu ressaltou o caráter histórico do momento. “Vamos aprender com esta missão. Vamos estudar os dados e seguiremos em frente. Este é o início de uma nova era da exploração espacial humana.”

Durante a coletiva, a agência também enfatizou que seus objetivos atuais diferem daqueles do programa Apollo. De acordo com Kshatriya, a corrida espacial da época tinha metas geopolíticas e tecnológicas específicas.

“Devido à natureza do ambiente em que se encontravam, estavam numa corrida”, afirmou. “Eles alcançaram seus objetivos, tanto geopolíticos quanto tecnológicos. Mas, uma vez concluído, estava concluído.”

Após o fim do programa Apollo, a NASA direcionou seus esforços para o desenvolvimento do ônibus espacial e para a criação de uma estrutura que permitisse a permanência prolongada de astronautas em órbita baixa da Terra, o que levou à construção da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Agora, o foco da agência é estabelecer uma presença de longo prazo na Lua.

“É uma estranha ironia da história que, sabe, tenha levado tanto tempo para fazermos isso, mas não ficamos parados enquanto acontecia”, disse Kshatriya. “Agora vamos aproveitar isso, agora que conseguimos chegar à Lua novamente.”

A importância da missão também foi destacada por Glaze, que ressaltou o impacto para gerações que cresceram após o programa Apollo. “A Apollo foi uma época em que eu era criança. E estar aqui agora e dizer: ‘Nós realmente fizemos isso, voltamos e vamos construir uma base lunar, vamos ter uma presença permanente na Lua’ — é simplesmente incrível”, afirmou.

A última vez que humanos pisaram na Lua foi em 1972, durante a missão Apollo 17. O primeiro pouso ocorreu em 1969, com a Apollo 11.

Além dos avanços técnicos, a missão também teve um tom inspirador. Hu incentivou jovens a seguirem suas paixões e considerarem carreiras no setor espacial.

“Sigam seus sonhos”, disse. “Digo aos meus filhos para também seguirem aquilo que os apaixona. E a minha paixão é o programa espacial. A minha paixão é a NASA e hoje consegui realizar isso. Espero que muitas outras vezes no futuro. Mas vocês têm a oportunidade de fazer o que amam e espero que essas crianças que são apaixonadas por voos espaciais tripulados, apaixonadas por ir às estrelas, se inspirem em nós, especialmente nas nossas equipes. Venham para a NASA, venham trabalhar conosco, temos muitas missões pela frente.”

Leia mais:

Amit Kshatriya, Lori Glaze, Rick Henfling, Howard Hu e Shawn Quinn
Amit Kshatriya, Lori Glaze, Rick Henfling, Howard Hu e Shawn Quinn participaram da coletiva – Imagem: Reprodução/YouTube/NASA

Linha do tempo: o que aconteceu dia a dia na missão Artemis 2

Dia 1 (1º de abril): o retorno ao espaço profundo

Dia 2 (2 de abril): o “chute” rumo à Lua

Dia 3 (3 de abril): chegando cada vez mais perto

  • A equipe testou vários equipamentos de primeiros socorros, como termômetro, monitor de pressão arterial, estetoscópio e otoscópio;
  • Realizaram testes no sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo da NASA;
  • Também puderam conversar com a imprensa e familiares, destacando suas primeiras impressões sobre o espaço e a Terra vista de longe;
  • Com a realização da TLI um dia antes, a Orion entrou na chamada magnetocauda, extensão do campo magnético do planeta, semelhante a um cometa, que se estende por milhões de quilômetros, formada pelo vento solar que comprime e alonga o campo magnético.

Dia 4 (4 de abril): a pilotagem manual da Orion

  • No quarto dia de missão, cada membro da tripulação teve uma hora dedicada à revisão dos alvos geográficos que deverão fotografar no sexto dia de voo;
  • A equipe também teve que resolver problemas no banheiro da cápsula Orion. A resolução foi parcial;
  • Durante a noite, os astronautas Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), realizaram um teste de pilotagem manual da nave. Eles se revezaram no comando da Orion e executaram manobras em dois modos distintos de propulsão;
  • Paralelamente, os astronautas analisaram uma lista de alvos fornecida pela equipe de ciência lunar. O material reúne características da superfície da Lua que serão registradas durante o sobrevoo previsto para segunda-feira (6). 

Dia 5 (5 de abril): a pilotagem manual da Orion

  • Testes dos trajes: a tripulação dedicou grande parte da manhã a avaliar o Sistema de Sobrevivência da Tripulação Orion em ambiente espacial;
  • Operação inédita: os astronautas se tornaram os primeiros a vestir e operar os novos trajes no espaço, testando rapidez e pressurização em emergências;
  • Correção de trajetória: a Orion executou com sucesso a queima final (que seria a terceira) para ajustar o curso rumo à Lua.

Dia 6 (6 de abril): quebra de recordes e vislumbre de um eclipse solar total

  • Os tripulantes a bordo da cápsula Orion bateram o recorde de distância percorrida por alguém a partir da Terra, quebrando o recorde (400 mil km) estabelecido em 1970 pela tripulação da Apollo 13;
  • A equipe sobrevoou a Lua e fez análises sobre sua topografia e batizou uma cratera;
  • No fim do dia, durante quase uma hora, eles puderam acompanhar um eclipse solar total que só pôde ser visto por eles. Eles aproveitaram para observar mais a Lua e o Sol.

Dia 7 (7 de abril): descanso merecido

  • Orion saiu da esfera de influência lunar;
  • Donald Trump, presidente dos EUA, conversou com os tripulantes;
  • Um dos motores da cápsula foi acionado para realizar a primeira de três manobras de correção de rota;
  • Restante do dia livre para os astronautas.

Dia 8 (8 de abril): dia de testes

  • Testes de vestuário para intolerância ortostática;
  • Testes de pilotagem manual.

Dia 9 (9 de abril): muito próximos do retorno à Terra

  • Revisão dos procedimentos de reentrada na atmosfera e do pouso no oceano;
  • Organização da cabine;
  • Execução de manobra de correção de trajetória de retorno.

Dia 10 (10 de abril): pouso na água e missão concluída com sucesso

  • Configuração da cabine da Orion para a reentrada;
  • Realizada última queima de motor para correção da trajetória de retorno;
  • Uniformes especiais para o retorno vestidos;
  • Separação do módulo da tripulação e do módulo de serviço da Orion;
  • Pouso na água.

Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.

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Confira o Olhar Digital News na íntegra (10/04/2026)

Veja os destaques do Olhar Digital News desta sexta-feira:

Apollo: como foi a primeira era da corrida espacial

Estamos na era da Artemis, mas bem antes do atual programa lunar ganhar força, o programa Apollo, da NASA, transformou ficção científica em realidade entre 1962 e 1972 ao levar 12 astronautas para caminhar na Lua. Com 11 missões tripuladas e seis pousos bem-sucedidos, a iniciativa marcou a vantagem dos Estados Unidos na corrida espacial contra a União Soviética durante a Guerra Fria. 

Artemis 1: o caótico lançamento inaugural da volta à Lua

Se hoje estamos falando da Artemis 2 é graças aos resultados de uma missão anterior. A Artemis 1 marcou a estreia do programa lunar da NASA e funcionou como um ensaio geral para o retorno dos humanos ao entorno da Lua. Mas a trajetória dessa missão foi longa e cheia de desafios. Confira!

Artemis 2 e os limites do corpo humano fora da Terra

Muito mais do que representar a volta da humanidade à órbita da Lua, a Artemis 2 marca uma importante junção entre astronomia e medicina. Afinal, o corpo humano não evoluiu para ir ao espaço. E a chegada da tripulação da Artemis 2 de volta à Terra não significa o fim dos trabalhos: todos os projetos científicos realizados a bordo da cápsula Orion começarão a ser analisado com o retorno.

Artemis 2: o que virá depois da missão da NASA?

A NASA adiou recentemente o retorno de astronautas à Lua: o primeiro pouso tripulado, antes previsto para a Artemis 3, deve ocorrer apenas na Artemis 4. A mudança reflete uma reformulação mais ampla do programa, motivada principalmente por atrasos em tecnologias críticas.

Artemis: o fim de uma era na corrida espacial – e o começo de outra

O que vem depois da Artemis 2? Daqui em diante, as empresas privadas – como SpaceX, de Elon Musk, e Blue Origin, de Jeff Bezos – terão um papel fundamental no setor.

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Aristóteles, filósofo: “A dúvida é o princípio da sabedoria.”

A frase Aristóteles dúvida sabedoria atravessa séculos como um convite à reflexão profunda. Além disso, ela revela um dos pilares do pensamento filosófico clássico. Portanto, compreender seu significado ajuda a desenvolver senso crítico e autonomia intelectual. Assim, essa ideia continua extremamente atual no mundo moderno.

O que significa Aristóteles dúvida sabedoria?

Segundo estudos da Stanford Encyclopedia of Philosophy, o pensamento de Aristóteles valoriza a investigação racional como caminho para o conhecimento. Além disso, a dúvida não representa fraqueza, mas sim o início de qualquer processo de aprendizado verdadeiro.

Portanto, questionar é essencial para alcançar compreensão mais profunda. Contudo, essa postura exige coragem intelectual, já que desafiar certezas pode gerar desconforto e mudanças de perspectiva.

🤔 Questionamento
A dúvida surge como o primeiro passo para o conhecimento.

📚 Investigação
O pensamento crítico leva à busca por respostas fundamentadas.

💡 Sabedoria
O conhecimento adquirido transforma a forma de ver o mundo.

Por que a dúvida é essencial para o conhecimento?

A dúvida impede a aceitação cega de ideias e incentiva a análise crítica. Além disso, ela estimula o pensamento independente e a busca por evidências concretas.

Consequentemente, indivíduos que questionam mais tendem a desenvolver maior capacidade de argumentação. Portanto, a dúvida se torna uma ferramenta poderosa para evolução intelectual e pessoal.

Aristóteles, filósofo: “A dúvida é o princípio da sabedoria.”
A dúvida é o início necessário para qualquer processo de aprendizado verdadeiro e profundo. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Como aplicar Aristóteles dúvida sabedoria no dia a dia?

Aplicar esse conceito exige uma postura ativa diante das informações. Além disso, é importante avaliar fontes, refletir sobre opiniões e evitar conclusões precipitadas.

Por outro lado, cultivar o hábito de perguntar “por quê” pode transformar decisões cotidianas. Portanto, essa prática fortalece o pensamento crítico e contribui para escolhas mais conscientes.

Situação Aplicação da Dúvida
Leitura de notícias Verificar fontes e comparar informações
Tomada de decisões Analisar diferentes possibilidades
Debates Questionar argumentos e buscar lógica

A dúvida pode levar à sabedoria?

Sim, pois questionar abre espaço para novas ideias e aprendizados. Além disso, a dúvida evita a estagnação intelectual e incentiva o crescimento contínuo.

Assim, ao adotar essa postura, o indivíduo se torna mais consciente e preparado para lidar com a complexidade do mundo. Portanto, a dúvida não é um obstáculo, mas um caminho essencial para a sabedoria.

Leia mais:

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É hoje! A Artemis vai voltar – e você pode acompanhar com o OD

É hoje! A missão Artemis 2 será concluída nesta noite.

No último dia completo no espaço, a tripulação iniciou a manhã ao som de “Lonesome Drifter”, de Charley Crockett, enquanto a nave se aproximava da Terra a uma distância de 237.115 km.

Os astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, além do astronauta Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), continuam os preparativos para o retorno ao planeta.

Entre as atividades programadas estavam a revisão dos procedimentos de reentrada na atmosfera e do pouso no oceano, além da execução de uma manobra de correção de trajetória de retorno.

A NASA destacou que o momento atual da missão coloca em evidência o trabalho de engenheiros e técnicos responsáveis por garantir uma reentrada segura na Terra.

A fase de reentrada é considerada crítica, exigindo precisão absoluta nos cálculos e na execução dos procedimentos. O diretor de voo da missão Artemis 2, Jeff Radigan, reforçou a necessidade de exatidão durante o processo.

“Vamos direto ao ponto”, disse Radigan durante o briefing de ontem. “Precisamos acertar o ângulo corretamente, caso contrário, não teremos uma reentrada bem-sucedida.”

Com a Orion ganhando velocidade em direção à Terra, o foco da missão se volta totalmente para a atuação das equipes técnicas, responsáveis por conduzir a nave com segurança através da atmosfera terrestre.

coletiva de imprensa artemis 2 astronautas orion
De dentro da cápsula Orion, os astronautas da Artemis 2 conversaram com a imprensa sobre a missão à Lua – Crédito: NASA

Preparação da cabine para reentrada

Como parte das tarefas do dia, Christina Koch e Jeremy Hansen iniciaram a organização da cabine da espaçonave. A atividade incluiu guardar os equipamentos utilizados durante a missão, remover cargas e redes de armazenamento, bem como instalar e ajustar os assentos da tripulação. O objetivo é garantir que todos os itens estejam devidamente seguros antes da reentrada na atmosfera terrestre.

Assista com o Olhar Digital!


A partir das 19h30, entramos no ar com o Olhar Digital News. Marisa Silva e Bruno Capozzi trarão uma retrospectiva do programa Artemis e o que podemos esperar do futuro da exploração espacial. Na sequência, o astrônomo Marcelo Zurita e o editor Lucas Soares se juntam à transmissão para trazer todos os detalhes do retorno dos astronautas.

A NASA prevê o pouso na água às 21h07 na costa de San Diego (horário de Brasília).

Esperamos vocês para esse momento histórico!

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Está quase no fim! Confira como foi o nono dia da missão Artemis 2

No último dia completo da missão Artemis 2 no espaço, a tripulação iniciou a manhã ao som de “Lonesome Drifter”, de Charley Crockett, enquanto a nave se aproximava da Terra a uma distância de 237.115 km.

Os astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, além do astronauta Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), continuam os preparativos para o retorno ao planeta, previsto para esta sexta-feira (10).

Entre as atividades programadas estavam a revisão dos procedimentos de reentrada na atmosfera e do pouso no oceano, além da execução de uma manobra de correção de trajetória de retorno.

Segundo a NASA, os astronautas chegaram à metade do caminho em sua jornada de volta à Terra, partindo da Lua.

A agência espacial destacou que o momento atual da missão coloca em evidência o trabalho de engenheiros e técnicos responsáveis por garantir uma reentrada segura na Terra.

Durante uma coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (9), o administrador associado da agência, Amit Kshatriya, enfatizou a importância da equipe técnica na etapa decisiva da missão.

“A cada engenheiro, a cada técnico que tocou nesta máquina, o amanhã pertence a vocês”, afirmou. Segundo ele, após o desempenho da tripulação, cabe agora às equipes em solo assegurar o sucesso da operação. “A tripulação fez a sua parte. Agora temos que fazer a nossa.”

A fase de reentrada é considerada crítica, exigindo precisão absoluta nos cálculos e na execução dos procedimentos. O diretor de voo da missão Artemis II, Jeff Radigan, reforçou a necessidade de exatidão durante o processo.

“Vamos direto ao ponto”, disse Radigan durante o briefing de quinta. “Precisamos acertar o ângulo corretamente, caso contrário, não teremos uma reentrada bem-sucedida.”

Com a Orion ganhando velocidade em direção à Terra, o foco da missão se volta totalmente para a atuação das equipes técnicas, responsáveis por conduzir a nave com segurança através da atmosfera terrestre.

Preparação da cabine para reentrada

Como parte das tarefas do dia, Christina Koch e Jeremy Hansen iniciaram a organização da cabine da espaçonave. A atividade incluiu guardar os equipamentos utilizados durante a missão, remover cargas e redes de armazenamento, bem como instalar e ajustar os assentos da tripulação. O objetivo é garantir que todos os itens estejam devidamente seguros antes da reentrada na atmosfera terrestre.

A tripulação também está revisando as informações mais recentes sobre as condições meteorológicas, o status das equipes de recuperação e o cronograma de entrada. Ao longo do dia, os astronautas trabalharam nos procedimentos que serão executados após o pouso.

Os propulsores da espaçonave Orion estão programados para serem acionados às 23h53 (horário de Brasília) para a segunda manobra de correção da trajetória de retorno. A operação tem como objetivo ajustar com maior precisão o caminho da nave em direção à Terra e garantir o alinhamento adequado para a reentrada na atmosfera.

Durante a execução da manobra, Jeremy Hansen será responsável por revisar as etapas do procedimento e monitorar os sistemas de orientação, navegação e propulsão da Orion. Com essas atividades, a missão entra em sua fase final, concentrando esforços para assegurar um retorno seguro da tripulação à Terra.

Qual foi o objetivo do lançamento do foguete Artemis II para a humanidade?
Equipe de engenheiros na Terra passam a ter protagonismo a partir de agora – ROBERT MARKOWITZ NASA-JSC

Leia mais:

Linha do tempo: o que aconteceu dia a dia na missão Artemis 2

Dia 1 (1º de abril): o retorno ao espaço profundo

Dia 2 (2 de abril): o “chute” rumo à Lua

Dia 3 (3 de abril): chegando cada vez mais perto

  • A equipe testou vários equipamentos de primeiros socorros, como termômetro, monitor de pressão arterial, estetoscópio e otoscópio;
  • Realizaram testes no sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo da NASA;
  • Também puderam conversar com a imprensa e familiares, destacando suas primeiras impressões sobre o espaço e a Terra vista de longe;
  • Com a realização da TLI um dia antes, a Orion entrou na chamada magnetocauda, extensão do campo magnético do planeta, semelhante a um cometa, que se estende por milhões de quilômetros, formada pelo vento solar que comprime e alonga o campo magnético.

Dia 4 (4 de abril): a pilotagem manual da Orion

  • No quarto dia de missão, cada membro da tripulação teve uma hora dedicada à revisão dos alvos geográficos que deverão fotografar no sexto dia de voo;
  • A equipe também teve que resolver problemas no banheiro da cápsula Orion. A resolução foi parcial;
  • Durante a noite, os astronautas Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), realizaram um teste de pilotagem manual da nave. Eles se revezaram no comando da Orion e executaram manobras em dois modos distintos de propulsão;
  • Paralelamente, os astronautas analisaram uma lista de alvos fornecida pela equipe de ciência lunar. O material reúne características da superfície da Lua que serão registradas durante o sobrevoo previsto para segunda-feira (6). 

Dia 5 (5 de abril): a pilotagem manual da Orion

  • Testes dos trajes: a tripulação dedicou grande parte da manhã a avaliar o Sistema de Sobrevivência da Tripulação Orion em ambiente espacial;
  • Operação inédita: os astronautas se tornaram os primeiros a vestir e operar os novos trajes no espaço, testando rapidez e pressurização em emergências;
  • Correção de trajetória: a Orion executou com sucesso a queima final (que seria a terceira) para ajustar o curso rumo à Lua.

Dia 6 (6 de abril): quebra de recordes e vislumbre de um eclipse solar total

  • Os tripulantes a bordo da cápsula Orion bateram o recorde de distância percorrida por alguém a partir da Terra, quebrando o recorde (400 mil km) estabelecido em 1970 pela tripulação da Apollo 13;
  • A equipe sobrevoou a Lua e fez análises sobre sua topografia e batizou uma cratera;
  • No fim do dia, durante quase uma hora, eles puderam acompanhar um eclipse solar total que só pôde ser visto por eles. Eles aproveitaram para observar mais a Lua e o Sol.

Dia 7 (7 de abril): descanso merecido

  • Orion saiu da esfera de influência lunar;
  • Donald Trump, presidente dos EUA, conversou com os tripulantes;
  • Um dos motores da cápsula foi acionado para realizar a primeira de três manobras de correção de rota;
  • Restante do dia livre para os astronautas.

Dia 8 (8 de abril): dia de testes

  • Testes de vestuário para intolerância ortostática;
  • Testes de pilotagem manual.

Dia 9 (9 de abril):

  • Revisão dos procedimentos de reentrada na atmosfera e do pouso no oceano;
  • Organização da cabine;
  • Execução de manobra de correção de trajetória de retorno.

Artemis 2: o que está planejado para os próximos dias

A agência espacial dos Estados Unidos detalhou o plano de dez dias da missão Artemis 2. Confira abaixo:

Dia 10

O último dia da missão Artemis 2 concentra-se em trazer a tripulação de volta para casa em segurança. Uma última queima de correção de trajetória de retorno garantirá que a Orion esteja no caminho certo para o pouso na água. 

A tripulação retornará sua cabine à configuração original, com os equipamentos guardados e os assentos em seus lugares, e vestirá seus trajes espaciais.

O módulo da tripulação se separará do módulo de serviço, cujos motores os guiaram ao redor da Lua e de volta à Terra. Isso vai expor o escudo térmico do módulo da tripulação, que protegerá a espaçonave e a tripulação enquanto atravessam a atmosfera terrestre e temperaturas de até cerca de 1.650ºC.

Uma vez que tenham passado com segurança pelo calor da reentrada, a cobertura que protegia o compartimento dianteiro da espaçonave será ejetada para dar lugar a uma série de paraquedas (dois paraquedas de frenagem que reduzirão a velocidade da cápsula para cerca de 495 km/h, seguidos por três paraquedas piloto que acionarão os três paraquedas principais finais). 

Essas manobras reduzirão a velocidade da Orion para aproximadamente 27 km/h para um pouso no Oceano Pacífico, onde pessoal da NASA e da Marinha dos EUA estarão esperando, concluindo a missão Artemis 2.

Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.

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Artemis 2: saiba como será a emocionante reentrada dos astronautas

Os quatro astronautas da Artemis 2 estão a caminho de casa. Depois de sobrevoar a Lua e se aventurar mais longe da Terra do que qualquer ser humano na história, a cápsula Orion se prepara para reentrar na atmosfera nesta sexta-feira (10), às 21h07 (horário de Brasília), com pouso no Oceano Pacífico, na costa de San Diego. Você poderá acompanhar tudo ao vivo com o Olhar Digital a partir das 19h30.

A etapa final da jornada de 1.118.624 quilômetros é uma das mais exigentes para a engenharia da nave. A Orion vai penetrar a atmosfera a 38.367 km/h. Nessa velocidade, o atrito com o ar eleva a temperatura externa da cápsula a 2.760°C — o suficiente para derreter aço.

Para proteger a tripulação, a NASA fez ajustes na trajetória de reentrada. A decisão veio após a missão não tripulada Artemis 1, em 2022, quando o escudo térmico da Orion sofreu danos. Gases ficaram presos no material Avcoat que reveste a base de titânio e, com o calor extremo, se expandiram, arrancando fragmentos carbonizados.

Na Artemis 2, a cápsula vai descer em um ângulo mais fechado, reduzindo o tempo de exposição às altas temperaturas. A estratégia busca evitar que o problema se repita agora com humanos a bordo.

reentrada nave orion artemis 2
Durante o retorno da Lua, o sistema de proteção térmica do módulo de tripulação da Orion precisa suportar temperaturas escaldantes para manter os tripulantes em segurança. Imagem meramente ilustrativa – Crédito: NASA

Oito minutos de tensão

Durante a descida, a Orion será envolvida por uma bola de fogo. O plasma incandescente vai interromper as comunicações com o solo por alguns instantes — um silêncio sempre angustiante para as equipes em terra.

Quando a cápsula estiver a cerca de 8 km de altitude, ainda caindo a mais de 500 km/h, uma sequência de paraquedas começará a ser acionada. Primeiro, três pequenos paraquedas de 2 metros de diâmetro serão liberados para estabilizar a nave. Em seguida, dois paraquedas de frenagem, com 7 metros cada, entrarão em ação.

O momento mais espetacular virá a aproximadamente 3 km do solo. Três paraquedas pilotos puxarão os três paraquedas principais, cada um com 35 metros de largura e 140 quilos. A Orion descerá pendurada a 81 metros abaixo desse conjunto, com a velocidade reduzida para menos de 32 km/h — um toque suave nas ondas do Pacífico.

Duas horas antes da amerissagem, equipes a bordo do navio USS John P. Murtha já estarão de prontidão. Helicópteros da Marinha farão o resgate dos astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch (NASA) e Jeremy Hansen (Agência Espacial Canadense). A operação foi ensaiada 12 vezes com um módulo simulado e já testada na volta da Artemis 1.

Linha do tempo: o que aconteceu dia a dia na missão Artemis 2

Dia 1 (1º de abril): o retorno ao espaço profundo

nasa artemis 2 lançamento
Lançamento da missão Artemis 2 à Lua, em 1º de abril de 2026 – Crédito: NASA/Bill Ingalls

Dia 2 (2 de abril): o “chute” rumo à Lua

Dia 3 (3 de abril): chegando cada vez mais perto

  • A equipe testou vários equipamentos de primeiros socorros, como termômetro, monitor de pressão arterial, estetoscópio e otoscópio;
  • Realizaram testes no sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo da NASA;
  • Também puderam conversar com a imprensa e familiares, destacando suas primeiras impressões sobre o espaço e a Terra vista de longe;
  • Com a realização da TLI um dia antes, a Orion entrou na chamada magnetocauda, extensão do campo magnético do planeta, semelhante a um cometa, que se estende por milhões de quilômetros, formada pelo vento solar que comprime e alonga o campo magnético.

Dia 4 (4 de abril): a pilotagem manual da Orion

  • No quarto dia de missão, cada membro da tripulação teve uma hora dedicada à revisão dos alvos geográficos que deverão fotografar no sexto dia de voo;
  • A equipe também teve que resolver problemas no banheiro da cápsula Orion. A resolução foi parcial;
  • Durante a noite, os astronautas Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), realizaram um teste de pilotagem manual da nave. Eles se revezaram no comando da Orion e executaram manobras em dois modos distintos de propulsão;
  • Paralelamente, os astronautas analisaram uma lista de alvos fornecida pela equipe de ciência lunar. O material reúne características da superfície da Lua que serão registradas durante o sobrevoo previsto para segunda-feira (6). 

Dia 5 (5 de abril): a pilotagem manual da Orion

  • Testes dos trajes: a tripulação dedicou grande parte da manhã a avaliar o Sistema de Sobrevivência da Tripulação Orion em ambiente espacial;
  • Operação inédita: os astronautas se tornaram os primeiros a vestir e operar os novos trajes no espaço, testando rapidez e pressurização em emergências;
  • Correção de trajetória: a Orion executou com sucesso a queima final (que seria a terceira) para ajustar o curso rumo à Lua.

Dia 6 (6 de abril): quebra de recordes e vislumbre de um eclipse solar total

  • Os tripulantes a bordo da cápsula Orion bateram o recorde de distância percorrida por alguém a partir da Terra, quebrando o recorde (400 mil km) estabelecido em 1970 pela tripulação da Apollo 13;
  • A equipe sobrevoou a Lua e fez análises sobre sua topografia e batizou uma cratera;
  • No fim do dia, durante quase uma hora, eles puderam acompanhar um eclipse solar total que só pôde ser visto por eles. Eles aproveitaram para observar mais a Lua e o Sol.

Dia 7 (7 de abril): descanso merecido

  • Orion saiu da esfera de influência lunar;
  • Donald Trump, presidente dos EUA, conversou com os tripulantes;
  • Um dos motores da cápsula foi acionado para realizar a primeira de três manobras de correção de rota;
  • Restante do dia livre para os astronautas.

Dia 8 (8 de abril): dia de testes

  • Testes de vestuário para intolerância ortostática;
  • Testes de pilotagem manual.

Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.

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