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O controverso telefone Trump Mobile T1 acaba de passar por mais uma etapa regulatória nos Estados Unidos, obtendo a certificação PTCRB. Este é um novo indício de que o dispositivo pode realmente estar caminhando para um lançamento comercial.
Segundo informações do The Verge, a certificação foi concedida em 9 de março para o modelo SGG-06, da Smart Gadgets Global LLC, que oferece suporte para redes 5G, 4G, 3G e 2G. O mesmo dispositivo já havia recebido autorização da FCC em janeiro, conforme reportado anteriormente.
O que é a certificação PTCRB, adquirida pelo Trump Phone
A PTCRB é o processo de certificação estadunidense para smartphones, tablets e dispositivos IoT, administrado pela associação comercial CTIA;
Embora pouco conhecida pelo público geral, esta certificação é essencialmente obrigatória para qualquer telefone que pretenda ser lançado nos Estados Unidos;
O processo PTCRB é um primeiro passo para que dispositivos sejam certificados para operar nas principais redes de telecomunicações do país e recebam números IMEI válidos.
O Vergeconversou, em fevereiro, com Eric Thomas, CEO da Smart Gadgets Global e um dos executivos da Trump Mobile. À época, ele citou a certificação PTCRB.
“Provavelmente, são necessários uns 30 testes diferentes para um novo telefone, incluindo colocá-lo em um veículo e dirigir pelas ruas para testá-lo de torre em torre. Tudo isso já foi feito”, disse Thomas.
Donald Trump vai lançar seu próprio smartphone? – Imagem: Joshua Sukoff/Shutterstock
“Alguns dos componentes internos desse teste, o que chamamos de PTCRB, estão passando por esse processo agora. Já concluímos essa etapa hoje. Estamos praticamente finalizados e agora vamos para a fase de depuração, correções e novos testes.”
A conversa ocorreu em 6 de fevereiro, quando o executivo disse ao portal que a intenção era concluir os testes do PTCRB até o fim do mês “e, depois, tudo isso vai para a T-Mobile para aprovação”.
Se essa cronologia estiver correta, então, a responsabilidade pelo Trump Phone está com a T-Mobile, uma das principais operadoras de telefonia móvel dos EUA. Até o momento, a empresa não confirma se o T1 Phone está mesmo nesse processo de certificação. No último contato do Verge com a empresa, ela pediu que a Trump Mobile fose procurada.
Thomas disse que o dispositivo estava sendo certificado por uma operadora por vez visando evitar repetição nos testes. Uma vez que a T-Mobile certifique o dispositivo, a Trump Mobile poderia encaminhar a certificação para Verizon e AT&T — outras duas gigantes do setor de telefonia móvel — em vez de fazer todos os testes novamente.
A obtenção desta segunda certificação sugere que há um produto real sendo desenvolvido pela Trump Mobile, contrariando ceticismos anteriores sobre a viabilidade do projeto. O fato de o mesmo modelo SGG-06 ter passado por duas etapas regulatórias distintas indica continuidade no processo de desenvolvimento.
É raro encontrar um pedaço de terra no planeta que nenhum país queira controlar, mas esse é exatamente o caso de Bir Tawil. Localizado entre o Egito e Sudão, esse território desértico chama atenção não por riquezas ou disputas, mas justamente pelo oposto: a ausência de interesse oficial, apesar de sua existência estratégica no mapa.
À primeira vista, Bir Tawil parece apenas mais um trecho árido entre dois desertos. Sem estradas, infraestrutura ou população permanente reconhecida, o local é de difícil acesso e apresenta condições extremas. Ainda assim, a ideia de que seja completamente vazio não corresponde à realidade, segundo informações do portal IFLScience.
Para quem tem pressa:
Bir Tawil, localizado entre Egito e Sudão, é um território não reivindicado por qualquer nação;
A região possui presença de povos nômades e comunidades de mineração;
Já foi alvo de reivindicações simbólicas individuais;
Não é completamente desabitado, apesar da fama.
A origem de um “erro geopolítico”
A situação surgiu de fronteiras conflitantes criadas pelos britânicos, que levaram os países a disputarem Hala’ib e ignorarem Bir Tawil. (Imagem: NASA/Landsat 8/OLI via Wikimedia Commons) – A situação surgiu de fronteiras conflitantes criadas pelos britânicos, que levaram os países a disputarem Hala’ib e ignorarem Bir Tawil. (Imagem: NASA/Landsat 8/OLI via Wikimedia Commons)
Grupos nômades como os Ababda habitam a região há séculos, mantendo uma presença contínua muito antes das fronteiras modernas. Além disso, atividades de mineração, especialmente de ouro, atraem trabalhadores e pequenas estruturas comerciais improvisadas, criando bolsões de ocupação humana em meio ao deserto.
A existência de Bir Tawil como território não reivindicado está diretamente ligada a um impasse histórico entre Egito e Sudão. No final do século 19, durante o domínio britânico, foram traçadas duas fronteiras distintas para a região: uma linha política em 1899 e outra administrativa em 1902.
O problema é que cada país reconhece uma dessas linhas como oficial. O Egito adota a fronteira de 1899, enquanto o Sudão prefere a de 1902. Isso cria uma situação curiosa: ambos disputam o rico Triângulo de Hala’ib, mas rejeitam Bir Tawil, já que reivindicá-lo implicaria abrir mão do território mais valioso.
Apesar da fama de vazio, a região abriga povos nômades e atividades de mineração, mantendo presença humana contínua. (Imagem: takayuki / Shutterstock) – Imagem: takayuki / Shutterstock
Apesar da ausência de reconhecimento internacional, Bir Tawil já foi alvo de reivindicações individuais. Um dos casos mais famosos envolve Jeremiah Heaton que, em 2014, declarou o local como o “Reino do Sudão do Norte” para realizar o sonho da filha de ser princesa.
Outras tentativas incluem bandeiras simbólicas e projetos pessoais sem validade legal. No entanto, essas iniciativas ignoram a presença histórica de populações locais, que veem essas ações como invasivas. Para esses grupos, Bir Tawil nunca foi uma terra sem dono, mas sim parte de um território tradicional.
No último dia 14, o Brasil iniciou a fase prática da próxima geração da televisão aberta. Na Torre de TV de Brasília, o Ministério das Comunicações, a Anatel e a EBC inauguraram a estação de testes da TV 3.0, marco inicial de uma transição tecnológica que deve se estender por até 15 anos e alcançar cerca de 90 milhões de televisores no país. As primeiras transmissões experimentais estão previstas para 2026, com início nas grandes capitais.
A nova tecnologia, chamada de DTV+, vai além de uma evolução na qualidade de imagem. Ela combina o sinal broadcast tradicional com a internet, transformando a TV aberta em uma plataforma interativa com navegação por aplicativos, conteúdo sob demanda, publicidade segmentada e recursos de acessibilidade ampliados.
O modelo mantém a gratuidade da TV aberta, que segue como principal meio de consumo de vídeo no país. Segundo dados da Kantar Ibope de março de 2025, ela ainda responde por 70% de todo o consumo de vídeo no Brasil.
Um novo padrão para uma televisão de alta presença no cotidiano
Para entender a dimensão da mudança, é necessário observar o cenário atual. O sistema de TV digital em uso no Brasil desde 2007 transmite em 1080i, um formato entrelaçado que, na prática, entrega ao telespectador uma qualidade percebida mais próxima de 720p progressivo.
O “i” e o “p” indicam como a imagem é desenhada na tela.
Então, o número fala da quantidade de linhas da imagem; a letra fala do modo como essa imagem aparece na tela.
i = interlaced, ou entrelaçado: a imagem é formada em duas etapas. Primeiro aparecem as linhas ímpares da imagem, depois as linhas pares. Ou seja, cada quadro é “montado em partes”.
Isso era útil para transmissão de TV porque economizava banda, mas pode gerar perda de nitidez em cenas rápidas.
p = progressive, ou progressivo: a imagem é formada de uma vez só, com todas as linhas exibidas em sequência dentro do mesmo quadro.
Por isso, o “p” costuma ser melhor para movimento, como futebol, games, ação e câmeras rápidas.
Sergio Bruzetti, coordenador do Módulo de Mercado do Fórum SBTVD, explica que o sinal entrelaçado exibe metade das linhas da imagem em cada atualização, o que impacta a percepção de nitidez em cenas com maior movimento. O modelo, segundo ele, cumpriu seu papel ao viabilizar a digitalização da TV aberta com ampla cobertura e acesso gratuito, mas a evolução dos hábitos de consumo tornou o salto tecnológico necessário.
O contexto ajuda a explicar a movimentação do setor. Os brasileiros passam, em média, 5 horas e 14 minutos por dia em frente à televisão linear, segundo dados da Kantar Ibope de 2024. A TV está presente em 95% dos lares do país, de acordo com a PNAD TIC de 2021, e é apontada como o meio de comunicação mais confiável por 42,5% da população.
Ao mesmo tempo, o avanço do streaming altera o equilíbrio do mercado. Em dezembro de 2024, plataformas digitais alcançaram 20,1% da audiência total no Brasil, com o YouTube liderando com 12,6% e a Netflix com 4,6%, segundo a Kantar Ibope. Já a TV paga segue em retração, encerrando 2025 com 7,6 milhões de pontos ativos, queda de 17,7% em relação ao ano anterior e o menor patamar desde 2009.
Para o especialista em tecnologia e inovação Arthur Igreja, a TV 3.0 ainda terá espaço mesmo em um ambiente dominado pelas plataformas digitais. Ele afirma: “Tem toda essa interatividade dessa tecnologia que está chegando e que tem sim uma parte importante do público que não tem nenhuma dessas assinaturas, seja porque não é tão tecnológico ou porque não tem os recursos financeiros”.
Igreja destaca ainda que as tecnologias não são excludentes: “Mesmo quem já tem streaming vai ganhar numa série de conteúdos e canais que hoje a pessoa consome sem isso”.
Plataformas de streamings estão ficando mais populares. Imagem gerada por IA (ChatGPt/Olhar Digital) – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Navegação por aplicativos e integração com a internet
A principal mudança para o telespectador será na forma de interação com a TV. O acesso aos canais, hoje feito por números, passa a ocorrer por meio de uma interface baseada em aplicativos e ícones, em um ambiente semelhante ao das plataformas de streaming.
Segundo o Fórum SBTVD, canais e emissoras tendem a operar em formato de aplicativos dentro da interface da TV. A integração com a internet amplia a experiência para além do conteúdo linear, permitindo acesso a catálogos sob demanda, múltiplos ângulos de imagem, diferentes trilhas de áudio, enquetes em tempo real, publicidade segmentada e recomendações personalizadas.
A mudança também abre espaço para novas aplicações, como alertas de emergência mais precisos, serviços públicos digitais e recursos ampliados de acessibilidade.
Arthur Igreja observa que a experiência tende a ser mais integrada: “É muito mais interativo, é muito mais participativo, essa integração que hoje muitas vezes acontece com a chamada segunda tela passa a acontecer de uma forma muito mais integrada”.
Ele acrescenta que a mudança também afeta o comportamento de consumo: “A forma não só ao assistir, ao se programar para assistir ou na escolha do conteúdo, muda”.
Do lado das emissoras, o conteúdo principal continuará sendo transmitido via broadcast, garantindo qualidade e estabilidade para grandes audiências simultâneas. A internet atua como complemento, ampliando funcionalidades como catálogo de conteúdos, retomada de programas e personalização da experiência.
Mesmo sem conexão à internet, a programação aberta continuará acessível normalmente, com melhorias de imagem e som do novo padrão. Os recursos interativos dependem da conectividade, mas não afetam o acesso ao sinal básico.
Tecnologia e padrões da TV 3.0
O padrão tecnológico adotado como base da TV 3.0 é o ATSC 3.0, definido após testes de campo realizados pelo Fórum SBTVD entre 2023 e 2024 e oficializado por decreto em 2025.
Um dos principais componentes do sistema é o codec VVC (Versatile Video Coding), que oferece ganho de eficiência de aproximadamente 50% em relação ao MPEG-4.
Segundo Sergio Bruzetti, “essa evolução é fundamental para viabilizar a TV 3.0, pois possibilita a transmissão de conteúdos em 4K, e futuramente até 8K, algo que não é viável no modelo atual sem comprometer a qualidade ou a capacidade de transmissão”.
O áudio também evolui com a adoção do padrão MPEG-H, que permite som imersivo e ajustes individualizados, como separação entre voz, trilha sonora e efeitos, além de seleção de idiomas.
Na estação de testes inaugurada em Brasília, equipamentos foram instalados na Torre de TV com apoio da entidade Seja Digital. A estrutura já transmite conteúdos experimentais na nova faixa de canais destinada ao padrão.
Custos e desafios da transição
A adoção da TV 3.0 exigirá adaptação dos televisores atuais, que não são compatíveis com o novo padrão. A solução será o uso de conversores conectados às TVs existentes, com custo estimado entre R$ 300 e R$ 400.
Arthur Igreja avalia que o fator econômico é relevante no curto prazo: “É uma barreira que não é desprezível. Vão ter pessoas que podem considerar assinar um streaming”.
Ele, no entanto, vê a transição como gradual: “Assim como aconteceu com as smart TVs, com o tempo isso vai ser um recurso absolutamente integrado”.
Para as emissoras, o investimento também é significativo. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) estima que a replicação da cobertura atual da TV digital em todo o território nacional exigiria cerca de R$ 21,79 bilhões em sistemas de transmissão. Em um cenário inicial restrito às capitais e regiões metropolitanas, o valor estimado é de R$ 4,95 bilhões.
Segundo a entidade, o avanço da implantação dependerá de previsibilidade regulatória, coordenação entre os agentes do setor e mecanismos de financiamento capazes de viabilizar a participação de emissoras de diferentes portes.
Cronograma, custos e os desafios para colocar a TV 3.0 em operação
O cronograma prevê o início das transmissões da TV 3.0 em junho de 2026, com as primeiras implantações concentradas em grandes centros urbanos, como Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. A expansão para outras regiões deve ocorrer de forma gradual, em um processo que pode se estender por até 15 anos até a cobertura nacional completa.
A implementação, no entanto, depende de uma série de fatores técnicos e institucionais. Para o setor, trata-se de uma transição de larga escala que exige convivência entre sistemas, adaptação progressiva de infraestrutura e disponibilidade de receptores compatíveis no mercado.
Para Arthur Igreja, o cronograma é viável, mas sujeito a variáveis externas. “O que pode atrasar são questões burocráticas, de disponibilidade de tecnologia, logísticas. O mundo está sofrendo com uma série de instabilidades”, afirma.
Segundo a ABERT, o avanço do projeto dependerá de previsibilidade regulatória, coordenação entre os agentes do setor e criação de mecanismos de financiamento que permitam a participação de emissoras de diferentes portes ao longo da transição.
Uma transição de padrão tecnológico e de experiência de consumo
A TV 3.0 se insere em uma sequência de mudanças estruturais da televisão brasileira, como a migração do sinal analógico para o digital e a consolidação das smart TVs. No entanto, especialistas do setor apontam que esta etapa traz uma diferença central: parte da experiência proposta já é familiar ao público, por estar presente em plataformas digitais.
A proposta da DTV+ é aproximar a televisão aberta dessa lógica de uso, com navegação por aplicativos, integração com internet e maior flexibilidade de consumo, sem alterar seu caráter de serviço gratuito e universal.
Em vez de substituir o modelo atual, a transição busca ampliar suas camadas de funcionalidade, combinando transmissão tradicional e conectividade em uma mesma estrutura técnica.
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira:
Brasileiros descobrem rota que pode tornar viagem à Lua mais barata
Um grupo de pesquisadores brasileiros e europeus acaba de encontrar um trajeto mais barato do que todos os já descritos na literatura científica para chegar à Lua. O novo itinerário exige 58,80 metros por segundo a menos de propelente do que a rota mais viável conhecida até então. Essa diferença, embora pareça pequena, pode representar uma economia de milhões de dólares em combustível.
Chefe da NASA quer que Plutão volte a ser planeta
O administrador da NASA, Jared Isaacman, apresentou uma proposta de orçamento para o ano fiscal de 2027. Nela, estabeleceu a meta de pousar astronautas na Lua até 2028 e defendeu o retorno de Plutão ao status de planeta.
IA ensinou cientistas a criar uma arma biológica
Um episódio envolvendo testes de segurança com inteligência artificial reacendeu preocupações sobre o potencial uso indevido da tecnologia em cenários de risco. Durante uma avaliação conduzida por especialistas, um chatbot foi capaz de sugerir estratégias detalhadas para a criação e disseminação de uma arma biológica.
IA e deepfakes silenciam mulheres na vida pública, aponta ONU
Um relatório da ONU aponta que a violência online e o uso de deepfakes estão afastando mulheres de cargos públicos e da vida política. O documento destaca que ataques coordenados buscam silenciar vozes femininas e minar a credibilidade profissional de jornalistas, ativistas e defensoras de direitos humanos mundo afora.
Antílope-azul que viveu há 260 anos pode voltar à vida
A empresa de biotecnologia Colossal Biosciences anunciou que tentará trazer de volta à vida um antílope extinto por volta de 1800. O animal se junta a projetos de “desextinção” que já envolvem o mamute-lanoso, o dodô, o moa, o tilacino e o lobo-terrível.
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O longa 2DIE4: 24 Horas no Limite chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (30) com uma proposta incomum dentro do cinema nacional: transportar o espectador para dentro de uma das provas mais exigentes do automobilismo mundial, as 24 Horas de Le Mans. A produção acompanha o piloto Felipe Nasr ao longo da corrida, em uma narrativa construída a partir de sua própria perspectiva e das interações com a equipe durante a prova.
Dirigido e produzido pelos irmãos André Abdala e Salomão Abdala, conhecidos como Abdala Brothers, o projeto levou cerca de dois anos para ser desenvolvido e combina uso de equipamentos cinematográficos de alto nível e acesso direto aos bastidores de uma equipe da Porsche. A proposta, segundo os diretores, foi tratar uma corrida real como se fosse um set de filmagem, sem interferir nos acontecimentos.
Além do acesso, o filme também aposta em inovação técnica. A produção utilizou câmeras 8K customizadas em parceria com a Panavision. A técnica de filmagem, adaptada ao padrão IMAX, visou manter uma estética mais próxima do cinema tradicional.
Outro destaque está no desenho de som, desenvolvido ao longo de mais de um ano e finalizado em Dolby Atmos. A proposta foi recriar não apenas o ambiente da corrida, mas também a percepção auditiva do piloto dentro do carro, incluindo comunicações de rádio e variações de motor.
Na entrevista abaixo ao Olhar Digital, os diretores detalham os bastidores do projeto, as decisões criativas e os desafios de transformar um evento real em uma experiência cinematográfica.
Do início com GoPro ao primeiro longa
Olhar Digital: Como foi o caminho de vocês desde o início, quando ganharam uma GoPro em um sorteio, até chegar ao primeiro filme brasileiro em IMAX?
André Abdala:
É muito doido… porque eu acho que durante a nossa carreira tiveram muitas GoPros que Deus nos deu e foram possibilitando a gente avançar a cada degrau, na verdade, para o próximo passo. Eu acho que cada passo foi um pulo de amadurecimento, mas para a gente sempre foi uma coisa muito pessoal, sabe?
Nós começamos a fazer vídeo porque a gente era apaixonado por isso. A gente queria que o nosso vídeo de GoPro saísse no canal oficial da GoPro e fosse o melhor vídeo de GoPro possível. E quando a gente comprou uma câmera própria, a lógica era a mesma.
E agora fazer o filme, o primeiro filme, tem que ser IMAX. Então sempre teve uma motivação por trás nossa que é pessoal, num nível de que se não ficar perfeito, não está bom o suficiente.
É muito louco isso, porque por mais que seja uma evolução muito grande das coisas que aconteceram, foram oportunidades que apareceram e que a gente buscou muito para poder estar lá.
Olhar Digital: Vocês trabalharam com a Panavision para desenvolver o equipamento e usaram lentes muito raras. O que essas escolhas trouxeram para a imagem do filme que uma câmera convencional não traria?
Salomão Abdala:
Quando a gente teve essa ideia e decidiu fazer o nosso primeiro filme, a gente sabia que em algum momento ia ter que fazer esse primeiro filme. E a gente queria que fosse um filme de corrida, porque a gente sabe que tem muitas habilidades no mundo do automobilismo e sabemos mostrar isso de um jeito diferente que talvez não tinha sido mostrado antes.
Mas fazer o primeiro filme de corrida é quase impossível, porque os filmes de corrida são notórios por serem os mais caros da história do cinema. Então, como que você consegue, como diretor, fazer o seu primeiro filme sem ter esse tipo de estrutura, sem vir desse meio?
E esse conceito veio quando meu irmão falou: e se a gente for numa corrida de verdade, filmar um piloto de verdade, com consequências de verdade, e tratar isso como o nosso set de cinema?
Olha para aquelas 300 mil pessoas que estão na arquibancada e tratá-las como se fossem figurantes. Porque, se você estivesse num set, você ia pedir para elas se vestirem como franceses e fingirem que estão assistindo a uma corrida. Só que ali elas já são francesas, estão na França e foram assistir a corrida.
Então é só captar essa realidade da forma mais cinematográfica possível.
Mas tinha uma coisa que a gente queria: o equipamento, a parte técnica que os grandes filmes de Hollywood têm. Então, mesmo sem ter esse grande orçamento, se a gente usasse esse tipo de equipamento, isso ia trazer uma qualidade que está nos filmes que a gente gosta.
A Panavision desenvolveu coisas para a gente, foi de protótipo mesmo. Isso foi muito especial, porque era algo que a gente queria desde o começo.
Eu falei para eles: ‘eu quero muito a lente que o Christopher Nolan usou em Oppenheimer, que traz aquela separação entre o personagem e o resto do mundo’.
Público real vira ‘figurante’ no filme que acompanha a corrida de Le Mans. Imagem: reprodução – Imagem: Divulgação
André Abdala:
É porque é uma lente antiga e muito especial, que traz esse look na imagem.
Quando a gente fala de IMAX, existe esse selo de qualidade, de que é a forma mais imersiva de assistir a um filme. Mas mesmo assistindo o nosso filme em um cinema tradicional, você vai perceber essa diferença, porque essas lentes fazem parecer que você entrou em uma realidade nova.
As imagens trazem uma separação entre o protagonista, o Felipe, e o fundo, que parece que você está em um ambiente que não é o que você geralmente assiste em outros filmes.
Tem um look muito diferente. Essas lentes são isso.
Olhar Digital: Vocês desenvolveram uma técnica inédita de filmagem para esse formato. Explica a ideia para os nossos leitores e o que muda para quem está assistindo.
Salomão Abdala:
Uma das coisas que a gente queria era trazer novas experiências para a audiência. Um dos jeitos disso foi colocar a audiência dentro de um lugar onde ela nunca esteve, que é dentro do relacionamento de um piloto com a equipe. Um relacionamento real, que não é roteirizado. Você está vendo ali praticamente um casamento dentro de quatro paredes, coisas que normalmente você não veria.
Na parte técnica, a gente também queria trazer inovação. O IMAX tem uma tela mais alta do que larga, o que vai contra a evolução do cinema, que sempre foi de deixar a imagem mais horizontal. Vieram várias tecnologias ao longo do tempo para deixar a imagem mais larga, como lentes anamórficas, CinemaScope, VistaVision.
O IMAX vem no sentido contrário. Ele é mais alto. E, por isso, normalmente se usa lente esférica, que é uma lente mais ‘normal’, mais parecida com o que você vê até em um celular.
Só que, para a gente, o cinema mais clássico, os grandes filmes da história, sempre foram feitos com lentes anamórficas, que criam uma separação diferente entre o que está em foco e o que não está.
Cena destaca imersão e linguagem visual do filme 2DIE4: 24 Horas no Limite – Imagem: Divulgação
André Abdala:
E são essas lentes que geram aquelas barras pretas que a gente está acostumado a ver nos filmes.
Salomão Abdala:
Exatamente. E isso normalmente não funciona no IMAX. Então, em muitos filmes, você vê cenas em IMAX com lente esférica e outras cenas com lente anamórfica com barras pretas.
Ou então, em filmes mais recentes, eles usam só lente esférica para manter a consistência. Mas isso sempre incomodou a gente, porque acreditamos que a lente anamórfica é a mais cinematográfica que existe.
Durante o desenvolvimento do filme, a gente teve algumas ideias, fez cálculos, conversou com a Panavision, e eles desenvolveram protótipos para a gente.
A gente conseguiu criar uma técnica onde usamos lente anamórfica no formato IMAX, que é esse formato mais alto. É o primeiro filme com lançamento em IMAX a fazer isso.
Isso é um ponto muito grande de orgulho para a gente como brasileiros, porque além de ser o primeiro filme brasileiro em IMAX, também traz uma inovação que está sendo feita aqui antes do resto do mundo.
Essa técnica foi aplicada na sequência final do filme, que foi quando ela ficou pronta. E é uma sequência com uma imagem muito diferente, porque você está vendo anamórfico dentro de uma tela alta de IMAX.
Olhar Digital: Como vocês conseguiram esse nível de acesso ao Felipe Nasr e também à equipe da Porsche dentro de uma corrida?
André Abdala:
Isso foi uma das coisas mais difíceis e a primeira grande barreira para a gente tentar fazer o filme. Porque, a partir do momento que o Felipe veio com a gente… existia um contexto de que nós já queríamos fazer o nosso primeiro filme e tínhamos interesse em contar histórias de pessoas com obsessão por aquilo que fazem.
Numa conversa de bar com o Felipe, depois de um projeto que a gente fez com ele para a Porsche, ele virou e falou: ‘meu sonho é vencer Le Mans, mesmo que eu morra tentando’.
Foi exatamente nesse momento que a gente entendeu: está aí o nosso protagonista. É uma pessoa real, com um objetivo claro, com um motivo de existência muito forte naquele contexto.
E esse é o tipo de história que a gente queria contar. Não só sobre corrida, mas sobre alguém que tem uma obsessão pela paixão que encontrou.
A partir disso, foi usar tudo que a gente tinha: contatos no automobilismo, relação com a Porsche, pedir ajuda para conseguir acesso com a organização da corrida, liberar direitos para filmar, conseguir autorização para estar lá dentro.
E a parte mais sensível era com a Porsche, porque a gente precisava de liberação total dentro da garagem da equipe. A gente estava financiando o próprio filme, filmando uma história real sem saber o resultado final. Então, sem esse acesso completo, não fazia sentido.
E foi muito louco porque a gente conseguiu. Então você vai ver no filme um nível de intimidade dentro de um box de corrida que você nunca viu antes.
Salomão Abdala:
Porque, para você ouvir e saber essas coisas que estão sendo conversadas, normalmente você teria que ser um piloto ou um engenheiro da equipe.
O piloto brasileiro Felipe Nasr é o protagonista do filme sobre as 24 Horas de Le Mans – Imagem: Divulgação
Olhar Digital: O som é um elemento central em um filme de corrida. Como vocês trabalharam isso para traduzir a sensação de estar dentro da prova?
André Abdala:
Muito legal essa pergunta, porque existia uma coisa que a gente sabia desde o começo. Pelo fato de estarmos financiando o nosso próprio filme, a gente não tinha dinheiro infinito. Então tinha duas coisas que a gente não podia errar: imagem e som.
A única coisa que a gente precisava captar ali era o diálogo do Felipe. Todo o resto foi um ano e meio de trabalho incansável — e ainda continua — na mixagem e no som do filme.
Eu tenho muito orgulho de dizer que praticamente toda a pós-produção, tirando o color grading que foi feito pela Light Iron, foi 100% feita por brasileiros. Eu sou o editor do filme e também trabalhei no sound design.
A gente passou um ano e meio trabalhando nisso para fazer com que cada barulho de carro fosse perfeito. Se é um carro turbo, se é um V8, se é aspirado, se é uma Ferrari passando — tudo tem um som específico.
O filme inteiro foi masterizado em Dolby Atmos. Então todos os sons são tridimensionais. Você sente o som passando, vindo de cima, de trás, em volta de você.
Salomão Abdala:
Mas o mais legal é o seguinte: se a proposta do filme é colocar a audiência dentro da cabeça de um piloto, então você tem que ouvir como um piloto ouve.
Então você vai ouvir coisas como a comunicação do engenheiro falando com o piloto exatamente como acontece, como se estivesse no fone de ouvido dele.
Esse som vem das caixas de trás. Isso é algo que não é comum no cinema, porque normalmente o diálogo vem da caixa central, na frente.
No nosso filme, essa comunicação vem de trás, como acontece na vida real. E isso aumenta muito a imersão.
Células-tronco podem ajudar no tratamento contra Parkinson e insuficiência cardíaca. O Japão lidera as iniciativas com as células-tronco reprogramadas. Quais podem ser os impactos dessas novas terapias no mercado da saúde e, é claro, para os pacientes?
O assunto é tema de hoje na coluna Olhar do Amanhã, com o doutor Álvaro Machado Dias, professor da UNIFESP, neurocientista, futurista e colunista do Olhar Digital News. Confira!
Veja os destaques do Olhar Digital News desta terça-feira:
Meta tem plano ambicioso para garantir energia para data centers de IA
A Meta firmou uma parceria com a startup Overview Energy para garantir até 1 gigawatt de energia solar vinda do Espaço. O objetivo é sustentar a enorme demanda energética de seus data centers de inteligência artificial. O projeto consiste no uso de satélites para capturar a luz solar em órbita, onde o Sol nunca se põe, e transmiti-la para a Terra de forma constante.
NASA convoca público para identificar meteoros atingindo a Lua
A NASA está solicitando ajuda de cientistas cidadãos para observar e registrar impactos de meteoros na Lua. A iniciativa faz parte dos preparativos para estabelecer uma presença humana duradoura no satélite natural da Terra.
SpaceX: salário de Elon Musk depende da colonização de Marte
O conselho da SpaceX aprovou um novo pacote de remuneração para Elon Musk. O salário está atrelado a metas ambiciosas, incluindo a colonização de Marte, o aumento no valor de mercado da empresa e a instalação de data centers no espaço.
Google fecha acordo com Pentágono para uso de IA em missões secretas
O Google fechou um acordo com o Pentágono para fornecer modelos de inteligência artificial em missões secretas, ignorando o protesto de mais de 600 funcionários. O contrato permite que o agora renomeado Departamento de Guerra utilize a IA da Alphabet para “qualquer propósito governamental legal”.
Carro criado por IA está saindo do papel
O processo tradicional de criar um carro novo é lento e custoso, levando, em média, cinco anos do primeiro esboço até a chegada nas concessionárias. No entanto, gigantes como a General Motors e a Nissan estão usando a inteligência artificial generativa e preditiva em seus fluxos de trabalho para encurtar drasticamente esse cronograma, visando colocar novos modelos nas ruas em apenas 30 meses.
O Olhar Digital News vai ao ar de segunda a sexta-feira nas nossas redes sociais!
O pedido de desculpas da IA tem algum valor real? Este é o tema da coluna Fala AI desta semana, com Roberto Pena Spinelli, físico pela USP, com especialidade em Machine Learning por Stanford e pesquisador na área de Inteligência Artificial.
Na coluna de hoje, você ainda vai ver:
Um novo estudo identificou que o ChatGPT pode espelhar o comportamento humano – positivo ou negativo – e exibir sinais de agressividade para o usuário. O que essa conclusão revela sobre o desenvolvimento dessas ferramentas?
O Google anunciou uma mudança em uma das ferramentas de segurança mais utilizadas da internet, o reCAPTCHA, conhecido popularmente pelo teste “eu não sou um robô”. A reformulação marca uma resposta direta ao avanço dos agentes de IA, que já conseguem simular comportamentos humanos com facilidade. O que muda na prática? Será que isso é o bastante para garantir a segurança da navegação na era da IA?
Segundo informações do The Wall Street Journal, a Meta deve recuar na compra da startup de inteligência artificial (IA)Manus após a China ter proibido a transação por supostos riscos à segurança nacional na segunda-feira (27).
A compra foi realizada em dezembro, no valor de US$ 2,5 bilhões (R$ 12,4 bilhões), e a tecnologia da empresa, com sede em Singapura, rapidamente foi integrada aos sistemas da Meta. Sendo assim, qualquer tentativa de desfazer o negócio provocaria a separação das companhias.
Como se já não bastasse, investidores da Manus, incluindo a empresa de capital de risco Benchmark, com sede na Califórnia (EUA), já receberam seus retornos, diz o jornal.
Meta dando um passo atrás na compra da Manus?
Segundo o periódico, a Meta obtém receitas significativas de anunciantes chineses que buscam consumidores fora da China;
Isso acontece mesmo com apps da Meta, como o Facebook, sendo bloqueados no país;
Caso a Meta siga em seu plano de desfazer o negócio, investidores asiáticos da Manus, como Tencent, HSG e ZhenFund, planejam cooperar, segundo fontes;
Pequim deu às empresas um prazo de algumas semanas para o acordo ser cancelado e para restaurar, de forma integral, os ativos chineses da Manus como estavam. Isso inclui a remoção de dados ou tecnologia previamente transferidos da Meta;
A China também pensa em sancionar Manus e Meta se o negócio não for completamente desfeito.
O acerto entre as partes teria irritado Pequim, que começou a analisá-lo tão logo foi anunciado e, em março, convocou os dois cofundadores da Manus — Xiao Hong e Ji Yichao — para discuti-lo. A seguir, foram instruídos a não deixar o país enquanto a investigação estivesse em curso.
Até o momento, ao acessar o site da Manus, é possível ver uma mensagem que avisa o usuário sobre o acordo com a Meta e o redireciona para um post de blog.
Manus ainda diz, em seu site, ser uma empresa sob o guarda-chuva da Meta – Imagem: Reprodução/Manus
Evolução do Manus
As primeiras versões do Manus foram criadas por engenheiros da Beijing Butterfly Effect Technology, fundada por Xiao em 2022. A seguir, uma empresa — também de nome Butterfly Effect —, cuja sede também é em Singapura, assumiu o controle das operações da IA.
Há alguns meses, a Manus transferiu boa parte dos funcionários da China para Singapura após investimento da Benchmark.
Quanto ao acordo com a empresa de Mark Zuckerberg, as autoridades chinesas entendem ter autoridade o bastante para exigir o cancelamento do acordo, uma vez que a Beijing Butterfly Effect Technology segue como empresa chinesa, de acordo com o Journal.
A legislação da China determina que qualquer investimento de fora que possa representar risco à segurança nacional pode passar por revisão das autoridades.
Antes da divulgação da proibição do negócio, houve, segundo o Journal, discussões sobre possível acordo para resolver as preocupações chinesas, como, por exemplo, a saída de fundadores de Manus e Meta.
A dona de Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads, que, certas vezes, contratou equipes de liderança de startups sem comprar as empresas, já reconheceu que precisará deixar os fundadores da startup saírem, de modo a completar o desacordo.
Empresa de Mark Zuckerberg já tinha incorporado as tecnologias da startup – Imagem: gguy/Shutterstock
Investidores com participações em empresas chinesas de IA afirmaram que a ordem emitida por Pequim é um alerta para quaisquer startups que busquem imitar o movimento da Manus.
Contudo, salientaram que os ricos crescentes também podem inibir investidores estrangeiros que queiram aplicar nas tecnologias chinesas de mais destaque, como ByteDance (dona do TikTok) e Alibaba, que captaram capital estrangeiro quando estavam iniciando.
O que dizem as partes
O Journal tentou contato com os executivos da Manus, com a Benchmark e com a Manus, mas não obteve resposta. O Olhar Digital contactou Manus e Meta e aguarda um posicionamento oficial.
A Microsoft deixará de ter acesso exclusivo às tecnologias de inteligência artificial da OpenAI. Um novo acordo entre as empresas estabelece que a dona do ChatGPT terá liberdade para oferecer seus modelos para rivais como Amazon e Google.
A decisão foi recebida com cautela pelos investidores, já que pode sinalizar que a big tech está abrindo mão de uma vantagem estratégica importante na corrida de IA.
Para Arthur Igreja, especialista em Tecnologia e Inovação, a reformulação no acordo representa muito mais do que uma nova etapa na relação entre as empresas. Segundo ele, o movimento indica um cenário mais aberto e competitivo no mercado de inteligência artificial, com a dona da OpenAI ampliando sua atuação para além de um único ecossistema. Confira a análise!
Toda semana, o Olhar Digital destaca as novidades do Disney+ no Brasil. Entre os dias 27 de abril e 3 de maio de 2026, o streaming traz episódios de produções bastante aguardadas.
Nesta atualização, o streaming da Disney recebe episódios de séries como Maul, Demolidor e Os Testamentos: Das Filhas de Gilead. Além disso, a primeira temporada do drama coreano Terra de Ouro estreia na plataforma.
Lançamentos do Disney+ de 27 de abril a 3 de maio de 2026
Confira abaixo mais detalhes sobre os lançamentos da semana no Disney+ entre 27 de abril e 3 de maio de 2026:
Segunda-feira – 27/04
Star Wars: Maul – Lorde das Sombras — Temporada 1, Episódios 7 e 8
Série | Original Lucasfilm Animation | Animação | Ação | Aventura | Ficção científica | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Ambientada após os acontecimentos de Star Wars: A Guerra dos Clones, a série acompanha Maul em seus planos para reconstruir seu sindicato do crime num planeta fora do alcance do Império. Lá, seu caminho se cruza com o de uma padawan Jedi desiludida. E ela pode ser a aprendiz que ele procura para ajudá-lo em sua implacável busca por vingança.
Terça-feira – 28/04
Demolidor: Renascido – Temporada 2, Episódio 7
Série | Original Marvel Television | Aventura | Ação | Ano de Produção: 2026 (EUA)
O prefeito Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) destrói Nova York enquanto persegue seu inimigo, o vigilante de Hell’s KItchen conhecido como Demolidor. Mas, por trás da máscara com chifres, Matt Murdock (Charlie Cox) tentará contra-atacar das sombras para derrubar o império corrupto do Rei do Crime e retomar seu lar. Resista. Rebele-se. Reconstrua.
Quarta-feira – 29/04
Os Testamentos: Das Filhas de Gilead — Temporada 1, Episódio 6
Série | Original Lucasfilm Animation | Drama | Suspense | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Baseada no romance homônimo de Margaret Atwood, Os Testamentos: Das Filhas de Gilead dá continuidade ao universo de The Handmaid’s Tale num drama sobre amadurecimento ambientado em Gilead. A série acompanha Agnes, adolescente obediente e devota, e Daisy, jovem recém-chegada e convertida vinda de fora das fronteiras de Gilead. Enquanto percorrem os corredores luxuosos da exclusiva escola preparatória da Tia Lydia para futuras esposas, lugar onde a obediência é imposta com brutalidade, sempre sob justificativa divina, o vínculo entre elas se torna o gatilho que abalará seu presente e seu futuro.
Terra de Ouro – Temporada 1, episódio 1
Série | Original Hulu | Drama | Suspense | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
Heeju recebe acidentalmente barras de ouro de uma rede de contrabando e fica presa num inferno de ganância e traição. Consumida pelo desejo de ficar com tudo, ela dá início a uma luta desesperada para se apoderar do saque.
Fábrica de Casamentos – Temporada 5, Episódio 5
Série | Reality Show | Ano de Produção: 2026 (Brasil)
Em cada episódio, Ana Furtado conduz o público por uma história de amor única. O programa acompanha um casal, seu grande sonho e um desafio especial: organizar o casamento perfeito em apenas sete dias. Para isso, um time de especialistas assume a missão de transformar desejos grandiosos e únicos dos noivos em uma celebração inesquecível, sempre correndo contra o tempo. Ao longo do episódio, o público acompanha os bastidores da produção e a ansiedade dos noivos até o grande momento final.
Sexta-feira – 01/05
A Coroa Perfeita – Temporada 1, episódio 7
Série | Original Hulu | Drama | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
Numa Coreia do século 21 regida por uma monarquia constitucional, a tradição e a modernidade se entrelaçam, mas o glamour esconde uma sociedade com regras muito estritas. Seong Huiju é a talentosa diretora e herdeira de uma empresa poderosa, mas, por ser plebéia, sofre o desprezo da elite. Quando sua família começa a pressioná-la para se casar, Huiju decide tomar o controle do seu futuro após conhecer o príncipe Ian no Banquete de Aniversário Imperial. Ela tem tudo menos status, enquanto ele só tem status. Assim, eles concordam em se casar por contrato. Mas eles poderão romper as barreiras sociais e criar seu próprio destino?
Sábado – 02/05
A Coroa Perfeita – Temporada 1, episódio 8
Série | Original Hulu | Drama | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
Numa Coreia do século 21 regida por uma monarquia constitucional, a tradição e a modernidade se entrelaçam, mas o glamour esconde uma sociedade com regras muito estritas. Seong Huiju é a talentosa diretora e herdeira de uma empresa poderosa, mas, por ser plebéia, sofre o desprezo da elite. Quando sua família começa a pressioná-la para se casar, Huiju decide tomar o controle do seu futuro após conhecer o príncipe Ian no Banquete de Aniversário Imperial. Ela tem tudo menos status, enquanto ele só tem status. Assim, eles concordam em se casar por contrato. Mas eles poderão romper as barreiras sociais e criar seu próprio destino?
Outlander — Temporada 8, Episódio 9
Série (8 Temporadas) | Aventura | Drama | Fantasia | Romance | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Na oitava e última temporada de Outlander, Jamie (Sam Heugan) e Claire (Caitriona Balfe) descobrem que a guerra os seguiu até seu lar em Fraser’s Ridge, agora um assentamento próspero que cresceu e floresceu em sua ausência. Com as novas chegadas e mudanças ocorridas ao longo dos anos em que estiveram fora, os Fraser se veem diante do dilema do que estão dispostos a sacrificar pelo lugar que chamam de lar e o que estariam dispostos a abrir mão para permanecer juntos. Enquanto os Fraser mantêm uma frente unida contra os invasores, segredos de família que finalmente vêm à tona ameaçam dividi-los por dentro. Embora tenham deixado para trás a guerra pela independência dos Estados Unidos, sua luta por Fraser’s Ridge está apenas começando.
(O Disney+ ainda não divulgou os lançamentos agendados para maio.)
O Olhar Digital traz os principais lançamentos da Netflix semanalmente. Nesta semana, você confere as produções que chegam ao catálogo do streaming entre 27 de abril e 3 de maio de 2026.
Entre as estreias, estão a série documental Casar com um Assassino?, a primeira temporada de Homem em Chamas e a animação Como Mágica. Também chegam ao catálogo da Netflix filmes como Um Stalker Apaixonado e novas temporadas (ou episódios) de séries como Todo Mundo Odeio o Chris, 30 Rock e Jujutsu Kaisen.
Lançamentos da Netflix de 27 de abril a 3 de maio de 2026
Confira abaixo a lista completa de lançamentos da Netflix no período entre 27 de abril e 3 de maio de 2026:
Segunda-feira – 27/04
Direto pro Inferno – Temporada 1
Série | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Japão)
Kazuko Hosoki, a vidente mais famosa do Japão, já teve a nação na palma de suas mãos. Seria ela uma salvadora ou um demônio? Riqueza, fama, romance: ela tinha tudo. Mas o que seu passado esconde?
Quarta-feira – 29/04
Casar com um Assassino? – Temporada 1
Série | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Reino Unido)
A patologista forense Caroline Muirhead vê sua vida transformada ao se apaixonar e noivar rapidamente com um homem que conheceu por meio de um aplicativo. No entanto, a estabilidade do relacionamento é destruída quando o noivo confessa ter cometido um assassinato ocultado há três anos. Diante da revelação do crime e do paradeiro desconhecido do corpo, Caroline é forçada a escolher entre a lealdade ao parceiro e o cumprimento do seu dever moral e profissional de revelar a verdade.
Meu Nome é Agneta
Filme | Original Netflix | Comédia | Romance | Drama | Ano de Produção: 2026 (Suécia)
Aos 49 anos e diante de uma vida estagnada na Suécia, Agneta decide romper com a rotina e o distanciamento do marido para aceitar um emprego de babá na França. Ao chegar, descobre que seu encargo não é uma criança, mas sim Einar, um idoso excêntrico com demência. Essa convivência inesperada dá origem a uma amizade caótica que força Agneta a confrontar suas próprias limitações e a redescobrir o sentido de sua existência.
Invejosa – Temporada 4
Série | Original Netflix | Drama | Romance | Ano de Produção: 2026 (Argentina)
Vicky agor é madrasta. Com novas expectativas e as mesmas neuras, será que ela consegue se adaptar ao filho do namorado e criar a família que sempre quis?
Bom Caminho (filme)
Todo Mundo Odeia o Chris (novas temporadas)
Quinta-feira – 30/04
Homem em Chamas – Temporada 1
Série | Original Netflix | Suspense | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
A série conta a história de John Creasy. Ex-mercenário das Forças Especiais, letal e conhecido por sobreviver até às situações mais brutais, ele agora enfrenta um TEPT severo. Decidido a vencer os próprios demônios, Creasy busca redenção, mas, antes de conseguir se adaptar a essa nova vida, é arrastado de volta para o fogo e precisa lutar como nunca.
Yiya Murano: Morte na Hora do Chá
Filme | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Argentina)
Uma encantadora dona de casa é investigada por envenenar as amigas na hora do chá neste documentário sobre um crime real que continua fascinando a Argentina.
Sexta-feira – 01/05
Como Mágica
Filme | Original Netflix | Animação | Comédia | Fantasia | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
Uma comédia sobre amizade que gira em torno de uma pequena criatura da floresta (com voz do vencedor do Oscar Michael B. Jordan, na versão original) e um pássaro majestoso (com voz de Juno Temple na versão original), dois inimigos por natureza que vivem no Vale. De repente, os dois trocam de corpo e precisam se unir (um na pele — e nas penas — do outro) para sobreviver à aventura mais incrível de suas vidas.
Minha Querida Sobrinha
Filme | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Espanha)
Adela, a filha única solitária de uma família conservadora, divide seus dias entre o antiquário da família e a catequese que leciona, sempre sob a superproteção da mãe e o silêncio acerca de sua condição intersexo que acabou moldando sua vida, mesmo que ela a desconhecesse. A bela e inesperada amizade com um novo padre da paróquia, o retorno de uma pessoa querida de sua infância e a chegada de uma mulher à cidade desencadeiam reações que atiram Adela em uma jornada de autoconhecimento, levando-a de Pamplona a Madri, onde sua identidade precisará do amor e do apoio de quem está à volta dela para ser revelada.
O Genro
Filme | Original Netflix | Comédia | Ano de Produção: 2026 (México)
Depois de seguir um caminho difícil, José Sanchez se torna um temido operador político. Mas, desta vez, seu bigode marcante e a língua afiada não serão suficientes.
O Peso da Glória – Temporada 1
Série | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Índia)
Numa cidadezinha dedicada ao boxe, dois irmãos investigam um assassinato chocante em meio ao reencontro com o pai, um treinador famoso.
O Ford Capri elétrico ganhou destaque após sua apresentação recente. Além disso, o modelo chamou atenção pelo visual moderno e pela proposta ousada. Portanto, ele já é apontado como um dos carros mais marcantes da marca. Bora entender o que está por trás desse sucesso?
Por que o novo Ford mais bonito está chamando tanta atenção?
O Ford Capri elétrico repercutiu após análises da imprensa especializada. Segundo um estudo publicado na ScienceDirect, o design de um produto influencia diretamente a percepção de valor e atratividade do público. Além disso, modelos com identidade visual forte tendem a gerar maior conexão emocional com os consumidores.
Portanto, o impacto não vem apenas do visual em si. O Ford Capri elétrico combina referências clássicas com soluções modernas, o que reforça essa percepção positiva. Contudo, o design diferenciado continua sendo o principal fator que desperta curiosidade e interesse imediato.
🚗 Apresentação: Ford Capri elétrico chega com proposta moderna.
✨ Destaque: Linhas esportivas e identidade visual renovada.
🏆 Reconhecimento: Considerado um dos mais bonitos da marca.
O que faz o design do Ford Capri elétrico se destacar?
O Ford Capri elétrico aposta em um visual limpo e bem resolvido. Além disso, suas proporções equilibradas reforçam a sensação de movimento mesmo com o carro parado. Portanto, o conjunto transmite modernidade sem abrir mão da identidade da marca.
Contudo, o design não é apenas questão estética. Cada detalhe contribui para eficiência e desempenho. Assim, o modelo consegue unir aparência marcante com funcionalidade real.
Linhas esportivas e proporções equilibradas garantem o destaque visual do novo modelo – Ford / Divulgação
Quais tecnologias estão presentes no novo Ford mais bonito?
O Ford Capri elétrico acompanha as tendências mais recentes do setor automotivo. Além disso, o modelo oferece recursos de assistência ao motorista e conectividade integrada. Portanto, a experiência ao volante se torna mais prática e segura.
Contudo, o destaque também está na motorização elétrica. Assim, o carro se alinha com a busca por soluções mais sustentáveis e eficientes.
Aspecto
Destaque
Benefício
Visual
Linhas modernas
Presença marcante
Tecnologia
Sistemas inteligentes
Mais segurança
Motorização
Elétrica
Eficiência energética
O Ford Capri elétrico pode influenciar os próximos lançamentos da marca?
O Ford Capri elétrico representa uma mudança importante no posicionamento da marca. Além disso, ele mostra uma aposta clara em design mais ousado e tecnologia avançada. Portanto, é natural que influencie os próximos modelos.
Contudo, o impacto dependerá da recepção do público. Assim, se a aceitação for positiva, o modelo pode servir como base para uma nova fase da Ford.
A Microsoft anunciou uma mudança histórica na assinatura do Xbox Game Pass, reduzindo os valores mensais para ampliar sua base de usuários. No entanto, a estratégia traz um custo para os fãs de FPS: os novos títulos de Call of Duty não chegarão mais no catálogo no dia do lançamento. Essa reestruturação busca equilibrar a receita de vendas diretas com a acessibilidade do serviço de streaming.
Como fica o cronograma da assinatura do Xbox Game Pass?
De acordo com um comunicado oficial publicado pelo Xbox Wire, a empresa decidiu priorizar o volume de assinantes através de preços mais baixos. A decisão reflete uma mudança de postura após a aquisição da Activision, visando maximizar o lucro de grandes lançamentos antes de disponibilizá-los aos membros do serviço.
A nova dinâmica estabelece uma janela de exclusividade para compras avulsas, o que significa que o “Day One” para Call of Duty deixa de existir no modelo tradicional. Abaixo, detalhamos como essa transição será implementada para os usuários atuais e novos interessados no ecossistema da marca, focando na sustentabilidade do serviço.
💰 Redução de Preços: Mensalidades ficam mais baratas globalmente para atrair novos perfis de jogadores.
🔫 Fim do Day One: Títulos de Call of Duty terão janelas de venda obrigatórias antes de entrar no catálogo.
🔄 Conversão Automática: Assinaturas ativas serão atualizadas para o novo valor no próximo ciclo mensal de cobrança.
Quais são os benefícios desta nova política de preços?
A principal vantagem é a democratização do acesso, permitindo que mais pessoas experimentem centenas de títulos por um custo mensal reduzido. Em um cenário econômico instável, baixar o preço da porta de entrada é uma jogada agressiva para combater a rotatividade de clientes e fortalecer o engajamento de longo prazo dentro da plataforma Xbox.
Mesmo com a ausência de grandes estreias imediatas no gênero de tiro, o catálogo continua recheado com os jogos do Xbox Game Studios que ainda mantêm o lançamento simultâneo. Essa diferenciação cria categorias de peso dentro da biblioteca, onde alguns jogos são acessíveis na hora e outros exigem paciência ou a compra individual definitiva.
Economia imediata no custo fixo mensal de entretenimento digital.
Acesso garantido a mais de 400 jogos de diversos gêneros e produtoras.
Inclusão de benefícios do EA Play sem custo adicional no plano Ultimate.
Descontos exclusivos em DLCs e expansões para jogos instalados.
A nova política foca na economia mensal e no acesso a centenas de jogos – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Qual o novo valor da assinatura do Xbox Game Pass?
A tabela de preços foi simplificada para que o usuário consiga identificar rapidamente qual plano se encaixa melhor no seu bolso e nos seus dispositivos. É importante notar que a redução de preço atinge as versões de console, PC e a modalidade Ultimate, que segue sendo a opção mais completa e robusta oferecida pela Microsoft.
Com a mudança, o foco se desloca da novidade absoluta para a manutenção de uma biblioteca rotativa de alta qualidade técnica. Abaixo, preparamos uma comparação visual para que você entenda exatamente quanto vai pagar e quais os principais limites de cada modalidade após os ajustes estratégicos anunciados pela empresa nesta semana.
Plano de Assinatura
Novo Preço (EUA)
Call of Duty
Game Pass Ultimate
US$ 19,99
Pós-lançamento
PC Game Pass
US$ 9,99
Pós-lançamento
Game Pass Core
US$ 7,99
Não incluído
Por que Call of Duty saiu dos lançamentos simultâneos?
A razão é estritamente comercial, visando proteger as vendas massivas que a franquia gera em seu período de estreia global. Colocar um produto que vende dezenas de milhões de cópias a preço “zero” para assinantes estava criando um desafio financeiro difícil de justificar para os acionistas após a fusão bilionária com a Activision Blizzard.
Ao remover o Day One, a Microsoft incentiva a compra direta por quem deseja a experiência competitiva no primeiro minuto, enquanto usa o catálogo para dar sobrevida ao jogo meses depois. É um modelo híbrido que tenta capturar o máximo de receita possível em diferentes estágios do ciclo de vida de um título de alto orçamento.
O serviço ainda compensa para jogadores competitivos?
A resposta depende da sua prioridade entre economia financeira e imediatismo no cenário dos eSports atuais. Se você joga múltiplos títulos e não se importa em esperar alguns meses pelos novos mapas de Call of Duty, a redução de preço torna o serviço imbatível em termos de variedade, suporte técnico e custo-benefício.
No entanto, para os jogadores profissionais ou criadores de conteúdo que precisam estar na onda do lançamento, o custo total agora inclui a compra do jogo separadamente. A decisão final recai sobre quanto o jogador valoriza a exclusividade temporária frente a uma mensalidade mais amigável para o uso diário em casa.
Quanto custa tirar habilitação para caminhão em 2026 é uma dúvida comum entre quem busca novas oportunidades profissionais. Além disso, entender os custos envolvidos ajuda a evitar surpresas ao longo do processo. Portanto, conhecer taxas, etapas e exigências é essencial para um bom planejamento. Contudo, alguns fatores podem elevar o valor final de forma significativa.
Quanto custa tirar habilitação para caminhão em 2026 e o que encarece o processo?
Segundo dados do Senatran, o processo para obter a CNH categoria C envolve diversas etapas obrigatórias, como exames médicos, aulas práticas e taxas administrativas. Além disso, o custo total varia conforme o estado e a autoescola, podendo chegar a valores elevados no Brasil.
Esse valor pode aumentar devido a fatores como necessidade de aulas extras, reprovações e custos regionais. Contudo, candidatos que já possuem experiência na direção tendem a gastar menos ao longo do processo. Assim, planejamento financeiro é fundamental para evitar gastos inesperados.
📝 Matrícula: Inscrição na autoescola com abertura de processo.
🚛 Aulas práticas: Treinamento com veículo de carga.
✅ Prova final: Avaliação prática para obtenção da CNH.
Quais são as etapas para tirar habilitação de caminhão?
O processo começa com exames médicos e psicológicos obrigatórios. Além disso, o candidato precisa já possuir CNH categoria B e cumprir o tempo mínimo exigido. Portanto, essa etapa inicial garante que o motorista esteja apto física e mentalmente.
Depois disso, são realizadas aulas práticas específicas para condução de caminhões. Contudo, a carga horária pode variar conforme o desempenho do aluno. Assim, quanto mais rápido for o aprendizado, menor tende a ser o custo final.
Processo obrigatório envolve exames e taxas variando conforme estado e autoescola escolhida – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Quanto custa tirar habilitação para caminhão em diferentes situações?
O custo pode variar bastante dependendo da região e da autoescola escolhida. Além disso, cidades maiores tendem a apresentar preços mais altos devido à demanda e estrutura. Portanto, pesquisar antes de iniciar o processo pode gerar economia.
Outro fator relevante é a necessidade de aulas extras. Contudo, candidatos que precisam de mais prática acabam pagando valores adicionais. Assim, o custo final pode ultrapassar a média inicial prevista.
Situação
Custo médio
Observação
Processo básico
R$ 3.500
Sem aulas extras
Com aulas extras
R$ 4.500+
Maior prática necessária
Vale a pena investir na habilitação para caminhão?
A habilitação para caminhão pode abrir portas no mercado de trabalho. Além disso, a demanda por motoristas qualificados continua alta em diversas regiões. Portanto, o investimento tende a ter retorno ao longo do tempo.
Contudo, é importante avaliar custos e objetivos profissionais antes de iniciar o processo. Assim, com planejamento e dedicação, a habilitação pode se tornar um diferencial competitivo relevante.