Argentina x Bolívia: onde assistir, horário e escalações do amistoso

Nesta quarta-feira (30), Argentina e Bolívia se enfrentam em amistoso. A bola rola para a partida às 21h (horário de Brasília) no Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, na Argentina.

  • Argentina x Bolívia:
    • Competição: amistoso
    • Data: 30/09 (quarta-feira)
    • Horário: 21h (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, na Argentina.

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir ao amistoso entre Argentina e Bolívia

O jogo entre Argentina e Bolívia terá transmissão ao vivo no SporTV.

Prováveis escalações:

  • Argentina: Dibu Martínez; Giay, Romero, Lisandro Martínez e Medina; Palacios, Mac Allister, Mastantuono e Nico Páz; Julián Alvarez e Lautaro Martínez.
    • Técnico: Lionel Scaloni
  • Bolívia: Viscarra; Morales, Haquin e Arroyo; Medina, Cuellar, Melgar, Villamíl e Fernandez; Terceros e Nava.
    • Técnico: Óscar Villegas.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Argentina e Bolívia na temporada

A Argentina enfrenta a Bolívia no primeiro confronto após o vice-campeonato na Copa do Mundo de 2026, onde foi derrotada na final pela Espanha. Os compromissos marcados para esta Data FIFA iniciam uma nova era de renovação para a equipe comandada por Lionel Scaloni.

A Bolívia volta a campo tentando se reconstruir após ficar de fora do último Mundial, quando acabou eliminada pelo Iraque na repescagem intercontinental. Em seu compromisso mais recente nesta mesma Data FIFA, a seleção boliviana vem de um tropeço por 2 a 0 contra o Paraguai.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje.

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Eleições 2026: candidatos à Presidência têm planos diferentes para IA, data centers e soberania digital

O Olhar Digital publica nesta semana uma série analisando as propostas de candidatos à Presidência da República na Ciência e na Tecnologia. Nesta matéria, você vai ler sobre as propostas envolvendo inteligência artificial, data centers e soberania digital.

Tecnologia nunca esteve tão amarrada a outras esferas da vida como atualmente. Do Papa Leão XIV ao presidente dos EUA, Donald Trump, todos têm algo a dizer sobre o assunto. E a propor.

Em candidaturas à presidência da República, tecnologia aparece como um pilar estratégico. Não é mais uma pauta secundária.

O Olhar Digital analisou planos de governo de seis candidatos: Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

A reportagem mergulhou nos documentos – todos disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – para checar o que os candidatos propõem em três temas: inteligência artificial (IA), data centers e soberania digital.

(Para quem não sabe: soberania digital é a capacidade de um país de governar e controlar sua própria tecnologia, dados e infraestrutura digital sem depender totalmente de empresas ou governos estrangeiros.)

A apuração também considerou dois mapeamentos: um feito pelo centro de pesquisas Reglab e outro feito pela consultoria Alandar.

Nas listas de destaques das propostas, Lula aparece em primeiro por ser o atual presidente da República. Em seguida, vem Flávio Bolsonaro, candidato que tem aparecido tecnicamente empatado com Lula em pesquisas recentes de intenção de voto. Os demais quatro candidatos foram listados em ordem alfabética.

Ilustração de bandeira do Brasil feita com códigos de programação
Planos de governo de candidatos à presidência da República têm propostas voltadas para tecnologia – Imagem: mr_tigga/Shutterstock

Eleições 2026: o ‘Brasil digital’ que seis candidatos propõem criar

Existe um “núcleo comum” no qual propostas de candidatos distantes no espectro político se encontram. As convergências retratam o Estado “arrumando a própria casa”. E usando tecnologia para melhorar seus serviços.

As divergências, por sua vez, aparecem quando os textos exploram regras de mercado, direitos digitais e atuação das empresas privadas.

Agora, vamos aos temas:

Inteligência artificial (IA)

Ilustração de chip de inteligência artificial sobre circuito eletrônico.
Planos de governo convergem na importância da IA e divergem nas regras para o setor – Imagem: FOTOGRIN/Shutterstock

Os planos de governo analisados consideram a IA uma ferramenta decisiva para aumentar produtividade, modernizar serviços públicos e melhorar a saúde e a segurança do país.

Ou seja: os candidatos concordam sobre a importância do tema. Mas discordam sobre como o Estado deve agir e regular a IA.

Cury e Lula, por exemplo, defendem papel ativo do Estado, com foco em soberania digital, ética, proteção de direitos autorais, transparência e mitigação de riscos sociais e psicológicos.

Já Caiado propõe um caminho intermediário, estabelecendo regras jurídicas baseadas no nível de risco e dano concreto da tecnologia, sem copiar modelos rígidos estrangeiros.

Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Renan Santos, por sua vez, priorizam a liberdade econômica e a atração de investimentos privados, opondo-se a regulações amplas ou prévias que possam travar a inovação.

Confira abaixo os destaques das propostas:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

  • Trata a IA como peça central de um plano de neoindustrialização e da execução do Plano Brasileiro de IA (PBIA);
  • Defende a regulação da IA no Brasil e no plano internacional. Propõe a remuneração de artistas e autores pelo uso de seus conteúdos no treinamento de modelos digitais, exige transparência sobre como os algoritmos tomam decisões e prevê a rastreabilidade de conteúdos gerados por IA, ancorados na criação do Centro Nacional de Transparência Algorítmica;
  • Aplicações práticas:
    • Uso de IA no SUS para fazer triagem de pacientes, identificar casos graves, apoiar diagnósticos onde faltam especialistas e organizar fila única digital por risco clínico;
    • Difusão de ferramentas de IA no agronegócio, na saúde e nas pequenas empresas;
    • Criação de plataforma inteligente no Sine para cruzar vagas de trabalho e cursos;
    • Regras de transparência de algoritmos para proteger trabalhadores de aplicativos;
    • Modernização do Portal da Transparência com IA para prevenir corrupção e aprimorar a auditagem de contas públicas.

Flávio Bolsonaro (PL)

  • Adota postura voltada ao mercado. Defende que o Brasil aproveite suas vantagens em energia limpa e minerais críticos para atrair investimentos e se tornar produtor e desenvolvedor de IA, não apenas consumidor;
  • Defende legislação focada na liberdade de criar e inovar, inspirada em práticas internacionais. Rejeita a criação de regras burocráticas que limitem o setor ou estruturas estatais de controle que possam funcionar como mecanismo de censura ou rotulagem de opiniões;
  • Aplicações práticas:
    • Integração de assistentes virtuais de IA ao portal Gov.br (como a assistente ClarIA no programa “Brasil por Elas”), inclusive por comandos de voz, para que o sistema identifique os direitos de cada cidadão e os ofereça proativamente;
    • Propõe o desenvolvimento de aplicativo inteligente para suporte e segurança para idosos que moram sozinhos;
    • Criação do sistema Smart Brasil, que usaria IA, análise preditiva e reconhecimento facial integrados a mais de um milhão de câmeras novas em áreas públicas, portos e aeroportos;
    • Aplicação de IA para agilizar agendamento de consultas e exames no SUS, encaixando os pacientes nas primeiras vagas disponíveis;
    • Ensino de IA e competências digitais nas escolas públicas;
    • Criação da Estratégia Nacional de IA para levar soluções práticas a micro, pequenas e médias empresas na indústria, no agronegócio, na saúde e na logística.

Augusto Cury (Avante)

  • Considera a IA como infraestrutura estratégica de Estado e propõe uma política nacional específica. Defende colocar a tecnologia a serviço do bem-estar humano, unindo inovação com proteção da saúde mental e preparação do mercado de trabalho;
  • Defende um Marco Legal para a IA, focado em garantir ética e segurança jurídica. Demonstra preocupação com os efeitos dos algoritmos na saúde emocional de crianças e adolescentes. E defende o uso da tecnologia para formar pensadores críticos nas escolas;
  • Aplicações práticas:
    • Democratizar o acesso à IA para micro e pequenos empreendedores e pequenos agricultores, automatizando processos para que os pequenos ganhem produtividade e não fiquem desprotegidos diante da automação;
    • Uso de IA no programa SEO (Sociedade Está de Olho) e no controle dos gastos públicos para cruzar bilhões de dados, o que permitiria identificar fraudes, sobrepreços, superfaturamento e pagamentos indevidos, por exemplo;
    • Sistemas inteligentes para triagem inicial de sintomas, classificação automática de risco, redução de filas e rastreamento precoce do câncer em parceria com centros globais como Harvard;
    • Uso de IA e câmeras no programa de segurança FATO; e uso de satélites com IA no programa Floresta Viva – BR para detectar focos de incêndio florestal no início e coordenar o combate.

Renan Santos (Missão)

  • Apresenta um plano focado em política industrial agressiva. Propõe a criação do Marco Brasileiro de Inteligência Artificial (MBIA), conjunto de 14 medidas estruturadas em cinco eixos, com a meta de transformar o Brasil num grande exportador global de capacidade computacional, priorizando a região Nordeste;
  • Rejeita regulações da internet ou da mídia que imponham amarras à tecnologia ou à liberdade de expressão. Propõe reduções de impostos para empresas de tecnologia, facilitação de incentivos e expansão de capital de risco;
  • Em relação a infraestrutura e polos de pesquisa, propõe o Projeto Abaporu (laboratório nacional de IA com maioria de capital privado, governança independente e foco nas vantagens do país), ZEAIs (Zonas Econômicas de Alta Inteligência) e cluster de pesquisa (infraestrutura de dez mil GPUs dedicadas ao ensino e à pesquisa junto a universidades públicas).
  • Aplicações práticas:
    • Base Agro-Bio Nacional para reunir os dados do setor e desenvolver drones e robótica movidos por IA brasileira;
    • Criação de um sistema digital de saúde inspirado no DoctorSV (de El Salvador), que une diagnósticos por IA, histórico unificado e triagem por estratificação de risco;
    • Uso de drones autônomos com identificação facial em tempo real para prevenção de crimes.

Romeu Zema (Novo)

  • Apoia propostas sobre desregulamentação, atração de capitais privados e internacionais para data centers e fortalecimento do ambiente de negócios;
  • É contra a regulação ampla e prévia da IA. Sustenta que o Estado deve evitar regras antecipadas que criem insegurança jurídica ou travem o setor. Para Zema, o Estado deve intervir pontualmente, quando houver danos concretos e comprovados;
  • Aplicações práticas:
    • Incorporação de soluções tecnológicas já desenvolvidas pelo mercado privado para acelerar os serviços públicos;
    • No SUS, uso de IA para organizar filas de espera de forma inteligente, otimizar a distribuição de pacientes e gerenciar prontuários eletrônicos;
    • Estímulo ao investimento privado em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) no campo, integração entre universidades e empresas farmacêuticas/agrícolas e modernização da Embrapa.

Ronaldo Caiado (PSD)

  • Combina agenda de incentivo industrial com proposta de regulação. Defende garantir quatro pilares básicos para o desenvolvimento da IA no Brasil: capacidade computacional, dados de qualidade, formação de talentos e energia limpa;
  • Propõe marco legal focado no uso, no dano e no risco concreto, com transparência e fiscalização feita por agências reguladoras setoriais;
  • Manifestou oposição ao Projeto de Lei 2338/2023 por avaliar que o texto copia o modelo rígido da União Europeia antes de o Brasil criar sua própria capacidade industrial;
  • Defende regras de direitos autorais e remuneração justa;
  • Propõe a organização das bases de dados públicas como ativos estratégicos e ampliação de modelos de linguagem em português;
  • Aplicações práticas:
    • Programa Nacional de Indústria 4.0 e de IA, que ofereceriam crédito, vouchers de digitalização e incentivos para que pequenas e médias empresas automatizassem seus processos;
    • Sistema Nacional de Acesso e Regulação Inteligente, que usaria IA para organizar a fila do SUS de acordo com a gravidade e risco do paciente em vez da ordem de chegada;
    • Plataforma de análise de riscos em licitações públicas com IA para detectar empresas de fachada, sobrepreços e relações suspeitas;
    • Proteção dos sistemas de IA contra “envenenamento” e manipulação de dados; e fomento a aeronaves e drones autônomos.

Data centers

Ilustração de data center gigante montado em cima do mapa do Brasil
Atração de data centers no Brasil aparece como consenso em planos de governo analisados – Imagem: Olhar Digital via ChatGPT

Um data center é um grande galpão recheado de computadores superpotentes e servidores que funcionam sem parar.

Eles são o “cérebro” da internet. É neles que ficam guardados dados de governos, empresas, pessoas.

Também são neles que ocorrem os cálculos pesados para a inteligência artificial – aquela que não roda localmente em dispositivos – funcionar.

Entre os planos de governo analisados, atração e expansão de data centers aparecem como consenso.

Os seis candidatos consideram que o Brasil tem uma enorme vantagem em comparação a outros países. Isso porque o país tem energia limpa, renovável e abundante – ideal para alimentar esses galpões de supercomputadores.

Todos querem trazer esse dinheiro para o Brasil. Mas divergem sobre as regras para esses investimentos.

Uns exigem contrapartidas ecológicas e sociais. Outros preferem cortar impostos e burocracia para atrair empresas o mais rápido possível.

Confira abaixo os destaques das propostas:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

  • Quer atrair investimentos para o ecossistema de data centers e serviços de nuvem, mas exige que a instalação de galpões no Brasil traga benefícios diretos para a pesquisa e as empresas brasileiras;
  • Define que a expansão de data centers deve obrigatoriamente cumprir regras ambientais rígidas, como o uso progressivo de energia 100% renovável, alta eficiência energética e avaliação de impactos na água local e na rede elétrica da comunidade;
  • Exige que os data centers instalados em solo brasileiro reservem parte de sua capacidade computacional para atender o mercado interno e a pesquisa científica do país, além de usar equipamentos e serviços nacionais;
  • Destaca o Nordeste como a região ideal para data centers devido ao excesso de energia solar e eólica, conectando essa infraestrutura ao desenvolvimento de supercomputadores públicos mantidos pelo Estado.

Flávio Bolsonaro (PL)

  • Propõe simplificar as contas de luz e reduzir impostos sobre energia para criar ambiente atraente para grandes empresas globais instalarem seus data centers;
  • Defende transformar o Brasil (a região Nordeste, especialmente) num polo mundial de data centers sustentáveis, que gerariam empregos (sem dependência de regras burocráticas pesadas);
  • Conecta a chegada dos data centers às reservas brasileiras de minerais estratégicos (por exemplo: lítio, nióbio e terras raras). A ideia seria usar energia limpa e minérios para processar dados e fabricar tecnologia no Brasil, em vez de exportar pedra bruta;
  • Propõe foco na liberdade econômica e na facilitação de investimentos privados, rejeitando amarras regulatórias que possam afugentar investidores.

Renan Santos (Missão)

  • Apresenta a proposta mais agressiva de política industrial para o setor por meio do Marco Brasileiro de Inteligência Artificial (MBIA);
  • Propõe incentivos fiscais para transformar a região Nordeste na “Arábia Saudita da IA” – isto é, no maior centro exportador de capacidade computacional do ocidente;
  • Propõe a criação de áreas com regimes tributários, energéticos e regulatórios próprios (as Zonas Econômicas Especiais – ZEAIs) para atrair grandes data centers sem amarras burocráticas.

Romeu Zema (Novo)

  • Defende que o Estado não deve criar regras burocráticas ou taxas que travem o setor. A estratégia é atuar com foco na desregulamentação para atrair bilhões de dólares investidos por big techs mundo afora;
  • Propõe usar a energia renovável e barata que o Brasil já produz e os recursos hídricos disponíveis para atração de investimentos internacionais em data centers;
  • Planeja oferecer ambiente de negócios previsível, segurança jurídica e formação de profissionais capacitados para trabalhar em data centers.

Ronaldo Caiado (PSD)

  • Defende a criação de regras e impostos estáveis para a compra de equipamentos de data centers. A ideia seria garantir segurança jurídica para quem investe;
  • Condiciona os benefícios fiscais ao cumprimento de metas ambientais bem definidas: uso de energia nova e renovável, sistemas de resfriamento de água em circuito fechado (para não gastar recursos hídricos) e métricas públicas de eficiência;
  • Exige que as empresas que receberem incentivos reservem parte da sua capacidade de processamento para universidades brasileiras, pesquisas públicas e pequenas empresas nacionais, além de investir na melhoria da rede elétrica local;
  • Defende que, em vez de o Brasil apenas exportar a sobra de sua energia limpa, use essa energia para atrair data centers e exportar serviços digitais de alto valor.

(O plano de governo de Augusto Cury não tem propostas detalhadas sobre data centers. A agenda do candidato voltada para tecnologia foca em saúde mental, educação e cibersegurança.)

Soberania digital

Ilustração de holograma do mapa do Brasil
Planos de governo analisados abordam soberania digital a partir de duas visões políticas – Imagem: The Hornbills Studio/Shutterstock

Os planos de governo analisados abordam a soberania digital a partir de duas visões políticas.

Uma delas é a soberania por meio da capacidade estatal e da regulação. Aqui, prioriza-se a criação de infraestruturas públicas soberanas (supercomputadores estatais, por exemplo), o controle nacional sobre dados e a imposição de regras e salvaguardas para empresas de tecnologia.

A outra é a soberania via mercado e atração de capitais. Nesta visão, entende-se autonomia do país como a capacidade de se tornar produtor e polo atrativo para investimentos privados vindos de fora. Isso por meio de eliminação de amarras burocráticas. E aproveitando a energia limpa e os minerais estratégicos presentes no Brasil para desenvolver o setor.

Dito isso, vamos aos destaques das propostas dos candidatos:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

  • A soberania digital é a espinha dorsal da sua agenda de tecnologia e inovação. O plano define o conceito como a garantia de que o país tenha liberdade de escolha, autodeterminação e capacidade de operar, regular e governar suas próprias tecnologias;
  • Propõe a criação de um órgão com participação da sociedade civil e de especialistas para planejar e acompanhar as políticas de independência tecnológica;
  • Defende o desenvolvimento de uma rede nacional de supercomputadores mantidos e operados por instituições públicas brasileiras para reduzir a dependência de servidores e nuvens estrangeiras;
  • Trata as informações dos cidadãos como ativos estratégicos nacionais. Propõe organizar a “Base de Dados do Brasil” como uma infraestrutura pública digital governada pelo Estado para personalizar serviços do Gov.br e criar políticas públicas eficientes;
  • Defende que as plataformas de tecnologia e sistemas de IA atuantes no país cumpram a legislação brasileira. Também propõe a criação do Centro Nacional de Transparência Algorítmica e a proteção aos direitos autorais.

Flávio Bolsonaro (PL)

  • Enxerga a soberania na capacidade de o Brasil reunir os insumos necessários (energia limpa barata, minerais críticos e talentos) para atrair o capital privado global e se tornar produtor de IA e tecnologia;
  • Propõe estratégia que une as reservas brasileiras de lítio, nióbio e terras raras à nossa energia renovável para que o refino e o processamento de dados aconteçam em solo nacional;
  • Defende que o Estado atue como comprador e indutor de inovação (via compras públicas e GovTech), mas rejeita qualquer estrutura estatal de fiscalização que possa criar trava regulatória ou funcionar como mecanismo de censura (o candidato chamou isso de “Tesouraço na Censura”);
  • Propõe o fortalecimento da ciberdefesa nacional para proteger os serviços públicos, as redes de utilidade pública e a privacidade dos dados do cidadão.

Augusto Cury (Avante)

  • Trata a soberania digital como a proteção dos dados estratégicos e da infraestrutura física da nação contra riscos e invasões estrangeiras;
  • Defende a criação de uma política nacional para atrair fábricas de chips e microeletrônica para o Brasil. Classifica os semicondutores como o “petróleo do século 21” e essenciais para a autonomia do país;
  • Propõe tratar a IA como infraestrutura pública e estratégica, sob um marco legal ético, aplicada prioritariamente na saúde (prontuário único e telessaúde) e na educação.

Renan Santos (Missão)

  • Trata a capacidade de processamento e os minerais como assuntos de segurança nacional;
  • Por meio do Marco Brasileiro de Inteligência Artificial (MBIA), pretende transformar a região Nordeste num polo exportador de capacidade de processamento computacional, o que reduziria a dependência em relação às potências globais;
  • Propõe uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para blindar a cadeia produtiva das terras raras como pauta de Estado. Também propõe criar uma Zona Econômica Especial (ZEE) abrangendo desde a mineração até a fabricação local de chips e ímãs;
  • Propõe a criação do Projeto Abaporu (laboratório nacional de IA com governança independente) e de um cluster soberano de dez mil GPUs dedicado à pesquisa em universidades públicas.

Romeu Zema (Novo)

  • Não articula uma política tradicional de “soberania estatal”. Zema entende que a autonomia tecnológica do Brasil é alcançada pela livre concorrência, desregulamentação e atração maciça de capital privado internacional;
  • Apoia-se na matriz de energia renovável do Brasil para atrair bilhões de dólares de big techs para a construção de data centers, sem impor restrições ou exigências prévias;
  • Concentra o papel do Estado na digitalização eficiente dos serviços públicos, fim do sigilo de 100 anos e abertura de dados em formatos transparentes para a sociedade.

Ronaldo Caiado (PSD)

  • Define a soberania como o compromisso de fazer com que o Brasil domine as tecnologias críticas de que necessita, tornando-se produtor e não apenas consumidor;
  • Propõe a criação de uma autoridade nacional de cibersegurança tecnicamente independente, com orçamento próprio, voltada a proteger infraestruturas críticas e sistemas de IA contra “envenenamento” e manipulação de dados;
  • Defende tratar as bases de dados públicas como patrimônio estratégico com acesso seguro e apoiar a criação de modelos de inteligência artificial desenvolvidos em língua portuguesa;
  • Estimula a instalação de data centers por meio de incentivos fiscais, mas condiciona os benefícios à reserva de capacidade de processamento para universidades brasileiras e ao uso de energia limpa;
  • Prevê ações para desenvolver gradualmente capacidades nacionais em semicondutores (chips), computação quântica, robótica e satélites de defesa e comunicação.

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Estudo aponta que duas aves brasileiras estão entre as mais barulhentas

Duas aves encontradas no Brasil estão entre as mais barulhentas já medidas pela ciência: a araponga-de-garganta-nua (Procnias nudicollis) e a seriema (Cariama cristata). Os cantos das duas ultrapassaram 120 decibéis (dB) de pico, volume comparável ou superior ao de equipamentos extremamente ruidosos, como motosserras e britadeiras.

A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade de Massachusetts Amherst (EUA), entre eles o brasileiro João C.T. Menezes, durante seu trabalho de pós-graduação. O estudo foi publicado na revista científica Evolution.

O objetivo dos cientistas, porém, não era simplesmente descobrir qual ave faz mais barulho. A pesquisa buscou entender quais características físicas podem determinar a intensidade dos cantos e investigar se o volume está relacionado ao ambiente em que as espécies vivem ou à sua organização social.

Para isso, os pesquisadores mediram a amplitude dos cantos de 123 espécies de aves em áreas próximas a Amherst, em Massachusetts (EUA), e em diferentes regiões do Brasil. Das espécies analisadas, 113 nunca haviam tido o volume de seus cantos catalogado.

Menezes explica que ainda há poucos dados sobre a amplitude vocal das aves. Os resultados indicam que algumas espécies brasileiras estão próximas do limite de produção de som observado nesses animais. “Podemos dizer com segurança que as arapongas da Amazônia e da Mata Atlântica e a seriema emitem os cantos mais altos já medidos”, disse ao g1.

Aves ultrapassam 120 decibéis

  • A pesquisa identificou uma diferença de 58 decibéis entre os cantos analisados;
  • Na parte mais baixa da escala estava o beija-flor, com cerca de 64 dB, aproximadamente o volume de uma conversa normal. No extremo oposto estavam a araponga-de-garganta-nua e a seriema, ambas com registros superiores a 120 dB de pico;
  • No caso da araponga-de-garganta-nua, uma das medições chegou a 122,4 dB quando o som foi padronizado a uma distância de 1 metro. O estudo também registrou um pico individual próximo de 131 dB para um exemplar da espécie, dependendo do critério utilizado para calcular a amplitude;
  • Isso coloca as duas espécies em uma faixa sonora comparável à de motosserras e britadeiras.

As descobertas também ajudam a contextualizar um recorde anterior. Em 2019, pesquisadores da mesma universidade identificaram a araponga-branca, encontrada na Amazônia, como responsável pelo canto de ave mais alto já documentado, com registros de até 125,4 dB. O feito foi posteriormente reconhecido pelo Guinness World Records.

Assim, a nova pesquisa não necessariamente estabelece uma única campeã. Dependendo da forma como os pesquisadores calculam o volume, diferentes espécies podem ocupar o topo da classificação. Para os cientistas, no entanto, essa disputa é menos importante do que entender por que algumas aves evoluíram para produzir sons tão intensos.

O que faz uma ave ser tão barulhenta?

Os pesquisadores encontraram duas características físicas que ajudam a explicar as diferenças de volume: tamanho corporal e largura da abertura do bico.

Em geral, aves maiores tendem a produzir sons mais altos. Elas também apresentam músculos mais robustos, que podem permitir uma maior compressão do ar e, consequentemente, uma emissão sonora mais intensa.

As aves com cantos mais fortes também possuem aberturas de bico particularmente largas. A comparação feita pelos pesquisadores é com instrumentos musicais: estruturas mais largas, como as campânulas de instrumentos de sopro, podem ajudar a amplificar o som.

A seriema é a maior espécie entre as aves analisadas, enquanto as arapongas apresentam aberturas de bico especialmente largas para o tamanho do corpo.

Apesar dessas descobertas, os pesquisadores ainda não conseguiram explicar completamente por que algumas espécies produzem sons tão extremos.

Por que cantar tão alto?

Antes da pesquisa, os cientistas levantaram algumas hipóteses sobre possíveis funções ecológicas e evolutivas dos cantos muito intensos.

Uma delas era que aves mais barulhentas poderiam ser voadoras mais fracas, usando o som para compensar uma mobilidade limitada. Outra possibilidade era que espécies que vivem em florestas densas precisassem de cantos mais intensos para facilitar a comunicação quando os indivíduos não conseguem se enxergar.

Os pesquisadores também imaginaram que aves mais barulhentas poderiam apresentar maior frequência de poligamia, já que chamados capazes de viajar por distâncias maiores poderiam ajudar a alcançar potenciais parceiros.

Araponga-de-garganta-nua
Aaraponga-de-garganta-nua também está na lista – Imagem: Diego Grandi/Shutterstock

Os dados, porém, não sustentaram essas hipóteses de forma ampla.

“Entre os fatores ecológicos que estudamos, nenhum explicou com clareza por que algumas espécies evoluíram cantos mais altos do que outras. Isso não quer dizer que habitat, capacidade de voo ou sistema de acasalamento nunca sejam importantes, mas sim que não parecem ser regras gerais para as aves como um todo”, pontua Menezes.

Para os pesquisadores, tamanho corporal e abertura do bico ajudam a explicar como determinadas aves conseguem produzir sons tão fortes, mas ainda não explicam completamente por que elas desenvolveram essa capacidade.

“Deve haver algo particularmente eficiente na maneira como elas produzem ou irradiam o som que tamanho corporal e largura do bico sozinhos não explicam. Descobrir esse ‘algo a mais’ é justamente uma das perguntas que surgem do estudo”, prossegue.

Leia mais:

Medir o canto de uma ave não é simples

Determinar o volume de um canto na natureza é uma tarefa complicada porque a amplitude do som depende diretamente da distância entre a ave e o equipamento de medição.

Um canto que parece ensurdecedor quando ouvido de perto pode quase não ser registrado a algumas centenas de metros. Por isso, uma possibilidade seria capturar o animal e levá-lo a um laboratório para realizar experimentos controlados.

O problema é que esse método se torna pouco prático quando a pesquisa envolve muitas espécies e diferentes regiões do mundo.

Para fazer as medições em campo, os cientistas utilizaram telêmetros a laser, capazes de determinar a distância até a ave, e medidores de som portáteis de alta resolução. A combinação dos equipamentos permitiu relacionar a intensidade registrada com a distância do animal e obter medidas comparáveis entre as espécies.

Com essa abordagem, os pesquisadores conseguiram ampliar consideravelmente a quantidade de espécies para as quais existem dados confiáveis sobre a amplitude dos cantos.

O mistério continua

O estudo respondeu parte da pergunta, mas deixou outras em aberto.

Os cientistas sabem agora que aves maiores e com aberturas de bico mais largas tendem a produzir sons mais intensos. Ainda assim, essas características não explicam completamente como algumas espécies relativamente pequenas conseguem chegar a volumes comparáveis aos de animais muito maiores.

Para Menezes, duas questões devem orientar os próximos estudos: qual é o mecanismo que permite a essas aves produzir e irradiar sons tão fortes e qual é a vantagem evolutiva dessa capacidade? “Agora queremos entender melhor o que há de especial nessas espécies que as permite produzir e irradiar sons tão intensos.”

Também permanece a dúvida sobre os custos desse comportamento. Um canto extremamente alto pode ajudar na comunicação ou na disputa por parceiros, mas também pode tornar a ave mais fácil de ser localizada por predadores.

“O interessante agora é testar diretamente quais vantagens esses cantos extremamente altos oferecem e quais custos vêm junto com eles. É bem possível que espécies diferentes tenham chegado a amplitudes extremas por caminhos evolutivos completamente diferentes”, encerra o pesquisador brasileiro.

Para os pesquisadores, portanto, descobrir quais aves fazem mais barulho é apenas o começo. A questão central agora é entender por que a evolução levou espécies diferentes a desenvolver uma capacidade vocal tão extrema.

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Starship: maior foguete do mundo chegou à órbita; e agora?

A SpaceX marcou mais um avanço histórico com o lançamento do 14º voo de teste da Starship nesta segunda-feira (28). O gigantesco foguete subiu aos céus pontualmente às 9h48, pelo horário de Brasília, iniciando com sucesso sua primeira missão orbital.

Ao atingir a órbita, a empresa de Elon Musk pode começar a próxima fase do desenvolvimento da Starship para torná-la totalmente e rapidamente reutilizável. Marcelo Zurita, astrônomo e colunista do Olhar Digital, analisa a importância do lançamento pensando nos planos futuros da SpaceX.

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Zuckerberg, Amodei e outros chefes de big techs se reúnem com Trump nesta terça-feira (29)

Os principais executivos do setor de tecnologia se reúnem nesta terça-feira (29) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, em almoço que reunirá nomes, como Mark Zuckerberg, Dario Amodei, Sundar Pichai e Jensen Huang.

O CEO da Anthropic, Dario Amodei, e o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, estão entre os executivos esperados no encontro, segundo pessoas familiarizadas com os planos ouvidas pela CNBC sob condição de anonimato, já que os detalhes ainda não são públicos.

A Alphabet confirmou, nesta segunda-feira (28), que seu CEO, Sundar Pichai, também participará do almoço. Jensen Huang, CEO da Nvidia, estará presente, segundo a MS Now. Greg Brockman, presidente da OpenAI, também participará, de acordo com a Reuters, que citou uma pessoa familiarizada com o assunto.

O encontro acontecerá durante evento promovido pela Casa Branca ao longo de todo o dia. Trump, o vice-presidente JD Vance e outros integrantes do governo estadunidense apresentarão novo site destinado a reunir informações e recursos federais. A programação também terá painéis sobre inteligência artificial (IA), energia, espaço e outros temas.

Anthropic no centro das discussões

Além de Amodei, Tom Brown, cofundador da Anthropic e diretor de computação da empresa, também estará no evento, segundo uma pessoa familiarizada com os planos. A participação de Amodei ganha destaque porque o executivo ficou de fora do jantar de Estado realizado na semana passada durante a visita do presidente chinês Xi Jinping aos Estados Unidos.

No domingo, porém, Amodei teve um jantar privado com Trump. Foi o primeiro encontro individual entre os dois, segundo uma pessoa familiarizada com a visita.

Close do rosto de Jensen Huang, que está ligeiramente sorrindo
CEO da Nvidia, Jensen Huang, também estará presente – Imagem: FotoField/Shutterstock

A reunião desta terça-feira poderá representar outra oportunidade para executivos do setor de tecnologia, especialmente Amodei, reduzirem as tensões com a Casa Branca em meio ao debate sobre segurança da IA e possíveis regulamentações para a indústria.

A discussão ganhou força depois que um ex-pesquisador da Anthropic acusou os laboratórios que desenvolvem os sistemas de IA mais avançados de estar “apostando com nossas vidas”.

Leia mais:

Divergências sobre o ritmo da IA

  • O debate também colocou diferentes líderes da indústria em lados semelhantes em relação à necessidade de desacelerar o desenvolvimento da tecnologia;
  • Executivos, como Sam Altman, da OpenAI, e Elon Musk, concordaram com pedidos por uma desaceleração em toda a indústria. Amodei, por sua vez, publicou um ensaio defendendo que as empresas deveriam “dar ritmo à fronteira” no desenvolvimento de IA avançada;
  • Trump tem adotado posição diferente. O presidente se mostrou publicamente resistente aos pedidos de desaceleração e, nas últimas semanas, classificou os temores relacionados à IA como “farsa” e “golpe”;
  • O almoço desta terça-feira reunirá, portanto, executivos de algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo, justamente enquanto o governo estadunidense e a indústria discutem como lidar com o avanço da IA e os possíveis limites para seu desenvolvimento.

O post Zuckerberg, Amodei e outros chefes de big techs se reúnem com Trump nesta terça-feira (29) apareceu primeiro em Olhar Digital.



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Amazon Prime Video: lançamentos da semana (28 de setembro a 4 de outubro)

O Olhar Digital traz os lançamentos da semana do Amazon Prime Video. Na semana entre 28 de setembro e 4 de outubro de 2026, a Amazon terá a chegada de produções à sua plataforma de streaming.

Entre os destaques que chegam ao streaming da Amazon nesta semana, está Livestream From Hell filme que mistura terror e comédia, com comediantes e influencers americanos.

Para um teste grátis de 30 dias de Prime Video clique aqui.

Lançamentos da Prime Video de 28 de setembro a 4 de outubro de 2026

Confira detalhes sobre os lançamentos da semana entre 28 de setembro e 4 de outubro de 2026 no Prime Video:

Quarta-feira – 30/09

  • Livestream From Hell
    • Filme | Terror | Comédia | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Um trio de influenciadores decide organizar uma mega live direto de uma mansão luxuosa. Durante a transmissão, eles quebram sem querer um vaso artesanal valioso. E coisas estranhas começam a acontecer. Além disso, vários corpos aparecem na casa. Enquanto fingem para o público que está tudo bem, eles tentam descobrir quem é o assassino. O longa é estrelado pelo comediante Kevin Hart e pelos influencers americanos Kai Cenat e Druski.

Até a publicação desta lista, a Amazon não tinha divulgado os lançamentos do Prime Video agendados para outubro. Esta lista será atualizada.

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Netflix: lançamentos da semana (28 de setembro a 4 de outubro)

O Olhar Digital traz os lançamentos da Netflix semanalmente. Nesta semana, você confere as produções que chegam ao catálogo do streaming entre 28 de setembro e 4 de outubro de 2026.

Entre as estreias, estão a série A Leste do Éden, com Florence Pugh (Thunderbolts, Oppenheimer, Midsommar); o drama Cartas de Redenção e o terceiro filme de Mononoke. Também chegam ao catálogo do streaming três filmaços: Nosferatu (de 2024), Pecadores e A Substância.

O que chega à Netflix entre 28 de setembro e 4 de outubro de 2026

Confira abaixo a lista das produções que chegam ao catálogo da Netflix entre 28 de setembro e 4 de outubro de 2026:

Segunda-feira – 28/09

  • Outside
    • Série | Original Netflix | Reality show | Ano de Produção: 2026 (Reino Unido)
    • Indo além das quatro paredes, Outside é o novo spin-off da série de sucesso Inside, do grupo britânico Sidemen. Um novo grupo de criadores de conteúdo é levado para a floresta para disputar até 1 milhão de libras. Como cada item de conforto é descontado desse valor, eles precisarão tomar decisões brutais, enfrentar desafios imprevisíveis e lidar com muita bagunça dos Sidemen enquanto lutam para salvar a grana.

Terça-feira – 29/09

  • Mononoke: Capítulo 3 – A Maldição da Serpente
    • Filme | Original Netflix | Anime | Fantasia | Ano de Produção: 2026 (Japão)
    • A história chega ao clímax. A terceira parte da narrativa foca na mulher que ocupa o mais alto escalão do Ōoku. Após conflitos, a aparente tranquilidade do local é interrompida pela morte súbita do recém-nascido herdeiro do Imperador. A tragédia e o desespero desencadeiam uma série de mortes grotescas com o surgimento do Deus Serpente, um mononoke (espectro) alimentado por séculos de ódio acumulado. Para conseguir empunhar a Espada Sagrada e combater a ameaça, o Boticário precisará descobrir a Forma, a Verdade e a Razão da entidade. E essa busca o força a investigar conspiradores e segredos sombrios escondidos há 150 anos.
  • Sam Morril: Incorrect
    • Especial | Original Netflix | Comédia | Stand-up | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Sam Morril relembra sua pior aventura romântica, compara assassinatos famosos e detalha um extermínio de ratos nada ortodoxo.
  • Lego One Piece
    • Série | Original Netflix | Animação | Infantil | Fantasia | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Prepare-se para zarpar! Neste especial de animação Lego dividido em duas partes, Usopp, o narrador mais exagerado dos Chapéus de Palha, conta as aventuras da tripulação pelo East Blue até a Grand Line antes de Chopper se juntar ao bando. Usopp só conta histórias mirabolantes, e este especial repleto de ação não é exceção!
  • Inverno Mágico (filme)

Quarta-feira – 30/09

  • O Viúvo: Até que a Morte nos Separe
    • Filme | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Neste documentário, um jornalista e um investigador descobrem a verdade sobre um assassino cujo charme ocultava um rastro de casamentos fracassados e mortes suspeitas.
  • Medusa – Temporada 2
    • Série | Original Netflix | Novela | Ano de Produção: 2026 (Colômbia)
    • Um inimigo perigoso ataca a Medusa. Bárbara Hidalgo enfrenta novas disputas de poder na família em meio a uma luta implacável pelo controle da empresa.
  • Casamento às Cegas: Países Baixos
    • Série | Original Netflix | Reality show | Ano de Produção: 2026
    • Solteiros e solteiras buscam um amor verdadeiro e duradouro. Trinta homens e mulheres se conhecem sem nunca se verem. Eles namoram em salas separadas por uma parede fina e constroem uma conexão emocional em um curto período de tempo. Será que essa chama é forte o suficiente? E, se for, pode levar a um pedido de casamento antes mesmo de se verem? Só então os casais se encontram, e o verdadeiro teste do relacionamento começa. Eles viajam juntos, moram juntos, planejam o casamento e descobrem se o vínculo que estabeleceram resiste no mundo real. É no altar que fazem a escolha final: ou dizem “sim” e provam que o amor é realmente cego, ou optam por seguir caminhos separados.
  • A Arena
    • Série | Original Netflix | Reality show | Ano de Produção: 2026 (França)
    • Um total de 38 lutadores de MMA — 19 mulheres e 19 homens — forma o maior centro de treinamento já imaginado. Com a espetacular Arena como cenário, os atletas enfrentarão desafios físicos e mentais sob o olhar atento de três grandes nomes do MMA francês: Ciryl Gane, Cédric Doumbé e Benoît Saint Denis. O vencedor leva um prêmio de 100 mil euros e um contrato com uma liga profissional de prestígio.
  • Dinheiro Fácil (filme)

Quinta-feira – 01/10

  • A Leste do Éden
    • Minissérie | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Esta nova interpretação da obra de Steinbeck explora a saga multigeracional da família Trask, trazendo um novo foco para sua anti-heroína Cathy Ames.
  • Ricos Sem Dinheiro
    • Filme | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Oriente Médio)
    • Quando os esnobes membros da família AlThahabi descobrem que não são tão ricos quanto pensavam, eles precisam fingir que ainda têm dinheiro para sobreviver.
  • O Protetor: Capítulo Final (filme)
  • A Substância (filme)

Sexta-feira – 02/10

  • Cartas de Redenção
    • Filme | Original Netflix | Drama | Romance | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Uma mãe solo na luta pela sobrevivência e um criminoso regenerado encontram um no outro a possibilidade de uma segunda chance inesperada.
  • Schumacher: Nasce Uma Lenda
    • Filme | Original Netflix | Documentário | Esporte | Ano de Produção: 2026 (Alemanha)
    • O primeiro Campeonato Mundial de Michael Schumacher ganha vida com entrevistas pessoais e imagens de arquivo da temporada de 1994 na Fórmula 1.
  • #Amor
    • Série | Original Netflix | Drama | Romance | Ano de Produção: 2026 (Índia)
    • A criadora de um aplicativo de namoro e seu concorrente testam suas teorias sobre o amor num desafio de 60 dias para encontrar o par ideal.
  • Parede de Gelo – Temporada 2, episódio 1
    • Série | Original Netflix | Anime | Romance | Ano de Produção: 2026 (Japão)
    • Baseada no famoso mangá de Kocha Agasawa, Parede de Gelo acompanha Koyuki Hikawa, uma estudante do ensino médio com dificuldade para se conectar com as pessoas. Ela passa os dias quieta e sozinha, mantendo distância de todos, exceto de sua amiga de infância, Miki Azumi. Isso até o incrivelmente insistente Minato Amamiya entrar de repente em sua vida. Os episódios do anime serão lançados semanalmente.
  • Nosferatu (filme)
  • Hora do Recreio (filme)

Domingo – 04/10

  • Blue Box – Temporada 2
    • Série | Original Netflix | Anime | Romance | Ano de Produção: 2026 (Japão)
    • Em um colégio que é referência em esportes, Taiki Inomata joga no time de badminton masculino e se apaixona por Chinatsu Kano, uma estrela do time de basquete feminino que está um ano à frente e que ele encontra todos os dias nos treinos. Quando os pais de Chinatsu são transferidos para o exterior, ela passa a morar na casa dos Inomata, fazendo a relação dos dois mudar da noite para o dia: de colegas de treino, eles se tornam companheiros de casa. Em meio a muito esporte, romance e estudos, uma temporada nova e inesquecível começa para os dois.
  • Pecadores (filme)

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Jogos de hoje (27/09/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 27 de setembro de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da Série B e da Nations League.

Confira, a seguir, os jogos deste domingo (27) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (27/09/26)

UEFA Nations League 2026/27

  • Lituânia x Azerbaijão — 10h — sportv2
  • Dinamarca x País de Gales — 13h — ESPN e Disney+
  • Gibraltar x Andorra — 13h — Disney+
  • Áustria x Kosovo — 13h — Disney+
  • Sérvia x Holanda — 13h — sportv2 e ge tv
  • Israel x Irlanda — 15h45 — Disney+
  • Alemanha x Grécia — 15h45 — sportv2
  • Noruega x Portugal — 15h45 — ESPN e Disney+

Brasileirão Série B 2026

  • Criciúma x Avaí — 11h — ESPN e Disney+
  • CRB x Cuiabá — 16h — Xsports, SportyNet e Disney+
  • Fortaleza x Athletic — 18h30 — Xsports, ESPN, SportyNet e Disney+

Copa do Mundo Sub-20 2026

  • Espanha x Coreia do Norte — 13h — sportv4 e CazéTV

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Quem joga hoje pelo Brasileirão?

Hoje, temos partidas pela Série B:

  • Criciúma x Avaí — 11h — ESPN e Disney+
  • CRB x Cuiabá — 16h — Xsports, SportyNet e Disney+
  • Fortaleza x Athletic — 18h30 — Xsports, ESPN, SportyNet e Disney+

Leia mais:

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

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O tamanho da operação não deveria ditar o tamanho da equipe – e é isso que a automação de processos resolve

Há uma equação que a maioria das empresas aceita como lei natural do crescimento: se o volume de trabalho dobra, a equipe precisa crescer na mesma proporção. Mais clientes exigem mais atendentes. Mais pedidos exigem mais gente na operação. Mais solicitações internas exigem mais analistas para processá-las. Essa lógica parece óbvia e, é exatamente por parecer óbvia que poucas empresas param para questionar se ela é, de fato, inevitável.

Não é. A relação direta entre volume e headcount não é uma lei da física do negócio – é um sintoma de operação não automatizada. E é justamente essa relação que a automação de processos está estruturalmente desenhada para quebrar.

O diagnóstico começa por reconhecer o padrão

O problema tem nome técnico bem definido entre especialistas em operações: crescimento linear de headcount, quando cada aumento de volume exige aumento proporcional de equipe, impedindo qualquer ganho real de escala. É exatamente o oposto do que qualquer estratégia de crescimento deveria buscar, porque significa que a empresa nunca captura eficiência conforme cresce, apenas replica o mesmo custo unitário em volume maior.

Esse padrão se manifesta de forma muito concreta em operações que dependem de processos manuais e planilhas para funcionar. O diagnóstico é consistente entre diferentes setores: operações dependentes de controles manuais e planilhas exigem mais pessoas para gerenciar exatamente o mesmo volume de trabalho que uma operação automatizada processaria com uma fração da equipe, não porque as pessoas trabalhem menos, mas porque parte relevante do seu tempo é consumida por coordenação, conferência e retrabalho que a automação simplesmente elimina.

Casos reais mostram que essa quebra é possível

Não se trata de teoria de consultoria. Empresas brasileiras já demonstram, na prática, esse desacoplamento entre volume e equipe. Um caso ilustrativo vem de operações de RH em Centro de Serviços Compartilhados: ao automatizar o atendimento via autosserviço, a área conseguiu absorver o crescimento do volume de solicitações sem aumento proporcional de headcount — exatamente o resultado que a automação bem orquestrada deveria entregar.

O princípio por trás desse tipo de resultado é simples de enunciar, ainda que complexo de implementar: em vez de adicionar pessoas para lidar com tarefas repetitivas, a operação passa a executá-las através de fluxos padronizados e agentes de automação, reservando a equipe humana para as exceções e para decisões que realmente exigem julgamento, não para tarefas que se repetem, de forma idêntica, centenas ou milhares de vezes por mês.

Outros exemplos de mercado seguem o mesmo padrão: empresas que migraram operações inteiramente dependentes de planilhas para plataformas de gestão automatizada relatam ter escalado significativamente o volume de negócio sem que o crescimento da equipe acompanhasse essa mesma proporção. O padrão identificado por quem acompanha esse tipo de transição é direto: operações baseadas em planilha crescem em pessoas; operações automatizadas crescem em capacidade.

Por que a automação quebra essa proporcionalidade

O mecanismo por trás desse desacoplamento não é misterioso. Tarefas repetitivas – como preencher um cadastro, validar um documento, conferir uma informação entre dois sistemas e disparar uma notificação padrão – consomem tempo humano de forma proporcional ao volume: dez vezes mais tarefas exigem, aproximadamente, dez vezes mais tempo de trabalho manual, o que geralmente significa dez vezes mais pessoas para sustentar o mesmo prazo de execução.

Automação rompe essa proporcionalidade porque, uma vez desenhado, um fluxo automatizado processa cem ou dez mil solicitações praticamente com o mesmo esforço marginal. O custo de construir a automação é fixo; o custo de executá-la, uma vez pronta, é próximo de zero por unidade adicional processada. É essa diferença estrutural, custo fixo de construção versus custo marginal quase nulo de execução, que permite a uma empresa crescer em volume sem crescer, na mesma proporção, em equipe.

O risco de crescer rápido sem essa base

Empresas que ignoram essa lógica e insistem em escalar apenas contratando mais gente para absorver mais volume enfrentam riscos bem documentados: queda na qualidade do serviço, o que gera cancelamento acelerado e dano à reputação; colapso operacional, quando a infraestrutura simplesmente não suporta o volume maior; fragmentação de dados, quando diferentes equipes passam a operar sistemas que não se comunicam entre si; e deterioração da cultura e dos processos internos, à medida que a coordenação entre um número cada vez maior de pessoas se torna, ela mesma, um trabalho cada vez mais complexo.

Um dado reforça a dimensão desse problema no Brasil: segundo o Panorama GTM 2026, a fragmentação de dados entre equipes que usam sistemas diferentes e não se comunicam entre si afeta 49% das empresas brasileiras, ou seja, quase metade do mercado operando com informação dividida entre silos, o que torna qualquer tentativa de automação avançada extremamente mais difícil, porque não existe uma base de dados única sobre a qual construir fluxos automatizados confiáveis.

Automação sem maturidade operacional amplifica o problema, não resolve

Um alerta importante para lideranças que veem na automação uma solução mágica e imediata: inteligência artificial e automação dependem diretamente de dados estruturados e de ambientes operacionais preparados para escalar. Sem governança, qualidade de dados e arquitetura adequada, a automação não corrige uma operação desorganizada, ela apenas amplifica, em maior velocidade e maior volume, os problemas que já existiam antes dela chegar.

Isso reforça um princípio central para qualquer projeto de automação bem-sucedido: não existe automação eficiente sem maturidade operacional mínima como pré-requisito. Empresas mais maduras já tratam infraestrutura de dados, governança e arquitetura tecnológica como pilares integrados da própria estratégia de crescimento, não como suporte técnico de segunda ordem, acionado depois que o negócio já cresceu de forma desorganizada.

Crescer em complexidade não deveria significar crescer em confusão

Um ponto frequentemente subestimado é que o crescimento de uma empresa não aumenta apenas o volume de trabalho, aumenta também a complexidade das exceções, das integrações e dos casos que fogem à regra padrão. O volume, isoladamente, costuma crescer de forma linear e previsível. A complexidade operacional, por outro lado, tende a crescer de forma acumulativa: cada exceção que a empresa decide tratar manualmente, em vez de desenhar um fluxo automatizado para ela, aumenta permanentemente o esforço necessário para sustentar a operação daquele ponto em diante.

Isso significa que escalar bem não é apenas automatizar o volume principal e óbvio de trabalho, é também decidir, de forma deliberada, como tratar as exceções que inevitavelmente aparecem conforme a operação cresce, para que elas não se acumulem, silenciosamente, até exigir de volta o mesmo crescimento proporcional de equipe que a automação deveria ter eliminado.

O que muda, na prática, quando esse desacoplamento acontece

Quando uma empresa consegue, de fato, separar o crescimento do volume operacional do crescimento do tamanho da equipe, o efeito vai além da economia direta de custo com contratação. Times deixam de ser dimensionados para absorver pico de demanda repetitiva e passam a ser dimensionados para lidar com exceção, relacionamento e decisão estratégica.

Esse deslocamento também muda a natureza dos problemas que a liderança precisa resolver ao crescer. Em vez de perguntar “quantas pessoas a mais precisamos contratar para atender esse novo volume”, a pergunta estratégica passa a ser “qual parte desse novo volume já está coberta pela automação existente, e qual parcela residual realmente exige julgamento humano”. É uma mudança sutil na formulação da pergunta, mas que revela uma diferença estrutural enorme na forma como a empresa se prepara para crescer.

O tamanho da operação é um problema de arquitetura, não de headcount

A conclusão prática para qualquer liderança que está planejando a próxima fase de crescimento do negócio é direta: tratar o tamanho da equipe como consequência automática do tamanho da operação é aceitar um teto de eficiência que a tecnologia disponível hoje já não impõe mais como necessidade. Empresas que investem, desde cedo, em arquitetura de dados unificada, processos bem desenhados e automação real, não apenas ferramentas isoladas, constroem uma capacidade de crescer que não depende, a cada novo pico de demanda, de abrir uma nova vaga.

As que continuam tratando cada aumento de volume como sinônimo automático de nova contratação vão continuar crescendo, mas carregando, a cada novo cliente conquistado, o mesmo custo operacional proporcional que já pagavam no primeiro. É uma forma de crescimento que tem, embutido nela mesma, um teto invisível: o momento em que a estrutura de custo simplesmente não acompanha mais a velocidade que o negócio precisaria ter para continuar competitivo.

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Bicicleta elétrica tem dois motores, 2.000 W de potência e autonomia de até 161 km

Uma nova bicicleta elétrica com quase 39 kg, dois motores e capacidade para chegar a 50 km/h está bem distante da proposta dos modelos urbanos mais compactos. É com essa proposta que a ENGWE lança a E26 3.0, uma e-bike desenvolvida para combinar potência e versatilidade.

O modelo utiliza um motor em cada roda e permite que o usuário escolha entre utilizar apenas um deles ou os dois ao mesmo tempo. A configuração pode alterar tanto o desempenho quanto o consumo da bateria.

Para quem tem pressa:

  • A ENGWE E26 3.0 pesa quase 39 kg, tem dois motores que entregam até 2.000 W e pode chegar a 50 km/h com assistência aos pedais;
  • A e-bike usa bateria de 960 Wh e pode alcançar até 122 km de autonomia com apenas um motor e no menor nível de assistência;
  • O modelo tem suspensão nas duas rodas, pneus largos de 26 x 4 polegadas e suporta até 181 kg de carga; na oferta promocional, custa US$ 1.499 (cerca de R$ 7.786).

Uma bicicleta, dois motores

Bicicleta elétrica ENGWE E26 3.0
Bicicleta elétrica ENGWE E26 3.0 – Imagem: ENGWE

Cada motor fica instalado no cubo de uma das rodas. Quando combinados, eles entregam até 2.000 W de potência e 160 Nm de torque, de acordo com as especificações divulgadas pela ENGWE.

A velocidade máxima também é maior do que a encontrada em muitas bicicletas elétricas convencionais. A fabricante informa até 50 km/h com assistência aos pedais e 45 km/h utilizando o acelerador.

O sistema de dois motores não precisa ser utilizado o tempo todo. É possível manter apenas um deles ligado, o que permite economizar a bateria do outro.

Falando na bateria dos motores, a E26 3.0 utiliza sistemas de 48 V e 20 Ah, com capacidade de 960 Wh.

A ENGWE estima que a bicicleta possa percorrer até 122 km utilizando apenas um motor e o primeiro nível de assistência elétrica. Com os dois motores ligados, a estimativa passa para cerca de 74 km nas mesmas condições.

A própria fabricante apresenta números menores nos níveis mais altos de assistência. No quinto nível, por exemplo, são indicados até 80 km com um motor e aproximadamente 60 km com os dois.

Leia mais:

Suspensão e pneus largos completam o conjunto

A E26 3.0 foi equipada com suspensão nas duas rodas. Na dianteira, o sistema tem 120 mm de curso, enquanto a suspensão traseira utiliza um amortecedor a ar com 80 mm de curso.

Outro elemento que chama atenção são os pneus de 26 x 4 polegadas. Eles são mais largos que os encontrados em muitas bicicletas urbanas e têm proteção contra furos. Assim, a bicicleta pode ser utilizada também em locais considerados “off-roads”.

O conjunto inclui ainda freios hidráulicos, iluminação dianteira de LED, pequena tela colorida com visor de velocidade e bagageiro traseiro.

A bicicleta suporta até 181 kg de carga, mas também é pesada: são cerca de 38,96 kg. Isso pode fazer diferença para quem precisa transportar o modelo ou carregá-lo manualmente.

No site oficial da ENGWE, a E26 3.0 aparece por US$ 1.499 (cerca de R$ 7.786), numa promoção. O preço de referência indicado pela fabricante é de US$ 2.399 (R$ 12.463).

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Resumo da semana: IA na ONU, Starship, novas IAs e lançamentos da Meta

Inteligência artificial foi assunto na Assembleia Geral da ONU! Lula e Trump ficaram em lados opostos quando o assunto é tecnologia. Em encontro na Casa Branca, Xi Jinping também não pareceu seguir a mesma linha do republicano. Confira nosso resumão da semana:

Trump, Xi, Musk, Altman, Zuckerberg… jantar na Casa Branca reúne quem dita o futuro da tecnologia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ofereceu um jantar de Estado ao presidente da China, Xi Jinping. O evento marcou o fim do segundo dia de visita oficial do líder de Pequim a Washington. Alguns dos principais nomes da tecnologia marcaram presença.

Saiba mais.

Lula e Trump na ONU

Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e dos EUA, Donald Trump, discursaram no debate geral da 81ª Assembleia Geral da ONU na manhã desta terça-feira (22). E um tópico em comum entre as falas foi a inteligência artificial (IA).

“Seria uma omissão histórica imperdoável não enfrentar o desafio da regulamentação das big techs e da inteligência artificial”, disse Lula.

Já Trump anunciou que seu governo vai deixar de usar o termo “inteligência artificial”. Sai a IA. Entra a SI. A “superinteligência”.

Saiba mais.

Altman e Amodei na ONU

Os CEOs da OpenAI, Sam Altman, e da Anthropic, Dario Amodei, defenderam, nesta quarta-feira (23), uma maior cooperação internacional para lidar com os riscos associados ao avanço da inteligência artificial (IA) durante reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU).

Saiba mais.

OpenAI: GPT-6 Sol e Luna

A OpenAI ampliou nesta terça-feira (22) sua nova geração de modelos de inteligência artificial (IA) com o lançamento do GPT-6 Sol e do GPT-6 Luna. As duas versões chegam depois do GPT-6 Astra, apresentado pela empresa no início de setembro, e foram desenvolvidas para oferecer parte dos avanços da geração mais potente com custos menores.

Segundo a OpenAI, Sol e Luna foram treinados com métodos semelhantes aos utilizados no Astra, incorporando avanços em áreas, como trabalho profissional, programação, uso de computadores, factualidade e alinhamento.

A principal diferença está na relação entre capacidade e custo.

Saiba mais.

Anthropic: Claude 5.5 Opus

A Anthropic lançou nesta terça-feira (22) o Claude Opus 5.5, primeiro modelo da família Claude 5.5. A empresa afirma que a nova versão melhora o desempenho em programação, uso de computadores e tarefas de conhecimento, com custo menor e maior velocidade.

O modelo também chega com mecanismos de segurança mais rígidos. Entre eles estão proteções para cibersegurança e biologia, defesas contra ataques de prompt injection e medidas para reduzir tentativas de contornar limites de ambientes de teste.

Saiba mais.

SpaceX lança Starship em missão inédita – assista ao vivo com o Olhar Digital

Com a missão de colocar pela primeira vez o maior foguete do mundo em órbita, a SpaceX deve realizar o 14º voo de teste do Starship na próxima segunda-feira (28), representando um avanço histórico no audacioso projeto. E você pode assistir tudo em tempo real com o Olhar Digital!

Diferentemente dos testes anteriores, que realizaram trajetórias suborbitais, este voo ampliará o tempo de operação da nave no espaço para testar a resistência do veículo em órbita.

Saiba mais.

Lançamentos da Meta

A Meta apresentou, nesta quarta-feira (23), durante a conferência Connect 2026, seus primeiros óculos inteligentes com inteligência artificial (IA) e sem câmera. Batizado de Ray-Ban Meta Audio, o dispositivo foi desenvolvido para enfrentar críticas relacionadas aos usos considerados mais problemáticos dos óculos de IA.

Ao contrário dos demais modelos da empresa, os novos óculos funcionam exclusivamente com recursos de áudio. Eles permitem ouvir músicas e podcasts, atender chamadas, traduzir falas e interagir com o assistente de IA da Meta, o Muse.

O produto foi desenvolvido pela EssilorLuxottica, parceira da Meta em seus esforços de hardware para IA, e terá preço inicial de US$ 349.

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Super El Niño pode provocar 451 mil mortes por calor até 2027; Brasil está entre os mais afetados

Um episódio de Super El Niño pode provocar até 451 mil mortes adicionais relacionadas ao calor extremo no mundo nos próximos meses, segundo projeção do Climate Impact Lab, ligado à Universidade de Chicago (EUA). O Brasil aparece entre os países que devem registrar o maior número de mortes, com uma estimativa de 13,3 mil óbitos adicionais entre setembro de 2026 e fevereiro de 2027.

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