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Clássico paulista no Campeonato Brasileiro! Neste domingo (15), Santos e Corinthians se enfrentam em jogo válido pela 6ª rodada doBrasileirão 2026. A bola rola às 16h (horário de Brasília) na Vila Belmiro, em Santos (SP).
Onde assistir Santos x Corinthians pelo Brasileirão?
O clássico entre Santos e Corinthians será transmitido ao vivo pela Globo (TV aberta), Premiere (canal pay-per-view) e pela ge TV (canal do YouTube).
Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui.
Prováveis escalações e arbitragem
Santos: Gabriel Brazão; Igor Vinicius, Adonis Frías, Luan Peres e Vini Lira; Willian Arão e João Schmidt; Neymar; Barreal, Rony e Gabigol.
Técnico: Juan Pablo Vojvoda.
Corinthians: Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Allan, André, Breno Bidon e Rodrigo Garro; Memphis Depay e Vitinho (Yuri Alberto).
Técnico: Dorival Júnior.
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O futuro reserva tecnologias que hoje podem parecer bizarras, mas que até 2030 prometem transformar nosso dia a dia. Inovações em inteligência artificial, biotecnologia e energia limpa estão avançando rapidamente. Além disso, elas já estão sendo testadas em laboratórios e empresas ao redor do mundo, mostrando potencial disruptivo.
Quais tecnologias bizarras podem mudar o mundo até 2030?
Segundo dados do estudo realizado pela MIT Technology Review, algumas dessas tecnologias incluem interfaces neurais, tecidos inteligentes e robôs autônomos. Cada uma delas pode impactar setores como saúde, transporte e comunicação.
Portanto, o cenário futurista não é apenas ficção científica, mas uma realidade em construção, com possibilidades que podem alterar profundamente a rotina das pessoas.
🤖 Robôs Autônomos: Máquinas capazes de executar tarefas complexas sem supervisão humana.
🧬 Biotecnologia Avançada: Manipulação genética para cura de doenças e aumento de qualidade de vida.
🌐 Interfaces Neurais: Conexão direta entre cérebro humano e dispositivos digitais.
Como essas tecnologias impactarão o cotidiano das pessoas?
Elas podem alterar a forma como trabalhamos, nos comunicamos e cuidamos da saúde. Por exemplo, robôs autônomos podem executar tarefas perigosas, reduzindo acidentes e aumentando eficiência.
Além disso, interfaces neurais podem facilitar aprendizado e interação digital, tornando experiências mais intuitivas e rápidas.
Robôs autônomos e interfaces neurais são inovações com alto potencial disruptivo global. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Quais setores serão mais transformados até 2030?
Os setores de saúde, transporte, energia e educação estão entre os mais afetados. Segundo estudos, biotecnologia e inteligência artificial devem criar novos padrões de diagnóstico e mobilidade.
Contudo, também é esperado que o setor industrial e comercial se adapte rapidamente para integrar essas inovações, aumentando competitividade e produtividade.
Tecnologia
Setor Impactado
Benefício Principal
Robôs Autônomos
Transporte e Indústria
Maior eficiência e segurança
Interfaces Neurais
Saúde e Educação
Interação digital otimizada
Biotecnologia Avançada
Saúde e Alimentação
Melhoria de qualidade de vida
Quais desafios ainda precisam ser superados?
Apesar das promessas, questões éticas, regulatórias e de segurança são desafios significativos. Por exemplo, interfaces neurais exigem proteção de dados sensíveis, e biotecnologia demanda regulamentação rigorosa.
Portanto, a implementação bem-sucedida dessas tecnologias depende não apenas da inovação, mas também de políticas públicas e colaboração global.
O surgimento do camarão-marrom invasor em águas europeias tem acendido um alerta vermelho entre biólogos e pescadores locais. Originária das costas dos Estados Unidos, a espécie chegou silenciosamente através de águas de lastro e agora ameaça a biodiversidade nativa. Entenda como este pequeno crustáceo está alterando o equilíbrio marinho e impactando a economia regional.
Como o camarão-marrom invasor chegou ao nosso ecossistema?
Segundo um estudo publicado na revista Biology pela MDPI, a introdução dessa espécie ocorreu de forma acidental, provavelmente via transporte marítimo comercial de longa distância. O descarte inadequado de águas de lastro sem o devido tratamento permitiu que larvas e indivíduos jovens cruzassem o Atlântico com facilidade.
A resistência biológica desse animal permite que ele sobreviva a variações extremas de salinidade e temperatura durante as viagens nos tanques dos navios. Uma vez liberado em costas receptivas, o crustáceo encontrou um ambiente propício para sua rápida proliferação, fugindo do controle biológico natural de sua terra natal.
🚢 Origem e Transporte: A espécie Penaeus aztecus é nativa do Golfo do México e chega à Europa escondida em águas de lastro de grandes navios.
🦐 Erro de Identificação: Devido à semelhança com espécies locais, o invasor foi inicialmente ignorado por pescadores, facilitando sua expansão silenciosa.
⚠️ Domínio Territorial: Com taxas reprodutivas altíssimas, a espécie começa a expulsar o camarão-nativo das zonas de pesca tradicionais.
Quais são os riscos para as espécies de crustáceos nativas?
A competição direta por recursos alimentares é o fator mais crítico observado por especialistas em ecologia marinha após a chegada do invasor. O camarão-marrom possui uma agressividade alimentar superior, consumindo detritos e pequenos organismos antes que as espécies locais consigam se alimentar adequadamente.
Além da fome, o deslocamento físico dos habitats de reprodução cria um efeito cascata que pode levar à extinção local de variedades nativas mais sensíveis. Sem predadores naturais que reconheçam o Penaeus aztecus como presa imediata, a população invasora cresce de forma desordenada e perigosa.
Redução drástica na população do camarão-curto nativo.
Alteração na cadeia alimentar de peixes demersais locais.
Risco de introdução de novos patógenos e vírus marinhos.
Degradação da qualidade do solo marinho por hábitos de escavação.
A competição por recursos alimentares prejudica drasticamente as populações de crustáceos nativos locais. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
O camarão-marrom invasor pode alterar a culinária tradicional?
O impacto econômico e cultural é uma das maiores preocupações para as comunidades costeiras que dependem da pesca artesanal há gerações. A substituição biológica nos estoques pesqueiros reflete diretamente no que chega às mesas dos restaurantes e nos pratos típicos de cada região costeira.
Especialistas apontam que, embora o invasor seja comestível, suas características de textura e sabor diferem significativamente das iguarias locais consagradas. Essa mudança força uma adaptação forçada do setor gastronômico, que muitas vezes precisa rebatizar pratos para evitar a rejeição do consumidor final.
Característica
Espécie Nativa
Invasor (P. aztecus)
Tamanho Médio
12-15 cm
Até 22 cm
Crescimento
Moderado
Acelerado
Habitat Preferido
Estuários rasos
Águas profundas e lodo
Por que a identificação correta desta espécie é tão difícil?
Muitos profissionais da pesca e consumidores finais confundem o invasor com espécies locais devido às semelhanças morfológicas superficiais, como a coloração. Essa confusão permitiu que o crustáceo fosse comercializado por anos como se fosse um produto nativo, camuflando a gravidade da invasão biológica.
Para uma identificação precisa, é necessário observar detalhes técnicos, como sulcos no exoesqueleto e a formação das pinças, algo que raramente ocorre no dia a dia do mercado. O uso de análises genéticas tem sido a única forma definitiva de mapear a real extensão do domínio desse animal nas costas internacionais.
Quais medidas estão sendo tomadas para conter essa ameaça?
Governos e órgãos de proteção ambiental estão correndo contra o tempo para implementar normas mais rígidas de controle sanitário em portos comerciais. A principal estratégia foca na esterilização obrigatória das águas de lastro, impedindo que novos “caroneiros” biológicos desembarquem em territórios sensíveis.
Além da regulação, campanhas de conscientização junto aos pescadores são vitais para que a presença do invasor seja notificada imediatamente às autoridades competentes. Somente através do monitoramento constante e da ciência aplicada será possível mitigar os danos causados por esse indesejado turista marítimo.
Publicado no final do ano passado, um estudo financiado pela FAPESP e desenvolvido pela Unifesp e FEI divulgou a criação de uma inteligência artificial capaz de identificar diferentes níveis de dor em recém-nascidos internados na UTI. Analisando em conjunto imagens e linguagem, a tecnologia interpreta expressões faciais dos bebês com precisão, o que diminui a subjetividade dos diagnósticos.
“Como a dor é um fenômeno subjetivo e o bebê ainda não consegue se comunicar verbalmente, ele depende essencialmente da observação de terceiros”, pontua Ruth Guinsburg, uma das autores do estudo e professora de pediatria neonatal da Universidade Federal de São Paulo e coordenadora-geral da UTI Neonatal do Hospital São Paulo.
Segundo a especialista, os profissionais de UTIs neonatais utilizam escalas para avaliar a dor dos recém-nascidos, mas esses instrumentos ainda dependem muito da interpretação humana. Como cada observador pode perceber os sinais do bebê de forma diferente — influenciado, inclusive, pelo próprio estado emocional —, as avaliações podem variar entre médicos, enfermeiros e familiares.
Nesse cenário, ferramentas de inteligência artificial surgem como um recurso capaz de reduzir parte dessa subjetividade e oferecer apoio mais consistente à tomada de decisões clínicas.
Para quem tem pressa:
Pesquisadores da FEI e da UNIFESP desenvolveram uma inteligência artificial capaz de identificar as dores de bebês internados na UTI;
A IA analisa em conjunto linguagem e imagens dos recém-nascidos, identificando o nível de dor sentido;
A tecnologia é considerada um avanço pela possibilidade de decisões mais assertivas no tratamento;
IA segue a linha de ChatGPT e Gemini, modelos “pré-treinados” que não precisam de uma maior adaptação a cada caso.
Avanço vai muito além da tecnologia
Imagem: Pés de um bebê recém-nascido. Créditos: estherca/Shutterstock
Além do desenvolvimento tecnológico, a pesquisa apresentou um grande marco no estudo de bebês. Atualmente, os recém-nascidos internados na UTI são submetidos a diversos procedimentos fundamentais, mas que podem causar dor. Com a nova tecnologia, Ruth afirma que a possibilidade de gerenciar essas dores é crucial para evitar sequelas prolongadas.
A pesquisadora também destaca no estudo que até a década de 1990, a medicina acreditava que bebês não sentiam dor devido ao seu baixo desenvolvimento neurológico.
Posteriormente, no entanto, descobriu-se que a realidade era exatamente o oposto. “Hoje se sabe o exato oposto: por serem imaturos neurologicamente, eles são ainda mais vulneráveis aos efeitos adversos dos estímulos dolorosos“, adicionou.
Considerando que, por um momento na história, os recém-nascidos eram submetidos a operações sem a preocupação necessária quanto a dores, a tecnologia criada pelos pesquisadores demonstra um grande avanço no tratamento humano dos bebês.
A pesquisadora adicione que, no cérebro ainda em desenvolvimento dos bebês, tanto a dor não tratada quanto o uso excessivo de medicação podem ter efeitos neurotóxicos. Então, o grande desafio na prática clínica é encontrar o equilíbrio: administrar tratamento quando a dor está presente e suspender a medicação assim que ela deixa de ser necessária.
A inteligência artificial não necessitará se adaptar a cada caso
Médico analisando dados clínicos de um paciente com inteligência artificial (Imagem: raker/Shutterstock)
A inteligência artificial supera técnicas tradicionais na identificação de dor e conforto, não apresentando necessidade de adaptação a cada caso, o que ampliou sua aplicação clínica.
“Com a chegada dos modelos de linguagem multimodais, como ChatGPT e Gemini, por exemplo, tornou-se possível utilizar modelos pré-treinados em uma imensidão de dados da internet para resolver tarefas médicas específicas com maior rapidez”, afirma Carlos Eduardo Thomaz, o professor da FEI.
A tecnologia ainda está em desenvolvimento, mas já é considerada um avanço significativo. Ao comentar os próximos passos da pesquisa, o especialista destaca que a busca por maior precisão é o objetivo central.
No entanto, ele ressalta que cada pequeno avanço tem um significado importante, já que até mesmo um mísera melhora na funcionalidade pode representar um impacto real no cuidado e no bem-estar de um bebê.
Neste sábado (14), Vitória e Atlético-MG se enfrentam em jogo válido pela 6ª rodada doBrasileirão 2026. A bola rola para a partida às 18h30 (horário de Brasília) no Estádio Manoel Barradas, o Barradão, em Salvador.
Ambos chegam após perder as finais estaduais no último fim de semana. O Atlético Mineiro foi superado pelo Cruzeiro em jogo marcado por confusão generalizada e 23 expulsões no domingo, 8 de março.
Já o Esporte Clube Vitória foi derrotado por 2 a 1 pelo Bahia no clássico Ba-Vi, disputado na Arena Fonte Nova, resultado que garantiu ao Bahia o título do Campeonato Baiano de 2026.
Muitos apostadores confiam em datas de nascimento ou números da sorte, mas ignoram a frequência real das dezenas nos sorteios oficiais. Existem números que quase nunca saem na Mega-Sena, acumulando longos períodos de ausência nos globos da Caixa Econômica Federal. Entender quais são esses algarismos “tímidos” pode ser o diferencial para quem deseja ajustar sua estratégia e aumentar as chances de acerto nos próximos concursos.
Quais são os números que quase nunca saem na Mega-Sena?
Segundo os dados oficiais disponibilizados pelo site das Loterias Caixa, a estatística histórica revela padrões curiosos sobre a frequência das dezenas. Desde 1996, certas esferas parecem ter uma “resistência” em serem sorteadas pelos equipamentos oficiais, tornando-se raras nos bilhetes premiados ao longo das décadas.
Identificar essas dezenas menos frequentes não garante a vitória, mas ajuda a compor um panorama matemático sobre a probabilidade de cada número. Abaixo, detalhamos a cronologia da observação desses dados, que mostram como o ranking de “números frios” se consolidou ao longo da história da loteria mais famosa do Brasil.
📅 1996: O início do rastreamento oficial das dezenas pela Caixa Econômica Federal.
📊 Anos 2000: A estabilização e consolidação estatística que apontou as dezenas 26 e 55 como as mais raras.
🏆 Atualmente: A definição do ranking oficial do Top 5 de números que menos apareceram nos globos de sorteio.
Como identificar as dezenas menos frequentes nos sorteios?
A análise de frequência, também conhecida como estudo dos “números frios”, é uma técnica comum entre matemáticos e apostadores profissionais. Ela consiste em mapear a quantidade exata de vezes que cada uma das 60 dezenas foi selecionada ao longo de todos os concursos realizados, permitindo visualizar o comportamento do acaso.
Embora todos os números tenham, teoricamente, a mesma chance em cada novo sorteio, o histórico acumulado mostra discrepâncias significativas que não podem ser ignoradas. Conhecer as dezenas que ficam na lanterna da lista de sorteios é o primeiro passo para uma escolha mais consciente, seja para evitá-las ou para apostar na sua iminente aparição.
Dezena 26: Historicamente o número com menor índice de aparição.
Dezena 55: Raramente sorteada, mantendo-se no fim da lista.
Dezena 21: Uma das dezenas que mais demoram a ser sorteadas.
Dezena 15: Presença mínima nos resultados oficiais desde 1996.
Dezena 22: Fecha o grupo dos cinco números menos frequentes.
A análise de frequência histórica revela o comportamento do acaso nos globos de sorteio. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Quais são os números que quase nunca saem no histórico oficial?
Ao observar o banco de dados completo da Mega-Sena, notamos que o equilíbrio estatístico ainda está longe de ser alcançado para certas dezenas. Enquanto alguns números ultrapassam marcas expressivas de frequência, outros mal chegam a figurar nos resultados, criando uma lacuna que instiga tanto matemáticos quanto curiosos.
Esta tabela resume as cinco dezenas que menos deram as caras desde o primeiro sorteio, fornecendo um guia visual rápido para sua próxima estratégia. Verifique se alguma dessas “dezenas frias” está presente no seu jogo atual e avalie se a permanência delas condiz com sua tática de aposta para o próximo concurso.
Dezena
Status de Frequência
Histórico
26
Lanterna Oficial
A menos sorteada desde 1996
55
Muito Rara
Baixa incidência nos sorteios
21
Pouco Frequente
Raramente aparece nos globos
15
Ausente
Longos períodos de vácuo
22
Inconstante
Baixa regularidade estatística
Vale a pena apostar em números que saem pouco?
Existe uma divergência de opiniões entre os entusiastas das loterias sobre a validade de apostar em números pouco sorteados. Alguns acreditam na “lei das médias”, sugerindo que, por terem saído pouco, esses números estariam matematicamente “prestes” a serem sorteados em breve para equilibrar o sistema.
Por outro lado, apostadores que seguem tendências preferem focar em dezenas “quentes”, que mantêm uma regularidade maior nos concursos recentes. O importante é entender que a Mega-Sena é um jogo de azar puramente aleatório e, matematicamente, qualquer combinação de seis números tem exatamente a mesma probabilidade de ser sorteada.
Onde conferir os resultados e estatísticas atualizadas?
Para manter-se informado sobre as tendências e verificar se o ranking de frequências sofreu alterações, o ideal é consultar os portais oficiais. As atualizações ocorrem imediatamente após cada sorteio realizado no Espaço da Sorte, garantindo que você tenha os dados mais recentes para embasar suas próximas escolhas.
Manter uma planilha pessoal ou acompanhar as análises de especialistas pode ajudar a evitar combinações excessivamente raras ou baseadas apenas em superstição. Lembre-se sempre de jogar com responsabilidade e encarar a loteria como uma forma de entretenimento, mantendo o pé no chão diante das estatísticas apresentadas.
Pesquisadores descobriram que compostos de enxofre derivados do alho podem afetar diretamente o processo de envelhecimento. Um estudo publicado na revista Cell Metabolism relata que camundongos machos que receberam esses compostos viveram mais e mantiveram força, memória e controle da glicose por mais tempo.
A pesquisa sugere que alimentos comuns podem conter sinais biológicos capazes de modular como o corpo envelhece.
No fígado dos animais, os efeitos apareceram primeiro: menos gordura acumulada e respostas à insulina mais eficientes. No Centro Andaluz de Biologia Molecular e Medicina Regenerativa em Sevilha (CABIMER), na Espanha, Alejandro Martín-Montalvo identificou que os compostos do alho ativam sinais de enxofre nas células. Isso não só prolongou a vida, mas também manteve os animais ativos, fortes e com memória preservada.
Será que consumir alho faz envelhecer mais devagar? Não é bem por aí. Crédito: New Africa – Shutterstock
Embora os resultados sejam promissores, eles ainda vêm de estudos com ratos. Mesmo assim, a manutenção de funções físicas e cognitivas torna difícil considerar a descoberta apenas uma curiosidade de laboratório.
Compostos de alho melhoram saúde celular
O alho libera moléculas de enxofre quando cortado ou mastigado. Duas dessas moléculas se destacam por gerar sulfeto de hidrogênio, um gás sinalizador natural do corpo. Nos ratos, ele protegeu células de danos e ajustou vias relacionadas ao metabolismo energético. Como humanos possuem sistema de sinalização parecido, o mecanismo parece relevante, mas a dosagem segura ainda é incerta.
Mais importante do que prolongar a vida é manter a qualidade dela. Chamado de “expectativa de saúde”, esse conceito mostra que os animais que receberam os compostos desde 20 semanas de idade viveram em média 877 dias, contra 787 dias dos ratos do grupo de controle. Ou seja, 11,4% a mais de vida, com preservação de movimento, memória e controle da glicose.
O efeito sobre a glicose foi rápido: os ratos mostraram respostas mais eficientes à insulina e picos menores de açúcar após testes. Com o tempo, precisaram de menos insulina para manter níveis estáveis, indicando maior sensibilidade celular. Isso é importante, já que o envelhecimento tende a gerar resistência à insulina.
A suplementação com compostos de alho (DAD/DAT) promove a longevidade e melhora a saúde metabólica através da persulfidação de proteínas mediada pelo sulfeto de hidrogênio (H₂S). O estudo demonstra benefícios significativos em camundongos e humanos, incluindo melhor função neurocognitiva, redução da fragilidade e controle lipídico aprimorado. Crédito: Silva, A.M., et al.
No fígado, as gotículas de gordura diminuíram de tamanho, facilitando sua queima pelas células. Mesmo em dietas ricas em gordura, os compostos do alho impediram acúmulos prejudiciais. Em vez de apenas reduzir peso corporal, eles remodelaram a gordura, protegendo órgãos antes que surgissem danos visíveis.
Dentro das células, os compostos alteraram a persulfidação, um marcador de enxofre que modifica proteínas, e reduziram a atividade de vias associadas ao envelhecimento acelerado. Tecidos hepáticos mostraram menos inflamação, um fenômeno conhecido como meta-inflamação, ligado a problemas metabólicos.
A equipe também analisou amostras de sangue de 288 pessoas com doenças crônicas. Níveis mais altos de proteínas ligadas ao enxofre estavam associados a maior força de preensão e menores triglicerídeos. O estudo não prova causa e efeito, mas a semelhança entre humanos e ratos reforça a relevância biológica da pesquisa.
Apesar do entusiasmo, existem limitações claras. Apenas ratos machos foram testados; fêmeas podem reagir de maneira diferente. Exames pós-morte mostraram aumento em casos de câncer de fígado, possivelmente por maior tempo de vida, já que animais mais velhos têm mais chance de desenvolver tumores. Isso impede qualquer recomendação direta de suplementos.
Martín-Montalvo alerta que o alho de cozinha comum não substitui os compostos usados no estudo, que foram purificados e administrados em dietas controladas. Ele ressalta que mais pesquisas são necessárias em humanos e modelos animais antes que qualquer recomendação seja segura. Hoje, mais da metade dos idosos não tem qualidade de vida ideal, e compreender esses mecanismos é um passo importante.
O que emerge é um panorama do envelhecimento influenciado por metabolismo, inflamação e sinalização celular. Estudos futuros devem definir doses seguras, incluir mulheres e confirmar se efeitos similares podem ser obtidos em humanos. A pesquisa abre caminho para uma abordagem mais ampla de como retardar o envelhecimento sem comprometer a saúde e o bem-estar.
Dia de Derby! Nesta sexta-feira (13), Palmeiras e Corinthians se enfrentam em jogo válido pela 3ª rodada doBrasileirão Feminino A1. A bola rola às 21h30 (horário de Brasília) na Arena Crefisa Barueri, em Barueri (SP).
Palmeiras x Corinthians:
Competição: Brasileirão Feminino A1
Rodada: 3ª
Data: 13/03 (sexta-feira)
Horário: 21h30 (horário de Brasília)
Local: Arena Crefisa Barueri, em Barueri (SP)
Onde assistir Palmeiras x Corinthians pelo Brasileirão?
O duelo entre Palmeiras e Corinthians feminino será transmitido ao vivo pelo SporTV (canal fechado) e pela ge TV (canal do YouTube).
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Palmeiras começou bem o ano: venceu a Supercopa justamente contra o Corinthians, nos pênaltis após empate de 1×1. No Brasileirão, as Palestrinas acumulam duas vitórias em dois jogos (4×0 contra o América-MG e 2×1 contra o Grêmio) e estão na liderança, com 6 pontos (empatadas com Flamengo e São Paulo).
Do outro lado, as Brabas reencontram as rivais após perderem o Paulistão 2025 e a Supercopa. No Brasileirão, o Corinthians estreou com vitória por 1×0 contra o Atlético-MG, mas depois empatou por 2×2 contra o Fluminense. Assim, o Timão está na 5ª posição da tabela, com 4 pontos.
Nesta quinta-feira (12), Remo e Fluminense se enfrentam em jogo válido pela 5ª rodada doBrasileirão 2026. A bola rola às 19h00 (horário de Brasília) no Mangueirão, em Belém.
O Remo ocupa atualmente a 16ª colocação do Brasileirão 2026, com três pontos na tabela conquistados até aqui. A campanha do time paraense na competição é de três empates e uma derrota. Na última rodada, o Leão do Norte empatou com o Internacional em 1 a 1.
Já o Fluminense está na quinta posição no Campeonato Brasileiro, com sete pontos conquistados com duas vitórias, um empate, enquanto acumula uma derrota na competição. O Tricolor carioca vem de derrota por 1 a 2 para o Palmeiras.
Documentos recentes divulgados pelo National Transportation Safety Board (NTSB) indicam que motoristas de veículos da Ford, que utilizavam o sistema de condução semiautônoma BlueCruise, provavelmente estavam desatentos segundos antes de colidir fatalmente com outros automóveis em 2024.
As informações foram tornadas públicas nesta quarta-feira (11) e antecedem uma audiência pública marcada para 31 de março, em Washington D.C. (EUA), onde o NTSB discutirá as conclusões e poderá propor recomendações à Ford.
O NTSB atua como agência federal independente que investiga acidentes de transporte, mas não possui poder regulatório sobre a indústria. Espera-se que um relatório final sobre o caso seja divulgado semanas após a audiência.
Investigações e recomendações
Além da análise do NTSB, os incidentes desencadearam uma investigação por parte da National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA);
A NHTSA, órgão regulador de segurança, informou no início de 2025 que o BlueCruise apresentava limitações na detecção de veículos estacionados sob certas condições, intensificando a apuração;
Em junho de 2025, a reguladora enviou um extenso questionário à Ford, que respondeu em agosto do mesmo ano;
A investigação da NHTSA permanece em andamento.
A Ford, por sua vez, tem reiterado que o BlueCruise é um recurso para comodidade, e que os condutores devem permanecer vigilantes e aptos a assumir o controle do veículo a qualquer momento. A empresa também alerta que o recurso “não é um sistema de aviso ou prevenção de colisões“.
Diante desses eventos, a investigação do NTSB e a audiência iminente devem aumentar o escrutínio sobre como as fabricantes, como a Ford, comunicam a finalidade dos sistemas de assistência ao motorista e quais são as melhores práticas para garantir seu uso adequado.
A distração ao volante é um tema recorrente em várias investigações que envolvem outros sistemas populares de assistência, como o Autopilot da Tesla, já aposentado, e o software “Full Self-Driving (Supervised)”, o FSD.
Uma investigação anterior do NTSB sobre uma morte relacionada ao Autopilot em 2018 destacou a importância da distração.
Robert Sumwalt, então presidente do NTSB, comentou sobre o acidente de 2018: “Neste acidente, observamos uma dependência excessiva da tecnologia, vimos distração, notamos a ausência de uma política que proibisse o uso de celular enquanto se dirige e identificamos falhas na infraestrutura, que, juntas, levaram a essa perda trágica.”
Primeiro acidente
Os acidentes envolvendo o sistema BlueCruise ocorreram no início de 2024. O primeiro incidente foi registrado em fevereiro, na cidade de San Antonio, Texas (EUA). Um motorista, transitando na faixa central da Interestadual 10 em um Ford Mustang Mach-E 2022, colidiu com um Honda CR-V 1999 que estava parado.
A velocidade do Mach-E no momento do impacto era de aproximadamente 119 km/h. O condutor do Ford utilizava o BlueCruise pouco antes da colisão, que aconteceu às 21h48, horário local. O motorista do Ford sofreu ferimentos leves, enquanto o condutor do Honda veio a óbito em decorrência dos ferimentos.
Os novos dados divulgados pelo NTSB nesta quarta-feira (11) indicam que o sistema de monitoramento de motoristas, baseado em câmeras do Ford, identificou que o condutor olhava para a tela de infoentretenimento principal nos cinco segundos anteriores ao impacto.
O sistema só registrou que ele olhou para a via por curtos períodos: algumas frações de segundo, aproximadamente 3,6 segundos antes da colisão, e novamente cerca de 1,6 segundo antes. Ele recebeu dois alertas visuais e sonoros para prestar atenção na via nos 30 segundos que antecederam o acidente, mas não acionou o freio antes da batida.
Documentos revelam que o motorista informou à Polícia de San Antonio que utilizava o sistema de navegação do veículo para localizar um posto de carregamento. Um dos relatórios aponta que “ele pode ter olhado para a tela central do console porque as instruções para a estação de carregamento eram exibidas ali”.
Embora seja improvável confirmar com base nas informações divulgadas, é possível que ele estivesse demonstrando sinais de sonolência antes do acidente. O sistema da Ford capturou uma imagem do motorista dois segundos antes da colisão, que, conforme o NTSB, o mostra “sentado ereto e de frente, com a cabeça apoiada (ou quase apoiada) no encosto de cabeça e levemente virada para a direita”. Após ser interrogado pela polícia, o motorista contratou um advogado, que não permitiu que ele falasse com o NTSB.
Nos dois acidentes, o veículo com o sistema autônomo era um Mustang Mach-E (Imagem: Jonathan Weiss/Shutterstock)
O segundo acidente fatal envolvendo um veículo com Ford BlueCruise ocorreu em março de 2024, na Filadélfia (EUA). A motorista de um Mach-E 2022 colidiu com um Hyundai Elantra 2012, que estava parado na faixa esquerda da Interestadual 95, às 3h16 da manhã, horário local. O Elantra atingiu um Toyota Prius 2006 que havia parado à sua frente.
Os dois motoristas do Elantra e do Prius eram amigos e haviam parado por uma razão desconhecida; o condutor do Prius havia saído do carro e estava ao lado esquerdo do Elantra. Os dois motoristas — do Elantra e do Prius — morreram, enquanto a motorista do Mach-E teve ferimentos leves.
A motorista do Mach-E, uma mulher de 23 anos chamada Dimple Patel, estava embriagada no momento do acidente, segundo a polícia local. No final de 2024, ela foi acusada de homicídio por dirigir sob a influência de álcool ou drogas. Ela estava a aproximadamente 116 km/h antes do impacto, apesar de estar em zona de construção com limite de velocidade de 72 km/h.
Zak Goldstein, advogado de Patel, confirmou ao TechCrunch que o caso ainda está em andamento e a data do julgamento não foi estabelecida. Os novos documentos do NTSB indicam que o sistema de monitoramento de motoristas no carro de Patel registrou os olhos dela “na estrada” durante os cinco segundos completos antes da colisão.
No entanto, uma fotografia tirada dois segundos antes do impacto parece mostrar ela em uma posição que poderia indicar distração ou sonolência, apesar do registro do sistema de monitoramento de motoristas.
Estes casos somam-se ao crescente debate sobre a interação entre a assistência tecnológica na condução e a responsabilidade humana, levantando questões importantes sobre a segurança e a comunicação dos fabricantes em relação às capacidades de seus sistemas de assistência ao motorista.
As investigações continuam a fornecer dados cruciais para entender as causas e as implicações desses acidentes e para informar futuras regulamentações e melhorias nos sistemas de condução autônoma e semiautônoma.
Nesta quarta-feira (11), Corinthians e Coritiba se enfrentam em jogo válido pela 5ª rodada doBrasileirão 2026. A bola rola às 21h30 (horário de Brasília) na Neo Química Arena, em São Paulo.
Onde assistir Corinthians x Coritiba pelo Brasileirão?
O duelo entre Corinthians e Coritiba será transmitido ao vivo na TV aberta pela Globo e no pay-per-view pelo Premiere.
Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui.
Prováveis escalações e arbitragem
Corinthians: Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Charles, André Luiz, Breno Bidon e Rodrigo Garro; Memphis Depay e Gui Negão.
Técnico: Dorival Júnior.
Coritiba: CPedro Rangel; Tinga (JP Chermont), Maicon, Jacy, Bruno Melo; Wallison, Vini Paulista, Seba Gómez; Lucas Ronier, Breno Lopes, Pedro Rocha (Keno).
Técnico: Fernando Seabra.
Arbitragem:
Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (MG)
Assistentes: Alex dos Santos (SC) e Pablo Almeida da Costa (MG)
VAR: Rodrigo D Alonso Ferreira (SC)
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Corinthians ocupa atualmente a terceira colocação do Brasileirão 2026, com sete pontos na tabela conquistados até aqui. A campanha do time paulista na competição é de três vitórias e um empate. Na última rodada, o Timão empatou com o Cruzeiro em 1 a 1.
Já o Coritiba está na 12ª posição no Campeonato Brasileiro, com quatro pontos conquistados com uma vitória e um empate, enquanto acumula duas derrotas na competição. A equipe paranaense vem de derrota por 0 a 1 para o São Paulo.
Nesta quarta-feira (11), Real Madrid e Manchester City se enfrentam pela Champions League (de novo), dessa vez pelas oitavas de final. A bola rola às 17h (horário de Brasília) no Estádio Santigo Bernabéu, em Madri (Espanha).
Real Madrid x Manchester City:
Competição: Champions League
Fase: Oitavas (ida)
Data: 11/03 (terça-feira)
Horário: 17h (horário de Brasília)
Local: Estádio Santigo Bernabéu, em Madri (Espanha)
Mais uma vez, Real Madrid e Manchester City protagonizam um dos duelos mais equilibrados da história da Champions League. Em 15 jogos, são cinco vitórias para cada lado e cinco empates. Ambas as equipes buscam estabilidade na competição após uma boa parte da temporada de altos e baixos. Quem avançar encara Atalanta ou Bayern de Munique nas quartas.
Empresas de peso, como Google e Tesla, estão liderando um movimento inédito ao se aliar a outros influenciadores do setor de energia.
O objetivo central é desafiar e reformular a gestão da rede elétrica em escala global. A premissa fundamental que impulsiona essa colaboração é a crença de que a infraestrutura energética atual está sendo insuficientemente explorada, operando abaixo de sua capacidade máxima.
A intenção do grupo vai além da indústria, buscando envolver de forma proativa políticos e órgãos reguladores. O intuito é conscientizá-los sobre a urgência e a necessidade imperativa de adotar metodologias e tecnologias inovadoras que permitam um aproveitamento mais eficiente e inteligente da rede elétrica existente.
Surgimento do Coletivo Utilize
Essa audaciosa iniciativa se materializou na criação do coletivo Utilize, que fez sua estreia oficial nesta terça-feira (10). Este novo grupo não é homogêneo; ele agrega sete empresas distintas, cada uma trazendo sua expertise de diferentes verticais do mercado.
Além da reconhecida presença de Google e Tesla, o Utilize conta com a participação estratégica de:
Verrus: desenvolvedor de data centers, um setor com alta demanda energética;
Carrier: gigante consolidada no segmento de aquecimento, ventilação e ar-condicionado;
Renew Home: especialista em usinas de energia virtuais;
Sparkfund: desenvolvedora de recursos energéticos distribuídos;
Span: startup inovadora focada em painéis elétricos inteligentes.
O propósito primordial do Utilize é atuar como um catalisador para uma transformação profunda na maneira como a rede de energia é concebida, operada e utilizada.
O coletivo ressalta que a rede, em sua arquitetura atual, foi desenhada para lidar com momentos de pico de demanda, o que, inevitavelmente, resulta em capacidade ociosa considerável na maior parte do tempo. Essa capacidade inexplorada, argumentam os membros, representa uma oportunidade gigantesca para otimização e aprimoramento de todo o sistema energético.
Para o Utilize, a subutilização da rede é um problema que demanda soluções imediatas e eficientes. O grupo enfatiza que já existem tecnologias avançadas e comprovadas que poderiam ser implementadas para maximizar o aproveitamento dessa capacidade. Dentre as soluções promissoras, com o potencial de revolucionar a infraestrutura elétrica, destacam-se armazenamento de baterias, resposta à demanda e usinas de energia virtuais.
Essas inovações, que ganharam maturidade e consolidação na última década, ainda enfrentam barreiras para sua plena adoção no sistema elétrico global. A utilização dessas tecnologias não apenas aumentaria significativamente a eficiência operacional da rede, mas também contribuiria para fortalecer sua resiliência e robustez.
Um exemplo concreto e notável dessa melhoria pode ser observado na rede elétrica do Texas (EUA). Durante as recentes e severas ondas de frio, a rede do Estado demonstrou uma capacidade superior de resistência, em grande parte impulsionada pelo aumento substancial na capacidade de armazenamento de baterias implementada na região.
Apesar desses benefícios, o grupo Utilize observa que muitos reguladores e líderes políticos ainda demonstram certa hesitação em abraçar essas inovações, muitas vezes preferindo soluções mais convencionais e historicamente estabelecidas, como as usinas de energia centralizadas, frequentemente movidas a combustíveis fósseis.
Tesla é uma das empresas no grupo (Imagem: DiPres/Shutterstock)
O Utilize posiciona-se como um defensor ativo de políticas públicas que não somente incentivem, mas também facilitem a adoção em larga escala dessas tecnologias energéticas inovadoras.
A composição do grupo é estrategicamente pensada: cada empresa integrante possui uma posição única e relevante no ecossistema da rede elétrica, o que sublinha uma sinergia de interesses e uma complementariedade de capacidades técnicas e comerciais.
No que tange à oferta de soluções, a Tesla se destaca com sua expertise na venda de baterias e painéis solares, elementos cruciais para a transição energética.
A Span, por sua vez, introduz um painel elétrico com a capacidade de se ajustar de forma dinâmica às variações da carga, otimizando o consumo doméstico e comercial.
A Carrier contribui com seus avançados sistemas de bomba de calor, que são fundamentais para a climatização eficiente. Já a Sparkfund e a Renew Home são reconhecidas por sua especialização no desenvolvimento e na agregação de recursos energéticos distribuídos.
No lado da demanda, empresas, como Google e Verrus, são consumidores de energia em vasta escala, operando extensos parques de servidores que exigem um suprimento constante e robusto de eletricidade.
Essa diversidade de membros, que abrange tanto produtores quanto consumidores e desenvolvedores de tecnologia, confere ao Utilize uma perspectiva abrangente e uma capacidade de influência significativa.
Influência política e futuro da rede elétrica
Embora o Utilize se descreva como uma “coalizão” – um termo que, em sua interpretação mais ampla, sugere uma união de forças –, o grupo já tem indícios de realizações políticas.
“Alguns membros” do coletivo mencionaram publicamente o apoio a um projeto de lei no Estado da Virgínia (EUA). Essa proposta legislativa visa impor às empresas de serviços públicos a obrigação de quantificar e detalhar abertamente o uso da rede elétrica em suas operações. Tal exigência se alinha diretamente com o objetivo do Utilize de promover maior transparência e eficiência no setor.
A menção a “alguns membros do Utilize” apoiando a legislação sugere que, embora o coletivo esteja engajado em promover mudanças políticas substanciais, sua atuação como lobista direto pode estar em estágios iniciais ou ser conduzida de forma mais indireta, aponta o TechCrunch.
É importante ressaltar que a formação de organizações de defesa de interesses não é uma novidade na influente indústria de serviços públicos.
No entanto, a forma como o Utilize congrega um espectro tão variado de empresas – desde gigantes da tecnologia até empresas de energia, atuando tanto na produção quanto no consumo – confere-lhe uma característica singular.
Nesta terça-feira (10), Newcastle e Barcelona se enfrentam em partida válida pela ida das oitavas da Champions League 2025/26. O jogo acontece a partir das 17h00 (horário de Brasília) e será disputado no St. James’ Park, em Newcastle, na Inglaterra.
Newcastle x Barcelona:
Competição: Champions League 2025/2026
Fase: Ida das oitavas de final
Data: 10/03 (terça-feira)
Horário: 17h00 (horário de Brasília)
Local: St. James’ Park, em Newcastle (Inglaterra)
Os Newcastle United vivem fase irregular, com três vitórias e três derrotas nos últimos seis jogos. No fim de semana, os Magpies foram eliminados da FA Cup pelo Manchester City e agora concentram totalmente as atenções na UEFA Champions League.
Por outro lado, FC Barcelona chega embalado, com quatro vitórias seguidas e quatro pontos de vantagem sobre o Real Madrid na liderança de La Liga. Ainda assim, o técnico Hansi Flick terá desfalques na defesa e no meio-campo para o duelo na Inglaterra.
Nesta terça-feira (10), Galatasaray e Liverpool se enfrentam em partida válida pela ida das oitavas da Champions League 2025/26. O jogo acontece a partir das 14h45 (horário de Brasília) e será disputado no Estádio Ali Sami Yen, em Istambul.
Galatasaray x Liverpool:
Competição: Champions League 2025/2026
Fase: oitavas de final, jogo de ida
Data: 10/03 (terça-feira)
Horário: 14h45 (horário de Brasília)
Local: Estádio Ali Sami Yen, em Istambul (Turquia)
Galatasaray e Liverpool na Champions League 2025/26
O Galatasaray passou da fase de liga com a 20ª melhor campanha, com 10 pontos e campanha de três vitórias, um empate e quatro derrotas. A equipe turca passou pela Juventus nos playoffs das oitavas de final, com placar agregado de 7 a 5 somando jogos de ida e volta, se classificando para as oitavas de final.
Já o Liverpool chegou nas oitavas de final sem passar pelos playoffs, por ter terminado a fase de liga com a terceira melhor campanha, com 18 pontos conquistados em campanha de seis vitórias e duas derrotas.