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O tio manda no grupo da família o áudio de dois minutos avisando que a vacina tem chip. O pai reencaminha um print sem data. A avó jura ter lido em algum lugar. No fim, a gente decidiu, faz tempo, que pessoas mais velhas acreditam em tudo.
Uma pesquisa publicada no periódico Journal of Experimental Psychology: General, em novembro de 2025, com cerca de 2.500 adultos nos Estados Unidos e no Brasil, desmontou essa ideia. Segundo a publicação, pessoas idosas não são piores em distinguir notícia falsa de verdadeira, o que muda com a idade é a força do vínculo partidário, uma vez que eles tendem a aceitar como verdade e a repassar o que confirma o próprio lado, seja aquilo real ou não.
O dado que carimbou a fama de “propagadores de fake news” vem da eleição americana de 2016, quando Guess, Nagler e Tucker (Science Advances, 2019) apontaram que os mais velhos foram o grupo que mais compartilhou notícia falsa no Facebook. Acontece que, na contramão do que se pensa, o mesmo estudo expôs que espalhar mentira foi coisa rara, já que, de cada cem pessoas acima de 65 anos, apenas 11 repassaram algum link falso, contra 3 entre os mais jovens.
Acontece que, pelo senso comum, quando pensamos em divulgação de notícias falsas, numa perspectiva de “inocência digital”, acreditamos serem os idosos as maiores vítimas de golpes virtuais e os principais responsáveis pelo crescimento da viralização das fake news.
Um levantamento de Annalise Baines, Eszter Hargittai e John Palfrey, publicado em dezembro de 2025, com 2 mil adultos americanos acima de 60 anos, mostra que cerca de dois terços dos idosos checam a fonte, leem os comentários e cruzam com outro veículo antes de acreditar.
Quando insistimos em enxergar a pessoa idosa como a vítima preferencial do ambiente digital, deslocamos a atenção do lugar onde o problema de fato se organiza, que é a produção da mentira, e não o seu consumo. A inteligência artificial rebaixou o custo de fabricar desinformação a ponto de tornar artesanal o antigo boato de esquina, uma vez que hoje se clona uma voz, se constrói um vídeo verossímil e se distribui conteúdo falso numa escala que nenhum tio de grupo de família jamais alcançaria.
A fim de oferecer algum tipo de controle nesse processo de produção de conteúdo virtual, o TSE consolidou na Resolução nº 23.755, de 2 de março de 2026, as regras para inteligência artificial na campanha, exigindo que toda propaganda criada ou alterada por IA informe, de forma destacada, que o conteúdo foi fabricado e qual tecnologia foi usada. Em 1º de setembro de 2026, por 5 votos a 2, a Corte ainda fixou o que caracteriza um deepfake e quando ele é proibido.
Diante de tal cenário, o que precisamos reconhecer, contudo, é que toda essa arquitetura de proteção, do selo à checagem, parte de uma premissa que os próprios dados desmentem: a de que existe do outro lado da tela um sujeito ingênuo a ser tutelado de volta à razão. Se a pesquisa que abriu este artigo já demonstrou que a pessoa idosa distingue o verdadeiro do falso tão bem quanto qualquer um, e ainda assim compartilha, então aquilo que interpretamos como inocência é, na verdade, escolha e alinhamento a um lado que ela reconhece como seu.
Enquanto tratarmos a questão como um problema de fragilidade do eleitor, e não como um problema de convicção que atravessa todas as idades, continuaremos protegendo pessoas que não pediram proteção, enquanto a mentira segue sendo produzida à vontade. A pergunta, no fim, não é quem protege a nossa avó, e sim por que preferimos imaginá-la enganada a admitir que ela sabe muito bem o que compartilha.
Neste domingo (20), Flamengo e Red Bull Bragantino se enfrentam em duelo válido pela 28ª rodada doBrasileirão 2026. A bola rola para a partida às 18h30 (horário de Brasília) no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).
O Flamengo é o atual líder do Brasileirão com 57 pontos. A equipe de Leonardo Jardim tem uma derrota nas últimas 11 partidas e segue buscando distância do segundo colocado Palmeiras.
O Red Bull Bragantino vive oscilação na temporada. Na nona colocação com 36 pontos, o time de Vagner Mancini tem apenas uma vitória nas últimas cinco partidas.
Uma fonte transitória de rádio identificada na Via Láctea permanece ativa há mais de 20 anos sem apresentar emissão de raios X. A descoberta, relatada em um artigo disponível para revisão de pares no repositório de pré-impressão arXiv, desafia o comportamento esperado para as classes conhecidas de fontes de rádio galácticas.
Denominado VT J1906+0849, o objeto foi detectado no levantamento Very Large Array Sky Survey e é o transiente mais brilhante registrado pelo programa, de acordo com um comunicado. A investigação é liderada por pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos EUA, que combinaram dados de arquivo com novas medições em múltiplos comprimentos de onda.
Evolução do objeto VT J1906+0849 ao longo dos anos: invisível em 1996, ele aparece pela primeira vez em arquivos de 2005 e surge brilhante na sua descoberta oficial, em 2017, mantendo a mesma escala de brilho. – Crédito: Jessie M. Miller et al, arXiv (2026)
Variação de brilho, localização compacta e ausência de Raios X
A análise do histórico da fonte revelou que seu brilho aumentou pelo menos seis vezes em um período de 21 anos. Registros de 2005 mostravam a fonte com menor intensidade, atingindo um pico de emissão por volta de 2014, seguido por uma redução e um novo aumento no final de 2025.
Medições realizadas pelo Very Long Baseline Array (VLBA), uma rede de radiotelescópios espalhados pelos EUA que funciona como um único observatório de alta resolução, indicam que a região emissora é extremamente compacta e está localizada a uma distância estimada entre 49 mil e 104 mil anos-luz da Terra. Observações do telescópio espacial Swift não detectaram nenhuma emissão de raios X associada ao objeto no período analisado.
Os transientes de rádio costumam apresentar um pico rápido de brilho seguido por um declínio gradual. O VT J1906+0849 não segue esse padrão, mantendo emissões por duas décadas sem apresentar expansão espacial, apesar de os dados indicarem gás em movimento a milhares de quilômetros por segundo.
Modelos tradicionais são descartados e apontam para acreção por objeto compacto
Processos como explosões de novas, binárias ativas e estrelas de erupção foram descartados por não possuírem luminosidade suficiente para explicar os dados. A temperatura de brilho da fonte atinge entre 100 milhões e 10 bilhões de Kelvin, o que descarta uma origem térmica associada à formação de estrelas.
Fonte misteriosa da Via Láctea emite rádio há 20 anos, aumenta o brilho e segue invisível em raios X. – Crédito: Imagem gerada por IA
A elevada temperatura aponta para uma origem não térmica, como a radiação síncrotron. Esse mecanismo ocorre quando elétrons em altas velocidades giram em torno de campos magnéticos intensos. Embora pulsares jovens gerem esse tipo de radiação, eles evoluem ao longo de séculos, enquanto o objeto em questão mudou em poucos anos.
Diante desses fatores, a equipe de pesquisadores sugere que o mecanismo mais provável é a acreção sustentada de matéria em um objeto compacto, como um buraco negro ou uma estrela de nêutrons. Esse processo alimentaria o lançamento contínuo de um jato com partículas e campos magnéticos.
Vento denso bloqueia raios X e sugere revelação de nova classe cósmica
A ausência de raios X é explicada pela presença de um vento denso de gás originado no disco de acreção. Esse vento cobriria a região central, bloqueando a emissão direta de raios X e impedindo a expansão visível da fonte de rádio observada pelos telescópios.
Dados no infravermelho próximo mostraram linhas de emissão com desvio para o azul, indicando que parte desse vento denso está se movendo na direção da Terra. Essa estrutura possui semelhanças com o microquasar SS 433, onde ventos densos interagem com os jatos do objeto central.
Infográfico mostra a hipótese para o VT J1906+0849: acreção contínua em objeto compacto, com jato de rádio e vento denso. – Crédito: Imagem gerada por IA
A confirmação da natureza do VT J1906+0849 depende de novas análises no infravermelho e de observações em raios X duros. Se a hipótese for confirmada, o objeto representará o primeiro membro identificado de uma nova classe de sistemas compactos em acreção brilhantes em rádio e ocultos em raios X.
Neste domingo (20), Corinthians e Fluminense se enfrentam em duelo válido pela 28ª rodada doBrasileirão 2026. A bola rola para a partida às 16h (horário de Brasília) na Neo Química Arena, em São Paulo (SP).
O Corinthians vive fase conturbada. Com cinco derrotas seguidas no Campeonato Brasileiro, a equipe de Fernando Diniz viu a distância para o Z4 diminuir, agora são quatro pontos que separam o time alvinegro da zona do rebaixamento. Na 14ª colocação da competição, o Corinthians busca se recuperar na tabela.
O Fluminense por outro lado briga para chegar aos quatro primeiros colocados do Brasileirão. Com uma derrota nos últimos 10 jogos da competição, o time carioca segue em ascensão com o auxiliar técnico Marcão, que assumiu a equipe após saída de Luis Zubeldía.
Neste sábado (19), Roma e Inter de Milão se enfrentam pela 5ª rodada do Campeonato Italiano (Serie A) 2026/27. A bola rola para a partida às 13h (horário de Brasília) no Estádio Olímpico de Roma, na Itália.
A Roma é a atual líder do Campeonato Italiano e está invicta após quatro rodadas. Neste período fez 12 gols e sofreu apenas um, sendo a melhor defesa e o segundo melhor ataque da competição. A dupla Dony Malen e Paulo Dybala é o destaque da equipe. Juntos, combinam para oito participações em gols nos últimos cinco jogos, considerando também o empate na Champions League contra o Fenerbahçe, da Turquia.
A Inter de Milão também vive grande fase e é a segunda colocada, com os mesmos 12 pontos da líder Roma. Com um gol a mais que a equipe da capital italiana, a Internazionale possui o melhor ataque da Serie A.
O CEO da OpenAI, Sam Altman, fará uma apresentação presencial ao Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) na próxima semana, durante a reunião anual de líderes mundiais em Nova York (EUA) para a Assembleia Geral da ONU. A informação foi confirmada por um porta-voz da OpenAI à Reuters.
O Conselho de Segurança, formado por 15 membros, se reunirá na quarta-feira (23) para discutir inteligência artificial (IA) e segurança internacional. A sessão ocorre poucas semanas depois de líderes do setor de IA defenderem uma desaceleração coordenada no desenvolvimento de tecnologias cada vez mais avançadas.
Esses líderes alertaram que a IA poderá, em breve, ser capaz de melhorar a si própria e eventualmente escapar do controle humano.
Conselho de Segurança da ONU, formado por 15 membros, se reunirá na quarta-feira (23) para discutir inteligência artificial (IA) e segurança internacional – Imagem: mr_tigga/Shutterstock
O que Altman deve dizer na ONU
Segundo o porta-voz da OpenAI, a apresentação de Altman deve abordar a necessidade de coordenação internacional e de padrões de segurança compartilhados. O executivo também deverá falar sobre as medidas adotadas pela empresa para garantir que pessoas em todo o mundo se beneficiem da IA;
Diplomatas também esperam uma presença de alto nível da Anthropic na reunião, embora a participação da empresa ainda não esteja confirmada. A companhia não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters;
A reunião foi convocada pela França, que ocupa a presidência do Conselho de Segurança durante setembro. A sessão será presidida pelo ministro francês da Europa e das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot.
Em uma nota conceitual distribuída pela França aos integrantes do Conselho e vista pela Reuters, o país afirmou que, diante do risco de uso malicioso da tecnologia, é urgente promover o desenvolvimento seguro e responsável da IA em benefício de toda a comunidade internacional.
O Conselho de Segurança da ONU, responsável pela manutenção da paz e da segurança internacionais, discutiu os riscos da IA pela primeira vez em 2023. Na ocasião, a China afirmou que a tecnologia não deveria se transformar em um “cavalo fora de controle”, enquanto os Estados Unidos alertaram para possíveis usos da IA para censurar ou reprimir pessoas.
Altman já alertava sobre os riscos da IA antes do atual boom do setor. Em ensaio publicado em 2015, intitulado “Machine Intelligence, part 1”, ele afirmou que o desenvolvimento de uma IA sobre-humana seria “provavelmente a maior ameaça à continuidade da existência da humanidade”.
Poucas inovações transformaram a história da saúde pública global tão profundamente quanto as vacinas desenvolvidas com a tecnologia do RNA mensageiro. O achado científico que hoje salva milhões de vidas nasceu sob ceticismo generalizado e esteve perto do abandono total.
A trajetória surpreendente até os imunizantes de última geração mostra como uma ideia que parecia não ter futuro conseguiu sobreviver ao descrédito e se transformar em uma das grandes apostas da medicina.
Quatro décadas entre a descoberta, a rejeição e a glória
Na década de 1980, a bioquímica húngara Katalin Karikó enxergou o imenso potencial terapêutico do RNA mensageiro. A molécula atua no organismo como um gabarito genético temporário, orientando as próprias células do corpo humano a fabricarem proteínas específicas.
No entanto, a comunidade científica da época considerava a proposta inviável. Os pesquisadores acreditavam que o RNA sintético era instável demais e causava inflamações graves no organismo.
Inabalável frente à desconfiança dos colegas de profissão, Karikó manteve firme sua linha de pesquisa na Universidade da Pensilvânia, nos EUA, ao longo dos anos 1990. Sua insistência em defender um conceito considerado sem futuro cobrou um preço alto. Ela teve sucessivos pedidos de financiamento recusados pelas agências de fomento, perdeu o espaço físico do seu laboratório e sofreu um rebaixamento na hierarquia acadêmica.
A sorte do projeto mudou drasticamente quando Karikó iniciou uma colaboração decisiva com o médico e imunologista estadunidense Drew Weissman. Em 2005, a dupla publicou uma descoberta revolucionária que redefiniu o rumo da biologia molecular. Ao modificar quimicamente uma das bases nucleicas do RNA, a uridina, eles conseguiram eliminar por completo a resposta inflamatória indesejada. A alteração permitiu instruir as células com segurança.
Mesmo após essa conquista histórica, o mercado farmacêutico e as grandes empresas globais continuaram ignorando o invento por longos anos. A aplicação comercial continuava sendo vista como um investimento incerto e financeiramente arriscado. O cenário só mudou radicalmente no começo de 2020, quando o mundo enfrentou a emergência global da pandemia de Covid-19, e as gigantes Pfizer e Moderna resgataram o método para criar vacinas.
A bioquímica Katalin Karikó e o médico Drew Weissman, vencedores do Nobel de Medicina de 2023 – Imagem: Prêmio Nobel
A utilização da plataforma tecnológica permitiu desenvolver e testar imunizantes altamente eficazes e seguros em um tempo recorde. Estimativas globais publicadas na prestigiada revista científica The Lancetapontam que as vacinas contra a Covid-19 salvaram quase 20 milhões de vidas humanas somente durante o seu primeiro ano de aplicação massiva em todo o mundo. O método treinou o sistema imune com rapidez inédita.
Três décadas de trabalho árduo, ignorado e marginalizado pelas instituições tradicionais, culminaram na consagração máxima da comunidade científica. Em 2023, conforme noticiado pelo Olhar Digital, Katalin Karikó e Drew Weissman receberam o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina. O comitê sueco reconheceu a contribuição essencial das modificações nas bases de nucleosídeos, que permitiram criar as vacinas de RNA eficazes durante a crise sanitária.
Especialista detalha mecanismo e segurança na medicina atual
Em entrevista ao Olhar Digital, o especialista em biologia molecular e genética Warlen Pereira Piedade, professor na Faculdade de Medicina de Bauru da Universidade de São Paulo (FMBRU-USP) e ex-pesquisador de pós-doutorado pela Escola de Medicina da Universidade de Harvard (HMS), nos EUA, explicou que, na prática vacinal, a plataforma atua como um manual de instruções direcionado às células. “A vacina entra nas nossas células e ensina a produzir um pedacinho do vírus, uma ‘proteinazinha’ viral – às vezes não é nem a proteína inteira, é só um pedacinho dela. Ela entrega essa instrução genética para a célula para que ela possa produzir essa proteína do vírus, que aí vai ser encontrada pelas células do sistema imunitário. Elas vão ver que tem essa proteína estranha, vão reconhecê-la como invasor e vão produzir anticorpos e células de memória que vão lembrar dessas proteínas como sendo algo nocivo. Quando um vírus infecta a gente de verdade, ele tem essas proteínas na superfície, então essas células detectam o vírus e vão acabar com ele”.
O geneticista desmistifica qualquer receio sobre a segurança da tecnologia e reitera que é biologicamente impossível que essas vacinas alterem o código genético humano ou provoquem doenças. Conforme esclarece o professor, o RNA mensageiro não possui sinalizador celular para entrar no núcleo (o “cofre” onde fica o DNA), permanecendo restrito ao citoplasma até ser degradado.
Além disso, o imunizante não contém partes vivas ou infectantes do vírus, utilizando apenas a instrução para uma proteína isolada. “Elas passam por rigorosos ensaios clínicos e controle de agências regulatórias em todos os países. No nosso caso, é a Anvisa, no caso dos Estados Unidos, a FDA. Elas foram testadas em populações diferentes, em momentos diferentes, idades diferentes, contextos diferentes, então são extremamente seguras”.
A tecnologia de RNA mensageiro permite desenvolver vacinas e terapias contra diferentes doenças, usando instruções genéticas temporárias, adaptáveis e produzidas de forma sintética em laboratório. – Crédito: Imagem gerada por IA
Velocidade e versatilidade redefinem o combate às doenças
Entre as maiores vantagens do método em relação às vacinas tradicionais, Piedade destaca a versatilidade e a velocidade de produção. Enquanto tecnologias antigas exigem o cultivo prolongado do vírus em laboratório, a plataforma de RNA é 100% sintética. “Ele é planejado no computador, depois um equipamento produz essa sequência e aí a gente monta a vacina. Então, eu consigo rapidamente, em poucas semanas, alterar essa sequência no computador e começar a sintetizar RNA mensageiros novos”, explica.
Além do impacto direto no combate ao coronavírus, a tecnologia desenvolvida por Karikó e Weissman abriu um leque extraordinário de novas oportunidades na medicina moderna. Piedade observa que a solução possui uma incrível versatilidade contra múltiplos agentes infecciosos. “Praticamente todos os vírus que nos causam doenças, conseguimos pegar pedacinhos e usar para ensinar o nosso corpo a combatê-los”, afirma o pesquisador, citando que a técnica pode ser aplicada contra gripe, dengue, raiva, HIV e zika.
Cientistas de ponta trabalham hoje no desenvolvimento de vacinas terapêuticas personalizadas contra diversos tipos de câncer, além de tratamentos inéditos para doenças genéticas raras, autoimunes e infecções virais complexas. Piedade salienta que, no tratamento do câncer, biópsias podem mapear as proteínas específicas do tumor de um paciente para criar uma vacina personalizada. Dessa forma, o próprio sistema imunitário passa a identificar e destruir as células cancerígenas, reduzindo os riscos de metástase. “Essas vacinas terapêuticas já estão sendo testadas para diversos tipos de cânceres, não é algo que está só sendo planejado; o teste já está sendo feito”.
O Brasil também avança nessa direção. Projetos nacionais conduzidos por instituições como a Fiocruz e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) já solicitaram à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorização para ensaios clínicos de fase 1. Piedade, porém, ressalta que o caminho até a fabricação em escala industrial e a disponibilização no Sistema Único de Saúde (SUS) ainda deve levar algum tempo, por necessitar do cumprimento rigoroso das fases 2 e 3 de testes.
A história de Karikó e Weissman deixa um aprendizado fundamental sobre o financiamento da ciência básica e a importância de apoiar ideias controversas. A tecnologia do RNA mensageiro, avanço que quase foi soterrado pela burocracia acadêmica, tornou-se o pilar central da proteção sanitária do planeta.
E nos outros destaques do dia…
IA vai acabar com a humanidade? Neurocientista rebate hipótese: ‘não tem sentido’
Existe mais de 10% de probabilidade de a inteligência artificial (IA) matar todos os humanos. É o que escreveu Evan Hubinger, diretor de alinhamento na Anthropic, no dia 8 de setembro. A postagem no X (antigo Twitter) viralizou. E tomou conta do noticiário. Para o doutor Álvaro Machado Dias, neurocientista, futurista e professor da Unifesp, isso é narrativa. “Não há a mínima plausibilidade nesse papo”, disse o especialista, em entrevista ao Olhar Digital.
Pesquisadores usam Claude para invadir OpenAI e acessar sistema de código interno da empresa
Pesquisadores independentes de segurança conseguiram usar o Claude, da Anthropic, para explorar falha e obter acesso a sistemas internos da OpenAI, segundo informações do The Wall Street Journal. O ataque permitiu que a equipe acessasse a conta de um funcionário da empresa no ChatGPT e, a partir dela, lesse arquivos e sugerisse alterações em um repositório privado de software.
Claude virou um deus? Rumor diz que engenheiros da Anthropic estariam adorando o chatbot
Um rumor incomum envolvendo a Anthropic começou a circular no Vale do Silício: alguns engenheiros da empresa estariam tratando o Claude, modelo de inteligência artificial (IA) desenvolvido pela companhia, como uma divindade. A informação foi publicada pelo escritor Sean Thomas em artigo para a The Spectator na segunda-feira (14).
O relato surgiu em meio a uma discussão mais ampla sobre os riscos e os limites do desenvolvimento da inteligência artificial. Nos últimos meses, empresas do setor admitiram problemas de segurança em seus sistemas, enquanto agentes de IA teriam escapado de ambientes de teste. Ao mesmo tempo, executivos e pesquisadores discutem se o avanço da tecnologia deveria ser desacelerado.
Hackers encontram nova porta de entrada: malware começa a mirar centrais multimídia de carros
Pesquisadores da Kaspersky identificaram a primeira campanha documentada de um programa malicioso criado especificamente para infectar centrais multimídia de veículos. Descoberta em junho de 2026, a ameaça utiliza um downloader furtivo de múltiplos estágios para instalar malware em sistemas automotivos baseados em Android.
Novo teste coloca computadores quânticos lado a lado e revela quanto falta para máquinas úteis no mundo real
Um novo benchmark desenvolvido para comparar computadores quânticos em uma mesma escala revelou diferenças significativas entre máquinas de ponta — e também mostrou que a tecnologia ainda está muito distante de executar alguns dos cálculos para os quais foi desenvolvida.
Explorar o oceano e áreas subaquáticas normalmente exige equipamentos específicos e uma operação preparada para esse ambiente, o que geralmente é caro e exige certa mobilização. Com isso, a BentiX desenvolveu um drone“submarino” compacto (de mesmo nome da empresa) que reúne propulsão e diferentes acessórios em um sistema que pode ser transportado em uma bolsa e operado por uma pessoa.
Entre as aplicações citadas pela empresa estão a verificação de cascos de navios, cais, estruturas submersas, redes e gaiolas usadas na criação de peixes. O sistema também pode ser utilizado para avaliar possíveis ameaças antes da entrada de uma pessoa na água ou apenas para explorar.
Para quem tem pressa:
O BentiX é um drone subaquático compacto que pode ser transportado em uma bolsa e operado por uma única pessoa;
O equipamento tem estrutura modular e pode receber acessórios como luz de LED e garra robótica;
Desenvolvido na França, o equipamento custa € 1.490 (cerca de R$ 8,8 mil) na versão Essential e € 2.090 (aproximadamente R$ 12,4 mil) na Explorer.
Equipamento pode ganhar acessórios
Drone subaquático BentiX – Imagem: BentiX
Em vez de ser construído para uma única função, o BentiX utiliza uma estrutura modular, o que significa, na prática, que a base do drone pode receber diferentes equipamentos de acordo com a atividade que será realizada.
Pensando nisso, a empresa oferece duas configurações. A BentiX Essential é voltada à inspeção subaquática, enquanto a BentiX Explorer adiciona uma luz de LED e uma garra robótica ao conjunto.
O equipamento também possui compartimentos de peso ajustáveis. Eles permitem adaptar a flutuabilidade do drone conforme a configuração utilizada. Os propulsores, por sua vez, podem ser removidos para facilitar a manutenção. Estes também podem ser apenas dobrados para diminuir o volume ocupado pelo equipamento quando estiver em transporte, por exemplo.
A empresa afirma ainda que todo o conjunto cabe em uma bolsa e pode ser levado até o local de trabalho por um único operador.
Na água, o drone usa motores que permitem controlar seus movimentos em diferentes direções. Com isso, ele consegue girar no próprio eixo e mudar de direção com facilidade, inclusive quando há correnteza.
O operador pode selecionar entre três modos de pilotagem: ECO, NORMAL e SPORT. A diferença está no tempo de resposta dos comandos e no consumo de energia.
Como o equipamento foi pensado para trabalhos no ambiente marinho, a BentiX afirma ter selecionado materiais adequados para água salgada. A estrutura recebe revestimento de epóxi e os conectores são vedados, possuindo também sistema de travamento.
Outro aspecto está na manutenção. As partes do chassi podem ser substituídas individualmente, em vez de exigir a troca de toda a estrutura caso algum componente seja danificado durante uma atividade.
No site oficial da empresa, o drone na configuração Essential aparece por € 1.490 (cerca de R$ 8,8 mil), enquanto a Explorer custa € 2.090 (aproximadamente R$ 12,4 mil).
Uma startup britânica criada há apenas um mês por ex-pesquisadores da Google DeepMind está perto de concluir uma rodada de financiamento que pode movimentar até US$ 700 milhões (R$ 3,6 bilhões) e avaliar a empresa em US$ 3,7 bilhões (R$ 19,1 bilhões), já considerando o capital captado.
A empresa, chamada Emulate, está em negociações avançadas com potenciais investidores, segundo pessoas familiarizadas com o acordo. A britânica Index Ventures e a estadunidense Lightspeed Venture Partners, do Vale do Silício, devem liderar conjuntamente a rodada.
Constituída em agosto, a Emulate foi fundada por um grupo de ex-pesquisadores da DeepMind, entre eles Jack Parker-Holder, Matthew McGill e Philip Ball. Os três participaram anteriormente do desenvolvimento dos modelos de mundo Genie, da empresa.
A startup opera atualmente em “modo furtivo”, sem presença pública.
Ex-pesquisadores apostam em modelos de mundo
Os fundadores da Emulate trabalharam no desenvolvimento do Genie, modelo capaz de gerar vídeos realistas e ambientes 3D interativos a partir de um comando curto;
O lançamento do Genie, em janeiro, provocou forte impacto na indústria de videogames e eliminou bilhões de dólares do valor de mercado de empresas como Take-Two, Roblox e Unity;
Os chamados modelos de mundo são treinados para compreender e reproduzir espaços físicos. O campo é considerado uma nova fronteira da pesquisa em inteligência artificial (IA) e ainda é menos concorrido do que o segmento de grandes modelos de linguagem que alimentam sistemas, como ChatGPT, Gemini e Claude;
A aposta nesse tipo de tecnologia coloca a Emulate em mercado que desperta interesse de investidores, justamente por representar uma área diferente daquela dominada pelos grandes modelos de linguagem.
Ex-pesquisadores da DeepMind atraem bilhões
A possível rodada da Emulate ocorre poucas semanas depois de o cofundador da DeepMind, Sir Demis Hassabis, anunciar que deixaria o cargo de presidente-executivo do laboratório de IA para assumir a presidência do conselho.
Hassabis foi considerado fundamental para o desenvolvimento da capacidade de pesquisa em inteligência artificial do Google em Londres. A empresa adquiriu a DeepMind em 2014.
A movimentação também faz parte de uma tendência maior. Empresas criadas por ex-pesquisadores de grandes companhias de IA, conhecidas como neo-labs, conseguiram atrair bilhões de dólares em investimentos ao longo deste ano.
Possível rodada da Emulate ocorre poucas semanas depois de o cofundador da DeepMind, Sir Demis Hassabis, anunciar que deixaria o cargo de presidente-executivo do laboratório de IA para assumir a presidência do conselho – Imagem: Primakov/Shutterstock
Essas empresas em estágio inicial conseguem alcançar avaliações elevadas, principalmente com base na reputação de seus fundadores, muitas vezes antes mesmo de desenvolverem seus primeiros produtos. O movimento ocorre enquanto investidores procuram exposição a startups de IA consideradas promissoras.
Vários desses grupos foram criados por ex-pesquisadores do Google. No mês passado, o cientista-chefe da companhia, Jeff Dean, anunciou sua saída para fundar sua própria startup de IA nos Estados Unidos, a Discovery Loop.
A Emulate é o terceiro neo-lab britânico criado neste ano a partir dos escritórios londrinos da DeepMind a captar centenas de milhões de dólares.
O movimento mostra como profissionais de destaque em pesquisa de IA continuam atraindo o interesse de investidores de capital de risco, que buscam financiar empresas capazes de se tornar grandes nomes do setor.
Outras startups já levantaram bilhões
A movimentação envolvendo ex-integrantes da DeepMind não se limita à Emulate. O ex-pesquisador da empresa David Silver levantou cerca de US$ 1 bilhão (R$ 5,15 bilhões) para sua startup Ineffable Intelligence. A operação avaliou a empresa em US$ 5 bilhões (R$ 25,7 bilhões).
Já uma equipe formada por ex-engenheiros da DeepMind e da OpenAI captou mais de US$ 600 milhões (R$ 3,09 bilhões) em rodada que avaliou a empresa Recursive Superintelligence em US$ 4 bilhões (R$ 20,6 bilhões).
No caso da Emulate, a possível rodada de até US$ 700 milhões colocaria a empresa entre as startups de IA mais valiosas criadas recentemente por ex-integrantes de grandes laboratórios.
Computação e talentos são os maiores custos
Para esses grupos, dois dos maiores desafios financeiros são justamente os recursos necessários para competir no desenvolvimento de IA.
O primeiro é financiar o poder computacional necessário para desenvolver modelos de IA. O segundo é contratar pesquisadores de destaque em mercado altamente competitivo.
O site Sifted informou anteriormente que Parker-Holder e sua equipe estavam buscando levantar um volume significativo de capital.
A empresa também anunciou um novo protocolo para investigar e divulgar casos de desalinhamento de modelos, termo utilizado por pesquisadores para descrever comportamentos de sistemas de IA que ignoram ou entram em conflito com as intenções humanas.
Os seis episódios ocorreram entre outubro de 2025 e julho deste ano e envolvem modelos internos, versões ainda não lançadas e o GPT-5.6 Sol, lançado em junho. Segundo a OpenAI, todos os casos apresentados seriam considerados elegíveis para investigação ou divulgação segundo o novo protocolo.
A iniciativa ocorre em momento de aumento das preocupações sobre segurança e controle de sistemas de IA. Nas últimas semanas, pesquisadores e executivos do setor passaram a discutir publicamente a necessidade de desacelerar o avanço dos modelos.
A OpenAI afirmou que pretende compartilhar o que está aprendendo para contribuir com padrões comuns e possíveis regras para o desenvolvimento de IA.
O Papa Leão XIV voltou a alertar, nesta quarta-feira, contra o risco de deixar que algoritmos assumam decisões que, segundo ele, pertencem exclusivamente à consciência humana.
Durante a audiência geral no Vaticano, o pontífice afirmou que o avanço tecnológico e a expansão da inteligência artificial criam novas possibilidades, mas também podem tornar as relações humanas cada vez menos pessoais e mais virtuais.
“Por outro lado, as relações tendem a tornar-se cada vez menos pessoais, mais virtuais, e corremos o risco de nos habituarmos a delegar aos algoritmos decisões que competem exclusivamente à consciência humana”, afirmou Leão XIV.
Também nesta quarta, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, argumentou que os riscos associados ao rápido avanço da IA não podem ser ignorados.
As declarações foram dadas antes da Assembleia Geral da ONU, que será realizada na próxima semana em Nova York (EUA). Segundo Guterres, a necessidade de uma supervisão mais rigorosa da IA será um dos principais temas de suas conversas com líderes mundiais.
Em meio a tudo isso…
O CEO da OpenAI, Sam Altman, deverá participar do jantar de Estado oferecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o presidente da China, Xi Jinping, durante a visita do líder chinês a Washington na próxima semana. A informação foi obtida pela CNBC.
A presença de Altman ocorre em meio ao acirramento do debate sobre a regulamentação da inteligência artificial nos Estados Unidos.
Android 17 chega aos celulares Samsung
A Samsung começou, nesta quarta-feira (16), a distribuição oficial da One UI 9, interface baseada no Android 17, para smartphones e tablets Galaxy. A atualização chega inicialmente aos modelos mais recentes da linha Galaxy S26, depois de meses de testes beta.
A falta de chips de memória já está levando fabricantes menores de celulares e notebooks a redesenhar produtos, testar componentes e repassar parte dos custos. O problema, porém, vai além dos preços: sem garantia de fornecimento, essas empresas correm o risco de não conseguir fabricar seus aparelhos.
Brasil cria política para explorar minerais críticos
O Brasil passou a ter uma política nacional específica para estimular a pesquisa, extração, beneficiamento e transformação de minerais críticos e estratégicos. A medida foi sancionada nesta quarta-feira (16) e prevê até R$ 7 bilhões em incentivos para projetos relacionados ao setor.
Enquanto empresas norte-americanas pedem uma desaceleração do desenvolvimento da inteligência artificial, os governos dos Estados Unidos e da China vão no caminho contrário. Mas o que pode explicar esse descompasso?
Esse é o assunto da coluna Olhar do Amanhã, com o doutor Álvaro Machado Dias, professor da UNIFESP, neurocientista, futurista e colunista do Olhar Digital News. Confira!
Nesta quarta-feira (16), Atlético-MG e Santos se enfrentam pela volta das quartas de final da Copa Sul-Americana 2026. A bola rola às 19h (horário de Brasília) na Vila Belmiro, em Santos (SP).
Atlético-MG x Santos:
Competição: Copa Sul-Americana 2026
Fase: quartas de final (jogo de volta)
Data: 16/09 (quarta-feira)
Horário: 19h (horário de Brasília)
Local: Estádio Urbano Caldeira (Vila Belmiro), em Santos (SP)
O confronto entre Atlético-MG e Santos terá transmissão ao vivo na TV fechada pela ESPN e no streaming pelo Disney+.
Prováveis escalações e arbitragem
Atlético-MG: Gabriel Delfim; Preciado, Lyanco, Vitor Hugo e Renan Lodi; Alan Franco, Kevin Castaño, Maycon e Fred; Cassierra e Bernard.
Técnico: Eduardo Domínguez.
Santos: Gabriel Brazão; Igor Vinícius (Lucas Veríssimo), Willian Arão e Luan Peres; Rodinei, Gustavo Henrique, João Schmidt, Gabriel Bontempo, Rollheiser e Escobar; Gabriel Barbosa.
Técnico: Cuca.
Arbitragem:
Árbitro: Facundo Tello (ARG).
Auxiliares: Juan Betatti (ARG) e Maximiliano Del Yesso (ARG).
VAR: Herman Mastrangelo (ARG).
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes da partida.
O Santos venceu o jogo de ida por 2 a 0, na Vila Belmiro, e chega com vantagem para a decisão. O Peixe pode perder por até um gol de diferença que ainda assim garante a classificação para a próxima fase.
O Atlético-MG precisa reverter a derrota por 2 a 0 sofrida na Vila Belmiro. O Galo deve vencer por três ou mais gols para avançar diretamente ou por dois para levar a decisão aos pênaltis.
Nesta quarta-feira (16), Corinthians e Estudiantes se enfrentam nas quartas de final (volta) da Libertadores 2026. A bola rola às 21h30 (horário de Brasília) na Neo Química Arena, em São Paulo (SP).
Onde assistir a Corinthians x Estudiantes na Libertadores?
O duelo entre Corinthians e Estudiantes será transmitido pela TV Globo, Ge TV e Paramount+ (streaming).
Prováveis escalações e arbitragem:
Corinthians: Hugo Souza; Matheuzinho, Gustavo Henrique, Gabriel Paulista e Matheus Bidu; Allan e André Carrillo; Breno Bidon, Rodrigo Garro e Kaio César; Memphis Depay.
Técnico: Fernando Diniz.
Estudiantes: Muslera; Benedetti, L. González Pírez, Núñez e Mancuso; A. Castro, E. Piovi e B. Rodríguez; Tobio Burgos, J. Correa e Guido Carrillo.
Técnico: Alexander Medina.
Arbitragem:
Árbitro: Jesús Valenzuela (VEN).
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Corinthians liderou o Grupo E da Libertadores e enfrentou o Rosario Central nas oitavas de final. Com um empate e uma vitória conquistou a classificação para as quartas de final.
O Estudiantes foi o segundo colocado do Grupo A e enfrentou o Universidad Católica na rodada seguinte. Também com um empate e uma vitória chegou à atual fase.
A primeira partida foi um empate de 1 x 1 com gols de Alexis Castro (Estudiantes) e Kaio César (Corinthians).
Nesta quarta-feira (16), LDU e Palmeiras se enfrentam pelo jogo de volta das quartas de final da Libertadores. A bola rola às 19h (horário de Brasília) no Estádio Rodrigo Paz Delgado, o Casa Blanca, no Equador.
LDU x Palmeiras:
Competição: Libertadores
Rodada: quartas, jogo de volta
Data: 16/09 (quarta-feira)
Horário: 19h (horário de Brasília)
Local: Estádio Rodrigo Paz Delgado, em Quito (Equador)
Onde assistir a LDU x Palmeiras pela Libertadores?
A partida entre LDU e Palmeiras será transmitida ao vivo e com exclusividade no streaming pelo Paramount+.
Prováveis escalações e arbitragem
LDU: Gonzalo Valle; Marcelo Weigandt, Ricardo Adé, Gian Franco Allala e Segovia; Fernando Cornejo, Jesús Pretell e Lucas Rodríguez; Janner Corozo, Michael Estrada e Yerlin Quiñonez.
Técnico: Gustavo Álvarez.
Palmeiras: Carlos Miguel; Giay, Gustavo Gómez, Barboza e Arthur; Andreas Pereira, Marlon Freitas e Felipe Anderson; Vítor Roque, Arias e Flaco López.
Técnico: Abel Ferreira.
Arbitragem:
Árbitro: Wilmar Roldan (COL).
Assistentes: Alexander Gúzman (COL) e Jhon Gallego (COL).
VAR: David Rodriguez (COL).
As escalações são confirmadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Palmeiras venceu a LDU por 1 a 0 na ida e joga pelo empate para avançar. O Verdão venceu o São Paulo por 2 a 0 no sábado, mas terá desfalques: Gustavo Gómez está suspenso, enquanto Piquerez e Maurício são dúvidas.
A LDU precisa vencer por dois gols para avançar diretamente ou por um para levar a decisão aos pênaltis. No sábado, a equipe de Gustavo Álvarez empatou por 1 a 1 com o Deportivo Cuenca, em casa, com um time quase todo reserva.
Nesta terça-feira (15), Platense e Fluminense se enfrentam nas quartas de final (volta) da Libertadores 2026. A bola rola às 19h (horário de Brasília) no Estádio Ciudad de Vicente López, em Buenos Aires, na Argentina.
Platense x Fluminense:
Competição: Libertadores 2026
Fase: quartas de final (volta)
Agregado: 0 x 2
Data: 15/09 (terça-feira)
Horário: 19h (horário de Brasília)
Local: Estádio Ciudad de Vicente López, em Buenos Aires, na Argentina.
O Platense precisará buscar o resultado em sua casa e para avançar na competição, porém, nesse mata-mata ainda não venceu no próprio estádio. Nas oitavas de final, empatou em 1 a 1 com o Coquimbo Unido e avançou após disputa de pênaltis na segunda partida.
O Fluminense venceu o primeiro duelo entre as equipes no Maracanã por 2 a 0. Os gols foram de Nonato e Hulk. A equipe agora vai à Argentina pela segunda vez no mata-mata da Libertadores. A primeira foi na rodada passada quando eliminou o Independiente Rivadavia.
O Olhar Digital apresenta as novidades das plataformas de streaming no Brasil, incluindo os lançamentos da HBO Max. Entre os dias 14 e 20 de setembro de 2026, o serviço recebe novas séries, filmes e realities, além de episódios inéditos de produções que já estão em andamento.
Nesta semana, a HBO Max estreia o filme Tubarão de Guerra e as séries Confinada e Youth. A programação também inclui novos episódios de Presidente Curtis, Bake Off Brasil: Mão na Massa e Lanternas, além da transmissão ao vivo do Emmy Awards 2026 e de outros lançamentos.
Lançamentos da HBO Max de 14 a 20 de setembro
Confira os principais lançamentos da HBO Max nesta semana:
Segunda-feira – 14 de setembro
Emmy Awards 2026 (às 20h30)
Evento ao Vivo | Premiação | Ano de Produção: 2026 (EUA)
A temporada de premiações da TNT e da HBO Max continua com a transmissão ao vivo da 78ª edição do Primetime Emmy Awards, diretamente do Peacock Theater, em Los Angeles. A partir das 20h30, a cobertura começa com o pré-show, apresentado por Carol Ribeiro, que traz acesso aos bastidores da premiação e entrevistas com os indicados durante sua passagem pelo tapete vermelho.
Presidente Curtis — Temporada 1, episódio 8
Série | Original Adult Swim | Animação | Comédia | Ficção científica | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Ambientada no universo de Rick and Morty, a série acompanha o presidente Andre Curtis e sua excêntrica equipe enquanto enfrentam os tipos de crises com as quais Rick Sanchez jamais se daria ao trabalho de lidar, desde diplomacia interdimensional até investigações paranormais e fenômenos inexplicáveis.
Terça-feira – 15 de setembro
Os Últimos Lenhadores — Temporada 2 (reality)
Quinta-feira – 17 de setembro
The Howard Stern Show (documentário)
Sexta-feira – 18 de setembro
Tubarão de Guerra
Filme | Ação | Biografia | Drama | Terror | Guerra | Ano de Produção: 2025 (Austrália)
Após o naufrágio de sua embarcação no Mar de Timor durante um ataque inimigo, um grupo de jovens soldados australianos fica à deriva em uma precária balsa improvisada. A centenas de quilômetros da costa e cercados por um oceano implacável, os sobreviventes precisam enfrentar a fome, os ferimentos e os conflitos internos enquanto um gigantesco e voraz tubarão-branco os espreita das profundezas.
Sábado – 19 de setembro
Confinada
Série | Uma produção da TNT e do Flow | Drama | Suspense
Em pleno século XXI e seguindo sua vocação religiosa, Clara entra para um convento de clausura sem imaginar que, ali dentro, Cecilia, a madre superiora, descarregará sua loucura sobre as freiras, transformando suas vidas em um inferno medieval. Quinze anos depois, com um estado físico e psicológico à beira do desumano, Clara consegue escapar do convento. Com a ajuda de sua família, ela inicia um processo de reconstrução pessoal e embarca em uma incansável luta em busca de justiça.
Bake Off Brasil: Mão na Massa — Temporada 12, episódio 7
Série | Reality Show | Culinária | Ano de Produção: 2026 (Brasil)
Dezoito competidores participam de desafios de confeitaria para disputar o título de Melhor Confeiteiro Amador do Brasil na nova temporada do reality.
Domingo – 20 de setembro
Youth — Temporada 1, Episódios 1 e 2
Série | HBO Original | Comédia | Drama | Ano de Produção: 2026 (EUA e Reino Unido)
Uma mulher divorciada de 50 anos faz malabarismos para conciliar sua vida amorosa com os cuidados de seus pais e de seu filho adulto.
Lanternas — Temporada 1, episódio 6
Série | Original DC Studios | Ação | Aventura | Policial | Drama | Mistério | Ficção científica | Ano de Produção: 2026 (EUA)
A série acompanha o novo recruta John Stewart e o lendário Lanterna Verde Hal Jordan enquanto os dois investigam um assassinato no coração dos Estados Unidos. A investigação leva a uma conspiração sombria que pode ter consequências muito maiores do que a dupla imaginava.