Fortaleza x Vitória: onde assistir, horário e escalações da final da Copa do Nordeste

Chegou a hora de definir o grande campeão do futebol nordestino! Nesta terça-feira (02), Fortaleza e Vitória se enfrentam no jogo de ida da final da Copa do Nordeste. A bola rola a partir de 21h (horário de Brasília) na Arena Castelão, em Fortaleza (CE).

Veja o calendário de todos os jogos de hoje!

  • Fortaleza x Vitória:
    • Competição: Copa do Nordeste
    • Rodada: Final, jogo de ida
    • Data: 02/06 (terça-feira)
    • Horário: 21h (horário de Brasília)
    • Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE).

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir a Fortaleza x Vitória na Copa do Nordeste?

O confronto entre Fortaleza x Vitória terá transmissão ao vivo pelo SBT (TV aberta), SportyNet (streaming) e Canal do Benja (YouTube).

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Prováveis escalações

  • Fortaleza: João Ricardo; Maílton, Brítez, Luan Freitas, Lucas Gazal e Mucuri; Pierre, Lucas Sasha e Pochettino; Luiz Fernando e Miritello.
    • Técnico: Thiago Carpini.
  • Vitória: Gabriel; Cáique, Nerris, Luan Cândido, Claudinho e Jamerson; Baralhas e Zé Vitor; Erick, Renê e Matheuzinho.
    • Técnico: Jair Ventura.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Fortaleza e Vitória na final da Copa do Nordeste 2026

O Fortaleza garantiu vaga na final ao derrotar o Sport Club do Recife por 2 a 0 na Ilha do Retiro, revertendo a desvantagem do jogo de ida. Na fase de grupos, o time cearense avançou como vice-líder do Grupo D, com 10 pontos. Sob o comando de Thiago Carpini, o Tricolor aposta na força da torcida para buscar uma boa vantagem e conquistar seu quarto título da competição.

O Vitória chegou à final após superar o ABC com duas vitórias nas semifinais. Líder do Grupo A na primeira fase, o time baiano manteve a regularidade ao longo da competição. Comandado por Jair Ventura, o Leão tenta conquistar um bom resultado fora de casa para decidir o tetracampeonato diante de sua torcida, em Salvador.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje!

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Futuro Gamer leva cursos gratuitos de desenvolvimento de jogos para periferias de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Spcine, inaugurou nesta sexta-feira (30 de maio) o projeto Futuro Gamer: Hub Móvel na Quebrada, iniciativa que busca democratizar o acesso à formação em desenvolvimento de jogos digitais e tecnologia para jovens das periferias da capital paulista. O programa contará com cursos gratuitos, oficinas, game jams e atividades práticas realizadas diretamente nos territórios atendidos.

Desenvolvido em parceria com a Salve Games, Geek Hub e Leafbone.co, o projeto utilizará uma estrutura itinerante instalada em um caminhão adaptado que percorrerá diferentes regiões da cidade ao longo dos próximos seis meses. A proposta é ampliar o acesso à capacitação profissional e estimular a formação de novos talentos para a indústria de games, um dos segmentos que mais cresce dentro da economia criativa.

Hub móvel vai passar por cinco CEUs de São Paulo

Lançamento Futuro Gamer. Imagem: Dante Simioni/ SPCine/ Divulgação.

O caminhão-escola fará paradas nos CEUs São Miguel, Perus, Uirapuru, Paraisópolis e Carrão. Equipado com computadores gamers, notebooks, tablets, videogames e estrutura acessível, o espaço oferecerá cursos, workshops, experiências interativas e atividades voltadas ao desenvolvimento de jogos digitais.

Além das formações com inscrição prévia, o projeto também terá programação aberta ao público, incluindo visitas ao hub, acesso a jogos educativos e atividades voltadas à apresentação das oportunidades profissionais existentes na indústria de games. A agenda segue para os seguintes CEU:

  • CEU São Miguel – 29/5 a 30/6
  • CEU Perus – 6/7 a 7/8
  • CEU Uirapuru – 13/8 a 14/9
  • CEU Paraisópolis – 20/9 a 22/10
  • CEU Carrão – 28/10 a 29/11

Para mais informações e inscrições acesse o site

Curso ensina a criar um jogo do zero

Lançamento Futuro Gamer. Imagem: Dante Simioni/ SPCine/ Divulgação.

A primeira programação acontece no CEU São Miguel entre os dias 1º e 26 de junho. O curso principal, chamado “Crie seu próprio jogo plataforma: do zero ao pulo”, ensinará jovens a desenvolver um jogo autoral completo utilizando ferramentas como Construct 3 e inteligência artificial generativa. Ao final da formação, os participantes apresentarão seus projetos durante uma game jam.

O programa também contará com workshops sobre monetização, criação de mapas em jogos populares, desenvolvimento de audiência e uso dos games para projetos com impacto social.

Spcine destaca protagonismo de novos criadores

Segundo a Spcine, o Futuro Gamer foi criado para estimular a descentralização do acesso à tecnologia e fortalecer a indústria criativa ligada aos jogos digitais.

Em comunicado oficial, a empresa afirma que a iniciativa busca:

“Dar voz a uma nova geração de criadores no mercado de jogos.”

A proposta também pretende aproximar jovens de carreiras ligadas à tecnologia, inovação e economia criativa, utilizando os games como ferramenta de formação, inclusão e transformação social.

Emiliano Zapata, diretor da Spcine, destaca que o acesso à informação e ao desenvolvimento de jogos é o principal objetivo do Futuro Gamer, criando oportunidades nas periferias de São Paulo. 

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Vast Space anuncia sede europeia em Paris e missões com astronautas franceses

A startup espacial Vast Space, fundada pelo ex-magnata de criptomoedas Jed McCaleb, anunciou, nesta segunda-feira (1), que estabelecerá uma sede europeia em Paris (França) e enviará astronautas franceses em duas missões tripuladas ao espaço.

A empresa está entre várias companhias desenvolvendo sucessores comerciais para a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), que tem previsão de saída de órbita até 2030.

Expansão para o mercado europeu

O estabelecimento da sede parisiense marca a primeira expansão internacional significativa da Vast Space, posicionando a empresa no crescente mercado europeu de estações espaciais comerciais.

A escolha de Paris como base europeia reflete uma estratégia de aproximação com o setor espacial francês, reconhecido por sua tradição no desenvolvimento de tecnologias aeroespaciais.

Leia mais:

Representação artística da Haven-1 em órbita com a Dragon acoplada
Representação artística da Haven-1 em órbita com a Dragon acoplada – Imagem: Divulgação/Vast Space

Missões tripuladas programadas

  • Foram anunciadas duas missões, que incluirão astronautas franceses: o astronauta da Reserva da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) Arnaud Prost e o astronauta da ESA Thomas Pesquet.
  • A sexta missão privada de astronautas à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) e o voo de teste da Haven-1, a primeira missão tripulada à estação espacial comercial Haven-1 da Vast, com lançamento previsto para 2027;
  • Também é esperado que as missões durem cerca de duas semanas. O transporte será realizado pela SpaceX, que providenciará uma espaçonave Dragon e um foguete Falcon 9, o mais poderoso do mundo;
  • A iniciativa representa uma parceria estratégica entre a startup estadunidense e o programa espacial francês, expandindo as oportunidades de voos tripulados comerciais para a Europa;
  • A Vast compete em um setor em expansão, no qual múltiplas empresas privadas desenvolvem estações espaciais comerciais para substituir a ISS após sua aposentadoria programada;
  • Com o fim da operação da ISS previsto até 2030, o mercado de plataformas orbitais comerciais tornou-se prioridade estratégica para empresas do setor aeroespacial.

“Agradecemos à França, mas também ao CNES, à ESA e à NASA pela parceria e liderança no avanço dos voos espaciais tripulados”, disse Max Haot, CEO da Vast. “Este acordo reforça o compromisso da Vast em lançar e operar a primeira estação espacial comercial do mundo. É uma honra para nós que a França tenha escolhido a Vast para essas missões históricas.”

A Haven-1 está sendo integrada na sede da VAST em Long Beach, Califórnia (EUA), sendo preparada para o lançamento programado para não antes do verão de 2027. Após o lançamento, espera-se que a primeira tripulação da Haven-1 voe para a ISS dentro de algumas semanas.

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Amazon Prime Video: lançamentos da semana (1º a 7 de junho)

Olhar Digital apresenta os lançamentos da semana do Amazon Prime Video. Na semana entre 1º e 7 de junho de 2026, a Amazon terá a chegada de produções à sua plataforma de streaming.

Entre as estreias do Prime Video nesta semana, estão a quarta temporada de A Lenda de Vox Machina e o filme Destruição Final 2.

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Lançamentos da Prime Video de 1º a 7 de junho de 2026

Confira mais detalhes sobre os lançamentos da semana entre 1º e 7 de junho de 2026:

Quarta-feira – 03/06

  • A Lenda de Vox Machina — Temporada 4, Episódios 1-3
    • Série | Original Prime Video | Animação | Ação | Aventura | Comédia | Fantasia | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Em uma tentativa desesperada de pagar uma aba de bar gigantesca, um grupo de desajustados acaba embarcando em uma missão para salvar o reino de Exandria de forças mágicas e sombrias.
  • Na Fazenda com Clarkson — Temporada 5 (Episódios 1-4)
    • Série | Original Prime Video | Documentário | Comédia | Reality show | Ano de Produção: 2026 (Reino Unido)
    • Na Fazenda com Clarkson está de volta em meio a cortes do governo que colocam a comunidade agropecuária britânica em polvorosa. Jeremy decide implementar mudanças para melhorar a eficiência da fazenda, mas novidades ainda maiores prometem trazer desafios inesperados.

Sexta-feira – 05/06

  • Destruição Final 2
    • Filme | Ação | Aventura | Ficção científica | Suspense | Ano de Produção: 2026 (Reino Unido | EUA)
    • A família Garrity precisa deixar a segurança do bunker na Groenlândia e embarcar em uma perigosa jornada pela Europa devastada para encontrar um novo lar.

Sábado – 06/06

  • Five Nights at Freddy’s 2
    • Filme | Terror | Mistério | Suspense | Ano de Produção: 2025 (EUA | Canadá)
    • Um ano após os acontecimentos sobrenaturais na Freddy Fazbear’s Pizza, Abby tenta se reconectar com seus amigos animatrônicos, mas acaba descobrindo segredos obscuros sobre as origens do local e despertando um horror escondido há décadas.

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Disney+: lançamentos da semana (1º a 7 de junho)

Toda semana, o Olhar Digital destaca as novidades do Disney+ no Brasil. Entre os dias 1º e 7 de junho de 2026, o streaming recebe estreias inéditas e novos episódios de séries em andamento.

Nesta atualização, o Disney+ recebe a animação da Disney Pixar Cara de Um, Focinho de Outro e o filme brasileiro Rio de Sangue. O catálogo também ganha a estreia da série Inapropriados para o Trabalho, além de novos episódios de Doutor à Beira do Amor e o final da segunda temporada de Rivais.

Lançamentos do Disney+ de 1º a 7 de junho de 2026

Confira abaixo mais detalhes sobre os lançamentos da semana no Disney+ entre 1º e 7 de junho de 2026:

Segunda-feira – 01/06

  • Doutor à Beira do Amor — Temporada 1, Episódio 1
    • Série | Original Hulu | Comédia | Romance | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
    • Do Jiui é um renomado cirurgião plástico com uma vida perfeita, que vê tudo mudar completamente quando é, inesperadamente, enviado para a remota ilha de Pyeondongdo como médico de saúde pública. Para Jiui, esse lugar rodeado de água representa muito mais do que um simples isolamento: por causa de um trauma do passado, o mar é uma fonte de terror desconhecido, uma grande prisão. Os moradores intrometidos da ilha e os insetos grotescos transformam a vida desse homem da cidade em um verdadeiro inferno. Em meio a esse caos, surge uma figura misteriosa: a enfermeira Yuk Hari. Por trás de seu sorriso gentil, ela esconde um segredo e, estranhamente, está sempre ao lado de Jiui quando o pânico em relação ao mar o domina.

Terça-feira – 02/06

  • Inapropriados para o Trabalho — Temporada 1, episódios 1 a 3
    • Série | Original Hulu | Comédia | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Cinco jovens profissionais na faixa dos vinte anos, obcecados pelo trabalho, buscam sucesso na carreira e felicidade pessoal morando em Murray Hill, Manhattan.
  • Doutor à Beira do Amor — Temporada 1, Episódio 2
    • Série | Original Hulu | Comédia | Romance | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
    • Do Jiui é um renomado cirurgião plástico com uma vida perfeita, que vê tudo mudar completamente quando é, inesperadamente, enviado para a remota ilha de Pyeondongdo como médico de saúde pública. Para Jiui, esse lugar rodeado de água representa muito mais do que um simples isolamento: por causa de um trauma do passado, o mar é uma fonte de terror desconhecido, uma grande prisão. Os moradores intrometidos da ilha e os insetos grotescos transformam a vida desse homem da cidade em um verdadeiro inferno. Em meio a esse caos, surge uma figura misteriosa: a enfermeira Yuk Hari. Por trás de seu sorriso gentil, ela esconde um segredo e, estranhamente, está sempre ao lado de Jiui quando o pânico em relação ao mar o domina.
  • We’ll Be Fine — Temporada 1
    • Série | Original Hulu | Drama | Romance | Ano de Produção: 2026 (Turquia)
    • Aktan e Lal se envolvem em uma turbulenta história de amor enquanto tentam descobrir como permanecer juntos sem abrir mão de si mesmos.

Quarta-feira – 03/06

  • Cara de Um, Focinho de Outro
    • Filme | Original Disney Pixar | Animação | Aventura | Comédia | Família | Ficção científica | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Em Cara de Um, Focinho de Outro, da Disney e Pixar, Mabel, uma jovem amante dos animais, aproveita a oportunidade de usar uma nova tecnologia para transferir sua consciência para um castor robótico realista e se comunicar diretamente com os animais. À medida que descobre mistérios do mundo animal que vão muito além do que imaginava, ela faz amizade com o carismático castor King George e precisa unir todo o reino animal para enfrentar uma grande ameaça humana liderada pelo persuasivo prefeito Jerry.

Quinta-feira – 05/06

  • Rio de Sangue
    • Filme | Original Star | Ação e aventura | Suspense | Policial | Ano de Produção: 2026 (Brasil)
    • Após comandar uma operação que foge do controle, Patrícia Trindade é afastada da polícia, perdendo o trabalho que sempre definiu sua vida. Jurada de morte pelo narcotráfico, ela parte para Santarém, onde tenta se reconciliar com sua filha, Luiza. Mas, quando Luiza parte para uma nova expedição médica, levando saúde às populações indígenas do Alto Tapajós, é sequestrada por garimpeiros que acreditam que ela é a última esperança para salvar a vida do filho do chefe. Com o relógio correndo e a vida da filha em risco, Patrícia precisa reunir toda sua coragem e experiência para enfrentar os garimpeiros e resgatar Luiza.

Sexta-feira – 06/06

  • Rivais — Temporada 2, Episódio 6 (final de temporada)
    • Série | Original Hulu | Drama | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Na segunda temporada de Rivais, a disputa pela franquia televisiva da Central South West atinge seu ponto mais crítico quando a guerra entre Corinium e Venturer entra em uma nova e perigosa fase. Mais implacável do que nunca, Tony Baddingham (David Tennant) está determinado a eliminar seus rivais um a um, explorando escândalos e manipulando seus aliados para manter o poder.
  • Hannah Berner: Não é da minha conta
    • Especial | Original Hulu | Comédia | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Hannah Berner apresenta seu material mais íntimo até o momento. Neste segundo especial, ela questiona o próprio futuro, relembra sua trajetória profissional nada convencional, revela segredos sobre seus encontros amorosos e admite que só é “atraente às vezes”.

Todos os dias

  • Casa do Patrão — ao vivo 24 horas por dia
    • Reality Show | Record TV | Ano de Produção: 2026 (Brasil)
    • Idealizado por Boninho e com exibição multiplataforma, com câmeras exclusivas 24h no Disney+, Casa do Patrão traz um novo olhar sobre as relações de poder, transformando esse elemento em tema central do jogo. Com Leandro Hassum como apresentador, o reality coloca participantes anônimos em confinamento em três ambientes diferentes: Casa do Patrão, Casa do Trampo e Casa da Convivência, em um jogo onde cada decisão impacta diretamente no quanto se ganha. Os participantes terão a chance de construir o próprio prêmio, que pode chegar até R$ 2 milhões.

Esportes da ESPN no Disney+

  • Copa do Mundo da FIFA: o torneio tem início em 11 de junho, com cobertura especial da ESPN, incluindo conteúdos produzidos diretamente de Miami;
  • NBA: as Finais da NBA seguem ao longo de junho, definindo o campeão da temporada 2025/26;
  • Campeonato Brasileiro Série B: durante o mês de junho serão disputadas as rodadas 12 a 15, com confrontos de destaque como Fortaleza x Sport e América-MG x Atlético-GO;
  • Tênis: Roland Garros chega à sua reta final, com a decisão marcada para 7 de junho. Na sequência, acontecem os torneios ATP e WTA 500 de Londres, entre 8 e 21 de junho, enquanto Wimbledon começa em 29 de junho;
  • IndyCar: a categoria terá o GP de Gateway em 7 de junho e o GP de Road America em 21 de junho;
  • NASCAR: o calendário conta com o GP de Michigan em 7 de junho, o GP de Pocono em 14 de junho, o GP de San Diego em 21 de junho e, em 28 de junho, o GP de Sonoma e a etapa da NASCAR Brasil em São Paulo.

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Netflix: lançamentos da semana (1º a 7 de junho)

O Olhar Digital traz os lançamentos da Netflix semanalmente. Nesta semana, você confere as produções que chegam ao catálogo do streaming entre 1º e 7 de junho de 2026.

Entre as estreias, estão a primeira temporada do documentário Michael Jackson: O Veredito, a comédia romântica Paixão de Escritório e o documentário nacional Tetra: Acreditar De Novo. Também vale mencionar essa dobradinha que é uma boa pedida para quem curte true crime: o documentário O Assassinato de Rachel Nickell e a série A Testemunha (versão cinematográfica baseada no caso).

O que chega à Netflix entre 1º e 7 de junho de 2026

Confira abaixo a lista das produções que chegam ao catálogo da Netflix entre 1º e 7 de junho de 2026:

Segunda-feira – 01/06

  • Creed 3 (filme)
  • Mundo Cão (filme)
  • Expresso Galático Metrô Via-Lácteo: O filme (anime)
  • Ela Escolhe Perdoar (filme)
  • Vizinhos Bárbaros (filme)
  • Hospital New Amsterdam (novas temporadas)
  • Homens da Lei: Bass Reeves (série)
  • My Hero Academia (temporada 6)
  • Assassination Classroom (temporada 2)
  • Shangri-La Frontier (temporada 2)
  • Gantz (anime)

Quarta-feira – 03/06

  • Michael Jackson: O Veredito – Temporada 1
    • Série | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Contada por nomes importantes que estavam no tribunal, esta série documental disseca o julgamento de Michael Jackson e o legado complexo que ele deixou.
  • Risa e o Telefone do Vento
    • Filme | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Argentina)
    • Após o desaparecimento do pai, Risa, de dez anos, descobre um telefone quebrado que permite falar com os mortos.
  • Liga da Zoeira
    • Especial | Original Netflix | Comédia | Stand-Up | Ano de Produção: 2026 (França)
    • Campeões da Copa do Mundo pela França em 1998 e 2018 encaram um time de comediantes numa noite de zoeira sem filtro nem VAR, com apresentação de Paul de Saint Sernin.
  • Davi: Nasce um Rei (filme)
  • Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo (filme)

Quinta-feira – 04/06

  • A Testemunha
    • Minissérie | Original Netflix | Drama | Policial | Ano de Produção: 2026 (Reino Unido)
    • Uma criança testemunha o assassinato da mãe, Rachel Nickell, e o pai luta para protegê-la durante uma investigação cheia de falhas. A série é baseada numa história real (tema do documentário que estreia no mesmo dia, diga-se).
  • O Assassinato de Rachel Nickell
    • Filme | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Reino Unido)
    • Uma jovem mãe é assassinada à luz do dia no Wimbledon Common, em Londres, na frente do seu bebê. Este documentário revisita o caso que levou anos para ser solucionado.
  • As Fãs do Turno da Noite – Temporada 1
    • Série | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Indonésia)
    • Vale tudo para conhecer seu grupo favorito de K-pop? Duas superfãs e amigas estão prestes a descobrir. Se elas virarem rivais no meio do caminho, paciência.
  • Filhas, Deu Ruim!
    • Filme | Original Netflix | Bollywood | Ano de Produção: 2026 (Índia)
    • Um problemão bate à sua porta. E Rekha precisa da ajuda das filhas. Juntas, elas tentam encobrir um crime numa vizinhança onde é impossível guardar segredo.
  • Podolski
    • Filme | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Alemanha)
    • O documentário intimista acompanha o jogador de futebol, empresário, ídolo das torcidas e herói comunitário Lukas Podolski. A produção reflete sobre sua jornada e seus planos para o futuro.
  • Sobrenatural: A Porta Vermelha (filme)
  • The King of Queens (novas temporadas)

Sexta-feira – 05/06

  • Paixão de Escritório
    • Filme | Original Netflix | Comédia | Romance | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
    • Jennifer Lopez e Brett Goldstein estrelam uma comédia romântica apimentada sobre dois viciados em trabalho que vivem um relacionamento secreto na empresa.
  • México 1986
    • Filme | Original Netflix | Comédia | Drama | Ano de Produção: 2026 (México)
    • Audácia, loucura e pura engenhosidade mexicana. Em 1986, o México sediou o torneio de futebol mais importante do mundo, contra todas as expectativas. Como essa façanha foi alcançada?
  • A Desconhecida
    • Filme | Original Netflix | Drama | Suspense | Ano de Produção: 2026 (Espanha)
    • A investigadora Anna Ripoll (Candela Peña) assume o caso de uma mulher (Ana Rujas) que foi encontrada amordaçada dentro de um contêiner no porto de Barcelona, sem se lembrar da própria identidade ou como foi parar lá. Com a ajuda do oficial Quique Zárate (Pol López), Anna corre contra o tempo para descobrir quem é essa mulher e quais segredos estão escondidos na memória dela.
  • Aprendendo a Lição – Temporada 1
    • Série | Original Netflix | Ação | Drama | Comédia | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
    • A série gira em torno do Departamento de Supervisão Educacional, uma instituição criada com a corajosa missão de ensinar verdadeiras lições aos alunos, professores e pais que se atrevem a ir longe demais. Operando além dos limites da lei, essa equipe está disposta a tudo para cumprir seu objetivo: restabelecer a ordem nas escolas.
  • Uma Babá Objeto de Desejo (filme)
  • A Teoria do Amor (filme)
  • Te Peguei! (filme)

Sábado – 06/06

  • Meus 15 Anos (filme)
  • Um Namorado Para Minha Mulher (filme)

Domingo – 07/06

  • Tetra: Acreditar de Novo
    • Filme | Original Netflix | Documentário | Esportes | Ano de Produção: 2026 (Brasil)
    • Esta é a história do Tetra, a quarta Copa do Mundo vencida pelo Brasil em 1994, contada através de seus principais protagonistas – jogadores da seleção brasileira e seus rivais – e construída a partir de material inédito de bastidores, registrado pelos próprios atletas ao longo do campeonato. É a história da conquista que marcou o retorno do Brasil ao círculo do privilégio desde a época de ouro de Pelé. Uma seleção que chegou à Copa questionada pela imprensa, desacreditada pela torcida e que, graças ao trabalho em equipe, à liderança de seu capitão Dunga e aos gols de Bebeto e Romário, conquistou o Tetra para o Brasil. A princípio, esse documentário estava marcado para estrear em 7 de maio. Mas acabou adiado (a Netflix não explicou o porquê). Agora vai.

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Ouro ilegal na Amazônia é “lavado” por permissões falsas e movimenta quase US$ 4 bilhões, aponta Greenpeace

A exploração ilegal de ouro na Amazônia brasileira continua movimentando bilhões de dólares, segundo investigação da organização ambiental Greenpeace, mesmo após ações de combate reforçadas pelo governo federal desde 2023. O levantamento, consoante a Reuters, aponta que a atividade se adapta às fiscalizações por meio de mecanismos que mascaram a origem do metal.

O estudo indica que o esquema envolve o uso de autorizações de lavra emitidas para áreas sem qualquer sinal de extração mineral, criando uma espécie de fachada documental que viabiliza a comercialização do ouro irregular. Parte significativa desse material estaria associada a regiões próximas a territórios indígenas e áreas de proteção ambiental.

As conclusões foram obtidas a partir da análise de dezenas de áreas na floresta amazônica e de sobrevoos realizados por equipes de reportagem, que também registraram a presença de operações ilegais ativas em regiões protegidas, levantando dúvidas sobre a efetividade do controle estatal.

Para quem tem pressa:

  • Estudo aponta que ouro ilegal na Amazônia é “legalizado” por permissões em áreas sem mineração real, mantendo um fluxo bilionário;
  • Levantamento analisou 187 áreas e identificou 98 sem qualquer atividade, mas com licenças usadas na comercialização do ouro;
  • Investigações e sobrevoos registraram garimpo ativo próximo a áreas protegidas e impactos em territórios indígenas.

Ouro ilegal na Amazônia movimenta bilhões com uso de autorizações irregulares

Reflorestamento com IA: iniciativa brasileira é premiada por recuperar Amazônia
Floresta Amazônica (Imagem: vitormarigo/Shutterstock)

A investigação do Greenpeace descreve um sistema de circulação de ouro ilegal sustentado por permissões minerárias emitidas para locais sem indícios de exploração. Esse mecanismo é apontado como uma forma de validar comercialmente o ouro retirado de áreas clandestinas.

O levantamento analisou 187 áreas florestais com autorizações emitidas pela Agência Nacional de Mineração em regiões próximas a territórios indígenas e áreas protegidas. Desse total, 98 não apresentavam sinais de atividade mineradora, apesar da existência formal das licenças.

Segundo a pesquisa, cerca de 26,8 toneladas de ouro foram comercializadas com base nessas autorizações, movimentando aproximadamente 3,88 bilhões de dólares entre 2018 e março de 2026.

Durante a apuração, equipes de reportagem da Reuters sobrevoaram duas áreas incluídas no estudo e não encontraram qualquer atividade de mineração. Em contraste, foi identificada uma operação ilegal ativa em área protegida a poucos minutos de voo.

Imagem: Jezper/Shutterstock

Leia mais:

Parte do material analisado indica relação com territórios indígenas, incluindo regiões do povo Kayapó, no estado do Pará. Lideranças locais relatam impactos ambientais severos e afirmam que a contaminação de rios e a perda da fauna comprometem diretamente a alimentação das comunidades.

O Greenpeace afirma que o uso de permissões emitidas para áreas sem exploração facilita a expansão contínua do garimpo ilegal. Já a Agência Nacional de Mineração declarou que acompanha os casos citados e destacou que o grande volume de autorizações na Amazônia representa desafios de fiscalização em larga escala.

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Brasil x Panamá: onde assistir, horário e escalação do amistoso

Neste domingo (31), Brasil e Panamá se enfrentam em amistoso durante a Data FIFA. O confronto acontece no Maracanã, no Rio de Janeiro, às 18h30 (horário de Brasília).

  • Brasil x Panamá:
    • Competição: Amistoso
    • Data: 31/05 (domingo)
    • Horário: 18h30 (horário de Brasília)
    • Local: Maracanã, no Rio de Janeiro.

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir ao amistoso do Brasil?

O amistoso entre Brasil e Panamá terá transmissão pela Globo (TV aberta), SporTV (TV fechada) e no canal ge TV (YouTube).

Prováveis escalações

  • Brasil: Alisson (Weverton); Wesley, Bremer, Léo Pereira e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães, Luiz Henrique, Raphinha, Vini Júnior e Matheus Cunha.
    • Técnico: Carlo Ancelotti.
  • Panamá: Orlando Mosquera; César Blackman, José Córdoba, Fidel Escobar, Andrés Andrade e Amir Murillo; Yoel Bárcenas, Carlos Harvey, Cristian Martínez e César Yanis; Ismael Díaz.
    • Técnico: Thomas Christiansen.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Como chegam Brasil e Panamá para o amistoso?

A partida será a última do Brasil em solo brasileiro antes da viagem para a Copa do Mundo. Já nos Estados Unidos, a equipe de Carlo Ancelotti ainda fará um amistoso contra o Egito no dia 6 de junho. A estreia no Mundial será diante do Marrocos, em 13 de junho, no MetLife Stadium. O Brasil integra o Grupo C, ao lado do Haiti e da Escócia. Já o Panamá estreia no Grupo L contra Gana, no BMO Field, em Toronto. Inglaterra e Croácia completam a chave.

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Grêmio x Corinthians: onde assistir, horário e escalações do jogo do Brasileirão

Neste sábado (30), Grêmio e Corinthians se enfrentam em partida válida pela 18ª rodada do Brasileirão 2026. A bola rola às 17h30 (horário de Brasília) na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS).

  • Grêmio x Corinthians:
    • Competição: Brasileirão 2026
    • Rodada: 18ª
    • Data: 30/05 (sábado)
    • Horário: 17h30 (horário de Brasília)
    • ​Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir Grêmio x Corinthians no Brasileirão?

O duelo entre Grêmio e Corinthians terá transmissão ao vivo na TV aberta pela Globo, no pay-per-view pelo Premiere e no streaming pela Ge TV.

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Prováveis escalações e arbitragem

  • Grêmio: Thiago Beltrame; Marcos Rocha, Wagner Leonardo (ou Gustavo Martins), Viery e Pedro Gabriel; Leo Pérez, Arthur, Tetê (ou Enamorado), Gabriel Mec e Amuzu; Carlos Vinícius.
    • Técnico: Luís Castro.
  • Corinthians: Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, André Luiz, Breno Bidon e Rodrigo Garro; Lingard e Yuri Alberto.
    • Técnico: Fernando Diniz.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Lucas Paulo Torezin (PR).
    • Assistentes: Luanderson Lima dos Santos (BA) e Andrey Luiz de Freitas (PR).
    • VAR: Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira (MG).

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Grêmio e Corinthians no Brasileirão

Grêmio e Corinthians chegam para a 18ª rodada separados por apenas uma posição na tabela. O Tricolor ocupa o 14º lugar, enquanto o Timão aparece logo atrás, ambos com 21 pontos conquistados no Campeonato Brasileiro.

A equipe gaúcha terá mudanças importantes, especialmente no gol, com a entrada de Thiago Beltrame. Já o Corinthians não contará com Memphis Depay, convocado pela seleção da Holanda, e aposta em Jesse Lingard para comandar o ataque em Porto Alegre.

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PSG x Arsenal: onde assistir, horário e escalações da final da Champions League

Neste sábado (30), PSG e Arsenal se enfrentam na grande final da Champions League 2025/26. A bola rola às 13h00 (horário de Brasília) na Arena Ferenc Puskás, em Budapeste, na Hungria.

  • PSG x Arsenal:
    • Competição: Champions League 2025/26
    • Fase: Final
    • Data: 30/05 (sábado)
    • Horário: 13h00 (horário de Brasília)
    • ​Local: Arena Ferenc Puskás, em Budapeste (Hungria)

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir PSG x Arsenal na Champions League?

O duelo entre PSG e Arsenal terá transmissão ao vivo na TV aberta pelo SBT, na TV fechada pelo TNT e no streaming pela HBO Max.

Prováveis escalações

  • PSG: Safonov; Zaire-Emery, Marquinhos, Pacho e Nuno Mendes; João Neves, Vitinha e Fabián Ruiz; Doué, Dembélé e Kvaratskhelia.
    • Técnico: Luis Enrique.
  • Arsenal: Raya; Mosquera, Saliba, Gabriel Magalhães e Calafiori; Rice e Lewis-Skelly; Eze, Saka e Trossard; Havertz.
    • Técnico: Mikel Arteta.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Daniel Siebert (ALE).
    • Assistentes: Jan Seidel (ALE) e Rafael Foltyn (ALE).
    • Quarto árbitro: Guadalupe Porras Ayuso (ESP).
    • VAR: Bastian Dankert (ALE).

Leia mais:

PSG e Arsenal na final da Champions League

O PSG chega à decisão defendendo o título conquistado na temporada passada, quando goleou a Inter de Milão por 5 a 0 na final e levantou pela primeira vez a taça da Champions League. Nas semifinais desta edição, os franceses eliminaram o Bayern de Munique.

O Arsenal tenta conquistar o torneio pela primeira vez em sua história. Os ingleses avançaram à final após eliminar o Atlético de Madrid e buscam encurtar a distância da Inglaterra para a Espanha no ranking de países com mais títulos da competição.

Em caso de empate no tempo regulamentar, a final terá prorrogação. Persistindo a igualdade, o campeão será definido nas cobranças de pênaltis.

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A IA que a Anthropic tem medo de lançar: o que você precisa entender sobre o Mythos

A Anthropic desenvolveu um modelo de inteligência artificial (IA) capaz de revolucionar a cibersegurança. Mas, ao anunciá-lo, tomou uma decisão incomum: trancou o modelo a sete chaves. E distribuiu as chaves para algumas empresas. Por quê? Segundo a empresa, o modelo seria “perigoso demais” para cair nas mãos do público geral. “As consequências – para as economias, a segurança pública e a segurança nacional – podem ser graves”, declarou a empresa.

O Claude Mythos Preview (nome completo da criança) é o modelo de IA mais avançado já desenvolvido pela startup de Dario Amodei até o momento. Ele foi anunciado junto ao Projeto Glasswing, iniciativa liderada pela Anthropic em parceria com big techs como Apple, Google, Microsoft e Nvidia. Em suma, é um consórcio criado para testar o modelo em sigilo.

Até que ponto esse anúncio misterioso se sustenta? E até que ponto é mais uma jogada de marketing da Anthropic? O Olhar Digital mergulhou no tema e conversou com especialistas para te explicar o que importa.

O que o Mythos faz de verdade?

O modelo de IA opera como se fosse um engenheiro de software experiente. Para você ter ideia, ele consegue identificar bugs sutis e corrigir os próprios erros.

“O Mythos Preview encontrou milhares de vulnerabilidades de alta gravidade, incluindo algumas nos principais sistemas operacionais e navegadores”, informou a Anthropic. Até o momento, a startup divulgou uma fração do que afirma ter sido encontrado pelo modelo.

Foto de monitor mostrando parte de relatório sobre Claude Mythos publicado pela Anthropic
“Nos benchmarks de programação, ele [o Mythos] realmente mostrou uma evolução muito grande em comparação ao seu antecessor”, disse Carraro à reportagem – Imagem: Nwz/Shutterstock

Fabrício Carraro, Program Manager na Alura e colunista do Olhar Digital, explorou o System Card publicado pela empresa. É um documento de 245 páginas no qual a Anthropic detalha seus testes e benchmarks.

“Nos benchmarks de programação, ele [o Mythos] realmente mostrou uma evolução muito, muito grande em comparação ao seu antecessor, o Opus 4.6”, disse Carraro à reportagem.

Segundo a empresa, essa IA pode superar quase todos os humanos, exceto os mais qualificados, na identificação e exploração de vulnerabilidades de software. Daí o dito perigo em lançar o Mythos de forma ampla. Afinal, ele poderia ser usado como escudo e como arma. Mas existe uma peculiaridade.

“Diferente de um código convencional de computador que você pode entrar lá e olhar certinho o que que ele faz e o que não faz; se tem bug ou se não tem, uma inteligência artificial não funciona assim. Ela é uma caixa preta”, explicou Roberto “Pena” Spinelli, físico pela USP, com especialidade em Machine Learning pela Universidade de Stanford, e também colunista do Olhar Digital. “A gente treina ela em atividades, mas a gente não sabe no final das contas as capacidades que ela tem.”

Pessoa segurando celular com logomarca do Claude Mythos na tela; ao fundo, monitor exibe linhas de código de programação
O Claude Mythos, da Anthropic, opera como se fosse um engenheiro de software experiente – Imagem: Photo For Everything/Shutterstock

Quando o Anthropic diz ‘esse modelo é perigoso demais para a gente lançar’ é porque na fase de testes ele já fez algumas das coisas que a Anthropic não estava esperando

Roberto “Pena” Spinelli, físico pela USP, com especialidade em Machine Learning pela Universidade de Stanford, em entrevista ao Olhar Digital

Além disso, avaliações independentes sugerem que o perigo é real. Só que mais limitado do que a Anthropic deu a entender no comunicado sobre o Mythos e o Projeto Glasswing.

Uma análise do Instituto de Segurança de IA (AISI, na sigla em inglês) do Reino Unido, que teve acesso antecipado ao modelo, constatou que a IA da Anthropic executou tarefas de hacking avançado em 73% das suas tentativas. Até abril, nenhuma IA conseguia fazer isso.

No entanto, vale destacar: nos testes do AISI, o Mythos enfrentou defesas de software quase inexistentes. Por isso, o instituto concluiu que, embora seja um modelo poderoso, a maior ameaça do Mythos é contra sistemas vulneráveis e mal defendidos.

Em entrevista à Scientific American, Ciaran Martin, professor na Universidade de Oxford, comparou o cenário a um atacante fazer gol contra o pior goleiro do mundo. Martin é ex-CEO do Centro Nacional de Segurança Cibernética (NSCS, na sigla em inglês) do Reino Unido.

Mythos: de inovação tecnológica para preocupação de segurança nacional

Para você se localizar, confira abaixo uma linha do tempo com pontos-chave do desenvolvimento, anúncio e repercussão do Mythos e do Projeto Glasswing:

Março de 2026: antecedentes e tensões

  • Início de março: Surge uma tensão pública entre o Pentágono (militares dos EUA) e a Anthropic;
  • 2 de março: O modelo Claude tem um aumento expressivo de popularidade após desentendimentos entre a empresa e militares;
  • 5 de março: O governo dos EUA, sob a administração Trump, anuncia o bloqueio da startup Anthropic por parte do Pentágono (o Olhar Digital explicou essa novela na época).

Abril de 2026: O lançamento e o alerta global

  • 7 de abril: A Anthropic anuncia oficialmente a existência do Claude Mythos Preview. A empresa declara que o modelo é capaz de encontrar e explorar falhas de segurança nos grandes sistemas operacionais e navegadores, mas toma a decisão inédita de não liberá-lo ao público devido aos riscos de ciberataques;
  • 8 de abril: Anthropic anuncia o Projeto Glasswing, iniciativa que reúne gigantes como Google, Microsoft, Apple, Amazon, Nvidia e grandes bancos para usar o Mythos na proteção de suas infraestruturas;
  • 10 de abril: O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, convoca os presidentes dos maiores bancos americanos (como Goldman Sachs e Citi) para discutir os riscos cibernéticos impostos pelo novo modelo de IA.

Meados de abril de 2026: repercussão internacional e testes

  • 16 de abril: Bancos alemães iniciam consultas com autoridades e especialistas sobre os riscos do Mythos, enquanto o Banco da Inglaterra intensifica seus testes de risco;
  • 17 de abril: Relatórios do AISI do Reino Unido são divulgados, confirmando que o Mythos completou com sucesso uma simulação de ataque cibernético de 32 etapas, algo inédito para uma IA. Especialistas começam a debater se o modelo é uma revolução real ou parte de uma estratégia de marketing;
  • Semana de 17 de abril: O Mythos é tema de discussões em reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington, sendo descrito pelo ministro das finanças do Canadá como um “desconhecido perigoso”.

Final de abril de 2026: brecha de segurança

  • 21 de abril: A Bloomberg revela que um pequeno grupo de usuários não autorizados conseguiu acesso ao Mythos por meio de um fórum privado. O acesso teria ocorrido no mesmo dia do anúncio original do modelo;
  • 22 de abril: A Anthropic confirma que investiga o relato de acesso não autorizado ao Claude Mythos Preview por meio de um fornecedor terceirizado.

Em 18 de maio, o Financial Times publicou que a Anthropic deverá apresentar ao Conselho de Estabilidade Financeira um relatório sobre os riscos cibernéticos identificados pelo Mythos.

Em suma, o contexto é:

  • O novo modelo de IA da Anthropic chamou atenção de bancos centrais e ministérios da Fazenda por sua capacidade de detectar vulnerabilidades em softwares, navegadores e infraestruturas importantes – o que também poderia facilitar ataques mais sofisticados ao sistema financeiro global;
  • A relevância do tema aumentou após o presidente do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, afirmar que o Mythos poderia “desvendar todo o cenário de riscos cibernéticos” e ampliar ameaças a sistemas usados por bancos.

Avanço real ou jogada de marketing da Anthropic?

Em vez de lançar o Mythos para o público geral, a Anthropic concedeu acesso a empresas por meio do Projeto Glasswing. A startup descreveu essa iniciativa como “um esforço para proteger os softwares mais cruciais do mundo”.

Ícones de chatbots de inteligência artificial em tela inicial de celular Android
A Anthropic, desenvolvedora do Claude, compete com gigantes como OpenAI (ChatGPT), Google (Gemini) e Meta – Imagem: Tada Images/Shutterstock

Entre as companhias de tecnologia que toparam participar do projeto, estão: Amazon Web Services (AWS), Apple, Microsoft, Google, Nvidia, Broadcom e CrowdStrike (sim, aquela empresa por trás do apagão global em 2024). “São empresas com muito foco em cibersegurança”, observou Carraro.

A Anthropic deu acesso, elas usaram e chancelaram. Ou seja, dá pra gente acreditar que realmente esse modelo é um grande salto de qualidade em relação ao Opus 4.6.

Fabrício Carraro, Program Manager na Alura, em entrevista ao Olhar Digital

Só que muitos analistas e especialistas independentes em cibersegurança ainda não puderam testar o Mythos por conta própria. Por isso, alguns continuam céticos sobre o desempenho do modelo.

Então, fica a pergunta: o Mythos representa um grande avanço para a IA ou seu anúncio foi uma jogada de marketing da Anthropic para inflar sua importância? Para o especialista da Alura, um pouco dos dois.

Carraro explicou que a Anthropic quer se posicionar como a principal empresa de IA voltada para negócios, programação e cibersegurança. Isso enquanto compete com gigantes como OpenAI (ChatGPT), Google (Gemini) e Meta.

Captura de tela de página sobre Projeto Glasswing no site da Anthropic
O Projeto Glasswing é um consórcio criado pela Anthropic para big techs testarem o Mythos em sigilo – Imagem: Reprodução/Anthropic

Por um lado, ele constatou a evolução da tecnologia da startup (no quesito código, pelo menos) ao analisar o System Card do Mythos. Por outro, observou com desconfiança o vazamento de dados sobre o modelo logo antes da empresa colocar no ar a página sobre o Projeto Glasswing – com vídeos bem produzidos e tudo.

“Ele [o Mythos] é excelente para programação, só que também tem o lado de marketing de eles se venderem como ‘nós somos a crista da onda’”, analisou Carraro. Para ele, é como se a Anthropic dissesse: “governo dos Estados Unidos, governo de outros países, empresas de qualquer setor, usem os nossos modelos, porque a gente pode dar acesso antecipado para [vocês] testarem o estado da arte ao qual os meros mortais não vão ter acesso”. 

Essa parte de ‘perigoso demais’ também encaixa um pouco nessa questão do marketing. Dá para as duas coisas serem verdade ao mesmo tempo.

Fabrício Carraro, em entrevista ao Olhar Digital

Seja como for, não é de hoje que o anúncio de um novo modelo de IA vem acompanhado dos termos “perigoso” e “revolucionário”. Cutucar medo e entusiasmo tornou-se uma marca registrada da indústria da IA.

Para o Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido, o mais importante agora é: 1) não entrar em pânico; e 2) focar em acertar no básico quando o assunto é segurança cibernética.

Mythos reforça a necessidade de regulação da IA e a importância da pesquisa acadêmica

Se você chegou até aqui, talvez tenha pensado “foi bom a Anthropic ter segurado o Mythos, já que pode ser tão perigoso”. E é uma linha de raciocínio bem válida, tá? Mas, para Pena, essa decisão da Anthropic não é o suficiente para lidar com a situação.

“Para consertar tudo [que o Mythos achou de brecha]… a gente está falando de coisas tão estruturais”, disse o especialista em Machine Learning.

É muito recurso que tem que ser usado. E, às vezes, nem é possível porque tem sistema que [você] não pode tirar do ar para aplicar a segurança necessária. Então, eu não acho que [o Projeto Glasswing] vai resolver.

Roberto “Pena” Spinelli, em entrevista ao Olhar Digital

Segundo Pena, a solução seria regulação, a nível mundial, sobre o uso da IA e “as responsabilidades de cada um”. “A sociedade tem que exigir que a IA só possa entrar em sistemas que estejam seguros. E, se não dá para fazer isso, então não pode fazer”, disse o pesquisador.

Foto de explosão de bomba nuclear; explosão e fumaça projetam forma de cogumelo no horizonte
Para o especialista, evitar regular a IA a nível mundial é como dizer: “De vez em quando, alguém vai conseguir fazer uma bomba atômica no quintal” – Imagem: DOBUTSU/Shutterstock

Para entender esse raciocínio, imagine o desenvolvimento, sem regulação, de uma bomba atômica ou tecnologias com energia nuclear envolvida. Esse é o paralelo traçado pelo especialista na sua explicação.

“[É como se falássemos] Olha, de vez em quando vai ter alguém aí que vai conseguir fazer uma bomba atômica no quintal. E vai poder colocar todo mundo em risco. Não! Primeiro, você entende que o negócio é muito poderoso. Você regula”, disse Pena.

Neste ponto, entra também a importância da pesquisa acadêmica. “No geral, os cientistas têm uma probidade ética maior do que empresas”, disse o especialista. Mas, para ele, todos precisam remar para a mesma direção: regulação e responsabilização.

“Então, [quando] você vai fazer uma pesquisa ou desenvolver um produto, você precisa ter responsabilização. Você precisa ter um entendimento daquilo e garantir que o que você está colocando seja seguro”, reforçou Pena.

“Está faltando essa camada muito importante de regulação da inteligência artificial”, finalizou o pesquisador.

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EUA negociam participação em empresas de drones para acelerar produção militar e reduzir dependência externa

Segundo uma publicação recente do The Wall Street Journal, o governo dos Estados Unidos conduz conversas com empresas do setor de drones para estruturar possíveis acordos de financiamento que podem incluir empréstimos e participação acionária. A iniciativa busca ampliar a produção doméstica desses equipamentos e reduzir o custo das aeronaves não tripuladas usadas em operações militares.

Consoante informações obtidas (pelo TWSJ) durante as negociações em andamento com o Departamento de Defesa, as tratativas envolvem startups e fornecedores estratégicos considerados relevantes para a cadeia de defesa. As discussões ainda passam por análise interna e não resultaram em decisões finais.

As empresas citadas nas conversas incluem fabricantes de drones de reconhecimento, componentes e modelos de pequeno porte voltados ao uso tático, dentro de uma estratégia mais ampla de fortalecimento industrial militar.

Para quem tem pressa:

  • O governo dos EUA negocia investimentos e possíveis participações em empresas de drones para ampliar produção militar e reduzir custos operacionais;
  • O plano envolve startups e fornecedores estratégicos, dentro de um programa militar que mira centenas de milhares de drones até 2027;
  • A iniciativa ocorre enquanto os EUA buscam expandir capacidade industrial e reduzir a diferença de custos e escala em relação a outros países.

Negociações, empresas envolvidas e estratégia militar

Drone Archer da Neros Technologies
Drone Archer da Neros Technologies – (Divulgação: Neros Technologies)

As tratativas incluem nomes como Performance Drone Works, que já possui contrato com o exército norte-americano para fornecimento de drones de reconhecimento.

Também aparecem a Unusual Machines, fornecedora de componentes para drones que tem como acionista e integrante do conselho consultivo Donald Trump Junior, e a Neros Technologies, startup apoiada por fundos de capital de risco e voltada à produção de drones leves de operação em primeira pessoa.

Conforme interlocutores ligados ao processo, o desenho dos acordos pode combinar diferentes instrumentos financeiros, como crédito e participação societária, permitindo ao governo acesso parcial às companhias. O Departamento de Defesa, por meio de uma unidade criada para investimentos estratégicos, participa das análises e avaliações das empresas.

A estrutura faz parte de um esforço mais amplo para acelerar a produção interna de drones e reduzir a dependência externa. O modelo também busca influenciar diretamente a capacidade industrial do setor, considerada essencial para operações militares futuras.

Leia mais:

Programa militar, custos e capacidade industrial

Imagem: Jezper/Shutterstock

O programa se conecta ao programa Drone Dominance, uma iniciativa de US$ 1,1 bilhão voltada à formação de um arsenal de cerca de 300 mil drones de ataque de baixo custo até o fim de 2027. O objetivo declarado é formar um grande estoque operacional desses equipamentos para uso estratégico.

Atualmente, o preço médio de drones produzidos nos Estados Unidos supera em muito a meta estabelecida pelas autoridades militares, que buscam reduzir o valor unitário para cerca de 5 mil dólares. Essa diferença é apontada como um dos principais desafios do programa.

Além disso, estimativas indicam que a capacidade industrial norte-americana ainda está abaixo da demanda projetada, com produção anual muito inferior à de outros países em conflito recente, que expandiram rapidamente sua fabricação em larga escala.

De acordo com uma estimativa de 2025, os Estados Unidos têm capacidade para produzir até 100 mil drones por ano. Em contrapartida, a Ucrânia fabricou cerca de quatro milhões no último ano, um volume usado como referência comparativa pelo setor. A indústria de drones tem criticado de forma recorrente o Departamento de Defesa por não realizar compras em escala suficiente para viabilizar o financiamento da expansão produtiva futura.

Financiamento, orçamento e posição do governo

O modelo de apoio financeiro em discussão se apoia em uma estrutura de crédito governamental com grande capacidade de investimento, utilizada para apoiar setores considerados estratégicos para a segurança nacional. Em alguns casos anteriores, esse tipo de operação envolveu empréstimos condicionados ao cumprimento de metas de produção.

Paralelamente, o setor militar solicita aumento significativo de orçamento para programas de drones avançados, ampliando de forma expressiva os recursos destinados à área em comparação com o ciclo fiscal anterior.

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UE precisa de R$ 706,7 bilhões para revitalizar produção de chips

A União Europeia (UE) prepara uma nova tentativa de revitalizar sua indústria de semicondutores por meio de uma reformulação da legislação conhecida como Chips Act. Segundo planos preliminares obtidos pela Bloomberg, a iniciativa deverá exigir € 120 bilhões (R$ 706,7 bilhões) em investimentos públicos e privados até 2035.

A nova versão da política, chamada de Chips Act 2.0, deverá concentrar esforços em medidas práticas para fortalecer a demanda local por chips fabricados na UE, após a legislação original de 2023 fracassar na tentativa de ampliar a participação do bloco no mercado global de semicondutores.

Entre os projetos estratégicos em análise está a construção de uma nova fábrica de semicondutores voltados para inteligência artificial (IA) e chips avançados de três nanômetros. O empreendimento teria investimento estimado em € 30 bilhões (R$ 176,6 bilhões) e seria financiado pela Comissão Europeia, por governos nacionais dos países-membros e por empresas privadas.

Detalhes do novo plano de produção de chips da UE

  • De acordo com os documentos, a Comissão Europeia também pretende atuar como intermediadora entre empresas de setores, como telecomunicações, defesa e indústria automotiva, e fornecedores de semicondutores, com o objetivo de desenvolver tecnologias adaptadas às necessidades específicas dessas áreas;
  • Os planos devem ser apresentados aos legisladores europeus na próxima semana e ainda podem sofrer alterações;
  • Um representante da Comissão Europeia não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Bloomberg;
  • “Embora o Chips Act inicial tenha sido predominantemente orientado pela oferta, o Chips Act 2.0 dá maior ênfase a medidas voltadas para a demanda”, afirma a proposta.

A UE pretende financiar os investimentos por meio de recursos já existentes dos programas Horizon Europe e Digital Europe Programme até 2028. O financiamento posterior dependerá de aprovação no próximo orçamento do bloco, que ainda está em negociação.

União Europeia
Planos devem ser apresentados aos legisladores europeus na próxima semana e ainda podem sofrer alterações – Imagem: artjazz/Shutterstock

Leia mais:

Chips Act original

O primeiro Chips Act foi apresentado em meio à escassez global de semicondutores e tinha como objetivo dobrar a participação da UE na produção mundial de chips para 20%. A estratégia previa aumento dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento, além da flexibilização de restrições sobre gastos dos países-membros.

Apesar disso, o plano não atingiu os resultados esperados, e o bloco perdeu terreno para Estados Unidos e países asiáticos na produção de chips voltados para IA. A nova legislação é considerada um dos pilares da estratégia europeia de soberania tecnológica, um amplo plano para reduzir a dependência do continente em relação às tecnologias chinesas e estadunidenses.

A estratégia prevê investimentos em empresas locais e favorecimento de produtos tecnológicos fabricados na UE, como semicondutores e serviços de computação em nuvem, em detrimento de alternativas estrangeiras.

A proposta também permitirá que a UE continue financiando o desenvolvimento de chips de ponta e reduza parte dos processos burocráticos para projetos relacionados a semicondutores considerados críticos para o ecossistema tecnológico europeu.

Nos casos em que esses projetos envolverem mais de um país-membro, a Comissão Europeia poderá classificá-los como “projetos estratégicos”, impedindo a participação de empresas de fora da UE, salvo em situações de exceção explicitamente autorizadas.

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