Por que abraçar nos faz sentir melhor?

Abraçar é um gesto presente no cotidiano das pessoas desde a infância, e que tem um significado emocional e biológico mais profundo do que parece à primeira vista.

Em diferentes culturas e contextos sociais, ele surge como uma forma espontânea de demonstrar carinho, apoio, conforto e conexão, mesmo quando faltam palavras para expressar sentimentos complexos. Esse contato físico é interpretado pelo corpo como um sinal de segurança e proximidade.

Apesar de parecer apenas um costume social ou um ato de afeto, o abraço provoca reações reais no organismo. Em poucos segundos de contato físico, o cérebro passa a liberar substâncias químicas ligadas ao prazer, à calma e à criação de vínculos emocionais, influenciando diretamente o humor, o nível de estresse e até a forma como lidamos com emoções negativas. Por isso, muitas pessoas relatam se sentir melhor após um abraço.

Nos últimos anos, a ciência passou a investigar mais profundamente por que esse gesto aparentemente simples é capaz de gerar tantos efeitos positivos no corpo e na mente. A conclusão é que o abraço vai muito além do simbolismo emocional e envolve processos fisiológicos importantes. Entenda, a seguir, como e por que abraçar alguém faz tão bem.

Como e por que abraçar alguém faz bem?

O ser humano é uma espécie social por natureza, e o contato físico sempre desempenhou um papel central na nossa sobrevivência e desenvolvimento.

Abraçar é um gesto presente no cotidiano das pessoas desde a infância, e que tem um significado emocional e biológico mais profundo do que parece à primeira vista. (Imagem: freepik/Freepik)

Desde os primeiros dias de vida, o toque é essencial para a formação de vínculos, ajudando bebês a reconhecerem segurança, cuidado e pertencimento. A ausência desse contato pode gerar impactos negativos no desenvolvimento emocional e psicológico ao longo da vida.

O gesto ativa regiões do cérebro ligadas à empatia, à confiança e à conexão social, reforçando a sensação de que estamos protegidos e amparados. Esse estímulo físico envia ao cérebro a mensagem de que o ambiente é seguro, o que ajuda a reduzir estados de alerta excessivo e ansiedade.

Um dos principais efeitos biológicos do abraço é a liberação de oxitocina, um hormônio produzido pelo hipotálamo e liberado pela hipófise, amplamente conhecido por seu papel na criação e no fortalecimento de vínculos emocionais.

Esse hormônio é ativado em situações de proximidade física e contato afetivo, como abraços, carícias, segurar as mãos e até o simples toque pele a pele, funcionando como um mediador químico da conexão humana.

Quando a oxitocina é liberada durante um abraço, ela atua diretamente em áreas do cérebro ligadas à emoção, à memória social e à percepção de confiança. Esse processo ajuda a reduzir sentimentos de medo, insegurança e desconfiança, criando uma sensação subjetiva de acolhimento e proximidade emocional.

É por isso que abraços costumam ser associados a sentimentos de conforto e tranquilidade, mesmo em momentos de tensão.

Além do efeito emocional imediato, a oxitocina também influencia comportamentos sociais a longo prazo, fortalecendo laços afetivos e promovendo maior empatia entre as pessoas. Níveis mais elevados desse hormônio estão relacionados a relações interpessoais mais estáveis, maior capacidade de cooperação e sensação de pertencimento social, fatores fundamentais para a saúde mental.

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Redução do estresse e do cortisol

Abraçar alguém também está diretamente ligado à redução dos níveis de cortisol, o principal hormônio associado ao estresse. Em situações de pressão constante, ansiedade ou sobrecarga emocional, o organismo tende a manter o cortisol elevado por longos períodos, o que pode gerar efeitos negativos como irritabilidade, dificuldade de concentração, fadiga e alterações no sono.

Um dos principais efeitos biológicos do abraço é a liberação de oxitocina, um hormônio produzido pelo hipotálamo e liberado pela hipófise, amplamente conhecido por seu papel na criação e no fortalecimento de vínculos emocionais. (Imagem: freepik/Freepik)

O contato físico promovido pelo abraço atua como um sinal de segurança para o sistema nervoso, ajudando o corpo a sair do estado de alerta contínuo. Ao perceber esse estímulo, o cérebro reduz gradualmente a produção de cortisol, permitindo que o organismo entre em um estado mais equilibrado e relaxado.

Esse mecanismo ajuda a explicar por que abraçar alguém em momentos difíceis pode aliviar a tensão emocional de forma quase imediata. A redução do estresse não ocorre apenas no campo psicológico, mas também no nível fisiológico, contribuindo para um melhor funcionamento geral do corpo.

Efeitos no sistema nervoso

Durante um abraço mais prolongado, o sistema nervoso parassimpático é ativado, sendo responsável por desacelerar funções corporais associadas ao estresse. Esse sistema regula processos como a diminuição da frequência cardíaca, a redução da pressão arterial e a normalização da respiração, criando uma sensação geral de relaxamento.

Esse efeito é particularmente importante em situações de ansiedade ou agitação emocional, nas quais o corpo permanece em estado de alerta constante. O abraço ajuda a “desligar” esse modo de defesa, sinalizando que não há perigo imediato, o que favorece a recuperação do equilíbrio emocional.

Com o tempo, a repetição desse tipo de estímulo positivo pode contribuir para uma melhor regulação emocional, tornando o organismo mais resiliente a situações de estresse no dia a dia.

Benefícios emocionais do abraço

Do ponto de vista emocional, o abraço funciona como um reforço de apoio e aceitação, reduzindo sentimentos de solidão, abandono e tristeza. Ele transmite, de forma não verbal, a mensagem de que a pessoa não está sozinha, o que pode ter um impacto profundo em momentos de vulnerabilidade emocional.

Do ponto de vista emocional, o abraço funciona como um reforço de apoio e aceitação, reduzindo sentimentos de solidão, abandono e tristeza. (Imagem: DC Studio/Freepik)

Esse tipo de contato também contribui para o fortalecimento da autoestima, pois reforça a sensação de ser valorizado e acolhido. Para muitas pessoas, o abraço atua como uma forma silenciosa de validação emocional, algo essencial para o bem-estar psicológico.

Em contextos de luto, estresse ou dificuldades emocionais, o abraço pode funcionar como um dos gestos mais eficazes de apoio, justamente por atuar diretamente no campo emocional, sem a necessidade de explicações ou conselhos.

O abraço como forma de comunicação não verbal

Nem todas as emoções podem ser expressas com palavras, e o abraço surge como uma das formas mais poderosas de comunicação não verbal. Ele transmite empatia, solidariedade, cuidado e compreensão de maneira imediata, ultrapassando barreiras linguísticas e culturais.

Em muitas situações, princiopalmente quando alguém enfrenta sofrimento emocional, um abraço pode ser mais significativo do que longos discursos. O corpo interpreta esse gesto como um sinal de proximidade genuína, criando uma conexão emocional mais profunda entre as pessoas envolvidas.

Essa comunicação silenciosa ajuda a fortalecer relações e a criar ambientes emocionais mais seguros, nos quais as pessoas se sentem à vontade para expressar sentimentos e vulnerabilidades.

Impactos positivos na saúde mental

O contato físico afetuoso, como abraços frequentes, está associado a menores índices de ansiedade, depressão e estresse crônico. O abraço atua como um regulador emocional, ajudando o cérebro a lidar melhor com emoções negativas.

Além disso, o contato físico positivo pode contribuir para uma maior estabilidade emocional, favorecendo a sensação de bem-estar no cotidiano. Pessoas que recebem mais afeto físico tendem a apresentar maior resiliência emocional diante de desafios.

Esse efeito protetor é muito relevante em contextos de isolamento social, nos quais a ausência de contato físico pode intensificar sentimentos de solidão e sofrimento psicológico.

Fortalecimento dos vínculos sociais

Abraçar fortalece laços afetivos ao longo do tempo, sejam eles familiares, românticos ou de amizade. Esse gesto simples ajuda a construir confiança mútua, reforçando a sensação de proximidade e conexão emocional entre as pessoas.

O contato físico afetuoso, como abraços frequentes, está associado a menores índices de ansiedade, depressão e estresse crônico. (Imagem: freepik/Freepik)

Relações que envolvem contato físico respeitoso e consentido tendem a ser percebidas como mais seguras e satisfatórias. O abraço atua como um elemento de manutenção desses vínculos, ajudando a criar relações mais estáveis e duradouras.

Esse fortalecimento social também tem reflexos positivos na saúde mental, já que relações sólidas funcionam como uma rede de apoio emocional importante.

O cérebro associa o abraço a experiências positivas e seguras, criando uma resposta emocional automática de conforto. Por isso, em momentos de medo, tristeza ou insegurança, muitas pessoas buscam instintivamente esse tipo de contato.

Essa sensação de segurança emocional ajuda a regular emoções intensas, permitindo que a pessoa se sinta mais amparada para lidar com situações difíceis. O abraço funciona, nesse sentido, como um recurso natural de autorregulação emocional.

Com o tempo, essas experiências reforçam a percepção de que o mundo social pode ser um lugar seguro, desde que existam conexões afetivas significativas.

Mesmo em um mundo cada vez mais digital, o abraço continua sendo uma das formas mais eficazes de conexão humana. Ele atua simultaneamente no corpo e na mente, promovendo benefícios emocionais, psicológicos e fisiológicos de forma integrada.

Entender por que abraçar nos faz sentir melhor ajuda a valorizar esse gesto simples, mas profundamente poderoso, que contribui para a saúde emocional, o bem-estar e a qualidade das relações humanas ao longo da vida.

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O dedo mindinho do seu pé tem um propósito que você não sabia

À primeira vista, o dedo mindinho do parece quase inútil. Pequeno, discreto e muitas vezes ignorado, ele costuma ser visto apenas como um “extra” do corpo humano, principalmente quando comparado aos dedos maiores, que parecem ter funções mais evidentes no dia a dia.

Essa impressão, no entanto, não corresponde à realidade. Mesmo sendo o menor dos dedos, o mindinho do desempenha um papel importante na biomecânica do corpo, influenciando no equilíbrio, na postura e até na forma como caminhamos sem perceber.

Nos últimos anos, estudos sobre anatomia, locomoção e evolução humana mostraram que esse dedo aparentemente insignificante tem funções bem definidas. Entenda para que serve o dedo mindinho do pé, o que acontece quando ele não está presente e por que ele continua sendo relevante para o corpo humano na matéria a seguir!

Para que serve o dedo mindinho do pé se ele é tão pequeno?

O dedo mindinho do pé ajuda a ampliar a base de apoio do corpo quando estamos em pé ou em movimento.

O mindinho do pé desempenha um papel importante na biomecânica do corpo, influenciando o equilíbrio, a postura e até a forma como caminhamos sem perceber. (Imagem: vin.rusanov/Shutterstock)

Mesmo sendo pequeno, ele contribui para distribuir melhor o peso corporal ao longo do pé. Essa distribuição é essencial para manter a estabilidade, principalmente em situações em que o corpo precisa se ajustar rapidamente, como ao mudar de direção, tropeçar ou caminhar em terrenos irregulares.

O equilíbrio humano depende de pequenos ajustes constantes feitos pelos pés. O mindinho atua como um ponto lateral de sustentação, ajudando a evitar que o corpo incline excessivamente para fora. Sem ele, o esforço para manter o equilíbrio aumenta, o que pode gerar compensações musculares e sobrecarga em outras partes do pé e da perna.

Durante a caminhada, os dedos do pé ajudam na fase final do passo, conhecida como propulsão. Embora o dedão seja o principal nesse processo, o mindinho auxilia na estabilidade lateral do movimento. Ele garante que o pé empurre o chão de forma mais equilibrada, evitando torções e movimentos desalinhados durante o caminhar.

Quando o pé toca o solo, forças são distribuídas entre o calcanhar, o arco plantar e os dedos. O mindinho participa dessa redistribuição, absorvendo parte do impacto lateral. Isso ajuda a reduzir a pressão excessiva sobre outras estruturas, como o tornozelo e o joelho, contribuindo para uma locomoção mais eficiente.

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O que acontece quando o dedo mindinho é removido?

Pessoas que perderam o dedo mindinho do pé, seja por cirurgia ou acidente, geralmente conseguem andar normalmente. No entanto, estudos mostram que o corpo precisa se adaptar. Essas adaptações podem incluir alterações na postura, no padrão de caminhada e no esforço muscular, o que, a longo prazo, pode gerar desconfortos ou dores.

O dedo mindinho do pé ajuda a ampliar a base de apoio do corpo quando estamos em pé ou em movimento. Mesmo sendo pequeno, ele contribui para distribuir melhor o peso corporal ao longo do pé. (Imagem: mariakray/Shutterstock)

Embora não seja vital para a sobrevivência imediata, o mindinho não é inútil. Ele faz parte de um conjunto de estruturas que trabalham juntas para garantir eficiência ao movimento. A ausência do dedo não impede a locomoção, mas torna o sistema menos eficiente, exigindo compensações do corpo.

A importância evolutiva do dedo mindinho

Do ponto de vista evolutivo, o mindinho do pé está ligado à adaptação do ser humano à locomoção bípede. Ao longo da evolução, os pés se tornaram mais estáveis para caminhar longas distâncias. Mesmo com a redução de tamanho de alguns dedos, o mindinho permaneceu funcional por contribuir para a estabilidade lateral do pé.

O dedo mindinho também participa da propriocepção, que é a capacidade do corpo de perceber sua posição no espaço. (Imagem: mariakray/Shutterstock)

O formato dos calçados modernos muitas vezes comprime os dedos, em especial o mindinho. Isso pode reduzir sua mobilidade e alterar sua função natural. Com o tempo, essa compressão pode afetar o equilíbrio e contribuir para problemas como calos, joanetes laterais e dores nos pés.

O dedo mindinho também participa da propriocepção, que é a capacidade do corpo de perceber sua posição no espaço. Ele envia informações sensoriais importantes ao cérebro durante o movimento. Esses sinais ajudam o sistema nervoso a ajustar a postura e a coordenação de forma quase automática.

Mesmo que você não perceba, o dedo mindinho do pé está ativo sempre que você anda, corre ou fica em pé. Ele contribui silenciosamente para o equilíbrio e a estabilidade do corpo. Por isso, apesar de pequeno, ele continua tendo um propósito claro e relevante dentro da complexa engrenagem que é o corpo humano.

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8 piores filmes de suspense de todos os tempos, segunda a crítica

No cinema, o gênero suspense costuma ser bastante amplo e é um dos que mais rendem filmes de sucesso junto à crítica. Porém, você já se perguntou quais filmes desse gênero são considerados péssimos pela mídia especializada? 

Pensando nisso, listamos a seguir oito produções que, segundo o consenso dos principais agregadores de críticas na internet, são terríveis. Alguns chegam a ter aprovação de 0% no Rotten Tomatoes!

Prazeres Mortais (2014)

The Loft
The Loft (2014) / Crédito: Open Road Films (divulgação)
  • Rotten Tomatoes: 14%
  • Metacritic: 24/100

Remake de um filme belga de 2008, “Prazeres Mortais” recebeu avaliações majoritariamente negativas, que destacam o enredo apelativo e o drama mal desenvolvido.

A trama segue um grupo de homens casados que divide um luxuoso apartamento para encontros extraconjugais, mas tem a paz alterada quando o corpo de uma mulher é encontrado no local. O elenco conta com Karl Urban, James Marsden e Wentworth Miller.

Onde assistir: 

  • Amazon Prime Video

Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes (2025)

Hurry Up Tomorrow
Hurry Up Tomorrow (2025) / Crédito: Lionsgate Films (divulgação)
  • Rotten Tomatoes: 14%
  • Metacritic: 29/100

As expectativas para “Hurry Up Tomorrow” eram grandes, já que o filme serve como uma peça de complemento para o álbum homônimo do músico The Weeknd, que estrela a produção como uma versão fictícia de si mesmo. 

Todavia, o filme foi um verdadeiro fiasco de bilheteria, além de ter sido detonado pelos críticos. O consenso apontou o longa como mal dirigido, parecendo um videoclipe estendido, além de um fracasso pretensioso, com narrativa e personagens mal desenvolvidos.

Na trama, The Weeknd, sofrendo de depressão, encontra uma fã obsessiva (Jenna Ortega) que o arrasta para uma experiência psicológica intensa e perturbadora.

Onde assistir: 

  • Amazon Prime Video

Fanático (2019)

The Fanatiic
The Fanatic (2019) / Crédito: Quiver Distribution, Redbox Entertainment (divulgação)
  • Rotten Tomatoes: 15%
  • Metacritic: 18/100

Dirigido por, pasme, ninguém menos que Fred Durst, vocalista do Limp Bizkit, “Fanático” teve ampla recepção negativa da mídia especializada.

John Travolta estrela o filme como um homem autista que passa a perseguir de forma obsessiva seu ator favorito.

Segundo os críticos, o filme é pessimamente dirigido, tem um enredo lamentável e performances péssimas. O longa recebeu três indicações ao Framboesa de Ouro: Pior Filme, Pior Diretor para Fred Durst e Pior Ator para John Travolta. Este último venceu também considerando sua atuação em outro filme, “Trading Paint”.

Onde assistir: 

  • Adrenalina Pura (Apple TV e Prime Channel)

Leia mais:

Pecado Original (2001)

Original Sin (
Original Sin (2001) / Crédito: MGM Distribution Co. (divulgação)
  • Rotten Tomatoes: 12%
  • Metacritic: 33/100

Estrelado por Angelina Jolie e Antonio Banderas, “Pecado Original” é um thriller erótico baseado em um romance de Cornell Woolrich.

A trama, situada no fim do século XIX, segue um rico cubano (Banderas) que recebe uma noiva (Jolie) por correspondência dos EUA, cuja chegada revela mentiras e identidades falsas. A relação logo se transforma em um jogo perigoso de paixão, traições e crimes.

Segundo os especialistas, o filme conta com atuações fracas, diálogos ruins e um roteiro mal construído. Inclusive, Angelina Jolie recebeu indicação ao Framboesa de Ouro na categoria de Pior Atriz.

Onde assistir: 

  • Amazon Prime Video

The Last Days of American Crime (2020)

The Last Days of American Crime
The Last Days of American Crime (2020) / Crédito: Netflix (divulgação)
  • Rotten Tomatoes: 0%
  • Metacritic: 15/100

Neste original da Netflix, o governo dos EUA desenvolve um sinal capaz de impedir a população de cometer crimes. Um grupo de criminosos aproveita a oportunidade para planejar um último grande roubo. O elenco inclui Édgar Ramírez, Anna Brewster e Michael Pitt.

O filme foi criticado não apenas por ter sido considerado insensível aos protestos após a morte de George Floyd, ocorridos na época de seu lançamento, mas também por ser apontado pelos críticos como entediante, incoerente e mal executado.

Onde assistir:

  • Netflix

Guerra dos Mundos (2025)

War of the Worlds
War of the Worlds (2025) / Crédito: Universal Pictures (divulgação)
  • Rotten Tomatoes: 4%
  • Metacritic: 6/100

Para se ter uma ideia do nível de Guerra dos Mundos, embora seja de 2025, o longa já é para muitos críticos como um dos piores filmes da história.

A produção foi duramente criticada pela mídia especializada em praticamente todos os aspectos. Além disso, o filme chegou a entrar na lista dos “100 Piores Filmes de Todos os Tempos” do Rotten Tomatoes.

Baseado no romance homônimo de H. G. Wells, toda a narrativa acontece por meio de telas digitais. Ice Cube estrela como um agente do governo especialista em vigilância, que acompanha uma invasão alienígena enquanto centros de dados da Terra passam a ser atacados.

Onde assistir: 

  • Amazon Prime Video

London Fields: Romance Fatal (2018)

London Fields
London Fields (2018) / Crédito: GVN Releasing (divulgação)
  • Rotten Tomatoes: 0%
  • Metacritic: 16/100

Baseado no romance homônimo de Martin Amis, que também assina o roteiro, “London Fields” foi massacrado pela crítica. Todos os aspectos técnicos do filme foram mal avaliados, com destaque para as atuações, a direção e o roteiro confuso, que adapta mal o material original.

Amber Heard estrela o filme como uma clarividente que sabe que morrerá em breve e passa a manipular três homens para descobrir qual deles será seu assassino. Por seu desempenho, ela recebeu indicação ao Framboesa de Ouro na categoria Pior Atriz. O elenco ainda traz nomes como Billy Bob Thornton e Cara Delevingne.

Onde assistir: 

  • aluguel ou compra no Youtube Filmes, Amazon Prime Video, Apple TV

Crimes Obscuros (2016)

Dark Crimes (
Dark Crimes (2018) / Crédito: Saban Films (divulgação)
  • Rotten Tomatoes: 0%
  • Metacritic: 24/100

Com Jim Carrey no papel principal, “Crimes Obscuros” foi detonado pela mídia especializada, que avaliou a produção como desagradável de se assistir, mal dirigida e previsível.

Carrey estrela como um policial em Varsóvia que investiga o assassinato de um empresário e descobre que o crime reproduz exatamente uma morte descrita em um romance best-seller.

Onde assistir: 

  • Mercado Play (grátis). NetMovies (grátis), Runtime (grátis), Looke

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Por que focas dão tapas na própria barriga?

Você já se perguntou o que leva as focas a darem tapas na própria barriga? Para nós, isso parece apenas um comportamento cômico, contudo, este hábito esconde funções biológicas vitais. Assim como o fascinante canto da perereca-assobiadora, ou as características peculiares do intrigante verme-réptil ou anfíbio recém-estudado no Brasil, a fauna marinha possui métodos próprios de interagir com o ambiente que desafiam nossa percepção inicial.

O que para nós soa como uma brincadeira de “tiozão”, para esses pinípedes, é uma ferramenta de sobrevivência. As focas são animais sociais e adaptados a ambientes desafiadores, e os comportamentos que às vezes parecem estranhos ou até autolesivos podem ter explicações ecológicas ou sociais bastante lógicas quando observados de perto.

Neste texto, vamos explorar o que está por trás desse gesto curioso, como ele funciona, e o que estudos científicos e observações de campo nos dizem sobre o significado desse ato.

Um tapinha não dói? Entenda por que motivo as focas batem na própria barriga

Embora o gesto pareça apenas uma diversão antropomorfizada, a ciência revela que o ato de bater as nadadeiras contra o corpo serve a propósitos complexos.

Pesquisadores de biologia marinha identificaram que esse hábito varia conforme o ambiente, o gênero do animal e até mesmo a época do ano, sendo fundamental para a saúde e a dinâmica social das colônias.

Comunicação acústica e demonstração de força

Uma das hipóteses mais aceitas é que esses “tapas” servem como uma forma de comunicação, especialmente em ambientes ruidosos ou quando a distância entre indivíduos é grande.

Imagem de uma foca na areia
Muito além de um comportamento engraçado, o tapa na barriga das focas é uma ferramenta essencial de sobrevivência e domínio territorial no ecossistema marinho (Imagem: Steve Adams / Unsplash)

Em muitos mamíferos marinhos, o som submerso é fundamental, mas gestos visuais e táteis têm um papel importante também. Ao bater na própria barriga, uma foca pode gerar sons ou vibrações que ajudam a:

  • Marcar presença para outros membros da colônia;
  • Sinalizar disposição para interagir ou disputar território;
  • Coordenar movimentos em grupos, como durante a caça cooperativa.

É uma exibição de vigor físico comparável ao que os gorilas fazem ao bater no peito. O som de alta frequência consegue atravessar o barulho ambiente do oceano, informando aos rivais que aquele território já tem dono e sinalizando às fêmeas que aquele indivíduo possui genes fortes.

No mundo selvagem, ser barulhento e imponente é uma estratégia clássica para evitar confrontos físicos diretos, que poderiam resultar em ferimentos graves.

O controle térmico: a barriga como radiador

As focas possuem uma camada de gordura extremamente espessa, essencial para mantê-las aquecidas em águas geladas. No entanto, quando estão fora da água ou em dias mais ensolarados, o excesso de isolamento térmico pode levar ao superaquecimento. O “tapa na barriga” entra aqui como um mecanismo de termorregulação.

Imagem de IA fotorrealista de uma foca cinza sentada sobre uma placa de gelo cercada por águas polares, onde o animal está com as nadadeiras dianteiras posicionadas contra a barriga em um movimento de percussão
Foca cinza em seu habitat natural realizando o comportamento de percussão, um gesto essencial para a comunicação acústica e a sobrevivência nas regiões polares (Imagem: Renata Mendes via IA One Image / Olhar Digital)

Ao baterem na superfície do corpo, as focas ajudam a dissipar o calor acumulado. Em alguns casos, a vibração e o contato com a pele úmida facilitam a evaporação, ajudando a resfriar o sangue que circula logo abaixo da derme.

É uma forma rudimentar, porém eficaz, de ventilação interna. Quando você vê uma foca fazendo isso sob o sol, ela provavelmente está tentando evitar um estresse térmico, buscando equilibrar sua temperatura interna com a do ambiente externo.

Alívio durante a muda de pele e pelos

Anualmente, as focas passam por um processo conhecido como “muda catastrófica”, onde perdem toda a pelagem antiga para dar lugar a uma nova. Esse período é fisiologicamente exaustivo e, convenhamos, extremamente desconfortável. A pele por baixo dos pelos antigos torna-se sensível e irritadiça, causando uma coceira incessante.

Imagem mostra uma foca na areia da praia
Foca na praia Muito além de um comportamento engraçado, o tapa na barriga das focas é uma ferramenta essencial de sobrevivência e domínio territorial no ecossistema marinho
(Imagem: Zdeněk Macháček / Unsplash)

Os tapas na barriga e as batidas com as nadadeiras laterais servem para aliviar essa irritação. Além de coçar as áreas onde os pelos estão se soltando, o impacto ajuda a desprender as camadas de pele morta.

Sem a ajuda de mãos articuladas, a nadadeira frontal é a única ferramenta que o animal possui para garantir a higiene e acelerar a renovação do seu isolamento térmico natural.

O ato de bater na barriga pode ajudar a:

  • Soltar pele morta ou fragmentos de algas e sujeira;
  • Reduzir o acúmulo de parasitas externos;
  • Estimular o fluxo sanguíneo na pele.

Comportamento aprendido e busca por recompensas

Não podemos ignorar que, em ambientes de cativeiro ou centros de reabilitação, o tapa na barriga ganha uma nova camada de significado: o reforço positivo.

Grupo de focas reunido na água
Entender o comportamento das focas valoriza a complexidade da vida selvagem e ressalta a importância de proteger seus habitats, garantindo a preservação de suas formas únicas de comunicação e sobrevivência para estudo (Imagem: Wirestock Creators / Shutterstock.com)

As focas são animais extremamente inteligentes, pertencentes à subordem Caniformia, o que as torna primas evolutivas dos cães. Elas aprendem rapidamente que gestos que geram reações humanas costumam ser seguidos de peixes.

Dessa forma, o que começou como uma função biológica pode ser “sequestrado” pela inteligência do animal para manipular seus cuidadores. Na natureza, contudo, o gesto permanece puramente funcional. Seja para afastar um competidor ou para resfriar o corpo após um longo período em terra firme, cada batida na barriga é um testemunho da adaptação evolutiva desses incríveis nadadores.

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Um estudo publicado na Marine Mammal Science revelou que os tapas são, na verdade, uma sofisticação da comunicação acústica marinha. Segundo os pesquisadores, essa batida percussiva é um indicativo direto da força e da qualidade genética do macho.

Como o gesto exige vigor físico e coordenação, ele serve como um “anúncio” de que o animal está em excelente forma, ajudando a evitar confrontos físicos reais com competidores menores. No contexto acadêmico, esse comportamento é classificado como uma exibição de dominância, similar ao que ocorre com os grandes primatas em terra firme.

O estudo utilizou imagens de vídeo gravadas pelo mergulhador e pesquisador Ben Burville, da Universidade de Newcastle, no Reino Unido.

Através dessas gravações, os cientistas conseguiram provar que o som produzido pelos tapas é uma forma de sinalização social. O impacto das nadadeiras cria um som de alta frequência que se propaga com eficiência debaixo d’água, funcionando como um aviso sonoro para outros indivíduos da mesma espécie.

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O que é Sarcopenia, problema enfrentado por usuários do Ozempic e Mounjaro?

A sarcopenia é uma condição caracterizada pela perda progressiva de massa muscular, força e desempenho físico. Durante muito tempo, ela foi associada quase exclusivamente ao envelhecimento, mas estudos mais recentes mostram que esse problema pode atingir diferentes perfis de pessoas, inclusive adultos mais jovens em determinadas situações clínicas ou metabólicas.

Nos últimos anos, o tema ganhou ainda mais destaque por causa do uso crescente de medicamentos para emagrecimento, como Ozempic e Mounjaro. Esses fármacos, originalmente desenvolvidos para o tratamento do diabetes tipo 2, passaram a ser usados de forma ampla para perda de peso, levantando discussões sobre possíveis efeitos colaterais relacionados à preservação da massa muscular.

Entender o que é a sarcopenia, como ela se desenvolve e qual sua relação com o uso de canetas emagrecedoras é fundamental. Na matéria a seguir, explicamos em detalhes como essa condição funciona, quem está mais sujeito a desenvolvê-la e quando ela pode, de fato, se tornar um problema. Confira!

O que é a Sarcopenia?

A sarcopenia é definida como a perda gradual e generalizada de massa muscular esquelética, acompanhada da redução da força e da capacidade funcional. Esse processo compromete atividades simples do dia a dia, como levantar da cadeira, subir escadas ou carregar objetos, afetando diretamente a autonomia e a qualidade de vida.

A sarcopenia é uma condição caracterizada pela perda progressiva de massa muscular, força e desempenho físico. (Imagem: maulanasatu/Freepik)

A principal causa está relacionada a alterações naturais do organismo, como a redução da síntese de proteínas musculares e mudanças hormonais. Com o passar do tempo, o corpo passa a perder músculo mais rapidamente do que consegue reconstruí-lo, principalmente quando não há estímulos adequados, como exercícios de força.

Além do envelhecimento, fatores como sedentarismo, má alimentação, inflamações crônicas, doenças metabólicas e períodos prolongados de restrição calórica também contribuem para o desenvolvimento da sarcopenia. Em muitos casos, o problema surge da combinação de vários desses fatores ao mesmo tempo.

Sintomas e sinais mais comuns

Os sintomas da sarcopenia nem sempre são percebidos logo no início. A condição costuma evoluir de forma silenciosa, com perda gradual de força, sensação de fraqueza constante e redução da resistência física. Com o tempo, atividades antes simples passam a exigir mais esforço.

Em estágios mais avançados, podem surgir dificuldades de equilíbrio, maior risco de quedas e redução da mobilidade. Esses sinais são frequentemente confundidos com “cansaço normal” ou “falta de condicionamento”, o que pode atrasar o diagnóstico.

Público mais afetado e fatores de risco

A sarcopenia é mais comum em pessoas idosas, especialmente a partir dos 60 anos, mas não se limita a esse grupo. Indivíduos com doenças crônicas, pessoas hospitalizadas por longos períodos e aqueles que passam por emagrecimento rápido também apresentam risco aumentado.

A sarcopenia é mais comum em pessoas idosas, especialmente a partir dos 60 anos, mas não se limita a esse grupo. (Imagem: freepik/Freepik)

Dietas muito restritivas, com baixo consumo de proteínas, e a ausência de exercícios de resistência são fatores decisivos. Por isso, mesmo pessoas jovens podem desenvolver sarcopenia em contextos específicos, como após perdas de peso muito aceleradas.

Diagnóstico, tratamento e prevenção

O diagnóstico da sarcopenia envolve a avaliação da massa muscular, da força e do desempenho físico, podendo incluir exames de imagem e testes funcionais. Não existe uma “cura” no sentido tradicional, mas o quadro pode ser controlado e até revertido, dependendo do estágio.

O tratamento inclui exercícios de força, alimentação adequada com ingestão suficiente de proteínas e acompanhamento profissional. A prevenção passa justamente por manter um estilo de vida ativo e evitar restrições calóricas prolongadas sem orientação.

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Qual a relação da Sarcopenia com usuários de canetas emagrecedoras como Ozempic e Mounjaro?

O uso de medicamentos como Ozempic e Mounjaro tem se popularizado devido à sua eficácia na perda de peso. Esses fármacos atuam reduzindo o apetite, aumentando a saciedade e ajudando no controle glicêmico, o que leva a uma diminuição significativa da ingestão calórica diária.

Nem todas as pessoas que utilizam essas canetas desenvolvem sarcopenia. O problema surge principalmente quando a perda de peso ocorre de forma muito rápida e sem estratégias para preservar a massa muscular. (Imagem: Marc Bruxelle/Shutterstock)

É importante destacar que nem todas as pessoas que utilizam essas canetas desenvolvem sarcopenia. O problema surge principalmente quando a perda de peso ocorre de forma muito rápida e sem estratégias para preservar a massa muscular, como alimentação adequada e prática de exercícios.

Perda de peso rápida e massa muscular

Quando o corpo passa por uma redução calórica intensa, ele não perde somente gordura, mas também parte da perda de peso pode vir da massa muscular, ainda mais se a ingestão de proteínas for insuficiente. Esse mecanismo explica por que alguns usuários das canetas apresentam redução de força e massa magra.

Sem estímulo muscular adequado, o organismo entra em um estado catabólico, favorecendo a degradação do músculo. Esse processo não é exclusivo dos medicamentos, mas pode ser potencializado por eles quando usados sem acompanhamento.

Quem tem maior risco ao usar essas medicações?

O risco de desenvolver sarcopenia é maior em pessoas que já apresentam baixa massa muscular, idosos, indivíduos sedentários ou aqueles que fazem dietas muito restritivas enquanto utilizam as canetas emagrecedoras. Nesses casos, a perda muscular pode ocorrer de forma mais acentuada.

A principal forma de prevenir a sarcopenia em usuários de Ozempic e Mounjaro é o acompanhamento profissional. Nutricionistas e médicos podem ajustar a dieta para garantir ingestão adequada de proteínas e calorias essenciais, mesmo com redução do apetite. (Imagem: Caroline Ruda/Shutterstock)

Por outro lado, usuários que mantêm uma alimentação equilibrada, com bom aporte proteico, e realizam exercícios de força tendem a preservar melhor a massa muscular, mesmo durante o emagrecimento induzido pelos medicamentos.

Prevenção da sarcopenia durante o uso das canetas

A principal forma de prevenir a sarcopenia em usuários de Ozempic e Mounjaro é o acompanhamento profissional. Nutricionistas e médicos podem ajustar a dieta para garantir ingestão adequada de proteínas e calorias essenciais, mesmo com redução do apetite.

Além disso, a prática regular de musculação ou exercícios de resistência é fundamental para estimular a manutenção da massa muscular. O uso das canetas, quando bem orientado, não precisa levar necessariamente à perda muscular significativa.

Mesmo que a relação entre sarcopenia e canetas emagrecedoras exista em alguns casos, ela não deve ser tratada como regra. O problema não está no medicamento em si, mas no contexto em que ele é utilizado, especialmente quando há falta de orientação adequada.

Por isso, compreender os riscos reais e as formas de prevenção ajuda a evitar alarmismo e reforça a importância de um uso consciente, focado não apenas na perda de peso, mas também na preservação da saúde muscular e funcional.

Sarcopenia tem cura?

Não há uma “cura” definitiva para a sarcopenia, mas ela pode ser prevenida, controlada e até revertida parcialmente com tratamento adequado, focado em exercícios de resistência, alimentação rica em proteínas e, em alguns casos, suplementação, melhorando significativamente a força, mobilidade e qualidade de vida.

Quais os sintomas da Sarcopenia?

Os sintomas incluem fraqueza e perda de massa muscular, levando a dificuldades em tarefas diárias como levantar da cadeira ou subir escadas, lentidão ao caminhar, falta de equilíbrio, quedas frequentes, menor resistência física, cansaço excessivo, e até alterações de humor como depressão.

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O que é um anfíbio? Entenda o conceito na natureza

Para compreender profundamente o que é um anfíbio e as suas principais características, é necessário mergulhar na história evolutiva de seres que conquistaram a terra sem jamais abandonar completamente a água. Esses animais representam um dos grupos mais fascinantes da biologia, apresentando ciclos de vida que, muitas vezes, parecem estranhos e desafiam a lógica da sobrevivência em ambientes extremos.

Entender em detalhes as características biológicas que permitem essa sobrevivência dual é essencial para valorizarmos o equilíbrio dos ecossistemas globais. Essa transição do meio aquático para o terrestre não foi apenas uma simples mudança de ambiente, mas uma revolução evolutiva que abriu caminho para o surgimento de formas de vida terrestres mais complexas.

Ao longo dos milênios, esses seres desenvolveram mecanismos de defesa e respiração altamente especializados, embora sua dependência direta da umidade os torne indicadores biológicos extremamente sensíveis às transformações ambientais do nosso século.

O que são anfíbios?

Os anfíbios são animais vertebrados, pertencentes à classe Amphibia, que se destacam por possuírem uma “vida dupla”.

salamandra
(Imagem: PATRICK GLAUME / Shutterstock.com)

Na árvore da vida, eles ocupam uma posição estratégica, sendo os primeiros vertebrados a desenvolverem adaptações para a vida em ambiente terrestre, embora a maioria das espécies ainda dependa criticamente da umidade ou de corpos d’água para a reprodução e respiração.

Diferente dos répteis, que possuem escamas e ovos com casca rígida, os anfíbios têm a pele permeável e precisam mantê-la úmida para sobreviver. Eles são seres ectotérmicos, o que significa que não produzem calor interno e dependem da temperatura do ambiente para regular o próprio metabolismo.

Para compreender o que é a essência do anfíbio e suas características biológicas como a ectotermia são pontos de partida cruciais para qualquer análise científica séria sobre o grupo. Essa sensibilidade ambiental os torna excelentes bioindicadores, pois o declínio de suas populações geralmente sinaliza problemas graves em um ecossistema.

Etimologia e o significado da vida dupla

O termo anfíbio tem origem no grego, derivando das palavras “amphi”, que significa ambos ou dois, e “bios”, que significa vida.

Fotografia em close-up de uma pequena rã de cor verde vibrante apoiada horizontalmente em um caule fino e verde. O anfíbio tem olhos grandes, escuros e salientes, com a pele apresentando um aspecto úmido e brilhante sob iluminação suave
A textura da pele úmida e os olhos atentos de um anuro são elementos que simbolizam a perfeita adaptação ao conceito de vida dupla. O termo anfíbio reflete exatamente essa necessidade de transitar entre a água e a terra firme para completar seu ciclo biológico e evolutivo (Imagem: Lucas van Oort / Unsplash)

Portanto, a tradução literal é “vida dupla”. Esse nome é uma referência direta ao ciclo biológico da maioria desses animais, que inicia sua jornada como larvas aquáticas, como os girinos, e passa por uma metamorfose para atingir a forma adulta, apta a viver em terra firme.

Essa transição é um dos processos mais complexos da natureza. Durante a metamorfose, o animal sofre mudanças anatômicas e fisiológicas drásticas, como o desaparecimento das brânquias e o desenvolvimento de pulmões, além da reestruturação do sistema digestório e a formação de membros para a locomoção terrestre.

É uma estratégia de sobrevivência que permite explorar nichos ecológicos distintos ao longo da vida.

Quando questionamos sobre as características da metamorfose do anfíbio e o que é o ciclo de vida dual, encontramos as respostas para uma das transições evolutivas mais bem-sucedidas da história da vida na Terra.

Características fisiológicas fundamentais

A pele é, sem dúvida, o órgão mais importante para um anfíbio. Por ser fina, glandular e altamente vascularizada, ela permite a respiração cutânea, na qual as trocas gasosas ocorrem diretamente através da superfície corporal. Para que isso aconteça, glândulas mucosas trabalham constantemente para manter a pele lubrificada, evitando a dessecação que seria fatal para o animal.

 Ilustração detalhada da anatomia de um sapo com esquema de nomes de órgãos
Ilustração detalhada da anatomia de um sapo com esquema de nomes de órgãos (Imagem: anitapol / Shutterstock.com)

Além disso, muitas espécies possuem glândulas granulares que produzem substâncias tóxicas ou irritantes como mecanismo de defesa contra predadores.

Além de identificar o que é um anfíbio e suas características de defesa, como a produção de toxinas na pele, é preciso observar como eles interagem com seus predadores naturais nos ecossistemas.

Outra característica marcante é o coração tricavitário, composto por dois átrios e um ventrículo, o que resulta em uma circulação fechada, mas com mistura parcial de sangue oxigenado e desoxigenado no ventrículo.

Classificação e exemplos de animais

O grupo dos anfíbios modernos, conhecidos como Lissamphibia, é dividido em três ordens principais, cada uma com morfologias bastante distintas. A primeira é a Ordem Anura, que engloba sapos, rãs e pererecas, caracterizados pela ausência de cauda no estado adulto e membros posteriores adaptados para o salto.

Imagem criada por IA fotorrealista mostrando diversos anfíbios em um ambiente de floresta úmida e tropical. No centro e à direita, sapos e rãs de pele verde e texturizada estão posicionados sobre rochas cobertas de musgo vibrante. No lado esquerdo, uma salamandra de corpo alongado e uma cecília serpenteiforme rastejam entre folhas molhadas e pequenos corpos d'água, sob uma iluminação suave que destaca o brilho da pele úmida desses animais
A imagem apresenta a vasta diversidade morfológica da classe Amphibia, reunindo representantes das ordens Anura, Caudata e Gymnophiona em um habitat compartilhado (Imagem: Renata Mendes via IA One Image / Olhar Digital)

A segunda é a Ordem Caudata ou Urodela, que inclui as salamandras e os tritões. Esses animais mantêm a cauda durante toda a vida e possuem quatro membros de tamanhos similares, apresentando um corpo alongado que lembra, superficialmente, o de um lagarto. Por fim, existe a Ordem Gymnophiona ou Apoda, representada pelas cobras-cegas ou cecílias, anfíbios sem patas que vivem geralmente enterrados no solo.

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Habilidades e adaptações de sobrevivência

Os anfíbios desenvolveram habilidades incríveis para lidar com seus habitats. Algumas rãs conseguem saltar distâncias que superam em dezenas de vezes o tamanho de seu corpo, enquanto certas salamandras possuem uma capacidade de regeneração extraordinária, conseguindo reconstruir membros inteiros, caudas e até partes de órgãos vitais após lesões graves.

Fotografia em close de um lagarto colorido sobre a areia. O animal possui corpo azul turquesa com manchas claras e uma cabeça em tons intensos de laranja e vermelho. A pele é visivelmente composta por escamas e os dedos possuem garras afiadas. O fundo é composto por areia desfocada em tons de bege
A evolução molda a biologia animal com coloração vibrante e estruturas como garras e escamas, essenciais para termorregulação, defesa e sobrevivência em ambientes extremos (Imagem: Adrián Winter/ Pixabay)

Na reprodução, a diversidade de táticas é enorme. Embora o padrão seja a desova na água com fertilização externa, algumas espécies desenvolveram o cuidado parental, carregando ovos nas costas ou em bolsas vocais. Há ainda espécies que pulam a fase de girino, nascendo diretamente como miniaturas dos adultos, uma adaptação crucial para viver em áreas onde a água é escassa.

Regiões habitadas e importância ecológica

Com exceção da Antártida e de algumas ilhas oceânicas remotas, os anfíbios podem ser encontrados em quase todos os continentes. Eles são particularmente abundantes em regiões tropicais e subtropicais, onde a alta umidade e a temperatura favorecem sua fisiologia.

Imagem mostra grupo de sapos descansando na borda de uma lagoa de lama Anfíbios em Habitat Natural de zonas úmidas durante a temporada de monções
Anfíbios preferem habitats úmidos, como margens de lagos e banhados, ideais para respiração cutânea e reprodução. A concentração de indivíduos em corpos d’água sugere um ecossistema saudável com abrigo e alimento abundantes (Imagem: The Banjara Man / Shutterstock.com)

No Brasil, a diversidade de anuros é uma das maiores do mundo, . Segundo dados do ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o Brasil abriga a maior diversidade de anuros do planeta, refletindo a riqueza de nossos biomas. Porém, muitos desses animais já figuram no Livro Vermelho da Fauna Brasileira devido à perda de habitat.

A importância desses seres vai além da curiosidade biológica. Eles controlam populações de insetos, muitos dos quais são vetores de doenças humanas, e servem de alimento para uma vasta gama de aves, répteis e mamíferos. Proteger os anfíbios é garantir que o equilíbrio das cadeias alimentares e a saúde dos recursos hídricos permaneçam preservados.

Relatórios da IUCN Red List alertam que aproximadamente 41% de todas as espécies de anfíbios conhecidas estão sob risco de extinção, um índice superior ao de aves e mamíferos.

Para saber mais sobre o que é um anfíbio e suas características, consulte AmphibiaWeb (UC Berkeley), o banco de dados padrão ouro” para herpetólogos (especialistas em anfíbios e répteis). Ele é mantido pela Universidade da Califórnia, Berkeley, e oferece informações taxonômicas, biológicas e de conservação atualizadas em tempo real. É ideal para verificar o número exato de espécies descritas no mundo.

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Como ativar o Modo Vigilante no Banco Inter

Com o aumento do uso de aplicativos bancários no dia a dia, a segurança digital se tornou uma preocupação central para milhões de brasileiros. Golpes, furtos de celular e acessos indevidos a contas bancárias passaram a fazer parte da rotina de quem utiliza o smartphone como principal ferramenta financeira, o que levou bancos digitais a investir em novas camadas de proteção.

Pensando nisso, o Banco Inter anunciou o lançamento do chamado Modo Vigilante, um recurso criado para aumentar a segurança da conta em situações de risco. A funcionalidade foi feita principalmente para casos em que o usuário está sob ameaça, teve o celular roubado ou se sente coagido a realizar transações contra a própria vontade.

Na matéria a seguir, entenda melhor o que é essa função e como ativá-la no aplicativo. Confira!

Banco Inter
O Banco Inter anunciou o lançamento do chamado Modo Vigilante, um recurso criado para aumentar a segurança da conta em situações de risco. (Imagem: Marcelo Ricardo Daros / Shutterstock)

O que é, para que serve e como funciona o “Modo Vigilante” no Banco Inter?

O Modo Vigilante é uma funcionalidade de segurança criada pelo Banco Inter para proteger a conta do cliente em situações consideradas sensíveis ou de risco. Ao ser ativado, o recurso limita automaticamente diversas ações dentro do aplicativo, reduzindo a possibilidade de transferências, pagamentos ou alterações importantes feitas sob coerção ou por terceiros.

Banco Inter
Na prática, a ferramenta funciona como uma espécie de “modo de emergência”, pensado para cenários como assalto, sequestro relâmpago ou perda do celular. (Imagem: rafapress/Shutterstock)

Na prática, a ferramenta funciona como uma espécie de “modo de emergência”, pensado para cenários como assalto, sequestro relâmpago ou perda do celular. Ao ativar o Modo Vigilante, o aplicativo do banco passa a operar com restrições que dificultam o esvaziamento da conta, mesmo que o criminoso tenha acesso ao aparelho desbloqueado.

Entre as principais limitações estão o bloqueio de transferências via Pix acima de determinados valores, restrições para pagamentos, impossibilidade de alterar dados sensíveis da conta e redução do acesso a funções consideradas críticas. Dessa forma, mesmo que alguém tente movimentar o dinheiro, os prejuízos são minimizados.

Outro ponto importante é que o Modo Vigilante não exige contato imediato com o atendimento do banco para funcionar. A ativação pode ser feita diretamente pelo aplicativo, de forma rápida, permitindo que o usuário reaja com agilidade em uma situação de risco, sem depender de terceiros ou de ligações telefônicas.

Além disso, o recurso foi integrado à estratégia de segurança do Inter, que já conta com autenticação por biometria, senha, notificações em tempo real e monitoramento de transações. O Modo Vigilante surge como uma camada extra, pensada para momentos específicos em que a proteção padrão pode não ser suficiente.

Leia mais:

Veja como acionar o Modo Vigilante no app do Banco Inter para deixar sua conta mais segura

Tempo necessário: 5 minutos

  1. Abra o aplicativo do Banco Inter no seu celular e faça login normalmente na sua conta, e clique no ícone de usuário;

  2. Acesse o menu de configurações e a área relacionada à central de segurança;

  3. Clique na opção “Todas as proteções”;

  4. Selecione a opção “Modo Vigilante” dentro de “Todas as proteções”;

  5. Toque na opção para habilitar as proteções e confirme a ação conforme as instruções exibidas na tela;


  6. Após a ativação, o aplicativo passará a operar com as restrições de segurança automaticamente;

  7. Depois de ativado, o Modo Vigilante permanece ativo até que o próprio usuário desative a função dentro do aplicativo, em um ambiente seguro.

    Essa desativação também exige autenticação, garantindo que apenas o titular da conta consiga restaurar o acesso completo às funcionalidades.

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Manchester City x Chelsea: onde assistir, horário e escalações do jogo da Premier League

Neste domingo (04) Manchester City e Chelsea se enfrentam pela 20ª rodada da Premier League 2025/26. A bola rola às 14h30 (horário de Brasília) no Etihad Stadium, em Manchester (Inglaterra).

  • Manchester City x Chelsea:
    • Competição: Premier League 2025/2026
    • Rodada: 20ª
    • Data: 04/01 (domingo)
    • Horário: 14h30 (horário de Brasília)
    • ​Local: Etihad Stadium, em Manchester (Inglaterra)

CONFIRA A AGENDA DE JOGOS DOS PRÓXIMOS DIAS!

Onde assistir Manchester City x Chelsea na Premier League?

O duelo entre Manchester City x Chelsea terá transmissão na TV fechada pela ESPN e no streaming pelo Disney+.

Prováveis escalações

  • Manchester City: Donnarumma; Matheus Nunes, Rúben Dias, Aké e O’Reilly; Nico, Bernardo Silva e Phil Foden; Doku e Cherki; Haaland.
    • Técnico: Pep Guardiola.
  • Chelsea: Sanchez; Acheampong, Fofana, Chalobah e Gusto; Moisés Caicedo e Enzo Fernández; Cole Palmer, Garnacho e Estêvão; Delap.
    • Técnico: Calum McFarlane (interino).
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Michael Oliver.
    • Assistentes: Stuart Burt e Nick Greenhalgh.
    • VAR: Darren England.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Manchester City x Chelsea na Premier League

O Manchester City vem de um empate frustrante fora de casa contra o Sunderland, que encerrou uma sequência de oito vitórias consecutivas em todas as competições. Com o resultado, os Citizens desperdiçaram a chance de encostar no líder Arsenal e seguem na segunda colocação, com 41 pontos, quatro a menos que os Gunners.

O Chelsea entrou em campo pela última vez ainda no ano passado e empatou por 2 a 2 com o Bournemouth, em casa, resultado que culminou na demissão de Enzo Maresca. Os Blues somam três jogos sem vencer na Premier League, ocupam a quinta colocação com 30 pontos e buscam reagir para seguir na briga por vaga em competições continentais.

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

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