Confira aqui as novidades sobre os aplicativos, criptomoedas, metaverso, jogos , redes sociais etc, aqui você vai aprender a resolver tudo na área de tecnologia e também a ganhar dinheiro, grande parte do conteúdo te levará a ter conhecimento para ter uma renda na internet, já leia as materias e comece a fazer dinheiro hoje.
Neste domingo (21), Vasco e Corinthians se enfrentam pelo jogo de volta da final daCopa do Brasil 2025. A bola rola para a partida que vai decidir o grande campeão às 18h (horário de Brasília) no Maracanã, no Rio de Janeiro.
Onde assistir Vasco x Corinthians pela Copa do Brasil?
O duelo entre Vasco e Corinthians pelo título da Copa do Brasil terá transmissão da Globo (TV aberta), do SporTV (TV fechada), do Premiere (pay-per-view), da GE TV (YouTube) e do Prime Video (streaming).
Prováveis escalações e arbitragem
Vasco: Léo Jardim; Paulo Henrique, Carlos Cuesta, Robert Renan e Pumita Rodríguez; Thiago Mendes, Cauan Barros e Philippe Coutinho; Nuno Moreira, Andrés Gómez e Rayan.
Técnico: Fernando Diniz.
Corinthians: Hugo Souza; Matheuzinho, Gustavo Henrique, André Ramalho e Matheus Bidu; José Martínez, Maycon, Breno Bidon (Rodrigo Garro) e Carrillo; Memphis Depay e Yuri Alberto.
Técnico: Dorival Jr.
Arbitragem:
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO).
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Victor Imazu (PR).
VAR: Marco Fazekas (MG).
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
Como chegam Vasco e Corinthians para a grande decisão?
Após 14 anos do título de 2011, o Vasco tenta voltar a erguer a Copa do Brasil. Na campanha, eliminou União Rondonópolis e Nova Iguaçu por 3 a 0, passou pelo Operário-PR nos pênaltis, superou CSA e Botafogo, além de avançar diante do Fluminense também nas penalidades, garantindo vaga na final. Com o 0 a 0 no jogo de ida, quem vencer fica com a taça; novo empate leva a decisão aos pênaltis, cenário que o goleiro Léo Jardim espera evitar após atuações decisivas no torneio.
O Corinthians busca o tetracampeonato da Copa do Brasil e chegou à final após eliminar o Cruzeiro nos pênaltis por 5 a 4. Antes, passou com autoridade por Novorizontino, Palmeiras e Athletico-PR. Sem desfalques, Dorival Júnior terá força máxima, e Memphis Depay, que fez trabalho específico, não preocupa para a decisão.
Neste sábado (20), Tottenham e Liverpool se enfrentam pela 17ª rodada da Premier League. A bola rola às 14h30 (horário de Brasília) no Tottenham Stadium, em Londres, na Inglaterra.
Tottenham x Liverpool
Competição: Premier League
Rodada: 17ª
Data: 20/12 (sábado)
Horário: 14h30 (horário de Brasília)
Local: Tottenham Stadium, em Londres, na Inglaterra
O Tottenham entra em campo em busca de reabilitação após a dura derrota para o Nottingham Forest na última rodada. O revés encerrou a sequência de duas vitórias e aumentou novamente a pressão sobre o técnico Thomas Frank, em meio a uma campanha irregular na Premier League.
O Liverpool conseguiu estancar a sequência de derrotas e agora soma cinco jogos de invencibilidade. Com duas vitórias consecutivas, os Reds buscam o terceiro triunfo seguido para retomar o bom desempenho exibido no início da temporada.
Neste sábado (20) Manchester City e West Ham se enfrentam pela 17ª rodada da Premier League 2025/26. A bola rola às 12h (horário de Brasília) no Etihad Stadium, em Manchester (Inglaterra).
Manchester City x West Ham:
Competição: Premier League 2025/2025
Rodada: 17ª
Data: 20/12 (domingo)
Horário: 12h (horário de Brasília)
Local: Etihad Stadium, em Manchester (Inglaterra)
Onde assistir Manchester City x West Ham na Premier League?
O duelo entre Manchester City e West Ham terá transmissão exclusiva pelo streaming Disney+.
Prováveis escalações
Manchester City: Donnarumma; Matheus Nunes, Rúben Dias, Gvardiol e O’Reilly; Nico González; Bernado Silva, Rayan Cherki, Phil Foden e Savinho (Tijani Reijnders); Haaland.
Técnico: Pep Guardiola.
West Ham: Areola; Walker-Peters, Jean-Clair Todibo, Mavropanos e Oliver Scarles; Freddie Potts, Soungoutou Mangassa, Mateus Fernandes e Lucas Paquetá; Jarrod Bowen e Summerville.
Técnico: Nuno Espírito Santo.
Arbitragem:
Árbitro: Paul Tierney
Assistentes: Richard West e Marc Perry
VAR: Alex Chilowicz
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Manchester City chega ao duelo na vice-liderança da Premier League, com 34 pontos, dois a menos que o Arsenal, e vive bom momento na temporada. A equipe garantiu vaga na semifinal da Copa da Liga ao bater o Brentford e, em casa, Pep Guardiola deve escalar força máxima, com exceção de Doku, lesionado.
O West Ham vive situação oposta, ocupando a 18ª posição com 13 pontos e brigando contra o rebaixamento. A equipe vem de derrota por 3 a 2 para o Aston Villa, após sofrer virada, evidenciando fragilidades defensivas. Fora de casa, Nuno Espírito Santo não terá Wan-Bissaka e Malick Diouf, convocados para a Copa Africana de Nações.
A biodiversidade brasileira é um dos maiores tesouros do planeta, mas muitas espécies raras correm o risco de desaparecer sem uma intervenção precisa. Felizmente, a integração de inteligência artificial e sensores avançados está revolucionando a forma como cientistas mapeiam e protegem nossa flora nativa.
Monitoramento por inteligência artificial e satélites
A tecnologia de monitoramento remoto aliada a algoritmos de aprendizado de máquina permite identificar variações sutis em biomas densos. De acordo com informações da Embrapa, o uso de inteligência artificial tem sido um aliado fundamental na identificação de espécies arbóreas e plantas raras em larga escala, permitindo que pesquisadores localizem populações isoladas que antes eram invisíveis aos métodos tradicionais.
Essas ferramentas tecnológicas oferecem uma série de capacidades cruciais para a conservação:
🔍Reconhecimento automatizado
Algoritmos que identificam espécies através de padrões de folhas e cascas em fotos de alta resolução.
🗺️Previsão de habitat
Modelos que indicam onde uma planta rara tem mais chances de sobreviver com base no solo e clima.
🚨Detecção de ameaças
Alertas imediatos sobre desmatamento ou invasão de espécies exóticas em áreas de preservação.
📊Análise de biomassa
Cálculo preciso do carbono estocado e da saúde geral da vegetação monitorada.
Sensores de solo e a Internet das Coisas
Para proteger plantas que restam apenas em pequenos nichos ecológicos, pesquisadores utilizam sensores de IoT (Internet das Coisas) espalhados estrategicamente pelo terreno. Esses dispositivos monitoram em tempo real a umidade do solo, a temperatura ambiente e a incidência de luz, enviando dados cruciais para centros de pesquisa. Essa aplicação da IA e da conectividade permite entender exatamente quais condições ambientais estão levando uma espécie ao declínio.
Com esses dados, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) pode criar planos de manejo muito mais eficazes. Se um sensor detecta uma queda atípica na umidade de uma região que abriga uma flor rara, as equipes de campo podem intervir antes que a planta sofra danos irreversíveis, garantindo a manutenção do microclima necessário para sua reprodução.
Para proteger plantas que restam apenas em pequenos nichos ecológicos, pesquisadores utilizam sensores de IoT – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)
Drones e o mapeamento de precisão em áreas remotas
Drones equipados com câmeras multiespectrais conseguem sobrevoar cânions e florestas fechadas, capturando detalhes que satélites comuns não alcançam. Essa tecnologia é essencial para a sustentabilidade dos projetos de reflorestamento, pois permite lançar sementes de espécies raras em locais de difícil acesso para seres humanos, acelerando a recuperação de áreas degradadas.
Tecnologias para Conservação de Plantas Raras
🛰️
Drones LiDAR
Função: Mapeamento 3D da estrutura florestal.
Benefício: Identifica plantas raras escondidas sob o dossel das árvores.
🌡️
Sensores IoT
Função: Monitoramento contínuo de microclima.
Benefício: Garante níveis ideais de umidade e luz para espécies sensíveis.
🧬
Bancos de DNA Digital
Função: Armazenamento de sequências genéticas.
Benefício: Preserva a identidade genética das espécies para o futuro.
👁️🗨️
Visão Computacional
Função: Classificação automática de imagens.
Benefício: Acelera o inventário botânico diretamente em campo.
O papel das instituições e a proteção do futuro verde
Projetos apoiados pelo WWF Brasil e outras organizações utilizam a ciência de dados para criar corredores ecológicos digitais. Ao cruzar informações de diferentes fontes, é possível entender como as mudanças climáticas globais afetarão a flora brasileira nas próximas décadas. A proteção do meio ambiente deixou de ser apenas um trabalho de campo braçal e se tornou uma operação tecnológica de alta complexidade.
O futuro da preservação das plantas brasileiras depende dessa simbiose entre a biologia tradicional e as novas fronteiras da computação. À medida que as ferramentas de análise se tornam mais acessíveis, a chance de salvarmos espécies que estão à beira da extinção aumenta consideravelmente, garantindo que a riqueza natural do país continue viva para as próximas gerações.
A corrida pela inteligência artificial (IA) levou a indústria de tecnologia a investir cerca de US$ 400 bilhões (aproximadamente R$ 2 trilhões) em chips e data centers apenas neste ano.
Mas cresce a preocupação: esses chips estariam ficando obsoletos rápido demais, colocando em risco lucros, empresas e até a economia, explica o TechXplore.
Menos de um ano após o Blackwell, a Nvidia já projeta o Rubin, com desempenho 7,5 vezes maior, encurtando o ciclo de vida dos chips (Imagem: Hairem/Shutterstock)
Chips cada vez mais potentes — e descartáveis
Antes do boom da IA generativa, empresas de computação em nuvem trabalhavam com uma vida útil média de cerca de seis anos para chips e servidores. Esse cenário mudou drasticamente.
A combinação de desgaste e obsolescência tecnológica torna difícil sustentar essa previsão.
Mihir Kshirsagar, do Centro de Políticas de Tecnologia da Informação da Universidade de Princeton, à AFP
O principal motivo é a velocidade com que novos chips vêm sendo lançados. A Nvidia, líder absoluta do setor, anunciou um salto de desempenho impressionante: menos de um ano após lançar o chip Blackwell, revelou que o Rubin, previsto para 2026, será 7,5 vezes mais potente. Com isso, equipamentos recém-adquiridos passam a perder valor em ritmo acelerado.
De acordo com o analista Gil Luria, da D.A. Davidson, nesse cenário os chips de IA podem perder entre 85% e 90% do valor em apenas três ou quatro anos. O próprio CEO da Nvidia, Jensen Huang, reconheceu o problema ao afirmar que, após o lançamento do Blackwell, “quase ninguém queria a geração anterior”.
Para investidores mais cautelosos, a rápida obsolescência dos chips de IA reforça o temor de uma possível bolha no setor (Imagem: royyimzy/iStock)
Quando a conta começa a assustar
Além da obsolescência acelerada, há outro fator preocupante: falhas técnicas. Chips de IA operam sob cargas extremas, aquecem intensamente e apresentam quebras com mais frequência. Um estudo da Meta sobre o modelo Llama apontou uma taxa anual de falhas de 9% no hardware utilizado.
Para investidores mais céticos, como Michael Burry — famoso por prever a crise de 2008 —, o cenário lembra perigosamente uma bolha. Ele chegou a chamar a situação de “fraude” em uma postagem recente.
Analistas, como Kshirsagar e Burry, estimam que a vida útil real desses chips seja de apenas dois a três anos, bem abaixo do que muitas empresas consideram em seus balanços. Isso pode afetar diretamente os lucros, já que prazos menores de depreciação aumentam os custos no curto prazo.
Diversificação protege as big techs, mas companhias concentradas em infraestrutura de IA sentem mais o impacto (Imagem: Poetra.RH/Shutterstock)
Quem corre mais risco nessa corrida da IA
Nem todas as empresas estão igualmente expostas. Gigantes, como Google, Amazon e Microsoft contam com receitas diversificadas. Já companhias mais focadas em infraestrutura de IA enfrentam um cenário mais delicado.
Entre os principais riscos estão:
Endividamento elevado para comprar chips de última geração.
Dependência excessiva de poucos clientes de nuvem.
Data centers caros que precisam ser atualizados com frequência.
Chips usados como garantia em empréstimos.
Dificuldade para captar capital se a lucratividade cair.
Algumas empresas tentam reduzir o impacto reaproveitando chips mais antigos em tarefas menos exigentes. Segundo Jon Peddie, da Jon Peddie Research, modelos de 2023 ainda podem ser úteis como backup ou para aplicações secundárias — desde que isso faça sentido economicamente.
O Google ampliou as capacidades de verificação de conteúdo do Gemini e passou a permitir a análise de vídeos criados ou editados com seus próprios modelos de inteligência artificial (IA).
A partir de agora, usuários podem enviar um vídeo ao assistente e perguntar diretamente se ele foi gerado com IA do Google, recebendo uma resposta detalhada baseada em sinais técnicos incorporados ao material.
A novidade expande um recurso lançado em novembro, quando o Gemini passou a identificar imagens produzidas ou alteradas com ferramentas de IA da empresa. Na ocasião, o Google já havia sinalizado que o suporte a vídeos chegaria em breve.
Sistema aponta trechos específicos marcados como conteúdo gerado artificialmente (Imagem: Google)
Como funciona a verificação de vídeos
O Gemini analisa tanto os elementos visuais quanto o áudio em busca do SynthID, a marca d’água digital proprietária do Google.
Segundo a empresa, o sistema não se limita a confirmar ou negar a origem do vídeo: ele também aponta momentos específicos em que a marca d’água aparece, oferecendo mais transparência sobre quais trechos foram afetados por ferramentas de IA.
O recurso é compatível com vídeos de até 100 MB e 90 segundos e está disponível em todos os países e idiomas onde o aplicativo Gemini opera.
Ferramenta tenta aumentar transparência em meio à proliferação de deepfakes (Imagem: Stock all / Shutterstock)
Limites da marcação e o desafio dos deepfakes
Embora o Google descreva o SynthID como “imperceptível”, ainda não está claro o quão resistente ele é à remoção ou se outras plataformas conseguirão detectar facilmente essas informações.
O tema ganhou destaque recentemente após a OpenAI reconhecer que marcas d’água em vídeos do Sora podiam ser removidas com relativa facilidade.
O Google também incorpora metadados no padrão C2PA em alguns conteúdos gerados por IA, mas a falta de uma adoção coordenada entre redes sociais e plataformas de vídeo continua permitindo que deepfakes circulem sem identificação clara.
Com a expansão para vídeos, o Google dá mais um passo para oferecer ferramentas de verificação, mas o combate à desinformação gerada por IA ainda depende de padrões mais amplos e interoperáveis.
Gemini passa a checar se vídeos foram gerados por IA do Google (Imagem: miss.cabul/Shutterstock)
Com a chegada do Natal, escolher um presente que realmente agrade pode ser um desafio — especialmente quando o assunto envolve games. Porém, se quem você está querendo presentear for um gamer que adora se divertir por meio de um Nintendo Switch, saiba que há diversos jogos disponíveis no mercado brasileiro e que podem agradar públicos de diferentes idades e perfis, indo de aventuras familiares a experiências maduras e cinematográficas.
Pensando nisso, reunimos uma seleção com 10 jogos da Nintendo ideais para você dar de presente a alguém especial neste Natal. A lista traz variedade de gêneros, relevância no mercado e compatibilidade com os consoles mais recentes da marca.
10 jogos de Nintendo Switch para presentear no Natal de 2025
A lista a seguir contempla jogos que rodam no Nintendo Switch 1, além de títulos desenvolvidos ou otimizados exclusivamente para o Nintendo Switch 2, console que amplia o desempenho gráfico e a complexidade das experiências. A ideia é oferecer opções tanto para quem já possui o Switch tradicional quanto para quem está investindo na nova geração da Nintendo.
Hogwarts Legacy
Este game é uma excelente forma de reviver um pouco do mundo de Harry Potter
(Imagem: Divulgação/Nintendo)
Lançado em novembro de 2023 na versão para o Nintendo Switch, o game Hogwarts Legacy é um RPG de ação ambientado no universo de Harry Potter, permitindo ao jogador explorar Hogwarts e seus arredores na década de 1800. A história é original, com foco em escolhas, feitiços, combate e exploração mágica.
O jogo é mais um da famosa franquia do Super Mario (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Este é um dos jogos mais aclamados da franquia Mario, traz uma aventura em mundos abertos, com mecânicas criativas e foco em exploração. Mario vive diversas aventuras ao lado de seu novo aliado Cappy. Eles viajam por diferentes reinos para resgatar a Princesa Peach. O game foi lançado em outubro de 2017.
O título é excelente para quem deseja ter um pouco mais de ação (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Continuação aguardada da saga Metroid Prime, o jogo, lançado no dia 4 de dezembro de 2025, retorna à perspectiva em primeira pessoa, combinando exploração, combate e narrativa sci-fi, com Samus Aran enfrentando novas ameaças espaciais.
Grand Theft Auto: The Trilogy – The Definitive Edition
GTA é um dos grandes clássico do mundo dos games (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Esta é uma coletânea remasterizada que reúne GTA III, Vice City e San Andreas, com melhorias visuais e ajustes de jogabilidade, oferecendo três campanhas completas em mundo aberto. O lançamento dela aconteceu em novembro de 2021.
Grand Theft Auto: The Trilogy – The Definitive Edition | Nintendo Switch 1
Explore um mundo aberto de fantasia por meio de The Witcher (Imagem: Divulgação/Nintendo)
RPG de ação consagrado, lançado em janeiro de 2021, acompanha o bruxo Geralt de Rívia, um mercenário exterminador de monstros, em um vasto mundo aberto repleto de decisões morais, missões profundas e narrativa densa. Vale destacar ainda que o game conta com expansões na versão para Switch.
O jogador deste título pode se tornar uma assassina shinobi letal e um poderoso samurai lendário durante sua exploração em um mundo aberto maravilhoso em tempos caóticos (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Presentear alguém com este game é dar a pessoa a oportunidade de ela vivenciar o Japão feudal, isso porque o novo Assassin’s Creed é ambientado neste local e época. Além disso, aposta em dois protagonistas jogáveis, furtividade aprimorada e mundo aberto dinâmico, explorando conflitos históricos e políticos. O lançamento do game aconteceu em 2 de dezembro de 2025.
Que tal proporcionar a alguém a possibilidade de vivenciar a experiência de ser um atleta? O game da EA pode dar um pequeno gostinho disso (Imagem: Divulgação/Nintendo)
A edição mais recente da principal franquia de futebol americano traz gráficos renovados, inteligência artificial aprimorada e modos competitivos atualizados, aproveitando o desempenho do Switch 2 e entregando uma jogabilidade mais robusta e sofisticada, dando maior autenticidade ao game. O game foi lançado em 14 de agosto de 2025.
Essa é uma opção que pode entregar ainda mais adrenalina ao jogador (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Remake dos clássicos jogos de skate, combinando fases icônicas, trilha sonora marcante e controles refinados, agora com visual moderno e suporte total ao novo console da Nintendo. O game ainda traz novas pistas, novos skatistas e claro, diversas manobras radicais.
Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 – Standard Edition | Nintendo Switch
Cyberpunk imerge o jogador em um universo futurístico (Imagem: Divulgação/Nintendo)
RPG de ação em mundo aberto ambientado em Night City, uma megalópole que tem como foco o poder, modificação corporal e glamour. O jogo se passa em um futuro distópico dominado por tecnologia e corporações. A versão para Switch 2 entrega a experiência completa, com campanha extensa e narrativa madura. A experiência do game faz com que o jogador entre na pele de V, um mercenário cyberpunk e lute contra forças poderosas da cidade em busca de glória e sobrevivência.
Este título dá a oportunidade de o jogador ver como é ser um Agente 47 em uma aventura de espionagem definitiva que se passa em mais de 20 locais (Imagem: Divulgação/Nintendo)
A pessoa que você deseja presentear neste Natal é fã da franquia Hitman? Então, esse título, que é uma compilação na qual reúne os principais capítulos da fase moderna de HITMAN, com certeza irá agradá-la. Isso porque o jogo oferece missões amplas, liberdade de abordagem e alto nível de rejogabilidade, agora rodando localmente no Switch 2.
Símbolo de luxo e resistência, o diamante vai muito além do seu valor estético. Popularmente considerado o material natural mais duro do planeta, ele desperta o interesse da ciência por suas propriedades únicas.
Mas o que torna essa pedra tão extraordinária? A resposta está na combinação entre sua estrutura atômica, processos geológicos extremos e leis fundamentais da física.
O que caracteriza a dureza do diamante
Como se forma um diamante
Diamante Motswedi, de 2.488 quilates e cerca de meio quilo, é o segundo maior já descoberto no mundo. Crédito: CNW Group/Lucara Diamond Corp.
O diamante se forma a cerca de 150 quilômetros abaixo da superfície terrestre, no manto da Terra. Nesse ambiente extremo, o carbono puro é submetido a pressões superiores a 60 mil atmosferas e temperaturas que podem ultrapassar 1.500 graus Celsius.
Nessas condições, os átomos de carbono se organizam de maneira altamente estável, dando origem ao cristal de diamante. Posteriormente, erupções vulcânicas profundas, conhecidas como kimberlíticas, transportam esses cristais até a superfície.
Estrutura do diamante
Conceito artístico da fase BC8 (ou superdiamante), uma configuração molecular única cúbica centrada no corpo de oito átomos de carbono. Crédito: Flavia Correia via DALL-E/Olhar Digital
O segredo da dureza do diamante está em sua estrutura cristalina. Cada átomo de carbono se liga a outros quatro átomos por meio de ligações covalentes muito fortes, formando uma rede tridimensional rígida e estável.
Esse arranjo tetraédrico distribui a força de maneira uniforme, dificultando a deformação da estrutura. É essa organização interna que torna o diamante tão resistente a riscos e desgaste.
A resistência a riscos
Imagem: Christie’s
A dureza do diamante está diretamente relacionada à sua capacidade de resistir a riscos. Ele ocupa o nível máximo, 10, na Escala de Mohs, o que significa que consegue riscar qualquer outro mineral conhecido na natureza. Nenhum material natural, exceto outro diamante, é capaz de arranhar sua superfície. Essa característica faz com que o diamante mantenha seu brilho e polimento por décadas, mesmo em uso diário.
Como se mede a dureza
Imagem: Byjeng/Shutterstock
A forma mais conhecida de medir a dureza é a Escala de Mohs, criada no século XIX. Ela compara minerais de acordo com sua capacidade de riscar outros materiais. O diamante define o topo da escala.
Em laboratório, também são usados testes quantitativos, como o de dureza Vickers, nos quais um penetrador de diamante pressiona a superfície do material analisado. Esses testes confirmam que a dureza do diamante é muito superior à de minerais como quartzo, rubi e safira.
Diamante / Crédito: New Africa (Shutterstock/reprodução)
Apesar da fama, o diamante não é inquebrável. A Escala de Mohs mede resistência a riscos, não resistência a impactos. O diamante possui planos naturais de clivagem, que são direções onde a estrutura pode se partir com um golpe forte e bem direcionado.
Essa característica, inclusive, é explorada na lapidação, quando especialistas cortam a pedra com precisão para maximizar seu brilho. Portanto, embora seja extremamente duro, o diamante pode lascar ou quebrar.
Qual a vida útil de um diamante
Crédito: CC0/Wikimedia Commons
Em condições normais, o diamante pode durar milhões de anos sem sofrer alterações significativas. Ele é quimicamente estável e resistente à maioria dos ácidos. No entanto, em temperaturas muito altas e na presença de oxigênio, pode queimar e se transformar em dióxido de carbono. Na prática, sua durabilidade supera a de qualquer objeto criado pelo ser humano, o que reforça sua imagem como símbolo de eternidade.
O uso do diamante no mundo reflete sua dureza
A dureza extrema do diamante o torna indispensável em diversas áreas. Na indústria, ele é usado em ferramentas de corte, perfuração e polimento de materiais duros, como concreto, cerâmica e ligas metálicas. Brocas, serras e rebolos com pontas de diamante garantem precisão e durabilidade.
O diamante é conhecido como material mais duro da Terra – mas as coisas podem mudar. Crédito: New Africa – Shutterstock
Na medicina, bisturis de diamante permitem cortes extremamente precisos. Na eletrônica e na óptica, o material é valorizado por sua alta condutividade térmica e resistência.
Atualmente, os diamantes sintéticos dominam o uso industrial, pois oferecem as mesmas propriedades físicas do diamante natural com menor custo.
O mercado do entretenimento se transformou profundamente ao longo das últimas décadas. Obras que antes existiam em um formato isolado passaram a ocupar diversos espaços ao mesmo tempo.
São universos que se expandem para TV, cinema, quadrinhos, games e produtos licenciados, movimentando bilhões e moldando a cultura pop global.
A seguir, o artigo explica como funcionam essas franquias e apresenta um panorama das maiores arrecadações globais.
A Disney é a detentora de diversas franquias que figuram entre as mais lucrativas do mundo. (Disney/reprodução)
Franquia multimídia é um conjunto de obras derivadas que nascem de uma criação original. Esse conceito abrange universos que se estendem por diversos meios, como filmes, quadrinhos, games, séries, livros e produtos licenciados.
Esse tipo de franquia se desenvolve quando uma obra ganha popularidade suficiente para se expandir para outros formatos. O processo costuma envolver licenciamento, permitindo que empresas produzam conteúdos e produtos oficiais com personagens e cenários do universo original.
Para que uma obra seja considerada franquia multimídia, ela precisa existir em ao menos três formatos diferentes e ter mais de uma produção em dois desses formatos.
As maiores franquias multimídia do mundo
Atenção: os valores são estimativas e correspondem aos dados da License Global’s Retail Report e do Visual Capitalist.
Pokémon
Pokémons (Crédito: OLM, Inc. e Pokémon Company)
Pokémon lidera a lista das franquias mais lucrativas do planeta. O universo movimenta cerca de 147 bilhões de dólares. A maior parte desse valor vem de produtos licenciados, que somam cerca de 102,9 bilhões.
Os jogos representam outra fatia significativa, com 27,6 bilhões, seguidos pelos cards colecionáveis, que alcançam 12,1 bilhões.
Mesmo com um faturamento mais discreto em cinema, quadrinhos e home video, a marca se mantém como um fenômeno global desde os anos 1990.
Hello Kitty
Hello Kitty Super Style via Max/Sanrio/reprodução
Criada pela designer Yuko Shimizu, da Sanrio, em 1974, Hello Kitty aparece em segundo lugar no ranking, com aproximadamente 89 bilhões de dólares, quase todo esse valor vindo de merchandising.
A personagem japonesa tornou-se um ícone global sem depender de grandes franquias de filmes ou games. Sua força está na venda de produtos, que vão de material escolar a roupas, acessórios e até parcerias de luxo.
Winnie the Pooh (Ursinho Puff)
Winnie the Pooh (Ursinho Puff) / Crédito: Disney (divulgação)
O ursinho guloso que adora mel e seus amigos é outra franquia que tem nos produtos licenciados sua principal fonte de receita. A marca soma cerca de 76 bilhões de dólares, sustentada principalmente por itens licenciados.
Além disso, mantém presença constante em livros, animações, filmes e até games. A autoria do escritor inglês A. A. Milne e os direitos atualmente pertencentes à Disney reforçam a longevidade da franquia, mas o merchandising continua sendo o coração do negócio.
Mickey Mouse e Amigos
Mickey Mouse e Amigos / Crédito: Disney (divulgação)
A marca mais clássica da Disney soma cerca de 74 bilhões de dólares, com forte predominância do licenciamento.
Mickey e seus companheiros continuam entre os personagens mais reconhecidos do mundo, sustentando uma vasta cadeia de produtos que vai de brinquedos a artigos domésticos, além de animações e games.
A bilheteria de suas produções representa uma fatia menor, porém constante, do total arrecadado.
Star Wars
Star Wars faz parte de uma das franquias mais bem-sucedidas da história (Divulgação: LucasFilm)
A saga Star Wars nasceu no cinema, mas sua expansão para outras mídias garantiu que se tornasse uma das franquias mais diversificadas da indústria. O universo criado por George Lucas já arrecadou cerca de 70 bilhões de dólares.
Além dos filmes, o alcance de Star Wars se estende por merchandising, games, quadrinhos, livros e muito mais. Os produtos licenciados respondem por 42,2 bilhões, enquanto os games somam cerca de 6 bilhões. As bilheterias ultrapassam 10 bilhões, reforçando o impacto cultural e comercial da saga.
Assim como outras dessa lista, Star Wars é mais uma franquia que está dentro da Disney.
Anpanman
Anpanman / Crédito: TMS Entertainment (divulgação)
Este é o nome mais surpreendente da lista. Praticamente desconhecida no Brasil e em boa parte do Ocidente, a franquia é um fenômeno absoluto no Japão. Anpanman movimenta cerca de 56 bilhões de dólares, impulsionada principalmente por produtos licenciados.
O personagem aparecem em praticamente tudo no cotidiano das crianças japonesas, desde roupas, brinquedos e videogames a salgadinhos. A marca também está presente em filmes, séries e materiais educativos.
A influência de Anpanman é tão grande que transbordou para outras obras. O personagem inspirou a criação de Saitama, protagonista do anime e mangá One-Punch Man, e também chegou à música pop, como na canção “Anpanman”, do grupo BTS.
A franquia Disney Princess movimenta cerca de 46 bilhões de dólares e reúne personagens femininas de diferentes eras dos filmes da Disney. A marca é uma das mais fortes do licenciamento global, especialmente em vestuário, brinquedos e material escolar.
Ao longo dos anos, expandiu-se para bonecas, vídeos musicais, itens de beleza, decoração, produtos infantis e colecionáveis.
Grandes empresas como Funko, Lego, Hasbro, Mattel e Fisher-Price já produziram linhas exclusivas da marca, consolidando Disney Princess como uma das franquias mais influentes e lucrativas do entretenimento infantil.
Jump Comics (Shōnen Jump)
Crédito: Jump FORCE (Bandai Namco / reprodução)
A gigante dos quadrinhos japoneses reúne alguns dos maiores mangás já publicados. O selo da editora Shueisha foi responsável por séries que marcaram gerações, como Dragon Ball, One Piece, Naruto, Os Cavaleiros do Zodíaco, Yu Yu Hakusho, Yu-Gi-Oh! e Hunter x Hunter. Também assina sucessos mais recentes, como Demon Slayer e Jujutsu Kaisen.
A marca movimenta cerca de 40 bilhões de dólares, impulsionada principalmente pela venda de mangás, que responde pela maior parte do faturamento. Games baseados nessas obras também aparecem como uma fonte importante de receita.
Super Mario
Super Mario Odyssey / Crédito: Nintendo (divulgação)
Mario é uma das franquias mais importantes da história dos games. O personagem da Nintendo se tornou praticamente sinônimo de videogame, com títulos que vão das aventuras clássicas em 2D e 3D a jogos de corrida, esporte, luta e vários outros gêneros.
Cada novo lançamento é um evento aguardado por jogadores de todos os perfis, dos mais dedicados aos casuais.
O universo movimenta cerca de 38 bilhões de dólares. A maior parte desse valor vem dos jogos, que somam 32,4 bilhões. O merchandising representa 4,3 bilhões, enquanto as bilheterias aparecem de forma mais modesta, embora tenham ganhado destaque após o filme recente, que já tem uma sequência a caminho.
Universo Cinematográfico da Marvel (MCU)
The Avengers (2012) / Crédito: Disney+ (divulgação)
Os heróis da Marvel Comics já eram amplamente conhecidos, mas a adaptação para o cinema levou esses personagens a um novo patamar de popularidade.
O Universo Cinematográfico da Marvel movimenta cerca de 35 bilhões de dólares. As bilheterias somam mais de 22 bilhões, um dos maiores totais da história do cinema, enquanto produtos licenciados respondem por outros 12,5 bilhões.
A franquia também se expandiu para séries, games e diversas mídias, consolidando-se como um dos maiores fenômenos globais do entretenimento moderno.