8 filmes com muito tiro para assistir no Amazon Prime Video

Quer assistir a filmes com ação constante e tiroteios do começo ao fim? O Amazon Prime Video reúne em seu catálogo várias opções que vão agradar quem gosta de alta tensão e muita adrenalina.

Para te ajudar, selecionamos 8 filmes de ação com muita emoção e tiros para você aproveitar no Prime Video.

Chefes de Estado (2025)

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Heads of State (2025) / Crédito: Amazon Prime VIdeo (divulgação)

Idris Elba e John Cena são as grandes estrelas do filme de ação e comédia “Chefes de Estado”.

Cena interpreta o presidente dos EUA, enquanto Elba vive o primeiro-ministro do Reino Unido. Eles precisam trabalhar juntos para impedir que um criminoso russo provoque uma crise internacional. O elenco ainda conta com Priyanka Chopra.

The Killer (2024)

The Killer
The Killer (2024) / Crédito: Peacock (divulgação)

Sob a direção de John Woo, cineasta de Hong Kong especialista em filmes com muito tiro, “The Killer” é uma produção cheia de momentos empolgantes.

Na trama, uma assassina (Nathalie Emmanuel), que deveria eliminar todos numa missão, poupa uma cantora que fica cega. Porém, ao descobrir que a vítima foi sequestrada, a assassina se une a um inspetor (Omar Sy) para enfrentar os criminosos.

O longa é um remake do clássico de Hong Kong “O Matador”, também dirigido pelo próprio Woo.

Cidade do Ódio (1997)

City of Industry
City of Industry (1997) / Crédito: Orion Pictures (divulgação)

Estrelado por Harvey Keitel e Stephen Dorff, “Cidade do Ódio” é um neo-noir intrigante. Na trama, o ladrão aposentado Roy (Keitel) ajuda o irmão e um grupo de comparsas em um assalto a uma joalheria.

Todavia, após o roubo, um dos envolvidos (Dorff) trai o grupo e mata o irmão de Roy.

A partir disso, Roy inicia uma perseguição para rastrear o traidor.

Canário Negro (2024)

Canary Black
Canary Black (2024) / Crédito: Amazon Prime Video (divulgação)

Protagonizado por Kate Beckinsale, “Canário Negro” é um filme de ação e espionagem original do Prime Video.

Na trama, uma agente de elite (Beckinsale) é chantageada com o sequestro do marido para recuperar um arquivo cobiçado por criminosos.

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Braddock: O Super Comando (1984)

Missing in Action
Missing in Action (1984) / Crédito: Metro-Goldwyn-Mayer (divulgação)

Com o ícone dos filmes de ação Chuck Norris no papel principal, Braddock: O Super Comando é um filme de ação produzido pela The Cannon Group.

Na trama, o coronel Braddock (Norris) retorna ao Vietnã para resgatar soldados americanos desaparecidos após a guerra.

Coquetel Explosivo (2021)

Gunpowder Milkshake
Gunpowder Milkshake (2021) / Crédito: STX Films, StudioCanal, Amazon Prime VIdeo (divulgação)

Com forte inspiração em “John Wick”, “Coquetel Explosivo” segue a assassina Sam (Karen Gillan), que precisa unir forças com sua mãe (Lena Headey) e ex-colegas para proteger uma menina de assassinos rivais.

O elenco também conta com Carla Gugino, Michelle Yeoh e Angela Bassett.

O Silêncio da Vingança (2023)

Silent Night
Silent Night (2023) / Crédito: Lionsgate (divulgação)

Mais um filme dirigido por John Woo, “O Silêncio da Vingança” segue um pai (Joel Kinnaman) cuja vida vira de cabeça para baixo quando seu filho é morto em um tiroteio de gangues na véspera de Natal.

Devastado e sem voz devido a um tiro na garganta, ele se prepara para enfrentar os responsáveis e buscar justiça de forma implacável. Por causa da fala comprometida do protagonista, o filme quase não tem diálogos.

Alvo Duplo (2012)

Bullet to the Head
Bullet to the Head (2012) / Crédito: Warner Bros. Pictures (Divulgação)

Baseado na graphic novel francesa “Du plomb dans la tête”, “Alvo Duplo” é um filme de ação dirigido por Walter Hill e estrelado pelo astro da ação Sylvester Stallone.

Na trama, um assassino profissional (Sylvester Stallone) se une a um policial (Sung Kang) para investigar uma rede de corrupção e enfrentar criminosos perigosos em Nova Orleans.

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Pesquisa mostra que 1 em cada 4 adolescentes no Reino Unido recorre a chatbots de IA em busca de apoio psicológico

Um estudo recente do Youth Endowment Fund aponta que cerca de 25% dos adolescentes de 13 a 17 anos na Inglaterra e no País de Gales recorreram, no último ano, a chatbots de inteligência artificial como ChatGPT para lidar com questões de saúde mental. A proporção chega a quase 40% entre jovens afetados pela violência urbana — tanto vítimas quanto envolvidos —, segundo a pesquisa com mais de 11 mil jovens.

Por que os jovens estão usando IA

Para muitos adolescentes, a opção por chatbots vem da sensação de segurança. Uma reportagem do The Guardian, por exemplo, trouxe a história de Shan (nome fictício), um jovem que após perder amigos vítimas de violência, relatou que manter conversas com a IA era mais fácil, íntimo e disponível — sem o risco de julgamentos, como costuma ocorrer em ambientes escolares ou institucionais.

Além disso, o uso da IA parece ser impulsionado pelas longas filas de espera no sistema tradicional de saúde mental e pela desconfiança de algumas famílias ou instituições. Para certos jovens — especialmente garotos envolvidos com gangues — os chatbots parecem uma alternativa mais discreta e confiável do que recorrer a professores ou demais adultos.

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jovem no computador leva a mão ao rosto
Especialistas dizem que existem sérios problemas no uso da IA como substituta de um profissional de saúde (Imagem: Aleksey Boyko / Shutterstock.com)

Autores da pesquisa pedem mais regulamentação — e a voz dos jovens

Em declaração destacada no The Guardian, Jon Yates, diretor-executivo do Youth Endowment Fund, disse que: “Muitos jovens estão enfrentando problemas de saúde mental e não conseguem obter o apoio necessário. Não é surpresa que alguns estejam recorrendo à tecnologia em busca de ajuda. Precisamos fazer mais pelos nossos jovens, especialmente pelos mais vulneráveis. Eles precisam de um ser humano, não de um robô.”

Pesquisadores alertam que o debate sobre uso de IA na saúde mental deve incluir os jovens — afinal, são eles os mais afetados e os que mais recorrem a esses serviços. A proposta: criação de diretrizes regulatórias desenvolvidas por (e para) o público jovem.

O atendimento realizado por um humano ainda é tido como a forma mais eficaz de combater problemas psicológicos (Imagem: Kmpzzz/Shutterstock)

Especialistas soam o alarme: chatbots não são terapeutas

Apesar da popularidade crescente, o uso de chatbots para suporte emocional desperta sérios questionamentos. Pesquisa recente do Common Sense Media revelou que plataformas como ChatGPT, Gemini e Claude frequentemente falham em identificar sinais de sofrimento como depressão, ansiedade, distúrbios alimentares ou psicose — condições que afetam cerca de 20% dos jovens.

Os problemas apontados incluem:

  • Falha em detectar sintomas de risco, dando prioridade a explicações relacionadas a questões físicas da pessoa.
  • Tendência a manter conversas longas e amigáveis, o que pode criar dependência emocional com a máquina, ao invés de incentivar ajuda real.
  • Uso de tom empático e respostas genéricas que dão falsa sensação de segurança — especialmente perigosa se o jovem estiver em crise.

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É possível estar 100% anônimo na internet?

A ideia de estar anônimo na internet mudou drasticamente. Se antes bastava abrir uma aba anônima, hoje a internet funciona como um grande sistema de rastreamento, potencializado pela inteligência artificial generativa. Cada clique, frase digitada ou simples movimento do mouse pode revelar informações sobre quem está navegando.

Este artigo explica como a IA identifica usuários sem login e o que ainda é possível fazer para proteger a privacidade.

Leia Mais:

Como a IA consegue te identificar mesmo sem login?

A IA (Inteligência Artificial) consegue rastrear usuários sem um login direto por meio de métodos avançados que criam uma “impressão digital” digital única para cada indivíduo ou dispositivo.

mulher digita no notebook diante de telas coloridas que estão "saltadas" do monitor
Navegar de forma anônima na internet está cada vez mais difícil (Imagem: @Freepik/Freepik)

O rastreamento moderno vai além dos cookies

A web atual opera com uma coleta contínua de dados. Além dos cookies, entram em cena:

  • fingerprint de navegador;
  • metadados de conexão;
  • padrão de escrita e digitação;
  • ritmo de navegação;
  • características do dispositivo.

Esses elementos permitem formar um “perfil invisível” mesmo sem cadastro ou conta ativa

Como a IA te reconhece sem saber seu nome

O texto base, de tudo que você digita é “transformado em impressão digital”. Destaca que cada interação é interpretada como comportamento, não apenas como ação. A IA analisa todos estes itens:

  • tom e vocabulário das mensagens;
  • estrutura das frases;
  • erros recorrentes;
  • idioma e referências culturais.

Cada prompt funciona como uma impressão digital semântica. Somado a isso, surgem os “cookies biométricos”, como padrão de digitação, toque na tela e movimentos do mouse, identificadores que não desaparecem ao limpar o histórico.

A privacidade no celular segue a mesma dinâmica (Imagem: babar ali 1233/Shutterstock)

A privacidade na internet acabou com a chegada da IA?

O avanço da personalização exige rastreamento contínuo. Quanto mais precisas as sugestões, mais dados são coletados.

Portanto, a privacidade não desapareceu, mas virou uma escolha ativa. A navegação padrão hoje é transparente por padrão, e somente com ferramentas específicas é possível restaurar algum grau de invisibilidade.

Então, sem login, sistemas conseguem correlacionar:

  • horários de uso – a IA começará a criar um padrão de análise do horário que você utiliza o dispositivo e eventual acesso à internet;
  • tipo de tarefa – até mesmo as atividades que você executa podem ser monitoradas e registradas;
  • temas buscados – os temas que você joga no buscador, conforme se tornam recorrentes, irão servir de indícios do usuário;
  • padrão de escrita entre sessões.

Assim, diferentes interações acabam associadas ao mesmo usuário, criando um mapa comportamental difícil de driblar.

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Inteligência Artificial é usada cada vez mais para detectar comportamento humano e imitá-lo (Imagem: SWKStock / Shutterstock.com)

Como recuperar parte do anonimato

Para buscar estar anônimo na internet, nenhuma ferramenta sozinha resolve o problema, mas a combinação reduz drasticamente a exposição. Para conseguir aumentar as condições de anonimato digital, uma estratégia multicamada deve incluir:

  • VPNs: mascaram IP, criptografam tráfego e bloqueiam rastreadores (você pode utilizar de navegadores que já trazem essa condição de forma nativa, ou usar outros aplicativos e extensões para conseguir navegar dessa forma);
  • bloqueadores de fingerprinting: são ferramentas que, como as VPNs, podem estar acopladas em navegadores ou disponíveis na forma de extensões, que dificultam o rastreamento online dos usuários por meio da coleta de características únicas de seus dispositivos e software;
  • navegadores focados em privacidade: você pode optar dentre os mais populares como o Brave, Firefox, LibreWolf e Tor, que possuem condições de personalização e bloqueadores de anúncios e rastreadores;
  • criptografia ponta a ponta: na navegação web ela funciona através do protocolo HTTPS, que utiliza a segurança da camada de transporte (TLS), garantindo que os dados trocados entre servidor e quem usa o navegador sejam ilegíveis por terceiros.
  • sandbox de dados: um ambiente isolado para testar códigos, sistemas ou programas sem afetar o ambiente principal, ou seja, de forma a não sofrer influências externas. É muito usado para desenvolvimento de softwares e cibersegurança. Uma sandbox de navegador permite que você possa navegar de forma segura em um site não confiável. Dessa forma, você pode baixar arquivos, clicar em links, executar programas e todas essas ações acontecem dentro de uma máquina virtual. Depois de fechar a sandbox do navegador, a máquina virtual é destruída junto com todos os arquivos e processos em execução.
Mulher cria currículo em editor de texto no notebook
É preciso tomar cada vez mais cuidado com nossos dados pessoais na internet (Imagem: Kaspars Grinvalds / Shutterstock)

Em suma, no cenário atual, estar 100% anônimo é praticamente impossível. Mas, com as ferramentas certas, é possível minimizar rastreamento e retomar parte do controle.

Na era da IA, privacidade é menos um padrão, e mais uma decisão estratégica.

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Eli Lilly: novo medicamento contra obesidade traz resultados expressivos

A Eli Lilly anunciou que seu medicamento experimental de próxima geração para perda de peso, o retatrutide, levou pacientes a reduzir até 28,7% do peso corporal após mais de um ano de tratamento, resultado considerado significativamente superior ao obtido por drogas já disponíveis no mercado.

Segundo a companhia, o desfecho positivo pode abrir caminho para um novo produto de alto potencial de vendas, ampliando o momento de forte desempenho da Lilly no segmento de emagrecimento, impulsionado pelas altas receitas de medicamentos para diabetes e perda de peso, como Mounjaro e Zepbound. Após, o anúncio, as ações da empresa subiram 1,2% nas negociações pré-mercado.

Logo da Lilly em um smartphone que está em uma mão; atrás, notebook com um gráfico
Ações e valor de mercado da Eli Lilly subiram após divulgação dos resultados (Imagem: MacroEcon/Shutterstock)

Como funciona o retatruride, da Eli Lilly?

  • O retatrutide pertence à mesma categoria geral de fármacos, como Ozempic e Wegovy, da Novo Nordisk, e Mounjaro e Zepbound, também da Eli Lilly;
  • A droga atua imitando três hormônios intestinais que regulam o apetite e podem aumentar o gasto energético;
  • A Eli Lilly conduziu um estudo de Fase 3 com pacientes que tinham obesidade e osteoartrite no joelho e não eram diabéticos;
  • No início do teste, todos apresentavam índice de massa corporal (IMC) de pelo menos 35, considerado um nível elevado de obesidade. Eles receberam injeções semanais do medicamento ou de placebo durante 68 semanas;
  • Os participantes que tomaram a dose mais alta do retatrutide perderam, em média, 32,2 kg — o equivalente a 28,7% do peso corporal;
  • Para efeito de comparação, a dose máxima do Zepbound mostrou capacidade de redução média de 22,5% do peso, enquanto o Wegovy, da Novo Nordisk, proporciona uma perda média abaixo de 20%.
Caneta emagrecedora de Zepbound
Zepbound é o medicamento mais eficaz dentre os que estão em circulação, mas perde para o retatruride (Imagem: oleschwander/Shutterstock)

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Benefício adicional e efeitos colaterais

O estudo também constatou que o retatrutide ajudou a aliviar a dor no joelho causada pela osteoartrite.

Os pacientes registraram efeitos colaterais gastrointestinais — como náusea e diarreia —, comuns nessa categoria de medicamentos. O analista Chris Schott, do J.P. Morgan, explicou ao The Wall Street Journal que as taxas desses efeitos foram maiores com o retatrutide do que com drogas mais antigas, como Wegovy e Zepbound, mas ainda consideradas consistentes com o perfil do segmento.

Alguns participantes interromperam o tratamento por terem perdido peso demais. Schott afirmou que o público-alvo da medicação são pessoas com IMC elevado.

Foto aérea de uma pessoa em cima de uma balança
Analista disse que medicamento tem, como público-alvo, para pessoas com IMC elevado (Imagem: SofikoS/Shutterstock)

“Acreditamos que a retatrutida poderá se tornar uma opção importante para pacientes com necessidades significativas de perda de peso e certas complicações, incluindo osteoartrite do joelho”, disse Kenneth Custer, presidente da Lilly Cardiometabolic Health. A empresa prevê que outros sete estudos clínicos de Fase 3 com o retatrutide sejam concluídos em 2026.

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Vendaval em SP: rede elétrica subterrânea é a solução?

O vendaval, cujos ventos atingiram 96 km/h no Estado de São Paulo na quarta-feira (10), deixou muios rastros de destruição e prejuízos. Entre eles, está o problema da ausência de energia elétrica, principalmente na Capital.

Segundo boletim divulgado pela Enel Distribuição, distribuidora de eletricidade do Estado, às 19h29 (horário de Brasília) desta quinta-feira (11), mais de 1,3 milhão de imóveis (15% do total atendido) da Grande São Paulo seguem sem luz.

Segundo a Enel, “cerca de 300 mil novos casos ingressaram hoje [quinta-feira] com solicitação de atendimento, em decorrência da continuidade dos ventos”. Não há prazo para restabelecimento total da rede.

Mulher com ferramenta na mão consertando uma peça de um poste elétrico
Fiação externa não possui isolamento entre cabos (Imagem: Enel Brasil)

Essa falta de energia afeta serviços essenciais, como:

  • Hospitais e escolas;
  • Semáforos;
  • Abastecimento de água;
  • Transporte;
  • Entre outros, atrapalhando a vida e a rotina do cidadão paulista.

Em nota enviada ao g1, a Enel explicou ainda que, “em algumas localidades, o restabelecimento é mais complexo, porque envolvem a reconstrução completa da rede, com substituição de postes, transformadores e, por vezes, recondução de quilômetros de cabos”.

Rede elétrica subterrânea pode mudar as coisas?

Em um cenário no qual as intempéries derrubam as conexões de energia elétrica tradicionais, uma alternativa surge: o aterramento dos fios e cabos. Hoje, vemos a tecnologia em centros históricos e grandes áreas urbanas — o Centro de São Paulo (SP), por exemplo, possui esse tipo de abastecimento de energia.

Como esse sistema funciona?

Nesse sistema, os cabos elétricos passam por dutos ou galerias subterrâneas. Esses cabos são revestidos com materiais isolantes e resistentes à umidade e abrasão.

A rede elétrica subterrânea funciona basicamente da seguinte maneira:

  • A energia é gerada nas usinas e transmitidas pelas linhas de alta tensão (aquelas que ficam em grandes torres afastadas do meio urbano);
  • Chega às subestações (os espaços com múltiplos transformadores, cabos e outros dispositivos e que vemos no ambiente urbano), sendo transformada em média ou baixa tensão;
  • Partindo das subestações, a energia percorre o caminho de cabos subterrâneos e chegam aos pontos de consumo.

Durante esse caminho, o sistema conta com equipamentos de proteção, transformadores, câmaras de inspeção e sistemas de monitoramento remoto.

Mas, assim como o sistema tradicional, acima do solo, a solução subterrânea também tem suas dificuldades, sendo de manutenção difícil e demorada, exigindo mais longas e desafiadoras intervenções por parte dos eletricistas, além dos potenciais danos e interrupções.

Além disso, como aponta Edval Delbone, professor de Engenharia Elétrica do Instituto Mauá de Tecnologia, o custo para implantação do sistema é dez vezes maior que a rede aérea.

“Além do alto investimento, é muito demorado fazer, porque precisam interditar as ruas, precisa cavar um buraco, precisa de maquinários. Então, não é algo assim a curto prazo, é algo a longo prazo e bem-planejado”, diz o especialista.

Ele esclarece que, apesar das dificuldades para enterrar os cabos elétricos, os problemas que isso resolve são muitos, além de não termos que nos preocupar com vendavais, chuvas, árvores, poluição visual, entre outros, aumentando a confiabilidade.

Pessoa olhando para cima próximo a uma escada no subterrâneo
Rede elétrica subterrânea pode resolver problemas de falta de luz causados pelo clima, como o vendaval em São Paulo (Imagem: Enel Brasil)

Já Marjorie Gonçalves, técnica do sistema elétrico das galerias subterrâneas do centro de São Paulo, pontua que “o ambiente subterrâneo apresenta muitos riscos, [por isso] temos que estar muito bem preparados“.

Entre esses riscos, estão altas temperaturas e animais peçonhentos que podem estar no subterrâneo. “É fundamental identificar os riscos com calma e adotar as medidas devidas para atuar ali”, observa.

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Exemplos que São Paulo pode seguir

Delbone cita, como exemplos de cidades com fiação subterrânea, Nova York e Paris. “Em São Paulo, poderia também seguir o mesmo caminho. Mesmo que demore muito, mas começar e, todo ano, enterrar alguns quilômetros. Se todo ano tiver um planejamento para enterrar vários quilômetros por ano, a longo prazo, nós teremos a rede subterrânea“, pontua.

O professor de Engenharia Elétrica também aborda o que podemos fazer a curto prazo. Afinal, com o aquecimento global e a crise climática, as chuvas fora de época aumentaram significativamente, acompanhadas de fortes ventos — tudo o que pode danificar a rede elétrica. Portanto, qual seria uma solução mais imediata? Redes compactas.

Hoje, a rede convencional que vemos nas ruas e avenidas é formada por três cabos que correm sobre cruzetas instaladas no topo dos postes. Eles não têm nenhum isolamento, o que, em casos de forte ventania ou presença de galhos de árvores soltos, pode ocasionar um curto-circuito e desligamento causado quando os fios encostam uns nos outros. Ou seja: a fiação externa é frágil, afirma Delbone.

Já as redes compactas, somadas à automação da rede, podem prevenir muitos problemas. Nesse sistema, os cabos ficam mais próximos uns dos outros, deixando a rede mais segura.

A automação da rede, por sua vez, trata-se de um religador automático. Por exemplo: se a rede elétrica for afetada por ventos e galhos e houver um curto, esse religador desliga o sistema e o religa automaticamente, caso o curto não esteja mais acontecendo, sem necessidade de intervenção humana.

“Se for só um ventinho, ele vai só dar uma piscadinha na luz, porque ele encosta, o vento vai embora e volta para a posição original. Então, essas chaves automáticas, que chamam religadores, também são importantes porque, além de automatizar a rede, eles também podem fazer algumas manobras automáticas que deixam o sistema mais confiável e disponível“, explica o especialista.

Pessoa descendo por um buraco
Apesar das vantagens, ainda há desafios no sistema elétrico subterrâneo (Imagem: Enel Brasil)

“Por exemplo, vamos supor que caia uma árvore em um quarteirão, e até tirar essa árvore e restabelecer esse pedaço do circuito, aquela outra parte onde não caiu a árvore, mas que pertence ao mesmo circuito, pode ser redirecionada para outro circuito. Tudo automaticamente, por meio de chaves e automações”, conclui.

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Pebble lança anel inteligente para gravar pensamentos rapidamente

A Pebble, conhecida internacionalmente por seus smartwatches acessíveis, lançou um gadget inovador: o Index 01, um anel que captura suas ideias enquanto você fala. Ele funciona como uma memória externa discreta, permitindo registrar pensamentos sem depender de telefone ou computador.

Segundo o New Atlas, o dispositivo usa inteligência artificial (IA) para transcrever e organizar o áudio em notas, lembretes ou timers, tornando a rotina mais prática e preservando a privacidade. O design minimalista e a bateria de longa duração já chamam atenção no beta.

Index 01: o anel da Pebble que registra ideias e organiza notas sem precisar do celular, com IA e design discreto.
Index 01: o anel da Pebble que registra ideias e organiza notas sem precisar do celular, com IA e design discreto (Imagem: Divulgação/Core Devices)

Como o Index 01 transforma suas ideias em ações

O Index 01 é usado no dedo indicador e possui apenas um botão. Para registrar um pensamento, basta pressioná-lo e falar. O áudio é enviado ao celular, onde o modelo de linguagem integrado converte em texto e pode salvar como nota, transformar em lembrete ou criar um cronômetro.

[O anel] é discreto e foi pensado para se integrar à rotina, permitindo que você esteja mais presente no seu dia a dia.

Eric Migicovsky, fundador da Core Devices

O dispositivo não precisa de internet nem de conexão constante com o celular. Sua memória interna armazena os registros temporariamente e sincroniza quando o aparelho estiver próximo, garantindo autonomia e mobilidade superiores a outros gravadores portáteis.

Pré-venda do Index 01 sai por US$ 75 (R$ 380); lançamento oficial em março de 2026 com três cores e oito tamanhos.
Pré-venda do Index 01 sai por US$ 75 (R$ 380); lançamento oficial em março de 2026 com três cores e oito tamanhos (Imagem: Divulgação/Core Devices)

Diferenciais que o tornam único

Além do design compacto, o anel possui bateria descartável de óxido de prata, suficiente para 12 a 15 horas de gravação — o que equivale a dois anos de uso médio diário. Migicovsky afirma que isso permite um produto menor, mais barato e sem a preocupação com carregadores perdidos.

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O Index 01 também é resistente à água e pode ser operado com apenas uma mão. Ele não oferece funções extras, como monitoramento de saúde ou contagem de passos, concentrando-se exclusivamente em registrar ideias de forma rápida e confiável.

“Criamos uma memória externa de US$ 75 para o seu cérebro!”, explica Migicovsky, reforçando a simplicidade e o foco no essencial.

Use o anel Index 01 para lembretes rápidos e notas curtas, em reuniões ou passeios, com praticidade total.
Use o anel Index 01 para lembretes rápidos e notas curtas, em reuniões ou passeios, com praticidade total (Imagem: Divulgação/Core Devices)

Dicas para aproveitar o gadget ao máximo

Para quem já grava muitas notas de voz, o Index 01 oferece praticidade e organização:

  • Use o anel para pensamentos curtos ou lembretes rápidos;
  • Combine com aplicativos de notas no celular para sincronizar e organizar ideias;
  • Aproveite a bateria de longa duração para registrar várias vezes ao dia;
  • Substitua ou recicle o anel quando a bateria chegar ao fim;
  • Use o dispositivo em situações cotidianas, como reuniões ou passeios, sem precisar do celular à mão.

O Index 01 será vendido por US$ 99 (cerca de R$ 545) e pode ser encomendado antecipadamente por US$ 75 (aprox. R$ 380). O lançamento oficial está previsto para março de 2026, com três cores e oito tamanhos. A empresa garante notificações antes do fim da bateria e a possibilidade de reciclagem do dispositivo.

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Cadê os insetos que estavam aqui? Sumiço gera alerta global

Já é realidade que as populações de insetos estão desaparecendo mundo afora. Um exemplo são os vaga-lumes, símbolos do que os cientistas chamam de “apocalipse dos insetos”.

Essa situação ocorre em todo o planeta, mesmo em áreas mais isoladas, por conta da chegada dos europeus séculos atrás.

Vaga-lumes, por exemplo, estão sumindo também (Imagem: Fer Gregory/Shutterstock)

Para ilustrar o cenário, pesquisadores construíram uma linha do tempo para entender a despopularização de insetos nas ilhas de Fiji, arquipélago isolado da Oceania. Os resultados foram alarmantes: 80% das espécies endêmicas podem desaparecer.

O professor titular de Ecologia do Instituto de Biologia da Unicamp Paulo S. Oliveira explica, ao Jornal da Unicamp, como e por que esse processo está acontecendo na região.

“Isso começou há séculos, com a chegada dos europeus, que passaram a explorar a região e trouxeram, nas embarcações, insetos que não eram naturais das ilhas de Fiji. Pequenos invasores que se adaptaram rápido ao ambiente. Resultado? Uma disputa por alimento e espaço com espécies locais”, diz.

Vista aérea do oceano e da ilha de Fiji
Problema se dá mesmo em regiões isoladas, como nas ilhas de Fiji (Imagem: Taras Vyshnya/Shutterstock)

Desaparecimento de famílias de insetos é situação urgente

  • A pesquisa é um alerta para o mundo todo, pois, se em áreas bem protegidas, como as ilhas de Fiji, imagine como a situação está nas regiões já degradadas, como a Amazônia;
  • “Em estudo feito pela Unicamp, vimos que, na Mata Atlântica, o comportamento de espécies nativas também muda com a presença de invasoras, que se adaptam a qualquer ambiente. E isso coloca essas espécies em risco”, pontua o professor;
  • O pesquisador aponta ser possível criar um ranqueamento das pressões que mais afetam os insetos e colaboram para sua exterminação:
    • Uso excessivo de pesticidas;
    • Destruição de habitats;
    • Mudanças climáticas.
  • “Somadas, essas ameaças aceleram o desequilíbrio dos ecossistemas”, conjectura.

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formigas
Formigas são vitais ppara o ecossistema do planeta (Imagem: Almacron / iStock)

Por que essa classe de animal é importante para nós e o planeta?

Muito se engana quem pensa que os insetos têm pouca ou nenhuma importância, ou que são irritantes e sem serventia. É só olharmos as formigas, que mantém o solo vivo, auxiliam na decomposição de matéria orgânica e algumas ainda permitem importantes processos naturais, como a polinização.

“Sem as formigas, o maior impacto seria em relação ao preparo dessa terra, que ficaria muito dura e compacta, afetando o desenvolvimento da flora e, consequentemente, da fauna que depende dela”, completa Oliveira.

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Conheça o reator brasileiro sustentável que produz hidrogênio verde

Um sistema capaz de gerar hidrogênio sem emissão de carbono, utilizando apenas luz solar, água e matéria-prima amplamente disponível no Brasil, foi desenvolvido por pesquisadores do Centro de Inovação em Novas Energias (CINE).

O protótipo, um fotoeletrolisador, teve desempenho bem-sucedido em testes realizados em laboratório e ao ar livre, conforme descrito em artigo publicado no periódico ACS Energy Letters.

Apesar de ainda não existir comercialmente, o fotoeletrolisador surge como uma possibilidade promissora para a produção de hidrogênio verde por ser autossuficiente em energia — ele não precisa estar conectado a uma fonte externa, graças à presença de um fotoânodo.

Ao fundo, armazenagem de hidrogênio; à frente, medidor de hidrogênio
Produção de hidrogênio verde é viável, pois os materiais necessários estão disponíveis no Brasil (Imagem: Scharfsinn/Shutterstock)

O fotoânodo, um dos dois eletrodos do dispositivo, absorve luz solar e utiliza essa energia para promover reações eletroquímicas que resultam no desprendimento do hidrogênio da molécula de água. A produção de fotoânodos estáveis, eficientes e com materiais de baixo custo é um desafio de décadas na comunidade científica.

“Neste trabalho, apresentamos um avanço essencial nesse caminho ao superar um dos principais gargalos da área: a obtenção de um fotoânodo de hematita eficiente, estável e escalonável”, afirma Flavio Leandro de Souza, professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), pesquisador do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano) do CNPEM e membro do CINE, que liderou o estudo, à Agência FAPESP.

A hematita, um óxido de ferro abundante na natureza e resistente ao contato com água, é considerada promissora para a fotoeletrólise. Na pesquisa, sua eficiência foi ampliada por meio da adição de pequenas quantidades de óxidos de alumínio e zircônio — ambos materiais disponíveis no Brasil — sem comprometer a estabilidade do material.

Com foco na escalabilidade, os pesquisadores desenvolveram um método de produção de fotoânodos adaptável à indústria. Foram fabricadas 100 unidades idênticas, usadas para montar um sistema modular: cada conjunto de dez fotoânodos forma um fotoeletrolisador, e dez desses equipamentos podem compor um módulo de 1 m².

Exemplo de hematita
Hematita é matéria-promissora para a fotoeletrólise (Imagem: JosefePhotography/Shutterstock)

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Testes do reator que gera hidrogênio verde

  • Em laboratório, o sistema funcionou de forma estável por 120 horas sob um simulador de luz solar;
  • Um protótipo formado por dois fotoeletrolisadores também foi testado ao ar livre, mantendo a mesma eficiência observada nos testes internos e demonstrando robustez;
  • O desenvolvimento e os testes ocorreram no CNPEM, em trabalho conduzido por seis pesquisadores e com colaboração do professor Renato Gonçalves, do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP), que construiu o simulador de luz solar de grande área usado nos experimentos;
  • Atualmente, a equipe trabalha no desenvolvimento do segundo eletrodo do fotoeletrolisador, o cátodo, com o objetivo de que também opere apenas com luz solar;
  • “O próximo passo, já em andamento, é um módulo operando 100% com irradiação solar, com cada fotorreator composto por fotoânodo e fotocátodo”, explica Souza.

Segundo o pesquisador, o sistema pode ser vantajoso para indústrias que necessitam de hidrogênio verde em pontos específicos do processo, permitindo injetar o gás diretamente na operação. A modularidade facilitaria a adaptação do tamanho e da capacidade do equipamento às necessidades de cada aplicação.

Próximos passos

Expandir a escala de produção dos dispositivos está nos planos da equipe, mas exige investimentos significativos em infraestrutura e segurança para a realização dos testes necessários. “É uma etapa crucial, e a colaboração com empresas interessadas é essencial”, destaca Souza.

A pesquisa também recebeu financiamento da FAPESP por meio do Centro de Pesquisa em Engenharia Molecular para Materiais Avançados (CEMol).

painel solar
Reator verde usa luz solar (Imagem: Andree_Nery/iStock)

Sobre o CINE

O CINE, criado em 2018 pela FAPESP e pela Shell como um Centro de Pesquisa Aplicada (CPA), reúne pesquisadores da Unicamp, USP, UFSCar e outras oito instituições brasileiras.

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Senado: marco legal do Sistema de Pagamentos Brasileiro vai dar mais segurança ao Pix

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou o PL 2926/23, que estabelece um novo marco legal para o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

A proposta busca modernizar o ambiente de transferências financeiras no país, reforçar a segurança das operações — incluindo meios já consolidados, como o Pix — e aprimorar a capacidade de supervisão das autoridades. O texto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). As informações são da Agência Brasil.

Modernização das regras e foco na segurança

O projeto reorganiza funções e responsabilidades dos agentes reguladores, oferecendo definições mais claras sobre sua atuação no setor. A iniciativa coloca o gerenciamento de riscos no centro das mudanças, com medidas voltadas a diminuir o risco de liquidação — quando uma instituição não cumpre as obrigações assumidas em transações.

Congresso
Proposta aprovada no Senado busca modernizar o ambiente de transferências financeiras no país (Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

De acordo com o relator Rogério Carvalho (PT-SE), a popularização do Pix demonstra o papel essencial das infraestruturas do mercado financeiro (IMFs) no cotidiano da população e na dinâmica da economia. O parlamentar destaca que o novo marco legal melhora os mecanismos de mitigação de riscos, considerados essenciais para o funcionamento saudável dos mercados.

Regras para instituições consideradas sistêmicas

O texto prevê nova prerrogativa ao Banco Central (BC), que poderá definir quais operadoras de IMF serão consideradas sistemicamente importantes, especialmente aquelas com grande volume de operações. Essas instituições terão exigências adicionais de proteção, como:

  • Presença obrigatória de uma contraparte central;
  • Possibilidade de atuação de um garantidor para assegurar a liquidação das obrigações.
Logo do Pix em um smartphone
Popularização do Pix demonstra o papel essencial das infraestruturas do mercado financeiro (Imagem: Diego Thomazini/Shutterstock)

A contraparte central se coloca entre as partes da transação, assumindo o risco de crédito de ambas. Já o garantidor passa a ser responsável por honrar compromissos caso algum participante não cumpra o acordado.

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O projeto também estabelece que o Banco Central e bancos públicos não poderão exercer esses papéis — contrapartes centrais ou garantidores — salvo em situações excepcionais previstas em lei.

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As 5 melhores animações de 2025

2025 está sendo um prato cheio para quem curte animação. Depois de alguns anos dominados por continuações previsíveis e produções que tentavam surfar no hype das franquias, o ano finalmente trouxe algo mais ousado. Histórias melhor construídas, visuais mais ambiciosos, tramas que não subestimam o público. Por isso, separamos 5 das melhores animações que surgiram em 2025!

Entre longas para cinema, adaptações de mangás e projetos originais, várias produções disputaram espaço, mas só algumas realmente levantaram conversa, explodiram buscas e conquistaram o público global. E é isso que você vai encontrar aqui: uma lista enxuta, focada no que realmente encantou.

Melhores animações de 2025

Nos Seus Sonhos

Crianças animadas sobre uma cama azul, aparentemente voando, com um brinquedo de girafa no ar atrás delas
Divulgação/Netflix

Nos Seus Sonhos se tornou uma das grandes surpresas de 2025. A animação original conquistou o público ao misturar fantasia, humor leve e uma pegada emocional que acertou em cheio. A proposta gira em torno da ideia de que nossos sonhos têm vida própria, não como metáforas, mas como mundos completos que coexistem com o nosso. Quando uma falha nesse “sistema onírico” ameaça apagar as fronteiras entre sonho e realidade, uma garota comum é forçada a assumir o papel de guardiã do imaginário coletivo.

Visualmente, o filme impressiona pela mistura de técnicas: 3D estilizado com texturas de aquarela, cenários que parecem pulsar e transições que imitam lapsos de consciência. A trilha sonora segue a mesma lógica, mudando conforme o fluxo emocional da protagonista.

O grande diferencial é o equilíbrio entre profundidade e acessibilidade. A narrativa discute ansiedade, perda e amadurecimento, mas sempre com leveza. Não é um filme infantil; é um filme universal.

Chainsaw Man – O Filme: Arco da Reze

personagem com cabeça de motoserra ao centro lutando contra outro monstro com outros personagens no fundo da imagem, em tons vermelhos
Chainsaw Man – O Filme / Crédito: Estúdio MAPPA (divulgação/reprodução)

O Arco da Reze era, desde o início, um dos pontos mais aguardados pelos fãs de Chainsaw Man. A adaptação para cinema não só entregou tudo o que prometia, ela superou expectativas. O filme mergulha na relação entre Denji e Reze, mantendo o caos, a violência estilizada e o humor ácido que definem a obra original, mas agora com um refinamento visual que coloca o longa entre as melhores animações 2025.

A produção investe pesado em coreografias de ação fluidas, iluminação forte e cenas que misturam animação tradicional com técnicas digitais mais agressivas. O resultado é absurdo: batalhas que parecem dançar na tela, explosões que têm peso real e uma atmosfera que alterna entre o romântico e o brutal sem nunca perder ritmo.

O ponto mais comentado foi a fidelidade emocional. O filme entende que o arco da Reze não é só ação; é sobre vulnerabilidade, manipulação e descoberta. Para quem acompanha o mangá, foi uma experiência catártica. Para quem chegou agora, foi porta de entrada perfeita.

Guerreiras do K-Pop

Guerreiras do K-Pop
Guerreiras do K-Pop (2025) / Crédito: Netflix (divulgação)

Entre as produções originais deste ano, Guerreiras do K-Pop assumiu o posto de fenômeno inesperado. A ideia parece simples: um grupo de idols descobre que seu sucesso não é coincidência, cada integrante possui um poder ancestral ligado a uma lenda coreana, despertado por meio da música. O que começa como uma comédia musical logo se transforma em uma aventura energética e visualmente vibrante.

A animação acerta em cheio no ritmo. As coreografias foram desenvolvidas com consultoria de dançarinos reais, e isso aparece na tela. Os movimentos são precisos, rápidos, quase impossíveis de replicar no mundo real. A trilha sonora foi direto para o top das plataformas, ajudando a transformar o filme em febre entre adolescentes e jovens adultos.

Além da estética brilhante e colorida, a história surpreende ao trazer discussões sobre competitividade, pressão da indústria musical e construção de identidade. Não é só brilho e glitter; existe substância ali. O filme conseguiu entrar para listas de melhores animações 2025 justamente por essa combinação rara de carisma, crítica e espetáculo.

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Zootopia 2

Montagem com cenas do trailer de Zootopia 2
(Imagem: Disney/YouTube)

A continuação de Zootopia carregava o peso de um clássico moderno. E, surpreendentemente, conseguiu estar à altura. A sequência amplia o mundo da cidade dos animais antropomorfizados, introduz novos bairros, espécies e conflitos sociais. Judy Hopps e Nick Wilde voltam mais maduros, só que agora enfrentando um caso que envolve política, tecnologia e manipulação de narrativas.

A Disney apostou em um visual ainda mais detalhado, com texturas que beiram o hiper-realismo sem perder o charme estilizado da franquia. As cenas de ação são mais ambiciosas, especialmente em ambientes verticais, como arranha-céus e zonas aéreas.

O que coloca Zootopia 2 entre as melhores animações de 2025 é a coragem de tocar em temas espinhosos: fake news, tribalismo digital, polarização e como narrativas distorcidas podem remodelar uma sociedade inteira. Ainda assim, o longa mantém humor afiado e momentos de pura fofura, o equilíbrio que fez o primeiro filme explodir em popularidade continua lá, intacto.

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito

imagem com alguns demonios luas superiores e o personagem Muzan, de Demon Slayer
Muzan e algumas das luas Inferiores e Superiores (Imagem: Divulgação/Ufotable)

O clímax da saga Demon Slayer finalmente chegou ao cinema com Castelo Infinito e não dá para negar: é um espetáculo visual pensado para a tela grande. O longa cobre um dos arcos mais intensos do mangá, transformando batalhas decisivas em sequências que parecem pinturas em movimento.

O estúdio Ufotable não economizou: efeitos de luz, partículas, sombras, cenários que se distorcem, movimentos rápidos demais para o olho humano. A experiência inteira é construída para ser hipnotizante. Mas o que realmente faz o filme brilhar é que, em meio à avalanche visual, ele nunca perde o foco emocional. O peso das perdas, a exaustão física dos personagens, a pressão psicológica, tudo é trazido com muito mais profundidade.

O ritmo é mais maduro e sombrio que em outros arcos, e isso agrada tanto fãs antigos quanto quem busca uma história com densidade. Entre os títulos de 2025, poucos foram tão grandiosos quanto este.

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Como configurar sua loja no iFood Parceiro? Veja o guia para colocar seu restaurante no ar

Configurar a loja no iFood Parceiro é um dos passos que mais influenciam na performance de um restaurante dentro da plataforma. A forma como você organiza a identidade visual, define as informações essenciais e ajusta as opções de pagamento e entrega determina não só a experiência do cliente, mas também o alcance da sua marca e a frequência de pedidos.

Com a reformulação do painel do parceiro, o iFood tornou algumas etapas mais intuitivas, adicionou automações e expandiu as formas de personalização. Por isso, se você está começando agora – ou pretende revisar o perfil da sua loja – é importante entender o que mudou e como configurar tudo da forma mais eficiente.

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Como configurar sua loja no iFood Parceiro

Depois de acessar o painel do parceiro pelo navegador ou pelo app, o primeiro passo é abrir a área Minha Loja, que centraliza todas as informações públicas do seu estabelecimento. Esse espaço funciona como a “vitrine digital” do restaurante e reúne capa, logo, descrição, categoria e dados de contato.

A foto de capa, diferente de anos anteriores, não tem mais proporções rígidas. O sistema faz o recorte automaticamente para exibir a imagem no aplicativo e na versão web, o que dá maior liberdade de criação. O recomendado, porém, é que seja uma imagem horizontal, em alta resolução (a partir de 1200 pixels), com contraste suficiente para destacar seu negócio no feed.

A logo segue o mesmo princípio: não existe mais a exigência de 85×85 pixels. O iFood agora recomenda imagens quadradas com pelo menos 300×300 pixels, preferencialmente em PNG com fundo transparente, já que isso garante maior nitidez no app.

Após enviar a capa e a logo, basta completar o telefone, escolher a categoria principal e escrever uma descrição clara sobre o tipo de culinária e os diferenciais da casa. Esses três elementos ajudam o algoritmo a recomendar sua loja para o público certo.

Formas de pagamento

Hoje, o Pix é o método de pagamento preferido e mais incentivado pela plataforma. A loja ainda pode ativar cartão de crédito, débito, dinheiro (dependendo do plano de logística) e benefícios como vale-refeição e vale-alimentação. Tudo é configurado na aba Pagamentos, onde você escolhe exatamente quais métodos deseja disponibilizar.

Imagem: iFood / Reprodução

Área de entrega: raio tradicional e zonas inteligentes

A área de entrega também evoluiu. O raio fixo de distâncias – como 1 km, 3 km ou 5 km – continua disponível, mas deixou de ser a única opção. O iFood agora trabalha com zonas inteligentes de entrega, que são áreas pré-configuradas com base em dados de demanda, trânsito e histórico de pedidos.

Essas zonas costumam trazer resultados melhores porque reduzem atrasos e cancelamentos, principalmente para restaurantes com grande volume de pedidos.

Dentro dessa seção, também é possível ajustar a taxa de entrega e o tempo estimado para cada faixa atendida, o que ajuda a controlar a operação e evitar promessas que seu restaurante não consegue cumprir.

Imagem: iFood / Reprodução

Horário de funcionamento: manual ou baseado em recomendação

Outra função que ganhou refinamento é o horário de funcionamento. A plataforma cruza informações de consumo da região e sugere janelas de maior engajamento, que podem ser adotadas com um clique.

Ainda assim, quem prefere controle total pode definir manualmente os horários de abertura e fechamento de cada dia da semana. Essa flexibilidade é útil para estabelecimentos que operam em formatos diferentes, como almoço durante a semana, jantar no fim de semana, por exemplo.

O horário de funcionamento pode ser definido com as sugestões da plataforma ou manualmente. (Imagem: Ifood)

Cardápio: edição manual, envio para equipe e automação por IA

O cardápio continua sendo uma das partes mais importantes da loja, e também uma das que mais receberam melhorias. Além das opções já existentes (enviar o cardápio para o iFood configurar ou fazer toda a edição manualmente), o painel ganhou funções inteligentes que ajudam a acelerar o processo.

Hoje, o sistema sugere nomes, descrições, combinações de itens, preços aproximados e até horários específicos para cada produto.

Também é possível marcar itens como indisponíveis quando o estoque acaba, criar variações (como tamanhos e adicionais) e montar combos com preço promocional, tudo dentro da aba Cardápio.

Se você está iniciando agora, vale dedicar alguns minutos para ajustar capa, logo, pagamentos, entregas e cardápio com cuidado – esses detalhes podem fazer toda a diferença no desempenho da sua loja.

Motoboy com mochila do iFood andando em avenida de São Paulo
(Imagem: Paulo Pinto/Agência Brasil)

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