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Neste domingo (9), Rayo Vallecano e Real Madrid se enfrentam pela 12ª rodada da La Liga 2025/26. A bola rola às 12h15 (horário de Brasília) no Estádio de Vallecas, em Madrid, na Espanha.
O Rayo Vallecano vinha de uma sequência de três vitórias, mas foi superado pelo Villarreal por 4×0 na rodada passada. Com isso, a equipe está em 10º lugar da tabela, com 14 pontos.
Do outro lado, o Real Madrid é líder absoluto da competição. Os Galáticos vêm de quatro vitórias seguidas e somam 30 pontos, com 5 pontos de vantagem em relação ao Barcelona, na vice-liderança.
Muito além dos doramas, o público brasileiro tem se encantado também com as novelas turcas, e muitas dessas estão disponíveis no catálogo do Globoplay. Entre dramas familiares e enredos de romance de tirar o fôlego, essas produções são dignas de maratona.
Pensando nisso, selecionamos seis novelas que não podem ficar de fora da sua lista nessa categoria tão única vinda da Turquia. Prepare a pipoca e já escolha a sua favorita. Confira!
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1- Terra amarga
Terra Amarga série turca no Globoplay/Imagem Divulgação Globoplay
Entre as novelas turcas disponíveis no Globoplay, “Terra amarga” é uma das mais interessantes. Isso porque, ela traz para o público uma narrativa intensa e cheia de reviravoltas. Ambientada nos anos 1970, a trama mistura romance, drama e suspense, acompanhando Züleyha e Yılmaz em sua luta por amor e liberdade.
Ao se refugiarem na fazenda dos Yaman, os protagonistas enfrentam desafios que vão muito além da fuga inicial. A história se desenrola em meio a disputas de poder, paixões proibidas e segredos que ameaçam destruir tudo o que construíram. É uma produção marcada por cenários deslumbrantes, personagens complexos e uma carga emocional que prende o espectador do início ao fim.
2- Mãe (Anne)
Série Mãe, um sucesso de novela turca/Imagem Divulgação Globoplay
Uma série cheia de acolhimento e amor, mostra como é possível ressignificar a palavra mãe, quando ela é preenchida por outra pessoa. Isso porque o enredo conta a história de uma professora incrivelmente protetora, Zeynep (Cansu Dere), que simplesmente muda sua vida por completo para ajudar uma aluna, Melek (Beren Gökyıldız).
Contudo, apesar da sensibilidade, a história também envolve maus tratos a crianças, então esteja preparado para cenas intensas. Afinal, a saga de Melek é recheada de contratempos, lágrimas, mas muita superação.
3- Ramo: Entre o Amor e o Poder
Casal protagonista da série Ramo:Entre o Amor e o Poder/Imagem Divulgação Globoplay
Agora se você curte uma pegada que envolve romance policial, “Ramo: Entre o Amor e o Poder” é uma boa pedida. Ambientada na cidade de Adana, a trama acompanha Ramo, um homem determinado e líder de uma gangue de contrabando de combustível. Subordinado ao poderoso Cengiz, que comanda a região com mão de ferro, Ramo decide se rebelar ao ver sua família sendo humilhada e maltratada.
Movido por um forte senso de justiça, ele elabora um plano para derrubar Cengiz e assumir o controle da organização criminosa. Contudo, no meio dessa guerra de poder, Ramo reencontra seu amor de infância, Sibel, filha de Cengiz, e se vê dividido entre o desejo de vingança e os sentimentos que ainda nutre por ela.
4- Hercai: Amor e Vingança
Novela Hercai/Imagem Divulgação Globoplay
Uma coisa é certa, entre todas as listas de séries turcas para assistir no Globoplay, “Hercai: Amor e Vingança” não pode faltar. Isso porque a trama é um turbilhão de emoções, com uma história intensa de amor, vingança e redenção. O enredo gira em torno de Miran Aslanbey, um homem criado para vingar a morte de seus pais, e Reyyan Şadoğlu, uma jovem que vive sob o domínio rígido de sua família.
Miran se aproxima de Reyyan com um plano de vingança, mas acaba se apaixonando de verdade, dando início a uma relação marcada por conflitos, segredos e reviravoltas emocionantes. Ao longo da série, os protagonistas enfrentam os fantasmas do passado e as intrigas entre duas famílias poderosas, enquanto lutam para manter vivo um amor que desafia tudo e todos.
5- Maraslı: O Protetor
Novela Turca/Imagem Divulgação Globoplay
Agora, se você gosta de muitos plots twist, “Marasli: O Protetor” te entrega tudo isso e mais um pouco. A história gira em torno de Celal, um ex-soldado das Forças Especiais que decide abandonar a vida militar para cuidar de sua filha, após um evento traumático que muda sua trajetória.
Trabalhando como dono de uma livraria em Istambul, ele leva uma vida aparentemente tranquila, até cruzar o caminho de Mahur, uma fotógrafa determinada que se envolve em uma perigosa conspiração.
Quando Mahur é alvo de um atentado, Celal entra em ação para protegê-la, revelando suas habilidades e seu passado misterioso. Sobretudo, é a partir desse momento que os dois se veem ligados por uma rede de segredos, ameaças e sentimentos que crescem em meio ao caos.
6- Dolunay (Lua de Mel)
Série turca Dolunay/Imagem Divulgação Globoplay
Para finalizar, uma dica de série turca de comédia e drama para assistir no Globoplay, “Dolunay” (“Lua de Mel”). A trama acompanha a história de Nazlı, uma jovem chef determinada a abrir seu próprio restaurante, e Ferit, um empresário bem-sucedido e reservado.
O destino dos dois se cruza quando Nazlı começa a trabalhar como cozinheira na casa de Ferit, sem saber que ele é o homem por trás de uma série de eventos que vão transformar sua vida.
À medida que convivem diariamente, os dois desenvolvem uma relação cheia de tensão, afeto e descobertas. Ferit, acostumado ao controle e à solidão, se vê desafiado pela espontaneidade e coragem de Nazlı. Já ela precisa lidar com os segredos que cercam o passado do empresário e as consequências de se envolver emocionalmente com alguém tão diferente. É emoção que não tem fim!
O medo pode assumir diversas formas, de demônios, fantasmas, aliens e vampiros até ameaças bem mais reais como serial killers, a necessidade de sobrevivência ou o caos de realidades distópicas. Sons estranhos, batimentos acelerados e uma boa dose de tensão no ar completam o universo dos jogos de horror.
A diversão assustadora pode ser vivida em uma jornada sozinho ou em uma aventura compartilhada entre amigos. Selecionamos dez games, entre opções gratuitas e pagas, para prometem arrepiar até os jogadores mais destemidos.
Duas pessoas jogando videogame (Imagem: freepik/Freepik)
Terror em companhia: 10 jogos assustadores para jogar com seus amigos em casa
The Outlast Trials
Desenvolvido pela Red Barrels, o jogo de terror tem perspectiva em primeira pessoa e permite até quatro jogadores. Ambientado durante a Guerra Fria, “The Outlast Trials” coloca o player como “reagentes”, ou seja cobaias, de experimentos sombrios da corporação Murkoff.
O desafio aqui é resistir ao cenário sombrio e sobreviver a câmaras de terror psicológico. O game está disponível para PC, PlayStation e Xbox e seu preço varia de acordo com a plataforma, custando em média R$ 110.
The Outlast Trials. Imagem: Reprodução/Steam
Killer Klowns from Outer Space: The Game
Produzido pela IllFonic, esse game reúne alguns dos maiores terrores: palhaços alienígenas em uma distopia e entrega o equilíbrio perfeito entre o horror e o humor. O visual único é inspirado em um filme homônimo dos anos 1980 e o jogo foi desenvolvido para multijogadores com três palhaços alienígenas contra sete humanos em uma cidade colorida e mortal.
O objetivo aqui é escapar vivo e evitar o Klownpocalipse. “Killer Klowns from Outer Space: The Game” está disponível para PC, PlayStation e Xbox. O jogo é pago e seu preço varia de acordo com a plataforma, custando em média R$ 110.
Killer Klowns from Outer Space: The Game. Imagem: Reprodução/Steam
Sons Of The Forest
Criado pela Endnight Games, esse jogo leva o player ao limite da sobrevivência em uma ilha remota. A história começa com a busca por um bilionário desaparecido e logo evolui para cenários extremos, inclusive com o jogador cercado por tribos canibais.
Envolvente e assustador, “Sons of The Forest” exige estratégia. O game é em primeira pessoa e permite modo cooperativo para até oito jogadores. Seja sozinho ou com os amigos, a cada som na floresta você vai encontrar um novo perigo. O jogo é compatível com PC e custa cerca de R$ 90 no Steam.
Sons Of The Forest. Imagem: Reprodução/Steam
The Texas Chain Saw Massacre
Baseado no filme “O Massacre da Serra Elétrica” de 1974, o jogo da Sumo Digital lança o player dentro de um pesadelo com direito ao som da serra elétrica, corredores claustrofóbicos e aquele ritmo de perseguição constante.
O jogador deve escolher o seu papel, seja como um dos três membros da família Sawyer ou ser uma das quatro vítimas tentando escapar. O “The Texas Chain Saw Massacre” tem perspectiva em terceira pessoa e está disponível para PC, PlayStation e Xbox. O game é pago e seu preço varia de acordo com a plataforma, custando em média R$ 60.
The Texas Chain Saw Massacre. Imagem: Reprodução/Steam
Lethal Company
Desenvolvido pela Zeekerss, o jogo se passa em uma instalação abandonada no espaço e mistura desespero e a exploração do espaço. O jogador deve explorar estruturas abandonadas, coletar itens e tentar sobreviver a monstros implacáveis.
“Lethal Company” tem perspectiva em primeira pessoa e as partidas cooperativas permitem até quatro jogadores. Assustador na medida certa, o game está disponível apenas para PC e custa cerca de R$ 35 na Steam.
Lethal Company. Imagem: Reprodução/Steam
Resident Evil 3
Parte de uma das franquias mais conhecidas e aclamadas da Capcom, no “Resident Evil 3”, a agente Jill Valentine tenta escapar da cidade tomada por zumbis após um surto do T-Vírus, ao mesmo tempo em que é caçada pelo mutante projetado Umbrella, o Nemesis.
Ao longo do jogo, é preciso andar e se proteger pelas ruas infestadas de zumbis de Raccoon City. O game está disponível para PC, PlayStation e Xbox custando, em média, R$ 160.
Resident Evil 3. Imagem: Reprodução/PlayStation Store
Phasmophobia
Criado pela Kinetic Games, esse jogo em primeira pessoa coloca o player na posição de um investigador paranormal. O jogo integra o gênero de horror cooperativo e permite até 4 jogadores.
Aqui a regra é sobreviver ao jogo e aos sustos. O game envolve entrar em casas e manicômios assombrados para identificar o tipo de fantasma que habita o espaço e conta com aparições imprevisíveis. “Phasmophobia” está disponível para PC, PlayStation e Xbox. O jogo custa em média R$ 60.
Phasmophobia. Imagem: Reprodução/Steam
Dead by Daylight
O clássico da Behaviour Interactive permite ao jogador assumir perspectivas diferentes. O player pode ter a perspectiva em terceira pessoa como sobrevivente ou em primeira pessoa como assassino. “Dead by Daylight” combina perseguição, trilha sonora tensa e cenários que parecem saído de um filme de terror.
O jogo gira no modo um contra quatro, ou seja, um jogador assume o papel de assassino e os outros quatro players como sobreviventes. O game inclui personagens licenciados de outras famosas franquias do terror como “Halloween”, “Silent Hill”, “Resident Evil” e outros. Disponível para PC, PlayStation, Xbox e Switch. O preço varia de acordo com a plataforma, custando em média R$ 70.
Dead by Daylight. Imagem: Reprodução/PlayStation Store
Dying Light
O cenário clássico de terror: uma cidade infestada de zumbis e pessoas tentando sobreviver. O jogo de ação e sobrevivência da Techland, altera a mecânica de dia e noite, enquanto há luz do sol o clima é de “relativa segurança”, contudo, com o pavor domina o ambiente quando a luz some.
“Dying Light” é um jogo em perspectiva de primeira pessoa e permite até quatro jogadores. A crescente tensão cria um ambiente de terror e o cenário de devastação é complementado com a ação dos personagens, que podem saltar e escalar em movimentos rápidos característicos do parkour.
O jogo está disponível para PC, PlayStation, Xbox e seu preço varia de acordo com a plataforma, custando em média R$ 100.
Dying Light. Imagem: Reprodução/Steam
Left 4 Dead
Desenvolvido pela Valve, criadora de “Counter-Strike” e “Half-Life”, o jogo cooperativo de ação e terror é um clássico. Com perspectiva em primeira pessoa, o game permite até quatro jogadores em uma luta desesperada pela sobrevivência contra zumbis e monstros mutantes.
Com foco total em trabalho em equipe e estratégia, “Left 4 Dead” é um dos jogos mais influentes do gênero. Ambientado logo após o apocalipse zumbi, o game oferece quatro campanhas com cinco grandes mapas cada, nos quais os jogadores enfrentam infectados em metrópoles abandonadas em busca da sobrevivência. Disponível para PC e Xbox 360, o jogo custa em média R$ 40.
Neste sábado (08), Internacional e Bahia se enfrentam pela 33ª rodada do Brasileirão 2025. A bola rola às 18h30 (horário de Brasília) no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS).
Onde assistir Internacional e Bahia no Brasileirão?
O duelo entre Internacional e Bahia terá transmissão de Record (TV aberta), Premiere (TV fechada) e CazéTV (streaming).
Prováveis escalações
Internacional: Ivan; Vitão, Mercado e Victor Gabriel; Bruno Gomes, Luis Otávio, Thiago Maia, Alan Patrick e Bernabei; Carbonero e Borré.
Técnico: Ramón Díaz.
Bahia: Ronaldo; Santiago Arias, Ramos Mingo, David Duarte e Luciano Juba; Acevedo, Jean Lucas e Michel Araújo (Everton Ribeiro); Ademir, Tiago (Cauly) e Willian José.
Técnico: Rogério Ceni.
Arbitragem:
Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES).
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Douglas Pagung (ES).
VAR: Rafael Traci (SC).
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
Em 15º lugar com 36 pontos, o Internacional vive fase difícil sob Ramón e Emiliano Díaz: são quatro jogos sem vitória – três derrotas e um empate, sem gols marcados. A equipe segue apática, repetindo os problemas da era Roger Machado. Para este duelo, o Inter terá os retornos de Gabriel Mercado, Rafael Borré e Alan Rodríguez. Com ingressos promocionais, o clube espera mais de 25 mil torcedores no Beira-Rio.
Com apenas três vitórias em 16 jogos fora de casa, o Bahia tenta encerrar o jejum como visitante e seguir na briga por vaga direta na Libertadores. O time de Rogério Ceni busca reagir após cinco derrotas seguidas longe de casa, a última contra o Atlético-MG. Sanabria e Gilberto estão lesionados, Kanu cumpre suspensão, e Caio Alexandre é dúvida. Kayky e Gabriel Xavier seguem no DM.
Neste sábado (08), Sport e Atlético-MG se enfrentam pela 33ª rodada do Brasileirão 2025. A bola rola às 16h (horário de Brasília) na Ilha do Retiro, Recife (PE).
O duelo é decisivo para o Atlético, que busca garantir sua posição na tabela antes de focar na final da Copa Sul-Americana, no dia 22, em Assunção, contra o Lanús. O time terá os retornos de Jorge Sampaoli e do zagueiro Vitor Hugo, que cumpriram suspensão. Já o meia Bernard, em ótima fase, e o zagueiro Ruan estão fora da partida.
O Sport vive um momento crítico: lanterna e praticamente rebaixado, o time não vence há 14 rodadas — a última vitória foi em 10 de agosto, contra o Grêmio. A má fase agravou a crise interna, levando a diretoria a promover mudanças no elenco e afastar jogadores nesta semana por casos de indisciplina.
A série “Tremembé”, lançada pelo Prime Video adentra em um dos ambientes mais controversos e midiáticos do sistema prisional brasileiro: a Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo. A produção mistura drama, crime e jornalismo investigativo para revisitar os bastidores de crimes que chocaram o país.
Mais do que recontar casos conhecidos, “Tremembé” propõe uma reflexão sobre o encarceramento, a mídia e a linha tênue entre realidade e ficção.
A seguir, confira 10 detalhes que ajudam a entender a série e seus bastidores.
10 detalhes para entender a série Tremembé, do Prime Video
A prisão de Tremembé é real, e famosa por abrigar criminosos “de destaque”
Penitenciária II de Tremembé / Crédito: Wikimedia
A Penitenciária Doutor José Augusto César Salgado, conhecida como Tremembé II, existe de fato. Construída em 1948, a unidade passou a receber “presos especiais” em 2002, após uma rebelião. Lá estão (ou já estiveram) nomes como Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga, Roger Abdelmassih e Alexandre Nardoni, todos retratados na série.
O local é conhecido por não abrigar membros de facções criminosas, mas sim detentos envolvidos em casos de grande repercussão nacional.
A série é inspirada em livros-reportagem de Ulisses Campbell
Livros publicados por Ulisses Campbell / Crédito: Editora Matrix (reprodução)
O jornalista Ulisses Campbell, autor dos livros “Suzane: Assassina e Manipuladora” e “Elize: A Mulher que Esquartejou o Marido”, também assina o roteiro da produção. A narrativa de Tremembé se baseia em suas investigações, que incluem autos processuais, entrevistas e documentos inéditos.
A direção é de Vera Egito, conhecida por “Amores Urbanos” e “As Boas Maneiras”. Ela também atua como showrunner da série.
A abordagem de Tremembé
Crédito: Amazon Prime Video (reprodução/divulgação)
Em entrevista à CNN, o roteirista Ulisses Campbell explicou que Tremembé apresenta uma abordagem diferenciada do gênero true crime.
Ao contrário de outras produções, a série foca menos nos crimes em si e mais em suas consequências e desdobramentos, explorando o que acontece com os condenados após a sentença.
Tremembé mostra o funcionamento da prisão
Crédito: Amazon Prime Video (reprodução/divulgação)
A série retrata de forma detalhada o cotidiano da penitenciária: celas que comportam até oito presos, oficinas de trabalho, aulas de teatro e atividades usadas para remição de pena.
Também mostra como os presos famosos convivem sob regras específicas e vigilância constante, longe da superlotação típica de outros presídios.
Elenco recria figuras reais, com Marina Ruy Barbosa no papel de Suzane von Richthofen
Personagens da série Tremembé – Imagem: Divulgação/Amazon Prime Video
A escolha de Marina Ruy Barbosa para interpretar Suzane von Richthofen foi uma das mais comentadas da produção, e marcou seu primeiro papel após o fim do contrato de 20 anos com a Globo. A atriz enfrentou comparações inevitáveis com Carla Diaz, que viveu a personagem na trilogia “A Menina que Matou os Pais”.
Além de Marina, “Tremembé” traz um elenco que recria com realismo figuras conhecidas de casos criminais: Bianca Comparato interpreta Anna Carolina Jatobá, Lucas Oradovschi vive Alexandre Nardoni, Felipe Simas e Kelner Macêdo dão vida aos irmãos Cravinhos, e Anselmo Vasconcelos interpreta Roger Abdelmassih.
Elize Matsunaga e “Sandrão” ganham destaque
Crédito: Amazon Prime Video (reprodução/divulgação)
Carol Garcia interpreta Elize Matsunaga, condenada por matar e esquartejar o marido. Sua performance chamou atenção pela complexidade e pelas cenas intensas ao lado de Letícia Rodrigues, que vive Sandra Regina, a “Sandrão”.
A personagem é inspirada em relatos sobre uma detenta que teria se envolvido em um triângulo amoroso com Elize e Suzane, um dos pontos mais comentados e polêmicos da série.
O episódio marca o momento em que Suzane tenta se redimir diante das câmeras, enquanto o público questiona suas intenções.
Bastidores e polêmicas com os envolvidos reais
Tremembé / Crédito: Amazon Prime Video (reprodução/divulgação)
Após o lançamento, o ex-detento Cristian Cravinhos, um dos condenados pelo caso Richthofen, criticou a série nas redes sociais, afirmando que havia “muita mentira”. Em resposta, o roteirista Ulisses Campbell divulgou documentos e objetos que comprovariam a veracidade de certos episódios, como cartas trocadas na prisão e provas de relacionamentos entre presos.
O embate entre ficção e realidade reacendeu o debate sobre até onde o entretenimento pode ir ao retratar crimes reais.
Criminosos receberam dinheiro pela série?
Tremembé / Crédito: Amazon Prime Video (reprodução/divulgação)
Em geral, criminosos não recebem dinheiro por produções baseadas em seus crimes. A lei brasileira proíbe o enriquecimento com o proveito do crime, e qualquer pagamento pode ser confiscado e revertido ao Estado ou às vítimas.
A liberdade de expressão artística permite esse tipo de obra, mas impede que o criminoso lucre com sua própria história criminal.
Famosos que não aparecem na série
Robinho em Tremembé / Crédito: Conselho Comunidade de Taubate (reprodução)
A série concentra-se em casos icônicos como os de Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga, mas vários outros “famosos” que passaram pelo presídio ficaram de fora da produção.
Entre os notáveis ausentes estão:
Robinho – ex-jogador condenado por estupro;
Ronnie Lessa – acusado do assassinato de Marielle Franco;
Maníaco do Parque – condenado por uma série de assassinatos;
Thiago Brennand – empresário condenado por estupro;
Edinho, filho de Pelé – condenado por lavagem de dinheiro.
As farmacêuticas Eli Lilly e Novo Nordisk fecharam um acordo com o governo estadunidense nesta quinta-feira (6) para reduzir o preço de canetas emagrecedoras nos EUA. A medida impacta os medicamentos Zepbound e o Wegovy. No Brasil, apenas o Wegovy tem liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas não se sabe se o acordo impactará os preços também por aqui.
Isso porque a negociação foca nos beneficiários do Medicare e Medicaid em tratamento para obesidade, uma decisão inédita no país. A cobertura inclui uma nova versão dos chamados medicamentos GLP-1, disponíveis a partir de 2026. As doses também serão vendidas em um site que o governo Donald Trump lançará em janeiro, chamado TrumpRx.gov.
A nova linha custará US$ 149 (R$ 797) por mês para todos que os receberem pelo Medicare, Medicaid ou TrumpRx, segundo a CNBC. Certos pacientes do Medicare pagarão uma coparticipação de US$ 50 por mês para ter acesso aos remédios. As injeções já existentes custarão US$ 350 (R$ 1,8 mil) por mês no TrumpRX, mas “diminuirão gradualmente” para US$ 245 (R$ 1,3 mil) por mês ao longo de um período de dois anos.
Cobertura inclui uma nova versão dos chamados medicamentos GLP-1 (Imagem: Carolina Rudah/iStock)
Tanto o Medicare quanto o Medicaid são programas de saúde, mas com públicos distintos. O Medicare atende pessoas com 65 anos ou mais, além de adultos com deficiências e doenças específicas, mediante co-pagamentos e franquias. Já o Medicaid é financiado pelo governo federal em conjunto com os estados para atender famílias de baixa renda, com serviços a valores baixos.
Canetas emagrecedoras: público-alvo
Nas próximas semanas, o governo estadunidense vai criar um programa-piloto para distribuir as canetas aos cerca de 10% dos beneficiários elegíveis para receber GLP-1. Os pacientes serão divididos em três grupos:
Aqueles com sobrepeso, com índice de massa corporal superior a 27 ou com pré-diabetes ou doença cardiovascular estabelecida;
Pessoas com obesidade – com IMC superior a 30 – e hipertensão não controlada, doença renal ou insuficiência cardíaca;
Pacientes com obesidade grave, ou seja, qualquer pessoa com IMC superior a 35.
Governo estadunidense vai criar um programa piloto para distribuir os medicamentos (Imagem: grinvalds/iStock)
Recentemente, o governo Trump também anunciou acordos com a Pfizer, AstraZeneca e a EMD Serono para vender determinados remédios com descontos em troca de isenções de tarifas farmacêuticas. Eli Lilly e Novo Nordisk também se comprometeram a garantir preços mais baixos para o mercado interno em todos os novos produtos das empresas.
Tanto o Medicare quanto o Medicaid são programas de saúde, mas com públicos distintos (Imagem: Jacob Wackerhausen/iStock)
Essa não é a primeira vez que a Casa Branca conduz um programa de tratamento de obesidade e diabetes pelo Medicare. O ex-presidente Joe Biden propôs uma regra no final de seu mandato que poderia atender 3,4 milhões de beneficiários, mas a proposta não avançou após o Congresso indicar que a cobertura custar US$ 35 bilhões (R$ 187 bilhões) ao longo de nove anos aos contribuintes.
O fundo do oceano guarda diversas formas de vida mesmo sob condições extremas, como alta pressão e salinidade, além de valores extremos de pH e disponibilidade limitada de nutrientes — o que tem intrigado a comunidade científica há anos. E um novo estudo da Universidade de Bremen (Alemanha) pode ajudar a compreender um pouco mais a dinâmica dos limites da vida nas profundezas do mar.
Uma equipe do Departamento de Geociências da instituição realizou análises de biomarcadores lipídicos para decifrar as estratégias de sobrevivência microbiana em dois vulcões de lama recém-descobertos com valores de pH muito elevados. O artigo foi publicado na revista científica Communications Earth & Environment.
O alto valor de pH de 12 é especialmente desafiador para a vida em águas profundas; este é um dos índices mais altos já conhecidos em ecossistemas. Para detectar qualquer sinal de vida, os pesquisadores tiveram que recorrer a métodos especiais de análise de traços. Nessa situação, a detecção de DNA pode ser ineficaz quando há um número reduzido de células vivas.
Lama serpentinítica azul proveniente de um vulcão de lama (Imagem: Divulgação/MARUM)
“Mas conseguimos detectar gorduras“, afirma o primeiro autor Palash Kumawat, atualmente doutorando no Departamento de Geociências. “Com a ajuda desses biomarcadores, pudemos obter informações sobre as estratégias de sobrevivência de micróbios que metabolizam metano e sulfato nesse ambiente extremo.”
A descoberta
Comunidades microbianas metabolizamcarbono nas profundezas do oceano, contribuindo assim para o ciclo global do carbono;
No entanto, as comunidades descritas pela equipe na publicação obtêm sua energia de minerais presentes nas rochas e de gases, como dióxido de carbono e hidrogênio, para produzir metano, por exemplo, um importante gás de efeito estufa. Inicialmente, esses processos ocorrem independentemente do oceano acima;
Os lipídios também fornecem pistas sobre a idade dos microrganismos. Se as biomoléculas celulares estiverem intactas, representam uma comunidade viva ou recentemente extinta. Se não estiverem intactas, são geomoléculas, o que significa que são comunidades fósseis do passado;
A combinação de isótopos e biomarcadores lipídicos indica que múltiplas comunidades microbianas vivem atualmente nesse habitat inóspito e já viveram ali no passado;
Essa distinção é particularmente útil para trabalhos em áreas com biomassa extremamente baixa e deficiência de nutrientes.
Fundo do oceano está a uma profundidade média de 3.,7 mil metros (Imagem: Johan Holmdahl/iStock)
“O que é fascinante nessas descobertas é que a vida sob essas condições extremas, como pH elevado e baixas concentrações de carbono orgânico, é possível. Até agora, a presença de microrganismos produtores de metano nesse sistema era presumida, mas não podia ser confirmada diretamente”, disse a Dra. Florence Schubotz, coautora do estudo.
“Além disso, é simplesmente empolgante obter informações sobre um habitat microbiano como esse, porque suspeitamos que a vida primordial possa ter se originado justamente em locais assim”, acrescentou a geoquímica do Centro de Ciências Ambientais Marinhas da Universidade de Bremen (MARUM).
O fundo do oceano, que constitui 71% da superfície sólida da Terra, está a uma profundidade média de 3,7 mil metros abaixo da superfície do mar. Até o momento, apenas uma pequena fração do fundo do oceano foi investigada cientificamente. As amostras para este estudo foram coletadas durante uma expedição realizada em 2022 em vulcões de lama até então desconhecidos do antearco das Marianas, no Oceano Pacífico.
Expedição foi realizada na região do ponto mais profundo dos oceanos (Imagem: La Terase/Shutterstock)
Essas formações geológicas liberam lama, gases (principalmente dióxido de carbono e metano) e, em algumas situações, água quente — e não lava e cinzas. O formato é semelhante a um vulcão comum, de cone e cratera, mas o material expelido não envolve magma.
Desde seu lançamento em 2008, “WALL-E” se tornou um dos filmes mais emblemáticos da Pixar, conquistando público e crítica com sua história que mistura romance, aventura e reflexão ambiental. A animação se destaca por quase não usar diálogos humanos, confiando em gestos, expressões e sons mecânicos dos robôs para contar a história.
Além disso, “WALL-E” apresenta uma forte mensagem ecológica, mostrando um futuro em que a Terra foi abandonada pela humanidade devido à poluição e ao consumo desenfreado.
Cada detalhe da paisagem destruída, do lixo acumulado e da vegetação escassa foi planejado, criando um alerta sutil, mas impactante, sobre a importância de cuidarmos do planeta. Assim, o filme consegue equilibrar entretenimento, romance e crítica social.
Se você é fã da Pixar ou quer descobrir mais sobre os bastidores desta obra-prima, confira abaixo 8 curiosidades sobre “WALL-E” que reunimos, para que você saiba de detalhes que tornam o filme ainda mais especial!
Desde seu lançamento em 2008, WALL-E se tornou um dos filmes mais emblemáticos da Pixar, conquistando público e crítica com sua história que mistura romance, aventura e reflexão ambiental. (Imagem: Reprodução/Disney e Pixar)
É fã da Pixar? Veja 8 curiosidades sobre WALL-E, um das animações mais marcantes do estúdio
Quase sem diálogos humanos
Uma das escolhas mais ousadas de “WALL-E” é a escassez quase total de falas humanas, algo raro em filmes da Pixar. A história é conduzida principalmente pelos sons dos robôs e pelas expressões faciais, especialmente de WALL-E e EVE, o que exige que o público interprete emoções sem auxílio verbal.
Essa abordagem permite uma conexão mais direta com os personagens e torna cada gesto, olhar ou movimento muito importantes para a narrativa. Os animadores estudaram cuidadosamente como transmitir sentimentos complexos com movimentos mínimos, criando uma experiência emocional intensa que impressiona adultos e crianças.
Inspiração ambiental real
O cenário apocalíptico de “WALL-E” foi inspirado em problemas ambientais reais, como o aumento de resíduos urbanos, poluição e consumo excessivo. Cada montanha de lixo e cada detalhe da cidade abandonada foram desenhados para mostrar o impacto da ação humana no planeta.
Além de ser visualmente impressionante, essa ambientação funciona como uma reflexão sobre o futuro caso os hábitos atuais não mudem, tornando a animação relevante também para discussões ecológicas. Os criadores combinaram realismo com fantasia, mostrando que é possível ensinar, divertir e alertar simultaneamente.
Referências a filmes clássicos
Andrew Stanton, diretor do filme, incluiu diversas referências sutis a clássicos do cinema, como “2001: Uma Odisseia no Espaço” e “Metrópolis”. Essas homenagens aparecem em cenas que lembram as viagens espaciais, o design de naves e a ambientação futurista, adicionando camadas de significado para os espectadores mais atentos.
Essas conexões também refletem o respeito dos cineastas pela história do cinema e a vontade de dialogar com produções que inspiraram o gênero. Para fãs da sétima arte, cada detalhe visual pode ser interpretado como uma homenagem ao passado e uma forma de enriquecer a experiência narrativa.
Personagens robóticos com grande expressividade
Mesmo sendo máquinas, WALL-E e EVE demonstram uma expressividade emocional impressionante. Os animadores estudaram o comportamento humano e animal para conseguir transmitir sentimentos complexos, como alegria, medo, curiosidade e amor, apenas por meio de olhos, movimentos de corpo e sons.
Essa abordagem fez com que o público criasse empatia imediata pelos personagens, tornando-os inesquecíveis. A capacidade de um robô silencioso expressar emoção tão plenamente reforça o talento da equipe de animação e a força da narrativa, mostrando que a tecnologia também pode transmitir humanidade.
Uma das escolhas mais ousadas de WALL-E é a escassez quase total de falas humanas, algo raro em filmes da Pixar. (Imagem: Reprodução/Disney e Pixar)
Trilha sonora cuidadosamente planejada
A trilha sonora de Thomas Newman desempenha papel central na narrativa, transmitindo emoções e ritmo sem depender de diálogos. Cada nota e cada efeito sonoro foi pensado para reforçar a solidão de WALL-E, a ternura entre ele e EVE e a tensão das cenas de ação na nave espacial.
A música cria uma atmosfera imersiva, permitindo que o espectador sinta na pele a jornada emocional dos personagens. Essa atenção aos detalhes sonoros é um dos motivos pelos quais WALL-E continua sendo considerado uma animação inovadora e marcante até hoje.
Detalhes escondidos para fãs atentos
“WALL-E” está cheio de easter eggs e pequenas referências a outras produções da Pixar, como aparições sutis de personagens de filmes anteriores do estúdio. Esses detalhes são recompensas para fãs atentos e demonstram o cuidado da equipe em criar um universo compartilhado entre as animações.
Além disso, há pequenas mensagens escondidas nas placas, nos objetos descartados e nas telas da nave espacial, tornando cada nova visualização uma experiência de descoberta. Essa riqueza de detalhes aumenta a vontade dos espectadores de assistirem ao filme novamente, e fortalece a conexão do público com o mundo criado.
Design do robô baseado em objetos reais
O visual de WALL-E foi inspirado em carrinhos de lixo industriais e pequenas máquinas de construção, garantindo que seus movimentos fossem realistas e plausíveis. Cada articulação foi estudada para que o robô pudesse se mover como uma máquina funcional, mesmo com traços humanizados.
Esse realismo técnico, aliado à expressividade emocional, torna WALL-E crível e adorável ao mesmo tempo. Os animadores também testaram diferentes texturas e materiais para que o desgaste do robô refletisse o tempo de abandono, criando uma história visual completa em cada frame.
Premiações e reconhecimento
Além de sucesso de público, “WALL-E” recebeu reconhecimento da crítica e foi indicado ao Oscar em diversas categorias, competindo com produções live-action.
A animação ganhou o prêmio de Melhor Filme de Animação e recebeu elogios por sua inovação narrativa, design e mensagens ambientais. O sucesso consolidou “WALL-E” como um dos grandes clássicos modernos da Pixar, provando que animações podem emocionar, ensinar e entreter ao mesmo tempo. Hoje, continua sendo referência para cineastas e fãs de animação em todo o mundo.
O visual de WALL-E foi inspirado em carrinhos de lixo industriais e pequenas máquinas de construção, garantindo que seus movimentos fossem realistas e plausíveis. (Imagem: Divulgação/ Disney Pixar)