8 coisas que você provavelmente não sabe sobre o upscaling da TV

Quando compramos uma TV nova, nos maravilhamos com a resolução 4K nativa, aquele conteúdo ultra nítido e detalhado que as lojas exibem. O grande trunfo das TVs modernas que ninguém te conta não é a resolução 4K, e sim a tecnologia de upscaling, a verdadeira mágica por trás da imagem que você vê.

No entanto, a realidade do nosso dia a dia é bem diferente, veja se não se identifica? Passamos a maior parte do tempo assistindo a filmes em streaming de qualidade duvidosa, canais de TV aberta com resolução HD (ou pior) e vídeos antigos do YouTube.

Agora, será que você sabia que quem faz a mágica de transformar esse conteúdo de baixa resolução em algo aceitável na nossa tela gigante é esse componente muitas vezes subestimado, o processador de upscaling?

Todo mundo sabe que ele existe, mas a maioria não faz ideia de como ele funciona ou do que realmente o torna bom. Prepare-se para descobrir que o upscaling é muito mais do que simplesmente “esticar pixels”.

8 coisas que você provavelmente não sabe sobre o upscaling da TV

O upscaling de TV aumenta digitalmente a resolução de vídeos de baixa qualidade (ex: 1080p) para preencher telas de alta resolução (ex: 4K). É como um artista digital redesenhando uma foto pequena para um mural, preenchendo os espaços vazios para criar uma imagem maior e mais nítida, em vez de simplesmente ampliar e pixelar.

Portanto, o upscaling de TV é a ponte tecnológica que transforma conteúdos de baixa resolução em uma imagem limpa e definida na sua tela de alta resolução. No entanto, existem mitos e verdades sobre esse processo que poucos entendem. A seguir, desvendamos 8 fatos essenciais que explicam não apenas como o upscaling funciona, mas o que realmente diferencia uma TV de outra.

1. Não é apenas esticar a imagem

Imagem mostra exibição de televisão 4K com comparação de resoluções
Para exibir sinais de baixa resolução (como 480p ou 1080p) em uma tela 4K, a TV utiliza o upscaling para preencher a tela, a imagem mostra a grande diferença de detalhes entre 480p, 720p, 1080i/p e 4K (2160p) (Imagem: Patryk Kosmider / Shutterstock.com)

A primeira ideia que vem à mente quando pensamos em upscaling é a de que a TV pega cada pixel da imagem original e o replica em um bloco de 2 x 2 ou 4 x 4 pixels na tela 4K. Esse método rudimentar existe e se chama interpolação bilinear ou bicúbica. O resultado? Imagens borradas e com “artefatos de serrilhamento”.

Não é mágica, é matemática complexa. O upscaling não cria detalhes reais, apenas estima pixels ausentes com base nos que já existem.

Os processadores modernos, especialmente os que usam Inteligência Artificial (IA), vão muito além. Eles não apenas esticam a imagem, mas a analisam e reconstroem. A IA foi treinada com milhões de pares de imagens (em baixa e alta resolução).

Ela aprendeu que um conjunto específico de pixels borrados em uma imagem de baixa qualidade provavelmente representa, por exemplo, os fios de cabelo. Ao fazer o upscaling, o chip não só estica os pixels, mas adiciona detalhes texturizados que se assemelham a cabelos reais, criando uma ilusão de detalhe que simplesmente não estava no sinal original.

O veredito confirmado é que a IA já faz parte do processo, reconhecendo rostos, texturas e letras para melhorar a nitidez de forma inteligente.

2. O “gargalo” muitas vezes está na sua internet, não na TV

Imagem ilustrativa de uma mão segurando um controle remoto apontando para a tela da TV
Muitas vezes, a imagem pixelada ou borrada que vemos na tela (como o fundo bokeh desfocado) não é culpa da TV, mas sim do sinal de entrada (Imagem: Angkana Sae-Yang / Shutterstock.com)

Você pode ter a TV mais avançada do mercado, mas se a sua conexão de internet estiver instável ou congestionada, o serviço de streaming (como Netflix e YouTube) vai automaticamente reduzir a qualidade do vídeo para evitar buffering.

Muitas pessoas culpam a TV por uma imagem “pixelada” ou borrada (eu era uma dessas pessoas), quando, na verdade, o processador de upscaling está recebendo um sinal de baixíssima bitrate (quantidade de dados por segundo).

O conteúdo original ainda é o fator mais importante. Um vídeo em 480p nunca vai parecer 4K real, o upscaling só ameniza o problema.

O upscaling lida com a resolução, mas ele não pode criar informações que foram perdidas pela compressão excessiva. Um vídeo altamente comprimido tem “blocos” de cor, ruído e falta de detalhe. O trabalho do chip é tentar suavizar esses defeitos, mas é uma batalha difícil. A qualidade do sinal de entrada é fundamental.

3. Diferentes conteúdos exigem diferentes estratégias de upscaling

Imagem mostra cena de animação em uma tela de TV, Trailer ou filme da Elemental na tela da TV. TV com controle remoto, tigela de pipoca e vasinho de planta doméstica
A imagem, que exibe uma cena de animação com cores sólidas e linhas bem definidas, ilustra o tipo de conteúdo que é mais fácil para os processadores de upscaling converterem para a resolução 4K (Imagem: Hamara/Shutterstock.com)

O processador não trata todos os conteúdos da mesma forma. Ele usa algoritmos diferentes para, veja:

  • Desenhos animados e animações: por terem cores sólidas e linhas bem definidas, são os mais fáceis de serem convertidos. O upscaling pode ser mais agressivo, resultando em imagens incrivelmente nítidas e limpas.
  • Imagens reais (live-action): requerem mais nuance. O algoritmo precisa equilibrar a nitidez sem exagerar no ruído da imagem ou criar uma aparência “artificial”.
  • Imagens com muito texto (credenciais e legendas): aqui, a precisão é fundamentall. Um bom upscaling evita que as letras fiquem borradas ou com serrilhas, usando técnicas específicas para manter a clareza das bordas.

Algumas TVs high-end já fazem essa detecção de cena automaticamente, ajustando o processamento em tempo real.

4. A taxa de bits é tão importante quanto a resolução

A imagem ilustra a diferença entre uma fonte digital com perda severa de dados (esquerda) e a imagem rica em detalhes (direita). A parte esquerda simula o que acontece quando um vídeo tem uma taxa de bits (bitrate) excessivamente baixa, resultando em falta de detalhe e no aparecimento dos "blocos" de cor (artefatos de compressão)
Não é só a resolução, é a quantidade de dados por segundo (bitrate) que define se o upscaling entregará uma imagem 4K fantástica ou apenas uma imagem borrada em uma tela grande (Imagem: Andrii__Ivaniuk / Shutterstock.com)

Dois vídeos em 1080p podem ter qualidades visuais drasticamente diferentes. Por quê? A taxa de bits (Bitrate). Um arquivo 1080p com um bitrate alto (por exemplo, de um Blu-ray) é uma fonte riquíssima de informações para o upscaling. O processador tem dados detalhados para trabalhar, resultando em uma imagem 4K fantástica.

O conteúdo original ainda é o fator mais importante (a qualidade do arquivo fonte é primordial). Já um vídeo 1080p de streaming, com um bitrate baixo, está cheio de artefatos de compressão.

O upscaling tenta “adivinhar” o que há entre os pixels, mas como a informação original é pobre, o resultado final, mesmo em 4K, pode parecer pior do que o Blu-ray upscaled. A lição é: resolução não é tudo, a qualidade do arquivo fonte é primordial.

5. A fonte do sinal faz uma diferença enorme (players externos vs. apps da TV)

Imagem mostra televisores Samsung em loja de eletrônicos Hi-tech
A imagem de uma TV High-End da Samsung (QLED), exibindo uma cena vibrante e com alta qualidade, serve como um poderoso lembrete de que o resultado final é determinado pela capacidade de processamento (Imagem: NA.MAT / Shutterstock.com)

Muitos entusiastas de home theater preferem usar players externos dedicados, como o Apple TV 4K, Nvidia Shield ou consoles de última geração. Isso acontece porque o upscaling pode ser feito na fonte ou na TV.

  • Upscaling na fonte: o player externo faz o upscaling do conteúdo e envia um sinal já em 4K para a TV. A qualidade dependerá da capacidade do processador do player.
  • Upscaling na TV: você configura o player para enviar o sinal nativo (por exemplo, 1080p) e deixa a TV fazer todo o trabalho.

Nem todo upscaling é feito pela TV. Consoles, players de Blu-ray e serviços de streaming às vezes fazem o upscaling antes da TV.

Geralmente, o processador de uma TV high-end (como LG OLED, Samsung QD-OLED ou Sony Bravia) é superior ao de um player médio. Portanto, na maioria dos casos, é melhor deixar a TV, que foi projetada para sua tela específica, fazer o upscaling.

No entanto, players top de linha como o Nvidia Shield têm algoritmos excelentes, especialmente para conteúdo de baixa resolução, e podem ser uma opção viável. Cada marca tem seu próprio algoritmo, com Samsung, LG e Sony usando processadores e técnicas proprietárias diferentes.

6. A resolução nativa do painel é o “teto”, mas não é tudo

Imagem mostra exibição de televisão com comparação de resoluções. Ultra HD 8K completo em uma TV moderna
A imagem ilustra a impressionante diferença de detalhes da resolução Full HD (1080p) para a Ultra HD (4K) e, finalmente, para a Full Ultra HD (8K) (Imagem: REDPIXEL.PL / Shutterstock.com)

Uma TV 8K tem quatro vezes mais pixels que uma 4K. Isso significa que, em teoria, o upscaling de um conteúdo 4K para 8K é uma tarefa menos complexa do que upscaling de 1080p para 4K, pois a densidade de pixels a ser “preenchida” é menor em relação ao salto anterior.

No entanto, isso não é uma regra absoluta. Uma TV 8K com um processador medíocre pode produzir uma imagem pior do que uma TV 4K com um processador excelente fazendo o upscaling do mesmo conteúdo 1080p. A qualidade do algoritmo e do poder de processamento é frequentemente mais importante do que a resolução nativa do painel quando falamos de conteúdo não-nativo.

O upscaling consome poder de processamento, então, modelos de entrada têm desempenho inferior devido a chips mais simples.

7. O motion handling e o upscaling estão intimamente ligados

Imagem mostra telespectador sentado em poltrona e assistindo a imagem dinâmica dos jogadores em movimento e a clareza da cena de futebo
A imagem vibrante de uma partida de futebol, com a ação tão intensa que parece saltar da tela, é a ilustração perfeita de quando o upscaling e o processamento de movimento (motion handling) trabalham em harmonia (Imagem: alphaspirit.it / Shutterstock.com)

O upscaling não acontece em um único quadro estático. Ele precisa funcionar em tempo real, a 24, 30 ou 60 quadros por segundo. Isso adiciona uma camada extra de complexidade: o processamento de movimento.

Upscaling é diferente de interpolação de quadros, um aumenta a resolução espacial (pixels), o outro cria quadros extras (movimento).

Um algoritmo de upscaling precisa ser inteligente o suficiente para rastrear objetos em movimento pela tela e aplicar a melhoria de resolução de forma consistente, sem criar “rastros” ou “fantasmas” atrás dos objetos. 

Muitas das tecnologias de suavização de movimento (como o MEMC – Motion Estimation, Motion Compensation) são parte integrante do mesmo sistema que realiza o upscaling, trabalhando em conjunto para criar uma imagem estável e nítida, mesmo em cenas de ação rápida.

8. A calibração de fábrica pode “treinar” o processador

Imagem mostra televisor LG dentro de uma loja de eletrônicos
A imagem de uma TV LG OLED EVO exibindo uma paisagem deslumbrante, com nuvens e um céu azul intenso, ilustra a excelência em qualidade de imagem que é possível quando o upscaling é otimizado para a tecnologia do painel (Imagem: 8th.creator / Shutterstock.com)

Os fabricantes não criam um algoritmo universal para todos os modelos. Eles calibram e “treinam” o processador de upscaling de cada modelo de TV especificamente para as características do painel que ele vai controlar.

O tipo de painel influencia o resultado: TVs OLED e Mini LED mostram menos artefatos. Isso significa que o algoritmo é ajustado para o tipo de painel (OLED, QLED, Mini-LED), seu brilho máximo, a gama de cores e até mesmo como os pixels se comportam em transições de cor. 

Um upscaling otimizado para um painel OLED, com seus pixels que podem desligar completamente, pode ser sutilmente diferente daquele otimizado para um painel QLED. Essa sintonia fina é o que separa um bom upscaling de um excepcional. Você pode desativar ou ajustar o efeito em configurações avançadas da TV.

Bônus: o futuro é o “upscaling por contexto”

A próxima fronteira do upscaling já está sendo explorada em tempo real nos videogames, com tecnologias como DLSS (NVIDIA) e FSR (AMD). Elas usam IA não apenas para analisar pixels, mas o contexto tridimensional da cena.

Enquanto o upscaling tradicional de vídeo é “cego” para o conteúdo, essas novas técnicas entendem que um determinado conjunto de pixels representa uma textura de metal, um reflexo na água ou folhas em uma árvore. 

No futuro, é possível que os processadores de TV integrem esse tipo de tecnologia, usando bancos de dados de texturas do mundo real para reconstruir imagens com uma fidelidade que hoje consideramos impossível, tornando a distância entre um conteúdo de baixa resolução e um nativo cada vez mais imperceptível.

Leia mais:

O upscaling deixou de ser um recurso técnico secundário para se tornar o coração da experiência de visualização moderna. É uma forma de arte digital que combina poder de processamento bruto com a sofisticação da inteligência artificial. Entender suas nuances nos torna espectadores mais críticos e nos ajuda a apreciar a verdadeira engenharia que existe por trás das telas que tanto amamos.

Na próxima vez que você assistir a um filme antigo em sua TV 4K, lembre-se da complexa e silenciosa revolução digital que está acontecendo em milissegundos, quadro a quadro, para trazer essa imagem à vida.

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Juventude x Palmeiras: onde assistir, horário e escalação do Brasileirão

Neste domingo (02), Palmeiras e Juventude se enfrentam pela 31ª rodada do Brasileirão 2025. As equipes estão em lados opostos da tabela. A bola rola às 18h30 (horário de Brasília) no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS).

  • Palmeiras x Juventude:
    • Competição: Brasileirão 2025
    • Rodada: 31ª
    • Data: 02/11 (domingo)
    • Horário: 18h30 (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)

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Onde assistir Juventude x Palmeiras no Brasileirão?

O duelo entre Juventude e Palmeiras terá transmissão exclusiva pelo canal pay-per-view Premiere.

Prováveis escalações

  • Juventude: Jandrei; Reginaldo (Igor Formiga), Rodrigo Sam, Luan Freitas e Alan Ruschel; Hudson, Caíque, Peixoto e Nenê (Rafael Bilu); Giovanny (Ênio) e Gilberto.
    • Técnico: Thiago Carpini.
  • Palmeiras: Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Aníbal Moreno, Andreas Pereira, Maurício (Raphael Veiga) e Allan (Felipe Anderson); Flaco López e Vitor Roque.
    • Técnico: Abel Ferreira.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Juventude e Palmeiras no Brasileirão

Na reta final do Brasileirão, o Juventude está lutando para sair da zona de rebaixamento. A equipe gaúcha tem apenas uma vitória nos últimos cinco jogos e está na vice-lanterna da tabela, com 26 pontos. Ainda faltam 6 para alcançar o Santos, primeiro time fora do Z4.

Do outro lado, o Palmeiras está na liderança, com 1 ponto acima do Flamengo (na vice-liderança), mas não vence há duas rodadas. No meio da semana, o Verdão jogou a Libertadores e venceu a LDU por 4×0, avançando para a final.

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

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Internacional x Atlético-MG: onde assistir, horário e escalação do Brasileirão

Neste domingo (02), Internacional e Atlético-MG se enfrentam pela 31ª rodada do Brasileirão 2025. As equipes lutam para se afastar da zona de rebaixamento. A bola rola às 18h30 (horário de Brasília) no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS).

  • Internacional x Atlético-MG:
    • Competição: Brasileirão 2025
    • Rodada: 31ª
    • Data: 02/11 (domingo)
    • Horário: 18h30 (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)

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Onde assistir Internacional e Atlético-MG no Brasileirão?

O duelo entre Internacional e Atlético-MG terá transmissão exclusiva pelo streaming Amazon Prime Video.

Prováveis escalações

  • Internacional: Ivan; Vitão, Mercado e Victor Gabriel; Bruno Gomes, Luis Otávio, Thiago Maia, Alan Patrick e Bernabei; Carbonero e Vitinho.
    • Técnico: Ramón Díaz.
  • Atlético-MG: Everson; Ruan, Vitor Hugo e Júnior Alonso; Alan Franco, Fausto Vera, Igor Gomes e Caio Paulista; Bernard, Dudu e Rony.
    • Técnico: Jorge Sampaoli.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Internacional e Atlético-MG no Brasileirão

Na reta final do Brasileirão, Internacional e Atlético-MG lutam para se afastar do Z4.

O Colorado vem de duas derrotas seguidas e está na 15ª posição da tabela, com 35 pontos – apenas 4 acima do Z4.

Do outro lado, o Galo venceu o Ceará por 1×0 na última rodada, mas está na 13ª posição e soma apenas 36 pontos – 5 acima do Z4. A equipe mineira teve mais sucesso na Copa Sul-Americana: venceu o Independiente del Valle e avançou para a final da competição.

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

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Corinthians x Grêmio: onde assistir, horário e escalação do Brasileirão

Neste domingo (02), Corinthians e Grêmio se enfrentam pela 31ª rodada do Brasileirão 2025. As equipes estão lado a lado na tabela, empatadas em pontos. A bola rola às 16h (horário de Brasília) na Neo Química Arena, em São Paulo (SP).

  • Corinthians x Grêmio:
    • Competição: Brasileirão 2025
    • Rodada: 31ª
    • Data: 02/11 (domingo)
    • Horário: 16h (horário de Brasília)
    • ​Local: Neo Química Arena, em São Paulo (SP)

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Onde assistir Corinthians e Grêmio no Brasileirão?

O duelo entre Corinthians e Grêmio terá transmissão pela TV Globo e pelo canal pay-per-view Premiere.

Prováveis escalações

  • Corinthians: Felipe Longo; Matheuzinho, Cacá, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Charles, Maycon, Carrillo e Rodrigo Garro; Depay e Yuri Alberto.
    • Técnico: Dorival Jr.
  • Grêmio: Tiago Volpi; João Lucas, Noriega, Kannemann e Marlon; Dodi, Arthur e Edenilson; Alysson, Amuzu e Carlos Vinicius.
    • Técnico: Mano Menezes.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Corinthians e Grêmio no Brasileirão

Corinthians e Grêmio estão lado a lado na tabela, empatados com 39 pontos. Na reta final do campeonato, os times lutam para garantir uma classificação na Sul-Americana do ano que vem.

O Timão está em 10º lugar da tabela e vem de duas vitórias seguidas. São três vitórias, um empate e uma derrota nas últimas cinco rodadas.

O Imortal vem logo abaixo, em 11º, e tem um retrospecto recente mais instável. São duas vitórias, duas derrotas e um empate nos últimos cinco jogos.

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

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5 jogos de terror baseados em histórias reais

É comum que a arte se inspire em histórias reais, inclusive nas mais perturbadoras. Filmes e séries, então, nem se fala. O gênero terror, em particular, encontra nesse tipo de história um terreno fértil para atrair o público. Um exemplo recente é a série “Monstro: A História de Ed Gein”, lançada pela Netflix em 2025.

No entanto, não é apenas o cinema que transforma fatos reais em experiências assustadoras. Nos videogames, também é possível encontrar exemplos que usam esse recurso. A seguir, listamos cinco jogos de terror que, de alguma forma, se baseiam em histórias reais.

Kholat

Kholat
Kholat / Crédito: IMGN.PRO (divulgação)
  • Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

O survival horror “Kholat“ se inspira em uma história real ocorrida na União Soviética, em 1959: o misterioso Incidente do Passo Dyatlov. Nove universitários morreram durante uma expedição de esqui pelos Montes Urais. 

Porém, seus corpos foram encontrados espalhados em condições misteriosas e inexplicáveis, desde mortos apenas de roupa íntima, outros sem olhos, até alguns com sinais de radiação. 

O caso, ainda sem explicação, gerou teorias que vão de avalanches a forças além da compreensão humana. Assim, “Kholat” se inspira nesse mistério. O jogador controla um investigador que vai aos Montes Urais para descobrir o que aconteceu, explorando a gélida região e enfrentando criaturas e fenômenos inexplicáveis.

Chernobylite

Chernobylite
Chernobylite / Crédito: The Farm 51, All in! Games SA (divulgação)
  • Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.

Jogo de tiro em primeira pessoa e survival horror, “Chernobylite“ se inspira no famoso desastre nuclear que ocorreu em 1986, na usina de Chernobyl, na Ucrânia.

O jogador controla um ex-físico que explora a Zona de Exclusão de Chernobyl, uma área real ao redor da usina que foi abandonada e isolada devido à alta radiação.

Contudo, a retratação real se limita apenas ao cenário; a história do jogo e os personagens são fictícios. O jogador enfrenta inimigos humanos e criaturas chamadas Shadows, utiliza armas e armadilhas, além de coletar suprimentos e gerenciar recursos para sobreviver.

Fears to Fathom

Fears to Fathom
Fears to Fathom / Crédito: Steam (divulgação)
  • Plataformas: Steam.

Disponível na Steam, “Fears to Fathom” é um jogo de terror psicológico em primeira pessoa com uma proposta curiosa. O jogo é dividido em capítulos, e cada história é baseada em relatos reais assustadores enviados por usuários da Steam ao desenvolvedor indiano Mukul Negi. 

O título foca em exploração, interação e furtividade, e os capítulos se passam em ambientes variados, como casas, florestas e hotéis.

Leia mais:

The Town of Light

The Town of Light
The Town of Light / Crédito: LKA, Wired Productions (divulgação)
  • Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

O jogo de terror “The Town of Light” é inspirado em fatos reais, mas com várias liberdades artísticas. A história se passa no Ospedale Psichiatrico di Volterra, um hospital psiquiátrico real localizado em Volterra, na Toscana, que funcionou entre os séculos XIX e XX e ficou conhecido pelos tratamentos abusivos aplicados em pacientes.

Com perspectiva em primeira pessoa, o game aposta na imersão e na narrativa. O jogador controla a fictícia personagem Renée, uma ex-paciente do hospital internada nos anos 1940 por supostos distúrbios mentais. Anos depois, ela retorna ao local agora abandonado em busca de lembranças que revelem a verdade sobre seu passado.

Dark Pictures Anthology: The Devil in Me

Dark Pictures Anthology: The Devil in Me /
Dark Pictures Anthology: The Devil in Me / Supermassive Games, Bandai Namco Entertainment (divulgação)
  • Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.

Parte da série Dark Pictures Anthology, “The Devil in Me“ é um jogo de terror interativo e survival horror. O jogo se passa em uma versão fictícia do “Murder Castle”, prédio real construído por H. H. Holmes em Chicago nos anos 1890. 

Holmes foi um dos primeiros serial killers documentados nos Estados Unidos e projetou o prédio com quartos trancados, passagens secretas e armadilhas mortais para capturar suas vítimas.

No jogo, os jogadores controlam cinco protagonistas que ficam presos em uma réplica do Murder Castle e precisam escapar das armadilhas e resolver enigmas. O jogo é em terceira pessoa, com foco em exploração e tomada de decisões.

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Nottingham Forest x Manchester United: onde assistir, horário e escalações do jogo da Premier League

Neste sábado (1º), Nottingham Forest e Manchester United se enfrentam em duelo válido pela 10ª rodada da Premier League 2025/26. O jogo acontece a partir das 12h00 (horário de Brasília) e será disputado no City Ground, em Nottingham, Inglaterra.

  • Nottingham Forest e Manchester United:
    • Competição: Premier League
    • Rodada: 10
    • Data: 01/11 (sábado)
    • Horário: 12h00 (horário de Brasília)
    • ​Local: City Ground, em Nottingham (Inglaterra)

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir Nottingham Forest x Manchester United pela Premier League?

O confronto entre Nottingham Forest e Manchester United pela Premier League será transmitido ao vivo na TV fechada pela ESPN e no streaming pelo Disney+.

Escalações prováveis e arbitragem

  • Nottingham Forest: Matt Sels; Neco Williams, Murillo, Nikola Milenkovic e Nicolò Savona; Douglas Luíz e Elliot Anderson; Callum Hudson-Odoi, Morgan Gibbs-White e Dan Ndoye; Igor Jesus.
    • Técnico: Sean Dyche.
  • Manchester United: Senne Lammens; Luke Shaw, Matthjis de Light e Leny Yoro; Diogo Dalot, Bruno Fernandes, Casemiro e Amad Diallo; Matheus Cunha e Bryan Mbeumo; Benjamin Sesko.
    • Técnico: Ruben Amorim.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Darren England.
    • Assistentes: Scott Ledger, Akil Howson.
    • Quarto árbitro: Bobby Madley.
    • VAR: Tim Robinson.

As escalações são confirmadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Nottingham Forest e Manchester United na Premier League

O Nottingham Forest ocupa atualmente a 18ª posição da Premier League, com cinco pontos, vindos de campanha de uma vitória, dois empates e seis derrotas. A equipe perdeu para o Bournemouth por 0 a 2.

Já o Manchester United está na sexta rodada do campeonato, com 16 pontos e campanha de cinco vitórias, um empate e três derrotas. Na última rodada, os Red Devils derrotaram por 4 a 2 o Brighton.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje!

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Quais as principais estreias no cinema em novembro de 2025?

Em novembro, chegam ao cinema filmes marcantes como a continuação da história de Elphaba e Glinda, em “Wicked: Parte 2″ e mais um trabalho de Emma Watson em “Bugonia”. Há também o filme nacional “O Agente Secreto”, que irá representar o Brasil no Oscar de 2026. Confira abaixo as cinco principais estreias de novembro de 2025.

Quais as principais estreias no cinema em novembro de 2025?

1. O Agente Secreto

O novo filme de Kleber Mendonça estrelado por Wagner Moura acompanha Marcelo, um especialista em tecnologia que volta para Recife com o intuito de fugir de seu passado misterioso e violento. Porém, percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que esperava.

Data de estreia: 6 de novembro de 2025.

2. Truque de Mestre: O 3º Ato

Truque de Mestre: 3º Ato
Cartaz do filme Truque de Mestre: 3º Ato. Imagem: Divulgação/Paris Filmes

Na sequência de Truque de Mestre, os Cavaleiros retornam, dessa vez, com ilusões que envolvem a joia mais valiosa do mundo. O elenco traz grandes nomes, como Morgan Freeman e Rosamund Pike.

Data de estreia: 13 de novembro de 2025.

3. Wicked: Parte 2

Wicked: Parte 2
Lançamento de Wicked: Parte 2 está previsto para novembro. Imagem: Divulgação/Universal Pictures

Dirigido pelo cineasta, Jon M. Chu, a parte dois de “Wicked” dá seguimento a história de Elphaba, uma jovem do Reino de Oz incompreendida pela cor de sua pele, e a popular e ambiciosa Glinda.

Data de estreia: 26 de novembro de 2025.

4. Bugonia

Filme Bugonia
Emma Watson no filme Bugonia. Imagem: Divulgação/Universal Pictures

Em mais um trabalho da atriz Emma Watson com o cineasta Yorgos Lanthimos, o filme acompanha a história de dois jovens obcecados por teorias da conspiração que sequestram a CEO de uma grande empresa por acreditarem que ela seria um alienígena com intenções de destruir o planeta Terra.

Data de estreia: 27 de novembro de 2025.

5. Morra, Amor

Filme Morra, Amor
Jennifer Lawrence e Robert Pattinson em Morra, Amor

Com interpretações de Jennifer Lawrence e Robert Pattinson, o filme mostra a luta de Grace para manter a sanidade em meio a maternidade, seu casamento e isolamento. A história é ambientada na zona rural dos Estados Unidos e foi adaptada do livro homônimo escrito por Ariana Harwicz.

Data de estreia: 27 de novembro de 2025.

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O que muda do Wi-Fi 7 para o Wi-Fi 8?

Se você pensa que “bom Wi‑Fi” se resume apenas à velocidade, está na hora de repensar. A nova geração de redes sem fio vai muito além de megabits por segundo, trazendo avanços que impactam diretamente na experiência do usuário. O destaque aqui é o Wi‑Fi, com duas gerações em evidência: o já consolidado Wi‑Fi 7 e o futuro Wi‑Fi 8.

Enquanto o Wi‑Fi 7 entrega melhorias concretas em canais, modulação e links múltiplos, o Wi‑Fi 8, ainda em desenvolvimento, foca em confiabilidade, melhor desempenho em ambientes congestionados, latência reduzida e eficiência global.

Vamos detalhar exatamente o que muda do Wi‑Fi 7 para o Wi‑Fi 8, como cada geração atende às necessidades reais dos usuários e quando vale a pena investir agora ou esperar pelo futuro.

O que é o Wi‑Fi 7 e por que ele importa?

O Wi‑Fi 7, conhecido como padrão IEEE 802.11be (Extremely High Throughput – EHT), representa o salto mais recente em redes sem fio de alta performance.

Ele oferece suporte a canais de até 320 MHz, o dobro das larguras típicas das gerações anteriores, e adota modulação 4 096‑QAM, permitindo transmitir muito mais dados por símbolo. Além disso, o Wi‑Fi 7 opera simultaneamente em múltiplas bandas (2,4 GHz, 5 GHz e 6 GHz) e utiliza a tecnologia Multi‑Link Operation (MLO), que possibilita o uso de dois ou mais links ao mesmo tempo para enviar e receber dados.

Conectando smartphone ao Wi-Fi / Crédito: ymgerman (Shutterstock/reprodução)

O resultado é um aumento significativo no throughput, maior capacidade para dispositivos conectados e redução da latência em comparação com gerações anteriores.

Para usuários domésticos e empresas, isso significa streaming em 4K ou 8K sem interrupções, jogos online com menor lag e suporte a múltiplas câmeras ou dispositivos IoT na mesma rede. Ainda assim, velocidade máxima não é tudo: cobertura, interferência e a infraestrutura do ambiente continuam determinando a experiência real.

O que sabemos até agora sobre o Wi‑Fi 8?

O Wi‑Fi 8, previsto para chegar por volta de 2028, é o padrão IEEE 802.11bn e ainda está em desenvolvimento.

Diferentemente do Wi‑Fi 7, sua velocidade teórica máxima não deve apresentar salto significativo, permanecendo em torno de 23 Gbps, mas o grande foco está na Ultra High Reliability (UHR), garantindo conexões mais estáveis, menor latência em condições reais, menor perda de pacotes e desempenho superior em ambientes congestionados ou sujeitos a interferências.

Tecnologias como mmWave, que utilizam ondas milimétricas, começam a ser incorporadas como opção para curtas distâncias de altíssima velocidade, em cenários específicos. O Wi‑Fi 8 também aposta em melhor coordenação entre múltiplos pontos de acesso, com recursos como Multi‑AP coordination, beamforming coordenado e spatial reuse, o que é especialmente útil em espaços amplos ou corporativos.

As bandas de frequência principais (2,4 GHz, 5 GHz e 6 GHz) permanecem, sem previsão de salto para frequências extremamente altas globalmente. Em resumo, o Wi‑Fi 8 não promete apenas mais velocidade, mas sim uma combinação de performance confiável, estabilidade e preparo para o futuro das redes sem fio.

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Principais diferenças entre Wi‑Fi 7 e Wi‑Fi 8

Por que a velocidade “máxima” não muda tanto (e por que isso não é problema)?

Você pode estar se perguntando: “Se o Wi‑Fi 8 não vai me entregar 50 ou 100 Gbps, por que me preocupar?” A resposta está no que realmente limita a experiência de Wi‑Fi no mundo real. Na prática, não é a velocidade teórica que trava sua conexão, mas fatores como interferência, paredes, distância do roteador e o número de dispositivos disputando o mesmo sinal.

Mesmo que o padrão suporte até 23 Gbps, a velocidade que você recebe da operadora normalmente é bem menor, variando entre 1 Gbps, 2,5 Gbps ou 5 Gbps.

O verdadeiro ganho do Wi‑Fi 8 aparece em redes densas ou corporativas, oferecendo maior eficiência, latência reduzida e melhor gerenciamento de múltiplos dispositivos.

Para uso residencial, o salto do Wi‑Fi 6 ou 6E para o 7 costuma ser mais perceptível do que esperar pelo 8. Em outras palavras, o Wi‑Fi 8 não é sobre velocidade absurda, mas sobre maturação da rede sem fio, garantindo que ela funcione de forma estável e sem gargalos invisíveis.

Esperar pelo Wi‑Fi 8 ou trocar agora para o Wi-Fi 7?

Trocar agora para Wi‑Fi 7:

  • Se você tem largura de banda de internet alta (por exemplo >1 Gbps) e um ambiente com muitos dispositivos.
  • Sua rede atual apresenta gargalos de latência, muitos dispositivos conectados, ou você já sente instabilidade.

Esperar pelo Wi‑Fi 8

  • Sua rede atual ainda atende bem e o custo de troca agora é alto.
  • Você não tem necessidade extrema de mobilidade ou ambientes densos de muitos dispositivos.
  • Você está em ambiente corporativo/industrial onde a estabilidade, roaming e eficiência importam

O mundo sem fio continua evoluindo, e a distinção entre “velocidade” e “experiência” fica cada vez mais nítida. O padrão Wi‑Fi evolui não só para ser “mais rápido”, mas para ser “menos falho”, “menos invisível”, ou seja: funcionar bem quando e onde você precisa. O Wi‑Fi 7 já entrega upgrades reais. O Wi‑Fi 8 aponta para uma era onde o Wi‑Fi será tratado como infraestrutura crítica, não só como “internet de casa”.

Para usuários residenciais e pequenas empresas, o Wi‑Fi 7 já representa um salto significativo em desempenho, sem necessidade de aguardar o Wi‑Fi 8. Já em ambientes corporativos e industriais, o Wi‑Fi 8 se destaca pela capacidade de suportar múltiplos dispositivos, baixa latência e mobilidade avançada, mas sua adoção dependerá de planejamento estratégico e compatibilidade de infraestrutura.

No Brasil, a liberação da faixa de 6 GHz e os custos iniciais indicam que a transição será gradual, tornando essencial preparar-se hoje para colher os benefícios tecnológicos no futuro.

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O que é o estresse térmico, causado por exposição a altas temperaturas?

Com as mudanças climáticas, estamos experimentando ondas de calor mais severas que não se restringem apenas ao verão. Independente da estação, podemos observar altas temperaturas e a exposição ao calor extremo pode causar estresse térmico.

Alguns cuidados sempre são importantes quando o calor está muito intenso, como manter a hidratação corporal, buscar quando possível lugares com sombra e fazer uso do protetor solar. 

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Mas, mesmo com todos esses cuidados, pode acontecer o estresse térmico a depender da temperatura e se você está em um lugar mais arborizado ou rodeado de prédios e casas – fator geográfico que influência na sensação de calor. 

O que é estresse térmico?

Estresse térmico pode gerar ainda alterações emocionais, como ansiedade e irritabilidade. (Imagem: New Africa/Shutterstock)

O estresse térmico é um desbalanço que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas, seja o frio ou o calor. No segundo caso, trata-se de uma condição de saúde que acontece quando o corpo não consegue dissipar totalmente o calor que absorve. 

Num tempo quente, mas suportável, o organismo utiliza mecanismos de resfriamento como a transpiração e a dilatação dos vasos sanguíneos. Mas, em temperaturas muito altas, esses mecanismos são insuficientes, fazendo com que o corpo armazene mais calor do que consegue suportar, não conseguindo manter a sua temperatura interna ideal que é de 36,5 °C.

O estresse térmico faz com o corpo perca sais minerais e eletrólitos em excesso, e a desidratação causa sintomas como cansaço, náuseas, sudorese excessiva e aumento da frequência cardíaca que pode elevar a pressão arterial.

A pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) Sandra Hacon, esclarece que a gravidade do estresse térmico vai depender de fatores como se a exposição ao calor é contínua ou intermitente, condições pré-existentes de saúde, condições sociais e fatores genéticos. 

Mas, em suma, os mais afetados pelo estresse térmico são as crianças porque o equilíbrio homeostático ainda não está completamente desenvolvido.

“Alguns dos impactos de estresse térmico são: desequilíbrio homeostático no organismo, com sinais e sintomas como tontura, sensação de desmaio, enjoo, dor de cabeça e aumento de hospitalizações e da mortalidade por doenças cardiovasculares e respiratórias. Pacientes em hemodiálise, por exemplo, devem controlar a pressão arterial e manter o corpo hidratado. Esse grupo é de elevado risco num cenário de estresse térmico”, alerta Hacon. 

Trabalhadores externos podem ser os mais prejudicados pelas ondas de calor. (Imagem: Poguz.P/Shutterstock)

O equilíbrio homeostático é a capacidade do organismo de se manter estável e em funcionamento mesmo quando exposto a condições adversas, como o aumento da temperatura, queda ou elevação da pressão arterial e alterações no nível de glicose.

Outro grupo de risco são os idosos, porque, em muitos casos, já apresentam dificuldades em manter o equilíbrio homeostático, desidratando o organismo com mais facilidade. O mesmo ocorre com as gestantes que precisam monitorar a pressão arterial e elevar o consumo de líquidos. 

Além dos prejuízos físicos, o estresse térmico também pode influenciar o estado emocional. A começar pelo sono, que pode ser prejudicado, gerando alterações de humor. Falta de energia, ansiedade e irritabilidade também são sintomas comuns que podem acometer quem está passando por um estresse térmico. 

E, em casos extremos, o estresse térmico pode levar à morte, como aponta um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Para se ter uma ideia, em 2020, 4.200 trabalhadores em todo o mundo perderam a vida devido à exposição a altas temperaturas. Isto configura um aumento de 66%, em comparação com o mesmo relatório feito nos anos 2000.

Por isso, para mitigar os efeitos de um estresse térmico é essencial manter o corpo hidratado, ingerir alimentos frescos e menos gordurosos, além de procurar ambientes mais ventilados, sejam à sombra ou com uso de ventilador ou ar-condicionado. Usar roupas leves e evitar exposição solar em horários de pico também são medidas importantes. 

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Halloween 2025: 10 games de terror para entrar no clima

O Halloween é a época ideal para viver experiências assustadoras e sentir a adrenalina que só os jogos de terror conseguem provocar. Neles, você se torna o protagonista de uma história de horror, onde cada passo, cada som e cada sombra podem ser o início de algo aterrorizante.

Nos últimos anos, o gênero evoluiu muito, com gráficos realistas, som 3D e enredos que transformam o medo em uma experiência interativa.

Em muitos games de terror, há o equilíbrio entre tensão e curiosidade, fazendo o jogador sentir medo, mas não conseguir parar, movido pelo desejo de descobrir o que vem a seguir.

O catálogo atual também é bastante diversificado, com títulos focados em sobrevivência, outros em terror psicológico, e ainda experiências cooperativas que unem grupos inteiros em busca de sustos. O avanço das plataformas também ajudou, com versões otimizadas para consoles, PCs e até dispositivos móveis.

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Em 2025, o gênero está em alta, com remakes de clássicos e novas franquias que exploram o medo de formas inéditas. Seja enfrentando criaturas grotescas, fugindo de assassinos implacáveis ou sobrevivendo a eventos sobrenaturais, há sempre um jogo capaz de deixar o coração acelerado. Veja a seguir dez títulos para entrar no clima do Halloween!

Dia das Bruxas 2025: 10 opções de jogos para entrar no clima de terror

Dead by Daylight

(Imagem: Divulgação/Behaviour Interactive)

Lançado em 2016 pela Behaviour Interactive, “Dead by Daylight” é um dos maiores sucessos do terror multiplayer assimétrico. Disponível para PC, PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e até mobile, o jogo tem uma proposta é simples e viciante. Nele, um jogador assume o papel do assassino enquanto outros quatro tentam escapar vivos, completando tarefas em um ambiente cheio de tensão.

Com atualizações frequentes, o game ganha novos assassinos, mapas e modos inspirados em franquias famosas, como “Halloween”, “Silent Hill” e “Resident Evil”. Cada personagem possui habilidades únicas que mudam o ritmo das partidas, e a comunidade é bastante ativa, garantindo desafios constantes. Além disso, há eventos especiais de Halloween com recompensas temáticas e decorações assustadoras.

Until Dawn

(Imagem: Divulgação/Sony)

Lançado originalmente em 2015 e relançado em 2024 em versão remasterizada para PS5 e PC, “Until Dawn” é um dos títulos mais marcantes do gênero narrativo interativo. O jogo acompanha um grupo de jovens em uma cabana isolada nas montanhas, onde decisões erradas podem levar a mortes.

Ele combina gráficos realistas, trilha sonora envolvente e um roteiro com reviravoltas. Sua mecânica de escolhas é o ponto mais importante da experiência, já que cada ação do jogador muda o destino dos personagens e o rumo da história.

A jogabilidade oferece momentos de exploração, suspense e eventos que exigem reflexos rápidos, valorizando o medo psicológico e a tensão constante, fazendo o jogador duvidar de quem deve confiar. A nova versão traz melhorias visuais e novos recursos imersivos, mantendo o clima sombrio que consagrou o título original.

Darkwood

(Imagem: Divulgação/Acid Wizard)

Desenvolvido pela Acid Wizard Studio e lançado oficialmente em 2017, “Darkwood” é um jogo de terror psicológico com visão aérea e ambientação sufocante, disponível para PC, PlayStation, Xbox e Switch.

O jogador é lançado em uma floresta misteriosa, cheia de criaturas grotescas e eventos inexplicáveis, e deve explorar durante o dia para sobreviver à noite. Com recursos limitados, cada decisão tem peso, e o sentimento de vulnerabilidade é constante.

O diferencial de “Darkwood” é não necessitar de sustos fáceis, já que o horror vem da atmosfera, do som e das descobertas gradativas. O sistema de crafting e barricadas adiciona estratégia, enquanto os personagens e eventos aleatórios tornam cada jornada única.

Mesmo com gráficos simples, o design artístico e a trilha sonora criam uma imersão profunda, sendo uma experiência densa e inquietante para quem prefere o medo psicológico à ação exagerada.

Outlast 2

(Imagem: Divulgação/Red Barrels)

“Outlast 2”, lançado em 2017 pela Red Barrels, é um dos títulos mais perturbadores da geração, e está disponível para PC, PlayStation, Xbox e Nintendo Switch.

O game coloca o jogador no papel de um jornalista investigativo que se perde em uma região isolada do Arizona, onde uma seita fanática comete atrocidades indescritíveis. Sem armas, a única forma de sobreviver é fugir e se esconder, enquanto grava tudo com uma câmera de visão noturna.

A sensação de impotência está sempre presente, com a câmera limitada, o som de passos e a respiração ofegante do personagem que criam um clima de desespero constante. Os gráficos e a ambientação rural reforçam o horror psicológico e o fanatismo religioso, com cenas que ficam na memória por muito tempo.

Resident Evil 4

(Imagem: Divulgação/Capcom)

O clássico “Resident Evil 4” ganhou um remake em 2023 que elevou o padrão dos jogos de ação e terror. Disponível para PC, PlayStation, Xbox, o título tem uma história que acompanha Leon S. Kennedy em uma vila europeia infestada por parasitas e inimigos grotescos. A nova versão mantém a essência do original, mas traz gráficos realistas, jogabilidade aprimorada e ambientação inquietante.

O equilíbrio entre ação e suspense faz do remake uma das melhores opções para a época. A câmera sobre o ombro e o sistema de combate renovado aumentam a imersão, enquanto a narrativa envolvente e os personagens carismáticos garantem o ritmo empolgante, sendo um jogo que combina nostalgia e modernidade.

Silent Hill 2

(Imagem: Divulgação/Konami)

O remake de “Silent Hill 2” acabou de ser lançado no começo do mês de outubro, sendo um dos títulos mais aguardados pelos fãs de terror psicológico. O jogo promete reimaginar o clássico de 2001 com gráficos de última geração e atmosfera ainda mais perturbadora, estando temporariamente exclusivo para PlayStation 5 e PC.

A história acompanha James Sunderland, um homem que recebe uma carta de sua falecida esposa pedindo que ele vá até a misteriosa cidade de Silent Hill.

O foco do game está no horror emocional e na sensação de culpa que ronda o protagonista. A trilha sonora de Akira Yamaoka e o design de som reforçam a imersão, tornando cada passo pelas ruas enevoadas um desafio psicológico. O remake conta com uma câmera moderna e combate aprimorado, mas mantendo o ritmo lento e introspectivo do original.

Alien: Isolation

(Imagem: Divulgação/Creative Assembly)

Lançado em 2014 pela Creative Assembly, “Alien: Isolation” é considerado um dos melhores jogos de terror em primeira pessoa já feitos, estando disponível para PC, PlayStation, Xbox e Nintendo Switch.

A história segue Amanda Ripley, filha da protagonista dos filmes, que investiga o desaparecimento da mãe em uma estação espacial abandonada. Sozinha, ela precisa sobreviver a um Xenomorfo que caça implacavelmente, reagindo a cada som e movimento.

A jogabilidade é tensa e estratégica, já que não há armas poderosas, apenas improvisos, esconderijos e coragem. O comportamento imprevisível da criatura garante sustos e momentos de desespero, com ambientação fiel aos filmes originais, iluminação e sons precisos, fazendo o jogador se sentir dentro do universo “Alien”.

Phasmophobia

(Imagem: Divulgação/Kinetic Games)

“Phasmophobia”, lançado em 2020 pela Kinetic Games, é um jogo cooperativo de terror que se tornou febre entre streamers e amigos.

Disponível para PC e compatível com realidade virtual, o game faz o jogador ser um investigador paranormal que, junto de outros três participantes, precisa identificar o tipo de fantasma que assombra diferentes locais. O uso do microfone e o reconhecimento de voz tornam a experiência ainda mais realista e assustadora.

A cada missão, o grupo coleta provas usando câmeras, sensores e equipamentos sobrenaturais. O diferencial é que o próprio fantasma reage à fala dos jogadores, criando situações imprevisíveis e momentos de terror. Desde o lançamento, o game recebe atualizações constantes, adicionando mapas, entidades e melhorias gráficas.

Doom 3

(Imagem: Divulgação/Activision)

Lançado originalmente em 2004 e remasterizado em 2019, “Doom 3” é um clássico do terror e ficção científica que está disponível para PC, PlayStation, Xbox e Switch. A história se passa em uma base marciana da UAC, onde uma experiência científica abre portais para o inferno. O jogador enfrenta demônios, zumbis e criaturas grotescas em corredores escuros e claustrofóbicos.

A versão BFG Edition trouxe melhorias gráficas e ajustes de jogabilidade, tornando a experiência mais fluida nas plataformas modernas. “Doom 3” equilibra combates com momentos de exploração silenciosa, criando um ritmo que alterna adrenalina e medo. É uma ótima opção para quem quer um terror mais direto, com monstros, tiros e ambientes futuristas.

F.E.A.R.

(Imagem: Divulgação/Vivendi Games)

“F.E.A.R.” (First Encounter Assault Recon) é um clássico do terror e tiro em primeira pessoa lançado em 2005, disponível para PC, PlayStation e Xbox.

A trama mistura ação militar e elementos sobrenaturais, com o jogador enfrentando uma garotinha fantasmagórica e inimigos controlados por forças psíquicas. A ambientação escura e os sustos repentinos criam uma sensação constante de desconforto.

A jogabilidade combina combates em câmera lenta, inteligência artificial avançada e uma narrativa misteriosa que vai se revelando aos poucos. Mesmo com gráficos antigos, “F.E.A.R.” ainda impressiona pelo clima de tensão e pela atmosfera cinematográfica. É uma obra que marcou época e influenciou diversos títulos posteriores.

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