Qual a diferença entre Sora, Sora 2 e app Sora da OpenAI?

O Sora, modelo de inteligência artificial da OpenAI para geração de vídeos, rapidamente ganhou destaque como uma das ferramentas mais promissoras do setor.

Agora, a empresa apresenta o Sora 2, que promete maior realismo e aplicações mais profissionais, especialmente em áreas como cinema, publicidade e streaming. Já o app Sora foi lançado em setembro de 2025 nos EUA e Canadá para competir com o Tiktok.

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O que é o Sora?

Lançado em 2024, o Sora foi o primeiro sistema da OpenAI capaz de transformar descrições em texto em vídeos realistas. A proposta era simples: permitir que qualquer pessoa, a partir de um prompt, pudesse gerar clipes visuais para prototipagem de ideias, publicidade experimental e até projetos educacionais.

O que é o Sora 2?

Com o lançamento do Sora 2, a OpenAI elevou o nível da tecnologia. A nova versão traz melhorias em qualidade visual, fidelidade temporal e sincronização de áudio, oferecendo clipes muito mais próximos de produções profissionais. Além disso, a ferramenta passa a se integrar de forma mais natural ao ecossistema da OpenAI, com suporte a ChatGPT e DALL·E.

Sora, Sora 2 e o app Sora: qual a diferença?

É importante separar três conceitos distintos. O Sora foi o modelo original de 2024, criado para testar a capacidade da IA de gerar vídeos a partir de descrições textuais. O Sora 2, lançado em 2025, representa a segunda geração desse sistema, trazendo avanços técnicos como áudio integrado e maior estabilidade.

Já o app Sora, apresentado em setembro de 2025, é uma plataforma no estilo de rede social, semelhante ao TikTok, que permite aos usuários criarem e compartilharem vídeos feitos com o Sora 2. O aplicativo está disponível apenas para iOS (iPhone) nas regiões dos EUA e Canadá, em modo de convite. O app é a vitrine, o Sora 2 é a tecnologia por trás, e o Sora original foi o protótipo inicial que abriu o caminho.

Página Open Ai para download do app Sora para Android e iOS
O app Sora foi lançado em setembro de 2025 apenas nos EUA e Canadá. (Imagem: Edição Olhar Digital)

Principais mudanças do Sora para o Sora 2

O avanço do Sora 2 pode ser resumido em quatro pilares:

  • O primeiro é a qualidade visual, com iluminação, texturas e detalhes muito mais realistas.
  • Em seguida, vem a integração de áudio, ausente na primeira versão, mas já nativa no novo modelo.
  • Outro ponto importante é a estabilidade, que garante continuidade entre frames e reduz falhas visuais.
  • Por fim, está a aplicação profissional: enquanto o Sora original era usado como protótipo criativo, o Sora 2 foi projetado para atender produções comerciais em grande escala.
Exemplos de aplicação de integração de áudio nos vídeos gerados pelo Sora 2
(Imagem: Edição Olhar Digital/ Divulgação> Open AI)

Aplicações práticas

No audiovisual, pode ser usado para desenvolver storyboards em vídeo e protótipos de cenas. No mercado publicitário, existe a possibilidade de criar comerciais rápidos e de baixo custo. Na educação, abre espaço para aulas com simulações visuais que tornam o aprendizado mais dinâmico. Já nas redes sociais e plataformas de streaming, pode fornecer materiais prontos para engajamento imediato com o público.

Segundo o blog da Open AI, o Sora 2 não representa apenas uma atualização técnica, mas um movimento estratégico da empresa em direção a um mercado cada vez mais competitivo. O novo modelo coloca a OpenAI em posição de disputar espaço com grandes estúdios e plataformas de tecnologia visual. O que indica que a geração de vídeos por inteligência artificial deve ganhar um papel central nas indústrias criativas.

Ao mesmo tempo, levanta debates urgentes sobre regulamentação, autenticidade de conteúdo e limites éticos no uso da IA. Mais do que uma evolução tecnológica, o Sora 2 sinaliza o início de uma nova fase em que a produção audiovisual poderá ser moldada por algoritmos tão influentes quanto os próprios criadores humanos.

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Chelsea x Liverpool: onde assistir, horário e escalações do jogo da Premier League

Neste sábado (4), Chelsea e Liverpool se enfrentam em duelo válido pela sétima rodada da Premier League 2025/26. O jogo acontece a partir das 13h30 (horário de Brasília) e será disputado no Stamford Bridge, em Londres.

  • Chelsea x Liverpool:
    • Competição: Premier League
    • Rodada: 7
    • Data: 04/10 (sábado)
    • Horário: 13h30 (horário de Brasília)
    • ​Local: Stamford Bridge, em Londres (Inglaterra)

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir Chelsea x Liverpool pela Premier League?

O confronto entre Chelsea e Liverpool pela Premier League será transmitido ao vivo na TV fechada pela ESPN e no streaming pelo Disney+.

Escalações prováveis e arbitragem

  • Chelsea: Sanchez; James, Acheampong, Badiashile, Cucurella; Caicedo, Fernandez; Estevao, Buonanotte, Neto; Joao Pedro.
    • Técnico: Enzo Maresca.
  • Liverpool: Mamardashvili; Bradley, Van Dijk, Konate, Kerkez; Gravenberch, Mac Allister; Salah, Szoboszlai; Wirtz; Isak.
    • Técnico: Arne Slot.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Anthony Taylor.
    • Assistentes: Gary Beswick e Adam Nunn.
    • Quarto Árbitro: Farai Hallam.
    • VAR: Craig Pawson.

As escalações são confirmadas cerca de uma hora antes do jogo.

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Chelsea e Liverpool na Premier League

O Chelsea está na oitava posição do campeonato, com oito pontos e campanha de duas vitória, dois empate e duas derrotas. Na última rodada, os Azuis perderam para o Brighton por 1 a 3.

Já o Liverpool é o atual líder da Premier League, com 15 pontos. Os Vermelhos têm campanha de cinco vitórias e uma derrota. A equipe sofreu sua primeira vitória na competição na última rodada, para o Crystal Palace em 1 a 2.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje!

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Metanol: Anvisa regulamenta produção industrial de antídoto

Segundo O GLOBO, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai publicar, ainda na noite desta sexta-feira (3), uma resolução que regulamenta a produção em larga escala de etanol farmacêutico, substância usada como antídoto em casos de intoxicação por metanol. O documento estabelece procedimentos temporários e extraordinários para ampliar a fabricação do chamado etanol injetável.

De acordo com o Ministério da Saúde, já foram registradas 113 notificações de intoxicação por metanol após ingestão de bebidas alcoólicas em seis estados: São Paulo, Pernambuco, Bahia, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul. 11 casos foram confirmados, todos em São Paulo.

Logo da Anvisa em um smartphone
Órgão deve soltar texto ainda nsta sexta-feira (3) (Imagem: Brenda Rocha – Blossom/Shutterstock)

Regulação do antídoto do metanol

  • Com a nova resolução da diretoria colegiada, a previsão da Anvisa é que a produção possa começar em larga escala nos próximos dias e que o antídoto esteja disponível em até uma semana, segundo o diretor-presidente da agência, Leandro Safatle;
  • Em entrevista ao GLOBO, Safatle explicou que a fabricação do etanol farmacêutico não era regulamentada porque os casos de contaminação por metanol no Brasil eram raros, com média de 20 registros por ano;
  • Ele detalhou que o país também não possui autorização para produzir o fomepizol, outro antídoto utilizado nesses casos. “A produção é mais complexa e não há ainda a possibilidade de produzir o antídoto localmente a curto prazo”, disse;
  • Segundo o diretor, hospitais, laboratórios e farmácias de manipulação já têm capacidade técnica para fabricar o etanol farmacêutico, mas ainda não em escala industrial.

Temos etanol no país para atender aos casos de contaminação. Muitos hospitais universitários já têm algum volume desse etanol. O que a gente está fazendo hoje é uma resolução para regulamentar a produção desse etanol em escala industrial, em laboratórios, dando essa capacidade para poder autorizar, viabilizar a produção do etanol em grande escala”, afirmou Safatle.

O presidente da Anvisa destacou que a medida é uma “precaução” para evitar falta do antídoto em caso de aumento dos casos de contaminação.

O Ministério da Saúde, em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), já adquiriu 4,3 mil ampolas de etanol farmacêutico e está em processo de compra de mais cinco mil tratamentos, o que equivale a 150 mil ampolas, para garantir o abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Mulher segurando um pequeno copo
Ministério da Saúde instalou uma Sala de Situação para monitorar os casos (Imagem: Pawel Kacperek/iStock)

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Casos só aumentam

Nesta sexta-feira (3), a pasta confirmou novamente os 113 registros de intoxicação, sendo 11 casos confirmados e 102 em investigação. Do total, 101 notificações ocorreram em São Paulo, onde estão todos os casos confirmados até o momento. Há ainda casos em investigação em Pernambuco, Bahia, Distrito Federal, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Safatle também revelou que um grande laboratório farmacêutico brasileiro se ofereceu para doar etanol ao governo federal, caso haja necessidade. “Um laboratório garantiu que poderia fornecer de graça para o Ministério da Saúde, fazer uma doação dessa produção para abastecer (a rede pública) caso seja necessário”, afirmou, não revelando o nome do laboratório.

O metanol e o etanol são álcoois semelhantes em aparência — ambos incolores e inflamáveis —, mas diferem na composição química. O metanol possui um átomo de carbono, enquanto o etanol tem dois.

intoxicacao
Já são 113 os registros de intoxicação, sendo 11 casos confirmados e 102 em investigação (Imagem: Felipe Rodriguez/iStock)

Apesar da diferença parecer pequena, ela é decisiva: o metanol é altamente tóxico ao organismo humano, sendo processado de maneira diferente pelo corpo. A substância é usada em produtos industriais, como líquidos de limpeza de para-brisas, anticongelantes e combustíveis.

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Pix parcelado: BC anuncia quando regulamentará serviço

Após um adiamento “discreto”, o Banco Central (BC) informou, nesta sexta-feira (3), que a regulamentação do Pix parcelado será publicada na última semana de outubro. O recurso estava previsto para setembro.

Ao fundo, bandeira do Brasil; à frente, smartphone exibindo, em sua tela, o logo do Pix
Adiamento poderia ser de até três meses (Imagem: Brenda Rocha – Blossom/Shutterstock)

Quando o Pix parcelado será liberado?

  • Segundo a autarquia, o detalhamento dos procedimentos e a padronização da experiência do usuário deverão ser divulgados no início de dezembro, com um prazo posterior para que instituições financeiras e de pagamento se adaptem às novas regras;
  • Em nota, o BC afirmou que a regulamentação trará a definição padronizada do produto, com o objetivo de aprimorar a experiência dos usuários do sistema de pagamentos instantâneos;
  • O comunicado também destacou que soluções privadas de oferta de crédito ou de diferimento de pagamento vinculadas à realização de um Pix — já amplamente utilizadas — poderão continuar sendo ofertadas, desde que não contrariem a regulamentação oficial;
  • A autoridade monetária também anunciou que, a partir deste sábado (4), chaves Pix identificadas como utilizadas em golpes e fraudes serão bloqueadas pelo próprio Banco Central, como parte das ações para reforçar a segurança do sistema.
banco central
A autoridade monetária também anunciou que, a partir deste sábado (4), chaves Pix identificadas como utilizadas em golpes e fraudes serão bloqueadas (Imagem: Brenda Rocha – Blossom/Shutterstock)

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Entenda o novo recurso

O Pix parcelado permitirá que o usuário parcele pagamentos por meio do sistema de transferência instantânea, enquanto o destinatário recebe o valor integral de forma imediata. O BC espera que o novo modelo aumente o uso do Pix no varejo, facilitando a compra de bens e serviços de maior valor por consumidores que não possuem acesso a outras formas de pagamento, como o cartão de crédito.

Homem segurando um cartão de crédito com a mão direita e teclando em um notebook com a esquerda
Especialistas alertam para novidade, que oferece maior facilidade de crédito (e possibilidade de maior endividamento) dos brasileiros (Imagem: Daniel Hoz/Shutterstock)

Pix bate dois recordes em um único dia; veja

Pix bateu um novo recorde de operações, de acordo com o Banco Central: foram 290 milhões de transações apenas na última sexta-feira (5). O recorde anterior era de junho deste ano, com 276,7 milhões de operações.

O valor da sexta-feira também é o maior já registrado para um único dia, somando R$ 164,8 bilhões.

Banco Central destacou recorde do Pix

As 290 milhões de operações somaram R$ 164,8 bilhões, dois recordes em um único dia. No recorde anterior, de junho, as 276,7 milhões de transações somaram R$ 135,6 bilhões.

Em nota, o Banco Central destacou que o feito é “mais uma demonstração da importância do Pix como infraestrutura digital pública, para o funcionamento da economia nacional”.

Pix agora tem limite para transações

Na sexta-feira, o Banco Central endureceu as regras do Pix, com o anúncio da criação de um teto para transações feitas a partir de instituições de pagamento não autorizadas e nas que se conectam à Rede do Sistema Financeiro Nacional via PSTI (Prestadores de Serviços de Tecnologia da Informação).

Leia a matéria completa aqui

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É seguro comprar capacete de moto na internet?

Comprar capacete de moto na internet se tornou uma prática comum entre motociclistas que buscam praticidade e variedade de modelos. No entanto, essa comodidade exige atenção redobrada: adquirir um item de segurança sem o ver pessoalmente pode trazer riscos, especialmente quando não se verifica a procedência, certificações e qualidade do produto.

Afinal, o capacete é o principal responsável por proteger a cabeça em caso de acidentes, e qualquer falha pode ser fatal.

Neste artigo, vamos esclarecer se é realmente seguro comprar capacete de moto online, quais cuidados você deve tomar, como identificar produtos confiáveis e por que o capacete mais duro nem sempre é o melhor. Continue lendo para entender como garantir sua segurança sem abrir mão da conveniência.

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Capacete de moto: é mesmo seguro comprar o produto na internet?

Imagem mostra mulher tentando retirar o capacete que está apertado
Nem todo capacete bonito na internet garante proteção real em um acidente.(Imagem: Nikola Spasenoski / Shutterstock)

Comprar capacete online pode ser seguro desde que você siga alguns critérios fundamentais. O primeiro deles é verificar se o produto possui certificações válidas, como o selo do Inmetro (ABNT NBR 7471), obrigatório no Brasil.

Certificações internacionais como DOT (EUA), ECE (Europa) e Snell também são reconhecidas, mas é essencial que o capacete esteja homologado para uso no território nacional. Além disso, é preciso evitar ofertas de capacetes muito baratos ou sem certificação, pois podem ser falsificados ou não oferecer proteção adequada.

Outro ponto para se atentar na hora da compra é verificar a credibilidade das lojas. Antes de mais nada, você deve conferir se são lojas oficiais ou em caso de serem revendedores, veja se eles podem comprovar a legalidade do produto por meio de nota fiscal e documentação.

Sobretudo, fique atento para não ser atraído por anúncios “bons demais para serem verdade”. Afinal, produtos importados de marcas desconhecidas ou sem garantia podem parecer atraentes pelo preço, mas representam um risco real. Uma boa dica é experimentar o capacete em uma loja física e, se possível, comprar o mesmo modelo online, garantindo conforto e segurança.

O melhor capacete não é o mais duro

Imagem mostra homem motociclista com capacete de moto fazendo gesto de positivo
A ausência de selo do Inmetro é um sinal de alerta ao comprar capacete pela internet.(Imagem: Basilico Studio Stock / Shutterstock)

Vídeos que circulam nas redes sociais mostrando capacetes quebrando tijolos ou barras de ferro podem parecer impressionantes, mas não representam critérios técnicos de segurança. Segundo estudo do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), a principal função de um capacete é absorver o impacto, e isso só acontece quando ele se deforma de forma controlada.

De forma que a calota interna, geralmente feita de EPS (poliestireno expandido), é projetada para dissipar a energia do choque, e não para resistir a pancadas como um bloco de concreto.

Além disso, especialistas em engenharia mecânica alertam que capacetes excessivamente rígidos podem ser perigosos. Afinal, eles afirmam que se o material não se deforma durante um acidente, a energia do impacto é transferida diretamente para o crânio, aumentando o risco de lesões cerebrais graves ou fatais.

Imagem mostra mulher jovem segurando um capacete e com expressão pensativa de dúvida
É ideal é experimentar o capacete em uma loja física antes de comprar online(Imagem: Luis Molinero / Shutterstock)

Sobretudo, a norma ABNT NBR 7471/2015, que regula os testes de impacto no Brasil, exige que o capacete tenha capacidade de absorção, não apenas resistência. Portanto, desconfie de modelos que se vendem como “indestrutíveis”: a verdadeira proteção está na capacidade de amortecer o impacto, não em parecer invulnerável.

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A teoria das 16 personalidades (MBTI) tem respaldo científico? Entenda o fenômeno viral

Nos últimos anos, testes de personalidade ganharam enorme popularidade nas redes sociais. Entre eles, o MBTI (Myers-Briggs Type Indicator), conhecido como teoria das “16 personalidades”, é um dos mais compartilhados e comentados.

Plataformas de quiz online, vídeos no TikTok e discussões em fóruns ajudaram a impulsionar esse fenômeno, levando milhões de pessoas a se identificarem como “INFP”, “ENTJ”, “ISFJ” ou qualquer uma das 16 combinações possíveis.

Mas até que ponto essa classificação tem respaldo científico? É sobre isso que vamos falar neste artigo. Continue lendo para descobrir.

Tabela dos 16 tipos de personalidade Myers-Briggs
Tabela dos 16 tipos de personalidade Myers-Briggs / Crédito: Wikimedia (domínio público)

A teoria MBTI tem respaldo científico?

A resposta curta é: não tem. Embora divertido e instigante, o MBTI não tem reconhecimento pela psicologia acadêmica como um método válido para avaliar a personalidade.

As origens do MBTI

Foto do psiquiatra Carl Gustav Jung
Foto do psiquiatra Carl Gustav Jung / Crédito: Dominio Publico (divulgação)

O MBTI tem suas bases nas ideias do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, criador da Psicologia Analítica, que propôs distinções como introversão e extroversão, além de funções mentais como pensar, sentir, intuir e perceber. Embora Jung não tenha criado um teste padronizado, sua tipologia inspirou Katharine Cook Briggs e Isabel Briggs Myers, que, na década de 1940, desenvolveram o MBTI como uma ferramenta prática.

O instrumento ganhou força nos Estados Unidos e passou a ser aplicado em contextos de carreira, educação e até terapia. Ele divide as pessoas em quatro dicotomias principais:

  • Extroversão (E) x Introversão (I)
  • Sensação (S) x Intuição (N)
  • Pensamento (T) x Sentimento (F)
  • Julgamento (J) x Percepção (P)

Combinando essas preferências, surgem os famosos 16 tipos de personalidade.

Foto de Katharine Cook Briggs e Isabel Briggs Myers
Foto de Katharine Cook Briggs e Isabel Briggs Myers / Crédito: Domínio público

O sucesso cultural e digital do MBTI

Um fenômeno nas redes

Parte da popularidade do MBTI vem de sua linguagem acessível. As descrições dos tipos são fáceis de compreender e frequentemente envolvem traços positivos e generalistas. Isso faz com que os usuários se reconheçam nos perfis, fenômeno conhecido como efeito Barnum, quando descrições vagas parecem pessoais e precisas.

No ambiente digital, os rótulos viraram até identidade de grupo. Muitos jovens se apresentam com seus tipos MBTI em bios de redes sociais, de forma semelhante ao que acontece com signos do zodíaco ou casas astrológicas.

Print de site com os "16 Personalidades" com os tipos de personalidade do teste MBTI
Print de site com os “16 Personalidades” com os tipos de personalidade do teste MBTI / Crédito: Reprodução

Uso em empresas e escolas

Apesar das críticas, o MBTI ainda é utilizado em processos seletivos, treinamentos de liderança e dinâmicas de grupo. O argumento é que o teste ajuda a melhorar a comunicação e a compreensão entre equipes. 

No entanto, especialistas alertam que essa prática pode ser arriscada, já que o resultado não é confiável para medir habilidades ou prever desempenho.

As críticas ao MBTI

Crédito: Kmpzzz/Shutterstock

Falta de respaldo científico

Pesquisadores em psicologia são unânimes em apontar que o MBTI não possui validade científica. Estudos mostram problemas sérios como:

  • Baixa confiabilidade teste-reteste: a mesma pessoa pode obter resultados diferentes em poucos meses.
  • Simplificação excessiva: a personalidade humana é complexa, e não binária como o MBTI sugere.
  • Ausência de predição: o teste não consegue prever sucesso acadêmico, profissional ou social.
Print de site com os "16 Personalidades" com um exemplo de perguntas presentes no teste
Print de site com os “16 Personalidades” com um exemplo de perguntas presentes no teste / Crédito: Reprodução

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Comparação com pseudociências

O MBTI já foi comparado a horóscopos modernos. Ambos se apoiam em descrições amplas, que soam convincentes, mas carecem de fundamentos sólidos. O psicólogo Adam Grant chegou a chamá-lo de “a moda que não morre”, enquanto outros especialistas o descrevem como “um elaborado biscoito da sorte chinês”.

O que a psicologia reconhece

Na ciência psicológica, outros instrumentos têm mais respaldo, como o Big Five (ou modelo dos cinco grandes fatores), que mede personalidade em dimensões como abertura, extroversão e estabilidade emocional. Diferente do MBTI, esse modelo possui validação empírica e ampla aceitação acadêmica.

O que pensar antes de fazer o teste

Print de site com os "16 Personalidades" com um exemplo de perguntas presentes no teste / Crédito: Reprodução
Print de site com os “16 Personalidades” , popular plataforma de teste MBTI / Crédito: Reprodução

Não há problema em fazer o MBTI como passatempo ou para se divertir em quizzes online. O risco está em levar os resultados a sério demais e tomar decisões importante (como carreira ou relacionamentos) com base em classificações sem fundamento científico.

Assim como antigos sistemas de temperamentos (sanguíneo, colérico, fleumático e melancólico), o MBTI pode soar intuitivo e bem sedutor, mas não substitui uma avaliação profissional feita por psicólogos.

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“Fim” da timeline? Instagram vai fazer você ver Reels primeiro; entenda

Nesta quinta-feira (2), o chefe do Instagram, Adam Mosseri, explicou no Threads que a plataforma passará por mais uma reformulação que o deixará ainda mais similar ao TikTok.

A ideia é que, ao abrir o aplicativo, você se depare com a aba de Reels, e não mais com sua timeline. Ou seja, uma vez no Instagram, você já vai começar a ver vídeos — da mesma forma que na plataforma chinesa. Contudo, a novidade está em fase de testes para “um pequeno grupo de pessoas“.

Adam Mosseri
Mosseri anunciou a novidade em seu perfil no Threads (Imagem: Divulgação/Facebook)

Mosseri disse que “uma ótima maneira de gerar bastante atenção é reformular um aplicativo usado por alguns bilhões de pessoas, então não levo essa ideia de ânimo leve”.

Reels e mensagens diretas [DMs, na sigla em inglês] impulsionaram a maior parte do nosso crescimento no Instagram nos últimos anos, então, estamos explorando torná-las as duas primeiras abas. Esta é apenas uma opção disponível para um pequeno grupo de pessoas na Índia a partir de hoje [2]“, prosseguiu.

O executivo também deixou claro que a clássica timeline, que acompanha a rede social desde sua criação, em 2010, anterior à compra pela Meta, não vai sumir. “As fotos das contas que você segue ainda estão na aba inicial. Se você optar por participar, pode cancelar imediatamente se não gostar“, explicou.

Página de criação de Reels ao lado do logo do Instagram
Recurso, ao lado das DMs, é o mais popular na plataforma (Imagem: Ascannio/Shutterstock)

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Mudanças na ordem das abas do Instagram

  • Hoje, a aba de Reels é a quarta do aplicativo (da esquerda para a direita);
  • Com a mudança, os usuários irão direto para os Reels, de forma automática e mais fácil, já que, como Mosseri explanou, esse recurso é um dos de maior audiência na plataforma;
  • Apesar de o chefão do Instagram deixar claro que apenas algumas pessoas na Índia estão aptas a testar a novidade, é esperado que a empresa não demore muito a liberá-la para todos os usuários.

E quais são os indícios?

Segundo o 9to5Mac, são vários os indícios:

A começar pelo destaque que Mosseri dá aos Reels e às DMs, exacerbando que são as principais formas de uso do Instagram, motivando a mudança. Outro dado importante é que a rede da Meta compete diretamente com o TikTok, que tem, como aba inicial, os vídeos de seus usuários, o que já foi provado que é um sucesso.

Página do TikTok em um smartphone
Mudança visa se aproximar ainda mais do TikTok, cujo design é similar (Imagem: jackpress/Shutterstock)

Ainda, apesar do teste estar limitado a um punhado de usuários, a empresa já liberou o novo design na primeira versão de seu app para iPad. Nela, o Reels está na frente e centralizado, mostrando que uma mudança similar deverá ocorrer no aplicativo desenvolvido para iPhone.

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4 configurações para mudar no CarPlay iOS 26 da Apple

O iOS 26, sistema operacional para aparelhos da Apple, já está disponível em diversos dispositivos da marca. Ele traz várias melhorias aos celulares, além de novos recursos importantes. Alguns deles são voltados ao CarPlay, plataforma responsável por conectar as funções do iPhone à central multimídia do carro.

Por isso, se você deseja utilizar a plataforma, saiba que vale muito a pena realizar algumas alterações em suas configurações. A seguir, o Olhar Digital traz algumas modificações que podem ser realizadas. 

4 configurações para mudar no CarPlay iOS 26 da Apple

As modificações que você verá a seguir podem melhorar sua experiência visual na plataforma e aumentar a produtividade. Continue a leitura e confira!

1. Utilize o modo escuro

Modo escuro no celular
Foto ilustrativa do modo escuro em um celular – Imagem: DenPhotos / Shutterstock

O modo escuro proporciona um visual mais nítido e agradável ao usuário. Para ativá-lo, acesse as configurações na tela do CarPlay > aperte sobre o botão de aparência do aplicativo e ative a função. 

Um detalhe importante é que esse recurso entrega um visual ainda melhor se o seu veículo tiver um interior escuro, com o couro preto, por exemplo.

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2. Reorganize os aplicativos na tela inicial

apple carplay
Apple CarPlay (Imagem: Andriy Baidak / Shutterstock.com)

Outra possibilidade muito interessante é a de reorganizar o layout dos seus aplicativos no CarPlay. Acesse as configurações gerais do dispositivo > toque sobre CarPlay > selecione o seu carro > vá em aplicativos e arraste e solte os apps organizando-os da maneira que você achar melhor. 

O recurso é ótimo para quem possui vários aplicativos instalados para o CarPlay, pois aumenta a usabilidade e facilita o acesso.

3. Mude a sua imagem de tela

Painel exibe divers informações, inclusive as do veículo (Imagem: Apple/Divulgação)

Com o iOS 26, o CarPlay ganhou novas opções de imagens para personalizar a tela. Uma dica: se você estiver utilizando o modo escuro, vale a pena optar por tons de cinza. Caso contrário, explore outras paletas mais claras. 

Também há opções de nuances neutras, como preto e azul-marinho escuro. Um ponto importante é que ainda não é possível alterar a tela para uma imagem escolhida pelo usuário.

4. Ative o recurso “Enviar Mensagens Automaticamente” para o Apple Intelligence e Siri

apple carplay
Apple CarPlay – Imagem: Chinnapong/Shutterstock

Esse recurso ajuda a ganhar produtividade. Ao receber mensagens de colegas de trabalho ou de grupos que você não pode responder por voz, a IA faz isso automaticamente para você.

Porém, é essencial falar com clareza e garantir que a Siri compreenda bem para evitar mal-entendidos.

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Solo do Irã está afundando em ritmo alarmante, aponta pesquisa

Parte do solo do Irã está afundando a uma velocidade superior a dez milímetros por ano. A conclusão é de uma pesquisa da Universidade de Leeds (Reino Unido), que identificou uma área de 31,4 mil quilômetros quadrados afetada pelo esgotamento dos aquíferos subaquáticos no país, o que equivale a todo o território da Bélgica, por exemplo.

O afundamento coloca em risco cerca de 650 mil pessoas, segundo o site Live Science. Mudanças no nível do solo podem causar escassez de água e insegurança alimentar — e a seca persistente no país piora a situação. Em áreas onde a agricultura está presente, o fenômeno (também conhecido como subsidência) ocorre em velocidade ainda mais acelerada por causa da extração de água dos aquíferos.

“As taxas de subsidência no Irã estão entre as mais rápidas do mundo“, disse Jessica Payne, uma das autoras do estudo, à reportagem. “Encontramos cerca de 100 locais em todo o Irã onde a subsidência é superior a dez milímetros por ano. Na Europa, estudos de caso são considerados extremos se excederem de cinco a oito milímetros por ano.”

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Áreas com plantações agrícolas estão mais vulneráveis ao afundamento de sol (Imagem: Nazanin Esfandyarpour/iStock)

Dano irreversível no Irã

  • Os pesquisadores usaram dados da constelação de satélites Sentinel-1 da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) para mapear como o nível do solo no Irã mudou ao longo de oito anos, entre 2014 e 2022. E identificaram sinais de afundamento em uma área que corresponde a 2% do país, totalizando 106 regiões;
  • Nas proximidades da cidade de Rafsanjan, onde plantações de pistache demandam o uso intenso de água subterrânea, o solo pode afundar entre três e quatro metros nos próximos dez anos. Em Bardaskan, a área afetada já é 40% maior do que aquela observada em um estudo semelhante realizado em 2008;
  • Em locais onde a extração de água é superior ao nível reposto pelas chuvas, há risco de danos irreversíveis;
  • “Dentro dos aquíferos, há camadas de lama e camadas de areia, e os grãos de lama e areia são mantidos separados pela água”, explicou Payne;
  • “Mas se essa água for removida, e ela não foi removida antes, a areia e a lama não terão força suficiente para sustentar todo aquele sedimento acima, bem como os edifícios em cima.”
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Fenômeno coloca em risco cerca de 650 mil pessoas (Imagem: amirhosein babalouie/iStock)

Declives acentuados criam fissuras e instabilidade estrutural, danificando edifícios, estradas e ferrovias, explicam os especialistas. Cidades, como Teerã, Karaj, Mashhad, Isfahan e Shiraz, são diretamente afetadas.

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Ameaça global

Além do Irã, a Cidade do México (México) e a região do Vale Central, na Califórnia (EUA), estão entre os pontos mais extremos de subsidência do mundo, de acordo com o Instituto de Ciências Atmosféricas e Clima em Roma (Itália). Outros países que estão em alerta para o afundamento do solo são Estados Unidos, China e Itália.

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Declives acentuados criam fissuras e instabilidade estrutural (Imagem: nantonov/iStock)

No México, a subsidência de terras foi apontada como a principal causa do colapso de uma linha de metrô em 2021, resultando em 26 mortes e dezenas de feridos. Outro risco associado ao fenômeno é a perda de área em aquíferos, reduzindo a capacidade de armazenamento de água doce e aumentando as chances de desabastecimento.

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Quais as principais estreias no cinema em outubro de 2025?

Cinéfilos podem esperar bastante pelos lançamentos do mês de outubro, que traz entre suas estreias no cinema “Goat”, mais uma produção de Jordan Peele, o longa brasileiro “Malês”, ambientando em meio a uma das maiores revoltas de escravizados no Brasil, e a comédia estrelada por Channing Tatum “O Bom Bandido”.

Quais as principais estreias no cinema em outubro de 2025?

Goat

O quaterback em ascensão Cameron Cade que dedicou toda a sua vida ao futebol americano é atacado por uma fã e cai na véspera do Combine, o mais importante evento anual de avaliação e seleção de atletas para o futebol profissional. Ele sofre um trauma cerebral que põe em risco sua carreira.

Quando tudo parecia perdido, o grande ídolo de Cade, o lendário quaterback Isaiah White se oferece para treiná-lo. Mas o carisma de Isaiah eventualmente desaparece, dando lugar a algo sombrio.

O filme é produzido por Jordan Peele, que também esteve nos filmes “Corra!”, “A Lenda de Candyman” e “Não! Não Olhe!”.

Data de estreia no cinema: 2 de outubro.

Malês

Filme Malês
Camila Pitanga, em Malês. Imagem: Divulgação/Imovision

Ambientado na capital baiana, Salvador, em 1835, o filme mostra um casal muçulmano africano arrancado de seu continente durante seu casamento para ser escravizado no Brasil.

Ambos lutam para sobreviver e se reencontrar enquanto se veem envolvidos na maior insurreição de escravizados do país: a Revolta dos Malês. O filme conta com atuação de Camila Pitanga e Patrícia Pillar, direção de Antônio Pitanga e roteiro de Manuela Dias, que escreve a reprise da novela da Globo, “Vale Tudo”.

Data de estreia no cinema: 2 de outubro.

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O Telefone Preto 2

O Telefone Preto 2
Cena do filme O Telefone Preto 2. Imagem: Divulgação Universal

Após matar e escapar de seu sequestrador, tornando-se o único sobrevivente da tragédia, o telefone de Finn volta a tocar. O Pegador vem do além buscando vingança contra Finn, e agora a ameaça também paira sobre a irmã mais nova do garoto.

Data de estreia no cinema: 16 de outubro.

O Bom Bandido

Filme O Bom Bandido
Channing Tatum e Kirsten Dunst em O Bom Bandido. Imagem: Diamond Pictures

Inspirado em história real, a produção conta a história de um carismático bandido chamado Jeffrey Manchester, estrelado por Channing Tatum, que se esconde no telhado de uma loja de brinquedo durante uma fuga da polícia.

Na loja, ele assume uma nova identidade e se apaixona por uma funcionária, interpretada por Kirsten Dunst. Mas logo o passado de Manchester começa a emergir e a balançar o casal.

Data de estreia no cinema: 16 de outubro.

Se Não Fosse Você

Cartaz do filme Se Não Fosse Você
Cartaz do filme Se Não Fosse Você. Imagem: Divulgação/Paramount Pictures

Baseado em um best-seller, o filme acompanha o drama entre Morgan Grant e sua filha Clara, que nasceu enquanto Morgan ainda muito jovem. A relação entre as duas se torna conflituosa após um trágico acidente, que mata o marido e a irmã de Morgan e revela traições e segredos. O filme é dirigido pelo mesmo diretor de “A Culpa é das Estrelas”, Josh Boone.

Data de estreia no cinema: 23 de outubro.

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Pix ganha hoje botão de contestação; saiba como usar

Nesta quarta-feira (1), o Pix passou a contar com nova função: o “botão de contestação” para casos de fraude, golpe e coerção, segundo o Banco Central (BC).

Smartphone com os dizeres "Pague com PIX" e um QR Code em cima de várias notas de real
Novidade está sendo implementada nesta quarta-feira (1) (Imagem: Etalbr/Shutterstock)

Oficialmente, a ferramenta se chama Mecanismo Especial de Devolução (MED) e permite, ao usuário, contestar uma transação via Pix de forma digital, não havendo interferência de atendentes humanos do banco. O botão é acionado diretamente no app da instituição financeira e já existe de forma privada em alguns bancos, como no Bradesco.

Como é hoje

Hoje em dia, a devolução dos valores se dá a partir da conta usada originalmente na fraude. Mas os fraudadores conseguem retirar o dinheiro da conta de forma ágil, impedindo que o banco de destino realize a devolução para a pessoa lesada.

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App do Bradesco em um smartphone
Bradesco é um dos bancos que já possuía a função de forma proprietária (Imagem: Thiago A. Pimenta/Shutterstock)

Como acionar o novo mecanismo do Pix

  • O chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem), do BC, explicou que, assim que a transação é contestada, essa informação vai diretamente para o banco do golpista, devendo este bloquear valores contidos na conta (se houver);
  • Mesmo que o valor total não seja encontrado, a instituição pode bloquear a quantia que estiver na conta;
  • “Depois do bloqueio, ambos os bancos têm até sete dias para analisar a contestação. Caso concordem que se trata realmente de um golpe, a devolução é efetuada diretamente para a conta da vítima. O prazo para essa devolução é de até 11 dias após a contestação”, disse;
  • Todavia, fique esperto: o “botão de contestação” não funcionará para casos de desacordos comerciais, arrependimento e erros no envio do Pix, tais como erro de digitação da chave, ou envolvendo terceiros de boa-fé. Ou seja, só pode ser utilizado quando houver fraude, golpe e coerção.
Mulher olhando para um smartphone em sua mão e com a outra mão em sua testa
Mecanismo só pode ser utilizado quando houver fraude, golpe e coerção (Imagem: fizkes/Shutterstock)

Cada banco terá uma forma de proporcionar o botão, mas o sistema deverá ser similar ao do Bradesco, por exemplo. Nesse banco, a opção está em “Pix” > “Contestações”. Por meio dela, é possível acompanhar as contestações em andamento e as concluídas.

Para solicitar uma contestação por lá, deve-se ir ao “Extrato Pix”, selecionar o valor a ser contestado na lista e clicar no botão “Contestar este Pix”. Daí em diante, basta seguir os passos apresentados na tela.

Pode ser que as demais instituições financeiras tenham opções similares ou distintas, mas dependerá de cada banco.

Nubank permite transformar mensagens do WhatsApp em PIX; saiba como fazer

Usar o Nubank para enviar Pix ficou ainda mais simples com a chegada do recurso “Pix por áudio ou mensagem”, que transforma trechos de texto, voz ou imagens vindos do WhatsApp em transações rápidas. Ao invés de preencher formulários manuais com valor e chave, o cliente só precisa enviar uma frase e o app já atualiza o pagamento de forma quase automática.

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