Por que ainda não encontramos alienígenas? Resposta pode estar na nossa atmosfera

A existência de civilizações extraterrestres tecnologicamente avançadas pode ser muito mais rara do que se imaginava, segundo um estudo apresentado por Manuel Scherf e Helmut Lammer, da Academia Austríaca de Ciências, durante o Europlanet Science Congress e a reunião da Division for Planetary Science (EPSC-DPS), realizada neste mês em Helsinque (Finlândia).

De acordo com os pesquisadores, a evolução de vida complexa capaz de desenvolver tecnologia avançada depende de uma série de condições específicas que nem todos os planetas conseguem atender. Entre os fatores essenciais estão a presença de placas tectônicas, níveis equilibrados de dióxido de carbono e oxigênio e uma biosfera capaz de se manter estável por bilhões de anos.

Impressão artística do exoplaneta rochoso Kepler-168b
Impressão artística do exoplaneta rochoso Kepler-168b, localizado na zona habitável (Imagem: NASA Ames/NASA/JPL–Caltech/Tim Pyle [Caltech])

Os cientistas explicam que o dióxido de carbono é necessário para sustentar a fotossíntese e evitar a fuga da atmosfera. No entanto, em excesso, pode tornar o ar tóxico ou aprisionar calor em excesso.

As placas tectônicas exercem um papel central nesse equilíbrio, já que regula os níveis de CO₂ por meio do ciclo carbono-silicato. Ainda assim, esse mecanismo não é eterno. “Em algum momento, dióxido de carbono suficiente será retirado da atmosfera de forma que a fotossíntese deixará de funcionar. Para a Terra, isso deve ocorrer em cerca de 200 milhões a aproximadamente um bilhão de anos”, afirmou Scherf em comunicado.

Outro requisito seria uma atmosfera dominada por nitrogênio e oxigênio. O oxigênio, em particular, é fundamental não apenas para a vida biológica, mas também para o avanço tecnológico. Segundo os autores, concentrações inferiores a 18% poderiam impedir o uso do fogo, elemento decisivo no desenvolvimento da metalurgia e, consequentemente, de ferramentas avançadas.

Broto verde de um galho jovem de avelã iluminado pelo sol, com espectro de luz visível. Conceito de fotossíntese vegetal
Cientistas explicam que o dióxido de carbono é necessário para sustentar a fotossíntese e evitar a fuga da atmosfera; no entanto, em excesso, pode tornar o ar tóxico ou aprisionar calor em excesso (Imagem: Ostariyanov/Shutterstock)

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Estrutura da pesquisa relacionando atmosfera e alienígenas

  • Os pesquisadores criaram modelos comparando a duração de biosferas com diferentes composições atmosféricas e o tempo estimado necessário para a evolução de civilizações avançadas;
  • Os cálculos indicam que, caso exista uma sociedade tecnológica na Via Láctea, a mais próxima estaria a cerca de 33 mil anos-luz da Terra;
  • Além disso, para que houvesse qualquer chance de coexistência com a humanidade, essa civilização teria de sobreviver por ao menos 280 mil anosou muito mais.

Na prática, a probabilidade de duas civilizações inteligentes coincidirem no tempo e no espaço dentro da galáxia é extremamente baixa. Ainda assim, os cientistas defendem a continuidade das buscas, especialmente por meio do Search for Extraterrestrial Intelligence (SETI).

Via Láctea
Cálculos indicam que, caso exista uma sociedade tecnológica na Via Láctea, a mais próxima estaria a cerca de 33 mil anos-luz da Terra (Imagem: Allexxandar/Shutterstock)

“Embora ETIs [inteligências extraterrestres] possam ser raras, há apenas uma maneira de realmente descobrir, e isso é procurando por elas”, afirmou Scherf. “Se essas buscas não encontrarem nada, nossa teoria se torna mais provável; mas, se o SETI encontrar algo, será um dos maiores avanços científicos já alcançados, pois saberemos que não estamos sozinhos no Universo.”

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Terra está próximo do colapso? Cientistas revelam que ultrapassamos novo limite crítico

Pela primeira vez, o limite de acidificação dos oceanos foi ultrapassado, de acordo com o novo relatório do Laboratório de Ciências de Fronteiras Planetárias do Instituto de Pesquisa de Impacto Climático de Potsdam (PIK, na sigla em inglês), revelando que sete dos nove limites críticos do sistema da Terra foram violados, um a mais que no ano passado.

São eles: Mudanças Climáticas, Integridade da Biosfera, Mudanças no Sistema Terrestre, Uso de Água Doce, Fluxos Biogeoquímicos, Novas Entidades e, agora, a Acidificação dos Oceanos. Todas as categorias apresentam tendências de agravamento, deixando apenas a camada de ozônio e a carga de aerossóis (poluição do ar) dentro de limites seguros.

“Mais de três quartos dos sistemas de suporte da Terra não estão na zona de segurança. A humanidade está ultrapassando os limites de um espaço operacional seguro, aumentando o risco de desestabilização do planeta”, afirma Johan Rockström, diretor do PIK, uma organização sem fins lucrativos sediada na Alemanha.

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Apenas a camada de ozônio e a carga de aerossóis (poluição do ar) dentro de limites seguros
(Imagem: Divulgação/PIK)

Oceanos em risco

  • A acidificação dos oceanos foi impulsionada principalmente pela queima de combustíveis fósseis e agravada pelo desmatamento e mudanças no uso da terra, diz o relatório;
  • E as consequências já são visíveis, colocando corais de águas frias, recifes de corais tropicais e a vida marinha do Ártico em risco;
  • “O oceano está se tornando mais ácido, os níveis de oxigênio estão caindo e as ondas de calor marinhas estão aumentando. Isso está aumentando a pressão sobre um sistema vital para estabilizar as condições no planeta Terra. Essa acidificação afeta tudo, desde a pesca costeira até o oceano aberto”, explicou Levke Caesar, um dos principais autores do relatório;
  • Desde o início da era industrial, a acidez do oceano aumentou entre 30% e 40%;
  • Pequenos caracóis marinhos, conhecidos como pterópodes, já apresentam sinais de danos em suas conchas — e isso é um marcador importante, pois se trata de uma fonte de alimento para muitas espécies. Seu declínio pode afetar cadeias alimentares inteiras.
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Desde o início da era industrial, a acidez do oceano aumentou entre 30% e 40%
(Imagem: Mohammad Turk/iStock)

“Por bilhões de anos, o oceano tem sido o grande estabilizador da Terra: gerando oxigênio, moldando o clima e sustentando a diversidade da vida. Hoje, a acidificação é uma luz vermelha de alerta no painel de instrumentos da estabilidade da Terra. Ignore-a e corremos o risco de colapsar os próprios alicerces do nosso mundo vivo. Proteja o oceano e nós nos protegeremos”, alertou a oceanógrafa Dra. Sylvia Earle.

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Guardiões do planeta Terra

Juntos, os novos limites formam o sistema operacional da Terra que devem permanecer dentro de níveis seguros para manter a humanidade segura e o mundo natural resiliente. São pontos-chave monitorados por cientistas em todo o mundo (também conhecidos como guardiões planetários) para avaliar a saúde da Terra.

“Estamos testemunhando um declínio generalizado na saúde do nosso planeta. Mas isso não é um resultado inevitável. A redução da poluição por aerossóis e a recuperação da camada de ozônio demonstram que é possível mudar a direção do desenvolvimento global. Mesmo que o diagnóstico seja terrível, a janela da cura ainda está aberta. O fracasso não é inevitável; o fracasso é uma escolha. Uma escolha que deve e pode ser evitada”, disse  Rockström.

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Tratados internacionais mostram que é possível reduzir impacto das ações humanas
(Imagem: zxvisual/iStock)

A fala dele faz referência a políticas públicas que, na avaliação do PIK, mostraram como é possível reverter a situação: o Protocolo de Montreal, um tratado internacional que visa reduzir progressivamente a emissão de substâncias que destroem a camada de ozônio; e a regulamentação do transporte marítimo pela Organização Marítima Internacional, que busca a total descarbonização do setor.

“Os povos indígenas protegeram as florestas, a água e a biodiversidade vivendo dentro dos limites da natureza, guiados pelo conhecimento transmitido por nossos ancestrais. Hoje, a ciência dos Limites Planetários confirma o que os povos indígenas sempre souberam: quando ultrapassamos esses limites, colocamos toda a vida em risco. Para curar nosso planeta, precisamos unir a ciência e o conhecimento tradicional, respeitando a sabedoria daqueles que vivem mais próximos da terra e das águas”, disse Hindou Oumarou Ibrahim, presidente dos Guardiões Planetários.

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6 coisas que você deveria saber sobre a saúde da bateria do celular Android

Com o uso regular de qualquer aparelho eletrônico, todas as baterias perdem capacidade ao longo do tempo – e os smartphones Android não são exceção dessa regra. Sendo assim, é importante verificar a condição da bateria do seu aparelho Android com certa frequência, pois essas informações podem indicar quando é o momento de trocar a bateria ou adquirir um novo dispositivo. 

Felizmente, é simples acessar os dados mais relevantes sobre a bateria dos celulares Android. Desde o diagnóstico de eventuais problemas até a adoção de práticas recomendadas, veja alguns aspectos relevantes sobre a saúde da bateria do seu dispositivo Android.

Celular Android: 6 coisas indispensáveis para saber a respeito da bateria do smartphone

android
Celular Android (Imagem: Pe3k/Shutterstock)

Nos dias de hoje, os smartphones cumprem um papel de fiéis companheiros, mantendo os usuários conectados, entretidos e organizados no decorrer da rotina. Mas, para manter um celular funcionando bem, a saúde da bateria é essencial. Confira abaixo informações indispensáveis para monitorar e manter a bateria do seu Android. 

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1. O que significa “saúde da bateria”?

Close-up de smartphone carregando com o percentual de bateria visível
Close-up de smartphone carregando com o percentual de bateria visível. / Crédito: Jevanto Productions (Shutterstock/reprodução)

Embora os termos “saúde da bateria” e “vida útil da bateria” sejam frequentemente usados como sinônimos, eles possuem significados distintos. A vida útil da bateria refere-se ao período que um telefone dura entre recargas (geralmente um ou dois dias), enquanto a saúde da bateria indica sua capacidade de manter a carga ao longo do tempo. 

Em outras palavras, a saúde da bateria reflete a quantidade de carga que ela pode armazenar em comparação com sua capacidade quando era nova. Quando sai da fábrica, um smartphone possui uma bateria com 100% de saúde. Após alguns anos de uso, a bateria pode passar a apresentar uma integridade de 90%, preservando somente essa porcentagem de sua capacidade original. 

Por exemplo, um celular com bateria de 4.000 mAh e 100% de integridade pode apresentar apenas 3.600 mAh e 90% de integridade depois de alguns anos de uso. Essa diminuição resulta em menos tempo de tela e carregamento mais regular.

2. Qual a porcentagem ideal de saúde da bateria?

pessoa segura celular descarregado diante do painel do carro,com cabo para recarregar
Celular sem bateria (Imagem: @rawpixel.com/Freepik)

A resposta breve é que quanto mais próxima a bateria estiver de 100% de saúde, melhor. Apesar dos números variarem de fabricante para fabricante, em geral, uma bateria de lítio chega ao fim de sua vida útil quando a saúde está em aproximadamente 70 a 80% de sua capacidade. 

Ainda assim, um smartphone com 70% de saúde da bateria ainda pode ser perfeitamente utilizável. Embora dure menos entre recargas, ele não deixará de funcionar completamente nesse momento. A deterioração da bateria é um processo progressivo que pode levar muitos anos até se tornar um problema, mas é nesse ponto que você deve começar a considerar trocá-la. 

3. O que são ciclos de carga da bateria?

Logo do Android e o robozinho
(Imagem: Primakov / Shutterstock.com)

Certos modelos de smartphones Android incluem contadores de ciclos de carga da bateria em suas ferramentas de saúde da bateria. Esses ciclos representam outra forma de avaliar a saúde da bateria. A maioria dos fabricantes indica que a quantidade de ciclos de carga esperada para suas baterias costuma ser de 500 a 1.000.

Um ciclo de bateria é definido quando a carga da bateria vai de 100% a 0% e, em seguida, retorna a 100%. A confusão neste assunto se dá porque isso não precisa ocorrer tudo de uma vez. Ou seja, se você descarregar uma bateria cheia até 50%, carregá-la até 100%, descarregá-la até 50% e depois carregá-la totalmente mais uma vez, isso conta como apenas um ciclo, mesmo que você tenha conectado o carregador duas vezes.

4. Existem ferramentas ou apps para melhorar a saúde da bateria?

Pessoa segurando um celular que está com o modo 'economia de bateria' ativado
Pessoa segurando um celular com o modo ‘economia de bateria’ ativado – Imagem: Proxima Studio/Shutterstock

As ferramentas nativas de dispositivos Adroid para verificar a integridade da bateria, ou aplicativos para o mesmo fim, não são capazes de melhorar a saúde da bateria.

Mesmo aqueles com o melhor e mais moderno smartphone Android, terão de trocar a bateria em algum momento. As ferramentas para acompanhar a saúde da bateria nos dispositivos Android apenas podem atrasar o processo de envelhecimento.

No entanto, caso você queira melhorar a duração da bateria do seu celular, existem algumas dicas para te ajudar:

  • Mantenha o nível de sua bateria entre 20% e 80% para uma saúde ideal;
  • Desative recursos como Wi-Fi, Bluetooth e GPS quando não estiverem em uso;
  • Reduza o brilho da tela, bem como o tempo de bloqueio automático;
  • Ative o modo de economia de bateria;
  • Feche aplicativos em segundo plano;
  • Evite deixar o smartphone carregando durante toda a noite.

5. Quando usar o limite de 80% de carga? 

Dois modelos do celular Moto G15 da Motorola, um em cima do outro, com destaque na tela para bateria
(Imagem: Divulgação/Motorola)

Alguns celulares Android disponibilizam a opção de restringir o carregamento da bateria a 80%, sendo essa uma alternativa mais eficiente para manter a saúde da bateria. Contudo, isso apresenta a desvantagem de perder 20% da capacidade da bateria, o que pode ser um tanto inconveniente.

Ainda assim, existem situações em que faz sentido limitar a bateria a 80%, especialmente se o seu telefone ficar no carregador por muito tempo. Por exemplo, se você é um motorista de aplicativo que utiliza o GPS durante todo o dia, ou caso tenha o costume de jogar com o celular plugado na tomada.

6. E se meu Android não tiver indicadores de saúde de bateria?

Lupa sobre logotipo da Play Store do Google em celular
Google Play Store (Imagem: PixieMe/Shutterstock)

Nem todos os celulares Android vêm com um conjunto completo de ferramentas para verificar a integridade da bateria. Se o seu Android não fornece nativamente as informações de que você precisa, é possível utilizar aplicativos disponíveis no Google Play. A maioria desses aplicativos é gratuita para baixar e usar, mas alguns oferecem versões pagas e livres de anúncios.

Muito semelhantes às opções disponíveis nas configurações de um smartphone Android, esses aplicativos fornecem informações detalhadas sobre a saúde da sua bateria, incluindo capacidade, voltagem, temperatura e ciclos de carga.

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Canadá: TikTok usou dados de crianças para impulsionar anúncios

O TikTok coletou dados sensíveis de menores de 13 anos para impulsionar anúncios e recomendar conteúdos no Canadá. Essa é a conclusão de uma investigação conduzida por agências de privacidade e informação do país que tinha, como objetivo, examinar se a plataforma estava em conformidade com as leis federais sobre o assunto.

“Práticas de marketing online e segmentação de conteúdo podem ter impactos significativos no bem-estar das crianças. Os jovens podem estar menos cientes dos riscos à privacidade e suscetíveis às técnicas usadas para capturar sua atenção, induzi-los a divulgar certas informações ou adotar certos comportamentos de compra”, disse o comissário de privacidade do Canadá, Philippe Dufresne.

Além disso, a investigação concluiu que as ferramentas implementadas pelo TikTok para manter crianças longe da plataforma eram amplamente ineficazes, especialmente entre usuários passivos, que assistem a vídeos sem postar conteúdo em vídeo ou texto. A rede social não é liberada para menores de 13 anos (no Quebec, 14). Por ano, o TikTok remove cerca de 500 mil usuários menores de idade da plataforma.

Fachada do TikTok
TikTok discordou da maioria das conclusões da investigação, mas se comprometeu a adotar recomendações feitas pelo governo (Imagem: Ringo Chiu/Shutterstock)

“Crianças no TikTok são mais propensas a ver conteúdo em vídeo impróprio para sua idade. São mais propensas a receber anúncios direcionados que normalizam jogos de azar, aumentam o roubo de identidade, dificultam o desenvolvimento saudável, fomentam imagens corporais negativas ou a sexualização precoce, ou reforçam estereótipos de gênero. É por isso que os próximos passos são tão importantes”, disse Diane McLeod, Comissária de Informação e Privacidade de Alberta (Canadá).

Práticas ilegais do TikTok, diz investigação

A investigação mostrou que há mecanismos robustos para impedir que usuários menores de 18 anos usem a função de transmissão ao vivo do TikTok, incluindo análise facial. Assim como ferramentas analíticas sofisticadas para estimar a idade dos usuários para fins comerciais. No entanto, a rede social “não utilizou essas mesmas ferramentas ou semelhantes para manter usuários menores de idade fora de sua plataforma”.

“As visões de mundo dessas crianças são moldadas pelas mídias sociais. Essas visões de mundo em desenvolvimento foram moldadas de maneiras que elas – e os adultos que se importam com elas – não conseguem entender, muito menos controlar”, disse Michael Harvey, Comissário de Informação e Privacidade da Colúmbia Britânica. “Precisamos quebrar o ciclo de busca por soluções para violações de privacidade após o ocorrido.”

Logos de TikTok e ByteDance divididos por uma sobra de uma mão segurando um smartphone
Rede social usa visão computacional e análise de áudio para inferir informações sobre os usuários (Imagem: Mamun_Sheikh/Shutterstock)

O TikTok explicou que toma medidas para impedir que anunciantes usem certos dados para segmentar usuários, como saúde, opiniões políticas, identidade de gênero e orientação sexual. No entanto, segundo o governo canadense, o portal de publicidade da própria plataforma permite a segmentação com base no status transgênero de usuários. “O TikTok alegou que isso não deveria ser possível, mas não conseguiu explicar como ou por que essa opção estava disponível”, diz o comunicado.

A apuração também apontou que o TikTok usa seu site e aplicativo juntamente com tecnologias associadas, como visão computacional e análise de áudio, para coletar e inferir informações sobre os usuários — incluindo seus dados demográficos, interesses e localização — sem ter informado, adequadamente, a pessoa em questão sobre o uso de tais tecnologias antes do início da coleta de informações.

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Pessoa assistindo vídeo de influencer do TikTok no celular
Apuração buscava examinar se a empresa estava em conformidade com leis federais de privacidade (Imagem: Kaspars Grinvalds/Shutterstock)

E agora?

O governo do Canadá fez uma série de recomendações ao TikTok com o objetivo de colocar a empresa em conformidade com os requisitos de consentimento, transparência e finalidades apropriadas previstos nas leis. Em geral, o TikTok discorda das conclusões da investigação, mas se comprometeu a:

  • Implementar três novos mecanismos aprimorados de garantia de idade que sejam comprovadamente eficazes em manter usuários menores de idade fora da plataforma;
  • Aprimorar sua política de privacidade para explicar melhor suas práticas relacionadas à publicidade direcionada e personalização de conteúdo, além de tornar comunicações de privacidade relevantes adicionais mais acessíveis, inclusive por meio de links;
  • Parar de permitir que anunciantes segmentem usuários menores de 18 anos, exceto por meio de categorias genéricas, como idioma e localização aproximada;
  • Publicar um novo resumo em linguagem simples de sua política de privacidade para adolescentes e desenvolver e distribuir um vídeo para usuários adolescentes para destacar algumas das principais práticas de privacidade do TikTok, incluindo sua coleta e uso de informações pessoais para direcionar anúncios e personalizar conteúdo;
  • Melhorar as comunicações de privacidade, inclusive por meio de avisos iniciais de destaque, sobre a coleta e o uso de informações biométricas e o potencial de processamento de dados na China;
  • Implementar e informar os usuários sobre um novo mecanismo de “Verificação das configurações de privacidade” para todos os usuários canadenses, que centralizaria as configurações de privacidade “mais importantes e tangíveis” do TikTok e permitiria que os usuários revisassem, ajustassem e confirmassem essas escolhas de configuração com mais facilidade.

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Por que o intestino é considerado o segundo cérebro?

É muito comum que algumas pessoas que, ao passarem por situações de nervosismo ou estresse, sintam um desconforto abdominal e uma vontade quase incontrolável de ir ao banheiro. Isto acontece porque o intestino é considerado pela ciência como nosso segundo cérebro, e tem uma interferência maior nas nossas emoções do que imaginamos.

O sistema digestivo humano não trabalha apenas para digerir os alimentos que comemos, mas é uma complexa rede com cerca de meio bilhão de neurônios e mais de 30 neurotransmissores. Além disso, o intestino também é responsável por 50% da dopamina e 90% da serotonina produzida em todo o organismo. 

Além disso, cerca de 70% das células do nosso sistema imunológico vivem no intestino. Então, se uma pessoa tem problemas intestinais com alguma recorrência, ela tem maior probabilidade de ter algumas doenças, como a gripe, por exemplo. 

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Por que o intestino é considerado o segundo cérebro?

Mulher com as duas mãos sobre a barriga na região do útero e do intestino
O intestino é chamado de segundo cérebro porque possui um um sistema nervoso próprio e autônomo. (Imagem: A. Basler/Shutterstock)

A grande chave dessa resposta está no Sistema Nervoso Entérico (SNE) que possui uma rede de neurônios digestivos e existe em todos os animais vertebrados. Nos humanos, chega a alcançar grande parte do abdômen. 

São de 6 a 9 metros de comprimento, iniciando no esôfago, passando pelo estômago e intestino, até chegar ao reto. Os neurônios estão instalados numa camada anterior às mucosas que processam os alimentos. É verdade que todos nascemos com um SNE, mas ele aprende e evolui com o passar dos anos.

E, diferente de outros órgãos, o nosso intestino pode funcionar sozinho. Ele tem autonomia para manter o seu funcionamento sem a necessidade de o cérebro dizer o que tem que ser feito. Isto acontece graças ao SNE – que é uma espécie de “filial” do sistema nervoso autônomo – responsável por controlar o sistema digestivo.  

Outro ponto-chave são as bactérias. Tidas muitas vezes como causadoras de problemas, elas também podem ser a solução. Para se ter uma ideia do seu protagonismo, no organismo de um adulto de 1,70 com 70 quilos existem cerca de 30 trilhões de células humanas e 39 trilhões de bactérias. Isto é, o corpo humano tem mais células não humanas do que humanas. E essas bactérias têm um papel que vai muito além da digestão.

Um estudo liderado pelo professor John Cryan, da Universidade de Cork, na Irlanda, descobriu que as bactérias da espécie Lactobacillus rhamnosus, encontradas em iogurtes, eram capazes de alterar a disposição e o comportamento. 

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores selecionaram alguns camundongos e eles foram divididos em dois grupos, um deles tomou o iogurte contendo a bactéria, e o outro não. Os animais que tomaram o iogurte turbinado tiveram 50% a mais de disposição para atravessar labirintos e nadar, contra o grupo que tomou o iogurte sem adição. 

intestino
O Sistema Nervoso Entérico (SNE) possui uma rede de neurônios capaz de funcionar independente dos comandos do cérebro. (Imagem: mi_viri/Shutterstock)

Outro efeito é que eles ficaram muito mais relaxados. Um exame de sangue apontou que eles tinham 50% menos corticosterona no organismo – uma substância ligada ao estresse – e também melhor distribuição do neurotransmissor ácido gama-aminobutírico (GABA) que ajuda no controle da ansiedade. 

Outro estudo, realizado pela Universidade da Califórnia, obteve resultados semelhantes numa pesquisa em humanos. Para isso, recrutaram 36 mulheres que foram divididas em três grupos num experimento com duração de um mês.

O primeiro grupo tomou o iogurte com bifidobacterium, streptococcus, lactococcus e lactobacillus, o segundo tomou um iogurte sem as bactérias, o terceiro não tomou nada, mantendo a dieta habitual. Depois, exames de ressonância magnética foram realizados nas voluntárias para avaliar os resultados. 

As bactérias foram capazes de alterar emoções e funções cognitivas. Regiões como a ínsula, responsável por processar estímulos como a fome, foi afetada. Também houve alterações no córtex somatossensorial, que processa os sentidos e também aumentaram as conexões na região que ajuda no controle da dor e no córtex pré-frontal, conhecido como a área racional do cérebro. 

Ou seja, os dois estudos chegaram à conclusão de que as bactérias do intestino influenciaram diretamente no funcionamento do cérebro. 

Além disso, diversas pesquisas também apontam a relação direta entre intestino e cérebro quando o assunto são doenças mentais como a depressão e ansiedade, apontando deficiência de lactobacillus em pacientes com depressão. Quando há menos presença dessa bactéria, é comum que surjam pequenas inflamações nas paredes do intestino – que são encontradas em cerca de 35% das pessoas deprimidas.

Estudiosos sobre o tema também são unânimes em afirmar que a relação entre os dois órgãos é uma via de mão dupla: tanto o humor pode influenciar o sistema digestivo, como o sistema digestivo também pode influenciar no comportamento.

Como melhorar a saúde digestiva?

Mesa com frutas, legumes e temperos ricos em potássio
Uma dieta rica em alimentos sem processados é uma das vias para ter um intestino, e por consequência um cérebro mais saudável. (Imagem: Yulia Gust/Shutterstock)

No nosso sistema digestivo vivem trilhões de bactérias que são essenciais para digestão e também na absorção dos nutrientes dos alimentos, então eles são “bichinhos” que devem ser cuidados.

Apostar na diversificação de alimentos, variar o consumo de proteínas, frutas e legumes auxilia na diversificação do microbioma intestinal, tornando-o mais forte e com mais fontes diferenciadas de nutrientes.

Outro cuidado a ser levado em conta é dar menos estímulos à mente. Meditar ou praticar yoga por pelo menos 20 minutos por dia pode ajudar consideravelmente na redução do estresse e ansiedade e com certeza vai deixar o seu intestino mais tranquilo.

Dormir bem também é essencial, noites de sono mais curtas também podem prejudicar o seu intestino. Você quer dormir melhor? Elimine estes 8 hábitos noturnos que atrapalham o sono.

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Governo Lula rebate Trump: “paracetamol não causa autismo”

O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (23), um comunicado alertando que as informações que relacionam autismo ao uso de paracetamol são “infundadas”. O aviso ocorre um dia depois da fala do presidente dos EUA, Donald Trump, de que o consumo do remédio durante a gravidez “pode ​​estar associado a um risco muito maior de autismo”.

“O anúncio de que autismo é causado pelo uso de paracetamol na gestação pode causar pânico e prejuízo para a saúde de mães e filhos, inclusive, com a recusa de tratamento em casos de febre e dor, além do desrespeito às pessoas que vivem com Transtorno do Espectro Autista e suas famílias”, diz a nota.

paracetamol
Informações que relacionam autismo ao uso de paracetamol são “infundadas”, diz governo brasileiro (Imagem: george martin studio/Shutterstock)

O governo Lula reforçou que o paracetamol foi amplamente estudado, com evidências robustas de sua segurança e eficácia. E destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece acolhimento das famílias e linha de cuidado para pessoas com TEA, com foco no diagnóstico e intervenção precoce, seguindo evidências científicas.

“O Brasil busca reverter os prejuízos causados pelo negacionismo, que impactou na adesão da população às vacinas em um país que já foi referência mundial neste tema. O combate à desinformação é uma batalha cultural e política e um pilar fundamental na construção de um novo SUS capaz de responder aos desafios da atualidade”, diz a nota.

Brasil não está sozinho

  • No mesmo dia da declaração de Trump, o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG, na sigla em inglês) emitiu um comunicado afirmando que as falas não são apenas preocupantes para os médicos, mas, também, “irresponsáveis” ​​quando se considera a mensagem prejudicial e confusa que transmitem às pacientes grávidas;
  • “O anúncio não é respaldado por evidências científicas e simplifica, perigosamente, as muitas e complexas causas dos problemas neurológicos em crianças. É altamente preocupante que nossas agências federais de saúde estejam dispostas a fazer um anúncio que afetará a saúde e o bem-estar de milhões de pessoas sem o respaldo de dados confiáveis”, disse Steven J. Fleischman, presidente da ACOG;
  • A entidade explicou que o paracetamol é uma das poucas opções disponíveis para pacientes grávidas no tratamento da dor e febre, que podem ser prejudiciais à gestante quando não tratadas;
  • As condições que as pessoas usam para tratar o paracetamol durante a gravidez são muito mais perigosas do que quaisquer riscos teóricos e podem gerar morbidade grave e mortalidade para a gestante e o feto”, diz a nota.
paracetamol gravida
Paracetamol é uma das poucas opções disponíveis para pacientes grávidas no tratamento da dor e febre (Imagem: Prostock-Studio/iStock)

No Reino Unido, a Sociedade Nacional do Autismo classificou a fala de Trump como alarmista. “Isso é perigoso, é anticientífico e irresponsável. O presidente Donald Trump está propagando os piores mitos das últimas décadas. Essa pseudociência perigosa está colocando mulheres grávidas e crianças em risco e desvalorizando pessoas autistas”, disse Mel Merritt, Chefe de Políticas e Campanhas da entidade.

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Em busca do diagnóstico precoce do autismo

No Brasil, a estimativa é que 1% da população viva com Transtorno do Espectro Autista, sendo que 71% apresenta também outras deficiências. Com o objetivo de promover autonomia e interação social futura, o Ministério da Saúde atualizou as diretrizes para cuidados dessas pessoas.

O documento orienta que os profissionais da atenção primária façam o teste de sinais de autismo em todas as crianças entre 16 e 30 meses de idade como parte da rotina de avaliação do seu desenvolvimento. A expectativa é que as intervenções e estímulos a esses pacientes ocorram antes mesmo do diagnóstico fechado.

autismo crianca
No SUS, questionário é usado para identificar sinais precoces do autismo (Imagem: vejaa/iStock)

A triagem é feita através do M-Chat, um questionário já está disponível na Caderneta Digital da Criança e no prontuário eletrônico E-SUS. O SUS também oferece o Projeto Terapêutico Singular (PTS), que garante um plano de tratamento individualizado construído entre equipes multiprofissionais e famílias.

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Como deixar imagens em 3D pelo iPhone

Quem gosta de registrar momentos pelo iPhone vai adorar descobrir essa funcionalidade: é possível transformar fotos comuns em imagens 3D. O recurso usa o efeito espacial para dar mais profundidade e realismo as fotos, sem precisar baixar nenhum aplicativo.

Como deixar imagens em 3D pelo iPhone

A Apple liberou no iOS 26 o recurso que promete deixar as fotos do iPhone bem mais imersivas. É o efeito espacial, que transforma imagens comuns em versões 3D, com profundidade e movimento. O recurso pode ser usado na tela de bloqueio ou em fotos salvas na galeria dos aparelhos compatíveis.

Nos modelos iPhone 15 Pro, 15 Pro Max e 16 Pro, a experiência vai além. Esses aparelhos conseguem capturar fotos e vídeos espaciais, que podem ser vistos em 3D no headset Apple Vision Pro. No celular, eles aparecem em 2D, mas guardam os dados de profundidade para ganhar vida no dispositivo de realidade mista.

Leia mais:

Vale destacar que o efeito só aparece por completo no Vision Pro ou na tela de bloqueio. Se a foto ou vídeo for compartilhado no WhatsApp, Instagram ou outras redes sociais, o resultado volta a ser o tradicional 2D.

E a compatibilidade é limitada a modelos atualizados para o iOS 26 e ao ecossistema de dispositivos Apple. Isso significa que, para preservar a visualização em 3D, o usuário precisa acessar o conteúdo em aparelhos compatíveis.

Como transformar uma foto em espacial ou 3D usando o iPhone

Efeito 3D/Espacial na Tela de Bloqueio

Tempo necessário: 3 minutos

  1. Mantenha pressionada a tela de bloqueio até entrar no modo de personalização

  2. Toque no ícone “+” para adicionar um novo fundo e selecione uma foto da sua galeria

  3. Toque no ícone ao lado dos três pontinhos na parte inferior da tela e em segundos ele gerará o movimento na foto escolhida.

Como aplicar o efeito espacial na galeria:

  • Passo 1. Abra a foto desejada.
  • Passo 2. Toque no ícone no canto superior direito (abaixo dos três pontinhos).
  • Passo 3. Ative o Efeito Espacial.

Fotos e Vídeos Espaciais (Apple Vision Pro)

  • Passo 1. Abra o aplicativo Câmera.
  • Passo 2. Selecione o modo “Foto Espacial” ou “Vídeo Espacial”.
  • Passo 3. Capture a imagem ou inicie a gravação do vídeo.
  • Passo 4. Para vídeos, mantenha a cabeça estável durante a gravação para garantir uma visualização confortável no Apple Vision Pro.

Para aplicar o efeito prefira fotos com elementos em primeiro plano e fundos definidos para melhor percepção de profundidade e evite imagens com pouca definição ou muito próximas como exemplo das selfies.

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source https://olhardigital.com.br/2025/09/23/dicas-e-tutoriais/como-deixar-imagens-em-3d-pelo-iphone/

5 celulares que entregam ‘jeito’ de iPhone, mas por muito menos

Os iPhones são conhecidos por ter um visual muito característico: bordas mais retas ou curvas suaves, vidro na frente (às vezes, vidro atrás), design limpo sem muitos recortes ou ornamentos, módulo de câmeras bem organizado, interface minimalista etc.

Para quem gosta desse estilo, há muitos celulares Android intermediários ou de gama média-alta que “pegam emprestado” parte dessa estética, por preços bem menores. O lance é encontrar modelos com boa tela, acabamento decente, câmera competente, hardware que dure, tudo isso sem pagar o “preço de Apple”. Aqui vão 5 opções que conseguem esse efeito de “meio iPhone” sem serem iPhones.

Modelos de várias cores do iPhone 17 Air da Apple
iPhones são sinômimo de status para muitas pessoas (Imagem: Reprodução/Apple)

5 celulares parecidos com iPhone e que custam menos

1. Samsung Galaxy A54 5G

Samsung Galaxy A54
Samsung Galaxy A54 5G. Imagem: Samsung / Divulgação

Semelhança com iPhone: O Galaxy A54 tem acabamento muito refinado: vidro frontal, bordas suaves, traseira que parece mais “premium” do que muitos modelos de mesma faixa.

A moldura de câmeras é destacada e harmônica, o módulo de câmeras é limpo e o visual geral, moderno. A proporção tela/corpo favorece bordas laterais finas, parecido com os iPhones recentes.

Outras funções / pontos fortes: Tela Super AMOLED de alta qualidade, boa fluidez, ótima visibilidade; resistência à água/poeira (alguns modelos A da Samsung têm certificação IP); bom conjunto de câmeras para fotos do dia a dia; bom suporte de software da Samsung relativamente para a categoria.

Usado: Samsung Galaxy A54 5G 128 GB
KaBuM!

Leia Mais:

2. Samsung Galaxy A56 5G

Samsung Galaxy A56
Samsung Galaxy A56. Imagem: Samsung / Divulgação

Semelhança com iPhone: Design elegante, bem acabado, módulo de câmeras organizado e moldura bem uniforme. Visual clean e moderno.

Outras funções / pontos fortes: Poder de processamento melhor, boas câmeras traseiras, 5G, tela grande com bom brilho, ideal para quem quer desempenho com visual premium.

Samsung Galaxy A56 5G 128 GB
Amazon

3. Samsung Galaxy A35 5G

Samsung Galaxy A35 5G
Galaxy A35. Imagem: Samsung / Divulgação

Semelhança com iPhone: Visual que respeita proporções modernas (tela grande quase full-screen), bordas arredondadas, parte traseira com módulo de câmeras bem disposto que traz sensação de “premium”.

Outras funções / pontos fortes: Versão mais leve dentro dessa faixa, bom desempenho, bom custo-benefício, 5G, interface atualizada.

Samsung Galaxy A35 5G
Amazon

4. JOVI V50 Lite 5G

JOVI V50 Lite 5G. Imagem: JOVI / Divulgação

Semelhança com iPhone: Aparência limpa, módulo de câmeras organizado, cores modernas, bordas que tentam ficar menos “atraentes ao toque” (ou seja, menos chamativas) – tudo isso reforça a sensação de um smartphone mais premium.

Outras funções / pontos fortes: Boa quantidade de RAM, armazenamento decente, sendo modelo 5G; ideal para quem quer performance razoável sem gastar muito.

JOVI V50 Lite 5G 256 GB
Casas Bahia

5. Multi E Pro

Multi E Pro
Multi E Pro. Imagem: Multi / Divulgação

Semelhança com iPhone: Aqui a semelhança é mais no estilo básico: bordas mais limpas, visual simples, frontal com proporção de tela razoável; não é premium, mas para quem quer dar esse jeitinho sem gastar muito, pode servir bem.

Outras funções / pontos fortes: É o de entrada, funções mais básicas, mas o preço é baixo; bom para uso simples, redes sociais, mensagens, etc.

Preço / onde comprar: A média de preço é R$ 500,00. Loja Kabum!

Multi E Pro 32 GB
KaBuM!

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Cebola roxa é mais saudável que a branca. Mito ou fato?

A cebola roxa e a cebola branca estão entre os temperos mais utilizados na culinária brasileira. Do bife acebolado às receitas de família, elas são presença garantida nas cozinhas e carregam tanto sabor quanto nutrientes. Mas, afinal, qual é a melhor escolha quando o assunto é saúde: a cebola roxa ou a branca?

No quesito sabor, a preferência varia: alguns gostam mais do toque adocicado da cebola roxa, enquanto outros preferem o sabor intenso da branca. No preço, a cebola branca geralmente é mais barata e mais fácil de encontrar nos mercados e hortifrútis. Mas, quando falamos em valor nutricional, surge a dúvida que guia este artigo: será que a cebola roxa realmente é mais saudável?

É verdade que a cebola roxa é melhor que a branca?

Diferentes tipos de cebola
(Imagem: nau2018 / / Shutterstock.com)

Sim. A coloração avermelhada da cebola roxa vem do alto teor de antocianina, um pigmento natural da classe dos flavonoides. Essa substância atua como antioxidante e anti-inflamatório, combatendo radicais livres, fortalecendo o sistema imunológico e reduzindo inflamações.

É justamente por esse motivo que a cebola roxa tem um sabor mais adocicado e levemente ácido, sendo a melhor escolha para consumir crua em saladas e acompanhamentos.

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Quais os benefícios da cebola branca?

A cebola branca, por sua vez, não perde importância. Além de ser mais acessível no preço e extremamente versátil na cozinha, ela contém vitamina C, vitamina B6, fibras, potássio, cálcio, magnésio, zinco e ferro – nutrientes essenciais para a imunidade, metabolismo e saúde cardiovascular.

Embora também possua ação antioxidante devido à vitamina C, seu efeito é menos intenso que o da cebola roxa. Ainda assim, continua sendo uma ótima aliada da saúde e uma opção saborosa para diferentes pratos.

O que a ciência fala sobre a cebola roxa?

Cebola roxa cortada
(Imagem: Elif Bayraktar / / Shutterstock.com)

Estudos científicos têm reforçado que a cebola roxa pode oferecer benefícios extras. O periódico Food Research International publicou, em 2017, uma pesquisa mostrando que a cebola roxa é mais eficaz em eliminar células de câncer humano do que outras variedades. Isso se deve ao alto teor de antioxidantes, como a antocianina, em conjunto com a quercetina – flavonoide presente tanto na cebola roxa quanto na branca, associado à redução da pressão arterial e ao combate de inflamações.

Esses resultados indicam que incluir mais cebola roxa na dieta pode trazer vantagens adicionais, embora a cebola branca também contribua positivamente para a saúde.

Portanto, é fato: a cebola roxa é melhor que a branca no quesito antioxidante e proteção do organismo. No entanto, ambas são nutritivas, saborosas e cumprem um papel importante na alimentação diária. Seja para temperar carnes, enriquecer saladas ou preparar receitas tradicionais, tanto a cebola roxa quanto a branca são ótimas escolhas para compor um cardápio equilibrado.

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