Por que o gás do riso nos faz rir? Entenda a ação no corpo humano

O óxido nitroso (N₂O), também conhecido como “gás do riso”, é um composto químico com propriedades curiosas. Além de seu uso como anestésico e analgésico em procedimentos médicos e odontológicos, ele também provoca um efeito de euforia em quem o inala, o que causa as crises de riso involuntárias. 

Mas afinal, por que isso acontece? E quais são os riscos desse uso? Neste artigo, explicamos como o gás age no organismo. Acompanhe!

O que é o óxido nitroso?

O “gás do riso” é utilizado na medicina como uma ferramenta para aliviar dores, reduzir a ansiedade e auxiliar em procedimentos rápidos.
Modelo esférico e bastão do óxido nitroso (N₂O), com distâncias interatômicas indicadas / Crédito: Ben Mills (Wikimedia)

O químico Joseph Priestley descobriu o N₂O em 1772. O gás é incolor, levemente adocicado, pouco solúvel no sangue e atua rapidamente. Ele começa a fazer efeito em cerca de 30 segundos e perde sua ação aproximadamente 60 segundos após a interrupção da inalação, sendo eliminado pelos pulmões sem deixar resíduos metabólicos.

Além do campo médico, o óxido nitroso também aplica-se de formas curiosas. Na indústria de alimentos, funciona como propelente em latas de chantilly. No automobilismo e em foguetes, aumenta a potência dos motores.

Uso como entretenimento e na odontologia

Em 1844, em Nova York, o ex-estudante de medicina Gardner Colton apresentou uma paródia de Shakespeare no teatro, onde o destaque foi a inalação de óxido nitroso, fazendo o público rir com voz distorcida.

Em alguns países, como o Brasil, o óxido nitroso é permitido apenas para fins medicinais, servindo como ansiolítico, analgésico e anestésico. Imagem: Nourinet – Shutterstock

Essa foi parte das populares “exposições de gás hilariante” que se espalharam nos EUA no século XIX. Anos depois, Colton seria assistente do dentista Horace Wells, e participou da primeira demonstração do gás como anestésico.

Entretanto, décadas antes, o químico Humphrey Davy, em seus estudos sobre o óxido nitroso no Reino Unido, registrou a capacidade da substância de provocar euforia, risos, tontura e dormência.

Posteriormente, ele percebeu que o gás também tinha potencial para aliviar a dor. Antes de ter um uso clínico, o gás divertiu a alta sociedade britânica em festas.

Somente em 1863, Colton passou a aplicar o gás em procedimentos dentários, permitindo que os pacientes experimentassem conforto real e consolidando o óxido nitroso como anestésico.

O efeito no corpo humano

Por que ele causa riso?

Riso exagerado, risada
Homem segurando a barriga de tanto rir (Imagem: Khosro/Shutterstock)

Apesar de ser conhecido como “gás hilariante”, o mecanismo exato ainda não é totalmente compreendido. O que se sabe é que o N₂O interfere na liberação de neurotransmissores, como dopamina e endorfina, afetando áreas do cérebro ligadas às emoções e à autocensura.

Essa pequena interferência no sistema nervoso gera relaxamento, sensação de leveza e, em alguns casos, risadas espontâneas e involuntárias. É como se o cérebro desligasse temporariamente seus freios emocionais.

Além de causar euforia, o óxido nitroso também possui propriedades médicas relevantes. Ele age como um analgésico comparável a 15 mg de morfina, mostra-se eficaz em situações de emergência, como traumas e infartos, e ainda ajuda a reduzir a ansiedade em pacientes pediátricos.

Ele age rapidamente no sistema nervoso, gerando calma, euforia leve e redução da ansiedade, mas sem causar sono profundo. Os efeitos aparecem em 3 a 5 minutos e incluem relaxamento, sensação de leveza, tontura e formigamento.

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Riscos e contraindicações

Gás do riso (Imagem: BeataGFX – Shutterstock)

O óxido nitroso é seguro para a maioria das pessoas, inclusive crianças, mas não deve ser utilizado em menores de 2 anos, em pacientes com problemas respiratórios, congestão nasal, deficiência de vitamina B12 ou em portadores de condições psiquiátricas graves. 

O procedimento é relativamente simples: o paciente inala o gás por uma máscara, em dosagem ajustada pelo médico ou dentista, geralmente em combinação com anestesia local. Os efeitos desaparecem em poucos minutos após a interrupção da inalação, permitindo que o paciente retorne rapidamente ao estado normal.

Situações médicas de risco

(Imagem: New Africa/Shutterstock)

Por ser mais solúvel que o oxigênio e o nitrogênio, o óxido nitroso pode se acumular em cavidades de ar do corpo. Isso torna seu uso contraindicado em casos de pneumotórax, obstrução intestinal ou após mergulhos, devido ao risco de embolia. 

Além disso, a substância pode alterar a frequência respiratória e elevar a pressão intracraniana. Isso reforça a necessidade de supervisão médica criteriosa durante sua aplicação.

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OpenAI busca acadêmicos para construir IA científica

A OpenAI for Science é a nova iniciativa da dona do ChatGPT para criar uma plataforma alimentada por inteligência artificial (IA) que acelera a descoberta científica. O anúncio foi feito no X pelo diretor de produtos da empresa, Kevin Weil, que vai liderar o projeto.

Segundo ele, a OpenAI está em busca de acadêmicos que sejam “de classe mundial em suas áreas, totalmente equipados com IA e excelentes comunicadores científicos”. Os profissionais vão trabalhar em conjunto com outros pesquisadores já contratados pela empresa.

“Queremos provar que os modelos de IA estão prontos para acelerar a ciência fundamental. A descoberta científica melhora tudo, desde a qualidade de nossas vidas diárias até a segurança nacional e o PIB [Produto Interno Bruto] global. A inovação é a razão pela qual os EUA lideram o mundo. Poucas áreas prometem tanto melhorar vidas quanto a ciência”, disse.

gpt-5
GPT-5 representa “novo patamar” das capacidades da IA para ciência, segundo Weil (Imagem: PhotoGranary02/Shutterstock)

OpenAI automatizando a ciência

  • A nova plataforma ainda carece de detalhes, mas Weil deu alguns pitacos sobre o que podemos esperar do projeto. Ele sugere que o GPT-5, o modelo mais recente da OpenAI, “representa claramente um novo patamar” na capacidade da IA ​​de contribuir para a ciência;
  • Weil cita como exemplo o trabalho recente da Retro Biosciences, startup de biotecnologia apoiada por Sam Altman, CEO e cofundador da OpenAI, que usou um modelo personalizado para projetar variantes melhoradas de proteínas vencedoras do prêmio Nobel relacionadas às células-tronco;
  • Em outro exemplo, o modelo foi usado em um artigo de física teórica para sugerir ideias para provas, indicando que a OpenAI for Science pode ajudar, futuramente, na formulação de hipóteses e métodos de pesquisa — encurtando etapas fundamentais de pesquisas científicas;
  • Lançado em 7 de agosto, o GPT-5 apresentou avanços notáveis em tarefas, como codificação e pesquisa de tópicos complexos, mas alguns especialistas consideraram os progressos pequenos em relação às versões anteriores, como informou o Olhar Digital.
Logo da OpenAI em um smartphone que está em cima do teclado de um notebook
Modelos da OpenAI já resolve problemas matemáticos de nível internacional (Imagem: Ascannio/Shutterstock)

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Pelo progresso

Modelos de inteligência artificial já se mostraram de grande ajuda em pesquisas reconhecidas pela comunidade internacional. No ano passado, por exemplo, o CEO do Google DeepMind, Demis Hassabis, e o diretor John Jumper receberam o Prêmio Nobel de Química pelo trabalho no AlphaFold2, que usa IA para prever as estruturas complexas das proteínas.

Em julho, a OpenAI relatou que seu modelo resolveu problemas matemáticos de nível internacional — no mesmo nível dos melhores competidores humanos. A tecnologia teve um desempenho de medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Matemática de 2025 com um mestrado em raciocínio lógico de uso geral.

A OpenAI vai compartilhar mais informações sobre o novo projeto nos próximos meses. Enquanto isso, se você é um pesquisador acadêmico ou de IA, pode enviar uma mensagem a Kevin Weil para tentar uma vaga no projeto.

Logo da OpenAI em um smartphone e ao fundo
Nova IA poderá ajudar na formulação de hipóteses e métodos de pesquisa (Imagem: Photo Agency/Shutterstock)

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Como o Universo realmente começou? Nova teoria oferece resposta surpreendente

Uma nova teoria radical sobre a origem do Universo sugere que ondas gravitacionais — pequenas ondulações no espaço-tempo previstas por Albert Einstein em 1915 — podem ter dado origem à matéria cósmica, desencadeando a formação de galáxias, estrelas e planetas.

O modelo, apresentado na revista Physical Review Research, busca eliminar uma série de parâmetros especulativos e ajustáveis presentes na teoria padrão do Big Bang. A flexibilidade desses parâmetros, segundo os pesquisadores, torna difícil determinar se os modelos realmente explicam o Universo atual ou se apenas foram adaptados para se ajustar às observações.

Albert Einstein
Nova teoria se baseia em previsão de 1915 feita por Albert Einstein (Imagem: Parent/Pixabay)

“Por décadas, os cosmólogos têm trabalhado em um modelo, o ‘paradigma inflacionário’, que sugere que o Universo se expandiu em uma taxa incrível, explicando tudo o que observamos hoje”, disse Raúl Jiménez, da Universidade de Barcelona, ao Space.com.

“O novo modelo sugere que oscilações quânticas naturais do próprio espaço-tempo, as ondas gravitacionais, foram suficientes para disparar as pequenas diferenças de densidade que, em última instância, deram origem às galáxias, estrelas e planetas.”

Modelo do paradigma inflacionário moldou ou não o Universo?

Daniele Bertacca, da Universidade de Pádua (Itália), explicou que o paradigma inflacionário consegue descrever por que o Universo é homogêneo e isotrópico, além de como flutuações quânticas primordiais deram origem às estruturas cósmicas atuais.

No entanto, destacou um problema central: “Essa teoria inclui muitos parâmetros ‘livres’ ou ‘ajustáveis’, que podem ser manipulados à vontade. Flexibilidade excessiva na ciência pode ser problemática, pois dificulta saber se o modelo realmente prevê algo ou se apenas se adapta, a posteriori, aos dados observados.”

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Homem apontando para planetas rodeados por equações matemáticas
Ondas gravitacionais podem ter dado origem à matéria cósmica (Imagem: Aree_S/Shutterstock)

Como é o novo modelo?

  • O novo modelo começa com uma inflação cósmica inicial, descrita por um estado em expansão chamado “espaço de De Sitter”, que os cientistas explicam como uma condensação de grávitons — partículas hipotéticas que carregariam a força da gravidade, assim como os fótons transmitem a força eletromagnética. Esse espaço teria decaído quando os efeitos quânticos ficaram tão fortes que transformaram o Universo em um sistema quântico caótico;
  • A teoria depende de uma única escala de energia para explicar toda a evolução cósmica, dispensando campos e partículas hipotéticas, como o “inflaton” — um campo teórico de alta energia que teria impulsionado a rápida inflação do Universo em alguns modelos do Big Bang;
  • Nesse novo cenário, as ondas gravitacionais seriam suficientes para gerar as flutuações de densidade responsáveis pela formação das estruturas cósmicas.

“Isso foi quase ‘mágico’, já que o único parâmetro livre da escala de De Sitter é sua escala de energia, e, devido à sua complexidade e não linearidade, isso se conecta ao nível observado de flutuações”, afirmou Bertacca.

“É precisamente a elegância e a simplicidade do modelo, e a ausência de parâmetros livres, que são fundamentais.” Ele acrescentou que o modelo pode explicar, de forma natural, a escala de energia e o curso temporal da inflação, elementos necessários para resolver os problemas do horizonte cosmológico e da planicidade do Universo.

Ainda assim, os cientistas destacam que a teoria precisa ser testada por observações astronômicas. Entre os dados que podem confirmar ou refutar o modelo estão as medições da radiação cósmica de fundo em micro-ondas (CMB, na sigla em inglês), uma espécie de “fóssil” do Universo primordial, bem como observações da estrutura em larga escala do cosmos e a detecção de ondas gravitacionais primordiais.

“Como todos os modelos teóricos, o nosso precisa ser confirmado por medições e observações que pesquisadores possam analisar, avaliar e comparar com dados de experimentos terrestres e espaciais, hoje e no futuro próximo”, disse Bertacca. “Essas ondulações gravitacionais interagem e constroem complexidade ao longo do tempo, levando a previsões testáveis que, agora, podem ser comparadas com dados reais.”

Representação de ondas gravitacionais
Teoria das ondas gravitacionais pode ser explicação para origem do Universo (Imagem: aimy27feb /Shutterstock)

Jiménez ressaltou que o trabalho fornece “um arcabouço minimalista, mas poderoso, elegante e potencialmente falseável. Esta é a ciência em seu melhor: previsões claras que futuras observações podem confirmar ou refutar”.

Ele concluiu: “Esses novos resultados demonstram que, talvez, não precisemos de ingredientes especulativos para explicar o cosmos, mas apenas de uma compreensão profunda da gravidade e da física quântica. Se o modelo se confirmar, pode marcar um novo capítulo na forma como pensamos sobre o nascimento do Universo.”

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O que é um roteador quad-band?

O roteador quad-band é uma evolução das redes domésticas, que oferece mais opções de conexão e melhor desempenho. Esse tipo de roteador é ideal para casas com muitos dispositivos modernos e altas velocidades contratadas, possibilitando reduzir congestionamentos e aproveitar melhor cada canal disponível.

O quad-band é uma inovação recente, surgida com o padrão Wi-Fi 6E e evoluindo para o Wi-Fi 7. Ele incorpora a banda de 6 GHz, que oferece mais espaço sem interferência e menor latência, tornando possível apoiar mais dispositivos com maior velocidade real, mantendo a rede estável. A integração dessas quatro bandas significa uso otimizado do espectro disponível e melhor experiência de navegação.

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Na matéria a seguir, explicamos tudo sobre o roteador quad-band, como para que serve, como instalá-lo, posicioná-lo corretamente e aproveitar ao máximo seu alcance. Confira!

Novo roteador RBKE960 Wi-Fi 6 quad-band cria uma rede mesh Wi-Fi 6E de até 10,8 Gbps
Roteador RBKE960 Wi-Fi 6 quad-band (Imagem: Divulgação/Netgear)

O que é um roteador quad-band?

Um roteador quad-band é um dispositivo de rede que opera em quatro faixas de frequência separadas. Essas bandas incluem 2,4 GHz, 5 GHz, 5 GHz adicional (backhaul dedicado) e 6 GHz, oferecendo múltiplos canais para conectar dispositivos. A configuração permite distribuir melhor o tráfego sem superlotar nenhuma das faixas, o que é especialmente vantajoso em sistemas mesh, pois mantém um fluxo constante entre os nós. Com isso, o desempenho geral da rede se mantém estável mesmo com uso intenso.

Qual a função do roteador quad-band e como fazer a instalação?

A principal função é evitar a sobrecarga de uma única banda, o que reduz a interferência e melhora a velocidade real para cada dispositivo. A faixa de 6 GHz é novidade e traz canais livres de interferência antiga, proporcionando alta largura de banda e baixa latência.

Enquanto isso, a faixa de backhaul em 5 GHz permite que os pontos mesh se comuniquem entre si sem tirar performance das bandas de acesso. Esse modelo traz o melhor dos dois mundos: mais velocidade e menos congestionamento.

Para instalar um roteador quad-band, comece conectando o modem à porta WAN do roteador principal. Depois, siga as instruções do app ou da interface web para configurar as redes das quatro bandas, definindo SSIDs e senhas distintas ou unificadas conforme sua preferência.

Os pontos mesh adicionais devem ser posicionados estrategicamente, ainda que muitos roteadores quad-band oferecem configuração simples por aplicativo. Após configurado, o sistema gerencia automaticamente em qual banda cada dispositivo conecta para otimizar desempenho.

O posicionamento do roteador central impacta diretamente a cobertura e eficiência das quatro bandas. O ideal é deixá-lo em área central da casa, elevado e livre de obstruções como paredes grossas. Isso garante que tanto a banda de 2,4 GHz (de menor frequência, mas de maior alcance) quanto a de 6 GHz (de alta frequência e maior velocidade) atinjam os dispositivos com qualidade. Para sistemas mesh, distribua os nós equidistantemente e evite bloqueios físicos entre eles e o central. Com isso, cada faixa alcançará seu potencial.

TP-Link AXE300, um roteador de banda quádrupla
TP-Link AXE300, um roteador de banda quádrupla (Imagem: Divulgação/TP-Link)

Qual é o alcance do roteador quad-band?

Em termos de alcance, cada banda tem características próprias. A 2,4 GHz cobre bem em distâncias maiores e penetra obstáculos com facilidade; a 5 GHz tem alcance moderado, ideal para ambientes com poucos obstáculos; e a de 6 GHz atinge distâncias menores, porém com velocidade muito superior e menos interferência. Em média, a 6 GHz alcança de 10 a 20 metros com boa performance, dependendo das paredes e móveis no caminho.

Além das quatro faixas, muitos roteadores quad-band de última geração oferecem recursos adicionais, como portas de alta velocidade (10 Gbps ou 2,5 Gbps), processamento avançado e suporte a MLO (Multi-Link Operation), especialmente em Wi-Fi 7. Isso permite enviar e receber dados simultaneamente por múltiplas faixas, aumentando rendimento e confiabilidade da conexão.

Por que escolher o roteador quad-band?

Um benefício importante é a distribuição inteligente dos dispositivos entre as bandas conforme suas necessidades. Por exemplo, aparelhos que exigem alta velocidade, como TVs 4K ou consoles, podem operar na 6 GHz, enquanto dispositivos simples ficam em 2,4 GHz. A faixa de backhaul em 5 GHz mantém os nós mesh sincronizados sem afetar os dispositivos finais. Essa orquestração melhora o rendimento total da rede e reduz interferências.

Para quem tem muitos dispositivos conectados, planos de internet rápidos e quer o máximo de performance, esse tipo de roteador é uma boa opção, e se paga com o tempo. Ele oferece estabilidade, alcance equilibrado e compatibilidade com as tecnologias mais recentes, garantindo navegação fluida para todos os usuários.

Roteador
Para quem tem muitos dispositivos conectados, planos de internet rápidos e quer o máximo de performance, esse tipo de roteador é uma boa opção. (Imagem: Proxima Studio/Shutterstock)

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Estalar os dedos faz mal à saúde? Veja o que diz a medicina

Estalar os dedos é um hábito bastante comum para várias pessoas. Embora para alguns o som seja irritante, para muitas outras esse hábito pode ser uma forma de amenizar o tédio, ou mesmo uma maneira de buscar alívio e relaxamento. Mas será que estalar os dedos pode fazer mal à saúde?

Há um senso comum, geralmente passado em família, que diz que fazer estalar os dedos repetidamente pode fazer mal, sendo uma das causas da artrite e pode até mesmo engrossar as articulações. 

Pessoa com mãos sobre notebook
Estalar os dedos serve para alguma pessoas como uma forma de relaxamento e também para aliviar o tédio. (Imagem: Farknot Architect/Shutterstock)

É importante esclarecer que em todas as articulações do corpo humano existe a presença do líquido sinovial – que é responsável por lubrificar as partes do corpo que fazem conexões umas com as outras, evitar o atrito entre ossos e preservar as cartilagens.

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O barulho que surge ao estalar os dedos acontece porque há a formação de bolhas de ar ou vácuo dentro do líquido sinovial que estouram ao serem pressionadas.

A razão pela qual você não pode estalar o mesmo dedo duas vezes seguidas é porque leva algum tempo para que as bolhas se acumulem novamente na articulação.

Estalar os dedos faz mal à saúde? 

Exames radiográficos mostram que estalar os dedos não prejudica a saúde das mãos. (Imagem: Pinto Art/Shutterstock)

O estalar de dedos vem sendo estudado na medicina há anos. Um estudo curioso sobre o tema foi realizado pelo médico americano Donald Unger com um único paciente: ele mesmo. 

Na infância, o menino ouvia muito de sua mãe que, se continuasse a estalar os dedos, num futuro próximo teria artrite. Como não tinha idade para realizar um estudo científico formal, nem um laboratório, muito menos um grupo de participantes para o seu experimento, usou as próprias mãos. 

O menino, que mais tarde tornou-se médico alergista, passou 50 anos estralando duas vezes ao dia os dedos da mão esquerda, enquanto a direita permaneceu intacta para servir como grupo de controle. 

Após exames de radiografia, a conclusão foi que, depois de meio século, ele não desenvolveu artrite em nenhuma das mãos, assim como não havia nenhuma diferença substancial entre elas. E o estudo acabou sendo divulgado em 1998 pela publicação científica Arthritis & Rheumatism (que atualmente se chama Arthritis & Rheumatology). 

Outro estudo realizado por Robert L. Swezey e Stuart E. Swezey com 28 idosos e 28 crianças com idade média de 11 anos também não conseguiu demonstrar correlação entre o estalo dos dedos e alterações degenerativas nas articulações. 

Em suma, não há comprovação científica de que estalar os dedos cause mal à saúde. Mesmo que seja feito repetidamente, não há nenhum risco de comprometimento ósseo, nem mesmo para as articulações.

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Qual a origem do @? E não, não é da internet

Muito conhecido atualmente por conta de seu uso no meio digital, estando presente principalmente em e-mails e nos perfis de redes sociais, o arroba, representado pelo símbolo @, tem uma origem muito mais antiga do que você imagina. Nas próximas linhas, confira a história e descubra de onde surgiu o item. 

Qual a origem do arroba (@)?

A origem do @ é um tanto incerta, pois há hipóteses de que ele surgiu por meio de escritores franceses que o utilizavam como uma forma de abreviação ao ‘à’. Por outro lado, há relatos de associação do símbolo com monges copistas da Idade Média. Visando facilitar a escrita, eles tinham o costume de substituir palavras, letras ou até mesmo nomes próprios por símbolos e abreviaturas.

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No caso do @ ele teria sido utilizado para ocupar o lugar da preposição latina “ad“, que significa “para”. Porém, com o passar do tempo, o símbolo foi sendo utilizado para outras coisas. Ele ficou nos livros de contabilidade sendo um sinal ligado ao comércio, utilizado para se referir à quantidade e aos preços de mercadorias. No Brasil, por exemplo, uma arroba vale 14,7 kg. 

@
Símbolo do arroba em madeira – Imagem: BENEJAM/Shutterstock

Segundo informações da revista Smithsonian, o primeiro uso documentado do @ data de 1536, pois ele aparece em uma carta de Francesco Lapi, um mercador italiano que usava o @ para contar unidades de vinho enviadas em potes de barro. 

Entretanto, o jornal espanhol Heraldo, por meio de uma descoberta feita pelo jornalista e historiador Jorge Romance em 2016, que revelou o uso do símbolo em um documento aragonês de 1448: a Taula de Ariza. Ele também aparece ligado a mercadorias. 

Modernização do @

Arroba
Arroba vinculado ao e-mail – Imagem: Tiko Aramyan/Shutterstock

No meio digital, o símbolo arroba apareceu pela primeira vez em 1971 por meio de Ray Tomlinson, que tinha como missão enviar uma mensagem criada por uma pessoa a outra em um computador diferente por meio da ARPANet, a primeira rede operacional de computadores.

Para conseguir tal feito, ele precisava usar o nome do usuário, o do computador e um símbolo que os separasse. Então, ele utilizou o @ e conseguiu enviar um e-mail. 

Assim, ele se tornou um padrão para todos os tipos de e-mail, estando presente até hoje nessa forma de comunicação digital. Ele ainda foi expandido para as redes sociais, como Instagram, X e TikTok, para identificar usuários.

Por que “arroba”?

O nome “arroba” é uma coincidência histórica, pois a palavra é derivada do árabe e indica uma fração de medida utilizada no comércio. Como o @ já vinha sendo utilizado nesse contexto, o termo “arroba” acabou sendo designado para nomear o símbolo. 

Arroba
Símbolo do arroba no teclado – Imagem: cla78/Shutterstock

Todavia, vale destacar que o arroba possui nomes distintos em diversos lugares do mundo. Na língua inglesa, ele é chamado de “at sign”, na Holanda, o termo é “monkey tail”, que significa “rabo de macaco”, por conta de seu formato.

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Anvisa proíbe alimentos infantis, molho de pimenta e creme corporal por irregularidades

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, no Diário Oficial da União (DOU), uma nova determinação que impacta alimentos e cosméticos vendidos no Brasil, segundo informações de O Globo.

Entre os produtos suspensos estão alimentos infantis da linha “PF da Nina”, um lote de molho de pimenta da marca Ubon e o creme corporal multifuncional Adeus. A medida foi tomada após inspeções que constataram riscos à saúde e descumprimento das regras de produção e rotulagem.

molho de pimenta
Molho de pimenta da marca Ubon é suspendido pela Anvisa (Imagem: YelenaYemchuk/iStock)

Produtos suspensos pela Anvisa

A decisão da Anvisa envolve três tipos de produtos diferentes:

  • Molho de pimenta extra forte Ubon (lote 4512823): suspensão da comercialização devido à presença de dióxido de enxofre não declarado no rótulo. Esse composto pode causar reações alérgicas em pessoas sensíveis;
  • Alimentos infantis “PF da Nina”: fabricados sem licença sanitária e sem cumprir Boas Práticas de Fabricação, obrigatórias para produtos destinados a crianças. A venda está proibida e os itens devem ser retirados das prateleiras;
  • Creme corporal multifuncional Adeus: suspenso porque, apesar de registrado como cosmético, o produto faz alegações farmacológicas de tratamento e cura, o que não é permitido pela legislação.

A Anvisa reforça que a comercialização, fabricação e uso desses itens estão proibidos até que as irregularidades sejam sanadas. Produtos que ainda estejam em circulação poderão ser apreendidos.

creme corporal
Creme corporal multifuncional Adeus é suspenso pela Anvisa (Imagem: Elena Katkova/iStock)

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Riscos e justificativas do órgão

Segundo a agência, a decisão tem como objetivo principal proteger os consumidores, já que cada caso representa uma ameaça diferente à saúde pública.

No caso do molho de pimenta, a ausência de informação sobre o dióxido de enxofre é grave, porque impede que pessoas alérgicas saibam do risco. Já os alimentos infantis da “PF da Nina” representam uma preocupação ainda maior, porque atingem um público extremamente sensível: bebês e crianças de primeira infância.

Outro ponto é o creme Adeus, que promete efeitos terapêuticos incompatíveis com sua classificação de cosmético. De acordo com a Anvisa, esse tipo de prática pode induzir o consumidor ao erro e levá-lo a acreditar em propriedades medicinais que não foram testadas ou autorizadas.

Essas medidas refletem a atuação da Anvisa em fiscalizar, constantemente, o mercado, e garantir que apenas produtos seguros estejam disponíveis para a população. A agência reforça que denúncias de irregularidades podem ser feitas pelos canais oficiais para acelerar a retirada de itens que não estejam em conformidade com a legislação sanitária.

Fachada do prédio da Anvisa
Medida foi tomada pela agência após inspeções que constataram riscos à saúde e descumprimento das regras de produção e rotulagem (Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

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Telescópio retangular pode ser a chave para achar outra Terra

Encontrar um planeta semelhante à Terra pode se tornar uma tarefa mais viável com um novo conceito de telescópio, segundo artigo publicado na revista Frontiers in Astronomy and Space Sciences. A proposta envolve substituir o tradicional espelho circular por um retangular, com dimensões de um metro por 20 metros.

A busca por vida fora da Terra parte do princípio de que planetas com água líquida são os mais promissores. No entanto, identificar esses corpos é um enorme desafio. Mesmo nas condições ideais, a estrela hospedeira é cerca de um milhão de vezes mais brilhante que o planeta, tornando difícil observá-lo separadamente.

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Exemplo de super-Terra (Imagem: ESO/M. Kornmesser)

Um telescópio retangular? Como assim?

  • A teoria óptica aponta que a resolução de um telescópio depende tanto de seu tamanho quanto do comprimento de onda observado;
  • Para enxergar planetas com água líquida, o ideal seria captar luz em torno de dez micrômetros;
  • Nessa faixa, seria necessário um telescópio de 20 metros de diâmetro para distinguir uma Terra a 30 anos-luz de distância;
  • O problema é que construir e lançar um equipamento desse porte é considerado inviável com a tecnologia atual — basta lembrar a complexidade do James Webb, de 6,5 metros.

Várias alternativas já foram cogitadas. Uma delas é o uso de múltiplos telescópios menores que funcionem de forma sincronizada como um único aparelho, mas isso exigiria precisão na escala de uma molécula, algo ainda fora do alcance.

Outra ideia é recorrer à luz visível, mas, nessa faixa, o brilho da estrela supera em mais de dez bilhões de vezes o do planeta, tornando impossível bloquear a luminosidade estelar com a tecnologia existente.

Também foi estudado o uso de uma “starshade” — uma espécie de barreira voadora para bloquear a luz da estrela —, mas a necessidade de mover a estrutura por milhares de quilômetros entre diferentes observações consumiria combustível em excesso.

A alternativa apresentada pelos pesquisadores propõe um espelho retangular, com a mesma área coletora do James Webb, mas estendido em um dos eixos. Assim, seria possível separar o brilho da estrela do planeta no sentido em que o espelho tem 20 metros de comprimento. Para observar exoplanetas em diferentes posições orbitais, bastaria girar o telescópio, alinhando o eixo maior conforme necessário.

Telescópio James Webb
Alternativa apresentada pelos pesquisadores propõe um espelho retangular, com a mesma área coletora do James Webb (imagem), mas estendido em um dos eixos (Imagem: NRAO/AUI/NSF/NASA)

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Potencial para encontrar novas Terras

Segundo os cientistas, o modelo tem potencial para identificar metade de todos os planetas semelhantes à Terra em estrelas do tipo solar localizadas a até 30 anos-luz, em menos de três anos de observações. Isso poderia resultar na descoberta de cerca de 30 mundos promissores, caso a média seja de um planeta habitável por estrela.

O passo seguinte seria analisar a atmosfera desses planetas em busca de sinais de vida, como oxigênio resultante da fotossíntese. Para os candidatos mais promissores, os pesquisadores sugerem, até mesmo, o envio de sondas capazes de retornar imagens diretas da superfície.

De acordo com os autores do estudo, o conceito do telescópio retangular oferece uma via mais simples e viável para a identificação de um planeta-irmão da Terra — o que chamam de “Terra 2.0“.

Esquema do telescópio retangular
Diagrama esquemático de telescópio espacial retangular com espelho convencional (sem escala); o espelho primário de 20 m é mostrado de lado; o espelho secundário tem 1 m. × 2,3 m e implantado a cerca de 23 m de distância; a luz é focalizada em um coronógrafo AIC (Imagem: Leaf Swordy/Instituto Politécnico Rensselaer)

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5 adaptações e roteiros de Raphael Montes para assistir online no streaming

Vencedor do Prêmio Jabuti de 2020, com o título “Uma Mulher no Escuro”, Raphael Montes já vendeu mais de um milhão de livros no Brasil, e coleciona adaptações e roteiros que são um sucesso, disponíveis para assistir online no streaming.

Dos mistérios intensos de Bom dia, Verônica à trama explosiva de vingança em Beleza Fatal, Raphael Montes conquista os fãs com narrativas envolventes e cheias de reviravoltas. A seguir, confira cinco obras imperdíveis para quem deseja mergulhar de vez no suspense nacional.

Leia mais:

Conheça adaptações de Raphael Montes para assistir no streaming

1-Bom Dia, Verônica – Netflix

Mulher bonita com distintivo de policial mostrando através de uma tela de quadra
Raphael Montes é um dos roteiristas de Bom dia Verônica/Imagem Reprodução Netflix

Bom dia, Verônica, é um dos maiores sucessos de Raphael Montes no streaming, criado em parceria com a criminóloga Ilana Casoy. A série acompanha Verônica Torres, uma escrivã da polícia que se vê envolvida em investigações sombrias após testemunhar um suicídio e receber uma ligação anônima de uma mulher em perigo.

 A trama mergulha em temas como violência doméstica, abuso psicológico e corrupção, tudo envolto em uma atmosfera de tensão crescente e reviravoltas impactantes. Com três temporadas disponíveis na Netflix, a produção se destaca pelo roteiro afiado e atuações intensas, especialmente de Tainá Müller no papel principal.

2- Uma Família Feliz – Globoplay

Uma mulher loira em uma mesa com seu marido de cabelos pretos e óculos, tomando café da manhã
Uma família feliz é uma adaptação do cinema do livro de Raphael Montes/Imagem Reprodução Globoplay

Uma Família Feliz é uma adaptação poderosa do livro homônimo de Raphael Montes, que mergulha fundo na psique de uma mulher aparentemente perfeita, mas emocionalmente devastada.

Eva, interpretada por Grazi Massafera, vive o sonho de muitas: uma casa impecável, filhas adoráveis e um marido bem-sucedido. No entanto, tudo desmorona quando ela é acusada de um crime chocante, revelando uma trama de segredos, pressões sociais e fragilidade mental.

Além disso, o roteiro é fiel ao estilo de Montes, combinando suspense psicológico com crítica social, expondo as expectativas sufocantes impostas às mulheres e o peso da maternidade idealizada. A narrativa não entrega respostas fáceis, e isso é justamente o que a torna tão instigante: cada cena convida à dúvida, à empatia e ao julgamento.

3-Dias Perfeitos – Globoplay

Homem beija cabeça de mulher que está abraçando. A mulher está com semblante de choro e desespero
Dias Perfeitos está disponível no Globoplay/Imagem Reprodução Globoplay

Sobretudo, Dias Perfeitos é uma das adaptações mais impactantes de Raphael Montes para o streaming, disponível exclusivamente no Globoplay. Baseada no best-seller homônimo, a série mergulha no universo sombrio de Téo, um estudante de medicina aparentemente inofensivo que desenvolve uma obsessão doentia por Clarice, uma jovem roteirista.

Além disso, a trama se transforma em um thriller psicológico intenso, explorando temas como controle, manipulação e a distorção do amor.  Sem contar que Raphael Montes, autor da obra original, participou ativamente da adaptação, garantindo que a essência do livro fosse preservada mesmo com as mudanças narrativas para a TV.

4-A Menina que Matou os Pais – HBO Max

Menina loira sentada ao lado de rapaz de cabelos pretos
Uma produção em que Raphael Montes foi roteirista/Imagem Reprodução HBO Max

Disponível para assistir online no Prime Video, A Menina que Matou os Pais figura entre os trabalhos mais provocativos e discutidos de Raphael Montes.

Inspirada no caso real que chocou o Brasil, o assassinato dos pais de Suzane von Richthofen, a trilogia se destaca por apresentar múltiplas versões da mesma história: o ponto de vista de Suzane, o de Daniel Cravinhos e, por fim, os bastidores da investigação que revelou os detalhes do crime.

Vale lembrar que nesse caso, a produção em questão não é adaptação de um livro de Raphael Montes, mas roteiro é coassinado por ele e pela criminóloga Ilana Casoy.

Os filmes misturam o rigor do true crime com uma abordagem cinematográfica envolvente, explorando as motivações, manipulações e conflitos emocionais dos envolvidos.

5-Beleza Fatal – HBO Max

Mulher loura com bolsa no ombro na frente de uma porta
Beleza Fatal foi um marco de sucesso de Raphael Montes como roteirista/Imagem Divulgação HBO Max

 Outro roteiro de sucesso de Raphael Montes, que parou o Brasil foi Beleza Fatal, primeira obra do autor em novela no streaming. Exibida pela HBO Max, a trama mistura vingança, estética e segredos familiares em um universo onde beleza e poder caminham lado a lado.

A história, que prende nossa atenção a todo o momento, gira em torno de Sofia (Camila Queiroz), que busca justiça após a prisão injusta de sua mãe, enfrentando a vilã Lola Argento (Camila Pitanga) em uma espiral de manipulações e revelações. Com um elenco de peso e direção afiada, a novela se tornou um fenômeno nacional e internacional.

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8 melhores filmes com Jamie Lee Curtis

Com uma trajetória marcante em filmes de terror, comédias, blockbusters e produções independentes, Jamie Lee Curtis é uma atriz reconhecida e premiada.

Filha dos também famosos atores Janet Leigh e Tony Curtis, Jamie Lee ganhou destaque ao estrelar a franquia de terror “Halloween”. Mais recentemente, conquistou o Oscar por sua performance em “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Contudo, sua carreira vai muito além desses papéis.

A seguir, listamos os 8 melhores filmes de Jamie Lee Curtis disponíveis nos serviços de streaming.

Jamie Lee Curtiz em sexta feira muito louca 2
Freakier Friday (2025) / Crédito: Walt Disney Studios Motion Pictures (divulgação)

Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (2022)

Jamie Lee Curtiz em tudo em todo lugar
Everything Everywhere All at Once (2022) / Crédito: A24 (divulgação)

Fazendo uma verdadeira salada de gêneros que incluem drama, comédia, ficção científica e filme de artes marciais, esta produção da A24 foi um grande sucesso. 

Aclamado por público e crítica, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” ganhou 7 Oscars, incluindo o prêmio principal, Melhor Filme, e o de Melhor Atriz Coadjuvante para Jamie Lee Curtis. Além de Curtis, Michelle Yeoh e Ke Huy Quan estrelam o filme.

Na trama, uma imigrante chinesa (Yeoh), com uma vida bagunçada, descobre algo surpreendente quando enfrenta uma auditoria do imposto de renda.

Ela se vê em uma aventura inusitada e maluca, onde precisa acessar versões alternativas de si mesma em diferentes realidades. Jamie Lee Curtis interpreta uma agente da receita, além de suas outras versões em universos alternativos.

  • Onde assistir:
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max

Um Peixe Chamado Wanda (1988)

Jamie Lee Curtiz em peixe vanda
A Fish Called Wanda (1988) / Credito: United International Pictures (divulgação)

Sucesso de público e crítica na época de seu lançamento, “Um Peixe Chamado Wanda” é até hoje lembrado como um dos melhores filmes de assalto já feitos. A direção é de Charles Crichton e o roteiro de John Cleese, este último também estrelando ao lado de Kevin Kline, Michael Palin e Jamie Lee Curtis.

O filme gira em torno de uma gangue de ladrões que tentam recuperar diamantes roubados, escondidos pelo líder do golpe, que está preso após a traição dos próprios comparsas. Jamie Lee Curtis interpreta uma das vigaristas, a sedutora Wanda Gershwitz.

  • Onde assistir:
    • Amazon Prime Video
    • Mubi

Sexta-Feira Muito Louca (2003)

jamie lee curtiz
Freaky Friday (2003) / Crédito: Buena Vista Pictures (divulgação)

Este icônico filme teen é a terceira adaptação para o cinema do romance homônimo de Mary Rodgers. Nesta versão dos anos 2000, Jamie Lee Curtis atua ao lado de Lindsay Lohan como mãe e filha que trocam de corpo.

Na trama, as duas, que mantêm uma relação conflituosa, acabam trocando de corpos por meio de biscoitos da sorte mágicos.

  • Onde assistir:
    • Disney+

Entre Facas e Segredos (2019)

Jamie Lee Curtiz em entre facas e segredos
Knives Out (2019) / Crédito: Lionsgate (divulgação)

Jamie Lee Curtis é um dos nomes de peso no filme de mistério “Entre Facas e Segredos”. A trama segue um famoso detetive (Daniel Craig) investigando a morte de um escritor best-seller (Christopher Plummer), que ele acredita ser um assassinato.

Jamie Lee Curtis estrela como Linda, a filha do escritor e uma das suspeitas. O elenco ainda conta com nomes como Ana de Armas, Chris Evans e Toni Collette.

  • Onde assistir:
    • Netflix
    • Mercado Play (gratuito com anúncios)

Trocando as Bolas (1983)

Jamie Lee Curtiz em trocando as bolas
Trading Places (1983) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)

Sob a direção de John Landis, “Trocando as Bolas” é considerado um clássico da comédia. Sucesso de bilheteria, o longa é protagonizado por Eddie Murphy e Dan Aykroyd, e conta com Jamie Lee Curtis em um papel coadjuvante de destaque.

O filme gira em torno de uma aposta de dois irmãos magnatas, na qual eles trocam as vidas de um corretor esnobe de alta classe (Aykroyd) e de um vigarista das ruas, que não tem onde cair morto  (Murphy). Jamie Lee Curtis tem uma performance marcante como a prostituta Ophelia.

  • Onde assistir:
    • Telecine
    • NetMovies
    • Looke

Leia mais:

True Lies (1994)

Jamie Lee Curtiz em true lies
True Lies (1994) / Crédito: United International Pictures (divulgação)

Remake bem diferente do filme francês “La Totale!” (1991), “True Lies” é um filme de ação e espionagem dirigido por James Cameron, o mesmo de “Titanic” (1997) e da franquia “Avatar”.

Arnold Schwarzenegger estrela como Harry, um agente secreto que esconde sua verdadeira profissão de sua família. Jamie Lee Curtis interpreta sua esposa, Helen, uma mulher frustrada e cansada da vida ordinária.

Quando Harry suspeita que Helen possa estar traindo-o, ele usa seus métodos para resolver a situação, mas acaba envolvendo a esposa em uma grande aventura.

  • Onde assistir:
    • Disney+
    • Mercado Play (gratuito com anúncios)

“Halloween – A Noite do Terror” (1978) & franquia Halloween

Jamie Lee Curtiz em haloween
Halloween (1978) / Crédito: AVCO Embassy Pictures (divulgação)

A estreia de Jamie Lee Curtis no cinema não poderia ter sido mais arrasadora e marcante. Seu primeiro papel foi como Laurie Strode no clássico do terror de John Carpenter, “Halloween – A Noite do Terror” (1978), um dos marcos do gênero slasher.

Esse papel consolidou Curtis como uma “scream queen”, termo usado para definir atrizes conhecidas por interpretar personagens perseguidas e sobreviventes em filmes de terror, no caso pelo assassino mascarado Michael Myers.

Jamie Lee Curtiz em Haloween kills

“Halloween – A Noite do Terror” (1978) deu origem a uma franquia de sucesso, e Jamie Lee Curtis voltou ao mesmo papel em vários títulos: na sequência direta de 1981, nos revivals da virada do milênio e na trilogia mais recente.

Onde assistir:

  • Halloween – A Noite do Terror (1978): Looke, NetMovies
  • Halloween II: O Pesadelo Continua (1981): Lionsgate+ (Prime Channel)
  • Halloween H20: Vinte Anos Depois (1998): compra no streaming Apple TV, Oldflix
  • Halloween: Ressurreição (2002): Oldflix
  • Halloween (2018): compra nos streamings Youtube Filmes, Amazon Prime Video e Apple TV
  • Halloween Kills: O Terror Continua (2021): Universal+ (Prime Channel)
  • Halloween Ends: O Acerto de Contas Final (2022): compra nos streamings Youtube Filmes, Amazon Prime Video e Apple TV

A Bruma Assassina (1980)

Jamie Lee Curtiz em the fog
The Fog (1980) / Crédito: AVCO Embassy Pictures (divulgação)

Outro filme que marca a parceria entre Jamie Lee Curtis e o mestre John Carpenter é o cultuadíssimo terror “A Bruma Assassina”.

Na trama, uma névoa misteriosa assola uma cidade costeira que celebra seu centenário, trazendo uma série de eventos sinistros. Além de Curtis, Adrienne Barbeau, Tom Atkins, Janet Leigh e Hal Holbrook estrelam a produção.

  • Onde assistir:
    • NetMovies
    • Looke

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