Carta de 327 anos revela cidade maia perdida

Pesquisadores descobriram, no México, a cidade maia perdida de Sak-Bahlán, conhecida como “terra do jaguar branco”, usando informações contidas em uma carta escrita em 1698.

Segundo o Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH), a localização foi identificada a partir de dados fornecidos pelo frei Diego de Rivas.

Ruínas de Sayil, Yucatan
localização foi identificada a partir de dados fornecidos pelo frei Diego de Rivas (Imagem: ahau1969/Shutterstock)

Após serem forçados a deixar sua capital, Lakam Tun (“Grande Rocha”), em 1586, o povo Lakandon-Ch’ol se refugiou mais profundamente na selva e fundou Sak-Bahlán, onde viveu livre da interferência espanhola por cerca de um século.

Em 1695, a cidade foi descoberta pelo frei Pedro de la Concepción e logo tomada pelos espanhóis, que a rebatizaram como Nuestra Señora de los Dolores (“Nossa Senhora das Dores”). Em 1721, foi abandonada e engolida pela vegetação.

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Grupo de pesquisadores em torno e uma escavação
Expedição contou com financiamento do Discovery Channel, que apresentará a redescoberta em documentário (Imagem: Reprodução/YouTube/Discovery)

Como a carta levou os pesquisadores ao achado?

O pesquisador do INAH Lozada Toledo explicou que reconstruiu a rota descrita por De Rivas:

“Por exemplo, ele conta como, naquele ano, partiu com soldados de Nuestra Señora de los Dolores (antiga Sak-Bahlán) e caminhou quatro dias até o rio Lacantún. Navegaram por dois dias até El Encuentro de Cristo, onde o afluente se une ao rio Pasíon e, então, seguiram a pé até o lago Petén Itzá, na Guatemala.”

  • A partir desses pontos georreferenciados, Toledo estimou a localização aproximada de Sak-Bahlán, considerando relevo, vegetação e carga transportada. “Combinando todas essas variáveis, consegui propor, no mapa, um intervalo aproximado onde o sítio poderia estar”, disse;
  • Toledo liderou uma expedição pela selva e confirmou a descoberta: “Foi a viagem de campo mais difícil da minha vida, mas, no fim, encontramos as evidências arqueológicas exatamente no ponto que eu havia marcado“;
  • A expedição contou com financiamento do Discovery Channel, que apresentará a redescoberta no documentário Discovering the Hidden Mayan City: Sac Balam.
Flechas antigas
Toledo liderou uma expedição pela selva e confirmou a descoberta (Imagem: Reprodução/YouTube/Discovery)

A seguir, confira um teaser do programa:

Parece que a civilização maia nos enganou por muito tempo

A civilização maia é uma das mais importantes da fase pré-colombiana, tendo se desenvolvido principalmente em áreas do atual México, e em partes da Guatemala, Belize e Honduras. Ela é conhecida por sua cultura, com destaque para a escrita hieroglífica, a matemática, a astronomia e o calendário.

Apesar disso, ainda sabemos muito pouco sobre este povo antigo. Um novo estudo, por exemplo, revela que esta população antiga pode ter sido muito maior do que pensávamos, além de ter construído assentamentos muito complexos para o período.

População maia atingiu 16 milhões de pessoas

  • Uma pesquisa publicada em 2018 havia estimado que havia 11 milhões de maias entre 600 e 900 d.C.
  • Este é o Período Clássico Tardio, momento em que a civilização atingiu o seu auge.
  • O novo trabalho, no entanto, revela que o número pode ser bem maior.
  • Segundo os pesquisadores, a estimativa é que 16 milhões de pessoas viviam nas ‘cidades’ maias naquela época.
  • O estudo, publicado no Journal of Archaeological Science: Reports, também sugere que os assentamentos eram muito mais complexos e interconectados.

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OpenAI realiza seu primeiro evento no Brasil

Na última terça-feira (12), o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ), foi palco do evento “Amanhãs Possíveis”, iniciativa da OpenAI, do próprio Museu e da Flint — startup que ensina o uso de redes sociais para criadores de conteúdo —, que reuniu tecnologia, arte e imaginação para criar narrativas visuais sobre futuros desejáveis. Foi o primeiro evento da OpenAI no Brasil.

Museu do Amanhã
Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ), recebeu atividade (Imagem: Alekk Pires/Shutterstock)

O que a startup realizou no Brasil?

  • Artistas, criadores de conteúdo, publicitários e profissionais da Creator Economy (Economia dos Criadores — ecossistema econômico impulsionado por criadores de conteúdo, plataformas digitais, marcas e audiências que monetizam a produção e distribuição de conteúdo online) foram convidados a responder à pergunta: “Qual é o amanhã que você gostaria de ver?”;
  • As respostas foram transformadas em prompts e convertidas em histórias visuais por ChatGPT e Sora;
  • Os resultados foram projetados no Museu, retratando a transição da criação individual para a imaginação coletiva;
  • De acordo com o levantamento feito a partir das ideias apresentadas, 28,6% foram classificadas como “Propositivos”, abordando temas como educação, inclusão, igualdade de gênero e saúde pública;
  • Outros 20% se encaixaram na categoria “Visionários”, projetando mundos diversos e conectados;
  • O perfil “Técnico”, voltado para inovações em IA, robótica e dados, representou 12,9%;
  • 8,6% foram “Contemplativos”, explorando futuros simbólicos com poesia e imagens;
  • Os temas mais frequentes incluíram futuro e inovação, sustentabilidade, igualdade e cultura.
Logo da OpenAI ao lado do ChatGPT em um smartphone
Respostas foram transformadas em prompts e convertidas em histórias visuais por ChatGPT e Sora (Imagem: RKY Photo/Shutterstock)

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Christian Rôças, CEO da Flint, afirmou: “Ao criar esse projeto, percebemos que falar de futuro é, na verdade, falar de presente. Ferramentas, como o ChatGPT e o Sora, não substituem nossa criatividade, elas ampliam seu alcance e nos levam além.”

Para Nicolas Robinson Andrade, Head of Latam & Caribbean Policy da OpenAI, o evento buscou pluralidade e esperança: “Acreditamos que a IA [inteligência artificial] seja para todos e impulsionar a imaginação coletiva nos ajuda a pensar no futuro onde as pessoas, sem exceção, terão acesso a essa tecnologia.

O diretor do Museu do Amanhã, Cristiano Vasconcelos, destacou: “A arte, a ciência, a inovação e a tecnologia sempre estiveram em nosso imaginário quando vislumbramos futuros. Hoje, conseguimos dar concretude a todo esse potencial criativo por meio da inteligência artificial”.

Capa - microsoft e openai
Nicolas Robinson Andrade, Head of Latam & Caribbean Policy da OpenAI: “Acreditamos que a IA [inteligência artificial] seja para todos e impulsionar a imaginação coletiva nos ajuda a pensar no futuro onde as pessoas, sem exceção, terão acesso a essa tecnologia” (Imagem: LanKS/Shutterstock)

Os trabalhos podem ser vistos nesta plataforma, onde o público também pode enviar suas próprias ideias para transformação em vídeos.

OpenAI prometeu um ChatGPT mais fácil de usar… e não cumpriu

A OpenAI havia prometido que o GPT-5, lançado na semana passada, tornaria o ChatGPT mais fácil de ser usado. Uma das mudanças é que ele se configuraria sozinho de acordo com a necessidade do usuário, sem que o cliente tenha que escolher manualmente entre modelos que não conhece.

Leia a matéria completa aqui

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6 melhores consoles portáteis para comprar no Brasil em 2025

Nos últimos anos, o mercado de games portáteis ressurgiu com força total. Em 2025, os modelos disponíveis vão muito além dos antigos minigames ou dos clássicos de bolso.

Hoje, um console portátil oferece não só entretenimento casual, mas também experiências dignas de jogos de console de mesa, com gráficos de ponta, conexões com serviços na nuvem e catálogos recheados de títulos modernos e retrô.

Com a popularização do cloud gaming, da emulação e do desejo crescente por mobilidade, os brasileiros passaram a buscar mais do que celulares para jogar. Afinal, nada substitui a ergonomia, os controles físicos e a performance dedicada de um console feito para jogar.

Se você está em dúvida sobre qual modelo escolher, seja para jogar em viagens, no sofá ou até no intervalo do trabalho, preparamos um guia com os seis melhores consoles portáteis para comprar no Brasil em 2025. Avaliamos desempenho, compatibilidade, catálogo e custo-benefício. Confira abaixo as opções mais recomendadas do momento.

Melhores consoles portáteis para comprar

Steam Deck OLED

Console portátil Steam Deck – Imagem: Divulgação/Valve

O Steam Deck, da Valve, se consolidou como um dos principais consoles portáteis da atualidade, e sua versão OLED lançada no fim de 2023 chegou com melhorias significativas. Em 2025, ele continua sendo uma das escolhas mais completas para quem quer jogar títulos AAA na palma da mão.

Destaques:

  • Tela OLED de 7,4″ com taxa de contraste superior e cores vibrantes.
  • Processador AMD customizado com desempenho equivalente a um PC gamer de entrada.
  • Armazenamento rápido NVMe de até 1TB.
  • Sistema SteamOS, com suporte oficial a jogos da Steam e instalação de outras lojas (como Epic e GOG).
  • Compatível com jogos em nuvem via GeForce Now e Xbox Cloud Gaming.

Pontos de atenção:

  • Preço elevado no Brasil, principalmente via importação.
  • Requer conhecimento técnico para instalação de jogos fora da Steam.

Mesmo assim, o Steam Deck OLED é o console portátil ideal para quem já tem uma biblioteca na Steam e quer potência aliada à portabilidade.

Você pode comprar este console portátil por cerca de R$ 5.500 na Amazon.

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Nintendo Switch 2

Gamechat no Switch
GameChat é um dos novos recursos do Switch 2. Imagem: Divulgação/Nintendo

O Nintendo Switch 2, revelado em janeiro e lançado globalmente em 5 de junho de 2025, se firma como o console híbrido portátil mais avançado da atualidade, combinando compatibilidade com os títulos da geração anterior com aprimoramentos tecnológicos robustos.

Destaques:

  • Tela LCD de 7,9″ com resolução 1080p, HDR10 e taxa de atualização de até 120 Hz, incluindo suporte a VRR
  • Vídeo 4K com até 60 fps via dock, além de 1440p a 120 Hz em monitores intermediários
  • Chip Nvidia Tegra T239 “Drake”, com CPU ARM Cortex‑A78C octa-core, GPU Ampere com 1.536 núcleos CUDA, suporte a DLSS, ray tracing e VRR via G‑Sync.
  • Memória RAM de 12 GB LPDDR5X e armazenamento interno UFS de 256 GB, com expansão através de microSD Express de até 2 TB.
  • Joy‑Con 2 renovados, com encaixe magnético, sticks maiores e mais resistentes, botão “C” dedicado ao GameChat, funcionalidade para uso como mouse e baterias com autonomia de até 20 h.
  • Dock com ventoinha de resfriamento e conector Ethernet integrado, melhorando desempenho e conectividade em modo TV.
  • Novos recursos sociais: GameChat (voz, vídeo e compartilhamento de tela) e GameShare, com uso gratuito até março de 2026.
  • Compatibilidade com jogos do Nintendo Switch, muitos dos quais recebem versões “Switch 2 Edition” com melhorias visuais e técnicas; serviço Nintendo Classics traz jogos de GameCube com filtros adicionais.

Pontos de atenção:

  • Preço elevado. No Brasil, ele é encontrado por cerca de R$ 4.500.
  • Autonomia da bateria varia, com estimativas entre 2 e 6,5 h dependendo do jogo – inferior à do Steam Deck
  • Algumas limitações no Joy‑Con 2, como a ausência de sensores Hall effect para combater o drift, conforme modelos anteriores.
  • Capacidade de armazenamento ainda pode ser insuficiente diante de jogos maiores, especialmente sem expansão de microSD Express.

No geral, o Nintendo Switch 2 representa um salto significativo em termos de performance, qualidade de imagem e recursos sociais, mantendo a versatilidade que consagrou a linha Switch.

Você pode comprar este console portátil por cerca de R$ 4.500 na Amazon.

Nintendo Switch OLED

Controle de Nintendo Switch OLED encostado no console, ambos sobre uma mesa
(Imagem: Divulgação/Nintendo)

O Nintendo Switch continua firme em 2025, com a versão OLED sendo ainda muito procurada entre os fãs da Big N. É o console portátil perfeito para famílias, crianças e fãs dos exclusivos da Nintendo, com uma proposta híbrida que ainda é única no mercado.

Destaques:

  • Tela OLED de 7″ com excelente qualidade de imagem.
  • Catálogo exclusivo com franquias como “Zelda”, “Mario”, “Pokémon” e “Metroid”.
  • Suporte a multiplayer local e online.
  • Dock para jogar na TV incluído.

Pontos de atenção:

  • Hardware já considerado defasado para jogos muito pesados
  • Falta de retrocompatibilidade com mídias físicas do 3DS/Wii U

Você pode comprar este console portátil por cerca de R$ 2.400 na Amazon.

ROG Ally X (Asus)

console portátil rog ally x
Imagem: ASUS/Divulgação

Atualização do ROG Ally, o ROG Ally X chega em 2025 com design mais robusto, bateria de maior duração e ajustes de ergonomia. Voltado ao público entusiasta, é um concorrente direto do Steam Deck, com mais liberdade por rodar Windows nativamente.

Destaques:

  • Tela Full HD de 7″ com 120Hz de taxa de atualização.
  • APU AMD Z1 Extreme de altíssimo desempenho.
  • Sistema Windows 11, permitindo instalação de qualquer launcher de jogos.
  • Conectividade completa: USB-C, leitor microSD e entrada para eGPU.

Pontos de atenção:

  • Preço alto.
  • Interface do Windows nem sempre é amigável em telas pequenas.

O ROG Ally X é indicado para quem quer versatilidade máxima e desempenho comparável a notebooks gamers, em um formato de console portátil premium.

Você pode comprar este console portátil por cerca de R$ 7.500 na Amazon.

Ayaneo Kun

console portátil Ayaneo Kun
Imagem: Ayaneo/Divulgação

A Ayaneo vem se destacando por lançar consoles portáteis com acabamento de alto nível e foco em performance. O Ayaneo Kun, modelo topo de linha da marca chinesa, chegou com tudo em 2024 e ainda é uma das melhores opções do mercado em 2025.

Destaques:

  • Tela de 8,4” com resolução 2.5K e tecnologia IPS.
  • Processador AMD Ryzen 7 7840U com capacidade para multitarefas e jogos pesados.
  • Controles integrados de qualidade premium.
  • Sistema Windows com suporte a múltiplos launchers.
  • Suporte a eGPU externa via USB4.

Pontos de atenção:

  • Alto custo e menor assistência técnica no Brasil.
  • Autonomia de bateria inferior a outros modelos.

Apesar das ressalvas, o Kun entrega um equilíbrio impressionante entre tela grande, desempenho e acabamento. É um console portátil voltado a quem quer jogar e trabalhar com uma única máquina.

Anbernic RG556

Imagem: Anbernic/Divulgação

Se você busca uma opção mais acessível, com foco em emulação de consoles clássicos (PS1, PSP, Dreamcast, etc.), o Anbernic RG556 é uma excelente pedida. Lançado no primeiro semestre de 2025, ele trouxe melhorias em tela, bateria e sistema operacional.

Destaques:

  • Tela AMOLED de 5,5” com ótima resolução e brilho.
  • Chipset Unisoc T820 com bom desempenho em emuladores Android.
  • Sistema baseado em Android com suporte a emuladores e jogos mobile.
  • Preço competitivo, mesmo com importação.

Pontos de atenção:

  • Não roda jogos AAA nativos.
  • Interface Android pode exigir ajustes para melhor usabilidade.

É o console portátil ideal para nostálgicos, fãs de retro games e quem quer jogar em qualquer lugar sem gastar tanto.

Você pode comprar este console portátil por cerca de R$ 1.300 no AliExpress.

Qual é o melhor console portátil de 2025?

Depende do seu perfil. Para quem quer jogar games modernos e pesados, o Steam Deck OLED e o ROG Ally X são os mais indicados. Para os fãs da Nintendo, o Switch 2 e OLED continuam insuperáveis nos exclusivos. Já quem prefere jogos retrô ou quer economizar, o Anbernic RG556 é a melhor escolha. E se você quer algo que una desempenho e visual premium, o Ayaneo Kun pode surpreender.

O mercado brasileiro ainda apresenta obstáculos, como impostos e distribuição limitada, mas a variedade de opções nunca foi tão rica. Com as informações deste guia, você pode escolher o console portátil que melhor se encaixa no seu estilo de jogo, sem cair em ciladas ou modismos.

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Decisão do STF vai mexer com cofres da Netflix no Brasil; entenda

Um julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) concluído nesta quarta-feira (13) sobre a constitucionalidade de uma lei alterada em 2001 pode resultar em um ônus de US$ 400 milhões (R$ 2,1 bilhões) à Netflix

Os ministros decidiram que é válida a ampliação da Cide-Tecnologia, uma contribuição de 10% que incide sobre envio de valores financeiros ao exterior como parte da remuneração de contratos envolvendo uso ou transferência de tecnologia estrangeira.

Agora, no entanto, empresas que pagam royalties ao exterior envolvendo “cessão e licença de uso de marcas”, por exemplo, também estarão sujeitas à Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico. E esse é o caso da Netflix.

Netflix já previa ônus por “questões com autoridades fiscais brasileiras” (Imagem: Elliott Cowand Jr/Shutterstock)

Incentivo à pesquisa científica

  • Segundo o STF, a Cide-Tecnologia foi instituída pela Lei 10.168/2000 com o objetivo de estimular o desenvolvimento tecnológico brasileiro por meio de programas envolvendo universidades, centros de pesquisa e o setor produtivo;
  • No ano seguinte à publicação, a lei passou a incidir sobre remessas feitas sobre royalties de atividades de qualquer natureza, inclusive as referentes a direitos autorais e a serviços administrativos prestados por pessoas não residentes no país;
  • No julgamento, os ministros avaliaram um recurso que questionava a possibilidade de aplicar o tributo de qualquer remessa ao exterior, mesmo se o contribuinte não for da área a ser beneficiada pela intervenção do Estado — no caso, da ciência.
Recursos arrecadados com a contribuição serão destinados à pesquisa científica no Brasil (Imagem: Jacob Wackerhausen/iStock)

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Como votaram os ministros

O relator do processo, ministro Luiz Fux, defendeu que a Cide-Tecnologia deveria ser aplicada apenas em casos de importação de tecnologia, o que excluiria remessas de remuneração de direitos autorais. Ele foi acompanhado pelos ministros André Mendonça, Nunes Marques, Dias Toffoli e pela ministra Cármen Lúcia.

Julgada pelo STF, Cide foi criada com o objetivo de estimular o desenvolvimento tecnológico brasileiro (Imagem: Rmcarvalho/iStock)

No entanto, prevaleceu o entendimento do ministro Flávio Dino de que não é necessário haver correlação entre a origem da contribuição e a exploração de tecnologia, desde que a arrecadação seja integralmente destinada à área de ciência e tecnologia, como prevê a lei. Dino foi acompanhado pelos ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso.

No ano passado, a Netflix informou, em seu relatório financeiro, que estava sujeita ao ônus milionário devido a “diversas questões com as autoridades fiscais brasileiras”. Em 2023, o rombo previsto era menor — US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão). Resta saber se parte dessa conta será paga pelos assinantes.

O que diz a Netflix

O Olhar Digital acionou a assessoria de imprensa da Netflix e aguarda um posicionamento oficial sobre o assunto.

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Espremer cravos e espinhas faz mal?

Ao se olhar no espelho, muitas pessoas sentem a tentação de espremer aquele cravo ou espinha incômoda. Apesar de parecer um gesto inofensivo, esse hábito pode trazer sérias consequências para a pele e, em alguns casos, até para a saúde geral.

Neste artigo, vamos explicar por que, muitas vezes, espremer cravos e espinhas pode prejudicar a saúde da sua pele.

Acne: de cravos a espinhas

Acne
Imagem: New Africa/Shutterstock

A acne é uma condição de pele comum, caracterizada pela presença de cravos abertos (pontos negros), cravos fechados (pontos brancos) e pústulas (espinhas com pus). Embora seja mais frequente na adolescência, também pode afetar adultos, especialmente mulheres. No Brasil, estima-se que cerca de metade dos adultos sofram com o problema, com maior incidência no público feminino.

Em casos mais graves, a acne pode deixar cicatrizes permanentes e impactar significativamente a autoestima, podendo até desencadear quadros de ansiedade e depressão.

Causas principais

A principal causa da acne é a genética, respondendo por cerca de 80% dos casos. Além disso, há também as alterações hormonais, especialmente a ação de andrógenos como a testosterona. 

Acne
Imagem: shutterstock/Boyloso

Outros fatores importantes para o surgimento de acnes é a proliferação da bactéria Propionibacterium acnes, o tabagismo e uma dieta rica em carboidratos simples e açúcares (embora não haja consenso científico sobre esse último fator).

Vale ressaltar que a higiene e a exposição solar não causam acne diretamente, mas hábitos inadequados de cuidados com a pele podem piorar o quadro.

Diferença entre cravos e espinhas

Cravos (comedões)

Close-up do nariz de uma mulher com cravos ou pontos pretos isolados em fundo branco. Problema de acne, comedões. Poros dilatados no rosto. Perfil. Conceito de cosmetologia e dermatologia. Macro
Close-up do nariz de uma mulher com cravos ou pontos pretos isolados em fundo branco. Problema de acne, comedões. / Crédito: Marina Demeshko (shutterstock/divulgação)

São o grau 1 da acne e não apresentam inflamação visível.  Podem ser:

  • Abertos (ponto preto, causado pela oxidação do sebo);
  • Fechados (ponto branco, coberto por pele).

Espinhas (acne inflamatória)

Correspondem ao grau 2 ou superior da acne. Ocorrem quando a obstrução do poro evolui para inflamação e infecção, formando pústulas, nódulos ou cistos.

Por que não espremer cravos e espinhas?

Espremer cravos e espinhas pode parecer uma atitude inofensiva, mas, na verdade, pode prejudicar a saúde da pele e trazer riscos de diferentes graus. Ao pressionar a região, o conteúdo do cravo ou da espinha pode ser empurrado para camadas mais profundas, agravando a inflamação. 

Adolescente olhando o rosto no espelho e espremendo uma espinha
Adolescente olhando o rosto no espelho e espremendo uma espinha / Crédito: Jayakri (shutterstock/divulgação)

Além disso, a manipulação facilita a disseminação de bactérias, que podem até entrar na corrente sanguínea. O trauma mecânico também aumenta as chances de cicatrizes permanentes ou manchas. 

Quando a manipulação ocorre na chamada “zona da morte” do rosto, uma área triangular localizada entre a ponte do nariz e os cantos da boca, existe o risco de que as infecções evoluam para uma emergência médica, pois este triângulo possui conexão vascular direta com o cérebro.

A “zona da morte” do rosto

O que é e por que é tão perigosa

A “zona da morte” ou triângulo da morte facial corresponde à região entre a base do nariz e os cantos da boca, incluindo áreas próximas aos olhos. Essa parte do rosto é irrigada por vasos sanguíneos que têm ligação direta com estruturas próximas ao cérebro, como o seio cavernoso.

Quando um cravo ou espinha nessa região é espremido, a manipulação pode romper a barreira cutânea e permitir a entrada de bactérias na corrente sanguínea. Por causa dessa conexão vascular, uma infecção local pode se espalhar rapidamente para o cérebro.

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Possíveis complicações

Entre as complicações mais graves estão:

  • Trombose do seio cavernoso: formação de um coágulo nas veias próximas ao cérebro, que pode bloquear o fluxo sanguíneo e causar infecção grave.
  • Meningite bacteriana: inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, causada por bactérias.
  • Abscessos cerebrais: acúmulo de pus dentro do cérebro devido à infecção.
  • Septicemia: infecção generalizada na corrente sanguínea, potencialmente fatal.

Essas condições exigem atendimento médico urgente e podem representar risco de morte.

Matéria do programa Chega Mais (SBT) sobre ao tentar remover uma espinha interna no rosto, acabou desenvolvendo um abscesso e precisou passar por uma cirurgia / Crédito: Chega Mais (Youtube/reprodução)

Casos de hospitalização

Embora pareça improvável, existem registros de pessoas internadas após espremer cravos ou espinhas. Em muitos desses casos, a manipulação levou ao desenvolvimento de celulite bacteriana, uma infecção grave da pele e do tecido subcutâneo.

Os sintomas incluem:

  • Vermelhidão e inchaço progressivo;
  • Dor intensa;
  • Calor local;
  • Febre.

Se não tratada rapidamente com antibióticos, a infecção pode se espalhar para músculos, ossos e órgãos vitais. Em alguns casos, é necessária cirurgia para drenagem de abscessos.

Tratamentos seguros para acne

Destacamos abaixo alguns dos principais tipos de tratamentos para acne e suas indicações. Vale lembrar que você deve conversar com um dermatologista antes para avaliar seu caso em particular.

Procedimento de peeling facial de carbono. Os pulsos de laser limpam a pele do rosto. (Imagem: ZephyrMedia/Shutterstock)

Cuidados tópicos

  • Peróxido de benzoíla: possui ação antibacteriana e anti-inflamatória.
  • Retinoides (tretinoína e adapaleno): desobstruem os poros e melhoram a textura da pele.
  • Ácido salicílico: auxilia na esfoliação e no controle da oleosidade.

Tratamentos orais

  • Antibióticos (doxiciclina e minociclina): indicados para acne moderada ou grave, sempre com orientação médica.
  • Isotretinoína: recomendado para casos resistentes, com acompanhamento rigoroso de um dermatologista.
  • Anticoncepcionais ou antiandrogênios: voltados para mulheres com acne de origem hormonal.

Procedimentos dermatológicos

  • Limpeza de pele profissional;
  • Peelings químicos;
  • Laser fracionado.

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Quais são os melhores (e os piores) jogos da franquia Wolfenstein?

A franquia Wolfenstein é uma das mais icônicas no universo dos jogos de tiro, especialmente por sua contribuição pioneira no gênero de primeira pessoa e pela imersão em cenários alternativos da história.

Criada por id Software, a série começou com Wolfenstein 3D em 1992, revolucionando os gráficos e a jogabilidade da época. Desde então, a série tem explorado temas como a Segunda Guerra Mundial, regimes totalitários, realidades alternativas e até mesmo ficção científica, sempre com uma pegada de ação intensa e personagens carismáticos.

Com mais de 30 anos de história, Wolfenstein conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo, mas nem todos os títulos da franquia mantiveram o mesmo nível de qualidade.

Nesta lista, vamos ver os melhores e piores jogos da série, avaliando a recepção crítica, os avanços tecnológicos e, claro, o impacto cultural que cada título teve.

Quais são os melhores (e os piores) jogos da franquia Wolfenstein?

8) Wolfenstein: Cyberpilot (Nota: 50)

imagem mostra um robô super futurístico com um olhar mortal
Capa do jogo “Wolfenstein: Cyberpilot” (Imagem: Epic Games/Divulgação)

“Wolfenstein: Cyberpilot” é, sem dúvida, o título mais controverso da série. Lançado como um jogo de realidade virtual, ele permitiu aos jogadores controlar robôs e veículos do universo Wolfenstein.

No entanto, a recepção foi extremamente negativa. O jogo foi criticado por sua jogabilidade simplista, gráficos fracos e uma história que não faz jus ao legado da franquia.

Embora tenha tentado inovar com a realidade virtual, “Cyberpilot” não conseguiu capturar o espírito da série. A crítica foi unânime em apontar que o jogo se afastou da essência de Wolfenstein, entregando uma experiência rasa e pouco envolvente. Para muitos, “Cyberpilot” foi uma tentativa fracassada de expandir a franquia para novas tecnologias.

7) Wolfenstein 3D (Nota: 66)

wolfenstein 3d
Imagem: Reprodução

Como o primeiro jogo da série, “Wolfenstein 3D” revolucionou o mundo dos jogos em primeira pessoa, e é considerado o precursor de muitos dos jogos modernos do gênero. Lançado em 1992, o jogo apresentou um mundo 3D rudimentar e uma jogabilidade focada em atirar e explorar.

Apesar de seu impacto histórico, “Wolfenstein 3D” não resistiu muito bem ao teste do tempo. A jogabilidade é bastante simples e os gráficos, por mais inovadores que fossem para a época, parecem datados hoje. No entanto, seu legado é indiscutível, pois abriu caminho para muitos jogos modernos de FPS e estabeleceu a fórmula que seria usada em títulos subsequentes.

6) Wolfenstein: Youngblood (Nota: 69)

imagem mostra a capa do jogo "Wolfenstein: Youngblood", a qual mostra alguns personagens no lado esquerdo em tom de azul e outros personagens no lado direito em um tom de vermelho
Imagem de capa do jogo “Wolfenstein: Youngblood” (Imagem: Nintendo/Divulgação)

“Wolfenstein: Youngblood” foi um dos jogos mais controversos da série. Desenvolvido como um spin-off, ele segue as filhas gêmeas de BJ Blazkowicz, Sophia e Jess, em sua luta contra os nazistas. A principal diferença de “Youngblood” para os outros jogos da franquia é seu foco em uma abordagem cooperativa, onde os jogadores podem se unir para enfrentar as forças nazistas.

Embora a ideia de um jogo cooperativo tenha sido inovadora, “Youngblood” foi criticado por suas microtransações e falta de conteúdo. Muitos acharam que a fórmula cooperativa não se encaixou bem com a franquia e que o jogo não entregava a mesma qualidade de narrativa e ação que os títulos anteriores. A crítica destacou a falta de foco na história e a repetitividade das missões, o que diminuiu o impacto da experiência.

5) Wolfenstein 2009 (Nota: 72)

Imagem: YouTube/Reprodução

“Wolfenstein 2009” é muitas vezes considerado um dos títulos mais esquecidos da série. Desenvolvido pela Raven Software e publicado pela Activision, o jogo foi uma tentativa de reiniciar a franquia. Apesar de ter introduzido algumas mecânicas interessantes, como a habilidade de usar tecnologia de outra dimensão, a recepção foi mista.

A crítica destacou a jogabilidade de tiro sólida, mas criticou o enredo previsível e os gráficos abaixo das expectativas. Embora tenha tentado expandir o universo Wolfenstein com novas ideias, o jogo não conseguiu capturar a mesma magia dos títulos anteriores. Ainda assim, alguns fãs da série o consideram um jogo decente, mesmo que abaixo da média da franquia.

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4) Wolfenstein: The Old Blood (Nota: 76)

Imagem mostra um homem segurando um cano enquanto parte para cima de um soldado armado. O fundo está no cor vermelha em um tom intenso
Imagem da capa do game “Wolfenstein: The Old Blood” (Imagem: MachineGames/Divulgação)

Lançado como um prequel de “The New Order, Wolfenstein: The Old Blood” oferece uma experiência de ação ainda mais frenética e imersiva. Embora não tenha a mesma profundidade narrativa de seu antecessor, o jogo é uma sólida adição à franquia. Ele mistura a mesma jogabilidade refinada de “The New Order” com novos inimigos e desafios. Os jogadores controlam BJ Blazkowicz em sua missão para deter os planos nazistas de criar armas secretas.

Embora “The Old Blood” tenha sido elogiado por sua jogabilidade e atmosfera, muitos acharam que o jogo falhou em trazer algo inovador, sendo visto como um DLC expandido em vez de uma experiência completamente nova. Ainda assim, foi uma boa opção para os fãs da série que queriam mais ação no universo Wolfenstein.

3) Wolfenstein: The New Order (Nota: 79)

Imagem mostra a capa do jogo "Wolfenstein: The New Order". Nela, há um fundo vermelho intenso, com vários soldados armados na frente e todos na cor preta
Capa do jogo “Wolfenstein: The New Order” (Imagem: Epic Games/Divulgação)

“Wolfenstein: The New Order” é outro grande sucesso da MachineGames, lançado em 2014. O jogo foi um marco para a franquia, já que revigorou o interesse pelos jogos de tiro em primeira pessoa, trazendo uma nova narrativa e abordagem ao universo Wolfenstein.

Ambientado em um cenário alternativo onde os nazistas venceram a Segunda Guerra Mundial, “The New Order” segue BJ Blazkowicz em sua luta contra os nazistas que agora controlam o mundo. A crítica elogiou o título por sua jogabilidade sólida, narrativa envolvente e a revitalização de uma franquia histórica.

O jogo trouxe uma jogabilidade moderna, mas com um toque de nostalgia, com suas intensas sequências de ação e personagens cativantes. O design de níveis, os inimigos variados e a integração de elementos de ficção científica foram bem recebidos. A história de BJ Blazkowicz e sua luta pela liberdade ressoou com muitos fãs, e o jogo rapidamente se tornou um dos favoritos da crítica e do público.

2) Return to Castle Wolfenstein (Nota: 84)

Imagem: YouTube/Reprodução

Lançado em 2001, “Return to Castle Wolfenstein” é um dos títulos mais respeitados da série. Ele trouxe a franquia para o cenário 3D moderno, aproveitando os avanços gráficos da época e colocando os jogadores no centro da ação em um ambiente de Segunda Guerra Mundial com elementos sobrenaturais. A história mistura a luta contra os nazistas com uma trama envolvendo monstros e experimentos científicos, o que o torna único dentro da franquia.

Além disso, o jogo foi uma das primeiras grandes experiências de multiplayer online em FPS, trazendo modos como “Team Deathmatch” e “Objective-based gameplay”. A crítica o elogiou por sua jogabilidade sólida, a qualidade de seus gráficos para a época e a atmosfera tensa, mas imersiva.

Embora o multiplayer não tenha tido o mesmo impacto de outros títulos, o modo campanha se manteve relevante e cativante, garantindo um lugar de destaque na história da franquia.

1) Wolfenstein II: The New Colossus (Nota: 87)

Imagem mostra um homem armado, marchando por uma cidade com fundo escuro e dirigíveis voando no céu
Capa do jogo “wolfenstein 2” (Imagem: Bethesda/Divulgação)

O ápice da franquia Wolfenstein para muitos jogadores, “Wolfenstein II: The New Colossus” foi a sequência direta de “The New Order” e trouxe uma história ainda mais envolvente.

Desenvolvido pela MachineGames, o jogo apresenta uma narrativa emocionante que mistura ação intensa com momentos de reflexão sobre resistência e liberdade.

Ambientado em um mundo alternativo onde o regime nazista venceu a Segunda Guerra Mundial e domina os Estados Unidos, o título segue o protagonista BJ Blazkowicz em sua luta para derrubar o regime totalitário.

O jogo é amplamente elogiado por sua trama, personagens profundos e jogabilidade refinada. A variedade de armas, a inteligência artificial dos inimigos e os momentos cinematográficos fazem de “The New Colossus” um dos jogos de tiro em primeira pessoa mais impactantes de sua geração.

A crítica destacou a maneira como o jogo mistura ação frenética com um enredo que toca em questões sociais, criando uma experiência envolvente.

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Amazon aposta em IA neurossimbólica para aprimorar sistemas próprios

Um modelo híbrido de inteligência artificial (IA), conhecido como IA neurossimbólica, está ganhando espaço na Amazon e impulsionando desde o assistente de compras Rufus até robôs avançados em centros de distribuição, segundo o The Wall Street Journal. A tecnologia combina redes neurais com raciocínio simbólico, que usa lógica e códigos para resolver problemas.

Robô Vulcan, da Amazon, em ação
Robô Vulcan, da Amazon, implantado no centro de distribuição da empresa em Hamburgo (Alemanha), emprega raciocínio automatizado para otimizar o espaço nas caixas e identificar itens sem a necessidade de escanear códigos de barras (Imagem: Amazon)

Enquanto ferramentas, como o ChatGPT, são eficazes em prever palavras, ainda podem errar com confiança quando têm poucos exemplos de referência. “Não é um problema que possa ser resolvido apenas com mais computação, pois teoremas matemáticos definem essas limitações”, disse Grant Passmore, cofundador e co-CEO da Imandra, startup de IA, ao periódico.

“A IA neurossimbólica é a solução porque combina a modelagem estatística dos LLMs [modelos de linguagem grande] com a abordagem lógica e axiomática do raciocínio simbólico.”

Segundo Passmore, a abordagem também reduz custos, pois divide tarefas entre GPUs, para entendimento de linguagem, e CPUs, para raciocínio e verificação. A Amazon tem cerca de 20 equipes trabalhando em aplicações desse tipo de raciocínio.

IA “tunada” na Amazon

  • No setor logístico, robôs Vulcan instalados em Spokane (EUA) e Hamburgo (Alemanha) usam raciocínio automatizado para resolver problemas espaciais, como posicionar itens, enquanto redes neurais cuidam da percepção e classificação de imagens;
  • O sistema consegue manipular cerca de 75% dos tipos de produtos armazenados, com velocidade semelhante à de trabalhadores humanos;
  • O raciocínio automatizado também está na base do Rufus, assistente de compras da Amazon que usa LLM para interagir com clientes e raciocínio simbólico para tornar respostas mais relevantes e reduzir erros;
  • “Sabemos que o teorema de Pitágoras é verdadeiro, mesmo sem enumerar todos os triângulos possíveis”, disse Byron Cook, vice-presidente da Amazon e criador do grupo de raciocínio automatizado da empresa. “A lógica matemática permite uma prova finita, em que cada passo é verificável.”
Montagem que mostra pontos inteligados ao lado de um cérebro humano e os dizeres "neurosymbolic AI"
Tecnologia combina redes neurais com raciocínio simbólico, que usa lógica e códigos para resolver problemas (Imagem: Rodrigo Mozelli [gerado com IA]/Olhar Digital)

No último dia 6, a Amazon anunciou o recurso Automated Reasoning Checks, que, segundo a empresa, reduz “alucinações” de IA e identifica respostas corretas com até 99% de precisão. A tecnologia pode formalizar verdades em áreas, como saúde ou políticas de devolução, e ser aplicada a sistemas multiagente.

Briga entre redes neurais e inteligência artificial clássica

O debate entre redes neurais e IA clássica persiste. Geoffrey Hinton, pioneiro da IA, disse, em 2023, que “pessoas são como esses grandes modelos de linguagem: elas simplesmente inventam coisas” e que não há fronteira rígida entre memória verdadeira e falsa.

Já Gary Marcus, cientista cognitivo, defende que sistemas híbridos são o futuro: “Nem redes neurais, nem IA clássica, podem realmente se sustentar sozinhas. Precisamos encontrar formas de uni-las… acredito que o momento da IA neurossimbólica finalmente chegou.”

Redes neurais
Debate entre redes neurais e IA clássica persiste (Imagem: NicoElNino/Shutterstock)

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8 melhores filmes com Dakota Johnson para ver nos streamings

Sem dúvidas, Dakota Johnson é uma das atrizes de maior destaque de Hollywood no momento. Filha dos também atores Don Johnson e Melanie Griffith, Dakota ganhou fama mundial com a franquia “Cinquenta Tons de Cinza”. Desde então, a atriz construiu uma filmografia sólida, que inclui “Um Mergulho no Passado” (2015) e “Amores Materialistas” (2025).

Que tal conhecer mais sobre a trajetória de Dakota Johnson? A seguir, você confere 8 filmes da atriz disponíveis nos principais serviços de streaming.

pedro pascal, dakotah johnson e Chris evans
Materialists (2025) / Crédito: A24, Sony Pictures Releasing International, Stage 6 Films (divulgação)

Persuasão (2022)

mulher segurando um coelho
Persuasion (2022) / Crédito: Netflix (divulgação)

O romance de época “Persuasão” é baseado na obra homônima da renomada escritora Jane Austen e traz Dakota Johnson no papel principal.

A atriz interpreta Anne Elliot, uma jovem persuadida a romper seu noivado com um oficial da marinha por ele ser considerado de baixo status social. No entanto, anos depois, o homem retorna rico, e ela se vê em conflito com o passado e seu coração.

  • Onde assistir: Netflix.

Está Tudo Bem Comigo? (2022)

mulher escrevendo em um caderno
Am I OK? (2022) / Crédito: Warner Bros. Pictures, HBO Max (divulgação)

Para aqueles que gostam de ver uma bela amizade retratada nas telas, a comédia dramática “Está Tudo Bem Comigo?” pode ser uma boa pedida.

Dakota Johnson interpreta Lucy, uma mulher de 32 anos de Los Angeles que vive uma vida romântica insatisfatória e tem como grande amiga de longa data Jane (Sonoya Mizuno).

Porém, quando Jane está prestes a se mudar para Londres, Lucy revela um segredo sobre si mesma que irá agitar a vida das duas amigas: ela acredita que possa ser lésbica.

  • Onde assistir: HBO Max.

Papai (2023)

mulher loira no reflexo
Daddio (2023) / Crédito: Sony Pictures Classics (divulgação)

Dakota Johnson protagoniza, ao lado do renomado Sean Penn, o drama “Papai”. Johnson estrela a produção como uma jovem que acaba de chegar a Manhattan e pega um táxi para voltar para casa. 

Porém, durante o trajeto, ela passa a ter uma série de conversas profundas e inesperadas com o motorista (Penn).

  • Onde assistir: HBO Max.

A Filha Perdida (2021)

muilher e uma menina andando
The Lost Daughter (2021) / Crédito: Netflix (divulgação)

Baseado no romance da escritora italiana Elena Ferrante, “A Filha Perdida” é um drama psicológico que marca a estreia da atriz Maggie Gyllenhaal na direção. Dakota Johnson estrela o longa ao lado de Olivia Colman. 

No filme, Leda (Colman), uma professora universitária de férias, encontra a filha momentaneamente desaparecida de uma jovem mãe, Nina (Johnson). A partir daí, Leda fica obcecada por Nina, que desperta lembranças de sua própria maternidade.

  • Onde assistir: Netflix.

Maus Momentos no Hotel Royale (2018)

mulher com a mao segurando o queixo
Bad Times at the El Royale (2018) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)

Além de Dakota Johnson, o suspense “Maus Momentos no Hotel Royale” conta com vários nomes de peso no elenco, entre eles Jeff Bridges, Cynthia Erivo, Jon Hamm e Chris Hemsworth.

Na trama, sete estranhos que carregam segredos sombrios se encontram em um hotel no final dos anos 60. Dakota estrela como a hippie Emily Summerspring.

  • Onde assistir: Disney+.

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Suspíria: A Dança do Medo (2018)

bailarina com as mãos no pescoço
Suspiria (2018) / Crédito: Amazon Studios (divulgação)

Remake do clássico de 1977 dirigido por Dario Argento, “Suspíria” é um terror sobrenatural com direção de Luca Guadagnino, responsável por “Rivais” (2024).

Dakota Johnson estrela como uma bailarina americana que se matricula em uma renomada academia de dança em Berlim. Porém, o local é assombrado por mistérios e eventos estranhos. O elenco também conta com Tilda Swinton e Mia Goth.

  • Onde assistir: Amazon Prime Video.

Cha Cha Real Smooth: O Próximo Passo (2022)

mulher sentada na cadeira e um homem olhando
Cha Cha Real Smooth (2022) / Crédito: Apple TV+ (divulgação)

Cooper Raiff estrela, escreve e dirige esta comédia romântica dramática sobre amadurecimento. Em “Cha Cha Real Smooth”, Raiff interpreta um jovem de pouco mais de 20 anos, recém-saído da universidade e sem muitas perspectivas, que se torna animador de festas.

Porém, sua vida muda após conhecer Domino, personagem de Dakota Johnson, uma jovem mãe solteira de 32 anos com uma filha que tem autismo.

  • Onde assistir: Apple TV+.

Como Ser Solteira (2016)

duas mulheres, uma loira e outra morena , com casaco vermelho
How to Be Single (2016) / Crédito: Warner Bros. Pictures (divulgação)

Nesta comédia romântica, Dakota Johnson interpreta Alice, que, após uma pausa em um longo namoro, muda-se para Nova York para trabalhar e morar com a irmã. Porém, ao tentar reatar, descobre que o ex já está com outra.

No novo ambiente, Alice faz amizade com Robin (Rebel Wilson), uma colega de trabalho que vive de festas e casos passageiros, e passa a explorar diferentes formas de estar solteira.

  • Onde assistir: no canal MGM+, que pode ser assinado via Apple TV Channel ou Amazon Channel.

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