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A Embraer pode abrir uma fábrica de aeronaves na Índia em um contrato que deve se tornar o maior da história da empresa. O projeto ainda está em fase de licitação, conforme Márcio Monteiro, vice-presidente de Inteligência de Mercado da Embraer Defesa e Segurança, informou nesta quinta-feira (7), em um evento com empresários em Mumbai.
A unidade ficaria responsável pela produção do cargueiro militar C390 Millennium, que substituirá parte da frota da Força Aérea Indiana, segundo reportagem do Times Brasil. Se confirmada, a produção será realizada em parceria com o grupo indiano Mahindra.
O contrato prevê 80 unidades do modelo, que custa US$ 150 milhões (R$ 820 milhões pela cotação atual), segundo o UOL. O cargueiro transporta até 26 toneladas de carga, sendo capaz de realizar diversas missões, e é reconhecido pela velocidade e alcance estratégicos na sua categoria.
Cargueiro militar é usado para missões de salvamento pela FAB (Imagem: FAB/Divulgação)
Polo regional
Em maio, a Embraer anunciou a instalação de um escritório em Nova Déli para “fortalecer suas frentes de atuação em defesa, aviação comercial, executiva, serviços & suporte e no crescente setor de mobilidade aérea urbana”.
Atualmente, as Forças Indianas operam a aeronave Legacy 600, usada para o transporte de funcionários de governos e VIPs pela Força Aérea Indiana (IAF) e pela Força de Segurança de Fronteira (BSF), além da aeronave AEW&C ‘Netra’.
Escritório da Embraer em Nova Delhi vai atender mercado da Ásia (Imagem: Naresh Sharma/iStock)
No setor comercial, a empresa vê oportunidades de venda de jatos da linha E2, a aeronave mais silenciosa na categoria de corredor único que comporta até 150 passageiros.
A Embraer também anunciou a conclusão do acordo de leasing (um tipo de aluguel/arrendamento) de dez jatos E195-E2 para a Airlink, maior companhia aérea regional de serviço completo da África do Sul. Parceira desde 2001, a empresa já opera uma frota de 68 jatos fabricados pela empresa brasileira, e deve receber o primeiro lote no final de 2025, com conclusão até 2027.
Primeiro lote das novas aeronaves será enviado à África do Sul no final deste ano(Imagem: Embraer/Divulgação)
“As novas aeronaves terão um layout confortável de classe única com 136 assentos na configuração 2×2. Os jatos proporcionarão à Airlink um aumento de capacidade e de alcance, ampliando sua competitividade em rotas de alta densidade e criando oportunidades para novas rotas em mais destinos na África Subsaariana”, diz a nota.
A Microsoft divulgou um vídeo chamado “Windows 2030 Vision“, no qual apresenta como imagina que será o sistema operacional daqui a cinco anos. A empresa aposta que a interação por linguagem natural será o padrão, reduzindo de forma significativa o uso de periféricos tradicionais como mouse e teclado.
O projeto é liderado por David Weston, vice-presidente corporativo de Enterprise & Security da Microsoft. No vídeo — que aparenta ser o primeiro de uma série — Weston afirma que, em 2030, empresas poderão contratar agentes de IA para atuar como especialistas em segurança digital, interagindo com colegas por meio do Microsoft Teams, participando de reuniões e executando tarefas no lugar de funcionários humanos.
Líder de projeto da Microsoft acredita que, em 2030, empresas contratarão agentes de IA para atuar junto a funcionários humanos (Imagem: Suri_Studio / Shutterstock.com)
IA multimodal no centro da experiência
Segundo Weston, esses agentes não têm como objetivo substituir pessoas, mas assumir trabalhos repetitivos, permitindo que profissionais se concentrem em atividades mais complexas.
Ele acredita que o Windows do futuro será capaz de “ver o que vemos, ouvir o que ouvimos” e executar ações a partir de comandos de voz, além de compreender contextos visuais e auditivos para realizar tarefas sofisticadas.
A proposta se alinha ao pesado investimento da Microsoft em inteligência artificial, incluindo mais de US$ 13 bilhões destinados à OpenAI e o acordo de US$ 650 milhões com a Inflection AI.
Esse direcionamento explica a presença crescente de recursos de IA em praticamente todos os produtos da empresa.
Proposta se alinha com investimentos pesados da Microsoft em IA, incluindo o acordo bilionário com a OpenAI (Imagem: DANIEL CONSTANTE / Shutterstock.com)
Apesar do entusiasmo interno, a ideia de um Windows controlado majoritariamente por voz não agrada a todos. O vídeo publicado recebeu mais descurtidas do que curtidas, e há dúvidas sobre se tal transformação será viável já em 2030.
A Microsoft já fez promessas semelhantes no passado que não se concretizaram integralmente, como no lançamento do Copilot e dos notebooks Copilot+. A empresa também enfrentou forte reação negativa em recursos de IA, como no caso do Recall, ferramenta de captura de tela que acabou sendo revista após críticas.
Para parte dos usuários, a substituição total dos métodos tradicionais de entrada em um prazo tão curto parece pouco provável. Ainda assim, a Microsoft mantém a visão de que a IA multimodal será o elemento central da interação com seus sistemas operacionais na próxima década.
A sul-coreana SK On, fornecedora de baterias para montadoras como Mercedes-Benz, Ford, Volkswagen e Hyundai, acredita que as baterias de estado sólido podem ser uma vantagem estratégica na disputa global do setor. A empresa afirma ter um diferencial competitivo no formato de baterias do tipo bolsa (pouch), que poderá ser adaptado para essa nova tecnologia.
Em entrevista à Bloomberg, Park Kisoo, chefe de P&D da companhia, demonstrou confiança sobre o futuro. “Quando o mundo das baterias de estado sólido chegar, será definitivamente aplicado primeiro em células do tipo bolsa, nas quais já temos uma vantagem tecnológica”, declarou. Para ele, isso pode ser “uma arma que nos ajude a vencer a China”.
A SK On vê baterias de estado sólido como solução na corrida contra a China no mercado de EVs (Imagem: T. Schneider / Shutterstock.com)
Tecnologia promissora, mas ainda distante
As baterias de estado sólido substituem o eletrólito líquido tradicional por um sólido, que pode ser feito de polímero, sulfeto, óxidos ou materiais cerâmicos. Essa mudança promete ganhos significativos, como maior densidade energética, carregamento mais rápido, vida útil prolongada e estabilidade térmica aprimorada.
No entanto, a tecnologia ainda enfrenta desafios. Enquanto a SK On desenvolve soluções próprias, fabricantes chineses já estão à frente com versões semi-sólidas, consideradas por especialistas como um estágio intermediário antes das chamadas ASSBs (All-Solid-State Batteries). Veículos da Nio com essas baterias já circulam na China. Recentemente, a MG Motor anunciou que o MG4 será o primeiro carro popular com bateria semi-sólida.
Baterias de estado sólido substituem o eletrólito líquido tradicional por um sólido (Imagem: Phonlamai Photo / Shutterstock.com)
Montadoras ocidentais também investem nessa transição.
A Mercedes-Benz está testando um EQS com bateria semi-sólida da startup norte-americana Factorial.
A Stellantis planeja equipar um protótipo do Dodge Charger Daytona EV com a mesma tecnologia em 2026.
A BMW, por sua vez, realizou um teste com uma bateria totalmente de estado sólido em um modelo i7, na Alemanha.
Enquanto isso, a SK On segue aprimorando tecnologias de baterias de íon-lítio, com foco em resfriamento por imersão.
A SK On visa aplicações não apenas em veículos elétricos, mas também em centros de dados com IA e sistemas de armazenamento de energia.
A SK On continua aprimorando tecnologias de baterias íon-lítio (Imagem: IM Imagery / Shutterstock.com)
Infraestrutura e apoio governamental
Com ampla capacidade de produção, a SK On se prepara para escalar essas inovações globalmente. Um exemplo é o empréstimo de US$ 9,6 bilhões aprovado pelo governo dos EUA para a joint venture BlueOval SK, com a Ford. O valor, segundo a Reuters, é o maior já concedido pelo programa Advanced Technology Vehicles Manufacturing e será destinado à construção de três megafábricas de baterias em Tennessee e Kentucky.
Após divulgar resultados financeiros acima do esperado, o CEO da Apple, Tim Cook, reuniu funcionários no Steve Jobs Theater, em Cupertino, para reafirmar o compromisso da empresa com a inteligência artificial.
Segundo revelado pela Bloomberg, Cook avisou que a revolução da IA é “tão grande ou maior” que a da internet ou dos smartphones — e a Apple está determinada a liderá-la.
Apple planeja expansão global e reforça aposta em IA e novos chips (Imagem: pio3/Shutterstock)
Para Tim Cook, não é tarde demais para a Apple dominar setor
Cook admitiu que a empresa chegou atrasada ao mercado, mas lembrou que a Apple raramente foi a primeira em novas tecnologias.
Ainda assim, redefiniu categorias como smartphones e tablets. “É assim que me sinto em relação à IA”, disse o executivo.
O CEO revelou que a empresa já contratou 12 mil pessoas no último ano, sendo 40% para pesquisa e desenvolvimento.
CEO admite atraso, mas garante investimento maciço em IA (Imagem: John Gress Media Inc / Shutterstock.com)
Planos de IA da empresa
Entre os destaques da reunião, a Apple confirmou que está desenvolvendo seu próprio chip para computação em nuvem — codinome Baltra — e montando uma fábrica de servidores de IA em Houston.
O vice-presidente Craig Federighi abordou o futuro da Siri, cuja reformulação foi adiada após dificuldades técnicas, mas agora será baseada em uma nova arquitetura. A nova versão deve chegar no próximo ano.
Cook também incentivou os times a acelerarem a adoção da IA em seus projetos e destacou a estratégia de expansão global com foco em mercados emergentes. Embora não tenha revelado detalhes, o executivo prometeu um “pipeline incrível” de novos produtos, incluindo lançamentos próximos e projetos de longo prazo.
Apple dobra aposta na inteligência artificial após trimestre forte (Imagem: slvn_an/Shutterstock)
O WhatsApp começou a exibir uma nova tela de alerta de segurança sempre que um usuário for adicionado a um grupo por alguém que não está em sua lista de contatos. A medida é parte de uma série de ações recentes da plataforma para reforçar a proteção contra golpes, especialmente os que envolvem convites suspeitos em grupos e mensagens de contatos desconhecidos.
A novidade visa oferecer mais informações antes que o usuário tenha acesso ao conteúdo do grupo. Segundo o WhatsApp, a ideia é aumentar a transparência e permitir que as pessoas façam escolhas mais seguras.
O alerta inclui dados como o nome do criador do grupo, o número total de participantes, a data de criação e dicas de como se proteger em situações suspeitas. O aviso também destaca que o convite foi feito por alguém fora da agenda de contatos do usuário.
WhatsApp quer ajudar seus usuários a fazer escolhas mais seguras (Imagem: Ahyan Stock Studios / Shutterstock.com)
Nova camada de proteção contra golpes
A nova interface, chamada de resumo de segurança, funciona como uma espécie de tela intermediária antes da entrada no grupo, permitindo que o usuário saia imediatamente da conversa, sem precisar abrir o bate-papo ou visualizar qualquer mensagem. Caso decida permanecer, as notificações ficarão silenciadas até que a pessoa indique que quer seguir no grupo.
O recurso amplia uma funcionalidade introduzida no ano passado, conhecida como cartão de contexto, que já mostrava informações básicas sobre grupos. Agora, com o novo alerta, a ênfase está em evitar armadilhas digitais antes mesmo que o usuário tenha contato com o conteúdo potencialmente malicioso.
Além da exibição de dados em grupos, o WhatsApp também está testando recursos para exibir mais contexto em conversas individuais iniciadas por números desconhecidos. A Meta, empresa responsável pela plataforma, informou que está experimentando mecanismos para alertar os usuários quando forem contatados por alguém fora da lista de contatos, incentivando que “pausem” antes de iniciar o bate-papo.
Nova tela vai aparecer quando um contato desconhecido adicionar você a um grupo (Imagem: WhatsApp)
Golpes cada vez mais sofisticados
O WhatsApp informou que mais de 6,8 milhões de contas ligadas a esquemas criminosos foram removidas nos primeiros seis meses de 2025.
Grande parte desses perfis estavam ligados a centros de golpes no Sudeste Asiático, operados por organizações criminosas que exploram trabalho forçado e desenvolvem campanhas simultâneas em várias plataformas.
Esses golpes frequentemente envolvem falsas ofertas de trabalho, esquemas de pirâmide ou promessas de lucros com criptomoedas.
Em alguns casos, as mensagens são enviadas por aplicativos de mensagens, redes sociais e plataformas de investimentos, criando um ambiente fragmentado e difícil de rastrear.
“No decorrer de um só golpe, os criminosos tentam alcançar as pessoas em várias plataformas diferentes para dificultar a detecção”, afirmou o WhatsApp em nota.
Um dos casos recentes destacados pela empresa envolveu uma operação encerrada no Camboja, em parceria com a Meta e a OpenAI.
Golpistas usavam o ChatGPT para gerar mensagens automáticas com convites para grupos no WhatsApp, que depois redirecionavam as vítimas para o Telegram e até para tarefas em plataformas como o TikTok.
Nessas etapas, as pessoas recebiam instruções para simular tarefas profissionais (como curtir vídeos) antes de serem induzidas a transferir valores para contas de criptomoedas.
Esses golpes envolvem falsas ofertas de trabalho, esquemas de pirâmide ou promessas de lucros (Imagem: wisely / Shutterstock.com)
A plataforma reforça que o usuário deve estar atento a ofertas “boas demais para ser verdade”. Se uma mensagem vier de alguém que se diz parente ou amigo, o ideal é confirmar por uma ligação ou conversa presencial antes de tomar qualquer ação. O WhatsApp também recomenda configurar corretamente as permissões de quem pode adicionar você a grupos, um recurso que já está disponível nas configurações do aplicativo.
Essas mudanças fazem parte de uma ofensiva mais ampla da Meta para reduzir fraudes digitais nos seus serviços. No WhatsApp, a aposta agora é ampliar a visibilidade dos sinais de alerta antes que a vítima seja exposta a conversas suspeitas — ou até mesmo a golpes mais elaborados que se desdobram em outras plataformas.
Muitas pessoas afirmam que trabalhar em home office é algo que aumenta a produtividade do profissional. Apesar disso, esse tipo de atuação traz diversos desafios, como manter o foco, se organizar e ser ágil na realização das atividades.
Para ajudar no trabalho remoto, a pessoa pode utilizar ferramentas de extensão no navegador e melhorar seu desempenho profissional.
Extensões: 5 opções para quem trabalha em regime remoto
A seguir, o Olhar Digital preparou uma lista com 6 opções de extensões de navegador para quem trabalha home office e deseja aprimorar ainda mais a realização de suas atividades no dia a dia. Confira!
1. Todoist
Ferramenta Todoist – Imagem: Captura de tela/Matheus Chaves – Olhar Digital
Se você precisa se organizar melhor para as atividades do dia a dia em seu trabalho, saiba que o Todoist é uma ferramenta que pode ajudá-lo. Isso porque ela possibilita a criação de listas de tarefas para o seu dia a dia.
Por meio dessa extensão, o usuário pode usar seções, etiquetas, filtros, subtarefas e até mesmo delegar afazeres a outras pessoas. A pessoa também pode organizar as atividades em quadros, de forma semelhante a ferramentas como o Planner e o Trello.
Captura de tela da extensão StayFocusd – Imagem: Matheus Chaves/Olhar Digital
Como já dito, um dos maiores desafios do home office é o foco no trabalho, pois é comum ter mais distrações em casa. Para solucionar esse problema, o usuário pode instalar a extensão StayFocusd no navegador Google Chrome, pois a ferramenta limita o tempo de navegação em páginas que não auxiliam no trabalho. O seu acesso é grátis.
3. LastPass
Extensão LastPass – Imagem: Captura de tela/Matheus Chaves – Olhar Digital
Ao trabalhar em casa é normal que a pessoa tenha que lidar com diversos acessos em páginas da internet. Porém, o grande desafio é lembrar de todas as senhas. Para isso, uma maneira segura de guardá-las é usar a extensão LastPass, uma ferramenta que funciona por meio de um cadastro no site e definição de uma senha-mestra. O serviço ainda preenche os seus acessos de forma automática.
O recurso pode ser utilizado nos navegadores, além de estar disponível para mobile. Você pode baixá-lo gratuitamente e de forma segura no site oficial.
4. Clockify Time Tracker
Captura de tela do site Clockify Time Tracker – Imagem: Matheus Chaves/Olhar Digital
Disponível para o Chrome, o Clockify Time Tracker é uma extensão gratuita que possibilita ao usuário acompanhar o tempo de trabalho de qualquer lugar por meio do navegador.
Ele é ótimo para profissionais freelancers e também para quem deve justificar horas trabalhadas, pois o recurso possibilita que você cronometre o tempo gasto em cada uma de suas atividades.
5. Forest
Captura de tela da extensão Forest – Imagem: Matheus Chaves/Olhar Digital
O Forest atua de uma forma lúdica para ajudá-lo a manter o foco em seu trabalho. Basicamente, a ferramenta planta árvores virtuais que crescem conforme você se concentra em suas tarefas e deixa de acessar sites que podem distraí-lo.
Ao instalar o serviço em seu navegador, você deve utilizar as configurações para inserir uma lista de sites bloqueados e permitidos. Dessa forma, deve evitar acessá-los, pois se fizer isso, a árvore pode morrer. É possível usar essa extensão gratuitamente no Chrome, Firefox, Android e iOS.
6. Google Tradutor
Captura de tela da extensão Google Tradutor – Imagem: Matheus Chaves/Olhar Digital
Específico para usuários do navegador Chrome, o Google Tradutor pode ajudá-lo a entender diferentes idiomas em suas ações de trabalho diárias. Isso porque a ferramenta faz a tradução completa de páginas da web, tudo de maneira rápida e eficaz.
Também é possível utilizar recursos importantes, como detecção de idiomas, pronúncia de palavras e frases, além do modo offline.
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) começou a utilizar uma nova tecnologia baseada em inteligência artificial (IA) para monitorar o processo de emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Desenvolvida pela Valid, empresa responsável por 80% das emissões de CNHs e RGs no país, a solução busca coibir fraudes como a realização de provas por terceiros e o uso de dispositivos indevidos durante os exames.
A ferramenta já está em operação e, segundo o Detran-DF, apresentou resultados imediatos. Logo nas primeiras aplicações, um candidato foi flagrado utilizando um celular escondido durante a prova teórica. A identificação foi feita pelo sistema, que analisa em tempo real padrões de comportamento ocular e corporal dos participantes.
Os resultados do novo sistema foram imediatos (Imagem: Detran-DF / Divulgação)
Valid aposta em IA no serviço público
A Valid é uma empresa brasileira com atuação internacional, especializada em soluções de identificação segura para governos, bancos e empresas. Além de ser uma das principais emissoras de documentos civis do Brasil, a companhia tem investido no desenvolvimento de tecnologias com inteligência artificial voltadas à segurança digital e à eficiência de serviços públicos.
A aplicação da IA no contexto do Detran-DF é parte desse movimento. A proposta é garantir que apenas candidatos realmente aptos obtenham a CNH, eliminando brechas para fraudes e automatizando o processo de triagem, sem comprometer a agilidade no atendimento.
Monitoramento por IA em tempo real
A tecnologia atua em todas as etapas do processo de habilitação. A primeira barreira está na identificação biométrica facial, que impede que outra pessoa realize o exame no lugar do candidato inscrito. Durante a prova teórica, câmeras instaladas no ambiente registram os movimentos dos participantes. A IA analisa esses dados e aponta comportamentos considerados atípicos, como olhar fixo para baixo ou movimentos repetitivos com a cabeça.
Na etapa prática, o monitoramento continua com câmeras posicionadas dentro dos veículos utilizados nos testes. As imagens também são analisadas em tempo real e podem levar à desclassificação do candidato caso o sistema identifique alguma irregularidade, que deve ser confirmada por um examinador.
Candidatos são monitorados dentro do veículo pelo sistema (Imagem: Detran-DF / Divulgação)
Hugo Fernando Figueiredo Santos, diretor-geral adjunto do Detran-DF, disse em entrevista ao Olhar Digital que o impacto foi perceptível desde o início. Ele explica que o sistema não apenas identificou tentativas de fraude, mas também teve um efeito inibidor, reduzindo drasticamente o número de ocorrências.
A própria população já vai se adequando, porque a informação de que ficou mais difícil fraudar o processo se dissemina rapidamente.
Hugo Fernando Figueiredo Santos, diretor-geral adjunto do Detran-DF
Como funciona a solução tecnológica
A aplicação da tecnologia ocorre em três fases:
Pré-prova (identificação): o processo se inicia com a validação biométrica facial, que garante que o candidato inscrito seja realmente quem comparece ao exame.
Durante a prova teórica: câmeras monitoram o comportamento ocular e corporal dos candidatos. A IA é treinada para detectar comportamentos suspeitos, como movimentos incomuns com os olhos ou a cabeça, que devem ser verificados pelos examinadores.
Na prova prática: o acompanhamento segue com câmeras instaladas nos veículos. O sistema processa os dados em tempo real e sinaliza comportamentos suspeitos para que os examinadores avaliem possíveis irregularidades.
O processo já se inicia na coleta de dados biométricos (Imagem: Detran-DF / Divulgação)
Resultados tem impacto positivo no atendimento
O Detran-DF afirma que, com a adoção da nova tecnologia, não houve atrasos na entrega das CNHs, muito pelo contrário. Em alguns casos, como na versão digital, o processo pode ser concluído em até 24 horas, enquanto a entrega da versão física também passou a ocorrer com mais agilidade. Os resultados, segundo a autarquia, superaram as expectativas iniciais.
Além disso, a adoção da IA teve reflexos positivos na equipe de trabalho. Examinadores e servidores relataram maior motivação e valorização ao perceberem que o sistema ajuda a garantir que apenas os candidatos realmente aptos obtenham a habilitação.
Segundo informações do próprio Detran-DF, tentativas de fraude em exames de habilitação são recorrentes e comprometem a segurança no trânsito. A nova tecnologia busca eliminar esse risco.
Modelo desperta interesse de outros estados
A solução implementada no DF despertou a atenção de outros departamentos de trânsito pelo país. O Detran-DF tem sido procurado por outras unidades da federação interessadas em conhecer a tecnologia e avaliar sua adoção. Um dos diferenciais do modelo brasiliense está na integração entre os módulos das provas teórica e prática, o que confere mais agilidade ao processo.
“Muitos estados têm blocos separados de processamento. Aqui, conseguimos fazer tudo em uma solução única, o que garante mais celeridade, segurança e qualidade”, explicou Santos.
Sistema implementado no DF chama a atenção de outros estados (Imagem: Detran-DF / Divulgação)
A interoperabilidade também é considerada uma diretriz estratégica pela gestão do Detran-DF. A ideia é usar a base de dados da habilitação de forma integrada com outros serviços, como emissão de credenciais de estacionamento e controle de acesso nas unidades físicas.
Tecnologia pode ser expandida para outras áreas públicas
Para a Valid, o case do DF pode ser replicado em outras regiões e até em serviços públicos fora da esfera de trânsito. O CEO da empresa, Ilson Bressan, afirma que a combinação de processos integrados e ferramentas tecnológicas adequadas traz ganhos tanto para os cidadãos quanto para os órgãos de governo.
É um case que, sem dúvida, queremos levar para outros lugares do Brasil. Muitos já estão visitando o Detran para conhecer a solução e adaptar seus próprios processos.
Ilson Bressan, CEO da Valid
Segundo ele, a tecnologia desenvolvida pode ser aplicada em outros contextos onde a validação de identidade e a análise de comportamento também são críticas para a confiabilidade do processo.
Uma salamandra nativa da Península Ibérica está chamando atenção por um mecanismo de defesa tão incomum quanto eficiente. A salamandra-de-costelas-salientes (Pleurodeles waltl), também conhecida como salamandra-dos-poços, tem uma resposta corporal extrema para escapar de predadores: ele projeta os próprios ossos através da pele, formando pontas envenenadas.
À primeira vista, o sistema de defesa desse tritão pode parecer semelhante ao de outros anfíbios, com glândulas na pele que secretam substâncias tóxicas. No entanto, o diferencial está na forma como essa toxina é aplicada. Quando se sente ameaçado, o animal achata o corpo e movimenta as costelas em um ângulo de cerca de 50 graus em relação à coluna. O resultado é que os ossos atravessam a pele de dentro para fora, criando uma série de espinhos venenosos.
A salamandra-de-costelas-salientes impressiona por sua estratégia de defesa nada convencional (Imagem: JAH / iStock)
Costelas como agulhas venenosas
Esse comportamento faz com que as costelas do tritão funcionem como verdadeiras agulhas, agora impregnadas com as toxinas da pele, capazes de perfurar a boca ou a pata de um predador desavisado.
O efeito pode variar de um incômodo leve até consequências fatais, dependendo da espécie que tenta atacar o tritão.
Apesar do impacto visual e físico, o processo não causa danos permanentes ao animal.
Após a ameaça passar, as costelas retornam à posição original e os tecidos perfurados se regeneram, permitindo que o tritão repita a estratégia inúmeras vezes.
O comportamento já rendeu ao animal apelidos como “tritão das costelas afiadas” e chamou a atenção de pesquisadores ao redor do mundo.
Costelas do animal funcionam como verdadeiras agulhas cheias de toxinas (Imagem: VitalisG / iStock)
A impressionante capacidade de regeneração dessa salamandra despertou o interesse de cientistas, inclusive em missões espaciais. Em experimentos conduzidos por pesquisadores russos a bordo de biossatélites, foi observado que o animal apresentava aumento de 1,5 a 2 vezes na proliferação celular quando exposto à microgravidade.
Esses resultados indicam que o ambiente espacial pode amplificar a habilidade regenerativa do animal, algo que ainda está sendo investigado em contextos biomédicos. A facilidade com que o tritão se recupera de ferimentos graves, como perfurações múltiplas da própria pele, levanta novas possibilidades para o estudo de regeneração em vertebrados.
A capacidade de regeneração da espécie chamou a atenção de pesquisadores (Imagem: wrangel / iStock)
O corpo humano é uma máquina fascinante, capaz de se adaptar a uma variedade de circunstâncias extremas. Embora cada parte do organismo desempenhe uma função específica, nem todos os órgãos são indispensáveis para a sobrevivência.
Em outras palavras, existem órgãos que o corpo não precisa manter em funcionamento para que uma pessoa permaneça viva, ainda que geralmente sejam necessárias uma série de adaptações para trazer qualidade ao dia a dia; além, é claro, de um bom acompanhamento médico.
Alguns órgãos podem ser removidos parcial ou totalmente sem causar a morte, e muitos pacientes vivem décadas após essas cirurgias. Isso é possível porque o corpo humano consegue se reorganizar e compensar a ausência de certas estruturas. A seguir, veja alguma dessas possibilidades.
5 órgãos o corpo humano não precisa para sobreviver
Baço
O baço desempenha funções importantes no corpo humano; apesar disso, sua remoção não costuma atribuir risco à vida da pessoa. Localizado no lado esquerdo do abdômen, ele desempenha atividades relacionadas ao sistema imunológico e à filtragem do sangue.
Localização do baço no corpo humano (Imagem: Instituto GastroVale/Reprodução)
Ele ajuda a remover células sanguíneas velhas e atua como uma espécie de “armazenamento” de plaquetas e glóbulos brancos.
Apesar disso, o corpo humano pode funcionar sem o baço e muitas pessoas passam por uma esplenectomia (remoção do órgão) após lesões traumáticas ou doenças como anemia falciforme, linfoma e certos tipos de câncer.
A principal consequência é uma maior vulnerabilidade a infecções, especialmente por bactérias encapsuladas.
Para compensar a ausência do baço, os médicos geralmente indicam vacinas específicas, cuidados redobrados com higiene e, em alguns casos, o uso profilático de antibióticos. Ainda assim, com acompanhamento adequado, é possível levar uma vida normal sem esse órgão.
Apêndice
Talvez o exemplo mais famoso entre os órgãos que o corpo não precisa seja o apêndice. Essa pequena estrutura em formato de tubo está localizada no início do intestino grosso e, por muito tempo, foi considerada completamente inútil.
Localização do apêndice no corpo humano (Imagem: Ilya Lukichev/iStock)
Hoje, sabemos que o apêndice pode ter algum papel no sistema imunológico, especialmente durante a infância, além de abrigar bactérias benéficas para o intestino. No entanto, sua função é considerada secundária e sua remoção não traz prejuízos significativos ao organismo.
A cirurgia de remoção, chamada apendicectomia, é bastante comum, principalmente em casos de apendicite aguda. Após a retirada, o corpo se adapta facilmente, sem necessidade de medicação contínua ou mudanças na alimentação.
É um dos melhores exemplos de como o corpo humano pode continuar operando perfeitamente, mesmo sem todos os seus “componentes originais”.
A vesícula biliar é um pequeno órgão em formato de pera localizado abaixo do fígado. Sua principal função é armazenar a bile, uma substância produzida pelo fígado que ajuda na digestão das gorduras.
Localização da vesícula biliar no corpo humano (Imagem: Escola Kids/Reprodução)
Quando a vesícula apresenta problemas, como cálculos biliares (pedras), inflamações ou infecções, o médico pode recomendar a remoção do órgão por meio da colecistectomia. Felizmente, a vesícula é um dos órgãos que o corpo não precisa manter para o bom funcionamento do sistema digestivo.
Após a cirurgia, o fígado continua produzindo bile normalmente. A única diferença é que ela é liberada diretamente no intestino, em menor quantidade e de forma contínua. Algumas pessoas relatam desconfortos digestivos temporários ou sensibilidade a alimentos gordurosos, mas a maioria se adapta com o tempo e leva uma vida completamente normal.
Rim (se for apenas um deles)
Os rins são cruciais para a filtragem do sangue, regulação da pressão arterial e eliminação de toxinas. Mas o que pouca gente sabe é que podemos viver perfeitamente com apenas um rim funcionando, seja porque o outro foi removido ou nunca se desenvolveu corretamente.
Localização dos rins no corpo humano (Créditos: Magic mine/Shutterstck)
Viver com um único rim é totalmente possível e, em muitos casos, passa despercebido. Muitas pessoas descobrem essa condição apenas após exames de imagem feitos por outros motivos.
A remoção de um rim pode ocorrer por motivos médicos, como tumores, lesões traumáticas ou doações para transplante. Quando um rim é retirado, o outro geralmente aumenta de tamanho e assume a função dos dois.
Claro, quem tem apenas um rim precisa de acompanhamento médico regular, atenção especial à pressão arterial e hábitos saudáveis para não sobrecarregar o órgão restante. Ainda assim, esse é mais um exemplo claro de órgãos que o corpo não precisa manter em duplicidade para sobreviver com qualidade.
Amígdalas
As amígdalas são pequenas massas de tecido linfático localizadas na garganta, uma de cada lado, que fazem parte do sistema imunológico. Elas ajudam a combater infecções, especialmente na infância, funcionando como uma espécie de “primeira linha de defesa” contra germes que entram pela boca e pelo nariz.
Só que, assim como o apêndice, elas são bem mais úteis no início da vida. Depois da infância, o corpo desenvolve outras defesas mais eficientes e as amígdalas deixam de ser essenciais.
Muita gente passa por amigdalectomia (remoção das amígdalas), principalmente em casos de infecções recorrentes, amigdalites crônicas ou obstruções respiratórias. E adivinha? Vive muito bem sem elas.
A remoção não causa prejuízo significativo ao sistema imunológico, especialmente em adultos. É outro exemplo claro de como nosso corpo pode abrir mão de certas peças e continuar operando normalmente.
Durante o processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o futuro condutor precisa passar por uma série de etapas, como provas e exames médicos. Na parte médica, uma das coisas avaliadas é a visão do candidato.
Nesse caso, o especialista verifica se os candidatos apresentam dificuldades para enxergar, causadas por problemas como miopia, astigmatismo, presbiopia ou hipermetropia, além de doenças como glaucoma e catarata.
Se for constatado algum desses problemas, a obrigatoriedade de uso de óculos ou lente de contato será registrada na habilitação da pessoa ao final do processo.
Dirigir sem óculos acarreta multa?
O problema de visão constatado pelo médico é representado pela letra “A” no verso da CNH, ou seja, é obrigatório o uso de óculos enquanto condutor.
Mulher utilizando óculos ao dirigir – Imagem: Krakenimages.com/Shutterstock
O mesmo vale para quem possui deficiência auditiva; nesse caso, a marcação é feita com a letra “B“, obrigando motorista a usar o aparelho auditivo.
O motorista autuado pelo Detran tem 30 dias para pagar a multa (Reprodução: Shutterstock/PeopleImages.com – Yuri A)
Essa é uma infração considerada gravíssima, com penalidade de multa e medida administrativa de retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada e um condutor habilitado compareça para retirar o automóvel.
Como a infração é gravíssima, o condutor deverá pagar R$ 293,47 e ainda terá sete pontos registrados em sua habilitação.
Com o crescente uso de telas, muitas pessoas têm buscado realizar atividades offline, como ler, por exemplo. Desenvolver o hábito da leitura traz muitas vantagens, e os benefícios vão muito além de estimular a imaginação.
Além de ser uma ferramenta fundamental para o ser humano se comunicar com os demais, ler também é peça chave para adquirir conhecimentos, desenvolver pensamento crítico e se entreter.
É certo que todos nós lemos em vários momentos do dia, seja uma placa de ônibus, a mensagem de um amigo no WhatsApp, uma notícia, meme ou mesmo um e-mail. Mas a leitura aprofundada, por meio de livros, é a que comprovadamente traz consequências positivas.
Por isso, o Olhar Digital separou cinco benefícios da leitura segundo a ciência para te inspirar a adquirir esse novo hábito e sair um pouco do celular.
1 – Aprimoramento da memória
Diversos estudos apontam que durante a leitura, ocorre um aumento significativo das conexões neurais, intituladas de sinapses. Essas conexões são fundamentais para o bom funcionamento do cérebro e consequentemente da memória.
Homem com olhar preocupado, pois esqueceu alguma coisa devido sua péssima memória (Imagem: Bits And Splits/Shutterstock)
Neste sentido, o hábito da leitura é uma espécie de ginástica para o cérebro. Quanto mais lemos, mais estimulamos o cérebro a reconhecer e a guardar novas informações que podem ser utilizadas lá na frente. Ou seja, estimular essas conexões neurais mantém o órgão ativo e em pleno desenvolvimento.
2 – Melhora da concentração
Um dos maiores problemas de adolescentes e adultos atualmente é manter o foco e a concentração por um tempo prolongado. E isto acontece por conta do alto consumo de conteúdos curtos disponíveis nas redes sociais, segundo artigo publicado na plataforma Scielo Brasil.
Com duração de poucos segundos e edições estratégicas, esses vídeos são altamente viciantes, pois além de serem apelativos em relação a cores e movimentações dinâmicas, exigem pouco do cérebro, levando o órgão a surfar numa eterna zona de conforto.
“A leitura proporciona benefícios primordiais, como o desenvolvimento do pensamento crítico, a empatia e a capacidade de se concentrar por períodos prolongados. A exposição constante a conteúdos rápidos e efêmeros nas redes sociais pode levar à diminuição da capacidade de atenção e à superficialidade no entendimento de temas complexos”, apontam os autores.
Por envolver o estímulo da imaginação, mentalização e aprendizagem, o cérebro é obrigado a ficar no presente. Ao se ocupar com um conteúdo útil e focado, a mente não fica constantemente fantasiando cenários futuros, uma das causas da ansiedade.
Pessoa lendo um livro (Imagem: fizkes/Shutterstock)
Isto foi comprovado por um estudo da Universidade de Sussex, na Inglaterra. Constataram que o hábito da leitura tem o poder de reduzir os níveis de estresse em até 68%. Durante a pesquisa, eles observaram ainda que os participantes do estudo tiveram uma diminuição da frequência cardíaca e aliviaram tensões musculares.
4 – Ampliação do repertório
Quem lê se torna mais interessante. Ao desenvolver o hábito da leitura, automaticamente haverá um aumento no repertório cultural, seja com a aprendizagem de novas palavras ou conhecimento de outras realidades e vivências — o que traz uma visão de mundo menos estreita e mais ampliada.
Muitos professores são enfáticos em dizer: quem quer escrever melhor, tem que ler. Não à toa, quando uma criança está na fase de alfabetização, a leitura é uma das atividades mais importantes nesse processo.
Mas ampliar o conhecimento sobre outras culturas e novas palavras não deve ficar restrito à infância, é uma aprendizagem importante durante toda a vida adulta.
5 – Prevenção de doenças neurodegenerativas
Os benefícios da leitura não são eficientes apenas no presente, mas também a longo prazo. Ler pode proteger a mente de doenças neurodegenerativas, ou pelo menos atrasar a aparição dos sintomas de diversos tipos de demência e também do Alzheimer.
Remédios para diminuir os efeitos do Alzheimer, uma doença neurológica degenerativa e progressiva (Reprodução: Shutterstock_Orawan Pattarawimonchai)
Um outro artigo, desta vez da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, aponta ainda um dado intrigante, de que a maior incidência do Alzheimer está em pessoas com baixa escolaridade, e também daquelas que não sabem ler.
O que demonstra a importância da leitura na prevenção das doenças neurodegenerativas, na manutenção da função cognitiva e consequentemente para um envelhecimento mais saudável.