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Neste domingo (8), Novorizontino e Palmeiras se enfrentam em jogo válido pela final do Paulistão 2026. A bola rola às 20h30 (horário de Brasília) no estádio Dr. Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte (SP).
Novorizontino x Palmeiras
Competição: Paulistão 2026
Fase: final, jogo de volta
Data: 08/03 (domingo)
Horário: 20h30 (horário de Brasília)
Local: Estádio Dr. Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte (SP)
Novorizontino e Palmeiras foram donos das melhores campanhas da primeira fase do Paulistão, com o Tigre do Vale ficando em primeiro lugar. Nas quartas de final, a equipe eliminou o Santos com vitória por 2 a 1 e, na semifinal, tirou o Corinthians, com placar de 1 a 0.
O Verdão, por sua vez, tirou o Capivariano nas quartas, com vitória por 4 a 0 e, na semifinal, bateu o rival São Paulo por 2 a 1.
Na partida de ida da final, o Palmeiras jogou como mandante, na Arena Crefisa Barueri, e levou a melhor: 1 a 0. Para ser campeão, basta um empate por qualquer placar. Caso o Novorizontino vença por um gol de diferença, haverá pênaltis.
Um estudo publicado esta semana na revista Nature Communications descreve um sistema estelar extremamente incomum formado por quatro estrelas organizadas em uma estrutura rara conhecida como configuração 3+1.
Nesse tipo de arranjo, três estrelas permanecem próximas umas das outras, enquanto uma quarta orbita o grupo completo. Astrônomos identificaram agora a versão mais compacta já observada desse tipo de sistema, um achado que ajuda a compreender melhor como sistemas múltiplos se formam e evoluem no Universo.
Em resumo:
Estudo revela raro sistema estelar quádruplo em configuração 3+1;
Três estrelas são mais próximas, e uma quarta orbita todo o grupo;
Sistema TIC 120362137 foi detectado pelo satélite TESS;
É o sistema quádruplo mais compacto já identificado;
Sistema estelar 3+1 foi detectado por caçador de exoplanetas da NASA
Denominado TIC 120362137, o sistema foi detectado pelo Satélite de Pesquisa de Exoplanetas por Trânsito (TESS), da NASA, missão dedicada principalmente à busca de exoplanetas. As três estrelas centrais ocupam uma região muito pequena do espaço, equivalente aproximadamente à órbita de Mercúrio ao redor do Sol. Já a quarta estrela gira em torno desse trio a uma distância um pouco menor que a órbita de Júpiter no Sistema Solar.
Sistemas formados por vários corpos de massas semelhantes costumam ser gravitacionalmente instáveis, o que torna descobertas como essa especialmente valiosas. Segundo os pesquisadores, trata-se do sistema quádruplo mais compacto já identificado com essa organização hierárquica. Além disso, os cientistas conseguiram separar as assinaturas de luz (chamadas linhas espectrais) de cada uma das quatro estrelas, algo raro em sistemas tão complexos.
Com essas informações, os astrônomos puderam estudar cada estrela individualmente. Isso permitiu estimar propriedades importantes como massa, raio, temperatura, idade e o tempo que cada uma leva para completar uma órbita. O par mais interno, por exemplo, gira uma em torno da outra a cada 3,28 dias. Uma dessas estrelas possui cerca de 75% da massa do Sol, enquanto a outra tem aproximadamente 36%.
Esse par interno é orbitado por uma terceira estrela um pouco maior, com cerca de 48% da massa solar, que completa sua volta a cada 51,3 dias. Já a quarta estrela, com massa muito próxima à do Sol, orbita o trio inteiro em um período de cerca de 1.045 dias. Apesar das distâncias relativamente pequenas entre os astros, o sistema demonstrou ser surpreendentemente estável.
Ilustração da arquitetura e das dimensões físicas reais do sistema estelar quádruplo compacto TIC 120362137. Crédito: Borkovits, T., Rappaport, SA, Chen, HL. et al.
Para entender melhor esse equilíbrio, os pesquisadores também realizaram simulações computacionais que projetam o futuro do sistema. Os cálculos indicam que, quando as estrelas evoluírem e passarem pela fase de gigante vermelha, elas perderão grande quantidade de massa. Nesse processo, as três estrelas internas provavelmente acabarão se fundindo e formando uma única anã branca.
Esse estágio final, no entanto, ainda está muito distante no tempo. Os cientistas estimam que a transformação completa do sistema levará cerca de 9,4 bilhões de anos. Quando isso ocorrer, o resultado deverá ser um par de anãs brancas orbitando uma à outra com um período aproximado de 44 dias.
Segundo os pesquisadores, sistemas binários de anãs brancas observados hoje podem ter se originado de estruturas muito mais complexas no passado, como esse raro arranjo quádruplo. Entretanto, após bilhões de anos de evolução estelar, quase não restariam pistas de que esses sistemas já foram parte de configurações tão exóticas quanto o recém-descoberto TIC 120362137.
A Seleção Brasileira Feminina encara o México em um jogo amistoso neste sábado (07) às 20h (horário de Brasília) no Estádio Ciudad de los Deportes, na Cidade do México (MEX).
Brasil x México
Competição: Amistoso
Data: 07/03 (sábado)
Horário: 20h (horário de Brasília)
Local: Estádio Ciudad de los Deportes, na Cidade do México-MEX.
A Seleção Brasileira Feminina volta a campo neste fim de semana para encerrar a série de amistosos da Data FIFA. A equipe venceu a Costa Rica por 5 a 2 fora de casa, mas depois perdeu por 2 a 1 para a Venezuela. No último duelo, o técnico Arthur Elias poupou titulares, e a tendência agora é escalar força máxima para testar o time contra um adversário mais forte.
A Seleção Mexicana Feminina vem de goleada por 7 a 0 sobre Seleção de Santa Lúcia nas Eliminatórias da Concacaf W. Agora, tenta provar sua força diante da Seleção Brasileira Feminina, jogando em casa e com apoio da torcida.
Um novo estudo indica que versões genéricas das canetas Ozempic e Wegovy, medicamentos da farmacêutica Novo Nordisk usados no tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, poderiam ser vendidas por menos de US$ 3 (R$ 15,82) por mês. A estimativa reforça a possibilidade de ampliar significativamente o acesso a tratamentos para perda de peso e controle da glicemia.
A análise foi conduzida por pesquisadores da University of Liverpool (Reino Unido) e aponta que a semaglutida injetável, princípio ativo dos dois medicamentos, poderia custar entre US$ 28 e US$ 140 (R$ 147,62 a R$ 738,12) por ano.
Os valores contrastam com os preços atuais praticados no mercado. Nos Estados Unidos, o preço de tabela definido pela farmacêutica é de US$ 1.027,51 (R$ 5.389,29) por ano para o Ozempic e de US$ 1.349 (R$ 7.075,50) para o Wegovy. A empresa anunciou que pretende reduzir ambos para US$ 675 (R$ 3.540,37) a partir de 1º de janeiro.
Mesmo com descontos e programas comerciais, os preços seguem elevados. Nos EUA, a venda direta ao consumidor do Wegovy chega a US$ 349 (R$ 1.830,50) por mês para a maioria das doses. No Brasil, o tratamento mensal com Ozempic pode atingir R$ 1.299,70, enquanto o Wegovy pode chegar a R$ 2.504,02.
Mesmo com descontos, preços seguem elevados (Imagem: Kokosha Yuliya/Shutterstock)
Genéricos de Ozempic e similares e possível queda de preços
Com o vencimento de patentes, versões genéricas do Ozempic devem surgir ainda neste ano em grandes mercados, como Índia, China, Canadá e Brasil, o que pode transformar o setor nesses países;
Analistas apontam que a concorrência pode desencadear uma guerra de preços, reduzindo o custo mensal para cerca de US$ 15 (R$ 80) em algumas regiões;
Segundo os pesquisadores, o preço poderia cair ainda mais. O estudo foi divulgado nesta semana em formato de preprint, o que significa que ainda não passou por revisão por pares em uma revista científica;
Para chegar às estimativas, os pesquisadores analisaram registros de remessas de 2024 e 2025 de ingredientes usados na produção da semaglutida;
A equipe calculou os custos de fabricação, incluindo embalagem, impostos e margens de lucro. A metodologia é semelhante à utilizada por outro grupo de pesquisadores que concluiu, em 2024, que o Ozempic poderia ser produzido com lucro por menos de US$ 5 (R$ 26,36) por mês.
De acordo com o levantamento, o próprio ingrediente do medicamento representa apenas uma pequena parte do custo total das versões injetáveis, variando entre US$ 0,01 e US$ 0,12 (R$ 0,05 – R$ 0,63) por dose.
Já as canetas de injeção podem custar entre US$ 0,30 e US$ 2,50 (R$ 1,57 – R$ 13,11) por unidade. Em comparação, versões orais do medicamento teriam custos mais altos, estimados entre US$ 186 e US$ 380 (R$ 980,64 a R$ 2.003,46) por ano.
No artigo, os autores destacam que o nível de acessibilidade da semaglutida genérica “dependerá, em grande parte, da produção em massa de dispositivos de baixo custo”.
O pesquisador visitante sênior da Universidade de Liverpool Andrew Hill, que ajudou a liderar o estudo, afirmou que preços menores poderiam ampliar, de forma significativa, o alcance do tratamento. “Isso permite uma escala muito maior de tratamento. O preço baixo dá aos países a perspectiva de tratar toda a sua população”, diz Hill.
Segundo ele, a equipe decidiu divulgar rapidamente os resultados para dar mais visibilidade às estimativas enquanto autoridades de saúde negociam preços para versões genéricas do medicamento.
Além dos dez países onde a semaglutida perde proteção de patente neste ano, os pesquisadores identificaram outros 150 países sem registro de patente para a substância. Isso significa que versões genéricas poderiam estar disponíveis em cerca de 160 países que concentram 69% dos pacientes com diabetes tipo 2 e 84% das pessoas com obesidade no mundo.
No Brasil, a patente da semaglutida — princípio ativo presente no Ozempic, no Wegovy e também no Rybelsus — chega ao fim em 20 de março. Após duas décadas de exclusividade comercial da Novo Nordisk no país, outras empresas poderão desenvolver e vender suas próprias versões do medicamento.
Antes de chegar ao mercado, porém, os genéricos precisam ser avaliados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência analisa dados de qualidade, segurança e eficácia para verificar se os novos produtos são equivalentes ao medicamento original.
No ano passado, o Ministério da Saúde solicitou que a Anvisa priorizasse a análise das versões nacionais. Segundo o texto, as farmacêuticas já haviam submetido suas formulações à agência antes mesmo do término da patente.
Esse tipo de submissão pode ocorrer enquanto a patente ainda está em vigor, mas os laboratórios ficam impedidos de comercializar o medicamento até o fim do período de exclusividade.
No fim da noite desta quinta-feira (5), o CEO da Anthropic, Dario Amodei, confirmou os rumores de que a Anthropic teria recebido a classificação de risco à cadeia de suprimentos pelo Pentágono.
Além disso, ele afirmou que a empresa pretende contestar isso na Justiça. Segundo ele, a companhia “não teve outra escolha” senão recorrer aos tribunais após a designação oficial.
Amodei confirmou que o governo dos EUA declarou a Anthropic como um risco de cadeia de suprimentos na quinta-feira (5). A classificação ocorre em meio a um impasse entre a startup e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DOD) sobre a forma como seus modelos de inteligência artificial (IA), o Claude, podem ser utilizados.
A empresa vinha se desentendendo com o Pentágono sobre limites para o uso da tecnologia. No fim da semana passada, a Anthropic foi informada — por meio de publicações em redes sociais — de que estava sendo incluída em uma lista que a impediria de participar de contratos governamentais.
A companhia buscava garantias de que sua tecnologia não seria utilizada para armas totalmente autônomas ou para vigilância doméstica em massa. Já o DOD queria que a Anthropic concedesse acesso irrestrito ao Claude para qualquer finalidade legal.
“Como afirmamos na sexta-feira passada, não acreditamos, e nunca acreditamos, que seja papel da Anthropic ou de qualquer empresa privada se envolver na tomada de decisões operacionais — esse é o papel dos militares”, escreveu Amodei.
“Nossas únicas preocupações sempre foram nossas exceções para armas totalmente autônomas e vigilância doméstica em massa, que se relacionam a áreas de uso de alto nível, e não à tomada de decisões operacionais.”
CEO disse que não há outra saída senão ir à Justiça contra o Pentágono (Imagem: Thrive Studios ID/Shutterstock)
Segundo o executivo, a Anthropic é a única empresa estadunidense a ser publicamente classificada como risco para a cadeia de suprimentos;
A designação agora oficial exige que fornecedores e contratados do setor de defesa certifiquem que não utilizam os modelos da empresa em trabalhos realizados com o Pentágono;
Esse tipo de classificação costuma ser aplicado a organizações que operam em países considerados adversários dos Estados Unidos, como a empresa chinesa de tecnologia Huawei;
Ainda há incerteza sobre se empresas contratadas pelo setor de defesa poderão continuar usando a tecnologia da Anthropic em projetos que não estejam relacionados ao trabalho militar;
Amodei afirmou que a designação “não limita (e não pode limitar) o uso do Claude ou relações comerciais com a Anthropic quando não estão relacionadas a contratos específicos com o Departamento de Guerra”.
A Microsoft, que anunciou, em novembro, planos de investir até US$ 5 bilhões (R$ 26,3 bilhões) na Anthropic, afirmou, em comunicado, que seus advogados analisaram a designação e concluíram que os produtos da empresa podem continuar disponíveis para clientes que não sejam o DOD.
A Anthropic havia firmado em julho um contrato de US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) com o Departamento de Defesa e foi o primeiro laboratório de inteligência artificial a integrar seus modelos a fluxos de trabalho de missões em redes classificadas. No entanto, com o avanço das divergências nas negociações, concorrentes também passaram a firmar acordos semelhantes.
A OpenAI, de Sam Altman, e a xAI, de Elon Musk, concordaram em implantar seus modelos em ambientes classificados. Altman anunciou o acordo de sua companhia com o Departamento de Defesa poucas horas depois de a Anthropic ter sido colocada na lista de restrições na sexta-feira (27).
Em uma publicação no X, Altman afirmou que a agência demonstrou “profundo respeito pela segurança e o desejo de fazer parceria para alcançar o melhor resultado possível”.
Executivo da OpenAI garantiu que o Departamento vai seguir suas restrições (Imagem: FotoField/Shutterstock)
Relação tensa
A relação entre a Anthropic e o governo do presidente Trump tem se tornado cada vez mais tensa nos últimos meses. Amodei chegou a pedir desculpas por um memorando interno crítico à administração que vazou para a imprensa na quarta-feira (4).
De acordo com uma reportagem do The Information, o executivo teria dito a funcionários que o governo não simpatizava com a Anthropic porque a empresa não havia feito doações nem oferecido “elogios no estilo ditador a Trump”.
Amodei afirmou que o memorando foi escrito na sexta-feira (27), após “um dia difícil para a empresa”, e que não reflete suas “opiniões cuidadosas ou ponderadas”. Ele acrescentou que o texto representa uma “avaliação desatualizada da situação atual”.
“A Anthropic não vazou essa publicação nem orientou ninguém a fazê-lo — não é do nosso interesse escalar essa situação”, escreveu o executivo.
O jejum intermitente explodiu na mídia em 2010 como um auxílio “milagroso” no processo de emagrecimento. Contudo, um novo estudo, coordenado pelo pesquisador Luis Ignacio Garegnani, aponta que esta forma de jejum não é tão eficaz quanto dietas tradicionais. O trabalho pode ser lido na íntegra clicando aqui.
Para realizar o experimento, os pesquisadores reuniram 22 estudos randomizados com um total de quase 2 mil participantes de quase todos os continentes.
O artigo foi publicado pela Cochrane Library, uma coleção premium e independente de base de dados, conhecida mundialmente por produzir revisões científicas com alto rigor metodológico, geralmente consideradas entre os níveis mais elevados de evidência científica.
Para quem tem pressa:
Grupo de pesquisa revisou 22 análises sobre jejum intermitente para perda de peso;
Os resultados apresentaram que a prática “pode resultar em pouca ou nenhuma diferença na perda de peso ou na qualidade de vida“;
Considerando a falta de alguns dados mais profundos, os pesquisadores afirmaram que a generalização dos estudos dificultou uma análise mais intensa sobre os possíveis benefícios ou não do jejum para a saúde além da perda de peso.
Análise ampla e diferentes vertentes
Mulher com dificuldade para comer uma salada (Imagem: Shutterstock/Pormezz)
Liderados por Luis Garegnani, pesquisador do Hospital Universitário Italiano de Buenos Aires, o grupo de cientistas da revisão reuniu 22 análises de estudos que acompanharam, no total, cerca de 2 mil pessoas durante 12 meses. O período de estudo foi de 2016 a 2024 e ouviu relatos de diversas partes do mundo, como América do Sul e Norte, Europa e países como China e Austrália.
Buscando ampliar os resultados, foram analisadas diversas vertentes dessa prática, como a dieta 5:2, que consiste na diminuição drástica de consumo calórico em dois dias não consecutivos na semana, o jejum alternado e a dieta 16:8, em que é necessário jejuar por 16 horas seguidas.
Pessoas que fizeram jejum intermitente tiveram menor ou nenhuma perda de peso em comparação com as que seguiram dietas tradicionais – Shutterstock/Reprodução
Na revisão, foi concluído que os resultados da média de perda de peso foram de 3%, número qeu fica abaixo da média de 5% considerada como significativa para os médicos.
“Comparado às orientações alimentares convencionais, o jejum intermitente pode resultar em pouca ou nenhuma diferença na perda de peso ou na qualidade de vida“, afirmaram os pesquisadores.
Uma outra hipótese levantada foi a de que o jejum poderia auxiliar em benefícios para a saúde que não estivessem ligados à perda de peso. Seguindo nessa linha, os pesquisadores afirmaram que não é possível tirar tais conclusões pelas “evidências muito incertas”.
Falta de dados e análise por curto período
Imagem: Tatjana Baibakova/Shutterstock
Por mais abrangente que o estudo tenha sido, o grupo de autores sinalizou que, baseado nos dados apresentados, não se pode tirar conclusões mais aprofundadas que aquelas já descritas acima. Uma das alegações é de que o período de 12 meses não é positivo para uma análise sobre obesidade, considerando que essa é uma condição crônica que leva mais tempo para apresentar resultados ou algum desenvolvimento.
A pesquisadora Eva Madrid, que fez parte do estudo afirmou, na revisão e em entrevista à própria Cochrane Library, que a generalização de resultados, não considerando gênero, contexto geográficoe diferentes índices de massa corporal, também dificultou o estudo.
“Com as evidências atualmente disponíveis, é difícil fazer uma recomendação geral. Os médicos precisarão adotar uma abordagem caso a caso ao orientar um adulto com sobrepeso sobre a perda de peso.”, afirmou.
Por fim, alguns pesquisadores questionam o fato de a grande fama que o jejum intermitente ganhou nos últimos anos não ter muita comprovação científica. Em entrevista à BBC News, o professor Baptiste Leurent, associado de estatística médica na University College London, afirmou que esse é “mais um exemplo de desalinhamento entre a percepção pública e as evidências científicas”.
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã realizou ataques com drones contra centros de dados da Amazon no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (4) pela agência estatal iraniana Fars.
As ações teriam como objetivo investigar o papel dessas instalações no apoio a atividades militares e de inteligência consideradas adversárias por Teerã.
Como foi o ataque a drones contra o centro de dados da Amazon
De acordo com a mídia estatal iraniana, o ataque contra o data center localizado no Bahrein foi realizado após a inteligência do país concluir que as instalações da empresa estariam sendo utilizadas para apoiar operações militares e de inteligência dos Estados Unidos;
A agência Fars afirmou que a ofensiva foi lançada “para identificar o papel desses centros no apoio às atividades militares e de inteligência do inimigo”;
O Irã também sustenta que a instalação da Amazon no Bahrein é a maior da companhia na região e funciona como porta de entrada para os serviços avançados de computação em nuvem da empresa nos países do Golfo Pérsico e no Oriente Médio.
A Amazon Web Services (AWS), divisão de computação em nuvem da companhia de Jeff Bezos, informou, na segunda-feira (2), que suas instalações foram afetadas por ataques na região. Segundo a empresa, dois centros de dados nos Emirados Árabes Unidos foram atingidos diretamente por drones, enquanto no Bahrein um ataque nas proximidades causou danos à infraestrutura.
“Nos Emirados Árabes Unidos, duas de nossas instalações foram atingidas diretamente, enquanto, no Bahrein, um ataque de drone nas proximidades de uma de nossas instalações causou impactos físicos em nossa infraestrutura”, informou a AWS.
Página de status da AWS aponta problemas na região (Imagem: IB Photography/Shutterstock)
A empresa também relatou que os ataques provocaram danos estruturais, interrupções no fornecimento de energia e a necessidade de combater incêndios, resultando em mais danos provocados pela água.
“Essas descargas elétricas causaram danos estruturais, interromperam o fornecimento de energia à nossa infraestrutura e, em alguns casos, exigiram ações de combate a incêndios que resultaram em danos adicionais causados pela água”, afirmou a companhia.
Segundo o painel de monitoramento da AWS, todas as instalações afetadas permanecem fora do ar após os ataques. Alguns aplicativos populares hospedados na plataforma passaram a registrar “taxas de erro elevadas e disponibilidade degradada”.
Diante da situação, a empresa orientou clientes a adotarem medidas de contingência, incluindo a realização de backups de dados, a migração de cargas de trabalho para outras regiões e o redirecionamento do tráfego para fora do Bahrein e dos Emirados Árabes Unidos.
Guerra
De acordo com a Fars, os ataques fazem parte de operações recentes conduzidas pela Guarda Revolucionária Islâmica contra centros de dados da Amazon em Dubai e outros pontos estratégicos da região.
Os incidentes ocorreram após ataques conjuntos realizados por Estados Unidos e Israel contra o Irã durante o fim de semana. Em resposta, o governo iraniano lançou ações retaliatórias contra bases militares israelenses e estadunidenses ao longo da região do Golfo.
Até o momento de publicação desta matéria, a Amazon não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.
Um relatório do Comitê Seleto sobre o Partido Comunista Chinês da Câmara dos Representantes dos EUA aponta que a Chinaopera ou possui acesso a várias instalações espaciais na América Latina com potencial militar. E o Brasil está na lista.
O documento cita a “Estação Terrestre de Tucano“, apresentada, da mesma forma que as demais citadas, como projeto civil e científico. Contudo, congressistas estadunidenses a veem com capacidade de uso duplo, ou seja, também podendo servir ao exército chinês.
Explicações
Com a exposição do relatório, o Ministério da Defesa foi convocado para dar explicações à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) sobre o que seria a Estação Terrestre de Tucano.
Nesta terça-feira (3), o CREDN aprovou requerimento de informação destinado à Defesa, de autoria do presidente do Colegiado, Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL/SP);
Segundo o presidente, “o relatório do Comitê Seletivo do Congresso dos EUA sobre Competição Estratégica entre os EUA e o Partido Comunista Chinês analisa como a República Popular da China está expandindo sua infraestrutura espacial na América Latina, usando projetos civis e comerciais como fachada para fortalecer a Consciência de Domínio Espacial (CDE) do Exército de Libertação Popular”;
“Considerando as implicações sensíveis que o tema acarreta para a segurança do Estado e a integridade do território nacional, impõe-se o pleno esclarecimento dos fatos pelo Ministério da Defesa”, prosseguiu.
Estação Terrestre de Tucano e relatório dos EUA
No relatório, são apontadas 11 instalações ligadas à China no Brasil, Argentina, Venezuela, Bolívia, Chile e outros. Tucano foi estabelecida em acordo realizado em 2020 como um projeto entre a startup brasileira Ayla Nanossatélites e a chinesa Beijing Tianlian Space Technology.
Não se sabe a localização exata da estação, apenas que se encontra na região de Salvador (BA). No relatório estadunidense, é descrito o laboratório conjunto de radioastronomia em Serra do Urubu, concebido em 2025 após acordo entre Instituto de Pesquisa em Comunicação de Redes de Ciência e Tecnologia Elétrica da China (CESTNCRI) e universidades federais de Campina Grande (UFCG) e Paraíba (UFPB).
A Beijing Tianlian é vinculada à Academia Chinesa de Tecnologia Espacial e à China Aerospace Science and Technology Corporation, do governo. Ambas são chaves do programa espacial da China.
Além disso, a falta de informações concisas sobre o uso da estação preocupa os congressistas, que apontam risco de uso para fins militares. Na documentação oficial, o que a estação faz é apoiar satélites de observação da Terra e comunicações espaciais.
O relatório indica que a Beijing Tianlian fornece comunicações de voz e dados entre satélites e o planeta, inclusive para missões tripuladas e satélites desenvolvidos para reconhecimentos. A Alya declarou que a estação daria suporte à constelação de satélites comerciais Alya-1, que observa a Terra.
Os congressistas estadunidenses dão conta de que o acordo entre as empresas prevê troca e armazenamento de dados operacionais por meio de suas redes de antenas interligadas. Eles entendem que essa conexão aumentaria a cobertura de órbitas polares e equatoriais e, por consequência, a capacidade de rastreamento de satélites.
Os parlamentares entendem, ainda, que essa combinação é capaz de aprimorar a “consciência situacional espacial”, o que envolve monitoramento e rastreamento de objetos espaciais.
Dessa forma, diz o documento, seria possível contribuir para inteligência militar, orientação de mísseis e acompanhamento de ativos estrangeiros. Além disso, há uma citação a uma parceria entre Alya e o Departamento de Ciência e Tecnologia da Força Aérea Brasileira (FAB) como apoio à Tucano.
Assim sendo, o comitê entende que essa ligação é uma integração sensível entre a estação em si e estruturas de defesa do Brasil. Ele recomenda que o governo dos EUA reavalie sua cooperação espacial com países que detenham infraestrutura da China e limite a expansão dessas estruturas no hemisfério ocidental.
O relatório aponta ainda que bases, como Tucano, podem aumentar a capacidade chinesa de vigilância e possível interferência em sistemas espaciais de nações consideradas adversárias por Pequim.
Humberto Barbosa, coordenador do Laboratório de Processamento de Imagens de Satélite (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas, diminuiu a importância do relatório. “Está muito claro hoje que, pelo nível de desenvolvimento tecnológico que esses dois países [Estados Unidos e China] alcançaram, não há qualquer necessidade de uma base fixa localizada em uma área extremamente fácil de ser rastreada e de fácil espionagem“, afirmou ao UOL.
“Não imagino um chinês colocando sua tecnologia, principalmente na área militar e com equipamentos sofisticados, em uma área tão vulnerável como o Brasil. Isso é uma piada, não dá nem para levar a sério e mostra o nível de um grupo muito específico nos Estados Unidos que ainda traz esse tipo de discussão”, prosseguiu.
Apesar da preocupação estadunidense, não há provas públicas de uso militar dessa base. Inclusive, o próprio texto admite que as instalações são apresentadas como civis e comerciais e que as suspeitas são originárias da análise de capacidades técnicas e vínculos institucionais com a área espacial da China, operada com políticas de integração civil-militar.
Mapa com indicação da localização das supostas bases militares chinesas (Imagem: Reprodução/The Select Committee on the Chinese Communist Party)
A Alya Space alegou, em nota, que atua junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e à União Internacional de Telecomunicações (UIT) e nega ter envolvimento com atividades militares ou de vigilância estratégica. Lembrou, ainda, que sua atuação é inteiramente civil e alinhada à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).
Leia a nota na íntegra:
A Alya Space é uma empresa brasileira do setor espacial, sediada em Salvador (BA) e fundada no final de 2019, dedicada ao desenvolvimento de soluções espaciais sustentáveis voltadas ao monitoramento ambiental, análise territorial e apoio à tomada de decisão estratégica por meio do uso responsável da tecnologia espacial.
A empresa está desenvolvendo uma constelação e possui as licenças de operação expedidas pela UIT (União das Nações para telecomunicações – Genebra) para o lançamento de 216 satélites em órbita baixa da Terra, destinada à geração de imagens de alta resolução e dados analíticos aplicados a áreas como agricultura sustentável, resiliência climática, energia e gestão ambiental.
Atualmente, suas atividades concentram-se em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e provas de conceito tecnológicas, etapa necessária à construção segura e estruturada de um projeto espacial de longo prazo, com operação comercial ativa prevista para 2027.
A conformidade regulatória é um dos pilares centrais da Alya Space. A empresa conduz seus processos em estrita observância às legislações brasileiras e internacionais aplicáveis, atuando junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para licenciamento de radiofrequências e coordenação internacional junto à União Internacional de Telecomunicações (UIT), onde obteve o status de operadora de satélites e autorização para uso orbital de sua constelação, seguindo rigorosamente as normas vigentes em todas as etapas do projeto.
Como parte de sua estratégia, a Alya Space participa de iniciativas internacionais voltadas ao uso sustentável do espaço e à cooperação tecnológica global, alinhando suas atividades à Agenda 2030 das Nações Unidas, especialmente ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 17, que promove parcerias internacionais para o desenvolvimento sustentável.As interpretações que associam a empresa a atividades secretas de vigilância estratégica ou aplicações militares não refletem sua atuação. A Alya Space opera sob princípios estritamente civis, comerciais e alinhados às legislações nacionais e internacionais aplicáveis.
A empresa permanece à disposição das autoridades, parceiros institucionais e da sociedade para quaisquer esclarecimentos adicionais, reiterando que todas as suas atividades são conduzidas dentro dos marcos legais vigentes e orientadas ao desenvolvimento sustentável da economia espacial e ao benefício coletivo da humanidade.
Alya Space, em nota
O Olhar Digital entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores (por conta de se tratar de um assunto que envolve atores estrangeiros), com o Ministério da Defesa (responsável pela FAB e chamado pela CREDN para dar explicações) e com o Ministério da Ciência, Tenologia e Inovações (que cuida do programa espacial brasileiro). Assim que obtivermos um retorno, atualizaremos esta reportagem.
O sono dos brasileiros apresentou números que classificaram a “síndrome do sono insuficiente” como doença crônica no país. De acordo com o Ministério da Saúde, 20% dos brasileiros dormem menos de seis horas por dia e 31,7% da população sofre de insônia.
O apontamento veio através da Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), pesquisa anual que visa analisar os hábitos de saúde da população brasileira. A análise foi feita no Distrito Federal e nas capitais brasileiras, e você pode conferi-la completa na íntegra clicando aqui.
Por que esse estudo sobre o sono é importante?
(Imagem: Vitória Lopes Gomez (gerada com IA)/Olhar Digital)
Em entrevista ao Jornal da USP, Andrea Toscanini, médica do Laboratório do Sono do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, comentou a importância da análise do sono brasileiro pela primeira vez.
“Foi fundamental que o Vigitel tenha colocado a síndrome do sono insuficiente como uma doença crônica no Brasil, visto que, no resto do mundo, ela é, há muitos anos, considerada uma doença crônica, inclusive pela própria Organização Mundial da Saúde, que a considera como a maior doença crônica não comunicável“, afirmou.
Como os fatores sociais e de gênero se relacionam ao sono
Mulher na cama com dificuldades para dormir (Imagem: amenic181/Shutterstock)
Um dos métodos de análise abordados pelo estudo foi a comparação de diferentes parâmetros sociais entre os participantes da pesquisa.
Por exemplo: os pesquisadores perceberam que os indivíduos que não concluíram o Ensino Fundamental (cerca de 26,7% dos participantes) dormem menos que o necessário se comparados a quem concluiu o Ensino Superior (em torno de 15,9% dos entrevistados).
Noutro contexto, a Vigitel também percebeu que as mulheres (aproximadamente 21,3%) sofrem com insuficiência de sono de maneira mais recorrente do que os homens (18,9% dos entrevistados) os quais dormem menos de seis horas por noite.
A mulher, na menopausa, do ponto de vista hormonal, muda completamente e passa a ter todos aqueles sintomas vasomotores, passa a ter uma suscetibilidade maior aos transtornos de humor e à insônia, que está muito ligada à equitabilidade psicológica. A gente sabe, por exemplo, que a insônia de início de noite pode acontecer em pessoas que têm aquela roda de pensamentos pré-sono, pensamentos intrusivos ou preocupações. Nós vimos nesse estudo que o perfil de pacientes que têm mais insônia é daqueles que têm uma renda menor, então, a mulher, que muitas vezes tem uma dupla jornada, que inclui a responsabilidade da casa e dos filhos e tem uma renda um pouco menor, acaba sendo sobrecarregada.
— Andrea Toscanini, médica do Laboratório do Sono do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
Consequências e problemas para a saúde
O sono insuficiente e de má qualidade pode ter grandes complicações na saúde, não apenas para o corpo, mas, principalmente, na saúde mental. Andrea comenta:
Esses pacientes que apresentam os sintomas de insônia estão mais suscetíveis a uma série de comorbidades, sendo as principais complicações a depressão, hipertensão, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e obesidade. Há também efeitos cognitivos que aumentam o risco do paciente desenvolver problemas de memória, atenção, foco ou algum tipo de demência. As consequências do sono encurtado são de ordem muito séria.
Entre crianças e jovens, o sono influencia em questões como desempenho na escola, mas também pode estar relacionado a distúrbios de atenção e até psicológicos.
A especialista destacou que os jovens também apresentam problemas de sono, o que pode afetar diretamente o desempenho escolar. Segundo ela, a falta de descanso tem consequências cognitivas mais intensas nessa faixa etária. No caso das crianças, ela aponta que dificuldades como déficit de atenção ou transtorno opositor desafiador podem estar relacionadas à qualidade do sono, gerando impactos que se acumulam ao longo do tempo.
Como ter uma boa noite de sono?
Para manter uma boa rotina de sono, a Sleep Foundation aponta os seguintes hábitos:
Estabeleça uma rotina de sono, dormindo e acordando no mesmo horário;
Não utilize dispositivos eletrônicos a pelo menos 30 minutos antes de dormir;
Opte por descansar em um ambiente silencioso e escuro;
Não exagere em cochilos durante o dia;
Pratique exercícios de relaxamento de corpo e mente;
A Seleção Brasileira Feminina encara a Venezuela em um amistoso nesta quarta-feira (04) às 18h30h (horário de Brasília) no Centro de Treinamento da Federação Mexicana, em Toluca.
Brasil x Venezuela
Competição: Amistoso
Data: 04/03 (terça-feira)
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Local: Centro de Treinamento da Federação Mexicana, em Toluca.
Com um retrospecto forte nos últimos amistosos e nas edições recentes da Copa América, o Brasil é o favorito diante da Venezuela. Os últimos duelos, pela Copa América (2025 e 2022), terminaram em 2 a 0 e 4 a 0. A Seleção vem de 5 a 2 sobre a Costa Rica, enquanto as venezuelanas perderam por 2 a 1 para o Cruz Azul.
Nesta terça-feira (03), Barcelona e Atlético de Madrid se enfrentam em jogo válido pela volta da semifinal da Copa do Rei. A bola rola às 17h (horário de Brasília) no Spotify Camp Nou, em Barcelona (Espanha).
O Barcelona entra pressionado para reverter o placar de 4 a 0 do jogo de ida, mas tenta usar o cenário adverso como motivação. A equipe vem embalada por goleada sobre o Villarreal CF, com destaque para Lamine Yamal, autor de um hat-trick que garantiu a vitória do time catalão.
Do outro lado, o Atlético de Madrid chega em situação confortável. A vantagem construída na ida permite ao time de Diego Simeone variar estratégias, controlar o ritmo e explorar transições. A tendência é de postura compacta, disciplina tática e foco em capitalizar erros do adversário.
A Anthropic anunciou que está levando mais um recurso antes restrito a assinantes pagos para o plano gratuito do Claude. A partir de agora, usuários da versão gratuita do chatbot poderão optar por permitir que a ferramenta faça referência a conversas anteriores para informar suas respostas.
A empresa tornou o Claude capaz de lembrar interações passadas pela primeira vez em agosto do ano passado. No fim do ano, adicionou a capacidade de compartimentalizar memórias. Agora, a funcionalidade de memória passa a integrar também o plano gratuito.
A mudança ocorre em um momento oportuno: mais cedo, a Anthropic facilitou a importação de conversas anteriores de um chatbot concorrente para o Claude.
Após ativar a memória, o usuário pode desativar o recurso a qualquer momento. É possível apenas pausar a funcionalidade — preservando as memórias para uso futuro — ou excluí-las completamente, garantindo que não fiquem armazenadas nos servidores da Anthropic.
Desenvolvedora do Claude, Anthropic entrou em rota de colisão com o governo dos EUA (Imagem: gguy/Shutterstock)
Anthropic e Claude: popularidade em alta e disputa com o governo dos EUA
O Claude vive um momento de popularidade crescente. Recentemente, o aplicativo alcançou o primeiro lugar entre os apps gratuitos na App Store;
Ao mesmo tempo, a Anthropic está envolvida em uma disputa contratual de alto risco com o governo dos Estados Unidos relacionada a salvaguardas de IA;
Na sexta-feira (27), o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, classificou a empresa como um “risco na cadeia de suprimentos” depois que a Anthropic se recusou a assinar um contrato que, segundo a startup, iria contra seus princípios de não militarizar a IA;
Após a declaração de Hegseth, a Anthropic afirmou que vai contestar a designação.
Por enquanto, resta acompanhar como a situação irá evoluir e quais podem ser as implicações para a empresa.
O Olhar Digital traz os principais lançamentos da Netflix semanalmente. Nesta semana, você confere as produções que chegam ao catálogo do streamingentre 2 e 8 de março de 2026.
Dentre as estreias, os assinantes poderão assistir a títulos exclusivos como o filme Máquina de Guerra, o documentário Os Dinossauros, a minissérie Vladimir e a primeira temporada de Namorado por Assinatura. Também chegam ao catálogo da Netflix filmes como Os Fantasmas Se Divertem e Os Fantasmas Ainda Se Divertem, além de novas temporadas de Pessoa de Interesse.
Lançamentos da Netflix de 2 a 8 de março de 2026
Confira abaixo a lista completa de lançamentos da Netflix no período entre 2 e 8 de março de 2026:
Segunda-feira – 02/03
As Fabulosas Aventuras dos Freak Brothers (novas temporadas)
Wind Breaker (anime)
Quarta-feira – 04/03
Street Flow 3
Filme | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (França)
No capítulo final da trilogia “Street Flow”, a vida segue sendo feita de escolhas para os três irmãos. Noumouké alcança um marco na carreira musical, mas as influências da rua ameaçam prejudicar sua trajetória para sempre. Demba constrói uma nova vida ao lado de Djenaba, mas as decisões que tomou no passado cobram um preço. Soulaymaan avança profissionalmente como advogado e reencontra o amor. No entanto, com a proximidade das eleições municipais, seu compromisso com os moradores do bairro vem sendo questionado. As decisões de três irmãos determinarão não só o futuro de cada um, mas o destino de toda a família. Será que eles farão a escolha certa?
Casais em Terapia – Temporada 1
Série | Original Netflix | Reality show | Ano de Produção: 2026 (Reino Unido)
Neste reality, sete casais saem de suas zonas de conforto e vão fazer terapia para tentar resolver os problemas de seus relacionamentos.
DOC – Temporada 1
Série | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (México)
Após uma tentativa de assassinato, Andrés Ferrara, chefe de Departamento de Clínica Médica, perde a memória dos últimos 12 anos. Com uma vida que não reconhece mais, ele é forçado a reaprender várias lições e tentar recuperar tudo o que amava, mas que agora parece perdido. Ferrara vai precisar se conhecer novamente e reconstruir sua vida com a ajuda da família e dos colegas, que também podem dificultar as coisas às vezes.
Re/Member: A Última Noite (filme)
Minha Namorada Assombrosa (filme)
Pessoa de Interesse (novas temporadas)
Quinta-feira – 05/03
Vladimir
Minissérie | Original Netflix | Comédia | Drama | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
Ao ver sua vida virar de cabeça para baixo, uma professora intensa fica perigosamente obcecada por um novo colega de trabalho. Sedução e obsessão se misturam numa minissérie repleta de desejos proibidos, humor ácido e personagens carismáticos e imprevisíveis. À medida que os limites se confundem e os segredos ameaçam vir à tona, ela arriscará tudo para realizar suas fantasias mais escandalosas. Baseada no aclamado livro de Julia May Jonas.
Um Amigo, Um Assassino
Minissérie | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Dinamarca)
Neste documentário, três amigos relembram os crimes que sacudiram a região tranquila da Dinamarca onde moravam.
Sexta-feira – 06/03
Máquina de Guerra
Filme | Original Netflix | Ação | Ficção científica | Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
Na última etapa da seleção para os Rangers do exército americano, um treinamento de uma tropa de elite se transforma numa verdadeira luta pela sobrevivência.
Parque Lezama
Filme | Original Netflix | Comédia | Ano de Produção: 2026 (Argentina)
Um ex-militante comunista e um homem que não gosta de conflitos fazem uma amizade improvável no banco de um parque, onde dividem histórias de vida com humor e emoção.
Os Dinossauros – Temporada 1
Série | Original Netflix | Documentário| Ano de Produção: 2026 (Estados Unidos)
Dos primeiros aos últimos dinossauros, esta série documental explora o reinado de 165 milhões de anos dessas criaturas na Terra. E as forças que moldaram essa evolução. A narração é de Morgan Freeman.
O Assassino do TikTok – Temporada 1
Série | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Espanha)
Quando Esther desaparece sem deixar rastros, sua família consegue reconstruir seus últimos passos graças a José Jurado Montilla, viajante que percorre a Espanha compartilhando no TikTok vídeos de suas aventuras. Mas “Dynamite” Montilla, a última pessoa a estar com Esther, esconde um passado sombrio.
Namorado por Assinatura – Temporada 1
Série | Original Netflix | Romance | Comédia | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
A série acompanha a exausta produtora de webtoons Mi-rae. Em busca de fugir da realidade, ela se inscreve em uma plataforma de simulação de namoro virtual, onde pode viver os encontros dos seus sonhos.
Olá, Bachhon! – Temporada 1
Série | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Índia)
Baseado numa história real, o filme acompanha um professor de Física que decide tornar a educação de qualidade acessível a todos por meio da internet.