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Dominar as configurações e funções do Android é essencial para quem busca produtividade e segurança, indo muito além do uso trivial de redes sociais e e-mails no cotidiano. O sistema operacional do Google é conhecido por sua versatilidade, mas essa mesma amplitude muitas vezes esconde ferramentas poderosas que poderiam simplificar a vida do usuário.
De otimização de bateria a recursos avançados de acessibilidade, o Android oferece um arsenal que frequentemente permanece intocado por falta de conhecimento técnico ou curiosidade.
Explorar essas camadas mais profundas não é apenas um exercício de personalização, mas uma necessidade em um cenário onde o tempo e a privacidade são ativos escassos. De acordo com documentações oficiais do Google para desenvolvedores, muitas dessas funcionalidades foram projetadas para reduzir a carga cognitiva e o consumo de recursos de hardware. Abaixo, detalhamos como você pode transformar seu dispositivo em uma máquina muito mais eficiente e inteligente.
6 configurações do Android que todos deveriam usar mais
1. Histórico de notificações
Apagou uma notificação sem querer? O Android guarda tudo para você, aprenda a acessar o histórico e recupere o que foi perdido agora mesmo (Imagem: tangguhpro / Shutterstock.com)
Quem nunca descartou uma notificação importante por acidente e depois não conseguiu lembrar qual aplicativo a enviou, sabe a frustração que isso gera. Por isso, saber como as configurações e funções disponíveis no Android podem facilitar sua vida. O Android possui um recurso nativo que registra todos os alertas recebidos nas últimas 24 horas, permitindo que você recupere mensagens de WhatsApp apagadas ou alertas de sistema perdidos. Para ativar, basta acessar as configurações de notificações e habilitar o histórico, garantindo que nada passe despercebido novamente.
2. Legendas em tempo real (Live Caption)
As legendas em tempo real utilizam o processamento local do Android para transcrever diálogos e áudios de qualquer aplicativo de forma instantânea, permitindo que o usuário acompanhe conteúdos multimídia sem depender exclusivamente do som original, garantindo total clareza em qualquer ambiente (Imagem: Tercio Yamauti / Shutterstock.com)
Originalmente criada como um recurso de acessibilidade, a função de legendas em tempo real utiliza inteligência artificial processada localmente no dispositivo para legendar qualquer áudio que saia do celular. Isso inclui vídeos de redes sociais, podcasts e até chamadas de vídeo. É uma ferramenta científica de ponta que permite consumir conteúdo em ambientes barulhentos ou silenciosos sem a necessidade de fones de ouvido, mantendo a compreensão total do material.
3. Compartilhamento por proximidade (Quick Share)
Mantenha a resolução máxima de seus arquivos ao compartilhar, o Quick Share utiliza Bluetooth e Wi-Fi Direct para criar uma conexão direta e segura, garantindo alta performance na transferência (Imagem: sdx15 / Shutterstock.com)
Muitos usuários ainda recorrem ao envio de arquivos por e-mail ou aplicativos de mensagens, o que muitas vezes resulta em perda de qualidade e consumo de dados desnecessário. O Quick Share, fruto de uma colaboração entre Google e Samsung, é o equivalente ao AirDrop e permite transferências ultrarrápidas de fotos, vídeos e documentos entre dispositivos próximos. Ele utiliza uma combinação de Bluetooth e Wi-Fi Direct para garantir velocidade e segurança sem depender de conexão com a internet.
4. Modo de foco e bem-estar digital
O Modo de Foco do Android, parte das ferramentas de Bem-Estar Digital, silencia apps distrativos, bloqueia notificações e deixa os ícones cinzas. Isso cria um ambiente digital controlado que aumenta a produtividade e favorece o foco profundo e a saúde mental no trabalho (Imagem: Renata Mendes via GPT Image / Olhar Digital)
A economia da atenção é um desafio constante e, com as configurações e funções disponíveis no Android, você pode descobrir o Modo de Foco. É a resposta técnica do Android para mitigar distrações. Diferente do modo “Não Perturbe”, o Modo de Foco permite que você selecione aplicativos específicos que serão “pausados” e fiquem cinzas, impedindo que você os abra impulsivamente durante o trabalho. É uma configuração baseada em estudos de comportamento que ajuda a manter o cérebro em estados de fluxo por mais tempo.
5. Hibernação de aplicativos não utilizados
A hibernação de apps é um sistema de limpeza inteligente que revoga permissões e limpa o cache de ferramentas pouco usadas. Isso libera espaço e é uma barreira de segurança vital, impedindo que apps esquecidos monitorem dados ou gastem bateria em segundo plano, otimizando o hardware para o que é essencial (Imagem: Renata Mendes via IA / Olhar Digital)
A segurança e o armazenamento são preocupações constantes, e o Android resolve isso de forma proativa com a hibernação de apps. Se você não abre um aplicativo por alguns meses, o sistema revoga automaticamente todas as permissões concedidas a ele e limpa arquivos temporários para liberar espaço. Essa função evita que aplicativos esquecidos continuem rastreando sua localização ou consumindo bateria em segundo plano, sendo uma das defesas mais eficazes contra vazamento de dados.
6. Gestos de atalho no sensor de digital ou toque traseiro
Gestos de atalho (no sensor ou traseira) adicionam ergonomia e agilidade ao uso do smartphone. Com toques ou deslizes, ative câmera, lanterna ou capture a tela sem menus, tornando a experiência fluida, intuitiva e ideal para produtividade imediata (Imagem: Renata Mendes via IA / Olhar Digital
Muitos aparelhos modernos permitem configurar ações rápidas através de gestos físicos, como tocar duas vezes na parte traseira do celular ou deslizar no sensor de impressões digitais. Você pode configurar esses movimentos para abrir a lanterna, tirar um print da tela ou abrir sua carteira digital. Essa camada de interação física reduz cliques e torna o uso do aparelho muito mais intuitivo e ágil em situações de urgência.
O BYD Qin L, sedã híbrido plug-in de quinta geração, estreou no mercado chinês atraindo atenção mundial por aliar eficiência energética recorde a um posicionamento de preço agressivo. Com autonomia total que pode ultrapassar 2.100 km e consumo médio estimado em 36 km/l, o modelo já começa a gerar expectativa pelo carro entre consumidores brasileiros.
Embora a montadora ainda não tenha confirmado oficialmente sua comercialização no país, registros recentes no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) reforçam a possibilidade de que a BYD esteja preparando o terreno para trazer o sedã ao mercado nacional.
Chinesa almeja ampliar mercados nacional e internacional (Imagem: LewisTsePuiLung/iStock)
Novo híbrido da BYD pode chegar ao Brasil em 2026
No mercado chinês, o Qin L tem preços bastante competitivos. A versão de entrada parte de 92.800 yuans (cerca de R$ 70 mil em conversão direta), enquanto a configuração topo de linha chega a 102.800 yuans (aproximadamente R$ 78 mil).
Sobre os valores em reais, que chegam na conversão a R$ 70 mil, eles são apenas referenciais, sem incluir impostos, logística e custos de nacionalização, o que elevaria o preço final.
Com o Dolphin Mini sendo vendido abaixo de R$ 100 mil e a inauguração da fábrica no Brasil com capacidade para até 300 mil veículos por ano, cresce a especulação de que a BYD possa importar ou até produzir o Qin L localmente, ampliando seu portfólio no país.
A marca já fez o registro do modelo no INPC, mas ainda não há nenhuma data confirmada, ou mesmo, se isso irá realmente ocorrer no país, apesar da expectativa dos consumidores. Foram investidos R$ 5,5 bilhões em uma área de 4,6 milhões de m².
A autonomia total pode ultrapassar 2.100 km (Imagem: Divulgação BYD)
Conheça os detalhes do carro que pode balançar o mercado de carros
Tecnologia de ponta e eficiência recorde
O principal diferencial do Qin L é a adoção da nova arquitetura híbrida DM-i de quinta geração, desenvolvida para maximizar a eficiência térmica — superior a 46% — e reduzir de forma significativa o consumo de combustível.
Motorização: conjunto formado por um motor 1.5 turbo a gasolina (100 cv) aliado a um motor elétrico;
Potência combinada: 163 cv ou 217 cv, conforme a versão;
Bateria: opções entre 10 e 16 kWh;
Autonomia elétrica: de 80 km a 120 km, podendo chegar a até 128 km na configuração prevista para 2026;
Autonomia total: com tanque cheio e bateria carregada, o alcance supera 2.100 km.
Design “Dragon Face” e bom espaço interno
Espaço interno é generoso (Imagem: Divulgação BYD)
No visual, o Qin L adota a linguagem “Dragon Face”, característica da linha Dynasty da BYD — a mesma aplicada aos SUVs Song Plus e Tan. Posicionado como um “irmão maior” do BYD King, o sedã se destaca pelo porte e pelo conforto.
Dimensões: 4,83 metros de comprimento e 2,79 metros de entre-eixos;
Estilo: grade frontal estreita, faróis afilados e para-choque com detalhes cromados. Na traseira, as lanternas interligadas em formato de onda remetem ao design do BYD Dolphin.
A Level-5 é um dos estúdios japoneses mais criativos da indústria de jogos. Fundada em 1998, a empresa ganhou reconhecimento mundial por desenvolver RPGs e jogos de aventura com forte apelo narrativo, direção de arte marcante e mecânicas acessíveis para diferentes públicos.
Franquias como Dragon Quest, Ni no Kuni, Professor Layton e Yo-kai Watch ajudaram a consolidar a reputação da Level-5 tanto no Japão quanto no mercado internacional.
A seguir, reunimos alguns dos melhores jogos do estúdio. Acompanhe!
Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King / Crédito: Level-5 / Square Enix (divulgação)
Nota no Metacritic: 89
Lançado pela Square Enix e desenvolvido pela Level-5, este jogo marcou um ponto de virada para os JRPGs modernos. Considerado um dos títulos mais importantes da franquia, ajudou a popularizar o gênero no Ocidente ao combinar narrativa clássica, humor e um vasto mundo totalmente em 3D.
A história acompanha um herói em uma jornada para desfazer a maldição imposta por Dhoulmagus, responsável por transformar um rei em monstro e devastar um reino inteiro.
Com personagens carismáticos e visual inspirado na arte de Akira Toriyama, o sistema de combate por turnos oferece profundidade estratégica acessível a novos jogadores e veteranos.
Plataformas: PlayStation 2, Nintendo 3DS e dispositivos móveis.
Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Skies
Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Skies / Crédito: Level-5 / Square Enix (divulgação)
Nota no Metacritic: 87
Mais um título da série da Square Enix, este capítulo de Dragon Quest trouxe mudanças marcantes para a franquia ao apostar em um protagonista totalmente personalizável e em um forte foco no modo cooperativo.
A história coloca o jogador no papel de um Celestrian, uma raça angelical, que após um desastre vê artefatos mágicos se espalharem pelo mundo humano e precisa proteger a humanidade enquanto descobre segredos sobre sua própria origem.
Mantendo o combate por turnos clássico da série, o jogo se destaca pela variedade de classes, ampla customização e grande quantidade de conteúdo opcional.
Plataformas: Nintendo DS e Nintendo 3DS.
Jeanne d’Arc
Jeanne d’Arc / Crédito: Level-5 / Sony Computer Entertainment (divulgação)
Nota no Metacritic: 87
Inspirado livremente na história de Joana d’Arc, este RPG tático combina eventos históricos com elementos de fantasia em batalhas estratégicas por turnos. Desenvolvido pela Level-5 para o PSP, o jogo marcou a estreia do estúdio nesse estilo e recebeu elogios pela forma como reimagina a Guerra dos Cem Anos.
A narrativa aposta em tom dramático e forte desenvolvimento dos personagens, enquanto o gameplay exige um planejamento cuidadoso, posicionamento inteligente e uso estratégico de habilidades especiais.
O equilíbrio entre fidelidade histórica e fantasia cria uma experiência única, o que tornou o título uma referência entre os RPGs táticos do portátil e um dos trabalhos mais elogiados do estúdio.
Plataformas disponíveis: PSP, PlayStation 5 e PlayStation 4.
Considerado um dos lançamentos mais ambiciosos da franquia, Victory Road marca a evolução da série que mistura futebol com elementos de RPG. A proposta mantém partidas repletas de golpes especiais, narrativa dramática e foco em personagens jovens que buscam se destacar no esporte.
A história se passa 25 anos após os eventos do jogo original e apresenta Unmei Sasanami, um estudante que deseja um mundo sem futebol, e Haru Endo, um prodígio conhecido como o “monstro do futebol”.
O encontro entre os dois dá início a uma jornada inédita, com mais de 5.400 personagens colecionáveis, sistemas de treinamento aprofundados e um modo competitivo intenso.
Plataformas: PlayStation 5, PlayStation 4, Nintendo Switch e PC.
Dark Chronicle (Dark Cloud 2)
Dark Chronicle (Dark Cloud 2) / Crédito: Level-5 / Sony Computer Entertainment (divulgação)
Nota no Metacritic: 87
Combinando RPG de ação, exploração de masmorras e construção de cidades, este título se tornou um clássico cult pela variedade de sistemas e liberdade criativa.
A história acompanha dois protagonistas, Max e Monica, que unem forças para impedir o Imperador Griffon de destruir o mundo. Utilizando viagens no tempo, os personagens tentam alterar o passado para mudar um futuro devastado.
Além do combate em tempo real, o jogo se destaca pela reconstrução de vilas, minigames e grande quantidade de conteúdo opcional.
Plataformas: PlayStation 2 e PlayStation 4.
Ni no Kuni: Wrath of the White Witch
Ni no Kuni: Wrath of the White Witch / Crédito: Level-5 / Bandai Namco (divulgação)
Nota no Metacritic: 86
Reconhecido pela parceria com o Studio Ghibli, este RPG se destaca pelo visual encantador, animações cuidadosas e trilha sonora composta por Joe Hisaishi.
A história acompanha Oliver, um garoto que viaja para um mundo mágico em busca de uma forma de lidar com a perda da mãe e encontrar redenção emocional.
A jogabilidade combina elementos tradicionais de RPG com captura e treinamento de criaturas conhecidas como familiares, usadas em batalhas estratégicas.
Plataformas: PlayStation 3, PlayStation 4, Nintendo Switch e PC.
Professor Layton and the Curious Village
Professor Layton and the Curious Village / Crédito: Level-5 / Nintendo (divulgação)
Nota no Metacritic: 85
Responsável por apresentar ao público o carismático Professor Hershel Layton e seu aprendiz Luke Triton, este título deu início a uma das franquias de quebra-cabeça mais populares dos videogames.
A história se passa no enigmático vilarejo de St. Mystere, onde os moradores parecem obcecados por enigmas e guardam inúmeros segredos. A investigação gira em torno da misteriosa Maçã Dourada, um artefato deixado como herança por um barão falecido.
Com uso criativo da tela sensível ao toque, o jogo estabeleceu a fórmula que se tornaria marca registrada da série, equilibrando puzzles inteligentes e narrativa envolvente.
Plataformas: Nintendo DS e dispositivos móveis.
Professor Layton and the Unwound Future
Professor Layton and the Unwound Future / Crédito: Level-5 / Nintendo (divulgação)
Nota no Metacritic: 86
Considerado um dos pontos mais altos da franquia de quebra-cabeças, este título encerra a primeira trilogia com uma história marcada por viagens no tempo e forte carga emocional.
A trama apresenta o professor diante de uma versão mais velha de seu aprendiz, que o conduz a um futuro devastado e pede ajuda para mudá-lo. Ao longo da jornada, enigmas inteligentes se misturam a revelações sobre o passado do protagonista.
Aclamado pela crítica, o jogo se destaca pela narrativa, trilha sonora e personagens memoráveis.
Plataformas: Nintendo DS e dispositivos móveis.
Yo-kai Watch 3
Yo-kai Watch 3 / Crédito: Level-5 / Nintendo (divulgação)
Nota no Metacritic: 80
Ampliando o universo da franquia, o terceiro título apresenta novos personagens, cidades e uma grande variedade de criaturas para colecionar.
A narrativa acompanha duas histórias interligadas: a de Nate Adams, um garoto de 11 anos que se muda para a cidade fictícia de BBQ, e a de Hailey Anne Thomas, uma jovem otaku que abre uma agência de detetives em Springdale. Ambos utilizam o Yo-kai Watch Modelo U, capaz de revelar e invocar Yo-kai.
Com humor constante, referências culturais e um sistema de batalhas refinado, o jogo mantém diálogo forte com o público jovem, sem abrir mão de conteúdo robusto e variedade de atividades.
Plataformas: Nintendo 3DS.
Fantasy Life i: The Girl Who Steals Time
Fantasy Life i: The Girl Who Steals Time / Crédito: Level-5 (divulgação)
Nota no Metacritic: 80
Misturando RPG, simulação de vida e exploração, este título oferece uma experiência leve e relaxante em um mundo colorido. O jogador pode alternar livremente entre 14 profissões diferentes, conhecidas como “Vidas”, que vão de guerreiro e pescador a cozinheiro e artesão.
A aventura se passa em uma ilha misteriosa, onde é possível pescar, cozinhar, construir e enfrentar monstros no próprio ritmo.
A narrativa envolve viagens no tempo, permitindo explorar a ilha em seu estado atual e mil anos no passado para reconstruir uma civilização perdida. Com foco em liberdade e progressão gradual, o jogo convida o jogador a decidir que tipo de vida deseja viver.
Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4 e PC.
As TVs smart se tornaram um dos principais dispositivos da casa, concentrando streaming de vídeos, música, jogos e até integração com assistentes virtuais. Com tantas funções reunidas em um único aparelho, é cada vez mais comum que usuários enfrentem problemas como lentidão, aplicativos que demoram para abrir ou travamentos durante o uso. Essas falhas impactam a experiência e costumam aparecer nos momentos mais inconvenientes.
Ainda que muita gente associe esses problemas apenas a televisões antigas, a verdade é que até modelos recentes podem apresentar travamentos. O uso contínuo, a instalação excessiva de aplicativos, atualizações de sistema mal otimizadas e até limitações de hardware contribuem para esse tipo de comportamento. Em alguns casos, o problema não está no aparelho em si, mas na forma como ele é utilizado no dia a dia.
Antes de pensar em trocar de TV, vale saber que muitos desses travamentos podem ser resolvidos com ajustes simples. Pequenas mudanças de configuração, manutenção básica do sistema e atenção à conexão com a internet costumam fazer diferença significativa. Saiba mais na matéria abaixo!
Ainda que muita gente associe esses problemas apenas a televisões antigas, a verdade é que até modelos recentes podem apresentar travamentos. (Imagem: Framesira / Shutterstock.com)
Como corrigir a TV smart que trava muito?
O travamento de uma TV smart geralmente acontece quando o sistema operacional passa a lidar com mais tarefas do que consegue suportar. Assim como smartphones e computadores, esses aparelhos têm memória limitada, processadores específicos e dependem de uma boa gestão de recursos para funcionar de forma fluida ao longo do tempo.
Esse tipo de problema não está restrito a marcas específicas nem apenas a modelos mais antigos. TVs novas também podem apresentar lentidão após meses de uso intenso, instalação de muitos aplicativos ou atualizações que exigem mais do hardware. Identificar a origem do problema ajuda a escolher a solução correta e evita frustrações recorrentes.
1 – Reinicie a TV para encerrar processos acumulados
Muitas TVs smart permanecem ligadas por dias ou até semanas, entrando apenas em modo de espera quando são desligadas pelo controle remoto. Nesse estado, vários processos continuam ativos em segundo plano, consumindo memória e sobrecarregando o sistema aos poucos, o que pode resultar em lentidão e travamentos inesperados.
Reiniciar a TV encerra esses processos acumulados e libera recursos do sistema. Em alguns modelos, basta desligar o aparelho da tomada por alguns minutos; em outros, há uma opção de reinicialização nas configurações. Esse procedimento simples costuma melhorar o desempenho imediatamente e é um bom primeiro passo antes de tentar soluções mais complexas.
2 – Avalie a qualidade da conexão com a internet
Grande parte dos travamentos percebidos pelos usuários ocorre durante o uso de aplicativos de streaming, como Netflix, YouTube ou Prime Video. Quando a conexão com a internet é instável ou lenta, a TV pode demorar para carregar conteúdos, apresentar congelamentos na imagem ou falhar ao abrir aplicativos.
Para minimizar esse problema, vale testar a velocidade da internet diretamente na TV e verificar se o sinal Wi-Fi chega com qualidade suficiente ao aparelho. Sempre que possível, usar um cabo de rede garante maior estabilidade. Ajustes simples no roteador ou a troca da rede sem fio já podem reduzir drasticamente os travamentos durante o uso.
Muitas TVs smart permanecem ligadas por dias ou até semanas, entrando apenas em modo de espera quando são desligadas pelo controle remoto. (Imagem: CeltStudio/Shutterstock)
3 – Mantenha o sistema operacional sempre atualizado
Atualizações de sistema não servem apenas para adicionar novos recursos. Elas também corrigem falhas, melhoram a estabilidade do software e ajustam o desempenho da TV para rodar aplicativos mais recentes. Quando essas atualizações não são instaladas, o sistema pode se tornar incompatível com apps atualizados e apresentar travamentos frequentes.
Verificar regularmente se há atualizações disponíveis nas configurações da TV é essencial. O processo costuma ser automático e rápido, mas faz diferença no desempenho geral do aparelho. Manter o sistema atualizado ajuda a evitar erros conhecidos e garante uma experiência mais estável no uso diário.
4 – Apague aplicativos que não são mais utilizados
Com o tempo, é comum instalar diversos aplicativos na TV e acabar usando apenas alguns deles com frequência. O problema é que esses apps ocupam espaço de armazenamento e podem consumir recursos mesmo quando não estão sendo usados diretamente, impactando a performance do sistema como um todo.
Fazer uma limpeza periódica e remover aplicativos desnecessários libera memória e reduz a carga sobre o processador da TV. Isso torna a navegação pelos menus mais rápida, diminui o tempo de abertura dos apps e reduz a chance de travamentos durante o uso contínuo.
5 – Restaure a TV para as configurações de fábrica
Quando os travamentos persistem mesmo após reiniciar o sistema, melhorar a internet e remover aplicativos, restaurar a TV para as configurações de fábrica pode ser a solução mais eficaz. Esse processo elimina arquivos temporários, configurações corrompidas e possíveis conflitos entre aplicativos instalados ao longo do tempo.
Apesar de exigir que o usuário configure a TV novamente do zero, a restauração costuma devolver o desempenho original do aparelho. Essa opção é indicada especialmente quando a TV apresenta lentidão constante, falhas recorrentes ou comportamentos anormais que não são resolvidos com ajustes básicos.
Fazer uma limpeza periódica e remover aplicativos desnecessários libera memória e reduz a carga sobre o processador da TV. (Imagem: Stock-Asso/Shutterstock)
Na última segunda-feira (22), o presidente Donald Trump suspendeu os contratos de arrendamento de cinco grandes projetos de energia eólica offshore nos Estados Unidos, citando “riscos à segurança nacional”. A decisão vai além do setor de energias renováveis e pode ter efeitos diretos sobre a expansão da infraestrutura necessária para sustentar o avanço da inteligência artificial (IA) no país, como explica uma análise do Gizmodo.
Data centers de IA pressionam rede elétrica enquanto eólica offshore é interrompida (Imagem: Make more Aerials/Shutterstock)
Após mais de uma década de estabilidade, o consumo de energia nos EUA voltou a crescer, impulsionado principalmente pelos data centers de IA.
A demanda desse segmento deve aumentar cerca de 22% até o fim de 2025. Parte dessa expansão energética estava prevista para ser atendida por novos projetos de energia eólica offshore, agora colocados em dúvida.
Os contratos suspensos envolvem projetos em Nova York, Massachusetts, Rhode Island e Virgínia, incluindo o CVOW, o maior parque eólico offshore do país, com capacidade planejada de 2,6 gigawatts.
Juntos, os cinco projetos poderiam gerar 5,8 gigawatts — energia suficiente para abastecer cerca de dois milhões de residências ou dezenas de grandes data centers de IA.
A Dominion Energy, responsável pelo CVOW, afirma que o projeto é essencial para atender à rápida expansão da demanda elétrica na Virgínia, estado que abriga a maior concentração de data centers do mundo.
Desde 2021, as contas de luz residenciais locais já subiram cerca de 30%, segundo dados oficiais.
Decisão sobre eólica offshore pode afetar fornecimento elétrico para data centers e competitividade tecnológica (Imagem: Ilja Enger-Tsizikov/iStock)
Segurança nacional em debate
O Departamento do Interior justificou a suspensão com base em relatórios que apontam possíveis interferências de turbinas eólicas em sistemas de radar.
Especialistas do setor, no entanto, ressaltam que os desenvolvedores já são obrigados a trabalhar com autoridades de defesa para mitigar esses riscos. A própria Dominion afirma que suas turbinas-piloto operam há cinco anossem impactos à segurança.
Embora o governo diga que a pausa servirá para reavaliar riscos, críticos alertam que atrasar a energia eólica offshore pode comprometer tanto a transição para uma matriz mais limpa quanto a competitividade dos EUA na corrida global da IA.
Projetos de energia eólica suspensos eram vistos como peça-chave para alimentar o avanço da inteligência artificial (Imagem: Eugene Suslo/Shutterstock)
Nas últimas décadas, a evolução dos eletrônicos foi impressionante. O que era considerado inovador nos anos 90, como os computadores de torre com monitores CRT, se tornou obsoleto rapidamente. A cada ano, novas tecnologias, padrões e periféricos surgem, transformando a maneira como interagimos com nossos dispositivos.
As décadas de 1990 e 2000 foram cruciais para a popularização dos equipamentos de informática. Naquela época, os PCs eram simples e possuíam limitações de processamento. A internet era um recurso raro, e os disquetes ainda dominavam o armazenamento. Para muitos, os computadores eram apenas ferramentas de trabalho ou entretenimento básico, longe da versatilidade atual.
12 hardwares antigos de PC que, se você conhece, já está velho
Harware via Shutterstock
Aqueles que cresceram após os anos 2000 já tiveram acesso a dispositivos modernos e leves, com telas planas e conectividade constante. No entanto, aqueles que viveram os anos 90 e o começo dos anos 2000 provavelmente se lembram de alguns acessórios curiosos, que eram parte essencial da rotina. Os itens de informática listados abaixo mostram como os hábitos tecnológicos mudaram drasticamente ao longo do tempo.
O mouse de bolinha foi um acessório essencial para os computadores dos anos 90. Ao invés dos modernos sensores a laser ou ópticos, o movimento era controlado fisicamente pela rotação da bolinha, algo que pode parecer arcaico hoje em dia.
Junto com esse dispositivo, surgiram também as portas PS/2, introduzidas pela IBM em 1987. Esses conectores de 6 pinos, disponíveis nas cores roxa e verde para teclado e mouse, respectivamente, logo se tornaram o padrão para a conexão de dispositivos de entrada em computadores pessoais.
FireWire
Cabo FireWire 400 em destaque via Hansh/Wikimedia Commons
O FireWire, também conhecido como IEEE 1394, foi uma tecnologia desenvolvida pela Apple nos anos 80 para transferências rápidas de dados entre dispositivos. Sua principal vantagem era a alta taxa de transferência, sendo amplamente utilizado em câmeras, discos rígidos externos e equipamentos de áudio. Apesar de seu sucesso inicial, o FireWire foi superado por outros padrões, como o USB, mas ainda permanece como uma referência importante no desenvolvimento das interfaces de conexão de alta velocidade.
HDD
HDD via Evan-Amos/Wikimedia Commons
O HDD (“Hard Disk Drive” ou disco rígido) é uma tecnologia de armazenamento que utiliza pratos magnéticos giratórios para gravar e ler dados. Embora tenha sido amplamente usado por anos devido ao seu custo acessível, especialmente para grandes volumes de informações, os HDDs são mais lentos e suscetíveis a danos por impacto, em comparação aos SSDs.
Com avanços na tecnologia, oferecendo maior velocidade e resistência, os HDDs estão se tornando cada vez mais obsoletos, mas ainda são populares para backups e armazenamento de arquivos pesados.
Cabo de 30 pinos
Cabo de 30 pinos via brett jordan/Wikimedia Commons
Os primeiros modelos do iPod eram fornecidos com portas FireWire para facilitar a transferência de dados com o Mac. No entanto, a partir da terceira geração do aparelho, lançada em 2003, a empresa introduziu o cabo de 30 pinos. A Apple continuou a adotar o padrão até 2011, quando lançou o iPhone 4s, último a apresentar o conector.
Disquete
Disquete via Fredy Jacob/Unsplash
Os disquetes foram uma das principais formas de armazenamento externo nas décadas de 90 e 2000, especialmente os modelos de 3,5 polegadas, que ofereciam 1,44 MB de capacidade. Apesar de sua popularidade, era comum precisar de vários disquetes para armazenar dados maiores. Além disso, ainda que o material externo dos disquetes fosse em plástico rígido, eles eram extremamente frágeis por dentro, onde apresentavam uma fita maleável em forma de disco magnético.
Assim, com o avanço da tecnologia, os disquetes logo foram superados por mídias com maior capacidade e mais duráveis, como os CDs, DVDs e, mais tarde, os pen drives. Sua baixa capacidade de armazenamento e vulnerabilidade física fizeram com que se tornassem obsoletos rapidamente, apesar da sua popularidade no passado.
Cabo VGA
Cabo VGA via Evan-Amos/Wikimedia Commons
O padrão VGA (Video Graphics Array) surgiu no fim dos anos 1980 e rapidamente se popularizou como principal forma de conexão de vídeo em computadores nas décadas seguintes. Esse conector analógico de 15 pinos tornou-se comum em monitores e projetores por muitos anos. A porta de entrada e saída do cabo é volumosa, com pinos delicados e um mecanismo de travamento — com pequenos parafusos — um tanto frustrante.
Com o avanço das interfaces digitais, o VGA perdeu espaço para tecnologias mais modernas. Ainda assim, ele segue presente em ambientes que utilizam equipamentos antigos, graças à sua ampla compatibilidade e simplicidade.
Cabo DVI
Cabo DVI via Dmitry Makeev/Wikimedia Commons
Lançado em 1999, o DVI (Digital Visual Interface, ou Interface Digital Virtual) foi uma evolução do VGA, combinando sinais analógicos e digitais em um único conector. Ele foi criado para ser uma ponte entre os padrões antigos e os mais modernos, como o HDMI, e ainda é encontrado em alguns monitores mais antigos.
Assim como seu sucessor, o mecanismo de travamento do DVI também possui parafusos nas laterais. Apesar de ter sido um avanço importante na época, o DVI perdeu popularidade com o crescimento do HDMI, que oferecem melhor qualidade de imagem e áudio simultâneo, tornando o DVI obsoleto para a maioria das aplicações.
Disco óptico
CD via Arturo Aez/Unsplash
Os discos ópticos, como CDs, DVDs e Blu-rays, dominaram o armazenamento digital por anos, oferecendo grandes capacidades em discos compactos. Lançados entre 1982 e 2006, esses discos permitiram o armazenamento crescente de dados, com os Blu-rays alcançando até 128 GB. Inicialmente, usados para distribuição de música e filmes, logo foram incorporados aos computadores para armazenamento de dados.
Com a evolução da tecnologia e o aumento da portabilidade de dispositivos, as unidades ópticas começaram a ser substituídas por alternativas mais compactas, como pen drives e serviços de armazenamento na nuvem, encerrando a era dos discos físicos.
Blaster de infravermelho
Controle remoto via Przemyslaw Marczynski/Unsplash
Na década de 2000, em algumas casas, os PCs começaram a ganhar destaque como opções de home theater, oferecendo uma experiência multimídia flexível. Equipados com módulos de blaster infravermelho e controles remotos, os PCs competiam diretamente com TVs e consoles de videogame, proporcionando entretenimento para a família toda na sala de estar.
Com o tempo, a Microsoft introduziu o Windows Media Center, mas a evolução dos dispositivos de streaming e consoles especializados fez com que a tecnologia se tornassem obsoletos, sendo substituídos por tecnologias mais práticas e integradas.
Conector Centronics
Cabo Centronics via Raimond Spekking/Wikimedia Commons
Antes do USB, o conector Centronics era amplamente utilizado para conectar impressoras a computadores, sendo popularizado pela Centronics Data Computer Corporation. Com 36 pinos dispostos em duas fileiras, esse conector robusto e volumoso dominou a indústria de impressoras por muitos anos. Outros conectores semelhantes, com 14, 24, ou 50 pinos eram usados em outras conexões de periféricos de computador. Com o advento do USB e das impressoras sem fio, o conector Centronics caiu em desuso, sendo substituído por opções mais práticas e compactas.
Joystick
Joystick via Pivase/Wikimedia Commons
Nos anos 1990, os joysticks eram populares não apenas nos consoles, como o Atari 2600, mas também nos PCs, com diversos sistemas oferecendo portas dedicadas para joysticks. O conector de 9 pinos da Atari foi amplamente utilizado por marcas como Commodore e MSX. Hoje, os joysticks deram lugar a teclados e mouses especializados para jogos, além dos controles com Bluetooth sendo comuns. No entanto, joysticks continuam populares em jogos de simulação, mantendo viva a tradição do controle analógico.
Placa de som
Placa de som via Mister rf/Wikimedia Commons
Nos primeiros PCs domésticos, a qualidade do áudio integrado era pobre, com muitos sistemas sofrendo com ruídos e interferências. A falta de conectores adequados para periféricos também limitava a experiência sonora, levando muitos usuários a instalar placas de som dedicadas para melhorar o desempenho. Com o tempo, as placas de som internas se tornaram obsoletas, já que os computadores modernos oferecem áudio integrado de alta qualidade.
A ordem cronológica de “Star Trek” é a chave para entender como esse universo gigantesco se conecta. E não é exagero: são quase seis décadas de histórias, tecnologias diferentes, capitães com visões opostas, conflitos que reverberam séculos depois e até linhas do tempo alternativas que bagunçaram tudo de propósito. Muita gente tenta começar pelo famoso Captain Kirk e só depois percebe que existem eventos essenciais que acontecem 100 anos antes.
Outros pulam direto para a Nova Geração e depois se perguntam por que certos nomes, raças e tensões já estavam lá. Por isso, seguir o fluxo interno da franquia, e não a ordem de lançamento, é o que permite entender como a humanidade entrou no espaço, como a Federação nasceu, como ela quase caiu e como ela se reconstruiu em momentos completamente diferentes da história galáctica.
Assistir Star Trek nessa trajetória mostra a lógica interna por trás de tudo: avanços tecnológicos, tratados políticos, tragédias que redefinem a galáxia e até mudanças filosóficas da própria Frota Estelar ao longo do tempo.
A ordem correta para assistir a Star Trek: Fase a Fase
(Imagem: Star Trek/Divulgação)
A linha cronológica de Star Trek se divide em seis grandes fases que mostram como a Frota Estelar e a Federação evoluíram ao longo de mais de mil anos, e vale lembrar que o universo de Star Trek nunca seguiu a ordem de lançamento. Por isso, para fazer sentido da história como ela acontece dentro do canon, organizamos tudo de forma cronológica.
A jornada começa na Fase 1, com “Enterprise, First Contact” e as primeiras temporadas de “Discovery“, quando a humanidade dá seus passos iniciais no espaço, domina o motor de dobra e estabelece seus primeiros laços com outras espécies.
Na Fase 2, entramos na Era Clássica com “Strange New Worlds“, “The Original Series“, a série animada e os filmes de Kirk, período em que a Frota solidifica seus valores e a Federação se torna uma potência diplomática.
A Fase 3 avança para o século 24 com “The Next Generation“, “Deep Space Nine“, “Voyager” e os filmes centrados em Picard, mergulhando em conflitos políticos, guerras interestelares e ameaças icônicas como os Borg.
A Fase 4 mostra o impacto da destruição de Romulus e a crise interna da Federação em “Picard“, “Lower Decks” e “Prodigy“, revelando um universo em reconstrução.
A Fase 5, por sua vez, apresenta uma realidade alternativa estabelecida pela trilogia Kelvin, onde eventos chave tomam rumos completamente diferentes. Por fim, a Fase 6 projeta tudo para o século 32 com as temporadas finais de Discovery, explorando uma Federação fragmentada em um futuro distante.
Para facilitar sua maratona, reunimos todos os títulos dentro dessas fases naturais do canon: origem da Frota, Era Clássica, auge da Federação, queda Romulana, realidade Kelvin e futuro distante. Assim, você acompanha Star Trek do jeito que o universo acontece e não como foi lançado.
Fase 1 – O início de tudo (Pré-federação e primeira frota)
Essa é a fundação do universo Star Trek. Antes da Federação existir, antes das grandes naves cruzarem a galáxia com confiança, a humanidade ainda tropeçava no espaço. É aqui que surgem o primeiro motor de dobra, o primeiro contato com os Vulcanos e a estrutura inicial da Frota Estelar. Tudo ainda é instável, improvisado e politicamente delicado, exatamente por isso essa fase mostra como a Terra saiu do caos pós-guerra nuclear para se tornar um player galáctico.
Títulos:
Star Trek: Enterprise (2001–2005)
Star Trek: First Contact – filme (1996)
Star Trek: Discovery – Temporadas 1 e 2 (2017–2019)
Enterprise acompanha o capitão Jonathan Archer no primeiro grande salto da humanidade rumo ao desconhecido. Nada é garantido, alianças são frágeis e qualquer encontro com espécies novas pode virar uma crise diplomática ou um desastre total. É daqui que nasce o código moral que, no futuro, se tornaria a espinha dorsal da Federação.
O filme “First Contact” mostra o momento exato em que tudo muda na Terra: a primeira dobra espacial chama a atenção dos Vulcanos, e isso dispara a cadeia de eventos que desbloqueia o futuro inteiro da franquia.
Já as primeiras temporadas de “Discovery” se encaixam nesta fase por se passarem antes da série clássica, explorando a tensão com os Klingons, a evolução da tecnologia e as primeiras grandes decisões éticas que moldariam a Frota Estelar. Aqui, vemos o universo de Star Trek deixando de ser “um sonho distante” e começando a virar realidade.
Fase 2 – Era clássica: Kirk, Spock e o início da Federação madura
Século 23
Este é o período mais famoso de Star Trek. Não só pela nostalgia, mas porque a Federação já não é um rascunho de potência interestelar: é uma instituição madura, cheia de protocolos, contradições e aquela tensão constante entre diplomacia, ciência e conflito. É o período em que a franquia realmente firma sua identidade, tanto estética quanto filosófica.
Títulos:
Star Trek: Strange New Worlds (2022–presente)
Star Trek: The Original Series (1966–1969)
Star Trek: The Animated Series (1973–1974)
Filmes desta era (linha Prime):
The Motion Picture (1979)
The Wrath of Khan (1982)
The Search for Spock (1984)
The Voyage Home (1986)
The Final Frontier (1989)
The Undiscovered Country (1991)
“Strange New Worlds” prepara o terreno mostrando a Enterprise antes de Kirk assumir o comando. Com Pike liderando, a série coloca a tripulação em dilemas éticos pesados, conflitos emergentes e um clima de descoberta que liga diretamente o espírito pioneiro de Enterprise à estrutura clássica que viria em seguida.
Já “The Original Series” é o coração da franquia. Aqui nascem os grandes pilares: discussões morais profundas disfarçadas de aventura espacial, embates políticos com Klingons e Romulanos e a dinâmica entre Kirk, Spock e McCoy, que vira modelo de liderança, racionalidade e humanidade dentro da Frota. É esse trio que define o tom do que Star Trek seria para sempre.
Os filmes fecham o arco dessa geração com histórias mais amplas, tratando de consequências políticas, envelhecimento, perdas e reconciliação. Eles expandem a visão da Federação, mostrando como esses heróis lidam com décadas de serviço, e como seus conflitos pessoais acabam se confundindo com o destino político da galáxia.
Fase 3 – A Nova Geração e o auge absoluto da Federação
Século 24
Esse é o período em que a Federação vira uma superpotência consolidada. A tecnologia está no ponto, a diplomacia opera em escala galáctica e a Frota Estelar funciona como uma máquina afinada, mas também pressionada por crises cada vez maiores. É a fase mais complexa politicamente e a que mais expande o universo de Star Trek em profundidade.
Títulos:
Star Trek: The Next Generation (1987–1994)
Star Trek: Deep Space Nine (1993–1999)
Star Trek: Generations – filme (1994)
Star Trek: Voyager (1995–2001)
Star Trek: First Contact – filme (1996)
Star Trek: Insurrection – filme (1998)
Star Trek: Nemesis – filme (2002)
“Star Trek TNG” muda tudo. Picard assume o posto de capitão como um diplomata filósofo, e não como um cowboy espacial. A série traz dilemas éticos mais complexos, debates morais pesados, avanços científicos marcantes e o surgimento de ameaças que redefinem a galáxia, com destaque total para os Borg, que se tornam um dos inimigos mais icônicos da ficção científica.
“Deep Space Nine” quebra o padrão da “semanal aventura da Enterprise” e mergulha na política interestelar sem filtro: guerra, ocupação, terrorismo, religião, diplomacia agressiva e moralidade em zonas cinzentas. É a fase mais adulta, mais densa e mais humana de toda a franquia.
“Voyager” joga a Frota no limite. Uma nave sozinha, perdida no Quadrante Delta, completamente fora do alcance da Federação. O que era exploração científica vira sobrevivência pura e isso força debates sobre autoridade, lealdade, identidade e convivência entre culturas que nunca ouviram falar da Federação.
Os filmes dessa era expandem esse cenário para conflitos ainda maiores, explorando o impacto das ações da Frota em todo o mapa político, a escalada de tensões com os Borg, crises internas e o peso emocional de comandar a nave mais importante da galáxia.
Fase 4 – A galáxia depois do colapso Romulano
Século 24 e 25
Nesta fase, a Federação não vive mais a era dourada do século 24. O problema não é apenas enfraquecimento, é transformação. A destruição de Romulus reconfigura alianças, abre cicatrizes políticas antigas e empurra a galáxia para um período de incerteza. A Frota Estelar precisa se reinventar enquanto lida com crise diplomática, avanço tecnológico acelerado e uma população dividida sobre o futuro da Federação.
Títulos:
Star Trek: Picard (2020–2023)
Star Trek: Lower Decks (2020–presente)
Star Trek: Prodigy (2021–presente)
“Picard” é o grande centro gravitacional desta era. A série mostra como o colapso Romulano detonou anos de tensão acumulada, forçando a Federação a repensar sua postura diplomática e moral. Além disso, aprofunda debates sobre inteligência artificial, direitos dos androides, ética das pesquisas tecnológicas e o impacto psicológico de décadas de serviço na Frota. É Star Trek sob a perspectiva de um universo que precisa encarar seus erros.
“Lower Decks” olha para tudo isso de baixo pra cima, literalmente. Ao focar tripulantes comuns, a série evidencia como a rotina da Frota mudou após os grandes eventos. E mesmo no tom cômico, ela deixa clara a nova fase política, mostrando burocracia, insegurança e uma Federação tentando se reerguer sem perder sua essência.
“Prodigy” completa o ciclo apresentando um novo ponto de vista: o das gerações que estão entrando em contato com a Frota pela primeira vez. Jovens que não viveram a “era de ouro” e precisam descobrir o valor da Federação em um cenário menos idealizado. A série reforça a ideia de legado, mostrando como os princípios da Frota sobrevivem mesmo quando as estruturas estão abaladas.
Fase 5 – Linha Kelvin (Realidade alternativa)
(Imagem: Star Trek/Divulgação)
A Linha Kelvin nasce depois que Nero, um romulano vindo do futuro, volta no tempo e altera eventos-chave da cronologia original. Essa interferência, mostrada no filme de 2009, cria uma linha totalmente paralela, que NÃO substitui e nem modifica o cânone da linha Prime. É outra realidade, com as mesmas figuras históricas, mas vivendo consequências diferentes desde o momento da explosão da USS Kelvin.
Títulos:
Star Trek (2009)
Star Trek Into Darkness (2013)
Star Trek Beyond (2016)
A linha do tempo Kelvin funciona como um “reinício” que não apaga nada. Ela permite revisitar Kirk, Spock, Uhura, Scotty e o resto da tripulação com um visual mais moderno, ritmo mais acelerado e escala cinematográfica bem maior, sem mexer na história original. Tudo é mais explosivo, mais direto e mais estilizado, mas o núcleo da franquia permanece: exploração, dilemas morais, ciência e laços de tripulação.
Além disso, a linha Kelvin ajuda novos fãs a entrarem no universo sem precisar assistir tudo antes. Ela abre portas para um público contemporâneo, ao mesmo tempo em que presta homenagem ao que veio antes. É Star Trek recalibrado para a era blockbuster, mas consciente de suas raízes.
Fase 6 – O futuro distante
Imagem: Divulgação /Paramount Pictures
Século 32
Aqui chegamos ao ponto mais avançado de toda a cronologia de Star Trek. Nada do que conhecemos: estrutura política, tecnologia, mapas estelares, alianças, permanece igual. A Federação não é mais aquela entidade estável e unificada do passado; ela virou quase uma memória. É a fase em que Star Trek se reinventa, mostrando como seus ideais sobrevivem mesmo quando tudo ao redor desaba.
Títulos:
Star Trek: Discovery – Temporadas 3, 4 e 5 (2020–2024)
A tripulação da Discovery literalmente abandona seu tempo para impedir uma catástrofe e acaba ultrapassando mais de 900 anos no futuro. Quando chegam, encontram uma galáxia quebrada pela “Queima”, um evento energético devastador que tornou o dilítio instável e destruiu boa parte do poder estelar da Federação. O impacto é tão grande que antigos aliados se isolam, rotas comerciais desaparecem e sistemas inteiros entram em colapso.
Esse salto temporal permite explorar tecnologias absurdamente avançadas, civilizações reconfiguradas e uma Frota que precisa ser reconstruída do zero. Mais do que isso: é a fase que coloca a pergunta central da franquia em teste máximo: os princípios da Federação ainda fazem sentido em um universo pós-quebra? A partir daqui, a Discovery assume um novo papel: não só viajar, mas reacender a esperança em um futuro que desistiu dela.
Star Trek não é só uma franquia longa: é um universo construído com lógica interna, debates filosóficos e acontecimentos que reverberam séculos depois. Quando você segue essa ordem, percebe conexões que passam despercebidas: tensões semeadas em Enterprise que explodem em Discovery, decisões diplomáticas que mudam o papel da Federação em Deep Space Nine, e até o impacto cultural da destruição de Romulus em Picard.