Star Trek: ordem cronológica para assistir aos filmes e séries da franquia

A ordem cronológica de “Star Trek” é a chave para entender como esse universo gigantesco se conecta. E não é exagero: são quase seis décadas de histórias, tecnologias diferentes, capitães com visões opostas, conflitos que reverberam séculos depois e até linhas do tempo alternativas que bagunçaram tudo de propósito. Muita gente tenta começar pelo famoso Captain Kirk e só depois percebe que existem eventos essenciais que acontecem 100 anos antes.

Outros pulam direto para a Nova Geração e depois se perguntam por que certos nomes, raças e tensões já estavam lá. Por isso, seguir o fluxo interno da franquia, e não a ordem de lançamento, é o que permite entender como a humanidade entrou no espaço, como a Federação nasceu, como ela quase caiu e como ela se reconstruiu em momentos completamente diferentes da história galáctica.

Assistir Star Trek nessa trajetória mostra a lógica interna por trás de tudo: avanços tecnológicos, tratados políticos, tragédias que redefinem a galáxia e até mudanças filosóficas da própria Frota Estelar ao longo do tempo.

A ordem correta para assistir a Star Trek: Fase a Fase

star trek logo
(Imagem: Star Trek/Divulgação)

A linha cronológica de Star Trek se divide em seis grandes fases que mostram como a Frota Estelar e a Federação evoluíram ao longo de mais de mil anos, e vale lembrar que o universo de Star Trek nunca seguiu a ordem de lançamento. Por isso, para fazer sentido da história como ela acontece dentro do canon, organizamos tudo de forma cronológica.

A jornada começa na Fase 1, com “Enterprise, First Contact” e as primeiras temporadas de “Discovery“, quando a humanidade dá seus passos iniciais no espaço, domina o motor de dobra e estabelece seus primeiros laços com outras espécies.

Na Fase 2, entramos na Era Clássica com “Strange New Worlds“, “The Original Series“, a série animada e os filmes de Kirk, período em que a Frota solidifica seus valores e a Federação se torna uma potência diplomática.

A Fase 3 avança para o século 24 com “The Next Generation“, “Deep Space Nine“, “Voyager” e os filmes centrados em Picard, mergulhando em conflitos políticos, guerras interestelares e ameaças icônicas como os Borg.

A Fase 4 mostra o impacto da destruição de Romulus e a crise interna da Federação em “Picard“, “Lower Decks” e “Prodigy“, revelando um universo em reconstrução.

A Fase 5, por sua vez, apresenta uma realidade alternativa estabelecida pela trilogia Kelvin, onde eventos chave tomam rumos completamente diferentes. Por fim, a Fase 6 projeta tudo para o século 32 com as temporadas finais de Discovery, explorando uma Federação fragmentada em um futuro distante.

Para facilitar sua maratona, reunimos todos os títulos dentro dessas fases naturais do canon: origem da Frota, Era Clássica, auge da Federação, queda Romulana, realidade Kelvin e futuro distante. Assim, você acompanha Star Trek do jeito que o universo acontece e não como foi lançado.

Fase 1 – O início de tudo (Pré-federação e primeira frota)

nave enterprise
Enterprise (Star Trek) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)

Século 21 a 22

Essa é a fundação do universo Star Trek. Antes da Federação existir, antes das grandes naves cruzarem a galáxia com confiança, a humanidade ainda tropeçava no espaço. É aqui que surgem o primeiro motor de dobra, o primeiro contato com os Vulcanos e a estrutura inicial da Frota Estelar. Tudo ainda é instável, improvisado e politicamente delicado, exatamente por isso essa fase mostra como a Terra saiu do caos pós-guerra nuclear para se tornar um player galáctico.

Títulos:

  • Star Trek: Enterprise (2001–2005)
  • Star Trek: First Contact – filme (1996)
  • Star Trek: Discovery – Temporadas 1 e 2 (2017–2019)

Enterprise acompanha o capitão Jonathan Archer no primeiro grande salto da humanidade rumo ao desconhecido. Nada é garantido, alianças são frágeis e qualquer encontro com espécies novas pode virar uma crise diplomática ou um desastre total. É daqui que nasce o código moral que, no futuro, se tornaria a espinha dorsal da Federação.

O filme “First Contact” mostra o momento exato em que tudo muda na Terra: a primeira dobra espacial chama a atenção dos Vulcanos, e isso dispara a cadeia de eventos que desbloqueia o futuro inteiro da franquia.

Já as primeiras temporadas de “Discovery” se encaixam nesta fase por se passarem antes da série clássica, explorando a tensão com os Klingons, a evolução da tecnologia e as primeiras grandes decisões éticas que moldariam a Frota Estelar. Aqui, vemos o universo de Star Trek deixando de ser “um sonho distante” e começando a virar realidade.

Fase 2 – Era clássica: Kirk, Spock e o início da Federação madura

Século 23

Este é o período mais famoso de Star Trek. Não só pela nostalgia, mas porque a Federação já não é um rascunho de potência interestelar: é uma instituição madura, cheia de protocolos, contradições e aquela tensão constante entre diplomacia, ciência e conflito. É o período em que a franquia realmente firma sua identidade, tanto estética quanto filosófica.

Títulos:

  • Star Trek: Strange New Worlds (2022–presente)
  • Star Trek: The Original Series (1966–1969)
  • Star Trek: The Animated Series (1973–1974)

Filmes desta era (linha Prime):

  • The Motion Picture (1979)
  • The Wrath of Khan (1982)
  • The Search for Spock (1984)
  • The Voyage Home (1986)
  • The Final Frontier (1989)
  • The Undiscovered Country (1991)

Strange New Worlds” prepara o terreno mostrando a Enterprise antes de Kirk assumir o comando. Com Pike liderando, a série coloca a tripulação em dilemas éticos pesados, conflitos emergentes e um clima de descoberta que liga diretamente o espírito pioneiro de Enterprise à estrutura clássica que viria em seguida.

Já “The Original Series” é o coração da franquia. Aqui nascem os grandes pilares: discussões morais profundas disfarçadas de aventura espacial, embates políticos com Klingons e Romulanos e a dinâmica entre Kirk, Spock e McCoy, que vira modelo de liderança, racionalidade e humanidade dentro da Frota. É esse trio que define o tom do que Star Trek seria para sempre.

Os filmes fecham o arco dessa geração com histórias mais amplas, tratando de consequências políticas, envelhecimento, perdas e reconciliação. Eles expandem a visão da Federação, mostrando como esses heróis lidam com décadas de serviço, e como seus conflitos pessoais acabam se confundindo com o destino político da galáxia.

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Fase 3 – A Nova Geração e o auge absoluto da Federação

Século 24

Esse é o período em que a Federação vira uma superpotência consolidada. A tecnologia está no ponto, a diplomacia opera em escala galáctica e a Frota Estelar funciona como uma máquina afinada, mas também pressionada por crises cada vez maiores. É a fase mais complexa politicamente e a que mais expande o universo de Star Trek em profundidade.

Títulos:

  • Star Trek: The Next Generation (1987–1994)
  • Star Trek: Deep Space Nine (1993–1999)
  • Star Trek: Generations – filme (1994)
  • Star Trek: Voyager (1995–2001)
  • Star Trek: First Contact – filme (1996)
  • Star Trek: Insurrection – filme (1998)
  • Star Trek: Nemesis – filme (2002)

Star Trek TNG” muda tudo. Picard assume o posto de capitão como um diplomata filósofo, e não como um cowboy espacial. A série traz dilemas éticos mais complexos, debates morais pesados, avanços científicos marcantes e o surgimento de ameaças que redefinem a galáxia, com destaque total para os Borg, que se tornam um dos inimigos mais icônicos da ficção científica.

Deep Space Nine” quebra o padrão da “semanal aventura da Enterprise” e mergulha na política interestelar sem filtro: guerra, ocupação, terrorismo, religião, diplomacia agressiva e moralidade em zonas cinzentas. É a fase mais adulta, mais densa e mais humana de toda a franquia.

Voyager” joga a Frota no limite. Uma nave sozinha, perdida no Quadrante Delta, completamente fora do alcance da Federação. O que era exploração científica vira sobrevivência pura e isso força debates sobre autoridade, lealdade, identidade e convivência entre culturas que nunca ouviram falar da Federação.

Os filmes dessa era expandem esse cenário para conflitos ainda maiores, explorando o impacto das ações da Frota em todo o mapa político, a escalada de tensões com os Borg, crises internas e o peso emocional de comandar a nave mais importante da galáxia.

Fase 4 – A galáxia depois do colapso Romulano

Século 24 e 25

Nesta fase, a Federação não vive mais a era dourada do século 24. O problema não é apenas enfraquecimento, é transformação. A destruição de Romulus reconfigura alianças, abre cicatrizes políticas antigas e empurra a galáxia para um período de incerteza. A Frota Estelar precisa se reinventar enquanto lida com crise diplomática, avanço tecnológico acelerado e uma população dividida sobre o futuro da Federação.

Títulos:

  • Star Trek: Picard (2020–2023)
  • Star Trek: Lower Decks (2020–presente)
  • Star Trek: Prodigy (2021–presente)

Picard” é o grande centro gravitacional desta era. A série mostra como o colapso Romulano detonou anos de tensão acumulada, forçando a Federação a repensar sua postura diplomática e moral. Além disso, aprofunda debates sobre inteligência artificial, direitos dos androides, ética das pesquisas tecnológicas e o impacto psicológico de décadas de serviço na Frota. É Star Trek sob a perspectiva de um universo que precisa encarar seus erros.

Lower Decks” olha para tudo isso de baixo pra cima, literalmente. Ao focar tripulantes comuns, a série evidencia como a rotina da Frota mudou após os grandes eventos. E mesmo no tom cômico, ela deixa clara a nova fase política, mostrando burocracia, insegurança e uma Federação tentando se reerguer sem perder sua essência.

Prodigy” completa o ciclo apresentando um novo ponto de vista: o das gerações que estão entrando em contato com a Frota pela primeira vez. Jovens que não viveram a “era de ouro” e precisam descobrir o valor da Federação em um cenário menos idealizado. A série reforça a ideia de legado, mostrando como os princípios da Frota sobrevivem mesmo quando as estruturas estão abaladas.

Fase 5 – Linha Kelvin (Realidade alternativa)

star trek 2009 realidade kelvin
(Imagem: Star Trek/Divulgação)

A Linha Kelvin nasce depois que Nero, um romulano vindo do futuro, volta no tempo e altera eventos-chave da cronologia original. Essa interferência, mostrada no filme de 2009, cria uma linha totalmente paralela, que NÃO substitui e nem modifica o cânone da linha Prime. É outra realidade, com as mesmas figuras históricas, mas vivendo consequências diferentes desde o momento da explosão da USS Kelvin.

Títulos:

  • Star Trek (2009)
  • Star Trek Into Darkness (2013)
  • Star Trek Beyond (2016)

A linha do tempo Kelvin funciona como um “reinício” que não apaga nada. Ela permite revisitar Kirk, Spock, Uhura, Scotty e o resto da tripulação com um visual mais moderno, ritmo mais acelerado e escala cinematográfica bem maior, sem mexer na história original. Tudo é mais explosivo, mais direto e mais estilizado, mas o núcleo da franquia permanece: exploração, dilemas morais, ciência e laços de tripulação.

Além disso, a linha Kelvin ajuda novos fãs a entrarem no universo sem precisar assistir tudo antes. Ela abre portas para um público contemporâneo, ao mesmo tempo em que presta homenagem ao que veio antes. É Star Trek recalibrado para a era blockbuster, mas consciente de suas raízes.

Fase 6 – O futuro distante

Star Trek Discovery
Imagem: Divulgação /Paramount Pictures

Século 32

Aqui chegamos ao ponto mais avançado de toda a cronologia de Star Trek. Nada do que conhecemos: estrutura política, tecnologia, mapas estelares, alianças, permanece igual. A Federação não é mais aquela entidade estável e unificada do passado; ela virou quase uma memória. É a fase em que Star Trek se reinventa, mostrando como seus ideais sobrevivem mesmo quando tudo ao redor desaba.

Títulos:

  • Star Trek: Discovery – Temporadas 3, 4 e 5 (2020–2024)

A tripulação da Discovery literalmente abandona seu tempo para impedir uma catástrofe e acaba ultrapassando mais de 900 anos no futuro. Quando chegam, encontram uma galáxia quebrada pela “Queima”, um evento energético devastador que tornou o dilítio instável e destruiu boa parte do poder estelar da Federação. O impacto é tão grande que antigos aliados se isolam, rotas comerciais desaparecem e sistemas inteiros entram em colapso.

Esse salto temporal permite explorar tecnologias absurdamente avançadas, civilizações reconfiguradas e uma Frota que precisa ser reconstruída do zero. Mais do que isso: é a fase que coloca a pergunta central da franquia em teste máximo: os princípios da Federação ainda fazem sentido em um universo pós-quebra? A partir daqui, a Discovery assume um novo papel: não só viajar, mas reacender a esperança em um futuro que desistiu dela.

Star Trek não é só uma franquia longa: é um universo construído com lógica interna, debates filosóficos e acontecimentos que reverberam séculos depois. Quando você segue essa ordem, percebe conexões que passam despercebidas: tensões semeadas em Enterprise que explodem em Discovery, decisões diplomáticas que mudam o papel da Federação em Deep Space Nine, e até o impacto cultural da destruição de Romulus em Picard.

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8 motivos para jogar Clair Obscur: Expedition 33, eleito GOTY 2025

Desde sua estreia em 2025, “Clair Obscur: Expedition 33” tornou-se um dos jogos mais aclamados da história recente, culminando com a vitória no The Game Awards 2025 como Jogo do Ano entre uma forte lista de concorrentes (incluindo “Death Stranding 2” e “Hollow Knight: Silksong“) e conquistando nove prêmios no total, um recorde para uma estreia de estúdio independentemente do tamanho.

Por que jogar Clair Obscur: Expedition 33?

Esse sucesso testemunha uma experiência singular que vai além do tradicional RPG por turno: ela mistura narrativa envolvente, mecânicas inovadoras e estética artística refinada. A seguir, reunimos os principais motivos para jogar “Clair Obscur: Expedition 33”, com base em reportagens e análises especializadas.

1. Combate híbrido entre turno e tempo real

Clair Obscur: Expedition 33
Clair Obscur: Expedition 33 / Crédito: Sandfall Interactive, Kepler Interactive (divulgação)

Um dos maiores destaques do jogo é o sistema de batalha: apesar de baseado em turnos, Expedition 33 incorpora esquivas e contra-ataques em tempo real, exigindo estratégia e reflexos do jogador, o que atualiza e dinamiza a tradicional fórmula dos JRPGs.

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2. Uma narrativa profunda com temas humanos

A trama acompanha um grupo de expedicionários marcados por tragédias e conflitos internos em um mundo ameaçado por uma entidade sombria, explorando temas como perda, esperança e sacrifício em um roteiro que ganhou reconhecimento por sua profundidade.

3. Grande reconhecimento na indústria

Palco The Game Awards com uma orquestra
Palco The Game Awards com uma orquestra (Imagem: Epic Games/Reprodução)

O jogo recebeu o troféu de Jogo do Ano em uma cerimônia global e dominou diversas outras categorias (melhor direção, melhor narrativa, melhor jogo de RPG, melhor jogo de estreia independente, melhor direção de arte, melhor atuação – Jennifer English, melhor jogo independente e melhor trilha e música – Lorien Testard), o que atesta sua qualidade técnica, artística e narrativa perante a crítica especializada e prêmio da indústria.

4. Atualizações pós-lançamento com conteúdo extra

Clair Obscur: Expedition 33
O título Clair Obscur: Expedition 33 representa um marco em jogos de RPG modernos (Imagem: Divulgação/Xbox)

Após o sucesso no The Game Awards, os desenvolvedores lançaram a atualização “Thank You”, com novas áreas, chefes, armas e itens, renovando a experiência dos jogadores e expandindo o conteúdo do título sem custo adicional.

5. Um mundo visualmente marcante e artístico

Críticas destacam que o jogo eleva o significado de “arte em jogos”, combinando estética, cenários inspirados em épocas artísticas e temas simbólicos que tornam a exploração tão memorável quanto o combate.

6. Experiência acessível mesmo para não fãs de turnos

O game também traz um gráfico muito realista (Imagem: Xbox/Divulgação)

Embora seja um RPG por turnos, análises apontam que Expedition 33 consegue envolver jogadores que normalmente não apreciam o gênero, graças à sua combinação de narrativa imersiva, trilha sonora envolvente e ritmo de jogo equilibrado.

7. Sucesso comercial e impacto cultural

A vitória no GOTY impulsionou significativamente as vendas e a base de jogadores, indicando não apenas a qualidade crítica, mas também o apelo popular e o impacto cultural do jogo no mercado global.

Combinando inovação técnica, narrativa emocional e uma direção artística ambiciosa, Clair Obscur: Expedition 33 representa um novo patamar para RPGs em 2025, justificando sua posição como título obrigatório para jogadores de todos os estilos.

8. Os desafios dos chefes opcionais

Além dos confrontos obrigatórios que fazem parte da progressão da campanha, Clair Obscur: Expedition 33 reserva uma série de batalhas extras para quem busca desafios mais intensos. Espalhados por diferentes regiões do mapa, esses inimigos opcionais costumam apresentar um nível de dificuldade elevado, muitas vezes superando os chefes da história principal.

Entre eles, Simon se destaca como o teste máximo de habilidade do jogo. O adversário combina sequências extensas de ataques, alto poder ofensivo e uma grande reserva de energia, exigindo domínio total das mecânicas de esquiva e bloqueio, além de personagens bem evoluídos. A luta demanda estratégia, precisão e persistência. E Simon não está sozinho: outros chefes opcionais surgem ao longo da jornada, garantindo combates exigentes e recompensadores para jogadores que desejam explorar cada canto do mundo do jogo.

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Por que o som muda quando você acelera um vídeo?

Quando você acelera um vídeo, o áudio que acompanha também é reproduzido mais rapidamente do que foi originalmente gravado. Além disso, há uma mudança no som que existe no conteúdo audiovisual. A seguir, veja o motivo para que isso aconteça.

Por que a altura ou tom muda ao acelerar o vídeo?

O que ouvimos como “altura” ou “tom” do som depende de uma propriedade física da onda sonora chamada frequência, que é o número de vibrações por segundo (medido em Hertz). Sons com frequências maiores são percebidos como mais agudos, enquanto frequências menores produzem sons mais graves. Essa relação entre frequência e tom é um princípio básico da física do som.

Leia mais:

De acordo com a revista BBC Science Focus, o som é formado por ondas mecânicas que se propagam pelo ar como variações de pressão. Quando você reproduz esse som mais rápido, sem aplicar nenhuma correção, os ciclos dessas ondas ocorrem em um espaço de tempo mais curto. Isso significa que mais ciclos por segundo chegam ao ouvido do que aconteceria na velocidade normal, o que eleva a frequência das ondas e faz com que o som pareça mais agudo.

Ilustração de ondas sonoras
Frequências são como partes do som, medidas em Hz (Imagem: Pawel Czerwinski/Unsplash)

Esse efeito não é um artefato exclusivo do mundo digital: em equipamentos analógicos, como fitas magnéticas ou discos de vinil, o mesmo princípio se aplicava. Ao girar uma fita ou disco mais rápido, os sons eram comprimidos no tempo e a frequência de todas as notas aumentava de forma proporcional, alterando o tom.

Pessoa tocando violão (Imagem: PeopleImages/Shutterstock)

A revista também dá o exemplo de trompetistas, que gravam em metade da velocidade para que, ao reproduzir na velocidade certa, fique como se as notas estivessem mais agudas.

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Entenda o que é a Síndrome de Fim de Ano

Todo ano é a mesma coisa: dezembro chega e, junto com as luzes piscando e as festas marcadas, vem também aquela mistura estranha de cansaço, ansiedade, nostalgia e até uma pontinha de tristeza. Enquanto todo mundo parece animado para celebrar, muita gente sente exatamente o contrário, e isso não é frescura. Esse combo emocional tem nome popular e está cada vez mais reconhecido: Síndrome de Fim de Ano, também chamada de Dezembrite.

Sobretudo, esse fenômeno não é considerado um diagnóstico oficial, mas reúne sentimentos reais que se intensificam nessa época. Pressão para “fechar o ano bem”, balanço das metas, saudade de quem não está mais por perto e até o peso das expectativas sociais podem deixar dezembro mais pesado do que festivo. Quer entender por que isso acontece e como lidar melhor com esse período? Então segue no artigo.

Leia mais

O que é a Síndrome de Fim de Ano e por que ela acontece

homem sentado com as mãos apoiando o rosto sobre a mesa, como se estivesse incomodado e ao fundo uma sala enfeitada para o natal
Algumas pessoas se sentem mais irritadas no fim de ano/Shutterstock_Krakenimages.com

A chamada Síndrome de Fim de Ano não aparece em manuais de psiquiatria, mas é amplamente reconhecida por especialistas como um conjunto de emoções que se intensificam em dezembro.

Dessa forma, o termo ganhou força na mídia e entre profissionais de saúde mental justamente porque descreve bem o que muita gente sente: tristeza, irritabilidade, ansiedade, sensação de esgotamento e até um “luto simbólico” pelo ano que passou.

Quem usa o termo e de onde ele surgiu

O termo Dezembrite se popularizou na imprensa e entre psicólogos como uma forma leve de explicar esse fenômeno emocional. De acordo com alguns especialistas em entrevista ao G1, embora não seja um conceito clínico, os sentimentos associados são reais e podem afetar qualquer pessoa.

Outro artigo publicado no Jornal da USP reforça que dezembro costuma trazer uma sobrecarga emocional por causa do acúmulo de tarefas, balanço do ano e pressão social para estar bem.

Idosa com mão embaixo do queixo com olhar triste e árvore de natal ao fundo
O luto pode reforçar a Síndrome de fim de ano/Shutterstock_Camand

Por que dezembro pesa tanto?

Especialistas apontam vários gatilhos que tornam o mês mais sensível:

  • Pressão social por felicidade: festas, fotos, reencontros e expectativas criam um clima de “obrigação” de estar bem.
  • Balanço do ano: metas não cumpridas podem gerar frustração e sensação de insuficiência.
  • Luto e saudade: datas comemorativas evidenciam ausências.
  • Cansaço acumulado: o corpo e a mente chegam ao fim do ano no limite.
  • Comparações sociais: redes sociais intensificam a sensação de inadequação.

O psiquiatra Saulo Ciasco, ouvido pelo G1, explica que o fim do ano funciona como um “marcador emocional”, que evidencia o que não foi vivido ou concluído. As pessoas analisam o que fizeram no ano, e quando o resultado não é o esperado, acabam sofrendo com frustração e angústia. Em outras palavras, com a Dezembrite.

Sintomas mais comuns

  • Ansiedade
  • Irritabilidade
  • Tristeza
  • Insônia
  • Falta de apetite
  • Sensação de esgotamento
  • Dificuldade de concentração

Como minimizar os sintomas

mulher sentada abraçada aos joelhos com cara de triste e decoração natalina ao fundo
Especialistas recomendam acompanhamento em terapia para diminuir efeitos de tristeza no fim de ano/Shutterstock_fast-stock

Embora não exista uma “cura” para a Síndrome de fim de ano, algumas atitudes ajudam, e muito, tais como:

  • Reduza expectativas: você não precisa dar conta de tudo.
  • Organize prioridades: escolha o que realmente importa.
  • Crie rituais próprios: nem toda tradição precisa ser seguida.
  • Descanse sem culpa: seu corpo e sua mente precisam disso.
  • Evite comparações: cada pessoa vive o fim de ano de um jeito.
  • Busque apoio: conversar com amigos, familiares ou profissionais ajuda a aliviar o peso emocional.

Segundo a psicóloga Karina Siqueira, em entrevista ao Estado de Minas, planejar a rotina e incluir pequenas atividades prazerosas também é fundamental para manter o bem‑estar no fim do ano. Ela explica que ações simples, como assistir a uma série, ouvir música, caminhar ou conversar com alguém querido, já fazem diferença no equilíbrio emocional.

Com informações G1, Jornal da USP e Estado de Minas

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Os 10 doramas mais assistidos do Rakuten Viki em 2025

Os doramas mais assistidos do Rakuten Viki em 2025 reforçam o protagonismo das séries asiáticas no consumo de streaming. Ao longo do ano, títulos sul-coreanos e chineses se destacaram não apenas pelo volume de visualizações, mas também pelo engajamento do público e pela presença constante nas redes sociais. 

Entre romances intensos, dramas históricos e histórias contemporâneas cheias de conflitos, produções como “A Lenda da Generala” e “A Cidade” figuraram entre as favoritas dos assinantes.

Leia mais:

Os 10 doramas mais assistidos do Rakuten Viki em 2025

A seguir, confira a lista completa com os dez doramas que mais fizeram sucesso na plataforma em 2025, reunindo tramas que conquistaram milhões de espectadores e se tornaram presença garantida nas watchlists dos fãs do gênero.

1. Meu Querido Nêmesis

Abrindo o ranking, o K-drama aposta no humor e no romance para contar a história de Su Jeong, que se envolve virtualmente com um jogador conhecido como “Dragão Negro”. O encontro fora das telas, no entanto, acaba de forma frustrante. Após anos, o passado retorna quando ela descobre que o novo chefe é justamente o antigo interesse amoroso, dando início a uma relação marcada por conflitos e situações inesperadas. O elenco conta com Moon Ga-young e Choi Hyun-wook.

Quantidade de episódios: 12
Avaliação: 7,3 no IMDb

2. Meu Secretário Perfeito

Meu secretário favorito
Personagens principais da obra (Imagem: Divulgação/IMDb)

Voltado aos fãs de romances corporativos, o dorama acompanha Kang Ji Yun, uma executiva rigorosa e totalmente dedicada à carreira. A rotina controlada começa a mudar com a chegada de Yu Eun Ho, um secretário eficiente que passa a dividir o dia a dia profissional com ela. Entre desafios no ambiente empresarial, surge uma relação que vai além do trabalho. Han Ji-min e Lee Jun-hyuk protagonizam a produção.


Quantidade de episódios: 12
Avaliação: 7,7 no IMDb

3. Ambição do Amor

Direto da China, a série apresenta Xu Yan, uma comunicadora de sucesso que enfrenta o colapso da vida pessoal após o término do casamento com um influente empresário. Quando ele tenta reconquistar seu espaço no coração de seu amado, antigos sentimentos e tensões vêm à tona. Estrelado por Zhao Lusi e William Chan, o C-drama é baseado na webnovel Da Qiao Xiao Qiao, escrita por Zhang Yue Ran.

Quantidade de episódios: 32
Avaliação: 7,5 no IMDb

4. A Primeira Noite com o Duque

A Primeira Noite com o Duque
Dorama “A Primeira Noite com o Duque” (Imagem: Divulgação/IMDb)

Com elementos de fantasia e romance histórico, a trama acompanha uma universitária que desperta misteriosamente dentro de um livro ambientado na Dinastia Joseon. Agora vivendo como Cha Sun Chaek, ela tenta se adaptar ao novo mundo enquanto decisões inesperadas passam a alterar o curso da história original. Seohyun e Taecyeon lideram o elenco dessa adaptação de uma webcomic de Hwang Do Tol.

Quantidade de episódios: 12
Avaliação: 7,1 no IMDb

5. A Cidade e a Lei

Voltado ao universo jurídico, o drama retrata a rotina de cinco jovens advogados em início de carreira, que enfrentam casos complexos, dilemas morais e a pressão constante do mercado em Seul. A série aposta em conflitos éticos e relações profissionais intensas, com atuações de Lee Jong-suk e Moon Ga-young.

Quantidade de episódios: 12
Avaliação: 6,3 no IMDb

6. Fitness na Academia e no Amor

Fitness na Academia e no Amor
Esta obra traz uma série de cenas engraçadas (Imagem: Divulgação/Rakuten Viki)

Misturando romance e superação, a produção acompanha Lee Mi Ran, que decide mudar de vida após uma decepção amorosa e passa a frequentar uma academia aberta 24 horas. No local, ela conhece Do Hyeon Joong, um ex-atleta que agora trabalha como treinador. A convivência entre treinos e desafios cria espaço para um sentimento inesperado. Lee Jun-young e Jung Eun-ji estrelam a comédia romântica.

Quantidade de episódios: 12
Avaliação: 7,0 no IMDb

7. Prisioneiros da Beleza

Prisioneiros
Dorama excelente para quem curte romance (Imagem: Divulgação/Rakuten Viki)

Entre os maiores sucessos do ano, o drama histórico chinês apresenta Xiao Qiao, uma jovem perspicaz forçada a aceitar um casamento político para unir famílias rivais. Em meio a disputas de poder, desconfiança e intrigas, a relação evolui de hostilidade para algo mais profundo. A série é baseada na obra Zhe Yao, de Peng Lai Ke, e conta com Song Zu’er e Liu Yuning no elenco.

Quantidade de episódios: 36
Avaliação: 8,2 no IMDb

8. Motel Califórnia

Com uma narrativa marcada pela nostalgia, o K-drama segue Ji Kang Hee, que retorna à cidade natal após muitos anos longe. De volta ao antigo motel da família, ela reencontra Cheon Yeon Soo, amigo de infância e primeiro amor, agora veterinário. O reencontro reabre sentimentos guardados e segredos nunca revelados. Lee Se-young e Na In-woo protagonizam a série.

Quantidade de episódios: 12
Avaliação: 6,5 no IMDb

9. A Lenda da Generala

A Lenda
A produção conta com cenas de bastante ação (Imagem: Divulgação/IMDb)

Inspirado na webnovel Rebirth of a Star General, o drama de época acompanha He Yan, que assume a identidade do irmão para preservar a honra da família. Após ser traída, ela inicia uma jornada para recuperar seu nome e reencontra um antigo aliado que pode mudar seu destino. Zhou Ye e Ryan Cheng estão entre os destaques do elenco.

Quantidade de episódios: 36
Avaliação: 8,0 no IMDb

10. Minha Juventude

Encerrando a lista, o dorama sul-coreano aborda temas como fama, amadurecimento e memórias do passado. A história gira em torno de Sunwoo Hae, ex-ator mirim que tenta levar uma vida comum após crescer sob os holofotes. O reencontro com alguém importante de sua juventude o obriga a revisitar traumas e sentimentos antigos. Song Joong-ki e Chun Woo-hee lideram o elenco.

Quantidade de episódios: 12
Avaliação: 6,7 no IMDb

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Pedidos de patentes revelam a aposta da Tesla em IA

Nos últimos anos, a Tesla tem mostrado uma transformação estratégica: os pedidos de patentes indicam foco crescente em inteligência artificial (IA) e condução autônoma, em vez da inovação automotiva tradicional. A mudança reflete a aposta de Elon Musk em robôs e sistemas de IA como o futuro da empresa.

Embora os carros elétricos ainda representem a maior parte da receita, os dados sugerem que a Tesla está se reinventando para o mundo digital, e não apenas mecânico.

Apesar dos carros elétricos ainda serem o principal, a Tesla concentra esforços em IA e tecnologia para o futuro.
Apesar dos carros elétricos ainda serem o principal, a Tesla concentra esforços em IA e tecnologia para o futuro. Imagem: Mijansk786/Shutterstock

Dois picos de inovação: da manufatura à IA

Uma análise da Electrek dos cerca de 4.200 pedidos de patentes da Tesla entre 2014 e 2024 revela dois momentos-chave:

  • 2018: durante a produção do Modelo 3, a Tesla concentrou-se em patentes industriais, voltadas à manufatura em larga escala.
  • 2022: surge um novo pico, dominado por patentes de hardware e software de IA, incluindo sistemas para direção autônoma e o computador AI4 da Tesla.

O primeiro pico refletia os desafios de produção, enquanto o segundo destaca a mudança estratégica da montadora para tecnologias de inteligência artificial.

Levantamento de 4.200 patentes revela como a Tesla migrou da manufatura para tecnologias de inteligência artificial.
Levantamento de 4.200 patentes revela como a Tesla migrou da manufatura para tecnologias de inteligência artificial. Imagem: Jonathan Weiss / Shutterstock

Menos carro, mais IA

Hoje, menos de 10% das patentes da Tesla estão classificadas como “Automotivas”. Em contraste, 40% do portfólio está relacionado à IA, incluindo:

  • Treinamento de redes neurais (Dojo).
  • Estimativa de distância apenas por visão (substituindo LiDAR).
  • Rotulagem e simulação de dados.
  • Componentes para robôs humanoides, como juntas eletromecânicas e atuadores lineares.

Essa mudança evidencia que Elon Musk direcionou a Tesla para se tornar uma empresa de tecnologia, com menos foco em veículos e mais em softwares e hardwares inteligentes.

Tesla mira crescimento em robôs e IA, mas promessas de renda universal e fim da pobreza ainda são incertas.
Tesla mira crescimento em robôs e IA, mas promessas de renda universal e fim da pobreza ainda são incertas. Crédito: Grzegorz Czapski/Shutterstock

O futuro da Tesla entre riscos e oportunidades

A desaceleração da inovação automotiva preocupa alguns investidores, mas outros veem oportunidades na expansão da IA. Apesar de promessas ambiciosas sobre “renda alta universal” e fim da pobreza com a IA, os efeitos práticos ainda são incertos.

Leia mais:

A transição da Tesla é clara: os carros continuam importantes, mas robôs e inteligência artificial podem se tornar o verdadeiro motor de crescimento da empresa. O histórico de pedidos de patentes mostra que a Tesla está deixando de ser apenas uma montadora e se aproximando de uma empresa de tecnologia disruptiva.

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Aston Villa x Manchester United: onde assistir e horário do jogo da Premier League

Neste domingo (21), Aston Villa e Manchester United se enfrentam em partida válida pela 17⁠ª rodada da Premier League. O jogo acontece a partir das 13h30 (horário de Brasília) e será disputado no Estádio Villa Park, na Inglaterra.

  • Aston Villa x Manchester United:
    • Competição: Premier League
    • Rodada: 17ª
    • Data: 21/12 (domingo)
    • Horário: 13h30 (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio Villa Park, em Birmingham, na Inglaterra.

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Onde assistir Aston Villa e Manchester United pela Premier League?

confronto entre Aston Villa e Manchester United pela Premier League será transmitido ao vivo pelo Disney+.

Possíveis escalações

  • Aston Villa: Dibu Martínez; Cash, Konsa, Lindelöf e Maatsen; Onana, Kamara e Tielemans; McGinn, Watkins e Rogers.
    • Técnico: Unai Emery
  • Manchester United: Lammens; Yoro, Heaven e Shaw; Dalot, Ugarte, Bruno Fernandes e Dorgu; Mount, Sesko e Matheus Cunha.
    • Técnico: Rúben Amorim.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Michael Oliver.
    • Assistentes: Stuart Burt e Neil Davies.
    • VAR: Peter Bankes.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Como chegam Aston Villa e Manchester United para o duelo

O Aston Villa vive fase excepcional, acumulando nove vitórias consecutivas em todas as competições. Sob o comando de Unai Emery, a equipe disparou na tabela e ocupa a terceira colocação, pressionando de perto o líder Arsenal.

O Manchester United segue irregular, mas atravessa sequência de quatro jogos sem derrota, com duas vitórias e dois empates. Ainda assim, mesmo após alto investimento em reforços, a equipe de Ruben Amorim continua oscilando e aparece apenas na sexta colocação, distante da briga pela liderança.

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

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Vasco x Corinthians: onde assistir, horário e escalações da final da Copa do Brasil

Neste domingo (21), Vasco e Corinthians se enfrentam pelo jogo de volta da final da Copa do Brasil 2025. A bola rola para a partida que vai decidir o grande campeão às 18h (horário de Brasília) no Maracanã, no Rio de Janeiro.

  • Vasco x Corinthians:
    • Competição: Copa do Brasil
    • Fase: Final, Jogo de volta
    • Data: 21/12 (domingo)
    • Horário: 18h (horário de Brasília)
    • ​Local: Maracanã, no Rio de Janeiro.

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Onde assistir Vasco x Corinthians pela Copa do Brasil?

O duelo entre Vasco e Corinthians pelo título da Copa do Brasil terá transmissão da Globo (TV aberta), do SporTV (TV fechada), do Premiere (pay-per-view), da GE TV (YouTube) e do Prime Video (streaming).

Prováveis escalações e arbitragem

  • Vasco: Léo Jardim; Paulo Henrique, Carlos Cuesta, Robert Renan e Pumita Rodríguez; Thiago Mendes, Cauan Barros e Philippe Coutinho; Nuno Moreira, Andrés Gómez e Rayan.
    • Técnico: Fernando Diniz.
  • Corinthians: Hugo Souza; Matheuzinho, Gustavo Henrique, André Ramalho e Matheus Bidu; José Martínez, Maycon, Breno Bidon (Rodrigo Garro) e Carrillo; Memphis Depay e Yuri Alberto.
    • Técnico: Dorival Jr.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO).
    • Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Victor Imazu (PR).
    • VAR: Marco Fazekas (MG).

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Como chegam Vasco e Corinthians para a grande decisão?

Após 14 anos do título de 2011, o Vasco tenta voltar a erguer a Copa do Brasil. Na campanha, eliminou União Rondonópolis e Nova Iguaçu por 3 a 0, passou pelo Operário-PR nos pênaltis, superou CSA e Botafogo, além de avançar diante do Fluminense também nas penalidades, garantindo vaga na final. Com o 0 a 0 no jogo de ida, quem vencer fica com a taça; novo empate leva a decisão aos pênaltis, cenário que o goleiro Léo Jardim espera evitar após atuações decisivas no torneio.

O Corinthians busca o tetracampeonato da Copa do Brasil e chegou à final após eliminar o Cruzeiro nos pênaltis por 5 a 4. Antes, passou com autoridade por Novorizontino, Palmeiras e Athletico-PR. Sem desfalques, Dorival Júnior terá força máxima, e Memphis Depay, que fez trabalho específico, não preocupa para a decisão.

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

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Tottenham x Liverpool: onde assistir, horário e escalações do jogo da Premier League

Neste sábado (20), Tottenham e Liverpool se enfrentam pela 17ª rodada da Premier League. A bola rola às 14h30 (horário de Brasília) no Tottenham Stadium, em Londres, na Inglaterra.

  • Tottenham x Liverpool 
    • Competição: Premier League
    • Rodada: 17ª
    • Data: 20/12 (sábado)
    • Horário: 14h30 (horário de Brasília)
    • Local: Tottenham Stadium, em Londres, na Inglaterra

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Onde assistir ao duelo entre Tottenham e Liverpool?

O duelo entre Tottenham e Liverpool terá transmissão ao vivo pela ESPN e Disney+.

Escalações prováveis e arbitragem

  • Tottenham: Vicario; Pedro Porro, Romero, Van de Ven e Spence; João Palhinha, Bergvall e Xavi Simons; Kudus, Kolo Muani e Richarlison.
    • Técnico: Thomas Frank.
  • Liverpool: Alisson; Bradley, Konaté, Van Dijk e Kerkez; Gravenberch, Mac Allister e Curtis Jones; Chiesa, Ekitik e Wirtz.
    • Técnico: Arne Slot.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: John Brooks (ING).
    • Assistentes: Simon Bennett e James Mainwaring (ING)
    • VAR: Stuart Attwell (ING).

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Como chegam Tottenham e Liverpool para o jogo?

O Tottenham entra em campo em busca de reabilitação após a dura derrota para o Nottingham Forest na última rodada. O revés encerrou a sequência de duas vitórias e aumentou novamente a pressão sobre o técnico Thomas Frank, em meio a uma campanha irregular na Premier League.

O Liverpool conseguiu estancar a sequência de derrotas e agora soma cinco jogos de invencibilidade. Com duas vitórias consecutivas, os Reds buscam o terceiro triunfo seguido para retomar o bom desempenho exibido no início da temporada.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje!

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Manchester City x West Ham: onde assistir, horário e escalação da Premier League

Neste sábado (20) Manchester City e West Ham se enfrentam pela 17ª rodada da Premier League 2025/26. A bola rola às 12h (horário de Brasília) no Etihad Stadium, em Manchester (Inglaterra).

  • Manchester City x West Ham:
    • Competição: Premier League 2025/2025
    • Rodada: 17ª
    • Data: 20/12 (domingo)
    • Horário: 12h (horário de Brasília)
    • ​Local: Etihad Stadium, em Manchester (Inglaterra)

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Onde assistir Manchester City x West Ham na Premier League?

O duelo entre Manchester City e West Ham terá transmissão exclusiva pelo streaming Disney+.

Prováveis escalações

  • Manchester City: Donnarumma; Matheus Nunes, Rúben Dias, Gvardiol e O’Reilly; Nico González; Bernado Silva, Rayan Cherki, Phil Foden e Savinho (Tijani Reijnders); Haaland.
    • Técnico: Pep Guardiola.
  • West Ham: Areola; Walker-Peters, Jean-Clair Todibo, Mavropanos e Oliver Scarles; Freddie Potts, Soungoutou Mangassa, Mateus Fernandes e Lucas Paquetá; Jarrod Bowen e Summerville.
    • Técnico: Nuno Espírito Santo.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Paul Tierney
    • Assistentes: Richard West e Marc Perry
    • VAR: Alex Chilowicz

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Manchester City x West Ham na Premier League

O Manchester City chega ao duelo na vice-liderança da Premier League, com 34 pontos, dois a menos que o Arsenal, e vive bom momento na temporada. A equipe garantiu vaga na semifinal da Copa da Liga ao bater o Brentford e, em casa, Pep Guardiola deve escalar força máxima, com exceção de Doku, lesionado.

O West Ham vive situação oposta, ocupando a 18ª posição com 13 pontos e brigando contra o rebaixamento. A equipe vem de derrota por 3 a 2 para o Aston Villa, após sofrer virada, evidenciando fragilidades defensivas. Fora de casa, Nuno Espírito Santo não terá Wan-Bissaka e Malick Diouf, convocados para a Copa Africana de Nações.

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

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A tecnologia está ajudando a salvar espécies raras de plantas brasileiras

A biodiversidade brasileira é um dos maiores tesouros do planeta, mas muitas espécies raras correm o risco de desaparecer sem uma intervenção precisa. Felizmente, a integração de inteligência artificial e sensores avançados está revolucionando a forma como cientistas mapeiam e protegem nossa flora nativa.

Monitoramento por inteligência artificial e satélites

A tecnologia de monitoramento remoto aliada a algoritmos de aprendizado de máquina permite identificar variações sutis em biomas densos. De acordo com informações da Embrapa, o uso de inteligência artificial tem sido um aliado fundamental na identificação de espécies arbóreas e plantas raras em larga escala, permitindo que pesquisadores localizem populações isoladas que antes eram invisíveis aos métodos tradicionais.

Essas ferramentas tecnológicas oferecem uma série de capacidades cruciais para a conservação:

  • 🔍 Reconhecimento automatizado
    Algoritmos que identificam espécies através de padrões de folhas e cascas em fotos de alta resolução.
  • 🗺️ Previsão de habitat
    Modelos que indicam onde uma planta rara tem mais chances de sobreviver com base no solo e clima.
  • 🚨 Detecção de ameaças
    Alertas imediatos sobre desmatamento ou invasão de espécies exóticas em áreas de preservação.
  • 📊 Análise de biomassa
    Cálculo preciso do carbono estocado e da saúde geral da vegetação monitorada.

Sensores de solo e a Internet das Coisas

Para proteger plantas que restam apenas em pequenos nichos ecológicos, pesquisadores utilizam sensores de IoT (Internet das Coisas) espalhados estrategicamente pelo terreno. Esses dispositivos monitoram em tempo real a umidade do solo, a temperatura ambiente e a incidência de luz, enviando dados cruciais para centros de pesquisa. Essa aplicação da IA e da conectividade permite entender exatamente quais condições ambientais estão levando uma espécie ao declínio.

Com esses dados, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) pode criar planos de manejo muito mais eficazes. Se um sensor detecta uma queda atípica na umidade de uma região que abriga uma flor rara, as equipes de campo podem intervir antes que a planta sofra danos irreversíveis, garantindo a manutenção do microclima necessário para sua reprodução.

A tecnologia está ajudando a salvar espécies raras de plantas brasileiras
Para proteger plantas que restam apenas em pequenos nichos ecológicos, pesquisadores utilizam sensores de IoT – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

Drones e o mapeamento de precisão em áreas remotas

Drones equipados com câmeras multiespectrais conseguem sobrevoar cânions e florestas fechadas, capturando detalhes que satélites comuns não alcançam. Essa tecnologia é essencial para a sustentabilidade dos projetos de reflorestamento, pois permite lançar sementes de espécies raras em locais de difícil acesso para seres humanos, acelerando a recuperação de áreas degradadas.

Tecnologias para Conservação de Plantas Raras
🛰️

Drones LiDAR

Função: Mapeamento 3D da estrutura florestal.

Benefício: Identifica plantas raras escondidas sob o dossel das árvores.

🌡️

Sensores IoT

Função: Monitoramento contínuo de microclima.

Benefício: Garante níveis ideais de umidade e luz para espécies sensíveis.

🧬

Bancos de DNA Digital

Função: Armazenamento de sequências genéticas.

Benefício: Preserva a identidade genética das espécies para o futuro.

👁️‍🗨️

Visão Computacional

Função: Classificação automática de imagens.

Benefício: Acelera o inventário botânico diretamente em campo.

O papel das instituições e a proteção do futuro verde

Projetos apoiados pelo WWF Brasil e outras organizações utilizam a ciência de dados para criar corredores ecológicos digitais. Ao cruzar informações de diferentes fontes, é possível entender como as mudanças climáticas globais afetarão a flora brasileira nas próximas décadas. A proteção do meio ambiente deixou de ser apenas um trabalho de campo braçal e se tornou uma operação tecnológica de alta complexidade.

O futuro da preservação das plantas brasileiras depende dessa simbiose entre a biologia tradicional e as novas fronteiras da computação. À medida que as ferramentas de análise se tornam mais acessíveis, a chance de salvarmos espécies que estão à beira da extinção aumenta consideravelmente, garantindo que a riqueza natural do país continue viva para as próximas gerações.

Leia mais:

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Corrida da IA acelera e torna chips descartáveis em poucos anos

A corrida pela inteligência artificial (IA) levou a indústria de tecnologia a investir cerca de US$ 400 bilhões (aproximadamente R$ 2 trilhões) em chips e data centers apenas neste ano.

Mas cresce a preocupação: esses chips estariam ficando obsoletos rápido demais, colocando em risco lucros, empresas e até a economia, explica o TechXplore.

Menos de um ano após o Blackwell, a Nvidia já projeta o Rubin, com desempenho 7,5 vezes maior, encurtando o ciclo de vida dos chips.
Menos de um ano após o Blackwell, a Nvidia já projeta o Rubin, com desempenho 7,5 vezes maior, encurtando o ciclo de vida dos chips (Imagem: Hairem/Shutterstock)

Chips cada vez mais potentes — e descartáveis

Antes do boom da IA generativa, empresas de computação em nuvem trabalhavam com uma vida útil média de cerca de seis anos para chips e servidores. Esse cenário mudou drasticamente.

A combinação de desgaste e obsolescência tecnológica torna difícil sustentar essa previsão.

Mihir Kshirsagar, do Centro de Políticas de Tecnologia da Informação da Universidade de Princeton, à AFP

O principal motivo é a velocidade com que novos chips vêm sendo lançados. A Nvidia, líder absoluta do setor, anunciou um salto de desempenho impressionante: menos de um ano após lançar o chip Blackwell, revelou que o Rubin, previsto para 2026, será 7,5 vezes mais potente. Com isso, equipamentos recém-adquiridos passam a perder valor em ritmo acelerado.

De acordo com o analista Gil Luria, da D.A. Davidson, nesse cenário os chips de IA podem perder entre 85% e 90% do valor em apenas três ou quatro anos. O próprio CEO da Nvidia, Jensen Huang, reconheceu o problema ao afirmar que, após o lançamento do Blackwell, “quase ninguém queria a geração anterior”.

Para investidores mais cautelosos, a rápida obsolescência dos chips de IA reforça o temor de uma possível bolha no setor.
Para investidores mais cautelosos, a rápida obsolescência dos chips de IA reforça o temor de uma possível bolha no setor (Imagem: royyimzy/iStock)

Quando a conta começa a assustar

Além da obsolescência acelerada, há outro fator preocupante: falhas técnicas. Chips de IA operam sob cargas extremas, aquecem intensamente e apresentam quebras com mais frequência. Um estudo da Meta sobre o modelo Llama apontou uma taxa anual de falhas de 9% no hardware utilizado.

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Para investidores mais céticos, como Michael Burry — famoso por prever a crise de 2008 —, o cenário lembra perigosamente uma bolha. Ele chegou a chamar a situação de “fraude” em uma postagem recente.

Analistas, como Kshirsagar e Burry, estimam que a vida útil real desses chips seja de apenas dois a três anos, bem abaixo do que muitas empresas consideram em seus balanços. Isso pode afetar diretamente os lucros, já que prazos menores de depreciação aumentam os custos no curto prazo.

A diversificação protege as big techs, mas companhias concentradas em infraestrutura de IA sentem mais o impacto.
Diversificação protege as big techs, mas companhias concentradas em infraestrutura de IA sentem mais o impacto (Imagem: Poetra.RH/Shutterstock)

Quem corre mais risco nessa corrida da IA

Nem todas as empresas estão igualmente expostas. Gigantes, como Google, Amazon e Microsoft contam com receitas diversificadas. Já companhias mais focadas em infraestrutura de IA enfrentam um cenário mais delicado.

Entre os principais riscos estão:

  • Endividamento elevado para comprar chips de última geração.
  • Dependência excessiva de poucos clientes de nuvem.
  • Data centers caros que precisam ser atualizados com frequência.
  • Chips usados como garantia em empréstimos.
  • Dificuldade para captar capital se a lucratividade cair.

Algumas empresas tentam reduzir o impacto reaproveitando chips mais antigos em tarefas menos exigentes. Segundo Jon Peddie, da Jon Peddie Research, modelos de 2023 ainda podem ser úteis como backup ou para aplicações secundárias — desde que isso faça sentido economicamente.

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