Corrida da IA acelera e torna chips descartáveis em poucos anos

A corrida pela inteligência artificial (IA) levou a indústria de tecnologia a investir cerca de US$ 400 bilhões (aproximadamente R$ 2 trilhões) em chips e data centers apenas neste ano.

Mas cresce a preocupação: esses chips estariam ficando obsoletos rápido demais, colocando em risco lucros, empresas e até a economia, explica o TechXplore.

Menos de um ano após o Blackwell, a Nvidia já projeta o Rubin, com desempenho 7,5 vezes maior, encurtando o ciclo de vida dos chips.
Menos de um ano após o Blackwell, a Nvidia já projeta o Rubin, com desempenho 7,5 vezes maior, encurtando o ciclo de vida dos chips (Imagem: Hairem/Shutterstock)

Chips cada vez mais potentes — e descartáveis

Antes do boom da IA generativa, empresas de computação em nuvem trabalhavam com uma vida útil média de cerca de seis anos para chips e servidores. Esse cenário mudou drasticamente.

A combinação de desgaste e obsolescência tecnológica torna difícil sustentar essa previsão.

Mihir Kshirsagar, do Centro de Políticas de Tecnologia da Informação da Universidade de Princeton, à AFP

O principal motivo é a velocidade com que novos chips vêm sendo lançados. A Nvidia, líder absoluta do setor, anunciou um salto de desempenho impressionante: menos de um ano após lançar o chip Blackwell, revelou que o Rubin, previsto para 2026, será 7,5 vezes mais potente. Com isso, equipamentos recém-adquiridos passam a perder valor em ritmo acelerado.

De acordo com o analista Gil Luria, da D.A. Davidson, nesse cenário os chips de IA podem perder entre 85% e 90% do valor em apenas três ou quatro anos. O próprio CEO da Nvidia, Jensen Huang, reconheceu o problema ao afirmar que, após o lançamento do Blackwell, “quase ninguém queria a geração anterior”.

Para investidores mais cautelosos, a rápida obsolescência dos chips de IA reforça o temor de uma possível bolha no setor.
Para investidores mais cautelosos, a rápida obsolescência dos chips de IA reforça o temor de uma possível bolha no setor (Imagem: royyimzy/iStock)

Quando a conta começa a assustar

Além da obsolescência acelerada, há outro fator preocupante: falhas técnicas. Chips de IA operam sob cargas extremas, aquecem intensamente e apresentam quebras com mais frequência. Um estudo da Meta sobre o modelo Llama apontou uma taxa anual de falhas de 9% no hardware utilizado.

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Para investidores mais céticos, como Michael Burry — famoso por prever a crise de 2008 —, o cenário lembra perigosamente uma bolha. Ele chegou a chamar a situação de “fraude” em uma postagem recente.

Analistas, como Kshirsagar e Burry, estimam que a vida útil real desses chips seja de apenas dois a três anos, bem abaixo do que muitas empresas consideram em seus balanços. Isso pode afetar diretamente os lucros, já que prazos menores de depreciação aumentam os custos no curto prazo.

A diversificação protege as big techs, mas companhias concentradas em infraestrutura de IA sentem mais o impacto.
Diversificação protege as big techs, mas companhias concentradas em infraestrutura de IA sentem mais o impacto (Imagem: Poetra.RH/Shutterstock)

Quem corre mais risco nessa corrida da IA

Nem todas as empresas estão igualmente expostas. Gigantes, como Google, Amazon e Microsoft contam com receitas diversificadas. Já companhias mais focadas em infraestrutura de IA enfrentam um cenário mais delicado.

Entre os principais riscos estão:

  • Endividamento elevado para comprar chips de última geração.
  • Dependência excessiva de poucos clientes de nuvem.
  • Data centers caros que precisam ser atualizados com frequência.
  • Chips usados como garantia em empréstimos.
  • Dificuldade para captar capital se a lucratividade cair.

Algumas empresas tentam reduzir o impacto reaproveitando chips mais antigos em tarefas menos exigentes. Segundo Jon Peddie, da Jon Peddie Research, modelos de 2023 ainda podem ser úteis como backup ou para aplicações secundárias — desde que isso faça sentido economicamente.

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Google amplia verificação de IA do Gemini para vídeos

O Google ampliou as capacidades de verificação de conteúdo do Gemini e passou a permitir a análise de vídeos criados ou editados com seus próprios modelos de inteligência artificial (IA).

A partir de agora, usuários podem enviar um vídeo ao assistente e perguntar diretamente se ele foi gerado com IA do Google, recebendo uma resposta detalhada baseada em sinais técnicos incorporados ao material.

A novidade expande um recurso lançado em novembro, quando o Gemini passou a identificar imagens produzidas ou alteradas com ferramentas de IA da empresa. Na ocasião, o Google já havia sinalizado que o suporte a vídeos chegaria em breve.

Sistema aponta trechos específicos marcados como conteúdo gerado artificialmente (Imagem: Google)

Como funciona a verificação de vídeos

  • O Gemini analisa tanto os elementos visuais quanto o áudio em busca do SynthID, a marca d’água digital proprietária do Google.
  • Segundo a empresa, o sistema não se limita a confirmar ou negar a origem do vídeo: ele também aponta momentos específicos em que a marca d’água aparece, oferecendo mais transparência sobre quais trechos foram afetados por ferramentas de IA.
  • O recurso é compatível com vídeos de até 100 MB e 90 segundos e está disponível em todos os países e idiomas onde o aplicativo Gemini opera.

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Novo agente Gemini Deep Research aprimora buscas complexas e será integrado ao app Gemini e outros serviços.
Ferramenta tenta aumentar transparência em meio à proliferação de deepfakes (Imagem: Stock all / Shutterstock)

Limites da marcação e o desafio dos deepfakes

Embora o Google descreva o SynthID como “imperceptível”, ainda não está claro o quão resistente ele é à remoção ou se outras plataformas conseguirão detectar facilmente essas informações.

O tema ganhou destaque recentemente após a OpenAI reconhecer que marcas d’água em vídeos do Sora podiam ser removidas com relativa facilidade.

O Google também incorpora metadados no padrão C2PA em alguns conteúdos gerados por IA, mas a falta de uma adoção coordenada entre redes sociais e plataformas de vídeo continua permitindo que deepfakes circulem sem identificação clara.

Com a expansão para vídeos, o Google dá mais um passo para oferecer ferramentas de verificação, mas o combate à desinformação gerada por IA ainda depende de padrões mais amplos e interoperáveis.

Ícone do aplicativo do Gemini em um smartphone
Gemini passa a checar se vídeos foram gerados por IA do Google (Imagem: miss.cabul/Shutterstock)

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Nintendo Switch 1 e 2: veja 10 jogos para presentear neste Natal

Com a chegada do Natal, escolher um presente que realmente agrade pode ser um desafio — especialmente quando o assunto envolve games. Porém, se quem você está querendo presentear for um gamer que adora se divertir por meio de um Nintendo Switch, saiba que há diversos jogos disponíveis no mercado brasileiro e que podem agradar públicos de diferentes idades e perfis, indo de aventuras familiares a experiências maduras e cinematográficas. 

Pensando nisso, reunimos uma seleção com 10 jogos da Nintendo ideais para você dar de presente a alguém especial neste Natal. A lista traz variedade de gêneros, relevância no mercado e compatibilidade com os consoles mais recentes da marca.

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10 jogos de Nintendo Switch para presentear no Natal de 2025

A lista a seguir contempla jogos que rodam no Nintendo Switch 1, além de títulos desenvolvidos ou otimizados exclusivamente para o Nintendo Switch 2, console que amplia o desempenho gráfico e a complexidade das experiências. A ideia é oferecer opções tanto para quem já possui o Switch tradicional quanto para quem está investindo na nova geração da Nintendo.

Hogwarts Legacy

Jogo Hogwarts Legacy
Este game é uma excelente forma de reviver um pouco do mundo de Harry Potter
(Imagem: Divulgação/Nintendo)

Lançado em novembro de 2023 na versão para o Nintendo Switch, o game Hogwarts Legacy é um RPG de ação ambientado no universo de Harry Potter, permitindo ao jogador explorar Hogwarts e seus arredores na década de 1800. A história é original, com foco em escolhas, feitiços, combate e exploração mágica.

Hogwarts Legacy – Nintendo Switch 2
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Super Mario Odyssey

Super Mario Odyssey
O jogo é mais um da famosa franquia do Super Mario (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Este é um dos jogos mais aclamados da franquia Mario, traz uma aventura em mundos abertos, com mecânicas criativas e foco em exploração. Mario vive diversas aventuras ao lado de seu novo aliado Cappy. Eles viajam por diferentes reinos para resgatar a Princesa Peach. O game foi lançado em outubro de 2017.

Super Mario Odyssey | Nintendo Switch 1
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Metroid Prime 4: Beyond

Metroid Prime 4 Beyond
O título é excelente para quem deseja ter um pouco mais de ação (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Continuação aguardada da saga Metroid Prime, o jogo, lançado no dia 4 de dezembro de 2025, retorna à perspectiva em primeira pessoa, combinando exploração, combate e narrativa sci-fi, com Samus Aran enfrentando novas ameaças espaciais.

Metroid Prime 4: Beyond | Nintendo Switch 2
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Grand Theft Auto: The Trilogy – The Definitive Edition

Grand Theft Auto The Trilogy
GTA é um dos grandes clássico do mundo dos games (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Esta é uma coletânea remasterizada que reúne GTA III, Vice City e San Andreas, com melhorias visuais e ajustes de jogabilidade, oferecendo três campanhas completas em mundo aberto. O lançamento dela aconteceu em novembro de 2021.

Grand Theft Auto: The Trilogy – The Definitive Edition | Nintendo Switch 1
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The Witcher 3: Wild Hunt

The Witcher 3 Wild Hunt
Explore um mundo aberto de fantasia por meio de The Witcher (Imagem: Divulgação/Nintendo)

RPG de ação consagrado, lançado em janeiro de 2021, acompanha o bruxo Geralt de Rívia, um mercenário exterminador de monstros, em um vasto mundo aberto repleto de decisões morais, missões profundas e narrativa densa. Vale destacar ainda que o game conta com expansões na versão para Switch.

The Witcher 3: Wild Hunt | Nintendo Switch 1
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Assassin’s Creed Shadows

Assassin's Creed Shadows
O jogador deste título pode se tornar uma assassina shinobi letal e um poderoso samurai lendário durante sua exploração em um mundo aberto maravilhoso em tempos caóticos (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Presentear alguém com este game é dar a pessoa a oportunidade de ela vivenciar o Japão feudal, isso porque o novo Assassin’s Creed é ambientado neste local e época. Além disso, aposta em dois protagonistas jogáveis, furtividade aprimorada e mundo aberto dinâmico, explorando conflitos históricos e políticos. O lançamento do game aconteceu em 2 de dezembro de 2025. 

Assassin’s Creed Shadows | Nintendo Switch 2
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EA SPORTS Madden NFL 26

EA NFL
Que tal proporcionar a alguém a possibilidade de vivenciar a experiência de ser um atleta? O game da EA pode dar um pequeno gostinho disso (Imagem: Divulgação/Nintendo)

A edição mais recente da principal franquia de futebol americano traz gráficos renovados, inteligência artificial aprimorada e modos competitivos atualizados, aproveitando o desempenho do Switch 2 e entregando uma jogabilidade mais robusta e sofisticada, dando maior autenticidade ao game. O game foi lançado em 14 de agosto de 2025.

EA SPORTS Madden NFL 26 | Nintendo Switch 2
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Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 – Edição Padrão

Tony Hawk's
Essa é uma opção que pode entregar ainda mais adrenalina ao jogador (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Remake dos clássicos jogos de skate, combinando fases icônicas, trilha sonora marcante e controles refinados, agora com visual moderno e suporte total ao novo console da Nintendo. O game ainda traz novas pistas, novos skatistas e claro, diversas manobras radicais. 

Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 – Standard Edition | Nintendo Switch
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Cyberpunk 2077

Cyberpunk
Cyberpunk imerge o jogador em um universo futurístico (Imagem: Divulgação/Nintendo)

RPG de ação em mundo aberto ambientado em Night City, uma megalópole que tem como foco o poder, modificação corporal e glamour. O jogo se passa em um futuro distópico dominado por tecnologia e corporações. A versão para Switch 2 entrega a experiência completa, com campanha extensa e narrativa madura. A experiência do game faz com que o jogador entre na pele de V, um mercenário cyberpunk e lute contra forças poderosas da cidade em busca de glória e sobrevivência. 

Cyberpunk 2077 | Nintendo Switch 2
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HITMAN World of Assassination

Hitman
Este título dá a oportunidade de o jogador ver como é ser um Agente 47 em uma aventura de espionagem definitiva que se passa em mais de 20 locais (Imagem: Divulgação/Nintendo)

A pessoa que você deseja presentear neste Natal é fã da franquia Hitman? Então, esse título, que é uma compilação na qual reúne os principais capítulos da fase moderna de HITMAN, com certeza irá agradá-la. Isso porque o jogo oferece missões amplas, liberdade de abordagem e alto nível de rejogabilidade, agora rodando localmente no Switch 2.

HITMAN World of Assassination | Nintendo Switch 2
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Por que o diamante é tão duro?

Símbolo de luxo e resistência, o diamante vai muito além do seu valor estético. Popularmente considerado o material natural mais duro do planeta, ele desperta o interesse da ciência por suas propriedades únicas.

Mas o que torna essa pedra tão extraordinária? A resposta está na combinação entre sua estrutura atômica, processos geológicos extremos e leis fundamentais da física.

O que caracteriza a dureza do diamante

Como se forma um diamante

Diamante Motswedi, de 2.488 quilates e cerca de meio quilo, é o segundo maior já descoberto no mundo. Crédito: CNW Group/Lucara Diamond Corp.

O diamante se forma a cerca de 150 quilômetros abaixo da superfície terrestre, no manto da Terra. Nesse ambiente extremo, o carbono puro é submetido a pressões superiores a 60 mil atmosferas e temperaturas que podem ultrapassar 1.500 graus Celsius. 

Nessas condições, os átomos de carbono se organizam de maneira altamente estável, dando origem ao cristal de diamante. Posteriormente, erupções vulcânicas profundas, conhecidas como kimberlíticas, transportam esses cristais até a superfície.

Estrutura do diamante

Conceito artístico da fase BC8 (ou superdiamante), uma configuração molecular única cúbica centrada no corpo de oito átomos de carbono. Crédito: Flavia Correia via DALL-E/Olhar Digital

O segredo da dureza do diamante está em sua estrutura cristalina. Cada átomo de carbono se liga a outros quatro átomos por meio de ligações covalentes muito fortes, formando uma rede tridimensional rígida e estável. 

Esse arranjo tetraédrico distribui a força de maneira uniforme, dificultando a deformação da estrutura. É essa organização interna que torna o diamante tão resistente a riscos e desgaste.

A resistência a riscos

Imagem: Christie’s

A dureza do diamante está diretamente relacionada à sua capacidade de resistir a riscos. Ele ocupa o nível máximo, 10, na Escala de Mohs, o que significa que consegue riscar qualquer outro mineral conhecido na natureza. Nenhum material natural, exceto outro diamante, é capaz de arranhar sua superfície. Essa característica faz com que o diamante mantenha seu brilho e polimento por décadas, mesmo em uso diário.

Como se mede a dureza

diamante
Imagem: Byjeng/Shutterstock

A forma mais conhecida de medir a dureza é a Escala de Mohs, criada no século XIX. Ela compara minerais de acordo com sua capacidade de riscar outros materiais. O diamante define o topo da escala.

Em laboratório, também são usados testes quantitativos, como o de dureza Vickers, nos quais um penetrador de diamante pressiona a superfície do material analisado. Esses testes confirmam que a dureza do diamante é muito superior à de minerais como quartzo, rubi e safira.

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Diamantes são inquebráveis?

Diamante / Crédito: New Africa (Shutterstock/reprodução)

Apesar da fama, o diamante não é inquebrável. A Escala de Mohs mede resistência a riscos, não resistência a impactos. O diamante possui planos naturais de clivagem, que são direções onde a estrutura pode se partir com um golpe forte e bem direcionado. 

Essa característica, inclusive, é explorada na lapidação, quando especialistas cortam a pedra com precisão para maximizar seu brilho. Portanto, embora seja extremamente duro, o diamante pode lascar ou quebrar.

Qual a vida útil de um diamante

Um diamante segurado por uma pinça
Crédito: CC0/Wikimedia Commons

Em condições normais, o diamante pode durar milhões de anos sem sofrer alterações significativas. Ele é quimicamente estável e resistente à maioria dos ácidos. No entanto, em temperaturas muito altas e na presença de oxigênio, pode queimar e se transformar em dióxido de carbono. Na prática, sua durabilidade supera a de qualquer objeto criado pelo ser humano, o que reforça sua imagem como símbolo de eternidade.

O uso do diamante no mundo reflete sua dureza

A dureza extrema do diamante o torna indispensável em diversas áreas. Na indústria, ele é usado em ferramentas de corte, perfuração e polimento de materiais duros, como concreto, cerâmica e ligas metálicas. Brocas, serras e rebolos com pontas de diamante garantem precisão e durabilidade. 

O diamante é conhecido como material mais duro da Terra – mas as coisas podem mudar. Crédito: New Africa – Shutterstock

Na medicina, bisturis de diamante permitem cortes extremamente precisos. Na eletrônica e na óptica, o material é valorizado por sua alta condutividade térmica e resistência. 

Atualmente, os diamantes sintéticos dominam o uso industrial, pois oferecem as mesmas propriedades físicas do diamante natural com menor custo.

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As 10 maiores franquias multimídia do mundo

O mercado do entretenimento se transformou profundamente ao longo das últimas décadas. Obras que antes existiam em um formato isolado passaram a ocupar diversos espaços ao mesmo tempo. 

São universos que se expandem para TV, cinema, quadrinhos, games e produtos licenciados, movimentando bilhões e moldando a cultura pop global. 

A seguir, o artigo explica como funcionam essas franquias e apresenta um panorama das maiores arrecadações globais.

O que é uma franquia multimídia

A Disney é a detentora de diversas franquias que figuram entre as mais lucrativas do mundo. (Disney/reprodução)

Franquia multimídia é um conjunto de obras derivadas que nascem de uma criação original. Esse conceito abrange universos que se estendem por diversos meios, como filmes, quadrinhos, games, séries, livros e produtos licenciados. 

Esse tipo de franquia se desenvolve quando uma obra ganha popularidade suficiente para se expandir para outros formatos. O processo costuma envolver licenciamento, permitindo que empresas produzam conteúdos e produtos oficiais com personagens e cenários do universo original.

Para que uma obra seja considerada franquia multimídia, ela precisa existir em ao menos três formatos diferentes e ter mais de uma produção em dois desses formatos.

As maiores franquias multimídia do mundo

Atenção: os valores são estimativas e correspondem aos dados da License Global’s Retail Report e do Visual Capitalist.

Pokémon

pokemon tipo
Pokémons (Crédito: OLM, Inc. e Pokémon Company)

Pokémon lidera a lista das franquias mais lucrativas do planeta. O universo movimenta cerca de 147 bilhões de dólares. A maior parte desse valor vem de produtos licenciados, que somam cerca de 102,9 bilhões. 

Os jogos representam outra fatia significativa, com 27,6 bilhões, seguidos pelos cards colecionáveis, que alcançam 12,1 bilhões. 

Mesmo com um faturamento mais discreto em cinema, quadrinhos e home video, a marca se mantém como um fenômeno global desde os anos 1990.

Hello Kitty

Hello Kitty Super Style via Max/Sanrio/reprodução
Hello Kitty Super Style via Max/Sanrio/reprodução

Criada pela designer Yuko Shimizu, da Sanrio, em 1974, Hello Kitty aparece em segundo lugar no ranking, com aproximadamente 89 bilhões de dólares, quase todo esse valor vindo de merchandising.

A personagem japonesa tornou-se um ícone global sem depender de grandes franquias de filmes ou games. Sua força está na venda de produtos, que vão de material escolar a roupas, acessórios e até parcerias de luxo.

Winnie the Pooh (Ursinho Puff)

Winnie the Pooh (Ursinho Puff) / Crédito: Disney (divulgação)

O ursinho guloso que adora mel e seus amigos é outra franquia que tem nos produtos licenciados sua principal fonte de receita. A marca soma cerca de 76 bilhões de dólares, sustentada principalmente por itens licenciados. 

Além disso, mantém presença constante em livros, animações, filmes e até games. A autoria do escritor inglês A. A. Milne e os direitos atualmente pertencentes à Disney reforçam a longevidade da franquia, mas o merchandising continua sendo o coração do negócio.

Mickey Mouse e Amigos

Mickey Mouse e Amigos / Crédito: Disney (divulgação)

A marca mais clássica da Disney soma cerca de 74 bilhões de dólares, com forte predominância do licenciamento. 

Mickey e seus companheiros continuam entre os personagens mais reconhecidos do mundo, sustentando uma vasta cadeia de produtos que vai de brinquedos a artigos domésticos, além de animações e games. 

A bilheteria de suas produções representa uma fatia menor, porém constante, do total arrecadado.

Star Wars

Pôster do filme Star Wars: O Despertar da Força, com personagens principais em destaque, incluindo heróis e vilões segurando sabres de luz vermelhos, azuis e verdes. No fundo, uma grande batalha espacial ocorre, com naves, soldados e explosões, criando uma atmosfera épica e intensa
Star Wars faz parte de uma das franquias mais bem-sucedidas da história (Divulgação: LucasFilm)

A saga Star Wars nasceu no cinema, mas sua expansão para outras mídias garantiu que se tornasse uma das franquias mais diversificadas da indústria. O universo criado por George Lucas já arrecadou cerca de 70 bilhões de dólares.

Além dos filmes, o alcance de Star Wars se estende por merchandising, games, quadrinhos, livros e muito mais. Os produtos licenciados respondem por 42,2 bilhões, enquanto os games somam cerca de 6 bilhões. As bilheterias ultrapassam 10 bilhões, reforçando o impacto cultural e comercial da saga.

Assim como outras dessa lista, Star Wars é mais uma franquia que está dentro da Disney.

Anpanman

Anpanman / Crédito: TMS Entertainment (divulgação)

Este é o nome mais surpreendente da lista. Praticamente desconhecida no Brasil e em boa parte do Ocidente, a franquia é um fenômeno absoluto no Japão. Anpanman movimenta cerca de 56 bilhões de dólares, impulsionada principalmente por produtos licenciados. 

O personagem aparecem em praticamente tudo no cotidiano das crianças japonesas, desde roupas, brinquedos e videogames a salgadinhos. A marca também está presente em filmes, séries e materiais educativos.

A influência de Anpanman é tão grande que transbordou para outras obras. O personagem inspirou a criação de Saitama, protagonista do anime e mangá One-Punch Man, e também chegou à música pop, como na canção “Anpanman”, do grupo BTS.

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Disney Princess

Disney Princess / Crédito: Disney (divulgação)

A franquia Disney Princess movimenta cerca de 46 bilhões de dólares e reúne personagens femininas de diferentes eras dos filmes da Disney. A marca é uma das mais fortes do licenciamento global, especialmente em vestuário, brinquedos e material escolar. 

Ao longo dos anos, expandiu-se para bonecas, vídeos musicais, itens de beleza, decoração, produtos infantis e colecionáveis. 

Grandes empresas como Funko, Lego, Hasbro, Mattel e Fisher-Price já produziram linhas exclusivas da marca, consolidando Disney Princess como uma das franquias mais influentes e lucrativas do entretenimento infantil.

Jump Comics (Shōnen Jump)

Crédito: Jump FORCE (Bandai Namco / reprodução)

A gigante dos quadrinhos japoneses reúne alguns dos maiores mangás já publicados. O selo da editora Shueisha foi responsável por séries que marcaram gerações, como Dragon Ball, One Piece, Naruto, Os Cavaleiros do Zodíaco, Yu Yu Hakusho, Yu-Gi-Oh! e Hunter x Hunter. Também assina sucessos mais recentes, como Demon Slayer e Jujutsu Kaisen.

A marca movimenta cerca de 40 bilhões de dólares, impulsionada principalmente pela venda de mangás, que responde pela maior parte do faturamento. Games baseados nessas obras também aparecem como uma fonte importante de receita.

Super Mario

Super Mario Odysse
Super Mario Odyssey / Crédito: Nintendo (divulgação)

Mario é uma das franquias mais importantes da história dos games. O personagem da Nintendo se tornou praticamente sinônimo de videogame, com títulos que vão das aventuras clássicas em 2D e 3D a jogos de corrida, esporte, luta e vários outros gêneros. 

Cada novo lançamento é um evento aguardado por jogadores de todos os perfis, dos mais dedicados aos casuais.

O universo movimenta cerca de 38 bilhões de dólares. A maior parte desse valor vem dos jogos, que somam 32,4 bilhões. O merchandising representa 4,3 bilhões, enquanto as bilheterias aparecem de forma mais modesta, embora tenham ganhado destaque após o filme recente, que já tem uma sequência a caminho.

Universo Cinematográfico da Marvel (MCU)

The Avengers (2012) / Crédito: Disney+ (divulgação)

Os heróis da Marvel Comics já eram amplamente conhecidos, mas a adaptação para o cinema levou esses personagens a um novo patamar de popularidade.

O Universo Cinematográfico da Marvel movimenta cerca de 35 bilhões de dólares. As bilheterias somam mais de 22 bilhões, um dos maiores totais da história do cinema, enquanto produtos licenciados respondem por outros 12,5 bilhões. 

A franquia também se expandiu para séries, games e diversas mídias, consolidando-se como um dos maiores fenômenos globais do entretenimento moderno.

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HiRISE bate 100 mil fotos de Marte: nova imagem revela mudanças na superfície

A câmera HiRISE, a bordo do Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) da NASA, alcançou a marca de 100 mil imagens de Marte, anunciou a agência espacial estadunidense nesta terça-feira (16).

A foto comemorativa, feita em 7 de outubro, retrata mesas e campos de dunas em Syrtis Major, a cerca de 80 quilômetros a sudeste da cratera Jezero, onde o rover Perseverance explora rochas e sedimentos antigos.

Esta imagem da região chamada Syrtis Major foi capturada pela câmera HiRISE da sonda Mars Reconnaissance Orbiter da NASA em 7 de outubro de 2025 (Imagem: NASA/JPL-Caltech/Universidade do Arizona)

O feito coroa quase duas décadas de observação de alta resolução do planeta vermelho e alimenta estudos sobre como o vento, a poeira e o gelo moldam continuamente a superfície marciana.

O que a marca de 100 mil imagens revela sobre Marte

  • Há quase 20 anos, a HiRISE acompanha as mudanças do relevo marciano com uma nitidez inédita;
  • Ao apontar para Syrtis Major no registro de número 100 mil, a equipe pretende entender como o vento desloca areia e como esses grãos ficam retidos na paisagem, formando e remodelando dunas com o tempo;
  • Em comunicado, a NASA destacou: “Cientistas estão analisando a imagem para compreender melhor a origem da areia soprada pelo vento que fica presa na paisagem da região, formando dunas”;
  • Essa investigação é mais do que um exercício de geologia planetária. O desenho e a migração das dunas são rastros da circulação atmosférica, da força dos ventos sazonais e de como a poeira — onipresente em Marte — se levanta e se deposita;
  • Esses processos influenciam desde a operação de naves no solo até a segurança de futuras missões tripuladas;
  • Como explicou a agência: “HiRISE é o instrumento de que a missão depende para imagens de alta resolução de feições que vão de crateras de impacto a dunas e depósitos de gelo, além de potenciais locais de pouso.”
Representação artística da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), da NASA, que orbita Marte desde 2006 (Imagem: Merlin74/Shutterstock)

Mais do que produzir belas imagens, a HiRISE oferece contexto científico e operacional. Seus retratos do terreno ajudam a equipe a guiar rovers, escolher alvos de perfuração e monitorar encostas instáveis ou tempestades de poeira em formação. Em outra passagem, a NASA resumiu o impacto direto: “Essas imagens ajudam a aprimorar nossa compreensão de Marte e a preparar as futuras missões humanas”.

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Mais dispositivos na superfície marciana

O marco também lança luz sobre a frota ativa no planeta vermelho. Além do MRO e da veterana Mars Odyssey, atuam as sondas europeias Mars Express e ExoMars TGO, a chinesa Tianwen-1 e a missão Hope dos Emirados Árabes Unidos, além dos rovers Curiosity e Perseverance.

A MAVEN, que estuda a atmosfera superior, enfrenta um período desafiador: está em silêncio desde 4 de dezembro e aparentemente começou a girar de modo inesperado. Esse contexto reforça a importância de ter vários “olhos” no planeta, com diferentes instrumentos e órbitas, para garantir dados contínuos e complementares — como a HiRISE vem entregando com consistência desde 2006.

Para o público e para a ciência, a mensagem é clara: cada nova imagem de alta resolução não vale apenas pelo que mostra, mas pelo que permite inferir.

Representação artística de um rover da China coletando amostra de solo de Marte
Representação artística da missão Tianwen, da China, que também está no solo de Marte (Imagem: Televisão Central da China [CCTV], Rede Global de Televisão da China [CGTN]/Administração Espacial Nacional da China [CNSA]/Laboratório de Exploração do Espaço Profundo)

Com a HiRISE, pesquisadores detectam mudanças sutis, interpretam a ação do clima marciano e reduzem incertezas na preparação de missões. Em termos práticos, isso se traduz em escolhas mais seguras de rotas e locais de pouso, melhor previsibilidade de fenômenos atmosféricos e, no futuro, mais segurança para astronautas.

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TikTok Live Shopping ganha força nos EUA e transforma entretenimento em vendas

O TikTok Live Shopping começa a ganhar tração nos Estados Unidos e a mudar a forma como marcas, criadores e pequenos negócios encaram o comércio eletrônico.

O formato, que combina transmissões ao vivo com compras instantâneas, já é um fenômeno consolidado na China há anos, mas enfrentava resistência no mercado estadunidense. Esse cenário, porém, começa a se transformar com a aposta da plataforma em grandes nomes, resultados expressivos de vendas e uma estrutura cada vez mais profissionalizada. As informações são da Bloomberg.

Um dos exemplos mais emblemáticos desse movimento foi a estreia de Kim Kardashian no TikTok Live Shopping. A empresária e celebridade realizou sua primeira transmissão ao vivo focada na venda de produtos da Skims, sua marca de loungewear avaliada em cerca de US$ 5 bilhões (R$ 27,5 bilhões).

A live misturou elementos clássicos de infomerciais de TV com linguagem de entretenimento típica das redes sociais, incluindo cenário temático, convidados surpresa e estímulos constantes à compra. No pico, cerca de 30 mil pessoas acompanharam a transmissão em tempo real, enquanto notificações de pedidos surgiam na tela.

Kim Kardashian culpa ChatGPT por erros em provas e o chama de “frenemy”
Kim Kardashian realizou sua primeira transmissão ao vivo focada na venda de produtos da Skims (Imagem: Wirestock Creators/Shutterstock)

A experiência reforça a tentativa do TikTok de adaptar para os EUA um modelo que já é central no Douyin, a versão chinesa do aplicativo. Lá, o live commerce se tornou um dos pilares do e-commerce, impulsionando vendas em escala massiva. Nos Estados Unidos, o desafio sempre foi cultural: consumidores pouco habituados a comprar por impulso em transmissões ao vivo e vendedores sem tradição nesse formato.

A estratégia do TikTok para popularizar o live commerce

Nos últimos anos, o TikTok passou a investir de forma mais agressiva no TikTok Live Shopping, incentivando marcas e pequenos empreendedores a adotarem o formato. A empresa não divulga números detalhados, mas projeções indicam que o TikTok Live pode gerar até US$ 77 bilhões (R$ 424,2 bilhões) globalmente até 2027.

Além disso, a plataforma informou que marcas e vendedores que realizaram transmissões ao vivo durante a Black Friday e a Cyber Monday registraram um aumento de 84% nas vendas em comparação com o ano anterior.

Esse crescimento tem atraído desde grandes celebridades até pequenos negócios regionais. Padarias, lojas de artigos para casa, boutiques de luxo e marcas independentes passaram a tratar as lives como parte central de sua estratégia de vendas.

Alguns vendedores, inclusive, contrataram apresentadores em tempo integral e empresas de produção para transformar as transmissões em verdadeiros espetáculos, com cenários elaborados e roteiros pensados para manter o público engajado.

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Nos últimos anos, o TikTok passou a investir de forma mais agressiva no TikTok Live Shopping (Imagem: DANIEL CONSTANTE/Shutterstock)

O avanço do TikTok Live Shopping também está ligado à estratégia mais ampla da empresa no mercado americano. O TikTok Shop foi lançado nos EUA em 2023 e continuou sendo priorizado mesmo diante de discussões sobre uma possível proibição do aplicativo no país.

Em 2024, a companhia chegou a interromper a expansão do serviço em outras regiões para concentrar esforços no mercado dos Estados Unidos, considerado estratégico para o futuro do negócio.

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Entre entretenimento, vendas e novos hábitos de consumo

Apesar do crescimento, o live shopping ainda carrega riscos. Comprar durante uma transmissão ao vivo reduz algumas vantagens tradicionais do e-commerce, como a comparação de preços, a leitura de avaliações detalhadas e a pesquisa com mais calma. Além disso, não há garantia de que o hábito se consolide entre consumidores estadunidenses, que tendem a valorizar conveniência e previsibilidade.

Ainda assim, especialistas apontam que o diferencial do TikTok Live Shopping está na conexão direta entre criadores e público. A possibilidade de tirar dúvidas em tempo real, demonstrar produtos e oferecer tutoriais transforma a experiência de compra em algo mais interativo. Para influenciadores e marcas próprias, o formato se tornou uma extensão natural da estratégia de conteúdo.

Pessoa assistindo vídeo de influencer do TikTok no celular
Especialistas apontam que o diferencial do TikTok Live Shopping está na conexão direta entre criadores e público (Imagem: Kaspars Grinvalds/Shutterstock)

Alguns exemplos mostram o potencial desse modelo:

  • Uma loja de cookies da Pensilvânia (EUA) passou a gerar até 80% de sua receita no TikTok por meio de lives, mesmo com transmissões que atraem cerca de 200 espectadores;
  • Boutiques de luxo já venderam bolsas avaliadas em US$ 20 mil (R$ 110,1 mil) durante transmissões ao vivo;
  • Marcas de fragrâncias e produtos de limpeza relataram crescimento de centenas de milhares para dezenas de milhões de dólares em faturamento anual após adotarem o TikTok Shop com foco em lives.

O sucesso inicial também impulsionou o surgimento de agências especializadas em live commerce, muitas delas com profissionais que atuaram no mercado chinês e agora oferecem treinamento, análise de mercado e recrutamento de apresentadores nos EUA. A lógica é clara: no TikTok Live Shopping, vender não é apenas mostrar um produto, mas criar um espetáculo capaz de prender a atenção do público.

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