TikTok Live Shopping ganha força nos EUA e transforma entretenimento em vendas

O TikTok Live Shopping começa a ganhar tração nos Estados Unidos e a mudar a forma como marcas, criadores e pequenos negócios encaram o comércio eletrônico.

O formato, que combina transmissões ao vivo com compras instantâneas, já é um fenômeno consolidado na China há anos, mas enfrentava resistência no mercado estadunidense. Esse cenário, porém, começa a se transformar com a aposta da plataforma em grandes nomes, resultados expressivos de vendas e uma estrutura cada vez mais profissionalizada. As informações são da Bloomberg.

Um dos exemplos mais emblemáticos desse movimento foi a estreia de Kim Kardashian no TikTok Live Shopping. A empresária e celebridade realizou sua primeira transmissão ao vivo focada na venda de produtos da Skims, sua marca de loungewear avaliada em cerca de US$ 5 bilhões (R$ 27,5 bilhões).

A live misturou elementos clássicos de infomerciais de TV com linguagem de entretenimento típica das redes sociais, incluindo cenário temático, convidados surpresa e estímulos constantes à compra. No pico, cerca de 30 mil pessoas acompanharam a transmissão em tempo real, enquanto notificações de pedidos surgiam na tela.

Kim Kardashian culpa ChatGPT por erros em provas e o chama de “frenemy”
Kim Kardashian realizou sua primeira transmissão ao vivo focada na venda de produtos da Skims (Imagem: Wirestock Creators/Shutterstock)

A experiência reforça a tentativa do TikTok de adaptar para os EUA um modelo que já é central no Douyin, a versão chinesa do aplicativo. Lá, o live commerce se tornou um dos pilares do e-commerce, impulsionando vendas em escala massiva. Nos Estados Unidos, o desafio sempre foi cultural: consumidores pouco habituados a comprar por impulso em transmissões ao vivo e vendedores sem tradição nesse formato.

A estratégia do TikTok para popularizar o live commerce

Nos últimos anos, o TikTok passou a investir de forma mais agressiva no TikTok Live Shopping, incentivando marcas e pequenos empreendedores a adotarem o formato. A empresa não divulga números detalhados, mas projeções indicam que o TikTok Live pode gerar até US$ 77 bilhões (R$ 424,2 bilhões) globalmente até 2027.

Além disso, a plataforma informou que marcas e vendedores que realizaram transmissões ao vivo durante a Black Friday e a Cyber Monday registraram um aumento de 84% nas vendas em comparação com o ano anterior.

Esse crescimento tem atraído desde grandes celebridades até pequenos negócios regionais. Padarias, lojas de artigos para casa, boutiques de luxo e marcas independentes passaram a tratar as lives como parte central de sua estratégia de vendas.

Alguns vendedores, inclusive, contrataram apresentadores em tempo integral e empresas de produção para transformar as transmissões em verdadeiros espetáculos, com cenários elaborados e roteiros pensados para manter o público engajado.

tiktok
Nos últimos anos, o TikTok passou a investir de forma mais agressiva no TikTok Live Shopping (Imagem: DANIEL CONSTANTE/Shutterstock)

O avanço do TikTok Live Shopping também está ligado à estratégia mais ampla da empresa no mercado americano. O TikTok Shop foi lançado nos EUA em 2023 e continuou sendo priorizado mesmo diante de discussões sobre uma possível proibição do aplicativo no país.

Em 2024, a companhia chegou a interromper a expansão do serviço em outras regiões para concentrar esforços no mercado dos Estados Unidos, considerado estratégico para o futuro do negócio.

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Entre entretenimento, vendas e novos hábitos de consumo

Apesar do crescimento, o live shopping ainda carrega riscos. Comprar durante uma transmissão ao vivo reduz algumas vantagens tradicionais do e-commerce, como a comparação de preços, a leitura de avaliações detalhadas e a pesquisa com mais calma. Além disso, não há garantia de que o hábito se consolide entre consumidores estadunidenses, que tendem a valorizar conveniência e previsibilidade.

Ainda assim, especialistas apontam que o diferencial do TikTok Live Shopping está na conexão direta entre criadores e público. A possibilidade de tirar dúvidas em tempo real, demonstrar produtos e oferecer tutoriais transforma a experiência de compra em algo mais interativo. Para influenciadores e marcas próprias, o formato se tornou uma extensão natural da estratégia de conteúdo.

Pessoa assistindo vídeo de influencer do TikTok no celular
Especialistas apontam que o diferencial do TikTok Live Shopping está na conexão direta entre criadores e público (Imagem: Kaspars Grinvalds/Shutterstock)

Alguns exemplos mostram o potencial desse modelo:

  • Uma loja de cookies da Pensilvânia (EUA) passou a gerar até 80% de sua receita no TikTok por meio de lives, mesmo com transmissões que atraem cerca de 200 espectadores;
  • Boutiques de luxo já venderam bolsas avaliadas em US$ 20 mil (R$ 110,1 mil) durante transmissões ao vivo;
  • Marcas de fragrâncias e produtos de limpeza relataram crescimento de centenas de milhares para dezenas de milhões de dólares em faturamento anual após adotarem o TikTok Shop com foco em lives.

O sucesso inicial também impulsionou o surgimento de agências especializadas em live commerce, muitas delas com profissionais que atuaram no mercado chinês e agora oferecem treinamento, análise de mercado e recrutamento de apresentadores nos EUA. A lógica é clara: no TikTok Live Shopping, vender não é apenas mostrar um produto, mas criar um espetáculo capaz de prender a atenção do público.

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Warner Bros. Discovery deve rejeitar proposta da Paramount, segundo site

Nesta terça-feira (16), a Bloomberg afirmou que a Warner Bros. Discovery deve rejeitar, oficialmente, nesta quarta-feira (17), a proposta hostil feita pela Paramount Skydance e manter sua palavra no acordo feito com a Netflix.

Fachada da Paramount
Proposta hostil é superior, mas executivos da empresa acham ser mais seguro fechar com a Netflix (Imagem: Tada Images/Shutterstock)

A oferta da Paramount é significativamente superior: US$ 108,4 bilhões (R$ 597,2 bilhões, na conversão direta), ante US$ 82,7 bilhões (R$ 455,6 bilhões) da Netflix.

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Serviços de streaming
Para concretizar a compra, a Netflix aposta no argumento de que a fusão entre as duas empresas será benéfica para os usuários (Imagens: wutwhanfoto/iStock e Pandora Pictures/Shutterstock)

Por que a Warner vai rejeitar a proposta da Paramount?

  • A Bloomberg aponta que, apesar de a oferta da Paramount (US$ 30/R$ 165,28 por ação) ser maior, os diretores da Warner consideram ser mais seguro fechar com a Netflix;
  • Por sua vez, a Paramount afirma que a proposta tem percurso regulatório mais claro;
  • A oferta cobre toda a empresa (incluindo ativos de TV a cabo);
  • O financiamento de US$ 54 bilhões (R$ 297,5 bilhões) em dívida tem, como base, o Bank of America, Citi e Apollo;
  • Por fim, o portal diz que a Affinity Partners deixou o grupo da oferta.
Várias janelas de streaming abertas; à frente, uma mão segurando um controle
Aquisição deve revolucionar o universo dos streamings (Imagem: Proxima Studio/Shutterstock)

Monopólio? CEOs da Netflix falam sobre preocupações após compra da Warner Bros.

Conforme reportado pelo Olhar Digital, a Netflix chegou a um acordo definitivo para comprar a Warner Bros. Discovery (WBD), em uma operação de US$ 82,7 bilhões. As primeiras reações da indústria de entretenimento foram majoritariamente negativas.

Em carta enviada aos funcionários nesta segunda-feira (15), os co-CEOs da Netfix, Greg Peters e Ted Sarandos, se manifestaram sobre as preocupações relacionadas à fusão, inclusive sobre um suposto monopólio.

União entre Netflix e Warner Bros. preocupa indústria

O acordo foi anunciado em 5 de dezembro. A Netflix comprou a Warner Bros. Discovery por US$ 82,7 bilhões. O pacote inclui os estúdios de cinema e TV, além de HBO Max e HBO. Confira os detalhes aqui.

A fusão entre dois grandes nomes da indústria de entretenimento tem potencial de redefinir o setor. A Netflix prometeu manter as operações atuais da Warner e reforçar seus pontos fortes, incluindo os lançamentos de cinema antes da chegada ao streaming.

Mas as preocupações continuaram. O Sindicato dos Roteiristas da América (WGA) se pronunciou de forma contrária à compra, dizendo que a aquisição viola as leis antitruste destinadas a impedir monopólios.

CEOs da Netflix se pronunciaram

  • Bloomberg obteve acesso a uma carta enviada pelos co-CEOs Greg Peters e Ted Sarandos aos funcionários da empresa;
  • Os executivos tranquilizaram os trabalhadores, reafirmando que manteriam os lançamentos dos filmes da Warner Bros. no cinema;
  • Eles escreverem que a aquisição “visa o crescimento” e que a empresa está “fortalecendo um dos estúdios mais icônicos de Hollywood, apoiando empregos e garantindo um futuro promissor para a produção de cinema e televisão”.

Leia a matéria completa aqui

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Esses 5 parasitas assumem o controle dos hospedeiros de formas assustadoras

Alguns parasitas evoluíram estratégias capazes de alterar o comportamento de seus hospedeiros de forma direta e funcional. 

Embora a ideia de “controle” seja uma hipérbole, certos parasitas realmente induzem ações específicas em seus hospedeiros que favorecem sua sobrevivência e reprodução. A seguir, listamos cinco exemplos. Confira!

Ophiocordyceps unilateralis

Ophiocordyceps unilateralis
Ophiocordyceps unilateralis / Crédito: Wikimedia (reprodução)

O apelido de “fungo zumbi” do Ophiocordyceps unilateralis não é à toa, já que ele transforma formigas, sua principal vítima, em verdadeiros walking deads.

Ao infectar a formiga, esse fungo cresce dentro do corpo do inseto, próximo ao sistema nervoso, e produz substâncias químicas que alteram seu comportamento.

Ele faz a formiga abandonar seu caminho normal e descer da copa das árvores até o chão da floresta, onde a umidade e a temperatura favorecem o crescimento do fungo. A formiga, então, morde firmemente uma folha ou galho até morrer.

Essa forma de manipulação do comportamento da formiga é uma estratégia do Ophiocordyceps unilateralis para espalhar sua espécie e garantir sua sobrevivência.

Hymenoepimecis argyraphaga

Hymenoepimecis argyraphaga
Hymenoepimecis argyraphaga / Crédito: Wikimedia (reprodução)

Essa vespa estabelece uma relação parasitária e de “manipulação mental”, digamos, realmente exclusiva com a aranha Leucauge argyra!

Quando a fêmea de Hymenoepimecis argyraphaga encontra a Leucauge argyra, ela a paralisa com veneno e injeta um ovo em seu corpo. A partir daí, o ovo se desenvolve em uma larva que, ao crescer, faz a aranha construir uma teia completamente diferente da que faria normalmente.

Essa teia é mais resistente e projetada para sustentar o casulo da vespa, que precisa de uma estrutura firme para sobreviver. Por fim, a larva mata a aranha e se transforma em uma vespa adulta, completando seu ciclo de vida.

Toxoplasma gondii

Toxoplasma gondii, parasita unicelular comum em gatos
Toxoplasma gondii, parasita unicelular comum em gatos (Imagem: Wikipédia)

A estratégia de controle mental dos ratos é a principal arma do Toxoplasma gondii para completar seu ciclo de vida. Esse parasita microscópico é um protozoário unicelular que precisa infectar outros animais para sobreviver e se reproduzir.

Entretanto, há um fator crucial para esse parasita: ele só consegue se reproduzir sexualmente dentro de felinos, como gatos domésticos ou outros membros da família Felidae. Apenas o corpo desses animais oferece o ambiente intestinal específico necessário para a reprodução sexual do parasita.

Por isso, os ratos se tornam alvos ideais. Como são presas frequentes de felinos, os roedores servem como ponte perfeita para a transmissão do parasita.

E como funciona? O Toxoplasma gondii invade o cérebro dos ratos e forma cistos que alteram seu comportamento. Ratos infectados, por exemplo, perdem o medo de felinos e de sinais como a urina de gato, o que aumenta a chance de serem predados.

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Sacculina carcini

Sacculina carcini
Sacculina carcini / Crédito: Wikimedia (reprodução)

O terror dos caranguejos é a craca parasita Sacculina carcini. Ela invade o corpo desse animal e passa a usá-lo como base para sua reprodução.

Após a infecção, o parasita se espalha internamente e bloqueia o sistema reprodutivo do hospedeiro, causando castração parasitária. Assim, a energia que seria usada na reprodução do caranguejo passa a sustentar o desenvolvimento da craca.

Esse parasitismo altera sinais hormonais e modifica o comportamento do hospedeiro. Machos, por exemplo, passam a apresentar respostas típicas de fêmeas, cuidando e ventilando os ovos do parasita como se fossem seus.

Embora não atue diretamente no sistema nervoso, Sacculina carcini manipula a fisiologia do caranguejo de forma profunda.

Spinochordodes tellinii

Spinochordodes tellinii
Spinochordodes tellinii / Crédito: Wikimedia (reprodução)

Esse verme parasita transforma gafanhotos e grilos em uma espécie de “marionete” suicida. Spinochordodes tellinii pertence ao filo dos nematomorfos e é extremamente fino, semelhante a um fio de cabelo. 

Ele parasita grilos e gafanhotos porque, quando jovem, não consegue sobreviver sozinho. Dentro do inseto, o verme recebe alimento constante, proteção e tempo para crescer.

Porém, ao atingir a fase adulta, surge outro problema: esse verme só consegue se reproduzir na água. Como grilos e gafanhotos são animais terrestres, o parasita precisa alterar o comportamento do hospedeiro.

O Spinochordodes tellinii interfere de forma indireta no organismo do inseto, alterando sua orientação e resposta a estímulos ambientais. Assim, o hospedeiro acaba pulando na água e morre afogado, enquanto o verme sai do corpo para o ambiente aquático, onde pode se reproduzir.

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Gostou de O Filho de Mil Homens? Veja 5 filmes parecidos para assistir no streaming

O filme “O Filho de Mil Homens” é um romance do escritor luso-angolano Valter Hugo Mãe que ganhou uma recente e premiada adaptação cinematográfica brasileira. Daniel Rezende é o diretor dessa abordagem, que explora temas como solidão, afeto, pertencimento e a construção de famílias não convencionais, seguindo um pescador que adota um menino órfão e forma uma família atípica numa vila litorânea, com Rodrigo Santoro no papel principal, está disponível na Netflix.

Se a poesia visual, os afetos improváveis e a busca por pertencimento presentes neste filme te tocaram, estes cinco filmes carregam a mesma sensibilidade — seja na forma como abordam a paternidade, as relações humanas ou o poder transformador dos encontros.

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5 filmes parecidos com O Filho de Mil Homens para ver nos streamings

O Filho de Mil Homens (2025) / Crédito: Netflix (divulgação)

Veja a lista de filmes que preparamos para quem curtiu “O Filho de Mil Homens”, lançado pela Netflix em 2025:

Capitão Fantástico (2016)

Ben criou seus seis filhos em completo isolamento, educando-os de maneira autodidata e rigorosa, com foco em autonomia, filosofia, sobrevivência e pensamento crítico.

Capitão Fantástico, filme está disponível no Prime Video e também no Netfliz (Imagem: Electric City Entertainment/Divulgação)

A morte inesperada da esposa desestabiliza esse microcosmo idealizado e o força a levar a família de volta à sociedade convencional — um lugar que ele sempre rejeitou. Durante a jornada, Ben se confronta com o luto, com as fragilidades dos filhos e com suas próprias limitações como pai, percebendo que amor e cuidado nem sempre caminham junto da ideologia. Ao reencontrar o mundo real, todos descobrem que família é menos sobre regras e mais sobre afeto, compreensão e presença.

Assim como O Filho de Mil Homens, o filme mergulha nas camadas emocionais da paternidade e das escolhas que moldam uma família.

Traz vulnerabilidade, personagens “quebrados” buscando caminhos mais afetivos e a reflexão constante sobre como criar e amar alguém em meio às imperfeições do mundo. Disponível no Prime Video e Netflix.

Lion – Uma Jornada Para Casa (2016)

Saroo, um menino indiano de apenas cinco anos, se perde do irmão em uma estação de trem e embarca acidentalmente em um vagão que o leva para a outra ponta do país.

Sem saber seu sobrenome ou o nome da cidade onde morava, ele acaba vivendo nas ruas até ser resgatado e adotado por um casal australiano que o cria com amor e estabilidade.

Cartaz de divulgação do filme Lion: Uma Jornada Para Casa (2016)
Cartaz de divulgação do filme Lion: Uma Jornada Para Casa (2016) (Imagem: Divulgação/Aquarius Films)

Já adulto, Saroo passa a ser assombrado por lembranças fragmentadas de sua infância, um vilarejo distante, o rosto da mãe e a voz do irmão. Motivado pela sensação de que precisa reencontrar quem foi para compreender quem é, ele usa o Google Earth como ferramenta para reconstruir o passado.

A busca se transforma em um processo profundamente emocional de identidade, culpa e reconciliação.

Ambos os filmes trabalham intensamente o tema do pertencimento, não apenas o pertencimento a uma família, mas a um lugar no mundo. Trazem personagens que se sentem incompletos até reencontrarem vínculos essenciais, mesmo que esses laços tenham sido formados fora da biologia. Disponível para alugar no Google Play, Prime Video.

As Virgens Suicidas (1999)

Filme de 1999 trata do complexo universo adolescente (Imagem: Divulgação)

A história se passa em um subúrbio americano dos anos 1970, onde cinco irmãs adolescentes, as enigmáticas irmãs Lisbon, vivem sob a vigilância sufocante dos pais superprotetores. A partir do suicídio de uma delas, a curiosidade dos garotos da vizinhança se transforma em fascínio e obsessão. Eles observam as meninas à distância, tentando decifrar seus silêncios, seus olhares e suas pequenas brechas de liberdade.

A narrativa é construída como uma memória coletiva, anos depois, quando os mesmos garotos tentam compreender os motivos que levaram às tragédias que marcaram a juventude de todos. É um retrato delicado sobre tristeza, repressão, amadurecimento e a impossibilidade de realmente conhecer alguém. O filme está disponível gratuitamente na Pluto TV.

Embora mais melancólico, o filme compartilha com O Filho de Mil Homens a abordagem poética da vida — o olhar contemplativo, simbólico e sensorial. Ambos exploram personagens solitários, situações que moldam o destino de todos ao redor e o desejo universal de conexão.

Procura-se Um Amigo Para o Fim do Mundo (2012)

Imagem: Divulgação/Paris Films

Com a notícia de que um asteroide destruirá a Terra em poucas semanas, o mundo entra em caos. Dodge, um homem introvertido e emocionalmente paralisado, vê a esposa abandoná-lo no mesmo dia do anúncio. Sem saber como lidar com o fim iminente, ele continua levando sua rotina apática até cruzar com Penny, sua vizinha expansiva que perdeu o último voo para ver a família.

Juntos, ele buscando reencontrar um antigo amor, ela tentando achar sentido para os dias finais, embarcam em uma viagem que mistura humor, encontros bizarros e momentos dolorosamente humanos. No caminho, o que parecia apenas uma parceria circunstancial se torna uma conexão profunda, ainda que destinada a ser curta. Disponível para aluguel no Prime Video.

Ambos os filmes abordam encontros que surgem do acaso, mas que mudam completamente o rumo da vida dos personagens. Trazem também sensibilidade, humor melancólico e um olhar generoso sobre como laços inesperados podem preencher o vazio existencial.

A Vida em Si (2018)

Imagem de Divulgação do filme A Vida Em Si (FilmNation Entertainment)

A trama acompanha várias gerações de duas famílias entrelaçadas por eventos aparentemente acidentais. Começa com Will e Abby, um casal intensamente apaixonado, mas que enfrenta desafios emocionais profundos. Em seguida, a narrativa atravessa oceanos e chega à Espanha, onde uma família de agricultores também vive seus próprios conflitos, todos, de alguma forma, conectados a um acontecimento do passado.

Cada capítulo revela como pequenas decisões, encontros fugazes e tragédias inesperadas reverberam no futuro de pessoas que nem sequer se conhecem. É um mosaico emotivo sobre como vidas se tocam, se transformam e se curam ao longo do tempo. Disponível no Mercado Play.

Como O Filho de Mil Homens, é um filme que acredita no poder dos encontros, das coincidências e das narrativas cruzadas que moldam gerações. Explora o amor, a perda, o trauma e a cura de maneira sensível e emocionalmente expansiva.

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3I/ATLAS pode não ser um cometa? Novo estudo acende debate sobre natureza do objeto

Um estudo recente sobre o 3I/ATLAS – o terceiro objeto que veio de fora do Sistema Solar já detectado por aqui – levantou uma dúvida: ele seria mesmo um cometa ou poderia ser um asteroide? A questão surgiu após a análise de imagens que mostram comportamentos incomuns em sua superfície, dificilmente vistos em cometas.

O 3I/ATLAS é um visitante interestelar, o que significa que ele se formou em outra estrela e, por motivos ainda desconhecidos, foi lançado ao espaço até cruzar o caminho do Sol. Por ser algo extremamente raro, qualquer nova observação gera debates intensos.

As imagens analisadas no estudo mostram jatos de material sendo expelidos a partir de regiões específicas do objeto. Esse padrão levou alguns pesquisadores a sugerirem a presença de “vulcões de gelo”, um fenômeno conhecido como criovulcanismo, no qual gases e materiais congelados escapam do interior do corpo.

O cometa 3I/ATLAS parece ter jatos expelidos de sua superfície, que um novo estudo interpreta como um tipo de criovulcanismo. Crédito: Josep M. Trigo-Rodríguez/Observatório B06 Montseny

Embora não tão comuns, jatos e explosões não são inéditos entre cometas do Sistema Solar. Um exemplo é o 12P/Pons–Brooks, apelidado de “Cometa do Diabo”, descoberto em 2024. No caso do 3I/ATLAS, no entanto, a atividade chamou atenção por ocorrer em um objeto interestelar, com composição química de proporções fora do padrão.

3I/ATLAS: cometa ou asteroide?

Alguns chegaram a sugerir que o 3I/ATLAS poderia não ser um cometa, mas sim um asteroide ou até algo diferente das categorias tradicionais. No entanto, segundo o astrônomo amador Cristóvão Jacques, fundador do Observatório SONEAR, em Oliveira (MG), o estudo não propõe uma mudança de classificação. “Não dá para dizer que já temos uma conclusão. Vários estudos estão sendo feitos e publicados aos poucos, e ainda não existe uma resposta definitiva sobre a composição desse objeto”, disse ele em entrevista à Marisa Silva, apresentadora do programa Olhar Digital News nesta segunda-feira (15).

Jacques, que integra a Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon), o Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais (CEAMIG) e a Rede de Astronomia Observacional (REA), reforçou que o 3I/ATLAS continua sendo classificado como cometa, uma vez que apresenta coma e cauda – a nuvem de gás e poeira ao redor do núcleo e o rastro luminoso que se forma quando o objeto se aproxima do Sol, respectivamente.

MarisaSilva entrevistou o astrônomo amador Cirstóvão Jacques no Olhar Digital News desta segunda-feira (15), sobre o cometa interestelar 3I/ATLAS. Crédito: Captura de tela YouTube

“O que sabemos até agora é que ele tem uma composição interessante e diferente dos cometas do nosso Sistema Solar, o que já era esperado por ser um objeto de outro sistema planetário”, explica. “Mas isso não significa que ele deixe de ser um cometa.”

A comparação com outros visitantes interestelares ajuda a entender o debate. O primeiro deles, o 1I/‘Oumuamua, descoberto em 2017, foi classificado como asteroide justamente por não apresentar coma nem cauda. Já o segundo, o 2I/Borisov, identificado em 2019, era claramente um cometa.

O 3I/ATLAS se encaixa nessa segunda categoria, embora apresente características atípicas. Ele pode ser um cometa rico em metais, algo raro entre os objetos gelados do Sistema Solar, além da possível presença de criovulcanismo. “Muita coisa foi dita sobre possíveis anomalias, mas, na prática, ele não apresenta nada fora do esperado a ponto de justificar uma nova classificação”, afirma Jacques. Segundo o especialista, o excesso de especulações acabou chamando mais atenção do que os dados realmente permitem concluir.

O astrônomo destaca que o que pode mudar, no futuro, é o entendimento sobre os diferentes tipos de cometas. “Pode surgir uma subdivisão dentro da classe, como já aconteceu antes na astronomia”.

Cometa 3I/ATLAS, o terceiro objeto interestelar já detectado no Sistema Solar. Crédito: Cristóvão Jacques / Observatório SONEAR

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Especialista destaca “descoberta dos sonhos”

Ele lembrou o caso de Plutão, descoberto em 1930 e considerado planeta por cerca de 70 anos, até que a detecção de outros objetos semelhantes levou à criação da categoria de planeta anão. Um processo parecido ocorreu com Ceres, inicialmente classificado como planeta e “rebaixado” para asteroide.

No caso dos objetos interestelares, o principal desafio é a pequena amostra disponível. “Estamos observando esse tipo de objeto apenas pela terceira vez. É muito pouco para tirar conclusões mais amplas”, explica Jacques.

Para ele, a “descoberta dos sonhos” seria identificar a estrela ou o sistema planetário de onde o 3I/ATLAS se originou. “Isso permitiria entender melhor o ambiente em que ele se formou e comparar com o que observamos hoje, a partir das análises feitas na Terra.” Jacques reconhece, no entanto, que essa informação provavelmente nunca será determinada com exatidão. “Saber qual estrela específica deu origem a esse objeto é algo extremamente difícil, talvez impossível.”

Vera C. Rubin pode descobrir mais objetos interestelares

A expectativa é que esse cenário mude com o início das operações do telescópio Vera C. Rubin, no Chile. Segundo Jacques, a estimativa é que pelo menos um objeto interestelar seja descoberto por ano, o que ampliaria significativamente o número de exemplos disponíveis para estudo.

A aproximação do 3I/ATLAS com a Terra também gerou especulações exageradas. No ponto mais próximo, o objeto estará a cerca de 270 milhões de quilômetros do planeta, quase o dobro da distância entre a Terra e o Sol. “Essa menor distância não muda de forma significativa o nosso conhecimento sobre ele”, afirma o especialista. “Ela facilita as observações com telescópios, mas não representa um salto extraordinário no volume de informações.”

Representação artística do cometa 3I/ATLAS passando “próximo” da Terra (imagem meramente ilustrativa e fora de escala). Crédito: Gerada por IA/Gemini

Ele também nega boatos de que o cometa teria mudado de rota ou apresentado movimentos estranhos. “O 3I/ATLAS segue exatamente a órbita prevista, sem qualquer movimento anômalo detectado até agora.”

Com uma órbita hiperbólica, o objeto atravessará o Sistema Solar apenas esta única vez. De acordo com Jacques, após uma aproximação de Júpiter, no ano que vem, ele seguirá para o espaço interestelar, sem chance de retorno. “O 3I/ATLAS continuará sua jornada por bilhões de anos, até, eventualmente, passar próximo de outra estrela.”

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Os 10 melhores filmes de ação dos anos 2000, segundo a crítica

A década de 2000 foi um marco para quem ama cinema de ação. Os estúdios começaram a misturar técnicas orientais com a estética ocidental, as franquias ganharam protagonismo absoluto e a tecnologia permitiu cenas cada vez mais ousadas.

Foi um período de reinvenção: heróis mais humanos, direção mais crua, coreografias mais ambiciosas e narrativas que ultrapassaram o simples espetáculo visual. Prepare-se para relembrar clássicos, redescobrir surpresas e entender o impacto cultural que transformou os anos 2000 em uma era de ouro para o cinema de ação.

Os 10 melhores filmes de ação dos anos 2000

Distrito 9 (2009)

distrito 9
(Imagem: Netflix/Divulgação)

Neill Blomkamp chegou ao mainstream com um dos filmes mais criativos do período. Distrito 9 mistura sci-fi, ação e comentário social, tudo filmado como se fosse um falso documentário. A crítica bateu palma para os efeitos visuais impecáveis, feitos com orçamento modesto, e para as cenas de combate cheias de impacto. O filme debate xenofobia, segregação e desigualdade, mas nunca perde o peso da ação. O terceiro ato é explosivo, com tiroteios, exoesqueletos e tensão crescente. Uma das produções mais originais dos anos 2000.

A Identidade Bourne (2002)

identidade bourne
(Imagem: Amazon/Divulgação)

O filme que começou a revolução. A Identidade Bourne apresentou ao mundo um novo estilo de ação: mais realista, mais próxima do corpo, mais tática. A crítica adorou a abordagem grounded, sem exageros, com lutas rápidas e funcionais. Damon mostrou que o herói de ação podia ser silencioso, eficiente e inteligente, longe do padrão musculoso dos anos 90. A cena da briga com a caneta e a perseguição de carro são referência até hoje. Sem esse longa, o gênero não teria tomado o rumo que tomou nos anos seguintes.

Cassino Royale (2006)

cassino royale
(Imagem: Prime Video/Reprodução)

James Bond precisava mudar, e mudou com tudo. Daniel Craig trouxe brutalidade, peso corporal e uma frieza nunca vista antes na franquia. A crítica adorou o tom mais realista, sem gadgets exagerados e com ação mais física. A perseguição parkour de abertura virou uma das cenas mais imitadas da década. O filme também aprofunda Bond emocionalmente, algo raro até então. É o tipo de obra que revitaliza uma franquia e redefine o protagonista para uma nova geração.

Kill Bill: Volume 1 (2003)

Kill Bill
Uma Thurman in Kill Bill: Volume 1 (2003) – Imagem: reprodução/© 2003 Miramax Films

Tarantino faz aqui sua maior celebração aos filmes de kung fu, yakuza e samurais. A crítica adorou o uso de cores, trilha icônica e coreografias impecáveis. A luta contra os Crazy 88 é um espetáculo: vinte minutos de ação ininterrupta, sangue e movimentos precisos. A Noiva, interpretada por Uma Thurman, virou um dos grandes ícones femininos do cinema de ação. Kill Bill ajudou a popularizar o estilo de luta oriental em Hollywood e abriu espaço para diretores e coreógrafos asiáticos trabalharem em blockbusters americanos.

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Gladiador (2000)

gladiador
Imagem: Universal Pictures/Divulgação

O épico de Ridley Scott marcou a virada do milênio com força. A crítica destacou a estética suja e realista, as batalhas grandiosas e a qualidade técnica do filme. A sequência inicial, na Germânia, é lembrada até hoje pela escala e intensidade. Maximus é um protagonista trágico, impulsionado por honra e vingança, e Russell Crowe entrega uma atuação icônica. Gladiador reacendeu o interesse por filmes históricos e abriu caminho para produções como Tróia e O Reino dos Céus. É ação com emoção e das boas.

Oldboy (2003)

Oldboy (2003) / Crédito: CJ Entertainment, Show East (divulgação)

Poucos filmes chocaram a crítica como Oldboy. O longa sul-coreano mistura vingança, suspense psicológico e ação estilizada de um jeito único. A cena do corredor, filmada em plano-sequência de lado, virou referência global de coreografia minimalista, brutal e visceral. O diretor Park Chan-wook usa violência não como espetáculo fácil, mas como ferramenta narrativa — tudo é dramático, sujo e emocional. O filme foi premiado no Festival de Cannes e se tornou um cult instantâneo. Ele abriu portas para o cinema coreano no Ocidente e provou que ação pode ser arte, estilo e desconforto ao mesmo tempo.

Os Infiltrados (2006)

“Os Infiltrados” (“The Departed”, 2006) / Credito: Warner Bros. Pictures (divulgação)

Apesar de ser um thriller policial, Os Infiltrados tem ação suficiente para entrar na lista, e com folga. Scorsese entrega violência crua, ritmo acelerado e personagens no limite o tempo todo. A crítica elogiou o trio de protagonistas: Leonardo DiCaprio, Matt Damon e Jack Nicholson. A tensão psicológica é o fio condutor, e quando a ação explode, explode com força. A troca de tiros no prédio, a perseguição na Chinatown e o final abrupto mostram como Scorsese domina o caos. Foi o filme que finalmente deu o Oscar de Melhor Diretor ao cineasta.

O Cavaleiro das Trevas (2008)

batman o cavaleiro das trevas
(Imagem: Primo Video/Reprodução)

Quando se fala em melhores filmes ação dos anos 2000, esse é praticamente unanimidade. O filme combina cenas grandiosas com narrativa pesada e personagens complexos. A atuação de Heath Ledger como Coringa redefiniu antagonistas no cinema, rendendo um Oscar póstumo. A crítica elogiou a profundidade temática, que discute caos, ética e vigilância, tudo embalado por perseguições elaboradas e confrontos icônicos, como a cena da carreta virando no centro de Gotham. Nolan elevou o cinema de super-herói a um patamar adulto, pavimentando o caminho para uma década inteira de produções mais sérias.

O Ultimato Bourne (2007)

ultimato bourne
(Imagem: Prime Video/Reprodução)

A trilogia Bourne já tinha reinventado o cinema de espionagem, mas O Ultimato Bourne é o auge absoluto. A crítica exaltou o ritmo quase ininterrupto, a câmera na mão que coloca o espectador dentro da briga e o realismo absurdo das perseguições. A sequência no Marrocos é considerada uma das melhores da década: tensa, frenética e cheia de criatividade nos enquadramentos. Matt Damon entrega a melhor versão de Jason Bourne, um agente letal tentando recuperar a própria identidade enquanto desmantela a CIA por dentro. Foi tão impactante que obrigou outras franquias a se modernizarem, inclusive James Bond, que adotou um estilo mais cru depois de Bourne.

O Tigre e o Dragão (2000)

o tigre e o dragão
(Imagem: Prime Video/Reprodução)

Ang Lee levou o cinema de artes marciais a outro nível, combinando poesia visual, coreografias aéreas e narrativa emocional. A crítica aclamou o filme por unir ação estilizada com profundidade dramática, algo raro no gênero na época. As cenas de luta coreografadas por Yuen Woo-ping, especialmente o duelo no bambuzal, influenciaram Hollywood por anos, inspirando produções como Matrix e Kill Bill.
Por que merece estar na lista: redefiniu o wuxia para o público ocidental, ganhou quatro Oscars e entregou algumas das sequências mais bonitas e fluidas da década. É um dos melhores filmes ação dos anos 2000 sem discussão.

Revisitar os anos 2000 é lembrar de uma época em que o cinema de ação decidiu se reinventar. Diretores apostaram em realismo, novas linguagens visuais e histórias mais intensas, abrindo espaço para personagens complexos e cenas que hoje são referência.

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8 filmes com muito tiro para assistir no Disney+

Além de ter um catálogo recheado de franquias famosas e sucessos dos estúdios Walt Disney, o Disney+ também possui opções para quem gosta de um filme de ação eletrizante.

A seguir, listamos 8 filmes de ação com muita adrenalina para você assistir na plataforma. Confira!

A Outra Face (1997)

Face/Off
Face/Off (1997) / Crédito: Buena Vista International (divulgação)

Sob a direção de John Woo, cineasta de Hong Kong especialista em produções repletas de tiroteios, “A Outra Face” é um dos filmes de ação mais icônicos dos anos 90.

Na trama, um agente do FBI (John Travolta) passa por uma cirurgia experimental para assumir o rosto de um terrorista em coma (Nicolas Cage) e descobrir onde ele escondeu uma bomba. 

Entretanto, o terrorista acorda, rouba a identidade do agente e transforma a vida dele em um inferno.

True Lies (1994)

True Lies (
True Lies (1994) / Crédito: United International Pictures (divulgação)

Remake do filme francês “La Totale!”, “True Lies” mistura ação, comédia e espionagem em grande escala. A direção é de James Cameron, responsável por “Titanic”, “O Exterminador do Futuro” e “Avatar”.

Na trama, Harry (Arnold Schwarzenegger) leva uma vida dupla como agente secreto e acredita que a esposa (Jamie Lee Curtis) o esteja traindo, mas ela apenas busca aventura. Porém, quando ambos são capturados por terroristas, precisam trabalhar juntos.

Hitman (2007)

Hitman (2007) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)

Baseado na série de videogames homônima, “Hitman” traz Timothy Olyphant como um assassino profissional treinado desde criança por uma organização secreta. 

Ganhando o codinome Agente 47, o filme o acompanha enquanto ele se vê envolvido em uma conspiração política e é perseguido por agências como a Interpol e a FSB.

Leia mais

Kingsman: Serviço Secreto (2014)

Kingsman
Kingsman: The Secret Service (2014) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)

Adaptação cinematográfica da série de quadrinhos homônima escrita por Mark Millar e Dave Gibbons, “Kingsman: Serviço Secreto” foi um sucesso crítico e comercial.

Na trama, um jovem problemático (Taron Egerton) é recrutado por uma agência secreta britânica para se tornar um espião de elite. Junto com seu mentor (Colin Firth), ele precisa impedir uma ameaça global causada por um bilionário terrorista (Samuel L. Jackson).

Sr. & Sra. Smith (2005)

Mr. & Mrs. Smith
Mr. & Mrs. Smith (2005) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)

Com Brad Pitt e Angelina Jolie nos papéis principais, “Sr. & Sra. Smith” foi um grande sucesso comercial, ocupando a sétima posição nas bilheterias de 2005.

Na história, John (Pitt) e Jane (Jolie) parecem um casal comum, mas descobrem que cada um é assassino de uma agência rival.

A Última Ameaça (1996)

Broken Arrow
Broken Arrow (1996) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)

Mais um filme dirigido por John Woo, “A Última Ameaça” traz nomes de peso como John Travolta e Christian Slater.

Na trama, um piloto da Força Aérea (Slater) precisa recuperar duas bombas nucleares roubadas por um major (Travolta), que planeja usá-las para chantagear o governo.

A Rocha (1996)

The Rock
The Rock (1996) / Crédito: Buena Vista Pictures Distribution (divulgação)

Sucesso de bilheteria, “A Rocha” conta com a direção do especialista em “tiro, porrada e bomba” Michael Bay. 

Na trama, um químico do FBI (Nicolas Cage) e um ex-espião condenado (Sean Connery) partem em uma missão na prisão de Alcatraz para impedir um general (Ed Harris) e sua equipe de liberar armas químicas.

A Força em Alerta (1992)

Under Siege
Under Siege (1992) / Crédito: Warner Bros. (divulgação)

Um dos filmes de ação mais icônicos dos anos 90, “A Força em Alerta” foi um sucesso crítico e comercial. Steven Seagal estrela o filme, que também conta com Tommy Lee Jones e Gary Busey.

Na trama, um ex-Navy SEAL (Seagal), que trabalha como cozinheiro a bordo de um encouraçado da Marinha dos EUA, precisa enfrentar mercenários que tomaram o navio e ameaçam iniciar uma guerra mundial.

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Como autoexcluir o CPF de casas de apostas

Na quarta-feira (10), a Plataforma Centralizada de Autoexclusão começou a funcionar. A ferramenta foi lançada pelo Governo Federal no início do mês e permite que qualquer cidadão bloqueie o próprio acesso em sites de apostas, além de não receber mais publicidade relacionada a esse tipo de jogo durante um determinado período. 

Por que autoexcluir o CPF de casas virtuais de apostas? Entenda a proposta do Governo Federal

Nos últimos anos, o crescimento das apostas online — especialmente as chamadas bets — gerou preocupações significativas no Brasil. Apesar de legalizadas e parcialmente regulamentadas desde 2018, essas plataformas passaram a impactar negativamente a saúde financeira e mental de muitos brasileiros, elevando casos de jogo compulsivo e prejuízos pessoais e familiares. Em resposta, o Governo Federal lançou uma iniciativa inédita: a Plataforma Centralizada de Autoexclusão.

A proposta do Governo é múltipla e está integrada em um conjunto de políticas públicas que envolvem prevenção, redução de danos e cuidado com a saúde mental. Conforme previsto em um Acordo de Cooperação Técnica entre os ministérios da Fazenda e da Saúde, a plataforma de autoexclusão é uma ferramenta estratégica no enfrentamento da dependência por jogos e apostas, permitindo:

  • Proteção de pessoas vulneráveis
    Ao autoexcluir o CPF, o indivíduo fica impedido de criar novos cadastros, acessar contas existentes ou receber publicidade segmentada de apostas online durante o período escolhido. Isso reduz gatilhos e estímulos que podem reforçar o comportamento compulsivo.
  • Ação preventiva para quem não aposta
    Destina-se também a pessoas que não têm histórico de apostas, mas desejam evitar que seu CPF seja usado indevidamente ou exposto a marketing agressivo de casas de apostas.
  • Integração a políticas de saúde mental

A autoexclusão é complementada por iniciativas como o Observatório Brasil Saúde e Apostas Eletrônicas e a Linha de Cuidado do SUS para problemas relacionados a jogos de apostas, que visam monitorar comportamentos de risco e oferecer suporte.

“A partir dos dados que temos, vamos identificar padrões como os de dependência ou compulsão das pessoas. Os registros nos ajudarão a ver onde a pessoa está, para que nossas equipes possam entrar em contato e servirem de ombro amigo ou braço de apoio dessas pessoas”, explicou Alexandre Padilha, segundo a Agência Brasil.

Tecnicamente, conforme informações disponíveis no Gov.br, após a pessoa realizar a solicitação de autoexclusão, o CPF dela fica inserido no Módulo de Impedidos, integrado ao Sistema de Gestão de Apostas (SIGAP), consultado por todas as casas de apostas legalizadas no Brasil para barrar o uso do documento. 

Como todas as casas de apostas legalizadas exigem que o apostador, para criar uma conta e jogar, insira um documento e faça comprovações de sua identidade, isso faz com que a pessoa fique impossibilitada de apostar. 

Leia mais:

Como impedir que seu CPF seja utilizado em aplicativos de casas de apostas

Primeiramente, saiba que qualquer pessoa pode solicitar o bloqueio do próprio CPF. No entanto, é necessário ter cadastro no portal Gov.br e a conta precisa possuir o nível prata ou ouro. 

Além disso, conforme informou o Governo Federal, durante a solicitação, a pessoa tem a possibilidade de escolher um prazo para o bloqueio, que pode ser de um, três, seis ou doze meses, ou então optar por um período indeterminado. 

“Uma vez selecionado o prazo, não é possível reverter a escolha durante o período indicado. Há a opção de se autoexcluir do ambiente de apostas por tempo indeterminado (sem prazo). Somente nesse caso, o usuário terá até um mês para invalidar a decisão”, disse o governo.

Confira o passo a passo para realizar a autoexclusão

  1. Acesse o site http://gov.br/autoexclusaoapostas

    Autoexclusão

  2. Role a tela para baixo e clique em “Acesse aqui”

    Autoexclusão

  3. Faça login no Gov.br

    Coloque primeiro o seu login e depois insira a senha.
    Autoexclusão

  4. Autorize o compartilhamento de dados pessoais

    Autoexclusão

  5. Confira os seus dados pessoais, selecione o período no qual deseja se autoexcluir e também o motivo que o fez solicitar o serviço

    Se for de sua preferência, na parte do motivo, pode marcar que não deseja informá-lo. Por último, clique em “Avançar”.Autoexclusão

  6. Leia os termos de uso e também a política de privacidade e, se concordar, selecione as caixas afirmando ter lido e concordar com as condições. Por fim, vá em “Avançar”

    Autoexclusão

  7. Confirme a autoexclusão

    Autoexclusão

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