Confira aqui as novidades sobre os aplicativos, criptomoedas, metaverso, jogos , redes sociais etc, aqui você vai aprender a resolver tudo na área de tecnologia e também a ganhar dinheiro, grande parte do conteúdo te levará a ter conhecimento para ter uma renda na internet, já leia as materias e comece a fazer dinheiro hoje.
A bateria do celular é um componente de extrema importância e, muitas vezes, um fator determinante para a pessoa comprar ou não o aparelho. Sendo assim, ela também carrega uma série de mitos em relação à sua durabilidade e funcionamento.
Pensando nisso, o Olhar Digital elaborou uma lista com 7 mitos nos quais muitas pessoas ainda acreditam — e que já está na hora de desmentir.
7 mitos sobre a bateria de celular que você ainda acredita
Ao longo dos anos, é normal que tenham surgido diversos mitos relacionados à bateria do celular. Afinal, todo mundo deseja saber como aumentar a durabilidade deste componente. A seguir, confira 7 crenças que você ainda acredita.
1. Carregar a noite inteira estraga a bateria
Pessoa conectando o carregador no celular – Imagem: Nicoleta Ionescu/Shutterstock
Essa era uma afirmativa coerente há alguns anos. Porém, atualmente não faz mais sentido, pois dispositivos modernos possuem uma tecnologia que, a partir do momento que o aparelho chega aos 100% de bateria, ele corta o carregamento.
No entanto, vale destacar que a prática de carregar o celular durante a noite inteira não é algo indicado, pois há riscos de acidentes em casos de panes elétricas, podendo gerar incêndios, mesmo em instalações elétricas que reduzem essas probabilidades.
2. É preciso esperar a bateria descarregar totalmente antes de carregar de novo
Celular com pouca bateria carregando / Crédito: Tada Images (shutterstock/reprodução)
Não. Na verdade, o recomendável é carregar o celular sempre que ele atingir 20% de bateria, pois isso ajuda a prolongar a vida útil do aparelho e aproveitar os ciclos de carga. Além disso, o ideal é interromper o carregamento quando estiver em 80%.
Existem muitos dispositivos que atualmente já contam com a função automática para interromper o carregamento, mas caso o seu não tenha, vale a pena ficar atento e tirá-lo da tomada assim que atingir os 80%.
3. Usar o celular enquanto carrega danifica a bateria
Celular carregando por cabo (Reprodução: Onur Binay/Unsplash)
Não danifica a bateria do aparelho. Todavia, realizar essa ação não é recomendável. O ideal é esperar o aparelho carregar para você tirá-lo da tomada e utilizá-lo. Isso porque há o risco de ocorrer uma descarga elétrica ou de um raio afetar a corrente de energia que está sendo transmitida ao dispositivo, podendo atingir a pessoa que o estiver utilizando.
Há, também, outros pontos a serem considerados. Enquanto um celular carrega, ele esquenta bastante, então, se você decidir utilizá-lo durante o carregamento, isso vai aumentar ainda mais a temperatura; e este excesso pode acarretar travamentos no aparelho.
4. Carregadores genéricos sempre prejudicam o celular
Carregador de iPhone (Reprodução: Rebecca Aldama/Unsplash)
Na verdade, nem todos os equipamentos genéricos causam danos ao seu dispositivo. O que você precisa prestar atenção é se o carregador é certificado pela Anatel e tem as especificações adequadas de amperagem e voltagem para o seu celular. Evite itens que sejam falsificados ou de procedência duvidosa.
5. Modo economia de energia aumenta a vida útil da bateria
Modo de economia de energia (Imagem: Reprodução/Olhar Digital)
Não. O modo economia de energia tem como objetivo aumentar a duração da carga da bateria por um curto prazo. Para isso, ele também desativa funções e processos em segundo plano no aparelho. Porém, não contribui para elevar a vida útil do componente.
6. Carregar no computador é ruim para a bateria
Pessoa com o celular e o cabo do carregador para conectar no computador – Imagem: Wachiwit/Shutterstock
O único ponto negativo de carregar o seu celular no computador por meio de um cabo USB é que o dispositivo vai receber uma baixa potência, tornando um pouco mais lento o processo de recarga. Contudo, a prática não danifica o dispositivo.
7. O celular esquenta porque a bateria está ruim
Foto ilustrativa de um celular em chamas – Imagem: nasidastudio/Shutterstock
Nem sempre o aquecimento do seu celular tem a ver com a bateria. Pode ser que você esteja realizando algumas tarefas pesadas no aparelho, como jogar games que exigem bastante do smartphone, ou até mesmo esteja fazendo uso dele sob uma forte incidência de luz solar, por exemplo.
Entretanto, vale a pena monitorar o possível superaquecimento do aparelho e levá-lo a uma assistência técnica, caso queira uma avaliação de um especialista para identificar o motivo do problema.
Os role-playing games (RPGs) nasceram como jogos de mesa colaborativos, nos quais os participantes interpretam personagens e constroem histórias juntos, sob a orientação de um narrador, o mestre de jogo (game master). No formato tradicional, conhecido como tabletop RPG (TTRPG), o mestre descreve cenários, interpreta personagens secundários e conduz as regras da aventura.
Com o avanço da tecnologia, esses mundos deixaram de existir apenas entre livros de regras e dados de 20 faces. Muitos RPGs de mesa ganharam adaptações para o universo dos videogames, preservando o espírito da imaginação, da narrativa e da estratégia coletiva.
A seguir, conheça dez títulos que se inspiraram em RPGS de mesa.
Dados de 20 lados comumente utilizados em jogos RPG de mesa (Imagem: HopsAndYeast/Shutterstock)
Inspirado no RPG gótico da White Wolf, a franquia Vampire: The Masquerade transporta o jogador para uma sociedade de vampiros dividida por clãs, política e segredos. O primeiro Bloodlines (2004) é cultuado por sua atmosfera sombria e diálogos complexos.
Já Bloodlines 2 expande o conceito, colocando o jogador como um vampiro ancião na Seattle moderna, onde deve equilibrar poder e sigilo para não quebrar a “Máscara”, lei que mantém os vampiros ocultos dos humanos.
As mecânicas sociais e morais refletem o sistema do jogo de mesa, no qual decisões têm peso real nas relações e no destino do personagem.
Onde jogar
Jogo 1: PC
Jogo 2: PlayStation 5, Windows e Xbox Series X/S
Baldur’s Gate 3 – Dungeons & Dragons
Imagem mostra o game Baldur’s Gate 3 (Imagem: Larian Studios/Divulgação)
Baseado nas regras da 5ª edição de Dungeons & Dragons, Baldur’s Gate 3 é um dos maiores sucessos recentes do gênero. Desenvolvido pela Larian Studios, o jogo transporta toda a complexidade das decisões de mesa para o ambiente digital.
As escolhas dos jogadores afetam diretamente o rumo da narrativa, e cada combate segue o sistema tático em turnos inspirado nas rolagens de dados do RPG original.
É uma tradução fiel do espírito de D&D, combinando liberdade narrativa, combates estratégicos e um mundo vivo e reativo.
Onde jogar:
Windows, PlayStation 5, macOS, Xbox Series X/S e Linux
Solasta: Crown of the Magister – Dungeons & Dragons
Criado por fãs de Dungeons & Dragons, o game Solasta: Crown of the Magister é uma homenagem à 5ª edição do RPG de mesa. O jogo traz batalhas táticas em grade, com forte ênfase na verticalidade dos cenários, aproveitando o terreno e a posição como fatores decisivos no combate.
As rolagens de dados são reproduzidas de forma fiel, reforçando a sensação de estar jogando uma campanha digital. O jogador cria um grupo de quatro aventureiros para explorar ruínas antigas em busca de artefatos poderosos, enfrentando desafios que exigem estratégia e improviso.
Sua fidelidade às regras, liberdade nas decisões e clima de mesa de RPG fizeram de Solasta um dos títulos mais autênticos e respeitados do gênero dungeon crawler tático.
Onde jogar
Microsoft Windows, macOS, Xbox One, Xbox Series X/S e PlayStation 5
Game para Super Nintendo do clássico RPG de mesa que mistura fantasia, magia e tecnologia em um universo cyberpunk.
O jogador controla Jake Armitage, um homem com amnésia que investiga sua própria identidade em meio a conspirações e megacorporações. Com narrativa investigativa, atmosfera noir e combates táticos, o jogo foi considerado inovador para a época.
Décadas depois, títulos como Shadowrun Returns, Dragonfall e Hong Kong reviveram o sistema original com visual isométrico e foco estratégico, mantendo viva a essência do RPG de mesa.
Derivado das regras de Dungeons & Dragons 3.5, Pathfinder: Wrath of the Righteous adapta com precisão o sistema complexo e tático do RPG de mesa.
O jogador assume o papel de um comandante em meio a uma cruzada contra demônios que invadem o mundo mortal através de uma fenda mágica.
Com dezenas de classes, raças e caminhos míticos, o jogo oferece liberdade de escolha e profundidade estratégica. A narrativa épica, as decisões morais e o combate baseado em turnos fazem dele um dos sucessores espirituais mais fiéis aos clássicos da BioWare e ao legado de D&D.
Onde jogar
macOS, Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One
Cyberpunk 2077
Cena do jogo Cyberpunk 2077 (Imagem: CD Projekt / Divulgação)
O universo futurista e distópico de Cyberpunk 2077 nasceu no RPG de mesa Cyberpunk 2020, criado por Mike Pondsmith.
A adaptação feita pela CD Projekt Red mantém o mesmo pano de fundo, com as megacorporações, implantes cibernéticos e hackers urbanos, mas com uma narrativa cinematográfica e jogabilidade em primeira pessoa.
Personagens icônicos do material original, como Johnny Silverhand, migraram diretamente para o game, consolidando o elo entre mesa e tela.
Onde jogar:
PlayStation 4, Windows, Xbox One, PlayStation 5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch 2 e macOS
Call of Cthulhu (2018)
Call of Cthulhu (2018) / Crédito: Call of Cthulhu (divulgação)
Baseado no RPG de mesa inspirado na obra de H. P. Lovecraft, Call of Cthulhu (2018) combina investigação e horror psicológico em uma jornada de perda de sanidade.
O jogador assume o papel do detetive Edward Pierce, que viaja a uma ilha isolada para investigar a misteriosa morte da família Hawkins.
À medida que descobre segredos sombrios e cultos ancestrais, a linha entre realidade e loucura se desfaz. Fiel ao espírito do RPG original, o jogo enfatiza escolhas, interpretação e o colapso mental diante do terror cósmico.
Onde jogar
Microsoft Windows, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.
Warhammer 40,000: Space Marine 2
Originado dos jogos de mesa da Games Workshop, o universo sombrio de Warhammer 40,000 ganha vida em Space Marine 2, sequência do título de 2011.
O jogador encarna o tenente Titus, um super-soldado Ultramarine que enfrenta hordas alienígenas Tirânidas em combates intensos, combinando armas de fogo e ataques corpo a corpo.
Apesar do foco na ação, o jogo mantém a profundidade tática e o detalhado lore do RPG de mesa, com facções, deuses e tecnologias descritas com precisão.
Onde jogar
PlayStation 5, Windows e Xbox Series X/S
Dungeons & Dragons: Tower of Doom
Dungeons & Dragons: Tower of Doom / Crédito: Capcom (divulgação)
Lançado nos anos 1990 pela Capcom, Dungeons & Dragons: Tower of Doom surpreendeu ao adaptar o famoso RPG de mesa para o estilo beat ‘em up dos fliperamas.
Apesar do foco na ação, o jogo manteve elementos clássicos do gênero, como magias, coleta de itens, escolhas de rota e combate cooperativo. Ambientado no mundo de Mystara, acompanha heróis enfrentando o lich Deimos e suas forças malignas.
O sucesso foi tanto que gerou a sequência Shadow over Mystara, consolidando a franquia nos games.
Onde jogar
Original: Arcade, Sega Saturn
Coletânea com os 2 jogos: PlayStation 3, Windows, Xbox 360 e Wii U
Dungeons & Dragons: Shadow over Mystara
Shadow over Mystara expandiu o sucesso de Tower of Doom ao unir ação em rolagem lateral com fortes elementos de RPG.
Os jogadores podem equipar armas, armaduras e magias, encontrar itens secretos e seguir diferentes rotas e finais. A história continua após a derrota do lich Deimos, revelando uma ameaça maior: Synn, uma poderosa feiticeira que na verdade é um dragão vermelho ancestral.
Misturando combates intensos, progressão de personagem e narrativa ramificada, o jogo tornou-se um marco entre os beat ‘em ups com alma de RPG.
Onde jogar
Original: Arcade, Sega Saturn
Coletânea com os 2 jogos: PlayStation 3, Windows, Xbox 360 e Wii U
Filmes com narrativas diferentes sempre chamam atenção do público, ainda mais quando a história é contada de um ponto de vista inesperado. Em “Good Boy”, o novo terror que vem despertando curiosidade, quem comanda a narrativa é um cachorro. A partir de sua visão, os espectadores vivenciam um enredo tenso, com muitos sinais que só ele enxerga e que passam despercebidos pelos humanos.
Entretanto, a ideia de usar animais como narradores não é nova, e nos últimos anos tem ganhado cada vez mais espaço no cinema. Filmes que são contados pela perspectiva de cães conseguem transmitir emoções humanas de uma forma pura e, muitas vezes, ainda mais impactante.
Ao dar voz ao cachorro, o enredo explora sentimentos como amor, lealdade, tristeza e esperança, enquanto reforça o laço especial entre humanos e seus companheiros de quatro patas.
Se você gostou de “Good Boy” e quer ver outras obras que seguem essa mesma proposta, separamos cinco produções que também são narradas do ponto de vista canino e que exploram diferentes gêneros, como drama, comédia, aventura e até clássicos da animação. Confira a seguir!
Conheça 5 filmes narrados pela perspectiva do cachorro
Quatro Vidas de um Cachorro (A Dog’s Purpose, 2017)
(Imagem: Reprodução/Universal Pictures)
Neste filme, acompanhamos Bailey, um cão que reencarna diversas vezes ao longo do tempo, em diferentes raças e famílias. A cada vida, ele enfrenta novos desafios e aprende lições distintas, mas mantém sempre a mesma essência, com o desejo de estar ao lado do seu primeiro dono, Ethan.
A narrativa mostra de forma sensível como um cachorro interpreta o mundo, seus relacionamentos com os humanos e as mudanças que ocorrem à sua volta.
O elenco conta com Dennis Quaid, KJ Apa e a voz de Josh Gad como Bailey, que traz inocência e emoção ao personagem. O filme mistura momentos de humor e ternura com cenas mais reflexivas, despertando no público sentimentos de nostalgia e empatia.
É uma história que, através dos olhos de Bailey, mostra como os cães podem dar sentido e propósito à vida de seus tutores.
Onde assistir: disponível para aluguel na Prime Video.
Meu Amigo Enzo (The Art of Racing in the Rain, 2019)
(Imagem: Reprodução/Apple TV Plus)
Baseado no best-seller de Garth Stein, “Meu Amigo Enzo” mostra a vida do cachorro Enzo, que observa de perto a rotina de seu dono, Denny, um piloto de corridas. Narrado pela voz de Kevin Costner, o filme mergulha na forma como Enzo interpreta os altos e baixos da vida humana, com vitórias, fracassos, a construção de uma família e até mesmo as perdas inevitáveis.
A visão filosófica do cão traz profundidade à história, fazendo dela mais poética e emocionante, já que ele traduz em pensamentos aquilo que os humanos não conseguem expressar.
O elenco tem Milo Ventimiglia e Amanda Seyfried, que reforçam os aspectos dramáticos do filme. Pela ótica de Enzo, o espectador reflete sobre esperança, resiliência e sobre como os cães percebem os sentimentos humanos. É uma trama boa para quem gosta de histórias que unem drama e sensibilidade, ressaltando a lealdade como um dos maiores legados que um cachorro pode deixar.
Onde assistir: disponível na Disney+.
A Caminho de Casa (A Dog’s Way Home, 2019)
(Imagem: Divulgação/Sony Pictures)
O longa apresenta a jornada de Bella, uma cachorrinha separada de seu dono após uma mudança complicada. Determinada a reencontrá-lo, ela percorre centenas de quilômetros enfrentando obstáculos, encontrando outros animais e conhecendo pessoas diversas.
A narrativa é totalmente conduzida pelo olhar de Bella, que mostra como ela percebe as dificuldades e os momentos de esperança durante sua viagem.
A dublagem de Bella é feita por Bryce Dallas Howard, enquanto Jonah Hauer-King interpreta o dono da cadela. A história mistura aventura e emoção, destacando o instinto de sobrevivência e a confiança que os cães colocam nos humanos. Além de ser uma obra que envolve o espectador com cenas tocantes, também reforça a importância da compaixão e da amizade verdadeira.
Onde assistir: disponível na Telecine.
Pets: A Vida Secreta dos Bichos (The Secret Life of Pets, 2016)
(Imagem: Divulgação/Universal)
Mesmo sendo uma animação, este filme conquistou público de todas as idades ao imaginar o que os animais de estimação fazem quando seus donos não estão em casa. Max, Duke e seus amigos têm personalidades próprias, cheias de inseguranças, alegrias e aventuras.
A trama é apresentada sob a perspectiva dos bichos, principalmente dos cães, que dão voz a sentimentos e pensamentos muitas vezes não percebidos pelos humanos.
Além do humor, a animação também traz mensagens importantes sobre amizade, companheirismo e aceitação, e ao colocar o público na posição dos pets, o filme cria uma conexão imediata entre a vida real e a fantasia. Ele também reforça como até nas histórias mais simples, o ponto de vista de um cachorro pode trazer reflexões inesperadas.
Onde assistir: disponível no Prime Video.
A Dama e o Vagabundo (Lady and the Tramp, 1955)
(Imagem: Divulgação/Disney)
Um dos maiores clássicos da Disney, “A Dama e o Vagabundo” apresenta Lady, uma cocker spaniel de família rica, e Vagabundo, um cão de rua carismático. O filme é contado essencialmente pela visão desses personagens, mostrando como eles interpretam o mundo humano e como lidam com situações do dia a dia. Ao focar no olhar canino, a história mistura romance, aventura e humor, encantando gerações de espectadores.
A famosa cena do jantar com espaguete é um marco da cultura pop, mas o que realmente conquista é a forma como o filme humaniza os sentimentos dos cães. Lady e Vagabundo representam diferentes universos, mas mostram que laços de afeto podem superar barreiras sociais. A animação continua relevante até hoje, provando que o olhar de um cachorro pode ser tão envolvente quanto qualquer narrativa humana.
Quando compramos uma TV nova, nos maravilhamos com a resolução 4K nativa, aquele conteúdo ultra nítido e detalhado que as lojas exibem. O grande trunfo das TVs modernas que ninguém te conta não é a resolução 4K, e sim a tecnologia de upscaling, a verdadeira mágica por trás da imagem que você vê.
No entanto, a realidade do nosso dia a dia é bem diferente, veja se não se identifica? Passamos a maior parte do tempo assistindo a filmes em streaming de qualidade duvidosa, canais de TV aberta com resolução HD (ou pior) e vídeos antigos do YouTube.
Agora, será que você sabia que quem faz a mágica de transformar esse conteúdo de baixa resolução em algo aceitável na nossa tela gigante é esse componente muitas vezes subestimado, o processador de upscaling?
Todo mundo sabe que ele existe, mas a maioria não faz ideia de como ele funciona ou do que realmente o torna bom. Prepare-se para descobrir que o upscaling é muito mais do que simplesmente “esticar pixels”.
8 coisas que você provavelmente não sabe sobre o upscaling da TV
O upscaling de TV aumenta digitalmente a resolução de vídeos de baixa qualidade (ex: 1080p) para preencher telas de alta resolução (ex: 4K). É como um artista digital redesenhando uma foto pequena para um mural, preenchendo os espaços vazios para criar uma imagem maior e mais nítida, em vez de simplesmente ampliar e pixelar.
Portanto, o upscaling de TV é a ponte tecnológica que transforma conteúdos de baixa resolução em uma imagem limpa e definida na sua tela de alta resolução. No entanto, existem mitos e verdades sobre esse processo que poucos entendem. A seguir, desvendamos 8 fatos essenciais que explicam não apenas como o upscaling funciona, mas o que realmente diferencia uma TV de outra.
1. Não é apenas esticar a imagem
Para exibir sinais de baixa resolução (como 480p ou 1080p) em uma tela 4K, a TV utiliza o upscaling para preencher a tela, a imagem mostra a grande diferença de detalhes entre 480p, 720p, 1080i/p e 4K (2160p) (Imagem: Patryk Kosmider / Shutterstock.com)
A primeira ideia que vem à mente quando pensamos em upscaling é a de que a TV pega cada pixel da imagem original e o replica em um bloco de 2 x 2 ou 4 x 4 pixels na tela 4K. Esse método rudimentar existe e se chama interpolação bilinear ou bicúbica. O resultado? Imagens borradas e com “artefatos de serrilhamento”.
Não é mágica, é matemática complexa. O upscaling não cria detalhes reais, apenas estima pixels ausentes com base nos que já existem.
Os processadores modernos, especialmente os que usam Inteligência Artificial (IA), vão muito além. Eles não apenas esticam a imagem, mas a analisam e reconstroem. A IA foi treinada com milhões de pares de imagens (em baixa e alta resolução).
Ela aprendeu que um conjunto específico de pixels borrados em uma imagem de baixa qualidade provavelmente representa, por exemplo, os fios de cabelo. Ao fazer o upscaling, o chip não só estica os pixels, mas adiciona detalhes texturizados que se assemelham a cabelos reais, criando uma ilusão de detalhe que simplesmente não estava no sinal original.
O veredito confirmado é que a IA já faz parte do processo, reconhecendo rostos, texturas e letras para melhorar a nitidez de forma inteligente.
2. O “gargalo” muitas vezes está na sua internet, não na TV
Muitas vezes, a imagem pixelada ou borrada que vemos na tela (como o fundo bokeh desfocado) não é culpa da TV, mas sim do sinal de entrada (Imagem: Angkana Sae-Yang / Shutterstock.com)
Você pode ter a TV mais avançada do mercado, mas se a sua conexão de internet estiver instável ou congestionada, o serviço de streaming (como Netflix e YouTube) vai automaticamente reduzir a qualidade do vídeo para evitar buffering.
Muitas pessoas culpam a TV por uma imagem “pixelada” ou borrada (eu era uma dessas pessoas), quando, na verdade, o processador de upscaling está recebendo um sinal de baixíssima bitrate (quantidade de dados por segundo).
O conteúdo original ainda é o fator mais importante. Um vídeo em 480p nunca vai parecer 4K real, o upscaling só ameniza o problema.
O upscaling lida com a resolução, mas ele não pode criar informações que foram perdidas pela compressão excessiva. Um vídeo altamente comprimido tem “blocos” de cor, ruído e falta de detalhe. O trabalho do chip é tentar suavizar esses defeitos, mas é uma batalha difícil. A qualidade do sinal de entrada é fundamental.
3. Diferentes conteúdos exigem diferentes estratégias de upscaling
A imagem, que exibe uma cena de animação com cores sólidas e linhas bem definidas, ilustra o tipo de conteúdo que é mais fácil para os processadores de upscaling converterem para a resolução 4K (Imagem: Hamara/Shutterstock.com)
O processador não trata todos os conteúdos da mesma forma. Ele usa algoritmos diferentes para, veja:
Desenhos animados e animações: por terem cores sólidas e linhas bem definidas, são os mais fáceis de serem convertidos. O upscaling pode ser mais agressivo, resultando em imagens incrivelmente nítidas e limpas.
Imagens reais (live-action): requerem mais nuance. O algoritmo precisa equilibrar a nitidez sem exagerar no ruído da imagem ou criar uma aparência “artificial”.
Imagens com muito texto (credenciais e legendas): aqui, a precisão é fundamentall. Um bom upscaling evita que as letras fiquem borradas ou com serrilhas, usando técnicas específicas para manter a clareza das bordas.
Algumas TVs high-end já fazem essa detecção de cena automaticamente, ajustando o processamento em tempo real.
4. A taxa de bits é tão importante quanto a resolução
Não é só a resolução, é a quantidade de dados por segundo (bitrate) que define se o upscaling entregará uma imagem 4K fantástica ou apenas uma imagem borrada em uma tela grande (Imagem: Andrii__Ivaniuk / Shutterstock.com)
Dois vídeos em 1080p podem ter qualidades visuais drasticamente diferentes. Por quê? A taxa de bits (Bitrate). Um arquivo 1080p com um bitrate alto (por exemplo, de um Blu-ray) é uma fonte riquíssima de informações para o upscaling. O processador tem dados detalhados para trabalhar, resultando em uma imagem 4K fantástica.
O conteúdo original ainda é o fator mais importante (a qualidade do arquivo fonte é primordial). Já um vídeo 1080p de streaming, com um bitrate baixo, está cheio de artefatos de compressão.
O upscaling tenta “adivinhar” o que há entre os pixels, mas como a informação original é pobre, o resultado final, mesmo em 4K, pode parecer pior do que o Blu-ray upscaled. A lição é: resolução não é tudo, a qualidade do arquivo fonte é primordial.
5. A fonte do sinal faz uma diferença enorme (players externos vs. apps da TV)
A imagem de uma TV High-End da Samsung (QLED), exibindo uma cena vibrante e com alta qualidade, serve como um poderoso lembrete de que o resultado final é determinado pela capacidade de processamento (Imagem: NA.MAT / Shutterstock.com)
Muitos entusiastas de home theater preferem usar players externos dedicados, como o Apple TV 4K, Nvidia Shield ou consoles de última geração. Isso acontece porque o upscaling pode ser feito na fonte ou na TV.
Upscaling na fonte: o player externo faz o upscaling do conteúdo e envia um sinal já em 4K para a TV. A qualidade dependerá da capacidade do processador do player.
Upscaling na TV: você configura o player para enviar o sinal nativo (por exemplo, 1080p) e deixa a TV fazer todo o trabalho.
Nem todo upscaling é feito pela TV. Consoles, players de Blu-ray e serviços de streaming às vezes fazem o upscaling antes da TV.
Geralmente, o processador de uma TV high-end (como LG OLED, Samsung QD-OLED ou Sony Bravia) é superior ao de um player médio. Portanto, na maioria dos casos, é melhor deixar a TV, que foi projetada para sua tela específica, fazer o upscaling.
No entanto, players top de linha como o Nvidia Shield têm algoritmos excelentes, especialmente para conteúdo de baixa resolução, e podem ser uma opção viável. Cada marca tem seu próprio algoritmo, com Samsung, LG e Sony usando processadores e técnicas proprietárias diferentes.
6. A resolução nativa do painel é o “teto”, mas não é tudo
A imagem ilustra a impressionante diferença de detalhes da resolução Full HD (1080p) para a Ultra HD (4K) e, finalmente, para a Full Ultra HD (8K) (Imagem: REDPIXEL.PL / Shutterstock.com)
Uma TV 8K tem quatro vezes mais pixels que uma 4K. Isso significa que, em teoria, o upscaling de um conteúdo 4K para 8K é uma tarefa menos complexa do que upscaling de 1080p para 4K, pois a densidade de pixels a ser “preenchida” é menor em relação ao salto anterior.
No entanto, isso não é uma regra absoluta. Uma TV 8K com um processador medíocre pode produzir uma imagem pior do que uma TV 4K com um processador excelente fazendo o upscaling do mesmo conteúdo 1080p. A qualidade do algoritmo e do poder de processamento é frequentemente mais importante do que a resolução nativa do painel quando falamos de conteúdo não-nativo.
O upscaling consome poder de processamento, então, modelos de entrada têm desempenho inferior devido a chips mais simples.
7. O motion handling e o upscaling estão intimamente ligados
A imagem vibrante de uma partida de futebol, com a ação tão intensa que parece saltar da tela, é a ilustração perfeita de quando o upscaling e o processamento de movimento (motion handling) trabalham em harmonia (Imagem: alphaspirit.it / Shutterstock.com)
O upscaling não acontece em um único quadro estático. Ele precisa funcionar em tempo real, a 24, 30 ou 60 quadros por segundo. Isso adiciona uma camada extra de complexidade: o processamento de movimento.
Upscaling é diferente de interpolação de quadros, um aumenta a resolução espacial (pixels), o outro cria quadros extras (movimento).
Um algoritmo de upscaling precisa ser inteligente o suficiente para rastrear objetos em movimento pela tela e aplicar a melhoria de resolução de forma consistente, sem criar “rastros” ou “fantasmas” atrás dos objetos.
Muitas das tecnologias de suavização de movimento (como o MEMC – Motion Estimation, Motion Compensation) são parte integrante do mesmo sistema que realiza o upscaling, trabalhando em conjunto para criar uma imagem estável e nítida, mesmo em cenas de ação rápida.
8. A calibração de fábrica pode “treinar” o processador
A imagem de uma TV LG OLED EVO exibindo uma paisagem deslumbrante, com nuvens e um céu azul intenso, ilustra a excelência em qualidade de imagem que é possível quando o upscaling é otimizado para a tecnologia do painel (Imagem: 8th.creator / Shutterstock.com)
Os fabricantes não criam um algoritmo universal para todos os modelos. Eles calibram e “treinam” o processador de upscaling de cada modelo de TV especificamente para as características do painel que ele vai controlar.
O tipo de painel influencia o resultado: TVs OLED e Mini LED mostram menos artefatos. Isso significa que o algoritmo é ajustado para o tipo de painel (OLED, QLED, Mini-LED), seu brilho máximo, a gama de cores e até mesmo como os pixels se comportam em transições de cor.
Um upscaling otimizado para um painel OLED, com seus pixels que podem desligar completamente, pode ser sutilmente diferente daquele otimizado para um painel QLED. Essa sintonia fina é o que separa um bom upscaling de um excepcional. Você pode desativar ou ajustar o efeito em configurações avançadas da TV.
Bônus: o futuro é o “upscaling por contexto”
A próxima fronteira do upscaling já está sendo explorada em tempo real nos videogames, com tecnologias como DLSS (NVIDIA) e FSR (AMD). Elas usam IA não apenas para analisar pixels, mas o contexto tridimensional da cena.
Enquanto o upscaling tradicional de vídeo é “cego” para o conteúdo, essas novas técnicas entendem que um determinado conjunto de pixels representa uma textura de metal, um reflexo na água ou folhas em uma árvore.
No futuro, é possível que os processadores de TV integrem esse tipo de tecnologia, usando bancos de dados de texturas do mundo real para reconstruir imagens com uma fidelidade que hoje consideramos impossível, tornando a distância entre um conteúdo de baixa resolução e um nativo cada vez mais imperceptível.
O upscaling deixou de ser um recurso técnico secundário para se tornar o coração da experiência de visualização moderna. É uma forma de arte digital que combina poder de processamento bruto com a sofisticação da inteligência artificial. Entender suas nuances nos torna espectadores mais críticos e nos ajuda a apreciar a verdadeira engenharia que existe por trás das telas que tanto amamos.
Na próxima vez que você assistir a um filme antigo em sua TV 4K, lembre-se da complexa e silenciosa revolução digital que está acontecendo em milissegundos, quadro a quadro, para trazer essa imagem à vida.
Neste domingo (02), Palmeiras e Juventude se enfrentam pela 31ª rodada do Brasileirão 2025. As equipes estão em lados opostos da tabela. A bola rola às 18h30 (horário de Brasília) no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS).
Palmeiras x Juventude:
Competição: Brasileirão 2025
Rodada: 31ª
Data: 02/11 (domingo)
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Local: Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)
Onde assistir Juventude x Palmeiras no Brasileirão?
O duelo entre Juventude e Palmeiras terá transmissão exclusiva pelo canal pay-per-view Premiere.
Prováveis escalações
Juventude: Jandrei; Reginaldo (Igor Formiga), Rodrigo Sam, Luan Freitas e Alan Ruschel; Hudson, Caíque, Peixoto e Nenê (Rafael Bilu); Giovanny (Ênio) e Gilberto.
Técnico: Thiago Carpini.
Palmeiras: Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Aníbal Moreno, Andreas Pereira, Maurício (Raphael Veiga) e Allan (Felipe Anderson); Flaco López e Vitor Roque.
Técnico: Abel Ferreira.
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
Na reta final do Brasileirão, o Juventude está lutando para sair da zona de rebaixamento. A equipe gaúcha tem apenas uma vitória nos últimos cinco jogos e está na vice-lanterna da tabela, com 26 pontos. Ainda faltam 6 para alcançar o Santos, primeiro time fora do Z4.
Do outro lado, o Palmeiras está na liderança, com 1 ponto acima do Flamengo (na vice-liderança), mas não vence há duas rodadas. No meio da semana, o Verdão jogou a Libertadores e venceu a LDU por 4×0, avançando para a final.
Neste domingo (02), Internacional e Atlético-MG se enfrentam pela 31ª rodada do Brasileirão 2025. As equipes lutam para se afastar da zona de rebaixamento. A bola rola às 18h30 (horário de Brasília) no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS).
Na reta final do Brasileirão, Internacional e Atlético-MG lutam para se afastar do Z4.
O Colorado vem de duas derrotas seguidas e está na 15ª posição da tabela, com 35 pontos – apenas 4 acima do Z4.
Do outro lado, o Galo venceu o Ceará por 1×0 na última rodada, mas está na 13ª posição e soma apenas 36 pontos – 5 acima do Z4. A equipe mineira teve mais sucesso na Copa Sul-Americana: venceu o Independiente del Valle e avançou para a final da competição.
Neste domingo (02), Corinthians e Grêmio se enfrentam pela 31ª rodada do Brasileirão 2025. As equipes estão lado a lado na tabela, empatadas em pontos. A bola rola às 16h (horário de Brasília) na Neo Química Arena, em São Paulo (SP).
Corinthians e Grêmio estão lado a lado na tabela, empatados com 39 pontos. Na reta final do campeonato, os times lutam para garantir uma classificação na Sul-Americana do ano que vem.
O Timão está em 10º lugar da tabela e vem de duas vitórias seguidas. São três vitórias, um empate e uma derrota nas últimas cinco rodadas.
O Imortal vem logo abaixo, em 11º, e tem um retrospecto recente mais instável. São duas vitórias, duas derrotas e um empate nos últimos cinco jogos.
É comum que a arte se inspire em histórias reais, inclusive nas mais perturbadoras. Filmes e séries, então, nem se fala. O gênero terror, em particular, encontra nesse tipo de história um terreno fértil para atrair o público. Um exemplo recente é a série “Monstro: A História de Ed Gein”, lançada pela Netflix em 2025.
No entanto, não é apenas o cinema que transforma fatos reais em experiências assustadoras. Nos videogames, também é possível encontrar exemplos que usam esse recurso. A seguir, listamos cinco jogos de terror que, de alguma forma, se baseiam em histórias reais.
Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.
O survival horror “Kholat“ se inspira em uma história real ocorrida na União Soviética, em 1959: o misterioso Incidente do Passo Dyatlov. Nove universitários morreram durante uma expedição de esqui pelos Montes Urais.
Porém, seus corpos foram encontrados espalhados em condições misteriosas e inexplicáveis, desde mortos apenas de roupa íntima, outros sem olhos, até alguns com sinais de radiação.
O caso, ainda sem explicação, gerou teorias que vão de avalanches a forças além da compreensão humana. Assim, “Kholat” se inspira nesse mistério. O jogador controla um investigador que vai aos Montes Urais para descobrir o que aconteceu, explorando a gélida região e enfrentando criaturas e fenômenos inexplicáveis.
Chernobylite
Chernobylite / Crédito: The Farm 51, All in! Games SA (divulgação)
Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.
Jogo de tiro em primeira pessoa e survival horror, “Chernobylite“ se inspira no famoso desastre nuclear que ocorreu em 1986, na usina de Chernobyl, na Ucrânia.
O jogador controla um ex-físico que explora a Zona de Exclusão de Chernobyl, uma área real ao redor da usina que foi abandonada e isolada devido à alta radiação.
Contudo, a retratação real se limita apenas ao cenário; a história do jogo e os personagens são fictícios. O jogador enfrenta inimigos humanos e criaturas chamadas Shadows, utiliza armas e armadilhas, além de coletar suprimentos e gerenciar recursos para sobreviver.
Fears to Fathom
Fears to Fathom / Crédito: Steam (divulgação)
Plataformas: Steam.
Disponível na Steam, “Fears to Fathom” é um jogo de terror psicológico em primeira pessoa com uma proposta curiosa. O jogo é dividido em capítulos, e cada história é baseada em relatos reais assustadores enviados por usuários da Steam ao desenvolvedor indiano Mukul Negi.
O título foca em exploração, interação e furtividade, e os capítulos se passam em ambientes variados, como casas, florestas e hotéis.
The Town of Light / Crédito: LKA, Wired Productions (divulgação)
Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.
O jogo de terror “The Town of Light” é inspirado em fatos reais, mas com várias liberdades artísticas. A história se passa no Ospedale Psichiatrico di Volterra, um hospital psiquiátrico real localizado em Volterra, na Toscana, que funcionou entre os séculos XIX e XX e ficou conhecido pelos tratamentos abusivos aplicados em pacientes.
Com perspectiva em primeira pessoa, o game aposta na imersão e na narrativa. O jogador controla a fictícia personagem Renée, uma ex-paciente do hospital internada nos anos 1940 por supostos distúrbios mentais. Anos depois, ela retorna ao local agora abandonado em busca de lembranças que revelem a verdade sobre seu passado.
Dark Pictures Anthology: The Devil in Me
Dark Pictures Anthology: The Devil in Me / Supermassive Games, Bandai Namco Entertainment (divulgação)
Plataformas: PC, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.
Parte da série Dark Pictures Anthology, “The Devil in Me“ é um jogo de terror interativo e survival horror. O jogo se passa em uma versão fictícia do “Murder Castle”, prédio real construído por H. H. Holmes em Chicago nos anos 1890.
Holmes foi um dos primeiros serial killers documentados nos Estados Unidos e projetou o prédio com quartos trancados, passagens secretas e armadilhas mortais para capturar suas vítimas.
No jogo, os jogadores controlam cinco protagonistas que ficam presos em uma réplica do Murder Castle e precisam escapar das armadilhas e resolver enigmas. O jogo é em terceira pessoa, com foco em exploração e tomada de decisões.
Neste sábado (1º), Nottingham Forest e Manchester United se enfrentam em duelo válido pela 10ª rodada da Premier League 2025/26. O jogo acontece a partir das 12h00 (horário de Brasília) e será disputado no City Ground, em Nottingham, Inglaterra.
Onde assistir Nottingham Forest x Manchester United pela Premier League?
O confronto entre Nottingham Forest e Manchester United pela Premier League será transmitido ao vivo na TV fechada pela ESPN e no streaming pelo Disney+.
Escalações prováveis e arbitragem
Nottingham Forest: Matt Sels; Neco Williams, Murillo, Nikola Milenkovic e Nicolò Savona; Douglas Luíz e Elliot Anderson; Callum Hudson-Odoi, Morgan Gibbs-White e Dan Ndoye; Igor Jesus.
Técnico: Sean Dyche.
Manchester United: Senne Lammens; Luke Shaw, Matthjis de Light e Leny Yoro; Diogo Dalot, Bruno Fernandes, Casemiro e Amad Diallo; Matheus Cunha e Bryan Mbeumo; Benjamin Sesko.
Técnico: Ruben Amorim.
Arbitragem:
Árbitro: Darren England.
Assistentes: Scott Ledger, Akil Howson.
Quarto árbitro: Bobby Madley.
VAR: Tim Robinson.
As escalações são confirmadas cerca de uma hora antes do jogo.
Nottingham Forest e Manchester United na Premier League
O Nottingham Forest ocupa atualmente a 18ª posição da Premier League, com cinco pontos, vindos de campanha de uma vitória, dois empates e seis derrotas. A equipe perdeu para o Bournemouth por 0 a 2.
Já o Manchester United está na sexta rodada do campeonato, com 16 pontos e campanha de cinco vitórias, um empate e três derrotas. Na última rodada, os Red Devils derrotaram por 4 a 2 o Brighton.
Em novembro, chegam ao cinema filmes marcantes como a continuação da história de Elphaba e Glinda, em “Wicked: Parte 2″ e mais um trabalho de Emma Watson em “Bugonia”. Há também o filme nacional “O Agente Secreto”, que irá representar o Brasil no Oscar de 2026. Confira abaixo as cinco principais estreias de novembro de 2025.
Quais as principais estreias no cinema em novembro de 2025?
1. O Agente Secreto
O novo filme de Kleber Mendonça estrelado por Wagner Moura acompanha Marcelo, um especialista em tecnologia que volta para Recife com o intuito de fugir de seu passado misterioso e violento. Porém, percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que esperava.
Data de estreia: 6 de novembro de 2025.
2. Truque de Mestre: O 3º Ato
Cartaz do filme Truque de Mestre: 3º Ato. Imagem: Divulgação/Paris Filmes
Na sequência de Truque de Mestre, os Cavaleiros retornam, dessa vez, com ilusões que envolvem a joia mais valiosa do mundo. O elenco traz grandes nomes, como Morgan Freeman e Rosamund Pike.
Data de estreia: 13 de novembro de 2025.
3. Wicked: Parte 2
Lançamento de Wicked: Parte 2 está previsto para novembro. Imagem: Divulgação/Universal Pictures
Dirigido pelo cineasta, Jon M. Chu, a parte dois de “Wicked” dá seguimento a história de Elphaba, uma jovem do Reino de Oz incompreendida pela cor de sua pele, e a popular e ambiciosa Glinda.
Data de estreia: 26 de novembro de 2025.
4. Bugonia
Emma Watson no filme Bugonia. Imagem: Divulgação/Universal Pictures
Em mais um trabalho da atriz Emma Watson com o cineasta Yorgos Lanthimos, o filme acompanha a história de dois jovens obcecados por teorias da conspiração que sequestram a CEO de uma grande empresa por acreditarem que ela seria um alienígena com intenções de destruir o planeta Terra.
Data de estreia: 27 de novembro de 2025.
5. Morra, Amor
Jennifer Lawrence e Robert Pattinson em Morra, Amor
Com interpretações de Jennifer Lawrence e Robert Pattinson, o filme mostra a luta de Grace para manter a sanidade em meio a maternidade, seu casamento e isolamento. A história é ambientada na zona rural dos Estados Unidos e foi adaptada do livro homônimo escrito por Ariana Harwicz.