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Em novembro, chegam ao cinema filmes marcantes como a continuação da história de Elphaba e Glinda, em “Wicked: Parte 2″ e mais um trabalho de Emma Watson em “Bugonia”. Há também o filme nacional “O Agente Secreto”, que irá representar o Brasil no Oscar de 2026. Confira abaixo as cinco principais estreias de novembro de 2025.
Quais as principais estreias no cinema em novembro de 2025?
1. O Agente Secreto
O novo filme de Kleber Mendonça estrelado por Wagner Moura acompanha Marcelo, um especialista em tecnologia que volta para Recife com o intuito de fugir de seu passado misterioso e violento. Porém, percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que esperava.
Data de estreia: 6 de novembro de 2025.
2. Truque de Mestre: O 3º Ato
Cartaz do filme Truque de Mestre: 3º Ato. Imagem: Divulgação/Paris Filmes
Na sequência de Truque de Mestre, os Cavaleiros retornam, dessa vez, com ilusões que envolvem a joia mais valiosa do mundo. O elenco traz grandes nomes, como Morgan Freeman e Rosamund Pike.
Data de estreia: 13 de novembro de 2025.
3. Wicked: Parte 2
Lançamento de Wicked: Parte 2 está previsto para novembro. Imagem: Divulgação/Universal Pictures
Dirigido pelo cineasta, Jon M. Chu, a parte dois de “Wicked” dá seguimento a história de Elphaba, uma jovem do Reino de Oz incompreendida pela cor de sua pele, e a popular e ambiciosa Glinda.
Data de estreia: 26 de novembro de 2025.
4. Bugonia
Emma Watson no filme Bugonia. Imagem: Divulgação/Universal Pictures
Em mais um trabalho da atriz Emma Watson com o cineasta Yorgos Lanthimos, o filme acompanha a história de dois jovens obcecados por teorias da conspiração que sequestram a CEO de uma grande empresa por acreditarem que ela seria um alienígena com intenções de destruir o planeta Terra.
Data de estreia: 27 de novembro de 2025.
5. Morra, Amor
Jennifer Lawrence e Robert Pattinson em Morra, Amor
Com interpretações de Jennifer Lawrence e Robert Pattinson, o filme mostra a luta de Grace para manter a sanidade em meio a maternidade, seu casamento e isolamento. A história é ambientada na zona rural dos Estados Unidos e foi adaptada do livro homônimo escrito por Ariana Harwicz.
Se você pensa que “bom Wi‑Fi” se resume apenas à velocidade, está na hora de repensar. A nova geração de redes sem fio vai muito além de megabits por segundo, trazendo avanços que impactam diretamente na experiência do usuário. O destaque aqui é o Wi‑Fi, com duas gerações em evidência: o já consolidado Wi‑Fi 7 e o futuro Wi‑Fi 8.
Enquanto o Wi‑Fi 7 entrega melhorias concretas em canais, modulação e links múltiplos, o Wi‑Fi 8, ainda em desenvolvimento, foca em confiabilidade, melhor desempenho em ambientes congestionados, latência reduzida e eficiência global.
Vamos detalhar exatamente o que muda do Wi‑Fi 7 para o Wi‑Fi 8, como cada geração atende às necessidades reais dos usuários e quando vale a pena investir agora ou esperar pelo futuro.
O que é o Wi‑Fi 7 e por que ele importa?
O Wi‑Fi 7, conhecido como padrão IEEE 802.11be (Extremely High Throughput – EHT), representa o salto mais recente em redes sem fio de alta performance.
Ele oferece suporte a canais de até 320 MHz, o dobro das larguras típicas das gerações anteriores, e adota modulação 4 096‑QAM, permitindo transmitir muito mais dados por símbolo. Além disso, o Wi‑Fi 7 opera simultaneamente em múltiplas bandas (2,4 GHz, 5 GHz e 6 GHz) e utiliza a tecnologia Multi‑Link Operation (MLO), que possibilita o uso de dois ou mais links ao mesmo tempo para enviar e receber dados.
Conectando smartphone ao Wi-Fi / Crédito: ymgerman (Shutterstock/reprodução)
O resultado é um aumento significativo no throughput, maior capacidade para dispositivos conectados e redução da latência em comparação com gerações anteriores.
Para usuários domésticos e empresas, isso significa streaming em 4K ou 8K sem interrupções, jogos online com menor lag e suporte a múltiplas câmeras ou dispositivos IoT na mesma rede. Ainda assim, velocidade máxima não é tudo: cobertura, interferência e a infraestrutura do ambiente continuam determinando a experiência real.
O que sabemos até agora sobre o Wi‑Fi 8?
O Wi‑Fi 8, previsto para chegar por volta de 2028, é o padrão IEEE 802.11bn e ainda está em desenvolvimento.
Diferentemente do Wi‑Fi 7, sua velocidade teórica máxima não deve apresentar salto significativo, permanecendo em torno de 23 Gbps, mas o grande foco está na Ultra High Reliability (UHR), garantindo conexões mais estáveis, menor latência em condições reais, menor perda de pacotes e desempenho superior em ambientes congestionados ou sujeitos a interferências.
Tecnologias como mmWave, que utilizam ondas milimétricas, começam a ser incorporadas como opção para curtas distâncias de altíssima velocidade, em cenários específicos. O Wi‑Fi 8 também aposta em melhor coordenação entre múltiplos pontos de acesso, com recursos como Multi‑AP coordination, beamforming coordenado e spatial reuse, o que é especialmente útil em espaços amplos ou corporativos.
As bandas de frequência principais (2,4 GHz, 5 GHz e 6 GHz) permanecem, sem previsão de salto para frequências extremamente altas globalmente. Em resumo, o Wi‑Fi 8 não promete apenas mais velocidade, mas sim uma combinação de performance confiável, estabilidade e preparo para o futuro das redes sem fio.
Por que a velocidade “máxima” não muda tanto (e por que isso não é problema)?
Você pode estar se perguntando: “Se o Wi‑Fi 8 não vai me entregar 50 ou 100 Gbps, por que me preocupar?” A resposta está no que realmente limita a experiência de Wi‑Fi no mundo real. Na prática, não é a velocidade teórica que trava sua conexão, mas fatores como interferência, paredes, distância do roteador e o número de dispositivos disputando o mesmo sinal.
Mesmo que o padrão suporte até 23 Gbps, a velocidade que você recebe da operadora normalmente é bem menor, variando entre 1 Gbps, 2,5 Gbps ou 5 Gbps.
O verdadeiro ganho do Wi‑Fi 8 aparece em redes densas ou corporativas, oferecendo maior eficiência, latência reduzida e melhor gerenciamento de múltiplos dispositivos.
Para uso residencial, o salto do Wi‑Fi 6 ou 6E para o 7 costuma ser mais perceptível do que esperar pelo 8. Em outras palavras, o Wi‑Fi 8 não é sobre velocidade absurda, mas sobre maturação da rede sem fio, garantindo que ela funcione de forma estável e sem gargalos invisíveis.
Esperar pelo Wi‑Fi 8 ou trocar agora para o Wi-Fi 7?
Trocar agora para Wi‑Fi 7:
Se você tem largura de banda de internet alta (por exemplo >1 Gbps) e um ambiente com muitos dispositivos.
Sua rede atual apresenta gargalos de latência, muitos dispositivos conectados, ou você já sente instabilidade.
Esperar pelo Wi‑Fi 8
Sua rede atual ainda atende bem e o custo de troca agora é alto.
Você não tem necessidade extrema de mobilidade ou ambientes densos de muitos dispositivos.
Você está em ambiente corporativo/industrial onde a estabilidade, roaming e eficiência importam
O mundo sem fio continua evoluindo, e a distinção entre “velocidade” e “experiência” fica cada vez mais nítida. O padrão Wi‑Fi evolui não só para ser “mais rápido”, mas para ser “menos falho”, “menos invisível”, ou seja: funcionar bem quando e onde você precisa. O Wi‑Fi 7 já entrega upgrades reais. O Wi‑Fi 8 aponta para uma era onde o Wi‑Fi será tratado como infraestrutura crítica, não só como “internet de casa”.
Para usuários residenciais e pequenas empresas, o Wi‑Fi 7 já representa um salto significativo em desempenho, sem necessidade de aguardar o Wi‑Fi 8. Já em ambientes corporativos e industriais, o Wi‑Fi 8 se destaca pela capacidade de suportar múltiplos dispositivos, baixa latência e mobilidade avançada, mas sua adoção dependerá de planejamento estratégico e compatibilidade de infraestrutura.
No Brasil, a liberação da faixa de 6 GHz e os custos iniciais indicam que a transição será gradual, tornando essencial preparar-se hoje para colher os benefícios tecnológicos no futuro.
Com as mudanças climáticas, estamos experimentando ondas de calor mais severas que não se restringem apenas ao verão. Independente da estação, podemos observar altas temperaturas e a exposição ao calor extremo pode causar estresse térmico.
Alguns cuidados sempre são importantes quando o calor está muito intenso, como manter a hidratação corporal, buscar quando possível lugares com sombra e fazer uso do protetor solar.
Mas, mesmo com todos esses cuidados, pode acontecer o estresse térmico a depender da temperatura e se você está em um lugar mais arborizado ou rodeado de prédios e casas – fator geográfico que influência na sensação de calor.
O que é estresse térmico?
Estresse térmico pode gerar ainda alterações emocionais, como ansiedade e irritabilidade. (Imagem: New Africa/Shutterstock)
O estresse térmico é um desbalanço que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas, seja o frio ou o calor. No segundo caso, trata-se de uma condição de saúde que acontece quando o corpo não consegue dissipar totalmente o calor que absorve.
Num tempo quente, mas suportável, o organismo utiliza mecanismos de resfriamento como a transpiração e a dilatação dos vasos sanguíneos. Mas, em temperaturas muito altas, esses mecanismos são insuficientes, fazendo com que o corpo armazene mais calor do que consegue suportar, não conseguindo manter a sua temperatura interna ideal que é de 36,5 °C.
O estresse térmico faz com o corpo perca sais minerais e eletrólitos em excesso, e a desidratação causa sintomas como cansaço, náuseas, sudorese excessiva e aumento da frequência cardíaca que pode elevar a pressão arterial.
A pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) Sandra Hacon, esclarece que a gravidade do estresse térmico vai depender de fatores como se a exposição ao calor é contínua ou intermitente, condições pré-existentes de saúde, condições sociais e fatores genéticos.
Mas, em suma, os mais afetados pelo estresse térmico são as crianças porque o equilíbrio homeostático ainda não está completamente desenvolvido.
“Alguns dos impactos de estresse térmico são: desequilíbrio homeostático no organismo, com sinais e sintomas como tontura, sensação de desmaio, enjoo, dor de cabeça e aumento de hospitalizações e da mortalidade por doenças cardiovasculares e respiratórias. Pacientes em hemodiálise, por exemplo, devem controlar a pressão arterial e manter o corpo hidratado. Esse grupo é de elevado risco num cenário de estresse térmico”, alerta Hacon.
Trabalhadores externos podem ser os mais prejudicados pelas ondas de calor. (Imagem: Poguz.P/Shutterstock)
O equilíbrio homeostático é a capacidade do organismo de se manter estável e em funcionamento mesmo quando exposto a condições adversas, como o aumento da temperatura, queda ou elevação da pressão arterial e alterações no nível de glicose.
Outro grupo de risco são os idosos, porque, em muitos casos, já apresentam dificuldades em manter o equilíbrio homeostático, desidratando o organismo com mais facilidade. O mesmo ocorre com as gestantes que precisam monitorar a pressão arterial e elevar o consumo de líquidos.
Além dos prejuízos físicos, o estresse térmico também pode influenciar o estado emocional. A começar pelo sono, que pode ser prejudicado, gerando alterações de humor. Falta de energia, ansiedade e irritabilidade também são sintomas comuns que podem acometer quem está passando por um estresse térmico.
E, em casos extremos, o estresse térmico pode levar à morte, como aponta um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Para se ter uma ideia, em 2020, 4.200 trabalhadores em todo o mundo perderam a vida devido à exposição a altas temperaturas. Isto configura um aumento de 66%, em comparação com o mesmo relatório feito nos anos 2000.
Por isso, para mitigar os efeitos de um estresse térmico é essencial manter o corpo hidratado, ingerir alimentos frescos e menos gordurosos, além de procurar ambientes mais ventilados, sejam à sombra ou com uso de ventilador ou ar-condicionado. Usar roupas leves e evitar exposição solar em horários de pico também são medidas importantes.
O Halloween é a época ideal para viver experiências assustadoras e sentir a adrenalina que só os jogos de terror conseguem provocar. Neles, você se torna o protagonista de uma história de horror, onde cada passo, cada som e cada sombra podem ser o início de algo aterrorizante.
Nos últimos anos, o gênero evoluiu muito, com gráficos realistas, som 3D e enredos que transformam o medo em uma experiência interativa.
Em muitos games de terror, há o equilíbrio entre tensão e curiosidade, fazendo o jogador sentir medo, mas não conseguir parar, movido pelo desejo de descobrir o que vem a seguir.
O catálogo atual também é bastante diversificado, com títulos focados em sobrevivência, outros em terror psicológico, e ainda experiências cooperativas que unem grupos inteiros em busca de sustos. O avanço das plataformas também ajudou, com versões otimizadas para consoles, PCs e até dispositivos móveis.
Em 2025, o gênero está em alta, com remakes de clássicos e novas franquias que exploram o medo de formas inéditas. Seja enfrentando criaturas grotescas, fugindo de assassinos implacáveis ou sobrevivendo a eventos sobrenaturais, há sempre um jogo capaz de deixar o coração acelerado. Veja a seguir dez títulos para entrar no clima do Halloween!
Dia das Bruxas 2025: 10 opções de jogos para entrar no clima de terror
Dead by Daylight
(Imagem: Divulgação/Behaviour Interactive)
Lançado em 2016 pela Behaviour Interactive, “Dead by Daylight” é um dos maiores sucessos do terror multiplayer assimétrico. Disponível para PC, PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e até mobile, o jogo tem uma proposta é simples e viciante. Nele, um jogador assume o papel do assassino enquanto outros quatro tentam escapar vivos, completando tarefas em um ambiente cheio de tensão.
Com atualizações frequentes, o game ganha novos assassinos, mapas e modos inspirados em franquias famosas, como “Halloween”, “Silent Hill” e “Resident Evil”. Cada personagem possui habilidades únicas que mudam o ritmo das partidas, e a comunidade é bastante ativa, garantindo desafios constantes. Além disso, há eventos especiais de Halloween com recompensas temáticas e decorações assustadoras.
Until Dawn
(Imagem: Divulgação/Sony)
Lançado originalmente em 2015 e relançado em 2024 em versão remasterizada para PS5 e PC, “Until Dawn” é um dos títulos mais marcantes do gênero narrativo interativo. O jogo acompanha um grupo de jovens em uma cabana isolada nas montanhas, onde decisões erradas podem levar a mortes.
Ele combina gráficos realistas, trilha sonora envolvente e um roteiro com reviravoltas. Sua mecânica de escolhas é o ponto mais importante da experiência, já que cada ação do jogador muda o destino dos personagens e o rumo da história.
A jogabilidade oferece momentos de exploração, suspense e eventos que exigem reflexos rápidos, valorizando o medo psicológico e a tensão constante, fazendo o jogador duvidar de quem deve confiar. A nova versão traz melhorias visuais e novos recursos imersivos, mantendo o clima sombrio que consagrou o título original.
Darkwood
(Imagem: Divulgação/Acid Wizard)
Desenvolvido pela Acid Wizard Studio e lançado oficialmente em 2017, “Darkwood” é um jogo de terror psicológico com visão aérea e ambientação sufocante, disponível para PC, PlayStation, Xbox e Switch.
O jogador é lançado em uma floresta misteriosa, cheia de criaturas grotescas e eventos inexplicáveis, e deve explorar durante o dia para sobreviver à noite. Com recursos limitados, cada decisão tem peso, e o sentimento de vulnerabilidade é constante.
O diferencial de “Darkwood” é não necessitar de sustos fáceis, já que o horror vem da atmosfera, do som e das descobertas gradativas. O sistema de crafting e barricadas adiciona estratégia, enquanto os personagens e eventos aleatórios tornam cada jornada única.
Mesmo com gráficos simples, o design artístico e a trilha sonora criam uma imersão profunda, sendo uma experiência densa e inquietante para quem prefere o medo psicológico à ação exagerada.
Outlast 2
(Imagem: Divulgação/Red Barrels)
“Outlast 2”, lançado em 2017 pela Red Barrels, é um dos títulos mais perturbadores da geração, e está disponível para PC, PlayStation, Xbox e Nintendo Switch.
O game coloca o jogador no papel de um jornalista investigativo que se perde em uma região isolada do Arizona, onde uma seita fanática comete atrocidades indescritíveis. Sem armas, a única forma de sobreviver é fugir e se esconder, enquanto grava tudo com uma câmera de visão noturna.
A sensação de impotência está sempre presente, com a câmera limitada, o som de passos e a respiração ofegante do personagem que criam um clima de desespero constante. Os gráficos e a ambientação rural reforçam o horror psicológico e o fanatismo religioso, com cenas que ficam na memória por muito tempo.
Resident Evil 4
(Imagem: Divulgação/Capcom)
O clássico “Resident Evil 4” ganhou um remake em 2023 que elevou o padrão dos jogos de ação e terror. Disponível para PC, PlayStation, Xbox, o título tem uma história que acompanha Leon S. Kennedy em uma vila europeia infestada por parasitas e inimigos grotescos. A nova versão mantém a essência do original, mas traz gráficos realistas, jogabilidade aprimorada e ambientação inquietante.
O equilíbrio entre ação e suspense faz do remake uma das melhores opções para a época. A câmera sobre o ombro e o sistema de combate renovado aumentam a imersão, enquanto a narrativa envolvente e os personagens carismáticos garantem o ritmo empolgante, sendo um jogo que combina nostalgia e modernidade.
Silent Hill 2
(Imagem: Divulgação/Konami)
O remake de “Silent Hill 2” acabou de ser lançado no começo do mês de outubro, sendo um dos títulos mais aguardados pelos fãs de terror psicológico. O jogo promete reimaginar o clássico de 2001 com gráficos de última geração e atmosfera ainda mais perturbadora, estando temporariamente exclusivo para PlayStation 5 e PC.
A história acompanha James Sunderland, um homem que recebe uma carta de sua falecida esposa pedindo que ele vá até a misteriosa cidade de Silent Hill.
O foco do game está no horror emocional e na sensação de culpa que ronda o protagonista. A trilha sonora de Akira Yamaoka e o design de som reforçam a imersão, tornando cada passo pelas ruas enevoadas um desafio psicológico. O remake conta com uma câmera moderna e combate aprimorado, mas mantendo o ritmo lento e introspectivo do original.
Alien: Isolation
(Imagem: Divulgação/Creative Assembly)
Lançado em 2014 pela Creative Assembly, “Alien: Isolation” é considerado um dos melhores jogos de terror em primeira pessoa já feitos, estando disponível para PC, PlayStation, Xbox e Nintendo Switch.
A história segue Amanda Ripley, filha da protagonista dos filmes, que investiga o desaparecimento da mãe em uma estação espacial abandonada. Sozinha, ela precisa sobreviver a um Xenomorfo que caça implacavelmente, reagindo a cada som e movimento.
A jogabilidade é tensa e estratégica, já que não há armas poderosas, apenas improvisos, esconderijos e coragem. O comportamento imprevisível da criatura garante sustos e momentos de desespero, com ambientação fiel aos filmes originais, iluminação e sons precisos, fazendo o jogador se sentir dentro do universo “Alien”.
Phasmophobia
(Imagem: Divulgação/Kinetic Games)
“Phasmophobia”, lançado em 2020 pela Kinetic Games, é um jogo cooperativo de terror que se tornou febre entre streamers e amigos.
Disponível para PC e compatível com realidade virtual, o game faz o jogador ser um investigador paranormal que, junto de outros três participantes, precisa identificar o tipo de fantasma que assombra diferentes locais. O uso do microfone e o reconhecimento de voz tornam a experiência ainda mais realista e assustadora.
A cada missão, o grupo coleta provas usando câmeras, sensores e equipamentos sobrenaturais. O diferencial é que o próprio fantasma reage à fala dos jogadores, criando situações imprevisíveis e momentos de terror. Desde o lançamento, o game recebe atualizações constantes, adicionando mapas, entidades e melhorias gráficas.
Doom 3
(Imagem: Divulgação/Activision)
Lançado originalmente em 2004 e remasterizado em 2019, “Doom 3” é um clássico do terror e ficção científica que está disponível para PC, PlayStation, Xbox e Switch. A história se passa em uma base marciana da UAC, onde uma experiência científica abre portais para o inferno. O jogador enfrenta demônios, zumbis e criaturas grotescas em corredores escuros e claustrofóbicos.
A versão BFG Edition trouxe melhorias gráficas e ajustes de jogabilidade, tornando a experiência mais fluida nas plataformas modernas. “Doom 3” equilibra combates com momentos de exploração silenciosa, criando um ritmo que alterna adrenalina e medo. É uma ótima opção para quem quer um terror mais direto, com monstros, tiros e ambientes futuristas.
F.E.A.R.
(Imagem: Divulgação/Vivendi Games)
“F.E.A.R.” (First Encounter Assault Recon) é um clássico do terror e tiro em primeira pessoa lançado em 2005, disponível para PC, PlayStation e Xbox.
A trama mistura ação militar e elementos sobrenaturais, com o jogador enfrentando uma garotinha fantasmagórica e inimigos controlados por forças psíquicas. A ambientação escura e os sustos repentinos criam uma sensação constante de desconforto.
A jogabilidade combina combates em câmera lenta, inteligência artificial avançada e uma narrativa misteriosa que vai se revelando aos poucos. Mesmo com gráficos antigos, “F.E.A.R.” ainda impressiona pelo clima de tensão e pela atmosfera cinematográfica. É uma obra que marcou época e influenciou diversos títulos posteriores.
O Halloween é a época perfeita para reunir os amigos, preparar a pipoca e encarar uma boa maratona de filmes assustadores. Que tal, então, aproveitar o Dia das Bruxas assistindo a todos os filmes de uma franquia de terror específica?
A seguir, listamos oito franquias de terror disponíveis nos principais serviços de streaming para você maratonar neste Halloween.
8 franquias de terror para você maratonar no Dia das Bruxas
Final Destination 2 (2003) / Crédito: New Line Cinema (divulgação)
Bem popular e querida no Brasil, a franquia “Premonição” é uma boa pedida para maratonar no Halloween.
Nos filmes, a história acompanha pessoas que escapam de um grande desastre graças a uma premonição, mas depois são perseguidas pela morte, que as elimina uma a uma.
Ao todo, são seis filmes, todos disponíveis em um único streaming, o HBO Max. Para quem assina a plataforma, fica bem fácil de assistir.
Conhecida pelo alto teor de gore, a franquia slasher “Terrifier” acompanha as brutais matanças do palhaço Art the Clown.
Até o momento, a série conta com três filmes. Há também uma antologia intitulada “All Hallows’ Eve”, dirigida pelo mesmo criador da franquia, Damien Leone. No Brasil, o filme recebeu o título enganoso de “Terrifier – O Início” apenas por apresentar o personagem Art the Clown.
Todos os filmes da série estão disponíveis no catálogo do Amazon Prime Video. Para quem assina o serviço, é bem fácil fazer uma maratona.
Onde assistir:
Terrifier (2016): Amazon Prime Video;
Terrifier 2 (2022): Amazon Prime Video;
Terrifier 3 (2024): Amazon Prime Video;
Terrifier – O Início (2013) : Amazon Prime Video.
Franquia Extermínio
28 Years Later (2025) / Crédito: Sony Pictures Releasing (divulgação)
Na série de filmes pós-apocalíptica “Extermínio”, um vírus transforma as pessoas em criaturas violentas e fora de controle, mergulhando a humanidade no caos.
Para quem gosta de filmes de zumbi, essa série certamente vai agradar. Até o momento, foram lançados três filmes, com mais duas sequências em desenvolvimento.
Para os assinantes da HBO Max, todos os títulos estão disponíveis no catálogo. Além disso, alguns dos filmes também podem ser encontrados em outras plataformas.
Onde assistir:
Extermínio (2002): HBO Max;
Extermínio 2 (2007): HBO Max, Netflix e Disney+;
Extermínio: A Evolução (2025): HBO Max.
Franquia O Albergue
Hostel (2005) / Crédito: Sony Pictures Releasing International (divulgação)
A série “O Albergue” é um dos exemplos mais conhecidos do subgênero torture porn, que se caracteriza por produções com altos níveis de violência, tortura física e sofrimento explícito das vítimas.
A franquia gira em torno de uma organização criminosa internacional que atrai turistas para albergues, onde pessoas ricas pagam para torturá-los e matá-los.
A franquia conta com três filmes lançados. Todos estão disponíveis no catálogo da HBO Max, e alguns títulos também podem ser encontrados em outras plataformas.
Onde assistir:
O Albergue (2005): HBO Max;
O Albergue 2 (2007): HBO Max e Netflix;
O Albergue 3 (2011): HBO Max e Amazon Prime Video.
Franquia Rua do Medo
Fear Street Part One: 1994 (2021) / Crédito: Netflix (divulgação)
Uma produção original da Netflix, a franquia de filmes slasher Fear Street é inspirada nos livros de R. L. Stine. A série acompanha jovens que tentam quebrar uma maldição que assola a cidade de Shadyside.
A franquia conta com quatro filmes lançados, todos disponíveis na Netflix.
Uma das franquias mais bem-sucedidas e aclamadas do cinema hollywoodiano é “Alien”. A série de terror e ficção científica gira em torno dos Xenomorfos, criaturas alienígenas temíveis.
Parte da franquia acompanha a icônica batalha de Ellen Ripley (Sigourney Weaver) contra os aliens. Além disso, a série cinematográfica ainda conta com prequels e crossovers com a franquia Predador.
Todos os filmes de “Alien” estão disponíveis no Disney+. Abaixo confira onde assistir aos filmes e a ordem cronológica da franquia.
Onde assistir:
Alien – O 8º Passageiro (1979): Disney+;
Aliens: O Resgate (1986): Disney+;
Alien 3 (1992): Disney+;
Alien – A Ressurreição (1997): Disney+;
Alien vs. Predador (2004): Disney+;
Alien vs. Predador 2 (2007): Disney+;
Prometheus (2012): Disney+;
Alien: Covenant (2017): Disney+;
Alien: Romulus (2024): Disney+.
Alien vs. Predator (2004) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)
Ordem cronológica “Alien”:
Prometheus (2012);
Alien: Covenant (2017);
Alien – O 8º Passageiro (1979);
Alien: Romulus (2024);
Aliens: O Resgate (1986);
Alien 3 (1992);
Alien – A Ressurreição (1997).
Franquia Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado
I Know What You Did Last Summer (1997) / Crédito: Columbia Pictures (divulgação)
Baseada no romance de Lois Duncan, a série de filmes “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” também é referência no subgênero slasher.
Nos filmes, os personagens passam a ser caçados por um assassino mascarado com gancho, depois de tentarem esconder um acidente que causou a morte de alguém.
A franquia cinematográfica conta com quatro filmes lançados.
Onde assistir:
Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997): Netflix;
Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998): HBO Max;
Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram no Verão Passado (2006): Netflix;
Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (2025): HBO Max.
Franquia O Chamado (japonesa)
Ringu (1998) / Crédito: Toho (divulgação)
A série de romances de terror japonesa The Ring, escrita por Koji Suzuki, expandiu seu sucesso para outras mídias, mas alcançou reconhecimento mundial com as adaptações para o cinema. O longa japonês “Ring – O Chamado”, lançado em 1998, tornou-se um fenômeno e deu origem a uma extensa franquia. Além disso, o filme ganhou remakes na Coreia do Sul e em Hollywood.
Contudo, a longa e intrigante série de filmes japonesa está inteiramente disponível para assistir online. Ao todo, são nove produções, com diferentes ordens cronológicas e até um crossover com a franquia “O Grito”.
A série gira em torno de uma fita amaldiçoada que causa a morte de quem a assiste após sete dias. A seguir, confira onde assistir a cada filme japonês e, logo depois, uma lista com as ordens cronológicas existentes.
O estilo de vida dos super-ricos está esgotando o orçamento de carbono restante do planeta — a quantidade de CO₂ que pode ser emitida sem causar um desastre climático. Uma pessoa pertencente ao 0,1% mais rico da população mundial emite mais de 800 kg de CO₂ por dia, enquanto alguém dos 50% mais pobres da população mundial emite, em média, apenas 2 kg de CO₂ por dia.
Os dados estão no relatório “Saque Climático: Como uma minoria poderosa está condenando o mundo ao desastre”, divulgado pela Oxfam às vésperas da COP30, a principal conferência internacional sobre o clima, em Belém (PA).
Segundo o levantamento, uma pessoa pertencente ao 0,1% mais rico da população produz mais emissões de carbono em um único dia do que os 50% mais pobres emitem durante todo o ano. Se todos emitissem como o 0,1% mais rico, o orçamento de carbono se esgotaria em menos de três semanas.
Emissões do 1% mais rico da população são suficientes para causar cerca de 1,3 milhão de mortes relacionadas ao calor (Imagem: Billion Photos/Shutterstock)
“A crise climática é uma crise de desigualdade. Os indivíduos mais ricos do mundo estão financiando e lucrando com a destruição climática, deixando a maioria global arcar com as consequências fatais de seu poder desenfreado”, disse Amitabh Behar, Diretor Executivo da Oxfam Internacional.
Ricos com investimento de alto impacto
O bilionário médio produz 1,9 milhão de toneladas de CO₂ por ano por meio de seus investimentos — quase 60% deles são classificados como pertencentes a setores de alto impacto climático, como petróleo ou mineração, o que significa que seus investimentos emitem duas vezes e meia mais carbono do que um investimento médio no índice S&P Global 1200. As emissões das carteiras de investimento de apenas 308 bilionários totalizam mais do que as emissões combinadas de 118 países.
A Oxfam também alerta para a influência de grandes corporações na formulação de políticas, enfraquecendo as negociações climáticas. Na COP29, 1.773 lobistas do setor de carvão, petróleo e gás receberam credenciais, mais do que os dez países mais vulneráveis às mudanças climáticas juntos, segundo a entidade.
Usina termelétrica que produz eletricidade queimando carvão como combustível fóssil no Tennessee (EUA) (Imagem: Bilanol/iStock)
“Precisamos romper o domínio dos super-ricos sobre as políticas climáticas, tributando suas fortunas exorbitantes, proibindo suas atividades de lobby e, em vez disso, colocando os mais afetados pela crise climática no centro das decisões climáticas”, disse Behar.
As emissões do 1% mais rico da população são suficientes para causar cerca de 1,3 milhão de mortes relacionadas ao calor até o final do século, além de prejuízos econômicos de US$ 44 trilhões (R$ 235,7 trilhões, na conversão direta) para países de baixa e média-baixa renda até 2050.
Os impactos desses danos climáticos afetarão desproporcionalmente aqueles que menos contribuíram para a crise climática, particularmente as pessoas que vivem no Sul Global, mulheres, meninas e povos indígenas.
A COP30 marca dez anos desde o Acordo de Paris, realizado em 2015. Durante esse período, o 1% mais rico da população mundial consumiu mais do que o dobro do orçamento de carbono em comparação com a metade mais pobre da humanidade combinada.
Imposto de 60% sobre a renda total do 1% mais rico do mundo poderia reduzir as emissões de carbono (Imagem: dennisvdw/iStock)
O que defende a Oxfam para a COP30
Reduzir drasticamente as emissões dos super-ricos e fazer com que os maiores poluidores paguem, por meio da tributação da riqueza extrema, impostos sobre os lucros excessivos das empresas de combustíveis fósseis e apoio à Convenção das Nações Unidas (ONU) sobre Cooperação Tributária Internacional. Um imposto de 60% sobre a renda total do 1% mais rico do mundo poderia reduzir as emissões de carbono em um valor equivalente às emissões totais do Reino Unido e gerar cerca de US$ 6,4 trilhões (R$ 34,2 trilhões);
Limitar a influência econômica e política dos mais ricos, proibindo as empresas de combustíveis fósseis de participarem de negociações climáticas como a COP, implementando regulamentações de sustentabilidade para empresas e instituições financeiras e rejeitando acordos comerciais e de investimento, como os mecanismos de solução de controvérsias entre investidores e Estados (ISDS, na sigla em inglês);
Fortalecer a participação da sociedade civil e dos grupos indígenas nas negociações climáticas e abordar os impactos desiguais das mudanças climáticas;
Adotar uma abordagem de partilha justa do orçamento climático remanescente, comprometendo-se com contribuições nacionalmente determinadas (NDCs, na sigla em inglês) que reflitam a responsabilidade histórica e a capacidade de agir, e garantindo que os países ricos forneçam financiamento climático ambicioso;
Construir sistema econômico igualitário que priorize as pessoas e o planeta, rejeitando as políticas econômicas neoliberais dominantes e caminhando rumo a uma economia baseada na sustentabilidade e na igualdade.
A Samsung registrou forte aumento nos lucros no terceiro trimestre, impulsionado pela recuperação de seu negócio de semicondutores. O lucro operacional da empresa mais do que dobrou em relação ao trimestre anterior, superando as estimativas do mercado.
De acordo com os resultados divulgados nesta quinta-feira (30) na Coreia do Sul (noite de quarta-feira [29] no Brasil), a gigante sul-coreana teve receita de 86,1 trilhões de wons (US$ 60,5 bilhões/R$324,1 bilhões, na conversão direta), acima da previsão de 85,93 trilhões de wons (R$ 323,2 bilhões), segundo estimativas da LSEG SmartEstimate.
Gigante sul-coreana obteve resultados maiores do que o esperado (Imagem: Staska715/Shutterstock)
O lucro operacional ficou em 12,2 trilhões de wons (R$ 45,9 bilhões), também acima da projeção de 11,25 trilhões de wons (R$ 42,3 bilhões).
Outros números (impressionantes) da Samsung
A receita trimestral da Samsung cresceu 8,85% em relação ao mesmo período do ano passado;
Enquanto isso, o lucro operacional aumentou 32,9% na comparação anual;
As ações da empresa subiram mais de 5% nas negociações iniciais na Ásia após a divulgação dos números, segundo a CNBC;
O desempenho marca uma recuperação em relação ao segundo trimestre, quando os resultados foram afetados pela forte queda no setor de chips;
O lucro operacional aumentou 160% em relação a junho, enquanto a receita subiu 15,5% no mesmo período.
Maior empresa da Coreia do Sul em valor de mercado, a Samsung é líder global na fabricação de chips de memória, serviços de fundição de semicondutores e smartphones.
O negócio de semicondutores da companhia registrou um aumento de 19% nas vendas em relação ao trimestre anterior, com o segmento de memória alcançando um recorde histórico de faturamento trimestral, impulsionado pela crescente demanda por inteligência artificial (IA).
O lucro operacional do terceiro trimestre também superou a própria previsão da Samsung, que havia estimado cerca de 12,1 trilhões de wons (R$ 45,5 bilhões).
Empresa se recuperou após seu segmento de semicondutores ganhar novo fôlego (Imagem: MZinchenko/Shutterstock)
Negócio de chips também cresceu
A divisão de semicondutores da Samsung, chamada Device Solutions, registrou lucro operacional de 7 trilhões de wons (R$ 263,3 bilhões) no terceiro trimestre, acima dos 3,86 trilhões (R$ 145,2 bilhões) obtidos no mesmo período de 2024. A receita do segmento aumentou para 33,1 trilhões de wons (R$ 124,5 bilhões), frente aos 29,27 trilhões (R$ 110,1 bilhões) do ano anterior.
O desempenho recorde foi impulsionado pela expansão nas vendas de chips de memória de alta largura de banda (HBM, na sigla em inglês), usados em sistemas de computação voltados à IA.
Apesar de já ter sido líder incontestável nesse mercado, a Samsung vinha enfrentando maior concorrência da rival SK Hynix. No entanto, a empresa teria passado, recentemente, nos testes de qualificação da Nvidia para um produto avançado de HBM, diz a CNBC.
Segundo o relatório da Counterpoint Research, publicado no início de outubro, a Samsung recuperou a liderança no mercado global de memória no terceiro trimestre, após ter ficado atrás da SK Hynix pela primeira vez no trimestre anterior. A companhia afirmou que, até 2026, pretende concentrar sua divisão de memória na produção em massa da próxima geração de chips HBM, o HBM4.
Forte venda do Galaxy Z Fold7 também ajudou (Imagem: tinhkhuong/Shutterstock)
As divisões de experiência móvel e redes da Samsung, responsáveis por desenvolver e vender smartphones, tablets, vestíveis e outros dispositivos, também registraram aumento de vendas e lucros. O lucro operacional do segmento foi de 3,6 trilhões de wons (R$ 13,5 bilhões) no terceiro trimestre, superior aos 2,82 trilhões (R$ 10,6 bilhões) registrados no mesmo período de 2024.
De acordo com a empresa, o resultado foi impulsionado pelas fortes vendas de smartphones topo de linha, incluindo o lançamento do modelo Galaxy Z Fold7. A Samsung projetou ainda que, no pr[oximo trimestre, o rápido crescimento da indústria de IA abrirá novas oportunidades de mercado tanto para seus dispositivos quanto para seus negócios de semicondutores.
Um conjunto de 1.016 GPUs Nvidia Blackwell Ultra deu vida à mais poderosa fábrica de inteligência artificial (IA) do mundo, de propriedade da farmacêutica estadunidense Eli Lilly. A promessa é que o Nvidia DGX SuperPOD reduza prazos de descoberta de medicamentos e permita avanços acelerados em genômica, medicina personalizada e design molecular em escala industrial.
O sistema pode resolver mais de nove quintilhões de problemas matemáticos por segundo. Sua arquitetura inclui computação acelerada, rede Ethernet Nvidia Spectrum-X e software de IA otimizado, o que, segundo a Nvidia, proporciona uma plataforma segura e escalável para setores de saúde e ciências biológicas, altamente regulamentados.
“Se você se concentrar apenas na ciência, terá apenas um experimento, um artigo ou um tratamento — mas se unir ciência e tecnologia, como a computação acelerada que estamos obtendo por meio desta fábrica de IA, poderá atingir uma escala massiva para levar o tratamento a milhões de pessoas”, disse Diogo Rau, vice-presidente executivo e diretor de informação e digital da Eli Lilly.
IA acelera ensaios clínicos, auxiliando na redação médica e fluxos de trabalho (Imagem: Reprodução/Eli Lilly)
Criando modelos a partir da IA
A fábrica de IA será usada para treinar modelos biomédicos de base e de fronteira em larga escala para descoberta e desenvolvimento de medicamentos;
Modelos selecionados serão disponibilizados no Lilly TuneLab — uma plataforma de IA e aprendizado de máquina que fornece às empresas de biotecnologia acesso a descobertas da Eli Lilly. A ideia é que a participação de outras companhias aprimore os modelos disponíveis atualmente;
“Nossos modelos básicos estão gerando novas possibilidades para nossos químicos, ajudando-os a descobrir novos motivos e configurações de átomos que estavam fora do alcance dos métodos tradicionais”, disse Thomas Fuchs, diretor de IA da Eli Lilly. “A IA nos dá os meios para acelerar o progresso tanto no desenvolvimento quanto na entrega de medicamentos melhores, mais personalizados e direcionados.”
Gêmeos digitais podem aumentar a produção de medicamentos com segurança (Imagem: Reprodução/Eli Lilly)
Usando a plataforma Nvidia BioNeMo, a Eli Lilly também poderá treinar modelos de IA que combinam os aprendizados de milhões de experimentos anteriores com pesquisas públicas para gerar e testar novos anticorpos, nanocorpos e novas moléculas com maior precisão e velocidade do que nunca. Novas terapias genéticas para condições degenerativas também podem ser projetadas a partir da tecnologia.
A fábrica de IA ainda possibilita a criação de grandes modelos de linguagem que aceleram os ensaios clínicos, auxiliando na redação médica e em fluxos de trabalho. Já as pesquisas baseadas em imagens em medicina de precisão podem ser reduzidas de meses para dias com o aprendizado profundo em conjuntos massivos de dados.
O novo sistema aumenta também a capacidade de produção física de medicamentos a partir de gêmeos digitais das linhas de fabricação. Eles modelam e otimizam cadeias de suprimentos inteiras antes de fazer mudanças físicas no mundo real, o que, segundo a Nvidia, aumenta a segurança e a qualidade dos produtos.
Sistema permite avanços de design molecular em escala industrial (Imagem: anusorn nakdee/iStock)
E os robôs não ficam de fora do plano. Eles são usados para inspeção de qualidade e transporte de mercadorias, incluindo medicamentos e componentes de tratamento, como injetores. Além disso, agentes de IA podem raciocinar, planejar e agir em laboratórios digitais e físicos, ajudando a gerar novas moléculas, projetando tratamentos in silico e realizando testes in vitro.
“Agentes de IA podem trabalhar 24 horas por dia, sete dias por semana, e explorar ideias que os humanos talvez não tenham tempo ou capacidade de experimentar”, disse Rau. “No fim das contas, tudo se resume ao aprendizado humano — não ao aprendizado de máquina. As máquinas estão ajudando a tornar os humanos mais inteligentes, estimulando novas ideias para novas moléculas.”