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A General Motors (GM) anunciou uma série de novos recursos para a sua próxima geração de veículos inteligentes. O grande destaque é a tecnologia de direção autônoma “hands off, eyes off” no Cadillac Escalade IQ, previsto para 2028. Teoricamente, os motoristas poderão assistir a um filme enquanto o veículo transita pelas rodovias.
“Nosso objetivo é trazer ao mercado a tecnologia de direção sem olhares mais confiável e escalável no caminho para a autonomia pessoal”, diz a montadora estadunidense. “Carros que não apenas movem você, mas, também, entendem você, se adaptam às suas necessidades e melhoram com o tempo.”
Luz turquesa indica que o veículo está operando sem intervenção (Imagem: Divulgação/GM)
GM Combinando tecnologias
Ao contrário dos sistemas de visão exclusiva, a abordagem da GM se baseia na fusão de sensores:
O LiDAR, o radar e as câmeras constroem a camada de percepção;
Dados de condução do mundo real direcionam o modelo de tomada de decisão;
E a simulação de alta fidelidade valida o desempenho em cenários raros ou perigosos. No papel, isso cria um sistema autônomo seguro, confiável e altamente capaz, sem a necessidade de olhar;
O novo mecanismo está sendo desenvolvido a partir de experiências com o Super Cruise, lançado em 2017 como a primeira tecnologia no mundo de assistência ao motorista sem as mãos;
O sistema está presente em 23 modelos de veículos, permitindo mais de 1.127 milhões de quilômetros rodados com o sistema viva-voz, sem nenhum acidente relatado atribuído ao sistema, segundo a GM;
O conjunto de tecnologias da Cruise — incluindo sistemas de percepção multimodal, modelos de inteligência artificial (IA) treinados em mais de oito milhões de quilômetros de condução autônoma e uma estrutura de simulação que executa cenários de teste virtuais — alimenta diretamente os programas de assistência ao motorista e autonomia de última geração da GM.
Conjunto de tecnologias da Cruise alimenta autonomia de última geração da GM (Imagem: Divulgação/GM)
A GM também anunciou que os veículos da montadora contarão com IA conversacional com o Google Gemini, para conversas mais naturais a partir do ano que vem. “Os motoristas podem redigir e enviar mensagens e planejar rotas com contexto, como encontrar um ponto de recarga perto de sua cafeteria favorita ou até mesmo se preparar para uma reunião em qualquer lugar”, diz a empresa.
No futuro, a GM pretende apresentar sua própria IA personalizada, ajustada à inteligência e às preferências pessoais do veículo. Conectada ao OnStar, essa IA utilizará diretamente a inteligência de bordo para exibir informações relevantes e específicas do carro, como necessidades de manutenção futuras ou o tempo ideal para a rota.
Ao contrário dos sistemas de visão exclusiva, a abordagem da GM se baseia na fusão de sensores (Imagem: Divulgação/GM)
Com a permissão do motorista, ele poderá ajudar de diversas maneiras, seja explicando recursos, como dirigir com um pedal, detectando um problema de manutenção antecipadamente, pré-condicionando o veículo antes do trajeto matinal ou recomendando um local para jantar com base nas preferências e rotas anteriores.
A arquitetura da plataforma de computação centralizada de próxima geração da GM une propulsão, direção, frenagem, infoentretenimento e segurança por meio de uma rede Ethernet de alta velocidade, que oferece até 35 vezes mais desempenho de IA e mil vezes mais largura de banda do que os sistemas anteriores da GM.
Desde 2020, o Brasil adotou oficialmente o padrão de placas Mercosul, uma proposta de integração entre os países do bloco econômico, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, que vai muito além da estética. A ideia é simples, mas ambiciosa, padronizar a identificação dos veículos, facilitar o trânsito entre fronteiras e reforçar o combate a fraudes e clonagens.
O novo modelo de placa do Mercosul substituiu a antiga placa cinza e trouxe um visual mais limpo e moderno, fundo branco, borda azul, bandeira e nome do país no topo, além de um QR Code e um padrão alfanumérico inédito, que amplia as combinações disponíveis.
A mudança, aliás, também veio acompanhada de melhorias técnicas, como maior legibilidade, segurança digital e durabilidade, graças ao material refletivo de alta resistência.
Mas não é só o visual que mudou. O que muita gente ainda não sabe é que a cor dos caracteres das placas Mercosul tem um papel fundamental, afinal ela revela a finalidade do veículo.
No entanto, é aí que entra um detalhe que passa despercebido por muitos motoristas. As letras e números coloridos carregam um código silencioso, um sistema de cores que diz muito sobre quem está ao volante e como o veículo é usado.
Descubra agora o que significa cada uma das placas do padrão Mercosul e, também, quem deve usá-las.
Placa com fundo branco e letras pretas: uso particular
Placas brancas com letras pretas identificam veículos particulares (Imagem: Divulgação/Detran)
A placa com fundo branco e caracteres pretos é a mais comum no Brasil. Ela identifica veículos de uso particular, ou seja, aqueles que não exercem atividade comercial. Assim, carros de passeio, motos e automóveis usados apenas para fins pessoais fazem parte dessa categoria.
Placa vermelha: uso comercial
Placas vermelhas indicam veículos de uso comercial, como táxis e vans escolares (Imagem: Divulgação/Detran)
As letras e números em vermelho indicam que o veículo é utilizado para fins comerciais ou de aprendizagem. Dessa forma, aqui entram aqui táxis, ônibus, vans escolares, moto-táxis e carros de autoescola. Apesar do caráter comercial, motoristas de aplicativos como Uber e 99 não são obrigados a usar esse tipo de placa.
Placa azul: veículos oficiais
Placas azuis são usadas por veículos oficiais do poder público (Imagem: Divulgação/Detran)
Com fundo branco e caracteres azuis, essa placa é exclusiva de veículos oficiais do poder público, sejam municipais, estaduais ou federais. Ela aparece em carros de prefeituras, viaturas policiais, ambulâncias públicas e outros automóveis vinculados à administração pública. Aliás, a faixa superior azul exibe o nome e a bandeira do país, reforçando o padrão visual do Mercosul.
Placa verde: testes e experimentação
Placas verdes indicam veículos em teste ou fase experimental (Imagem: Divulgação/Detran)
A placa com caracteres verdes é reservada a veículos em fase de testes ou experimentação. Em suma, montadoras e engenheiros automotivos utilizam esse modelo em protótipos, carros de avaliação e veículos em processo de homologação, que ainda não estão liberados para circulação comercial.
Placa dourada: representação diplomática
Placas douradas são reservadas a veículos diplomáticos e de representações estrangeiras (Imagem: Divulgação/Detran)
Mais rara de ser vista nas ruas, a placa com letras douradas sobre fundo branco identifica veículos diplomáticos. Assim, ela é utilizada por embaixadas, consulados e organismos internacionais, garantindo isenções e imunidades previstas em tratados. Dessa forma, este é um símbolo de representação internacional no trânsito brasileiro.
Placa com fundo preto e letras cinza ou brancas: veículos de coleção
Placas pretas identificam veículos de coleção com mais de 30 anos
(Imagem: Divulgação/Detran)
Os veículos de coleção têm um tratamento especial. Após a Resolução Contran 911/2022, esse tipo de automóvel voltou a ter placa com fundo preto e caracteres cinza-prata ou brancos, resgatando assim, o visual clássico das décadas passadas. O modelo é reservado a carros com mais de 30 anos e que mantenham ao menos 80% de originalidade, conforme as regras do Contran.
Durante o final do Pleistoceno, um gigante da Era do Gelo vagava pela América do Norte: o Megalonyx jeffersonii, uma espécie de preguiça terrestre de tamanho comparável ao de um urso e adaptada para sobreviver em condições congelantes.
Animais se adaptaram para viver nas condições de gelo extremo (Imagem: Reprodução/Apple TV)
Conhecida como a preguiça de Jefferson, a criatura recebeu esse nome em homenagem a Thomas Jefferson, que apresentou seus restos fossilizados em 1797 – embora na época ainda não se soubesse exatamente do que se tratava.
Agora, esses antigos animais voltam a ganhar vida na terceira temporada da série “Planeta Pré-Histórico: Era do Gelo“, que estreia em 26 de novembro na Apple TV.
A produção mostrará o planeta Terra milhões de anos após a extinção dos dinossauros, em um período dominado pelo gelo. Um novo clipe divulgado pela plataforma mostra um lado brincalhão do Megalonyx, com um trio se aventurando na neve.
Preguiça da Era do Gelo
O Megalonyx era muito maior que as preguiças modernas, medindo entre 2,4 e 3 metros de comprimento e pesando cerca de uma tonelada;
Por ser uma preguiça terrestre, não precisava se mover pelas copas das árvores, mas, apesar de seu porte impressionante, os fósseis da espécie ainda são raros. Um crânio foi descoberto no início deste ano, ampliando o conhecimento sobre o animal;
Esses gigantes permanecem entre as megafaunas menos conhecidas da Era do Gelo, mas ganharão destaque na nova série ao lado de outras criaturas emblemáticas, como mamutes-lanosos, tigres-dente-de-sabre, parentes anãos de elefantes e cangurus carniceiros;
Cada episódio explorará como a vida no planeta se adaptou para sobreviver quando a Terra entrou em um período de intenso resfriamento.
Por ser uma preguiça terrestre, não precisava se mover pelas copas das árvores (Imagem: Reprodução/Apple TV)
Planeta Pré-Histórico: Era do Gelo tem produção executiva de Jon Favreau e Mike Gunton e foi realizada pela BBC Studios Natural History Unit.
A narração fica por conta de Tom Hiddleston — famoso por interpretar Loki nas franquias de filmes da Marvel, “Thor” e “Os Vingadores” —, que assume o papel antes ocupado por David Attenborough.
Animal viveu na Era do Gelo, eras após a extinção dos dinossauros (Imagem: Reprodução/Apple TV)
A trilha sonora original é assinada por Hans Zimmer, Anže Rozman e Kara Talve, do Bleeding Fingers Music – equipe conhecida por criar instrumentos inovadores para proporcionar uma experiência sonora imersiva e pré-histórica.
A EA confirmou que The Sims Mobile será oficialmente encerrado no dia 20 de janeiro de 2026, marcando o fim de uma era para a versão portátil da popular franquia do jogo. O anúncio chega em um momento de transição para a série, com o misterioso Project Rene — o próximo grande título de The Sims — em desenvolvimento para PC e dispositivos móveis.
Lançado em 2018, The Sims Mobile recebeu mais de 50 atualizações ao longo dos anos, mas a EA informou que a atualização publicada nesta segunda-feira (20) será a última. Também desde segunda-feira (20), jogadores não podem mais gastar dinheiro real no jogo e o aplicativo será removido das lojas iOS e Android nesta terça-feira (21). Após a data de desligamento dos servidores, o título ficará completamente inacessível.
Descontinuação de The Sims Mobile sinaliza mudança de foco para o futuro da franquia (Imagem: Divulgação/EA)
A descontinuação de The Sims Mobile sinaliza uma mudança de foco para o futuro da franquia. Enquanto The Sims 4 continua ativo e recebendo novos conteúdos, a EA parece direcionar esforços para o desenvolvimento do Project Rene, projeto que promete reformular a experiência da série.
Poucos detalhes foram revelados até o momento, mas, segundo o The Verge, a expectativa é que o novo título combine modos single-player e multiplayer, com suporte tanto para PC quanto para dispositivos móveis — algo que pode tornar versões separadas, como The Sims Mobile, desnecessárias no futuro.
Após seis anos de atualizações, versão mobile do popular game chega ao fim (Imagem: Divulgação/EA)
O que se sabe até agora sobre o Project Rene
Deve ser o próximo grande jogo da franquia The Sims;
Estará disponível para PC e mobile;
Promete integração entre experiências solo e online;
Ainda está em fase inicial de desenvolvimento;
Pode ter sua trajetória afetada pelo processo de venda da EA, avaliado em cerca de US$ 55 bilhões (R$ 295,5 bilhões, na conversão direta).
Enquanto os fãs se despedem do título móvel, o foco da comunidade se volta ao que vem pela frente. O encerramento de The Sims Mobile reforça a ideia de que a EA está preparando nova fase para uma das séries mais duradouras e populares do mundo dos games.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas medidas de restrição contra três produtos comercializados no Brasil: o azeite extra virgem Ouro Negro, o sal do Himalaia da marca Kinino e o “Chá do Milagre”.
As proibições foram divulgadas nesta segunda-feira (20) no Diário Oficial da União (DOU) e incluem a suspensão imediata da fabricação, venda, distribuição, divulgação e consumo dos itens.
As ações fazem parte de uma série de fiscalizações realizadas pela agência para garantir a segurança dos consumidores e a regularidade de produtos alimentícios no país. Segundo comunicado da agência, as irregularidades envolvem origem desconhecida, teor inadequado de minerais e alegações terapêuticas não permitidas.
Azeite Ouro Negro é retirado do mercado pela Anvisa
O azeite extra virgem Ouro Negro foi proibido em todo o território nacional após denúncia sobre a origem do produto. De acordo com a Anvisa, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) desclassificou o azeite por não haver comprovação de procedência.
Azeite extra virgem Ouro Negro está proibido no Brasil (Imagem: DUSAN ZIDAR/Shutterstock)
O rótulo indicava que o item era importado pela Intralogística Distribuidora Concept Ltda., empresa que atualmente possui CNPJ suspenso na Receita Federal. Por esse motivo, o órgão determinou o recolhimento e a proibição total da comercialização, fabricação, importação, divulgação e consumo.
A Anvisa reforçou que consumidores que tenham adquirido o azeite devem interromper o uso e comunicar as autoridades sanitárias locais em caso de suspeita de irregularidades.
Sal do Himalaia da Kinino também foi suspenso pela agência
A segunda medida envolve o Sal do Himalaia Moído 500g, da marca Kinino, que teve 13 lotes suspensos após a própria fabricante — a H.L. do Brasil Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios Ltda. — identificar inconsistências no teor de iodo presente no produto.
Sal do Himalaia Moído 500g, da marca Kinino, teve 13 lotes suspensos (Imagem: Wikimedia – Domínio público)
Os testes realizados pelo Instituto Adolfo Lutz constataram níveis abaixo do exigido pela legislação brasileira. A deficiência de iodo pode causar problemas, como bócio, e impactar no desenvolvimento do feto durante a gestação, além de afetar funções metabólicas.
Abaixo, os lotes afetados, todos com validade até março de 2027:
MAR 257 1;
MAR 257 2;
MAR 257 3;
MAR 257 4;
MAR 257 5;
MAR 257 6;
MAR 257 7;
MAR 257 8;
MAR 257 9;
MAR 257 10;
MAR 257 11;
MAR 257 12;
MAR 257 13.
Com isso, o produto teve comercialização, distribuição, divulgação e consumo suspensos.
“Chá do Milagre” é banido pela Anvisa por alegações terapêuticas ilegais
O chamado “Chá do Milagre” (também vendido como Pó do Milagre ou Pozinho do Milagre) foi igualmente proibido pela Anvisa. Segundo a agência, o item tem composição e fabricante desconhecidos, o que impede sua classificação como alimento ou produto fitoterápico regularizado.
Chamado “Chá do Milagre” está proibido pela Anvisa (Imagem: New Africa/Shutterstock)
Além disso, a Anvisa identificou a divulgação irregular nas redes sociais, com promessas de emagrecimento, tratamento de ansiedade, insônia, prevenção de câncer e aumento da libido — alegações proibidas para produtos alimentícios.
Com a decisão, o chá não pode mais ser fabricado, comercializado, divulgado, distribuído ou consumido.
A Nvidia e a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) celebraram a produção do primeiro wafer (disco com material semicondutor) Blackwellfabricado nos Estados Unidos, marcando avanço estratégico e simbólico para o setor de semicondutores e para a política industrial estadunidense.
“É a primeira vez na história recente dos Estados Unidos que o chip mais importante está sendo fabricado em solo estadunidense, pela fábrica mais avançada, a TSMC, aqui nos Estados Unidos”, disse o fundador e CEO da Nvidia, Jensen Huang, durante a cerimônia.
Arquitetura Blackwell tem processo de fabricação complexo (Imagem: Divulgação/Nvidia)
Segundo o executivo, o projeto está alinhado à visão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reindustrializar o país, criando empregos e fortalecendo a indústria tecnológica considerada a mais vital do mundo.
O que é e por que é tão importante o wafer Blackwell da Nvidia
O wafer Blackwell — base dos chips de inteligência artificial (IA) da Nvidia — foi produzido na fábrica Fab 21 da TSMC, que já alcançou capacidade de produção em escala;
A unidade produzirá tecnologias avançadas de dois, três e quatro nanômetros, além de chips A16, essenciais para aplicações em IA, telecomunicações e computação de alto desempenho;
Ray Chuang, CEO da TSMC Arizona, ressaltou a importância da novidade: “Chegar do zero ao primeiro chip Blackwell produzido nos Estados Unidos em poucos anos representa o melhor da TSMC. Esse resultado é fruto de três décadas de parceria com a Nvidia, ultrapassando juntos os limites da tecnologia, e do empenho de nossos funcionários e parceiros locais”;
A primeira fase da fábrica da TSMC no Arizona começou a operar no fim de 2024 e a Nvidia figura entre seus principais clientes, ao lado de Apple e AMD;
A instalação de produção avançada é parte dos esforços dos Estados Unidos para reduzir a dependência de semicondutores fabricados na Ásia, região de alta tensão geopolítica. A iniciativa também responde às metas do governo estadunidense estabelecidas pelo CHIPS Act, que oferece subsídios e incentivos à produção doméstica.
Apesar do avanço, a fabricação dos chips Blackwell ainda não é completamente internalizada. Após a produção dos wafers em território estadunidense, eles precisam ser enviados de volta a Taiwan, onde passam pelo processo de empacotamento avançado (CoWoS-L) e integração com memórias HBM3E em instalações da TSMC.
Esse processo aumenta os custos e mantém parte da dependência de etapas críticas fora dos EUA. No entanto, TSMC e Amkor estão construindo fábricas de empacotamento avançado nos Estados Unidos, o que deve reduzir essa dependência até o final da década.
Huang celebrou o feito (Imagem: QubixStudio/Shutterstock)
O Blackwell, descrito como um dos chips mais complexos já criados, utiliza o processo de fabricação 4N da TSMC — um nó de quatro nanômetros customizado para a Nvidia — e oferece desempenho e eficiência energética muito superiores, diz a gigante das GPUs.
A nova geração promete até 25 vezes mais economia de custo e energia em relação à arquitetura anterior, com adoção prevista por grandes empresas, como Amazon, Google e OpenAI.
Tem política no meio
A produção do Blackwell em solo estadunidense também tem relevância política. Por décadas, os chips mais sofisticados do mundo eram projetados nos Estados Unidos, mas fabricados quase exclusivamente em Taiwan. A nova produção representa conquista tangível após anos de políticas de incentivo e pressões do governo dos EUA para trazer parte da cadeia produtiva de volta ao país.
Além da TSMC, outras fabricantes, como a Intel, também começaram a produzir chips avançados no Arizona (EUA). A TSMC, por sua vez, já planeja expandir sua operação além do investimento inicial de US$ 165 bilhões (R$ 886,8 bilhões, na conversão direta), adquirindo novos terrenos para sustentar a crescente demanda impulsionada pelos chips de IA.
Huang afirmou que a Nvidia pretende continuar expandindo sua presença nos Estados Unidos, com planos de investir US$ 500 bilhões (R$ 2,6 trilhões) em infraestrutura de IA em parceria com TSMC, Foxconn e outras empresas.
Taiwanesa está levando as produções para a Nvidia para os EUA (Imagem: Fiers/Shutterstock)
A companhia também pretende aplicar tecnologias de IA, robótica e gêmeos digitais no desenvolvimento e operação de novas fábricas locais.
No dia 14 de novembro deste ano será lançado mais um jogo da franquia Call of Duty, o Black Ops 7, que promete chegar com uma Campanha Co-op inovadora, o lendário modo Zumbis por Rodada e o multijogador, que é sempre muito esperado pelos jogadores. Todavia, neste modo é muito comum que as coisas fiquem um pouco caóticas, seja em duelos de mata-mata em equipe ou em qualquer outro tipo de game com objetivos.
Dessa maneira, é comum que os jogadores reclamem de que, ao entrar no modo multiplayer, morrem com mais frequência e também ficam em desvantagem. Porém, muito disso se deve ao fato de eles realizarem algumas ações de maneira equivocada. Na sequência deste conteúdo, vamos apontar quatro delas para que você fique atento e não as cometa.
4 erros comuns durante o modo multijogador em Call of Duty
Entrou no modo multiplayer e percebeu que está morrendo com mais frequência? Saiba que isso nem sempre é por haver alguém trapaceando. Abaixo, você confere alguns erros que são comuns durante o modo multijogador em Call of Duty.
1. Morrer e voltar o mais rápido possível para o local com o objetivo de se vingar
Equipe avançando contra inimigos no jogo – Imagem: Divulgação/Steam
Essa é uma das maneiras mais fáceis de ser morto sequencialmente, principalmente em mapas menores, nos quais você pode dar poucos passos antes de alguém tê-lo na mira. Por isso, você e seu time precisam ter cautela, avaliar a situação e não se precipitar para a luta.
Caso você apareça no lado oposto do mapa e apenas corra para a área aberta a fim de voltar ao ponto onde a ação está, ficará vulnerável. Então, busque uma rota ou abordagem diferente para chegar ao local onde está havendo o confronto. Uma dica é ir para um lugar diferente do mapa para obter uma visão melhor ou até mesmo utilizar portas e objetos do mapa para conseguir cobertura ao se mover.
2. Não otimizar o carregamento
Personagem com uma arma – Imagem: Divulgação/Activision Blizzard
É muito comum que em vez de otimizar o carregamento, ou seja, ter uma quantidade de equipamentos que possibilite utilizar o item adequado em caso de mudanças no meio da partida, os jogadores escolhem o que os demais estão utilizando ou até mesmo o que é mais rápido para pegar naquele momento.
Existem vários problemas nisso. O primeiro é que as coisas podem mudar no meio da partida. Por exemplo, para a escolha de mapas, esteja atento ao tipo de mapa em que está jogando. Em mapas maiores, é importante contar com armas de longo alcance com boas miras, já em menores, o ideal é ter armas de médio e curto alcance.
Outro ponto é que não adianta se basear apenas nos outros jogadores, pois o estilo de jogo online de cada um é diferente, ou seja, as pessoas não vão usar as mesmas armas ou vantagens. É essencial que você saiba o que funciona melhor para você. Sendo assim, otimize o seu carregamento para ter boas opções em diversos momentos da partida.
Personagem de Call of Duty Warzone – Imagem: Divulgação/Activision
Muitos jogadores acreditam que acampar seja uma boa estratégia para observar os jogadores correndo e atirar neles de maneira fácil. Porém, há um problema nisso: você pode não ver os adversários chegando por trás ou fora de sua visão.
Dessa forma, o ideal é continuar se movendo no mapa e atacar os inimigos de diferentes locais, sendo um jogador imprevisível. Mas lembre-se: não é necessário correr; aja de maneira estratégica.
4. Desperdiçar granadas
Cena do game – Imagem: Divulgação/Infinity Ward
Se você é do tipo de jogador que vira e mexe desperdiça granadas, jogando as letais ou táticas pelo mapa, saiba que essa é uma péssima prática. Isso porque elas são ótimas como complemento para o resto do seu arsenal e não devem ser lançadas de forma desnecessária. Lance-as apenas quando tiver certeza de que irá atingir o inimigo.
Caso tenha granadas, saiba que elas podem ser fundamentais em situações nas quais você se encontra em uma sala apertada ou em pontos de estrangulamento, com adversários por perto. A utilização correta desse armamento pode garantir a sua sobrevivência.
A inteligência artificial (IA) já está presente em diversos aspectos da nossa rotina, e uma das formas mais práticas de experimentar seus benefícios é por meio de aplicativos que usam a tecnologia para facilitar o dia a dia.
Desde gerenciar tarefas e automatizar processos até aprimorar a escrita ou otimizar o aprendizado, essas ferramentas ajudam a economizar tempo e aumentar a eficiência.
A seguir, conheça 7 aplicativos que utilizam IA para otimizar a produtividade e transformar a forma como você organiza sua rotina.
7 aplicativos que usam IA para você testar no dia a dia
O Todoist é um aplicativo de gerenciamento de tarefas que combina simplicidade e inteligência artificial para ajudar usuários a organizar melhor o dia a dia.
Ele permite criar listas, definir prazos, receber lembretes e priorizar atividades com facilidade. A interface intuitiva e os recursos de IA identificam padrões e sugerem melhorias na gestão do tempo.
Com opções para uso pessoal ou em equipe, o Todoist oferece modelos prontos para diferentes necessidades. É uma das ferramentas de produtividade mais populares do mundo, com milhões de usuários e avaliações positivas.
Gratuito para baixar e com planos de assinatura
Zapier: automação e integração
Imagem: Zapier/Divulgação
Esse não é exatamente um aplicativo, mas sim uma plataforma de automação que conecta mais de 8.000 apps para integrar ferramentas e criar fluxos de trabalho personalizados sem necessidade de programação.
Utilizando inteligência artificial, ele automatiza tarefas repetitivas, economiza tempo e aumenta a produtividade de profissionais e empresas. Seus recursos incluem criação de workflows inteligentes, agentes e chatbots de IA, interfaces personalizadas, armazenamento centralizado de dados e alto nível de segurança e conformidade.
A ferramenta é ideal para quem trabalha com marketing, vendas, suporte e gestão.
Com plano gratuito e opções pagas
Filmora: edição de vídeo simplificada
Imagem: FIlmora/Reprodução
O Filmora, da Wondershare, é uma das ferramentas de edição de vídeo mais acessíveis e completas que incorporam recursos de IA.
A plataforma identifica e automatiza tarefas como cortes inteligentes, remoção de ruído, legendagem automática, aprimoramento de imagem e até substituição de fundos com um clique.
Além disso, o aplicativo oferece uma biblioteca com filtros, efeitos e trilhas sonoras, permitindo que tanto iniciantes quanto profissionais criem vídeos de alta qualidade rapidamente.
A IA também ajusta cores e sons automaticamente para equilibrar o resultado final. Ideal para criadores de conteúdo e profissionais que produzem vídeos para redes sociais, cursos ou campanhas de marketing.
O Grammarly é mais do que um corretor ortográfico. Ele usa inteligência artificial para melhorar a clareza, o tom e o impacto dos textos, tornando-se uma ferramenta indispensável para quem escreve e-mails, relatórios ou publicações profissionais.
Além de corrigir erros gramaticais e de pontuação, o Grammarly analisa o estilo de escrita, sugere reformulações e até prevê a reação do leitor com base no tom adotado. A IA também se adapta à voz e à intenção do usuário, seja um texto mais formal, criativo ou persuasivo.
Com plano gratuito e opções pagas
Healthify: assistente de saúde
Imagem: Healthify /Reprodução
O Healthify é um aplicativo que combina bem-estar e tecnologia de ponta. Voltado para quem quer manter uma rotina saudável, ele utiliza IA para criar planos alimentares personalizados, rastrear calorias e monitorar o sono, hidratação e atividades físicas.
O recurso RIA, sua assistente de saúde com inteligência artificial, atua como uma coach 24 horas por dia, oferecendo dicas e feedbacks com base nos hábitos do usuário. A ferramenta reconhece alimentos por imagem, analisa o valor nutricional de refeições e gera relatórios de progresso.
Além disso, o app possui integração com dispositivos como Apple Health, Fitbit e Garmin, tornando-se uma plataforma completa para quem busca equilíbrio físico e mental.
Com plano gratuito e opções pagas
MyStudyLife: o planner escolar inteligente
Imagem: MyStudyLife /Reprodução
Voltado para estudantes de todos os níveis, o MyStudyLife é um aplicativo que usa IA para ajudar na gestão do tempo e no desempenho acadêmico.
A ferramenta organiza horários, tarefas e exames, além de oferecer lembretes e relatórios sobre o progresso dos estudos.
Entre os destaques estão o temporizador Pomodoro, que melhora a concentração, e os widgets personalizados, que mostram as próximas aulas e tarefas no início do dia. A IA aprende com os hábitos do aluno e sugere ajustes para otimizar a rotina de estudos.
No universo da informática, a prevenção é sempre melhor que a solução, e é aí que entram os apps de diagnóstico para o PC Windows.
Não há nada mais frustrante do que um PC Windows lento, instável ou que trava em momentos críticos. Ao invés de adivinhar a causa do problema, se é o hardware superaquecendo, um erro de memória ou uma falha no disco, a solução está em usar as ferramentas certas.
É para isso que existem os apps diagnóstico, utilitários que oferecem uma visão profunda e em tempo real sobre a saúde do seu hardware. Com estas ferramentas, técnicos e profissionais de TI podem fazer diagnósticos rápidos e precisos em vários computadores, economizando tempo valioso.
E para os entusiastas de overclocking que buscam estabilidade, esses apps são ideais para verificar a saúde e a capacidade de refrigeração do sistema após modificações de desempenho.
Os apps de diagnóstico atuam como um sistema de diagnóstico avançado, fornecendo dados em tempo real e realizando testes específicos. Eles são indispensáveis para usuários comuns identificarem a causa de uma lentidão repentina. Para gamers e criadores de conteúdo serão úteis para monitorar FPS, temperaturas da GPU e CPU durante sessões intensas.
7 apps de diagnóstico para instalar no PC Windows
De problemas com a memória RAM a falhas iminentes no disco rígido, ter a suíte de aplicativos correta transforma a manutenção do PC de uma dor de cabeça em uma tarefa controlada e eficiente.
1. HWiNFO64 (o diagnóstico profissional e gratuito)
Página oficial do HWiNFO64, o primeiro passo para um diagnóstico profundo é escolher entre a versão instalável ou portátil para começar a analisar cada detalhe do seu hardware (Imagem: Captura de tela Reprodução: Renata Mendes / Olhar Digital)
Quando se fala em informação detalhada, o HWiNFO64 é imbatível. Este é, possivelmente, o app diagnóstico Windows PC mais completo e preciso disponível gratuitamente. Oferece uma leitura profunda de virtualmente todos os sensores presentes na sua placa-mãe, processador, placa de vídeo e discos rígidos.
Com ele, você pode monitorar temperaturas, tensões, velocidades de fan e cargas de utilização em tempo real. Sua interface pode parecer intimidadora para iniciantes, mas a riqueza de dados o torna uma ferramenta indispensável para quem precisa de informações cruas e confiáveis para um diagnóstico preciso, sendo capaz inclusive de gerar relatórios detalhados para análise posterior.
2. CPU-Z (o especialista em processador e memória)
Tela do site do app CPU-Z para fazer cadastro e download (Imagem: Captura de tela Reprodução: Renata Mendes / Olhar Digital)
Focado nos componentes centrais, o CPU-Z é considerado um clássico leve e portátil. Seu grande trunfo é fornecer informações instantâneas e detalhadas sobre o coração do seu sistema: a CPU. Ele mostra o nome exato do processador, número de núcleos, velocidade de clock em tempo real, tensão e até a arquitetura.
Além disso, traz abas dedicadas para a placa-mãe, memória RAM (com detalhes de frequência, timings e quantos slots estão em uso) e placa de vídeo. É o app diagnóstico Windows PC perfeito para uma verificação rápida das especificações do sistema e ainda oferece uma função de validação online para provar as especificações do seu hardware a outros usuários ou fóruns.
3. CrystalDiskInfo (a saúde dos seus discos)
No site, é possível fazer o download do app diagnóstico CrystalDiskInfo (Imagem: Captura de tela Reprodução: Renata Mendes / Olhar Digital)
Dados são valiosos, e a perda de um HD ou SSD pode ser catastrófica. O CrystalDiskInfo é um utilitário simples, mas vital, que foca em um único aspecto, a saúde dos seus armazenamentos. Ele lê os dados S.M.A.R.T. (Self-Monitoring, Analysis and Reporting Technology) dos discos, que são indicadores de desempenho e integridade.
Através de um semáforo visual (Azul = Bom, Amarelo = Cuidado, Vermelho = Ruim), você sabe imediatamente se seus discos estão saudáveis. Incluir este app diagnóstico Windows PC na sua rotina é uma das melhores formas de prever uma falha iminente e ter tempo para fazer o backup de todos os seus arquivos importantes.
4. FurMark (o teste de estresse para a placa de vídeo)
O FurMark não é um “assassino de GPUs” por natureza, o dano real ocorre quando se ignora os sinais de alerta (temperaturas extremas) forçando a placa a operar em condições para as quais não foi projetada (Imagem: Captura de tela Reprodução: Renata Mendes / Olhar Digital)
Conhecido carinhosamente como “the GPU stress test”, o FurMark é um aplicativo específico para pressionar a placa de vídeo ao seu limite. Ele renderiza um objeto 3D extremamente complexo, gerando um calor massivo na GPU.
Se você já pesquisou e leu que o FurMark pode danificar a GPU, sim, é verdade. O FurMark potencialmente pode danificar uma GPU, mas é preciso entender o contexto e os mecanismos por trás desse risco. Não é o software em si que é perigoso, mas o uso inadequado dele.
Seu uso prolongado ou inadequado pode, de fato, danificar componentes, especialmente em sistemas com refrigeração inadequada ou com overclocking instável. O objetivo não é usá-lo no dia a dia, mas sim para testar a estabilidade e a capacidade de refrigeração do sistema após um overclock, ou para verificar se uma placa de vídeo nova está funcionando conforme o esperado em condições extremas de carga.
Ao usar este app diagnóstico Windows PC, monitore as temperaturas com o HWiNFO64 para garantir que a GPU não atinja níveis perigosos que possam danificar o hardware.
5. MemTest86 (o detetive de erros de RAM)
Na página inicial do site, é possível fazer o download do app Memtest 86, para a dos usuários domésticos, a versão gratuita é mais que suficiente para detectar problemas de memória RAM e realizar diagnósticos completos (Imagem: Captura de tela Reprodução: Renata Mendes / Olhar Digital)
Problemas com a memória RAM são notoriamente difíceis de diagnosticar, podendo causar telas azuis aleatórias, travamentos e corrupção de dados sem uma causa clara no sistema operacional. O MemTest86 é a ferramenta definitiva para este trabalho.
Diferente dos outros apps diagnóstico Windows PC, ele é executado fora do Windows (a partir de um pendrive bootável), garantindo um teste sem interferências do sistema operacional. Ele preenche a memória com padrões de dados e os verifica, identificando qualquer bit defeituoso.
Se o seu PC apresenta instabilidades inexplicáveis que não se resolvem com drivers ou atualizações, passar algumas horas com o MemTest86 é um passo obrigatório para isolar o problema.
6. OCCT (a suíte de testes tudo-em-um)
Na página inicial do OCCT, o download leva a sua central de testes integrados,, o OCCT oferece uma suíte completa para testar CPU, GPU, RAM e fonte de alimentação em um único lugar (Imagem: Captura de tela Reprodução: Renata Mendes / Olhar Digital)
O OCCT é uma ferramenta poderosa que combina várias funcionalidades em um único pacote. Ele permite realizar testes de estresse individuais para CPU, GPU, RAM e até a fonte de alimentação (teste de energia).
A grande vantagem é que ele também inclui um sistema de monitoramento embutido e pode gerar gráficos em tempo real, facilitando correlacionar os testes com as temperaturas e tensões do sistema. É um app diagnóstico Windows PC mais avançado, ideal para usuários que desejam colocar todo o seu sistema à prova de forma integrada e monitorada, simulando as condições mais exigentes.
7. Windows Security & Performance Monitor (as ferramentas nativas)
Windows Security é o centro de defesa nativo do Windows, além da proteção contra vírus, a ferramenta inclui verificações de ‘Integridade do núcleo’ e ‘Saúde do dispositivo’, oferecendo um diagnóstico básico mas essencial do sistema(Imagem: aileenchik / Shutterstock.com)
Não podemos ignorar as poderosas ferramentas de diagnóstico que já vêm com o próprio Windows. O Windows Security (ou Defender) oferece verificações de integridade do núcleo do sistema e da saúde do dispositivo.
Já o Monitor de Desempenho (acessado digitando perfmon no Executar) é uma ferramenta avançada que permite criar relatórios detalhados e monitorar centenas de contadores de desempenho do sistema, incluindo o uso de CPU, disco e rede.
Embora menos intuitivos que as soluções de terceiros, são apps diagnóstico Windows PC integrados que oferecem um nível de profundidade surpreendente para quem sabe onde procurar, sem precisar instalar nada extra.
Investir tempo para aprender a usar esses apps de diagnóstico Windows PC é um passo importante para se tornar um usuário mais consciente e proativo. Não se trata apenas de consertar algo que quebrou, mas sim de antecipar problemas antes que causem lentidão ou perda de dados.
Com eles, você vai entender o que se passa dentro do seu computador, desde o timing exato da sua RAM até a temperatura máxima que sua placa de vídeo atinge em jogos pesados, garantindo que ele opere com a máxima eficiência e estabilidade.
Desde o monitoramento básico e essencial com CPU-Z e CrystalDiskInfo até os testes de estresse intenso com FurMark e OCCT, ter essa caixa de ferramentas à mão transforma a manutenção do PC de um quebra-cabeça frustrante em uma tarefa precisa, controlada e, o mais importante, proativa.
É dia de clássico inglês! Neste domingo (19), Liverpool e Manchester United se enfrentam pela 8ª rodada da Premier League 2025/26. A bola rola às 12h30 (horário de Brasília) no Anfield, em Liverpool, na Inglaterra.
O Liverpool, que foi campeão da Premier League na última temporada, vinha de um momento positivo, mas engatou duas derrotas seguidas. A mais recente foi contra o Chelsea, por 2×1, fechando a rodada na 2ª colocação da tabela, atrás do Arsenal. Na Champions League, os Reds também vêm de derrota: 1×0 contra o Galatasaray.
Do outro lado, o Manchester United vive uma sequência mista. São três vitórias e duas derrotas nos últimos cinco jogos, deixando os Red Devils na 10ª posição da tabela, com 10 pontos.