Câncer de mama e as descobertas tecnológicas que mudaram à medicina

Avanços tecnológicos estão transformando o combate ao câncer de mama. Métodos menos invasivos, diagnósticos mais rápidos e terapias inovadoras já estão mudando o modo como a medicina enfrenta a doença, e como as pacientes vivenciam o tratamento.

No Brasil, o cenário pede atenção: o INCA (Instituto Nacional de Câncer) estima 73,6 mil novos casos por ano no triênio 2023-2025, e, entre 2015 e 2022, foram 374,5 mil notificações da doença, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM).

Agora, uma nova geração de soluções tecnológicas promete ampliar as chances de diagnóstico precoce, personalizar terapias e melhorar a qualidade de vida das pacientes. Entenda as principais descobertas que fazem da tecnologia uma aliada essencial nessa luta.

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Câncer de mama e as descobertas tecnológicas que transformaram a medicina

Imagens de alta resolução

A tecnologia elevou o padrão de exames de imagem de alta resolução para detectar o câncer de mama. Hoje existe a mamografia digital, um dos principais avanços no rastreamento da doença. Além disso, surgiram a mamografia 3D, ou tomossíntese, e a mamografia com contraste.

Para se ter uma ideia, a mamografia digital foi mais um auxílio para a medicina, pois produz imagens mais nítidas, essencial na identificação precoce de lesões. A mamografia 3D, por sua vez, permite a visualização tridimensional das mamas, com isso, o exame anula as chances de um falso-positivo e promete maior precisão na detecção de tumores.

Mulher com parte do rosto e do corpo fazendo um autoexame para prevenção do câncer de mama. Fita de conscientização sobre o câncer de mama Shutterstock
Mulher com mão sobre o peito e com fita de conscientização sobre o câncer de mama/ Shutterstock/Foto Fabian Ponce Garcia

Inteligência Artificial (IA)

A IA está transformando várias áreas da saúde, mas para o câncer de mama as descobertas tecnológicas são surpreendentes. Levando em consideração que um dos maiores problemas da doença é o diagnóstico tardio, uma equipe do Laboratório de Inteligência Artificial e Ciência da Computação (CSAIL) do MIT criou um modelo de aprendizagem capaz de detectar o câncer de mama muito antecipadamente.

O novo modelo de aprendizagem profunda pode prever a partir de uma mamografia se um paciente pode desenvolver câncer de mama daqui a cinco anos. Isso foi possível através do treinamento de máquina em mamografias e resultados conhecidos de mais de 60.000 pacientes com MGH, o modelo aprendeu os padrões sutis no tecido mamário que são precursores de tumores malignos.

Além disso, comparados com modelos tradicionais, a descoberta da equipe foi significativamente melhor na previsão de risco do que as abordagens existentes, posicionando com precisão de 31% de todos os pacientes com câncer em sua categoria de maior risco, em comparação com apenas 18% dos modelos convencionais.

Biopsia líquida

Fita rosa de conscientização sobre o câncer de mama em um fundo de mamografia Conceito de prevenção do câncer de mama
Fita rosa de conscientização sobre o câncer de mama em um fundo de mamografia/Shutterstock/Foto Fabian Ponce Garcia

Outra grande revolução na medicina para o câncer de mama foi a biopsia líquida. O exame consiste em usar sangue, urina e outros fluidos do corpo, a fim de investigar se existe a presença de células de um tumor maligno ou de fragmentos do DNA das células tumorais.

O exame é menos invasivo do que a biopsia comum, na qual é retirado do paciente um fragmento do tumor para análise no microscópio. Embora a nova técnica já tenha chegado aqui, ainda é pouco difundida no país.

Medicina personalizada

Com base em informações genéticas hereditárias ou alterações moleculares do tumor, é possível direcionar o tratamento clínico de um paciente de forma individualizada. Esse método faz parte da medicina personalizada em combate ao câncer de mama.

Dessa forma, o tratamento individualizado, conforme as características biológicas do tumor podem otimizar os resultados do paciente.

Terapias imunológicas

As terapias imunológicas são mais uma descoberta tecnológica para combater o avanço da doença. O tratamento tem como base a ativação do próprio sistema imunológico do paciente, agindo de forma mais potente contra o câncer e promovendo menos efeitos colaterais.

Dentre essas terapias estão: os anticorpos monoclonais, vacinas contra o câncer e a teraia celular “Car T”, que funciona com células produzidas em laboratório derivadas das mais importantes células de defesa do nosso organismo.

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Baterias de nova geração: China dá salto tecnológico no setor de veículos elétricos

Pesquisadores da China anunciaram uma série de avanços que podem acelerar a chegada das baterias de estado sólido aos veículos elétricos. A nova tecnologia promete maior eficiência, recarga mais rápida e autonomia superior a mil quilômetros, consolidando o país como líder global no desenvolvimento de baterias para carros elétricos. As informações são do portal Electrek.

China se destaca em pesquisas de baterias de estado sólido

As baterias de estado sólido substituem o eletrólito líquido usado nas baterias de íons de lítio convencionais por um eletrólito sólido, o que aumenta a densidade energética e a segurança. No entanto, a produção em larga escala tem sido um desafio devido à fragilidade dos materiais e à baixa condutividade elétrica.

Produção em larga escala de baterias de estado sólido tem sido um desafio para a China (Imagem: Shutterstock)

Na China, universidades e institutos de pesquisa, como a Academia Chinesa de Ciências, vêm trabalhando em conjunto para superar esses obstáculos. Um relatório da China Central Television (CCTV) destacou três descobertas recentes que podem ser determinantes para viabilizar a tecnologia em larga escala:

  • Cola especial” com íons de iodo: desenvolvida pelo Instituto de Física da Academia Chinesa de Ciências, a substância atua como um “agente de ligação”, atraindo íons de lítio e melhorando a conexão entre eletrodos e eletrólitos;
  • Transformação flexível”: criada pelo Instituto de Pesquisa de Metais, essa inovação usa materiais poliméricos para formar um esqueleto que pode ser dobrado mais de 20 mil vezes sem quebrar, aumentando a durabilidade e a capacidade de armazenamento em até 86%;
  • Reforço fluorado”: técnica da Universidade Tsinghua que aplica um escudo de poliéteres fluorados sobre o eletrólito, aumentando a resistência a altas temperaturas e a perfurações.
Cientistas chineses desenvolvem baterias de estado sólido capazes de alcançar mil km de autonomia (Imagem: Owlie Productions/Shutterstock)

Essas melhorias podem permitir que uma bateria de 100 kg ofereça mais de mil km de autonomia, segundo os testes divulgados pela CCTV.

Baterias de nova geração fortalecem liderança do país asiático

A China já domina o mercado global de baterias, com empresas, como CATL e BYD, responsáveis por mais da metade das vendas mundiais. Agora, com os avanços nas baterias de estado sólido, o país busca manter essa vantagem frente à concorrência internacional.

BYD
Empresas, como CATL e BYD, são responsáveis por mais da metade das vendas de baterias em todo o mundo (Imagem: LewisTsePuiLung/iStock)

O modelo MG4, da SAIC, foi apresentado como o primeiro veículo com bateria semi-sólida produzida em larga escala. Outras fabricantes também avançam nesse campo: a Toyota pretende lançar seu primeiro carro totalmente movido por bateria de estado sólido até 2027 ou 2028, enquanto a Mercedes-Benz já testou um veículo com autonomia de 1.205 km.

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Com o investimento em inovação e a integração entre universidades e indústria, a China se posiciona para liderar a próxima geração de baterias — um passo essencial na corrida global pela eletrificação automotiva.

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Especialistas vão orientar OpenAI sobre bem-estar e uso de IA

A OpenAI foi recentemente acusada de facilitar o suicídio e, desde então, tem buscado formas de tornar seu chatbot mais seguro.

Em nota, a empresa comunicou seu mais recente passo para isso: a implementação de um Conselho de Especialistas em Bem-Estar e IA, que vem sendo planejado desde o início de 2025, com consultas informais a especialistas em controle parental.

Computador
Conselho foi implementado para auxiliar a OpenAI sobre possíveis falhas nas proteções para crianças e adolescentes em interações longas (Imagem: Arina P Habich/Shutterstock)

Emoções e saúde mental devem orientar as atualizações dos produtos da OpenAI

Segundo a empresa, uma das prioridades era encontrar pessoas com experiência “em como construir uma tecnologia que apoie o desenvolvimento saudável dos jovens”, afinal, o número de adolescentes que usam a inteligência artificial (IA) é grande e difere significativamente do público adulto.

O grupo inclui, segundo a nota, David Bickham, do Hospital Infantil de Boston (EUA), que analisa os efeitos das redes sociais na saúde mental infantil, e Mathilde Cerioli, da organização Everyone.AI, que pesquisa os impactos e benefícios da IA no desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças, entre outros.

Segundo a empresa, esses especialistas têm a função de orientar a OpenAI sobre possíveis falhas nas proteções para crianças e adolescentes em interações longas, garantindo que eles não fiquem expostos à chamada “psicose de IA”, um fenômeno que pode afetar a saúde mental.

Crianças não são miniadultos. Seus cérebros são muito diferentes e o impacto da IA é muito diferente.

Mathilde Cerioli, da organização Everyone.AI, em entrevista ao Le Monde

OpenAI anuncia redução de 30% no viés político do ChatGPT

Iniciativa surge em meio ao aumento da pressão regulatória, incluindo uma investigação da FTC, e o processo judicial envolvendo o suicídio de um adolescente (Imagem: Teacher Photo/Shutterstock)

Grupo atuará junto ao ChatGPT e Sora

Inicialmente, segundo a nota, o grupo atuará no ChatGPT e no Sora, aplicativo de vídeos curtos, auxiliando a definir diretrizes para tornar as interações entre usuários e a IA mais saudáveis.

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A iniciativa surge em meio ao aumento da pressão regulatória, explica a CNBC, incluindo uma investigação da FTC, e o processo judicial envolvendo o suicídio de um adolescente supostamente relacionado ao uso do ChatGPT.

Além disso, a OpenAI desenvolve um sistema de controle de idade e novas ferramentas de controle parental que alertam os pais sobre possíveis sinais de sofrimento emocional em jovens.

O Conselho inclui especialistas de instituições, como Oxford, Stanford e o Hospital Infantil de Boston, e trabalhará em parceria com a Rede Global de Médicos para avaliar políticas e recursos da plataforma.

Entre os objetivos do Conselho está definir interações saudáveis com IA, especialmente para adolescentes, considerando o uso diferenciado da tecnologia (Imagem: Kmpzzz/Shutterstock)

Objetivos e Áreas de Contribuição do Conselho de Especialistas da OpenAI

  • Orientar o desenvolvimento do ChatGPT e do aplicativo Sora para experiências mais saudáveis e seguras;
  • Avaliar como a IA afeta emoções, motivação e saúde mental dos usuários de todas as idades;
  • Definir interações saudáveis com IA, especialmente para adolescentes, considerando o uso diferenciado da tecnologia;
  • Fornecer conselhos, fazer perguntas e contribuir para decisões informadas da OpenAI;
  • Determinar o comportamento da IA em situações complexas ou sensíveis;
  • Auxiliar na criação de mensagens e notificações de apoio a pais e adolescentes em situações de risco;
  • Pensar em como o ChatGPT pode impactar positivamente a vida dos usuários e promover bem-estar;
  • Apoiar na definição de diretrizes de segurança, saúde mental e boas práticas digitais;
  • Participar de reuniões recorrentes e sessões presenciais para discutir guardrails e estratégias de interação saudável.

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Incrível ou assustador? Honor revela smartphone com câmera em braço robótico

Qual é o futuro dos dispositivos inteligentes? Foi com essa provocação que a empresa chinesa Honor revelou seu smartphone com uma câmera que se desdobra para fora usando um braço robótico. Chamado Honor Robot Phone, o celular é descrito como um dispositivo de inteligência artificial (IA) revolucionário que combina inteligência multimodal, robótica avançada e imagens de última geração.

“Enquanto a indústria se ocupa comparando o iPhone, acreditamos que é hora de quebrar o paradigma e focar no que realmente importa: criar valor real para você”, diz a empresa. “Do iPhone ao AI Phone, passando pelo Robot Phone, este representa um marco importante no plano Honor Alpha, anunciado no início deste ano, à medida que a empresa avança em direção à sua meta de se tornar líder global no ecossistema de dispositivos de IA.”

Em um vídeo promocional, a câmera do celular faz movimentos semelhantes a um robô (emitindo sons que inevitavelmente nos faz pensar em Wall-E) enquanto “descobre o mundo” ao seu redor, seja ajudando uma usuária a tirar uma selfie, fazendo brincadeiras para acalmar um bebê e até mesmo gravando cenas na rua. A Honor prometeu revelar mais detalhes no Mobile World Congress em Barcelona (Espanha) no início do ano que vem.

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Smartphone combina combina inteligência multimodal, robótica avançada e imagens de última geração (Imagem: Reprodução/Honor)

“Posicionado como uma nova espécie de dispositivo de IA, o Honor Robot Phone está pronto para redefinir a interação e a coexistência entre humanos e máquinas no futuro, posicionando a HONOR firmemente na vanguarda da inovação em dispositivos de IA”, garante a empresa.

Plano ambicioso da Honor

Considerada novata no ramo de smartphone, a Honor vem expandindo seu portfólio desde que se separou da Huawei em 2020, após a sanção dos EUA. A empresa tem apostado no segmento de ponta do mercado, buscando competir com Apple e Samsung fora da China. E o mais novo projeto deixa isso bem claro, com a trilha sonora evocando filmes da Disney.

No início do ano, a Honor anunciou investimentos de US$ 10 bilhões (R$ 54,5 bilhões) nos próximos cinco anos no setor de inteligência artificial. Isso inclui IA em hardwares, agentes de IA, pesquisas em IAG (Inteligência Artificial Geral), além de dispositivos de parceiros, criando um ecossistema de experiências integradas, segundo a CNBC.

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Modelo faz parte do projeto da empresa de se tornar líder global no ecossistema de dispositivos de IA (Imagem: Reprodução/Honor)

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Carro-chefe 

Nesta quarta-feira (15), a Honor também anunciou o lançamento da Série HONOR Magic8 na China, o primeiro smartphone com IA autoevolutiva da HONOR equipado com a geração mais avançada do YOYO Agent. A linha é considerada “carro-chefe” da IA da empresa no país e traz algumas novidades:

  • Novo botão de IA: Por padrão, pressionar longamente o botão ativa a chamada de vídeo YOYO, permitindo que o agente forneça imediatamente informações sobre qualquer conteúdo para o qual esteja direcionado. Um clique duplo ativa instantaneamente o obturador da câmera para acesso direto à fotografia;
  • Fotografia avançada: O modelo apresenta o sistema telefoto com IA mais avançado do setor até o momento, segundo a empresa, com uma câmera ultra telefoto noturna de 200 MP 2 com um sensor grande de 1/1,4 polegada e ampla abertura de f/2.6. Essa configuração melhora a entrada de luz, proporcionando detalhes mais nítidos mesmo a longas distâncias;
  • Velocidade: Equipado com a plataforma móvel Snapdragon 8 Elite Gen 5, o modelo transforma jogos de baixa resolução e baixa taxa de quadros em experiências de alta resolução e alta taxa de quadros. Para impulsionar a velocidade, conta com uma bateria de silício-carbono de última geração de 7.200 mAh.
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Modelo oferece a geração mais avançada do YOYO Agent (Imagem: Divulgação/Honor)

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5 melhores modelos de adaptador Android Auto sem fio para comprar em 2025

O adaptador Android Auto é um pequeno dispositivo que, ao ser conectado à porta USB do seu carro, pode proporcionar uma conexão sem fio entre a central multimídia do automóvel e o seu celular via Bluetooth ou Wi-Fi. 

É importante saber que ele só funciona se o veículo for compatível com o Android Auto por conexão USB. No mercado, há diversos modelos disponíveis para venda. A seguir, confira uma lista com algumas das principais opções para você comprar. 

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Adaptador Android Auto sem fio: 5 modelos para comprar

Antes de conferir a lista, é importante ter em mente que, na hora de comprar o adaptador, é necessário verificar se o aparelho é compatível com a versão do sistema operacional de seu smartphone e também com o sistema da central multimídia do seu automóvel. A seguir, veja a seleção de itens!

1. CarlinKit – Adaptador para Android Auto com Wi-Fi

Adaptador Android Auto CarlinKit
Adaptador Android Auto CarlinKit 5.0. Imagem: Carlinkit / Divulgação

Este dispositivo oferece uma conexão sem cabo por meio de Wi-Fi. Ele tem suporte para o Android 11 e versões mais recentes. Além disso, também pode ser utilizado com o CarPlay, em iPhones a partir do modelo 6 e iOS 10. 

Outro ponto relevante é que ele consegue salvar até cinco dispositivos na lista para obter uma conectividade automática perfeita sem a necessidade de configurar o dispositivo novamente. 

CarlinKit – Adaptador para Android Auto com Wi-Fi
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2. Bahkol – Adaptador sem fio Android Auto (Wi-Fi)

Bahkol – Adaptador sem fio Android Auto (Wi-Fi)
Bahkol – Adaptador sem fio Android Auto (Wi-Fi). Imagem: Bahkol / Divulgação

Uma opção de dispositivo mais acessível do que o anterior é o adaptador da Bahkol, o qual é compatível com grande parte dos principais automóveis do mercado, oferece conexão por meio do Wi-Fi e pode ser utilizado tanto para o sistema Android Auto quanto para o CarPlay. 

Bahkol – Adaptador sem fio Android Auto (Wi-Fi)
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3. Motorola – MA1 Adaptador sem fio Android Auto (Wi-Fi e Bluetooth)

Adaptador
Equipamento da Motorola promete alta performance – Imagem: Captura de tela no site da marca/Matheus Chaves – Olhar Digital

Se você busca por um aparelho de uma renomada marca no mercado e que prometa entregar o máximo de desempenho e qualidade de conexão, saiba que o Adaptador Motorola sem fio Android Auto MA1 é uma excelente alternativa. 

Ele possui uma conexão rápida com o Wi-Fi 5GHz, possibilitando a ativação do celular de forma ágil para a transmissão de mapas, aplicativos e mídias para a tela do carro. O dispositivo também pode ser conectado por meio de Bluetooth. Além disso, requer compatibilidade com smartphones a partir do Android 11 e Wi-Fi 5 GHz.

Motorola – MA1 Adaptador sem fio Android Auto (Wi-Fi e Bluetooth)
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4. Hailoly – Adaptador sem fio Android Auto (Wi-Fi e Bluetooth)

Hailoly – Adaptador sem fio Android Auto (Wi-Fi e Bluetooth)
Hailoly – Adaptador sem fio Android Auto (Wi-Fi e Bluetooth). Imagem: Hailoly / Divulgação

Ótimo para Android Auto e Carplay, esse adaptador pode ser conectado na porta USB do seu veículo e emparelhado com o seu celular por meio de Wi-Fi ou Bluetooth. Ele vem com um design compacto e elegante. 

Vale destacar que ele conta com Wi-Fi de banda dupla (5 GHz + 2,4 GHz) e Bluetooth 5.0, proporcionando uma conexão rápida e estável. Além disso, o dispositivo é compatível com 98% dos carros com Android Auto ou CarPlay com fio.

Hailoly – Adaptador sem fio Android Auto (Wi-Fi e Bluetooth)
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5. Adaptador Android Auto via Bluetooth

Adaptador Android Auto via Bluetooth
Adaptador Android Auto via Bluetooth. Imagem: Marca genérica / Divulgação

Conforme informações presentes na Amazon, esse dispositivo funciona em qualquer automóvel que tenha o espelhamento do CarPlay ou Android Auto via cabo. Além disso, ele é compatível com o Android 11 ou uma versão mais recente do sistema operacional e o iOS 10 ou superior. Pode ser conectado ao celular por meio de Bluetooth.

Adaptador Android Auto via Bluetooth
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Plano B para a Lua: Lockheed estuda lançar nave Orion em outros foguetes

A NASA e a Lockheed Martin estão avaliando a possibilidade de lançar a espaçonave Orion em foguetes diferentes do Space Launch System (SLS), rompendo uma parceria que perdura há quase duas décadas.

A mudança representa uma guinada significativa na estratégia de exploração espacial dos Estados Unidos, marcada pelo avanço em direção à reutilização e à adoção de modelos comerciais de operação, aponta o ArsTechnica.

Anthony Byers, diretor de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da Lockheed Martin, afirmou que a empresa está preparada para oferecer missões com a Orion como um serviço, caso a NASA queira adotar esse formato. “Nossa mensagem é que apoiamos totalmente isso e já estamos começando essa discussão”, disse o executivo.

Foto mostra os Orions de Artemis II, III e IV todos juntos
Esta foto, de 2023, mostra os Orions de Artemis II, III e IV todos juntos (Imagem: Lockheed Martin)

NASA e Lockheed vão mesmo sepaar o Orion?

  • Desde que o Congresso estadunidense determinou a criação do foguete SLS, há cerca de 15 anos, Orion e SLS têm sido tratados como um conjunto inseparável — com a agência pagando pelos veículos em contratos de custo adicional, supervisionando toda a produção e operação;
  • No entanto, o cenário começou a mudar com a proposta orçamentária do governo dos EUA para o ano fiscal de 2026, que sugere o encerramento do financiamento para Orion e SLS após a missão Artemis III. O Congresso, porém, propôs estender os voos até a Artemis V;
  • Segundo Byers, “diante da orientação do pedido orçamentário do presidente e do que acreditamos ser a direção final da NASA, a agência precisará migrar para uma opção comercial de transporte, semelhante aos programas de tripulação e carga comercial”;
  • Ele explicou que o modelo de “serviço Orion” significaria que a Lockheed forneceria toda a operação — “do solo terrestre até o destino e o retorno da tripulação”.

SLS sendo comercializado? Sem chance

Enquanto isso, o esforço para comercializar o foguete SLS não avançou. Em 2022, Boeing e Northrop Grumman criaram a joint venture Deep Space Transport para oferecer os lançamentos em um formato de serviços, mas nenhum contrato foi concedido pela NASA, e o projeto parece ter sido encerrado. Não há planos para tornar o SLS reutilizável.

Com o alto custo do foguete — estimado em mais de US$ 2 bilhões (R$ 10,9 bilhões, na conversão direta) por lançamento —, a Lockheed está avaliando opções alternativas para o Orion. A espaçonave, com massa de lançamento de 35 toneladas, pode ser enviada à Lua por outros veículos de grande porte ou por meio de uma combinação de foguetes, em que um enviaria o módulo e outro forneceria um empurrão adicional para a órbita lunar.

“Poderíamos criar arquiteturas para voar em outros veículos? Sim, sabemos que podemos”, disse Kirk Shireman, vice-presidente e gerente do programa Orion na Lockheed Martin. “Mas ainda não fizemos os estudos detalhados sobre vibrações, acústica e cargas térmicas.”

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Logo da NASA em uma placa
NASA pode romper contrato de décadas com a Lockheed Martin (Imagem: SNEHIT PHOTO/Shutterstock)

Reutilizando componentes

Para reduzir custos, a empresa aposta na reutilização de componentes. Byers destacou que, inicialmente, a NASA previa desmontar as naves e reaproveitar apenas peças internas, mas essa visão evoluiu com o sucesso de programas, como o Dragon, da SpaceX. “Começamos a introduzir a ideia de reutilizar o módulo da tripulação”, afirmou.

Howard Hu, gerente do programa Orion na NASA, explicou que o plano segue uma abordagem gradual. “Estamos tentando engatinhar, depois andar e então correr em nossa estratégia de reutilização. Queremos aumentar a reutilização, pois sabemos que esse é o caminho para a sustentabilidade e a redução de custos”, afirmou.

O plano atual prevê que as missões Artemis II, III e IV utilizem naves novas, mas com componentes reaproveitados. O Artemis V, por exemplo, reutilizará cerca de 250 peças do Artemis II, e o Artemis VI aproveitará até três mil componentes, incluindo estruturas primárias e secundárias. A Lockheed pretende construir uma frota de três espaçonaves amplamente reutilizáveis, que poderiam ser utilizadas em várias missões.

A Orion, no entanto, nunca será totalmente reutilizável. O módulo de serviço, construído pela Airbus, é descartado antes da reentrada na atmosfera terrestre e se desintegra. “Provavelmente, deveríamos chamar isso de reutilização máxima, porque há elementos que são consumidos, como o escudo térmico”, explicou Shireman. “Mas vamos reutilizar a estrutura do escudo em si.”

Mesmo com limitações, a Lockheed espera reduzir o custo de produção da Orion em 50% entre as missões Artemis II e Artemis V, e em até 30% adicionais nas seguintes, com menor necessidade de reforma.

Estilização da Cápsula Orion perto da Lua
Na missão Artemis, vários componentes serão reutilizados (Imagem: muratart/Shutterstock)

A empresa reconhece que não alcançará a reutilização completa e rápida que a SpaceX busca com a Starship, mas acredita que sua abordagem garante segurança e confiabilidade para missões tripuladas ao Espaço profundo.

A Orion deve levar seus primeiros astronautas ao espaço em 2026 e, segundo especialistas, ainda levará anos até que alternativas, como a Starship, ou veículos da Blue Origin, estejam prontas para substituir a espaçonave da NASA. Mesmo assim, a Lockheed já se move em direção a um futuro mais sustentável, buscando adaptar-se a uma nova era de transporte espacial comercial.

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Veja 6 coisas estranhas para fazer com a porta USB do seu PC ou notebook

porta USB do PC ou notebook geralmente é usada para conectar um pendrive, um HD externo, uma impressora e até um celular. Porém, você sabia que é possível utilizar esse componente para realizar algumas tarefas um tanto estranhas? Nas linhas a seguir, o Olhar Digital traz uma lista com ações bem curiosas. 

6 coisas estranhas para fazer com a porta USB do seu PC ou notebook

As ações abaixo só são possíveis por conta da grande variedade de produtos compatíveis com a porta USB. Porém, é muito provável que você nunca tenha pensado em se divertir por meio desse componente do seu PC ou notebook. Agora é uma grande oportunidade para isso. Confira a lista a seguir!

1. Esquentar chá, café ou leite direto da caneca

Aquecedor de caneca
Aquecedor de caneca – Crédito editorial: Denik Turbadinda / Shutterstock.com

Sabe aquele dia frio em que uma xícara de chá, café ou leite quente faz toda a diferença? Então, é uma boa ideia tomar uma dessas bebidas enquanto usa o computador.

Aproveitando esse momento, você pode utilizar um aquecedor de canecas para evitar que a bebida esfrie. Esse equipamento pode ser conectado diretamente à porta USB do computador e ajuda a evitar que a bebida esfrie.

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2. Usar um mini-ventilador

Mini-ventilador
Mini-ventilador de mesa conectado a um monitor – Imagem: Mayuree Moonhirun/Shutterstock

Se o dia estiver muito quente, um ventilador pequeno para colocar em sua mesa enquanto você trabalha, estuda ou realiza outras atividades em seu computador também é muito bem-vindo, não é mesmo? Nesse caso, uma excelente solução é utilizar um equipamento que pode ser conectado diretamente na porta USB de sua máquina. Muitos modelos também são recarregados via USB-C.

3. Ter um aquário de mentira

aquário domiciliar com peixes coloridos
Aquário (Imagem: Andrey Nikitin / iStock)

Você sabia que existem alguns dispositivos eletrônicos portáteis que simulam um aquário? Eles são excelentes para a decoração de um ambiente. Além de modelos que são ligados diretamente na tomada, há alguns que podem ser conectados à porta USB de sua máquina. É possível encontrá-los com peixinhos mecânicos ou manuais. 

4. Testar USB killer

Pen drive
Ilustração de um USB Killer – Imagem: Dave Hoeek/Shutterstock

Também é possível encontrar um USB killer, mas isso deve ser encarado apenas como uma curiosidade. Em hipótese alguma tente – esse dispositivo pode inutilizar o computador em segundos: ao ser conectado, acumula carga e a devolve, danificando a máquina.

5. Conectar um míssil de brinquedo

Míssil
Míssil de brinquedo – Imagem: Early Spring/Shutterstock

Que tal se divertir com os chamados “USB Missile Launcher”? Eles são lançadores de foguetes-brinquedo que podem lançar mísseis até cerca de 170 pés (≈ 52 m), dependendo do modelo. O brinquedo vem com cabo USB, que permite recarregá-lo no computador antes de usar ao ar livre.

6. Ligar uma furadeira USB

Furadeira
Furadeira – Dmitriev Mikhail/Shutterstock

Existem furadeiras com carregamento por USB ou que usam USB como fonte de alimentação e você pode utilizá-las ao conectadas em seu computador.

No entanto, verifique sempre a potência e a segurança do equipamento antes de conectar no computador, pois USB tem limitação de corrente e o uso indevido pode danificar a porta ou representar risco.

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Windows 10 chega ao “fim”; qual legado ele deixa?

A Microsoft encerrou, nesta terça-feira (14), o suporte oficial ao Windows 10, quase dez anos após o lançamento do sistema operacional, em 29 de julho de 2015.

A decisão marca o fim das atualizações de segurança, assistência técnica e melhorias de software para milhões de usuários e empresas que ainda utilizam o sistema. Apesar do corte, o Windows 10 continua sendo amplamente popular: segundo a StatCounter, cerca de 40% dos usuários de Windows ainda estão nessa versão.

O Windows 11 ultrapassou o antecessor em participação apenas há alguns meses, o que evidencia a resistência dos usuários à migração. Mesmo assim, a Microsoft manteve a decisão de encerrar o suporte.

Pessoa segurando celular com logotipo da Microsoft na tela na frente de outra tela, esta grande, exibindo ilustração de chip de inteligência artificial (IA)
Microsoft enxerga a inteligência artificial (IA) como o futuro do Windows, mas há quem é cético quanto a isso (Imagem: Mijansk786/Shutterstock)

No ano passado, a empresa chegou a reabrir o programa de testes beta do Windows 10 e adicionar novos recursos, o que levou muitos a acreditarem que haveria uma prorrogação do prazo ou uma flexibilização dos requisitos do Windows 11 – o que não ocorreu.

Ainda assim, a Microsoft oferecerá atualizações de segurança estendidas por mais um ano, gratuitamente, para consumidores. O programa, antes restrito a empresas, indica que a companhia reconhece a popularidade duradoura do sistema operacional decenário. Para organizações, haverá opção de adquirir até três anos adicionais de suporte.

Por que as pessoas resistem em deixar o Windows 10?

Segundo Tom Warren, do The Verge e especialista quando o assunto é Microsoft, os usuários e empresas resistem a abandonar o sistema operacional decenário pelas seguintes questões:

  • Parte significativa dos usuários não migrou para o 11 por limitações de hardware;
  • O novo sistema exige processadores Intel de oitava geração (Coffee Lake) ou AMD Zen 2, além do módulo de segurança TPM 2.0 – requisitos que deixaram para trás milhões de PCs vendidos durante o ciclo do Windows 10;
  • A situação é semelhante à ocorrida em 2020, quando 33% dos jogadores da plataforma Steam ainda usavam o Windows 7 após o fim de seu suporte. Atualmente, a Valve, dona da Steam, estima que cerca de 30% dos gamers ainda estão no Windows 10;
  • Para muitos usuários, a permanência no antecessor é uma questão de necessidade, não de preferência;
  • A expectativa é que milhões continuem com o sistema até que seus equipamentos precisem ser substituídos;
  • A Microsoft também abriu o programa de atualizações estendidas a consumidores pela primeira vez, embora o benefício gratuito dure apenas um ano e possa envolver cobranças adicionais ligadas ao uso do Windows Backup e armazenamento no OneDrive, especialmente fora da Europa.
Monitor mostrando que há uma atualização disponível para o Windows 11 enquanto uma pessoa aponta para esta informação
Muitos não atualizaram para o Windows 11 por questões de incompatibilidade de hardware (Imagem: Hadrian/Shutterstock)

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Inteligência artificial com força máxima

O encerramento do suporte ao sistema operacional ocorre em meio à transição da Microsoft para um ecossistema mais centrado em inteligência artificial (IA).

O Windows 11 recebeu uma série de recursos integrados ao Copilot e aos novos computadores Copilot Plus, voltados para tarefas de IA. Entre eles, estão o recurso Recall – que tira capturas de tela automáticas de atividades do usuário – e o Copilot Vision, ambos cercados por preocupações com privacidade.

Warren explica que, embora a Microsoft veja a IA como o futuro do Windows, muitos consumidores permanecem céticos.

Críticas têm se concentrado em recursos considerados pouco úteis, como a geração automática de imagens no Paint, e na insistência da empresa em promover o navegador Edge, o mecanismo de busca Bing e serviços, como OneDrive, Office e Game Pass diretamente no sistema.

O Windows 10 foi amplamente visto como um dos melhores lançamentos da Microsoft, recuperando a confiança dos usuários após o impopular Windows 8, que, coincidentemente, sucedeu outro grande acerto da gigante do Vale do Silício: o Windows 7. O sistema foi moldado a partir do feedback da comunidade e consolidou-se como uma das versões mais estáveis e bem recebidas, ao lado do já citado Windows 7 e do Windows XP.

Dois CDs de instalação do Windows, sendo o da esquerda do Windows 7 e, o da direita, do XP, que está parcialmente por cima do primeiro
Sistema operacional decenário se juntou à galeria de “obras-primas” da Microsoft, que também conta com XP e 7 (Imagem: g0d4ather/Shutterstock)

Com o encerramento do suporte, cresce a expectativa em torno do sucessor – possivelmente o Windows 12 –, que poderá ser lançado dentro do período de suporte estendido. Warren diz que a dúvida, agora, é se a próxima geração conseguirá repetir o sucesso do Windows 10, equilibrando inovação com a simplicidade e estabilidade que tornaram o sistema tão popular.

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Apple já trabalha em novo chip H3 e na próxima geração dos AirPods

A Apple já está trabalhando em novos AirPods Pro, e olha que faz pouco mais de um mês que ela colocou no mercado os AirPods Pro 3. Mas um detalhe chamou a atenção: eles ainda usavam o chip H2, de 2022, explica o 9to5Mac.

Agora, segundo informações de Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa já trabalha em um novo chip, o H3, que promete fones de ouvido mais potentes e com melhor desempenho.

Moça usando AirPods Pro 3 da Apple
Apesar de ter lançado os Airpods Pro 3 recentemente, a Apple já está trabalhando em um novo chip para a próxima geração de seus fones de ouvido (Imagem: Divulgação/Apple)

Chip H3 deve entregar som com melhor qualidade e menor atraso

O novo chip H3 está sendo desenvolvido pela equipe Apple Silicon e promete trazer melhor qualidade de som e menor latência, ou seja, reduzir o atraso entre o áudio e o que o usuário ouve. Embora ainda não exista uma data confirmada para o lançamento, a expectativa é que o componente esteja presente nos próximos modelos de AirPods.

De acordo com o 9to5Mac:

  • A Apple planeja lançar em 2026 uma nova versão dos AirPods Pro 3;
  • O modelo deve vir equipado com câmeras infravermelhas, que devem permitir a detecção de gestos e o rastreamento espacial.
  • É possível que o chip H3 estreie nessa versão, já que os recursos exigem maior poder de processamento.
apple

Novo chip H3 promete trazer melhor qualidade de som e menor latência, mas ainda não há data confirmada para seu lançamento (Imagem: VVVproduct/Shutterstock)

Apple AirPods 5 também estão a caminho

Os lançamentos não irão parar por aí. Além do chip H3, a Apple também prepara a quinta geração dos AirPods tradicionais, que devem substituir os modelos AirPods 4 e AirPods 4 com Cancelamento Ativo de Ruídos, lançados em 2024.

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No entanto, as novidades devem ser mais modestas, por exemplo, excluindo sensores, como o monitor de batimentos cardíacos, cogitados para os Pro 3.

AirPods Pro e audição
Atualmente, tanto Airpods Pro 3 quanto os AirPods 4 usam o chip H2, enquanto os AirPods Max ainda utilizam o H1 (Imagem: Djomas/Shutterstock)

A empresa está procurando adicionar outros recursos de saúde aos AirPods ao longo do tempo, incluindo um leitor de temperatura.

Mark Gurman, no boletim Power On da Bloomberg

Atualmente, tanto os AirPods Pro 3 quanto os AirPods 4 usam o chip H2, enquanto os AirPods Max ainda utilizam o chip H1. Não há previsão de lançamento para os AirPods 5, mas é possível que eles adotem o chip H3.

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Google lança botão para ocultar resultados patrocinados na busca

Os anúncios do Google estão mudando. Segundo o 9to5Google, os resultados dos links patrocinados receberão menos tempo de tela na próxima atualização do sistema. Por outro lado, eles se tornarão muito mais visíveis.

Uma postagem no blog do Google explica que os anúncios serão agrupados sob um único rótulo, chamado “resultados patrocinados”, que ficará visível enquanto o usuário rolar a tela.

Pesquisa do Google em um smartphone
Resultados dos links patrocinados receberão menos tempo de tela na próxima atualização do sistema; por outro lado, eles se tornarão muito mais visíveis (Imagem: BINK0NTAN/Shutterstock)

Resultados devem se destacar da busca orgânica

Atualmente, o Google identifica anúncios pagos com a palavra “patrocinado” em cada resultado. Com a atualização, esse rótulo ficará maior e mais visível por mais tempo.

Outra novidade é que os usuários poderão ocultar os anúncios, mantendo-os recolhidos sob o mesmo rótulo. Segundo o Google, o objetivo é que as pessoas reconheçam e naveguem pelos anúncios com mais facilidade.

Leia mais:

A empresa afirma que o novo design não altera o tamanho dos anúncios, que continuam limitados a quatro por página.

Atualização busca facilitar navegação, permitindo ao usuário manter apenas os resultados orgânicos, mas sem prejudicar os anúncios (Imagem: AekaPhoto/Shutterstock)

Além disso, recentemente, o Google lançou a opção de adicionar fontes preferenciais para resultados mais personalizados no carrossel de Notícias Principais.

Google quer facilitar a navegação, mas sem perder o foco nos anúncios

O Google, com o passar dos anos, procurou deixar os anúncios pagos cada vez mais parecidos com os resultados da busca orgânica, lembra o The Verge. Com essa atualização, a empresa busca facilitar a navegação, permitindo ao usuário manter apenas os resultados orgânicos, mas sem prejudicar os anúncios, que só poderão ser ocultados depois de rolar toda a página.

Entenda como serão as mudanças:

  • Introdução do botão “ocultar resultados patrocinados”;
  • Os resultados patrocinados se tornarão mais visíveis e destacados, separados dos resultados orgânicos;
  • Cada anúncio pago será agrupado em uma seção chamada “Patrocinado”, com rótulo maior para facilitar a identificação;
  • A seção de anúncios terá, no máximo, quatro anúncios por busca;
  • As Visões Gerais de IA continuam presentes, aparecendo acima ou abaixo da seção patrocinada;
  • O botão “Ocultar” também pode ser usado para recolher recursos da interface e melhorar a experiência do usuário.
Imagem ilustrativa de página de pesquisa do Google e celular com logotipo
Resultados patrocinados se tornarão mais visíveis e destacados, separados dos resultados orgânicos (Imagem: Photo Agency/Shutterstock)

Segundo o Google, todos os tipos de anúncios serão afetados, incluindo os de compras. A atualização será implementada globalmente, tanto para computadores quanto para dispositivos móveis.

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