Xbox Game Pass x PS Plus: qual é o melhor serviço?

Xbox Game Pass é um serviço de assinatura da Microsoft com jogos disponíveis na nuvem, permitindo que o usuário escolha o título que deseja e jogue no Xbox Series X|S, Xbox One ou PC, algo parecido com o PS Plus, a assinatura da Sony para os consoles PlayStation

Recentemente, a plataforma do Xbox teve um aumento nos preços. Com isso, muitas pessoas começaram a pensar em cancelar a assinatura e até mesmo mudar para a do PlayStation. Mas afinal, qual é o melhor serviço? Veja o comparativo a seguir. 

Veja o comparativo entre o Xbox Game Pass x PS Plus

Abaixo, você confere a disponibilidade de planos, preços, quantidade de jogos, a possibilidade de jogar em nuvem e outros detalhes relevantes. 

Xbox Game Pass pode chegar oficialmente ao Android TV em breve
Controle ao lado de um celular com o Xbox Game Pass iniciando
Imagem: Miguel Lagoa / Shutterstock.com

Planos

Os dois serviços contam com três planos para assinatura. O Xbox Game Pass tem os novos níveis: Essencial, Premium e Ultimate. Por outro lado, o PS Plus disponibiliza as opções: Essencial, Extra e Deluxe. Cada um deles possui vantagens específicas e claro, quanto mais caro, mais benefícios. 

Veja o comparativo dos planos de nível básico, intermediário e avançado de cada um dos serviços e saiba qual é o ideal para você:

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Jogos Xbox
Ilustração com alguns dos títulos disponíveis no Xbox Game Pass – Imagem: Divulgação/Microsoft

Independentemente do plano escolhido no Xbox Game Pass, o jogador possui acesso a um catálogo com uma ampla quantidade de jogos. Já o PS Plus, no plano mais acessível, oferece apenas entre 3 e 4 games mensais, o que dificulta a construção de uma coleção ampla. 

No plano Essential, do Xbox Game Pass, por exemplo, o usuário tem acesso a títulos como Psychonauts 2, Stardew Valley e Grounded. Além disso, diversas opções contam com várias horas de gameplay.

Já no comparativo entre o plano Extra, do PS Plus, e o Premium, do Xbox Game Pass, o serviço da Sony leva vantagem, pois oferece uma quantidade significativamente maior de opções.

Já na assinatura mais cara, o Xbox Game Pass tem mais de 400 jogos no catálogo, enquanto o PS Plus possui cerca de 400, mas se destaca pela oferta de 150 games retrô. 

Possibilidade de jogar na nuvem

xbox cloud gaming
Xbox Cloud Gaming – Imagem: shutterstock/Diego Thomazini

Xbox Game Pass entrega como grande diferencial a possibilidade de jogar jogos na nuvem. Dessa forma, os usuários não têm a necessidade de comprar um console de última geração, pois o serviço possibilita aproveitar os títulos do Xbox Series X e Xbox Series S em seu PC, celular e até no Xbox One no caso de jogos compatíveis.

PlayStation também oferece a possibilidade de jogar na nuvem, mas apenas no plano Premium, que está disponível nos Estados Unidos. No Brasil, esse recurso ainda não pode ser assinado.

Qual é o melhor serviço?

A resposta para essa pergunta é: depende. Isso porque se você é uma pessoa que deseja pagar o valor mínimo para ter acesso a jogos, terá que escolher entre os níveis Essential (básico) do Xbox Game Pass e a PS Plus. Nesse caso, o Xbox Game Pass leva vantagem, pois oferece uma quantidade maior de jogos.

Já se você pode fazer um investimento maior, o plano Extra do PS Plus é a opção mais interessante, pois oferece mais jogos do que o Premium do Xbox Game Pass, com um preço acessível. Caso queira ir além, o plano Deluxe do PlayStation tem como vantagem os jogos retrôs. 

Já a assinatura Ultimate do serviço da Microsoft ficou muito mais cara e não parece ser uma boa opção, pois o grande atrativo dela era o preço de R$ 59,99 com a possibilidade de jogar games que eram lançados por R$ 349, por exemplo. Agora, custando R$ 119,90, a assinatura já não apresenta um bom custo-benefício.

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Coleiras inteligentes ajudam a monitorar saúde de vacas

Os dispositivos vestíveis estão cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas, ajudando a monitorar a saúde e oferecendo recursos voltados à produtividade. Mas será que eles também podem ser úteis no campo?

Para a Merck, gigante do setor farmacêutico, a resposta é sim. Coleiras com sensores ajudam a monitorar a saúde de vacas-leiteiras e otimizar a produção de leite.

Coleiras monitoram a mastigação e a digestão das vacas nos quatro compartimentos estomacais (Imagem: True Pixel Art/Shutterstock)

Análise de dados para aumentar produção e bem-estar das vacas

Segundo reportagem do The New York Times, esses dispositivos permitem uma abordagem baseada em dados, permitindo que os criadores identifiquem problemas de saúde e intervenham antes que eles afetem a produção.

Sensores nas coleiras ou em brincos coletam informações que são analisadas por inteligência artificial (IA), emitindo alertas para ajustes na alimentação ou aplicação de medicamentos.

É o mais perto que podemos chegar de falar com as vacas.

Tony Louters, criador de vacas-leiteiras, em entrevista ao The New York Times
Tecnologia voltada para a agricultura de precisão está movimentando um mercado de mais de US$ 5 bilhões (R$ 26,7 bilhões) nos Estados Unidos (Imagem: Standret/Freepik)

Agricultura de precisão movimenta bilhões de dólares

Relatório da Grand View Research aponta que, em 2024, o setor de monitoramento pecuário nos EUA movimentou mais de US$ 5 bilhões (R$ 26,7 bilhões). A tecnologia aplicada no campo não é novidade: desde os anos 1990, agricultores utilizam imagens de satélite, drones e sensores para monitorar plantações e animais, permitindo gerenciar grandes propriedades sem precisar estar presente fisicamente.

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Além das coleiras inteligentes, o uso de tratores autônomos, ferramentas de colheita com IA e mapas GPS também cresce, contribuindo para otimizar custos e reduzir a necessidade de mão de obra.

“O acesso à tecnologia está ficando mais rápido a cada ano. Antigamente, tínhamos novas tecnologias a cada poucos anos, agora, é a cada seis meses”, explica Deepak Joshi, professor de agricultura de precisão na Universidade Estadual do Kansas (EUA).

Acesso aos dados de monitoramento e alertas podem ser feitos de qualquer lugar e por meio de dispositivos móveis (Imagem: Parilov/Shutterstock)

Tecnologia mais acessível e simples

Apesar de alguns equipamentos ainda serem caros, a queda nos preços de sensores e câmeras e os avanços em inteligência artificial têm impulsionado a agricultura de precisão. As coleiras da Merck custam US$ 3 (R$ 16) por vaca, com atualizações de software incluídas. Brincos inteligentes também alertam visualmente quando o animal precisa de atenção.

O gado é tratado como se fosse atleta profissional, com equipes de trabalhadores e cientistas monitorando todos os dados.

Brandt Kreuscher, gerente de desenvolvimento de negócios de laticínios da Merck, ao The New York Times

As coleiras monitoram a mastigação e a digestão das vacas nos quatro compartimentos estomacais. Se o padrão se altera, o sistema envia um alerta ao proprietário em poucas horas.

Benefícios e usos das coleiras inteligentes

• Permitem monitorar a saúde das vacas em tempo real;
• Alertam sobre problemas digestivos ou mudanças de comportamento;
• Ajudam a aumentar a produção de leite e o bem-estar dos animais;
Reduzem custos e a necessidade de trabalhadores na fazenda;
• Facilitam na tomada de decisões rápidas sobre alimentação ou medicamentos.

Com essas tecnologias, o monitoramento e a gestão da produção podem ser feitos à distância, em uma sala na sede da fazenda ou em uma central de controle, garantindo mais segurança e eficiência no dia a dia do produtor.

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Vasco x Vitória: onde assistir, horário e escalação do Brasileirão

Neste domingo (5), Vasco e Vitória se enfrentam pela 27ª rodada do Brasileirão 2025. A bola rola às 16h (horário de Brasília) no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro (RJ).

  • Vasco x Vitória:
    • Competição: Brasileirão
    • Rodada: 27ª
    • Data: 05/10 (domingo)
    • Horário: 16h (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir Vasco x Vitória no Brasileirão?

O duelo entre Vasco e Vitória terá transmissão pela TV Globo e pelo canal pay-per-view Premiere.

Prováveis escalações

  • Vasco: Léo Jardim; Paulo Henrique, Hugo Moura (Lucas Oliveira), Robert Renan e Puma Rodríguez; Cauan Barros, Tchê Tchê e Philippe Coutinho; Nuno Moreira, Rayan e Vegetti.
    • Técnico: Fernando Diniz.
  • Vitória: Lucas Arcanjo; Camutanga, Lucas Halter, Zé Marcos e Cáceres; Baralhas, Ronald, Aitor e Jesus; Erick e Renato Kayzer.
    • Técnico: Jair Ventura.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

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Vasco e Vitória no Brasileirão

O Vasco estava há sete partidas sem perder no Brasileirão, mas foi derrotado por 3×0 pelo Palmeiras na última rodada. Atualmente, o Gigante da Colina está na 12ª posição da tabela, com 30 pontos. O Cruzmaltino também joga a Copa do Brasil e vai enfrentar o Fluminense na semifinal.

Do outro lado, o Vitória encerrou três rodadas de derrotas com uma vitória contra o Ceará. No entanto, o Leão ainda está no Z4: na 17ª posição (a 1ª da zona de rebaixamento), com 25 pontos (três a menos que o Santos, na posição acima).

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Capacete com Bluetooth dá multa? O que diz a lei de trânsito

Com o avanço da tecnologia, muitos motociclistas têm aderido ao uso de capacetes com sistemas de comunicação integrados. Mas uma dúvida recorrente é: capacete com Bluetooth dá multa? A resposta não é tão simples quanto parece.

Embora esses dispositivos ofereçam praticidade e segurança em alguns contextos, seu uso pode ser considerado infração de trânsito, mesmo que a proibição ainda não seja tão específica.  Por isso, é essencial entender o que diz a legislação brasileira sobre o tema.

Neste artigo, vamos esclarecer como funciona o capacete com Bluetooth, quais são os tipos disponíveis, quem costuma utilizá-los e, principalmente, se o uso pode gerar penalidades. Também abordaremos os riscos associados e como a fiscalização identifica esses equipamentos. Continue lendo para pilotar com segurança e dentro da lei.

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O que é e como funciona o capacete com Bluetooth?

Motocicilista colocando capacete de moto
O Bluetooth no capacete pode facilitar a navegação, mas seu uso deve respeitar a legislação de trânsito/ (Imagem: Krakenimages.com / Shutterstock)

O capacete com Bluetooth é um equipamento moderno que possui tecnologia sem fio integrada, permitindo ao motociclista se comunicar com outros pilotos, ouvir instruções de GPS e, além disso, escutar música durante o trajeto. Esse sistema pode vir embutido de fábrica ou, alternativamente, ser instalado posteriormente por meio de intercomunicadores compatíveis.

Normalmente, os alto-falantes ficam posicionados no forro interno do capacete, próximos às orelhas, o que garante que a audição do ambiente externo não seja completamente obstruída.

Desde o início dos anos 2010, esses capacetes começaram a se popularizar, especialmente entre motociclistas que realizam viagens longas ou atuam no setor de entregas. Atualmente, existem diferentes modelos disponíveis no mercado: alguns já vêm com Bluetooth integrado, enquanto outros são preparados para receber dispositivos externos.

A principal vantagem, portanto, é permitir a comunicação sem que o piloto precise tirar as mãos do guidão, o que contribui significativamente para a segurança, desde que o uso não comprometa a atenção no trânsito.

Usar capacete com Bluetooth dá multa?

Modelo de capacete Bluetooth com imagem de motociclista ao fundo
Capacetes com Bluetooth permitem comunicação entre pilotos, acesso a GPS e reprodução de áudio/(Imagem: Pedro Spadoni/Olhar Digital)

A resposta é sim! O uso de capacete com Bluetooth pode gerar multa, independentemente da forma como o sistema é utilizado. De acordo com o artigo 252, inciso VI do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é proibido conduzir veículo “utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefone celular”. Isso significa que fones encaixados diretamente nos ouvidos, mesmo que via Bluetooth, são considerados infração média, com penalidade de R$ 130,16 e 4 pontos na carteira.

Por outro lado, a lei não deixa claro se essa aplicação pode ser interpretada ao uso dos capacetes com Bluetooth e intercomunicador, que por sua natureza são diferentes dos fones de ouvido.  

Afinal, capacetes com alto-falantes embutidos no forro não bloqueiam totalmente a audição, e por conta disso, algumas pessoas entendem que deveriam ser permitidos, desde que não comprometam a percepção sonora do ambiente.

No entanto, como ainda não há uma regulamentação específica e uma proibição clara, há sim o risco de um agente de trânsito te multar, se você for flagrado usando esse equipamento. Outros órgãos importantes, como Cetran-SP (Conselho Estadual de Trânsito de São Paulo), também reforça que o uso de comunicadores ou alto-falantes no capacete são proibidos. 

Imagem mostra homem motociclista com capacete de moto fazendo gesto de positivo
O Código de Trânsito Brasileiro proíbe o uso de fones conectados a aparelhos sonoros durante a condução/(Imagem: Basilico Studio Stock / Shutterstock)

De acordo com Frederico Pierotti Arantes, presidente do Cetran-SP, em entrevista concedida ao UOL em 2024, a reprodução de áudio por meio de aplicativos de navegação ou música só é permitida em motocicletas que possuem sistema de som integrado ao próprio veículo, como é o caso da Honda GL 1800 Gold Wing e de alguns modelos premium da Harley-Davidson.

No entanto, essa autorização se restringe ao uso dos alto-falantes da moto, sendo proibida a emissão de som diretamente pelos alto-falantes instalados no capacete.

Sobretudo, mesmo com a proibição, muitos motociclistas se arriscam a utilizar os equipamentos, principalmente, os que usam o capacete com Bluetooth e intercomunicador para trabalhar.

Por conta disso, a fiscalização enfrenta grandes desafios. Afinal, muitos modelos modernos têm sistemas integrados invisíveis do lado de fora, o que dificulta a identificação visual. Nesses casos, a abordagem do agente e a verificação do equipamento podem ser necessárias para confirmar a infração.

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Qual a diferença entre Sora, Sora 2 e app Sora da OpenAI?

O Sora, modelo de inteligência artificial da OpenAI para geração de vídeos, rapidamente ganhou destaque como uma das ferramentas mais promissoras do setor.

Agora, a empresa apresenta o Sora 2, que promete maior realismo e aplicações mais profissionais, especialmente em áreas como cinema, publicidade e streaming. Já o app Sora foi lançado em setembro de 2025 nos EUA e Canadá para competir com o Tiktok.

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O que é o Sora?

Lançado em 2024, o Sora foi o primeiro sistema da OpenAI capaz de transformar descrições em texto em vídeos realistas. A proposta era simples: permitir que qualquer pessoa, a partir de um prompt, pudesse gerar clipes visuais para prototipagem de ideias, publicidade experimental e até projetos educacionais.

O que é o Sora 2?

Com o lançamento do Sora 2, a OpenAI elevou o nível da tecnologia. A nova versão traz melhorias em qualidade visual, fidelidade temporal e sincronização de áudio, oferecendo clipes muito mais próximos de produções profissionais. Além disso, a ferramenta passa a se integrar de forma mais natural ao ecossistema da OpenAI, com suporte a ChatGPT e DALL·E.

Sora, Sora 2 e o app Sora: qual a diferença?

É importante separar três conceitos distintos. O Sora foi o modelo original de 2024, criado para testar a capacidade da IA de gerar vídeos a partir de descrições textuais. O Sora 2, lançado em 2025, representa a segunda geração desse sistema, trazendo avanços técnicos como áudio integrado e maior estabilidade.

Já o app Sora, apresentado em setembro de 2025, é uma plataforma no estilo de rede social, semelhante ao TikTok, que permite aos usuários criarem e compartilharem vídeos feitos com o Sora 2. O aplicativo está disponível apenas para iOS (iPhone) nas regiões dos EUA e Canadá, em modo de convite. O app é a vitrine, o Sora 2 é a tecnologia por trás, e o Sora original foi o protótipo inicial que abriu o caminho.

Página Open Ai para download do app Sora para Android e iOS
O app Sora foi lançado em setembro de 2025 apenas nos EUA e Canadá. (Imagem: Edição Olhar Digital)

Principais mudanças do Sora para o Sora 2

O avanço do Sora 2 pode ser resumido em quatro pilares:

  • O primeiro é a qualidade visual, com iluminação, texturas e detalhes muito mais realistas.
  • Em seguida, vem a integração de áudio, ausente na primeira versão, mas já nativa no novo modelo.
  • Outro ponto importante é a estabilidade, que garante continuidade entre frames e reduz falhas visuais.
  • Por fim, está a aplicação profissional: enquanto o Sora original era usado como protótipo criativo, o Sora 2 foi projetado para atender produções comerciais em grande escala.
Exemplos de aplicação de integração de áudio nos vídeos gerados pelo Sora 2
(Imagem: Edição Olhar Digital/ Divulgação> Open AI)

Aplicações práticas

No audiovisual, pode ser usado para desenvolver storyboards em vídeo e protótipos de cenas. No mercado publicitário, existe a possibilidade de criar comerciais rápidos e de baixo custo. Na educação, abre espaço para aulas com simulações visuais que tornam o aprendizado mais dinâmico. Já nas redes sociais e plataformas de streaming, pode fornecer materiais prontos para engajamento imediato com o público.

Segundo o blog da Open AI, o Sora 2 não representa apenas uma atualização técnica, mas um movimento estratégico da empresa em direção a um mercado cada vez mais competitivo. O novo modelo coloca a OpenAI em posição de disputar espaço com grandes estúdios e plataformas de tecnologia visual. O que indica que a geração de vídeos por inteligência artificial deve ganhar um papel central nas indústrias criativas.

Ao mesmo tempo, levanta debates urgentes sobre regulamentação, autenticidade de conteúdo e limites éticos no uso da IA. Mais do que uma evolução tecnológica, o Sora 2 sinaliza o início de uma nova fase em que a produção audiovisual poderá ser moldada por algoritmos tão influentes quanto os próprios criadores humanos.

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Chelsea x Liverpool: onde assistir, horário e escalações do jogo da Premier League

Neste sábado (4), Chelsea e Liverpool se enfrentam em duelo válido pela sétima rodada da Premier League 2025/26. O jogo acontece a partir das 13h30 (horário de Brasília) e será disputado no Stamford Bridge, em Londres.

  • Chelsea x Liverpool:
    • Competição: Premier League
    • Rodada: 7
    • Data: 04/10 (sábado)
    • Horário: 13h30 (horário de Brasília)
    • ​Local: Stamford Bridge, em Londres (Inglaterra)

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir Chelsea x Liverpool pela Premier League?

O confronto entre Chelsea e Liverpool pela Premier League será transmitido ao vivo na TV fechada pela ESPN e no streaming pelo Disney+.

Escalações prováveis e arbitragem

  • Chelsea: Sanchez; James, Acheampong, Badiashile, Cucurella; Caicedo, Fernandez; Estevao, Buonanotte, Neto; Joao Pedro.
    • Técnico: Enzo Maresca.
  • Liverpool: Mamardashvili; Bradley, Van Dijk, Konate, Kerkez; Gravenberch, Mac Allister; Salah, Szoboszlai; Wirtz; Isak.
    • Técnico: Arne Slot.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Anthony Taylor.
    • Assistentes: Gary Beswick e Adam Nunn.
    • Quarto Árbitro: Farai Hallam.
    • VAR: Craig Pawson.

As escalações são confirmadas cerca de uma hora antes do jogo.

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Chelsea e Liverpool na Premier League

O Chelsea está na oitava posição do campeonato, com oito pontos e campanha de duas vitória, dois empate e duas derrotas. Na última rodada, os Azuis perderam para o Brighton por 1 a 3.

Já o Liverpool é o atual líder da Premier League, com 15 pontos. Os Vermelhos têm campanha de cinco vitórias e uma derrota. A equipe sofreu sua primeira vitória na competição na última rodada, para o Crystal Palace em 1 a 2.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje!

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Metanol: Anvisa regulamenta produção industrial de antídoto

Segundo O GLOBO, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai publicar, ainda na noite desta sexta-feira (3), uma resolução que regulamenta a produção em larga escala de etanol farmacêutico, substância usada como antídoto em casos de intoxicação por metanol. O documento estabelece procedimentos temporários e extraordinários para ampliar a fabricação do chamado etanol injetável.

De acordo com o Ministério da Saúde, já foram registradas 113 notificações de intoxicação por metanol após ingestão de bebidas alcoólicas em seis estados: São Paulo, Pernambuco, Bahia, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul. 11 casos foram confirmados, todos em São Paulo.

Logo da Anvisa em um smartphone
Órgão deve soltar texto ainda nsta sexta-feira (3) (Imagem: Brenda Rocha – Blossom/Shutterstock)

Regulação do antídoto do metanol

  • Com a nova resolução da diretoria colegiada, a previsão da Anvisa é que a produção possa começar em larga escala nos próximos dias e que o antídoto esteja disponível em até uma semana, segundo o diretor-presidente da agência, Leandro Safatle;
  • Em entrevista ao GLOBO, Safatle explicou que a fabricação do etanol farmacêutico não era regulamentada porque os casos de contaminação por metanol no Brasil eram raros, com média de 20 registros por ano;
  • Ele detalhou que o país também não possui autorização para produzir o fomepizol, outro antídoto utilizado nesses casos. “A produção é mais complexa e não há ainda a possibilidade de produzir o antídoto localmente a curto prazo”, disse;
  • Segundo o diretor, hospitais, laboratórios e farmácias de manipulação já têm capacidade técnica para fabricar o etanol farmacêutico, mas ainda não em escala industrial.

Temos etanol no país para atender aos casos de contaminação. Muitos hospitais universitários já têm algum volume desse etanol. O que a gente está fazendo hoje é uma resolução para regulamentar a produção desse etanol em escala industrial, em laboratórios, dando essa capacidade para poder autorizar, viabilizar a produção do etanol em grande escala”, afirmou Safatle.

O presidente da Anvisa destacou que a medida é uma “precaução” para evitar falta do antídoto em caso de aumento dos casos de contaminação.

O Ministério da Saúde, em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), já adquiriu 4,3 mil ampolas de etanol farmacêutico e está em processo de compra de mais cinco mil tratamentos, o que equivale a 150 mil ampolas, para garantir o abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Mulher segurando um pequeno copo
Ministério da Saúde instalou uma Sala de Situação para monitorar os casos (Imagem: Pawel Kacperek/iStock)

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Casos só aumentam

Nesta sexta-feira (3), a pasta confirmou novamente os 113 registros de intoxicação, sendo 11 casos confirmados e 102 em investigação. Do total, 101 notificações ocorreram em São Paulo, onde estão todos os casos confirmados até o momento. Há ainda casos em investigação em Pernambuco, Bahia, Distrito Federal, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Safatle também revelou que um grande laboratório farmacêutico brasileiro se ofereceu para doar etanol ao governo federal, caso haja necessidade. “Um laboratório garantiu que poderia fornecer de graça para o Ministério da Saúde, fazer uma doação dessa produção para abastecer (a rede pública) caso seja necessário”, afirmou, não revelando o nome do laboratório.

O metanol e o etanol são álcoois semelhantes em aparência — ambos incolores e inflamáveis —, mas diferem na composição química. O metanol possui um átomo de carbono, enquanto o etanol tem dois.

intoxicacao
Já são 113 os registros de intoxicação, sendo 11 casos confirmados e 102 em investigação (Imagem: Felipe Rodriguez/iStock)

Apesar da diferença parecer pequena, ela é decisiva: o metanol é altamente tóxico ao organismo humano, sendo processado de maneira diferente pelo corpo. A substância é usada em produtos industriais, como líquidos de limpeza de para-brisas, anticongelantes e combustíveis.

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Pix parcelado: BC anuncia quando regulamentará serviço

Após um adiamento “discreto”, o Banco Central (BC) informou, nesta sexta-feira (3), que a regulamentação do Pix parcelado será publicada na última semana de outubro. O recurso estava previsto para setembro.

Ao fundo, bandeira do Brasil; à frente, smartphone exibindo, em sua tela, o logo do Pix
Adiamento poderia ser de até três meses (Imagem: Brenda Rocha – Blossom/Shutterstock)

Quando o Pix parcelado será liberado?

  • Segundo a autarquia, o detalhamento dos procedimentos e a padronização da experiência do usuário deverão ser divulgados no início de dezembro, com um prazo posterior para que instituições financeiras e de pagamento se adaptem às novas regras;
  • Em nota, o BC afirmou que a regulamentação trará a definição padronizada do produto, com o objetivo de aprimorar a experiência dos usuários do sistema de pagamentos instantâneos;
  • O comunicado também destacou que soluções privadas de oferta de crédito ou de diferimento de pagamento vinculadas à realização de um Pix — já amplamente utilizadas — poderão continuar sendo ofertadas, desde que não contrariem a regulamentação oficial;
  • A autoridade monetária também anunciou que, a partir deste sábado (4), chaves Pix identificadas como utilizadas em golpes e fraudes serão bloqueadas pelo próprio Banco Central, como parte das ações para reforçar a segurança do sistema.
banco central
A autoridade monetária também anunciou que, a partir deste sábado (4), chaves Pix identificadas como utilizadas em golpes e fraudes serão bloqueadas (Imagem: Brenda Rocha – Blossom/Shutterstock)

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Entenda o novo recurso

O Pix parcelado permitirá que o usuário parcele pagamentos por meio do sistema de transferência instantânea, enquanto o destinatário recebe o valor integral de forma imediata. O BC espera que o novo modelo aumente o uso do Pix no varejo, facilitando a compra de bens e serviços de maior valor por consumidores que não possuem acesso a outras formas de pagamento, como o cartão de crédito.

Homem segurando um cartão de crédito com a mão direita e teclando em um notebook com a esquerda
Especialistas alertam para novidade, que oferece maior facilidade de crédito (e possibilidade de maior endividamento) dos brasileiros (Imagem: Daniel Hoz/Shutterstock)

Pix bate dois recordes em um único dia; veja

Pix bateu um novo recorde de operações, de acordo com o Banco Central: foram 290 milhões de transações apenas na última sexta-feira (5). O recorde anterior era de junho deste ano, com 276,7 milhões de operações.

O valor da sexta-feira também é o maior já registrado para um único dia, somando R$ 164,8 bilhões.

Banco Central destacou recorde do Pix

As 290 milhões de operações somaram R$ 164,8 bilhões, dois recordes em um único dia. No recorde anterior, de junho, as 276,7 milhões de transações somaram R$ 135,6 bilhões.

Em nota, o Banco Central destacou que o feito é “mais uma demonstração da importância do Pix como infraestrutura digital pública, para o funcionamento da economia nacional”.

Pix agora tem limite para transações

Na sexta-feira, o Banco Central endureceu as regras do Pix, com o anúncio da criação de um teto para transações feitas a partir de instituições de pagamento não autorizadas e nas que se conectam à Rede do Sistema Financeiro Nacional via PSTI (Prestadores de Serviços de Tecnologia da Informação).

Leia a matéria completa aqui

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É seguro comprar capacete de moto na internet?

Comprar capacete de moto na internet se tornou uma prática comum entre motociclistas que buscam praticidade e variedade de modelos. No entanto, essa comodidade exige atenção redobrada: adquirir um item de segurança sem o ver pessoalmente pode trazer riscos, especialmente quando não se verifica a procedência, certificações e qualidade do produto.

Afinal, o capacete é o principal responsável por proteger a cabeça em caso de acidentes, e qualquer falha pode ser fatal.

Neste artigo, vamos esclarecer se é realmente seguro comprar capacete de moto online, quais cuidados você deve tomar, como identificar produtos confiáveis e por que o capacete mais duro nem sempre é o melhor. Continue lendo para entender como garantir sua segurança sem abrir mão da conveniência.

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Capacete de moto: é mesmo seguro comprar o produto na internet?

Imagem mostra mulher tentando retirar o capacete que está apertado
Nem todo capacete bonito na internet garante proteção real em um acidente.(Imagem: Nikola Spasenoski / Shutterstock)

Comprar capacete online pode ser seguro desde que você siga alguns critérios fundamentais. O primeiro deles é verificar se o produto possui certificações válidas, como o selo do Inmetro (ABNT NBR 7471), obrigatório no Brasil.

Certificações internacionais como DOT (EUA), ECE (Europa) e Snell também são reconhecidas, mas é essencial que o capacete esteja homologado para uso no território nacional. Além disso, é preciso evitar ofertas de capacetes muito baratos ou sem certificação, pois podem ser falsificados ou não oferecer proteção adequada.

Outro ponto para se atentar na hora da compra é verificar a credibilidade das lojas. Antes de mais nada, você deve conferir se são lojas oficiais ou em caso de serem revendedores, veja se eles podem comprovar a legalidade do produto por meio de nota fiscal e documentação.

Sobretudo, fique atento para não ser atraído por anúncios “bons demais para serem verdade”. Afinal, produtos importados de marcas desconhecidas ou sem garantia podem parecer atraentes pelo preço, mas representam um risco real. Uma boa dica é experimentar o capacete em uma loja física e, se possível, comprar o mesmo modelo online, garantindo conforto e segurança.

O melhor capacete não é o mais duro

Imagem mostra homem motociclista com capacete de moto fazendo gesto de positivo
A ausência de selo do Inmetro é um sinal de alerta ao comprar capacete pela internet.(Imagem: Basilico Studio Stock / Shutterstock)

Vídeos que circulam nas redes sociais mostrando capacetes quebrando tijolos ou barras de ferro podem parecer impressionantes, mas não representam critérios técnicos de segurança. Segundo estudo do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), a principal função de um capacete é absorver o impacto, e isso só acontece quando ele se deforma de forma controlada.

De forma que a calota interna, geralmente feita de EPS (poliestireno expandido), é projetada para dissipar a energia do choque, e não para resistir a pancadas como um bloco de concreto.

Além disso, especialistas em engenharia mecânica alertam que capacetes excessivamente rígidos podem ser perigosos. Afinal, eles afirmam que se o material não se deforma durante um acidente, a energia do impacto é transferida diretamente para o crânio, aumentando o risco de lesões cerebrais graves ou fatais.

Imagem mostra mulher jovem segurando um capacete e com expressão pensativa de dúvida
É ideal é experimentar o capacete em uma loja física antes de comprar online(Imagem: Luis Molinero / Shutterstock)

Sobretudo, a norma ABNT NBR 7471/2015, que regula os testes de impacto no Brasil, exige que o capacete tenha capacidade de absorção, não apenas resistência. Portanto, desconfie de modelos que se vendem como “indestrutíveis”: a verdadeira proteção está na capacidade de amortecer o impacto, não em parecer invulnerável.

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A teoria das 16 personalidades (MBTI) tem respaldo científico? Entenda o fenômeno viral

Nos últimos anos, testes de personalidade ganharam enorme popularidade nas redes sociais. Entre eles, o MBTI (Myers-Briggs Type Indicator), conhecido como teoria das “16 personalidades”, é um dos mais compartilhados e comentados.

Plataformas de quiz online, vídeos no TikTok e discussões em fóruns ajudaram a impulsionar esse fenômeno, levando milhões de pessoas a se identificarem como “INFP”, “ENTJ”, “ISFJ” ou qualquer uma das 16 combinações possíveis.

Mas até que ponto essa classificação tem respaldo científico? É sobre isso que vamos falar neste artigo. Continue lendo para descobrir.

Tabela dos 16 tipos de personalidade Myers-Briggs
Tabela dos 16 tipos de personalidade Myers-Briggs / Crédito: Wikimedia (domínio público)

A teoria MBTI tem respaldo científico?

A resposta curta é: não tem. Embora divertido e instigante, o MBTI não tem reconhecimento pela psicologia acadêmica como um método válido para avaliar a personalidade.

As origens do MBTI

Foto do psiquiatra Carl Gustav Jung
Foto do psiquiatra Carl Gustav Jung / Crédito: Dominio Publico (divulgação)

O MBTI tem suas bases nas ideias do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, criador da Psicologia Analítica, que propôs distinções como introversão e extroversão, além de funções mentais como pensar, sentir, intuir e perceber. Embora Jung não tenha criado um teste padronizado, sua tipologia inspirou Katharine Cook Briggs e Isabel Briggs Myers, que, na década de 1940, desenvolveram o MBTI como uma ferramenta prática.

O instrumento ganhou força nos Estados Unidos e passou a ser aplicado em contextos de carreira, educação e até terapia. Ele divide as pessoas em quatro dicotomias principais:

  • Extroversão (E) x Introversão (I)
  • Sensação (S) x Intuição (N)
  • Pensamento (T) x Sentimento (F)
  • Julgamento (J) x Percepção (P)

Combinando essas preferências, surgem os famosos 16 tipos de personalidade.

Foto de Katharine Cook Briggs e Isabel Briggs Myers
Foto de Katharine Cook Briggs e Isabel Briggs Myers / Crédito: Domínio público

O sucesso cultural e digital do MBTI

Um fenômeno nas redes

Parte da popularidade do MBTI vem de sua linguagem acessível. As descrições dos tipos são fáceis de compreender e frequentemente envolvem traços positivos e generalistas. Isso faz com que os usuários se reconheçam nos perfis, fenômeno conhecido como efeito Barnum, quando descrições vagas parecem pessoais e precisas.

No ambiente digital, os rótulos viraram até identidade de grupo. Muitos jovens se apresentam com seus tipos MBTI em bios de redes sociais, de forma semelhante ao que acontece com signos do zodíaco ou casas astrológicas.

Print de site com os "16 Personalidades" com os tipos de personalidade do teste MBTI
Print de site com os “16 Personalidades” com os tipos de personalidade do teste MBTI / Crédito: Reprodução

Uso em empresas e escolas

Apesar das críticas, o MBTI ainda é utilizado em processos seletivos, treinamentos de liderança e dinâmicas de grupo. O argumento é que o teste ajuda a melhorar a comunicação e a compreensão entre equipes. 

No entanto, especialistas alertam que essa prática pode ser arriscada, já que o resultado não é confiável para medir habilidades ou prever desempenho.

As críticas ao MBTI

Crédito: Kmpzzz/Shutterstock

Falta de respaldo científico

Pesquisadores em psicologia são unânimes em apontar que o MBTI não possui validade científica. Estudos mostram problemas sérios como:

  • Baixa confiabilidade teste-reteste: a mesma pessoa pode obter resultados diferentes em poucos meses.
  • Simplificação excessiva: a personalidade humana é complexa, e não binária como o MBTI sugere.
  • Ausência de predição: o teste não consegue prever sucesso acadêmico, profissional ou social.
Print de site com os "16 Personalidades" com um exemplo de perguntas presentes no teste
Print de site com os “16 Personalidades” com um exemplo de perguntas presentes no teste / Crédito: Reprodução

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Comparação com pseudociências

O MBTI já foi comparado a horóscopos modernos. Ambos se apoiam em descrições amplas, que soam convincentes, mas carecem de fundamentos sólidos. O psicólogo Adam Grant chegou a chamá-lo de “a moda que não morre”, enquanto outros especialistas o descrevem como “um elaborado biscoito da sorte chinês”.

O que a psicologia reconhece

Na ciência psicológica, outros instrumentos têm mais respaldo, como o Big Five (ou modelo dos cinco grandes fatores), que mede personalidade em dimensões como abertura, extroversão e estabilidade emocional. Diferente do MBTI, esse modelo possui validação empírica e ampla aceitação acadêmica.

O que pensar antes de fazer o teste

Print de site com os "16 Personalidades" com um exemplo de perguntas presentes no teste / Crédito: Reprodução
Print de site com os “16 Personalidades” , popular plataforma de teste MBTI / Crédito: Reprodução

Não há problema em fazer o MBTI como passatempo ou para se divertir em quizzes online. O risco está em levar os resultados a sério demais e tomar decisões importante (como carreira ou relacionamentos) com base em classificações sem fundamento científico.

Assim como antigos sistemas de temperamentos (sanguíneo, colérico, fleumático e melancólico), o MBTI pode soar intuitivo e bem sedutor, mas não substitui uma avaliação profissional feita por psicólogos.

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“Fim” da timeline? Instagram vai fazer você ver Reels primeiro; entenda

Nesta quinta-feira (2), o chefe do Instagram, Adam Mosseri, explicou no Threads que a plataforma passará por mais uma reformulação que o deixará ainda mais similar ao TikTok.

A ideia é que, ao abrir o aplicativo, você se depare com a aba de Reels, e não mais com sua timeline. Ou seja, uma vez no Instagram, você já vai começar a ver vídeos — da mesma forma que na plataforma chinesa. Contudo, a novidade está em fase de testes para “um pequeno grupo de pessoas“.

Adam Mosseri
Mosseri anunciou a novidade em seu perfil no Threads (Imagem: Divulgação/Facebook)

Mosseri disse que “uma ótima maneira de gerar bastante atenção é reformular um aplicativo usado por alguns bilhões de pessoas, então não levo essa ideia de ânimo leve”.

Reels e mensagens diretas [DMs, na sigla em inglês] impulsionaram a maior parte do nosso crescimento no Instagram nos últimos anos, então, estamos explorando torná-las as duas primeiras abas. Esta é apenas uma opção disponível para um pequeno grupo de pessoas na Índia a partir de hoje [2]“, prosseguiu.

O executivo também deixou claro que a clássica timeline, que acompanha a rede social desde sua criação, em 2010, anterior à compra pela Meta, não vai sumir. “As fotos das contas que você segue ainda estão na aba inicial. Se você optar por participar, pode cancelar imediatamente se não gostar“, explicou.

Página de criação de Reels ao lado do logo do Instagram
Recurso, ao lado das DMs, é o mais popular na plataforma (Imagem: Ascannio/Shutterstock)

Leia mais:

Mudanças na ordem das abas do Instagram

  • Hoje, a aba de Reels é a quarta do aplicativo (da esquerda para a direita);
  • Com a mudança, os usuários irão direto para os Reels, de forma automática e mais fácil, já que, como Mosseri explanou, esse recurso é um dos de maior audiência na plataforma;
  • Apesar de o chefão do Instagram deixar claro que apenas algumas pessoas na Índia estão aptas a testar a novidade, é esperado que a empresa não demore muito a liberá-la para todos os usuários.

E quais são os indícios?

Segundo o 9to5Mac, são vários os indícios:

A começar pelo destaque que Mosseri dá aos Reels e às DMs, exacerbando que são as principais formas de uso do Instagram, motivando a mudança. Outro dado importante é que a rede da Meta compete diretamente com o TikTok, que tem, como aba inicial, os vídeos de seus usuários, o que já foi provado que é um sucesso.

Página do TikTok em um smartphone
Mudança visa se aproximar ainda mais do TikTok, cujo design é similar (Imagem: jackpress/Shutterstock)

Ainda, apesar do teste estar limitado a um punhado de usuários, a empresa já liberou o novo design na primeira versão de seu app para iPad. Nela, o Reels está na frente e centralizado, mostrando que uma mudança similar deverá ocorrer no aplicativo desenvolvido para iPhone.

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4 configurações para mudar no CarPlay iOS 26 da Apple

O iOS 26, sistema operacional para aparelhos da Apple, já está disponível em diversos dispositivos da marca. Ele traz várias melhorias aos celulares, além de novos recursos importantes. Alguns deles são voltados ao CarPlay, plataforma responsável por conectar as funções do iPhone à central multimídia do carro.

Por isso, se você deseja utilizar a plataforma, saiba que vale muito a pena realizar algumas alterações em suas configurações. A seguir, o Olhar Digital traz algumas modificações que podem ser realizadas. 

4 configurações para mudar no CarPlay iOS 26 da Apple

As modificações que você verá a seguir podem melhorar sua experiência visual na plataforma e aumentar a produtividade. Continue a leitura e confira!

1. Utilize o modo escuro

Modo escuro no celular
Foto ilustrativa do modo escuro em um celular – Imagem: DenPhotos / Shutterstock

O modo escuro proporciona um visual mais nítido e agradável ao usuário. Para ativá-lo, acesse as configurações na tela do CarPlay > aperte sobre o botão de aparência do aplicativo e ative a função. 

Um detalhe importante é que esse recurso entrega um visual ainda melhor se o seu veículo tiver um interior escuro, com o couro preto, por exemplo.

Leia mais:

2. Reorganize os aplicativos na tela inicial

apple carplay
Apple CarPlay (Imagem: Andriy Baidak / Shutterstock.com)

Outra possibilidade muito interessante é a de reorganizar o layout dos seus aplicativos no CarPlay. Acesse as configurações gerais do dispositivo > toque sobre CarPlay > selecione o seu carro > vá em aplicativos e arraste e solte os apps organizando-os da maneira que você achar melhor. 

O recurso é ótimo para quem possui vários aplicativos instalados para o CarPlay, pois aumenta a usabilidade e facilita o acesso.

3. Mude a sua imagem de tela

Painel exibe divers informações, inclusive as do veículo (Imagem: Apple/Divulgação)

Com o iOS 26, o CarPlay ganhou novas opções de imagens para personalizar a tela. Uma dica: se você estiver utilizando o modo escuro, vale a pena optar por tons de cinza. Caso contrário, explore outras paletas mais claras. 

Também há opções de nuances neutras, como preto e azul-marinho escuro. Um ponto importante é que ainda não é possível alterar a tela para uma imagem escolhida pelo usuário.

4. Ative o recurso “Enviar Mensagens Automaticamente” para o Apple Intelligence e Siri

apple carplay
Apple CarPlay – Imagem: Chinnapong/Shutterstock

Esse recurso ajuda a ganhar produtividade. Ao receber mensagens de colegas de trabalho ou de grupos que você não pode responder por voz, a IA faz isso automaticamente para você.

Porém, é essencial falar com clareza e garantir que a Siri compreenda bem para evitar mal-entendidos.

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