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O remake “Metal Gear Solid Delta: Snake Eater” chega com força total, trazendo de volta a icônica missão de espionagem de Naked Snake em gráficos totalmente renovados e jogabilidade modernizada.
Desenvolvido com a Unreal Engine 5, o título promete recriar cada detalhe da selva soviética dos anos 1960, desde a vegetação densa até a complexidade das operações furtivas. Para os fãs da franquia, é a oportunidade de reviver a narrativa envolvente de traidores, infiltrações e combate tático, agora com visuais de última geração.
Mas, para aproveitar essa experiência sem travamentos ou quedas de performance, é fundamental conhecer os requisitos para jogar “Metal gear Solid Delta”. Ter o PC preparado garante que cada movimento, cada tiro e cada estratégia sejam executados com fluidez, sem comprometer a imersão.
Veja em detalhes tanto os requisitos mínimos quanto os recomendados, ajudando você a montar a máquina perfeita para encarar essa missão histórica e reviver a lenda de Snake.
Metal Gear Solid Delta: requisitos mínimos e recomendados
Requisitos mínimos
Para embarcar nessa jornada sem comprometer a jogabilidade, seu sistema deve atender aos seguintes requisitos:
Sistema Operacional: Windows 10 ou 11 (64 bits);
Processador: Intel Core i5-8600 ou AMD Ryzen 5 3600;
Memória RAM: 16 GB;
Placa de Vídeo: NVIDIA GeForce RTX 2060 Super (8 GB);
DirectX: Versão 12;
Armazenamento: 100 GB de espaço disponível (SSD recomendado).
Com essa configuração, é possível jogar em 1080p a 30 FPS, aproveitando os detalhes gráficos e a ambientação da selva soviética.
Para uma experiência mais fluida e visualmente impressionante, considere os seguintes componentes:
Sistema Operacional: Windows 10 ou 11 (64 bits);
Processador: Intel Core i7-8700K ou AMD Ryzen 5 3600;
Memória RAM: 16 GB;
Placa de Vídeo: NVIDIA GeForce RTX 3080;
DirectX: Versão 12;
Armazenamento: 100 GB de espaço disponível (SSD recomendado).
Com essa configuração, é possível jogar em 1080p a 60 FPS, aproveitando ao máximo os recursos gráficos do jogo.
O enredo de Metal Gear Solid Delta: Snake Eater
“Metal Gear Solid Delta: Snake Eater” se passa na década de 1960, em plena Guerra Fria. Você assume o papel de Naked Snake, um agente da unidade FOX, enviado em uma missão de alto risco em território soviético para enfrentar ameaças estratégicas capazes de alterar o equilíbrio global.
O jogo mantém a tensão clássica da franquia, combinando espionagem, furtividade e estratégia militar, e explora temas como lealdade, sacrifício, identidade e as consequências de decisões difíceis em cenários de conflito.
Cada missão desafia o jogador com escolhas que impactam tanto a sobrevivência de Snake quanto o desenrolar da história. O enredo apresenta personagens complexos e relações tensas, garantindo que cada interação carregue peso emocional e político.
A narrativa mergulha o jogador em um universo realista, em que dilemas éticos e morais estão sempre presentes, mantendo a profundidade e a intensidade que consagraram a série.
Em resumo, “Metal Gear Solid Delta: Snake Eater” não é apenas um remake visualmente impressionante, mas uma experiência que exige atenção ao desempenho do seu PC. Conhecer os requisitos do game garante que você aproveite cada detalhe da selva soviética, cada missão furtiva e cada combate tático sem interrupções.
Enquanto os requisitos mínimos permitem jogar de forma satisfatória, investir na configuração recomendada eleva a experiência a outro nível, oferecendo gráficos mais detalhados e gameplay mais fluido.
A proteína é um dos nutrientes mais falados quando o assunto é alimentação saudável, principalmente por aqueles que buscam aumentar massa muscular, emagrecer ou ter mais disposição no dia a dia.
Ela é essencial para a construção e reparação dos tecidos, produção de hormônios e fortalecimento do sistema imunológico. Porém, ainda que seu papel seja indispensável, o consumo exagerado pode causar problemas, e não trazer apenas benefícios como muitos acreditam.
Diferente de carboidratos e gorduras, que o corpo consegue armazenar em forma de glicogênio ou tecido adiposo, a proteína não tem uma “reserva” específica. Isso significa que, quando ingerida em excesso, ela precisa ser transformada ou eliminada, o que pode sobrecarregar órgãos como fígado e rins.
Além disso, o consumo elevado de proteína, principalmente de origem animal, pode vir acompanhado de gorduras saturadas, colesterol e até aditivos prejudiciais, dependendo da fonte.
Sendo assim, entender qual é a quantidade certa de proteína para o seu corpo, e o que acontece quando passamos desse limite, é fundamental para manter a saúde em equilíbrio. Na matéria abaixo, explicamos como a proteína funciona, quais são os riscos do consumo exagerado, os impactos que isso pode trazer a longo prazo e como evitar esses problemas. Veja!
As proteínas são compostas por aminoácidos, que são como “tijolos” usados pelo corpo para formar músculos, órgãos, tecidos, produzir enzimas e hormônios. (Imagem: macrovector/Freepik)
O que acontece com quem come mais proteína do que o recomendado?
As proteínas são compostas por aminoácidos, que são como “tijolos” usados pelo corpo para formar músculos, órgãos, tecidos, produzir enzimas e hormônios. Sem proteína suficiente, o corpo não consegue regenerar seus músculos ou sustentar processos vitais.
Fontes animais como carnes, ovos e leite, e vegetais, como leguminosas, grãos, oleaginosas, fornecem diferentes perfis de aminoácidos, fibras e nutrientes auxiliares.
Quando consumimos proteína, ela é digerida no trato gastrointestinal, quebrada em aminoácidos, absorvida e usada pelas células conforme a necessidade do corpo, que não armazena proteína em excesso como “reserva” da mesma forma que faz com carboidratos ou gorduras. Então, quando o consumo excede a demanda, algo precisa ser feito com o excedente.
Esse excedente pode ser usado como fonte de energia, se transformando em glicose ou gordura, ou eliminado como resíduos nitrogenados, como ureia, que vão para os rins para serem excretados pela urina. Esse processo acaba exigindo trabalho adicional dos rins, do fígado e do sistema metabólico.
Além disso, o tipo de proteína que você consome importa bastante, já que as de origem animal costumam vir junto de gordura saturada e colesterol, enquanto proteínas vegetais têm fibras, antioxidantes e perfil mais “suave” para o corpo.
Se alguém ingere mais proteína do que seu corpo consegue usar de forma saudável, ultrapassando cerca de 2g por kg de peso corporal para uma pessoa saudável, por exemplo, surgem os riscos. (Imagem: freepik/Freepik)
O que é proteína demais?
Se alguém ingere mais proteína do que seu corpo consegue usar de forma saudável, ultrapassando cerca de 2g por kg de peso corporal para uma pessoa saudável, por exemplo, surgem os riscos. Um dos principais impactos é a sobrecarga nos rins, que costumam filtrar os resíduos nitrogenados produzidos pela quebra da proteína.
Por exemplo, um adulto com 70 kg poderia consumir no máximo 140 g de proteínas – lembrando que isso não é a mesma coisa do que comer um bife bovino com 140 g, afinal, a carne não é constituída apenas de proteína.
Quando recebem muito mais desse resíduo do que o normal, precisam se esforçar mais, o que, ao longo do tempo, pode levar a danos ou acelerar problemas renais existentes. Outro efeito possível é o aumento do risco de pedras nos rins, chamados de cálculos, já que concentrações maiores de minerais e compostos podem facilitar a cristalização.
De acordo com um estudo recente, também há indícios de impactos negativos no sistema cardiovascular, mostrando que consumir mais de 22% das calorias diárias em proteína pode ativar vias que favorecem a formação de placas nas artérias, a aterosclerose, via resposta inflamatória em células imunes como macrófagos.
Além disso, dietas muito ricas em proteína muitas vezes deixam de lado fibras, carboidratos e outros nutrientes importantes, o que pode causar constipação, irregularidades digestivas, desequilíbrios nutricionais e falta de energia.
O fígado também sofre um pouco com isso, uma vez que o excesso de proteína pode ser convertido em gordura e causar acúmulo hepático ou estresse no metabolismo hepático, ainda mais se outros nutrientes estiverem deficientes.
Outro ponto importante é que o consumo exagerado de proteína de origem animal, principalmente de carnes vermelhas e processadas, está associado a risco aumentado de certos tipos de câncer, como cólon e próstata, possivelmente por compostos presentes nesses alimentos, como ferro, nitratos, gordura saturada.
Além disso, o excesso proteico pode afetar os ossos, já que, por conta da acidez gerada pela metabolização de certas proteínas ricas em aminoácidos de enxofre, o corpo pode usar cálcio dos ossos, o que poderia comprometer a densidade óssea a longo prazo.
Há também a possibilidade de uma espécie de “intoxicação por proteína”, quando a dieta é extremamente desequilibrada e praticamente só contém esse elemento, sem carboidratos e gorduras suficientes. Isso causa cansaço, náusea, desorientação e sérios impactos metabólicos.
(Imagem: brgfx/Freepik)
Quem está mais vulnerável e quando esse excesso é mais perigoso?
Pessoas que já possuem doenças renais crônicas, hipertensão, problemas hepáticos ou pré-disposição a cálculos renais precisam ter muito mais atenção ao consumo elevado de proteína. Para quem já tem alteração na função renal, a alta ingestão proteica pode acelerar o dano.
Além disso, idosos também podem ter risco aumentado, uma vez que seus rins e metabolismo já são menos eficientes, então o excesso de proteína pode gerar desequilíbrios mais facilmente.
Já atletas e praticantes de musculação costumam consumir mais proteína, e mesmo que precisem de valores maiores, ainda há um limite, já que ultrapassar esse valor repetidamente não gera ganho proporcional extra e pode trazer os malefícios citados.
Imagem: Kitreel/Shutterstock
Geralmente, indivíduos saudáveis toleram melhor um consumo elevado por períodos moderados, mas a exposição constante e prolongada ao exagero aumenta riscos cumulativos.
Outra situação de risco é o uso excessivo de suplementos proteicos sem acompanhamento. Esses produtos podem oferecer doses concentradas que são muito acima do que o corpo pode aguentar.
Como evitar os efeitos negativos e usar proteína com equilíbrio
Antes de tudo, o ideal é calcular suas necessidades individuais de proteína com base em peso corporal, nível de atividade, idade e saúde, o que deve ser feito por um profissional.
De forma geral, para uma pessoa comum, as recomendações variam entre 0,8 a 1,5g por kg de peso, dependendo do estilo de vida. Para atletas ou quem quer aumentar massa muscular, são usados valores mais elevados, mas ainda assim há limite seguro, sendo que alguns especialistas sugerem não ultrapassar 2g/kg.
Algumas dicas:
Prefira fontes de proteína mais saudáveis como carnes magras, peixes, ovos, laticínios com menor gordura, leguminosas, grãos integrais e oleaginosas;
Misturar proteína animal e vegetal ajuda a ter mais fibras, vitaminas e compostos benéficos;
Distribua a proteína ao longo do dia em várias refeições, para que o corpo possa aproveitá-la melhor, em vez de consumir tudo de uma vez;
Mantenha uma hidratação adequada. O excesso de proteína gera mais resíduos nitrogenados que precisam de água para serem eliminados, então beber bastante líquido ajuda aliviar a carga nos rins;
Evite dietas extremas ou monoalimentares, como as que priorizam exclusivamente a proteína, pois elas privam o corpo de outros nutrientes essenciais e criam desequilíbrios;
Faça um acompanhamento profissional com nutricionistas ou médicos que podem monitorar a função renal, exames de sangue e orientar ajustes conforme sua resposta ao consumo.
Misturar proteína animal e vegetal ajuda a ter mais fibras, vitaminas e compostos benéficos. (Imagem: freepik/Freepik)
Neste sábado (27), Juventude e Internacional se enfrentam pela 25ª rodada do Brasileirão2025. A bola rola às 18h30 (horário de Brasília) no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS).
Juventude x Internacional:
Competição: Brasileirão
Rodada: 25ª
Data: 27/09 (sábado)
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Local: Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)
Onde assistir Juventude x Internacional no Brasileirão?
O duelo entre Juventude e Internacional terá transmissão exclusiva no canal pay-per-view Premiere.
Prováveis escalações
Juventude: Jandrei; Reginaldo, Luan Freitas, Marcos Paulo e Marcelo Hermes Caíque, Mandaca e Giraldo (Lucas Fernandes ou Sforza); Gabriel Veron (Nenê), Batalla e Taliari.
Técnico: Thiago Carpini.
Internacional: Rochet; Benítez, Vitão, Clayton Sampaio e Victor Gabriel; Richard (Luis Otávio ou Thiago Maia), Bruno Henrique, Bruno Tabata, Alan Patrick e Carbonero; Borré.
Técnico: Ramón Díaz.
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Juventude está lutando para sair da zona de rebaixamento. A equipe gaúcha vem de duas derrotas seguidas e está na 18ª posição, com 21 pontos. Mesmo se vencer, o Jaconero ainda não escapa do Z4 nesta rodada.
Do outro lado, o Internacional luta para subir na tabela e não correr riscos de encarar o Z4. O Colorado vem de duas derrotas seguidas, incluindo uma virada no clássico Grenal, e está na 14ª posição da tabea, com 27 pontos.
É dia de clássico espanhol! Neste sábado (27), Atlético de Madrid e Real Madrid se enfrentam pela 7ª rodada da La Liga 2025/2026. A bola rola às 11h15 (horário de Brasília) no Estádio Riyadh Air Metropolitano, em Madri (Espanha).
Atlético de Madrid x Real Madrid:
Competição: La Liga 2025/2026
Rodada: 7ª
Data: 27/09 (sábado)
Horário: 11h15 (horário de Brasília)
Local: Estádio Riyadh Air Metropolitano, em Madri (Espanha)
As equipes disputam a La Liga e a Liga dos Campeões.
Na La Liga, o Atlético de Madrid vem de um retrospecto recente irregular. São três empates e duas vitórias nos últimos cinco jogos, deixando a equipe na 9ª posição, com 9 pontos.
Do outro lado, o Real Madrid venceu os cinco últimos jogos e, mesma no início da competição, já está na liderança com certa folga. São 18 pontos, contra 16 do Barcelona em 2º lugar.
O satélite NASA-ISRO Synthetic Aperture Radar (NISAR), fruto da parceria entre NASA e Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO, na sigla em inglês), transmitiu as primeiras imagens de radar da Terra, marcando um passo importante antes do início das operações científicas completas previstas para este ano.
“Lançado sob o governo do presidente Trump em conjunto com a Índia, as primeiras imagens do NISAR são um testemunho do que pode ser alcançado quando nos unimos em torno de uma visão compartilhada de inovação e descoberta”, declarou Sean Duffy, administrador interino da NASA.
Ele acrescentou: “Isto é apenas o começo. A NASA continuará a construir sobre os avanços científicos do passado e do presente enquanto buscamos manter a dominância espacial da nossa nação por meio da ‘Ciência Padrão Ouro’”.
Uma visão geral das rotas de voo do UAVSAR e os dados simulados do NISAR que podem ser acessados no banco de dados. Crédito: NASA
O que o satélite captou da Terra?
O satélite, lançado pela ISRO em 30 de julho, captou imagens que demonstram o nível de detalhe com que o NISAR pode escanear a Terra, fornecendo informações úteis para diversas áreas, como resposta a desastres, monitoramento de infraestrutura e gestão agrícola;
“Compreendendo como o nosso planeta funciona, podemos produzir modelos e análises de como outros planetas do Sistema Solar e além funcionam, enquanto nos preparamos para levar a humanidade de volta à Lua e, em seguida, a Marte”, afirmou Amit Kshatriya, administrador associado da NASA;
Para ele, o registro das primeiras imagens é “um exemplo notável de como a parceria e a colaboração entre duas nações, em lados opostos do mundo, podem alcançar grandes feitos em benefício de todos”;
Em 21 de agosto, o sistema de radar de abertura sintética em banda L (SAR, na sigla em inglês), fornecido pelo Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês) da NASA, capturou a Ilha Mount Desert, na costa do Maine;
Nas imagens, áreas escuras representam água, áreas verdes indicam florestas e as regiões em magenta correspondem a superfícies duras ou regulares, como solo exposto e construções;
O radar em banda L consegue identificar objetos de até cinco metros, mostrando canais estreitos e ilhotas ao redor da região.
Dois dias depois, em 23 de agosto, o radar registrou parte do nordeste da Dakota do Norte, abrangendo os condados de Grand Forks e Walsh. A imagem revelou florestas e áreas úmidas ao longo do rio Forest, além de plantações de soja e milho. Campos escuros indicam terras em pousio, enquanto áreas claras correspondem a pastagens ou cultivos ativos. Padrões circulares nas imagens evidenciam o uso de irrigação por pivô central.
Essas primeiras observações destacam a capacidade do sistema em banda L de diferenciar tipos de cobertura do solo — vegetação rasteira, árvores e estruturas humanas —, recurso essencial para acompanhar mudanças em ecossistemas de florestas e áreas úmidas, bem como monitorar o crescimento de safras ao redor do planeta.
“Essas imagens iniciais são apenas uma prévia da ciência robusta que o NISAR irá produzir”, disse Nicky Fox, administradora associada da Diretoria de Missões Científicas da NASA. “São, também, um testemunho de anos de trabalho árduo de centenas de cientistas e engenheiros dos dois lados do mundo para construir um observatório com o sistema de radar mais avançado já lançado pela NASA e pela ISRO.”
Capturada em 21 de agosto, esta imagem do radar de banda L do NISAR mostra a Ilha Mount Desert, no Maine: Verde indica floresta; magenta representa superfícies duras ou regulares, como solo descoberto e edifícios; A área magenta na extremidade nordeste da ilha é a cidade de Bar Harbor (Imagem: NASA/JPL-Caltech)
O sistema em banda L utiliza comprimento de onda de 25 centímetros, capaz de atravessar copas de florestas e medir a umidade do solo, além do movimento de superfícies de gelo e da crosta terrestre com precisão de frações de centímetro. Essa medição é fundamental para compreender deslocamentos antes, durante e depois de terremotos, erupções vulcânicas e deslizamentos.
As imagens preliminares exemplificam o que a missão poderá produzir quando a fase científica começar em novembro. O satélite foi colocado em sua órbita operacional de 747 quilômetros em meados de setembro.
A missão também conta com um radar em banda S, fornecido pelo Centro de Aplicações Espaciais da ISRO, que utiliza ondas de dez centímetros, mais sensíveis à vegetação rasteira, sendo eficaz no monitoramento de determinados cultivos e ecossistemas de pastagem.
O NISAR é o primeiro satélite a carregar os dois tipos de radar, capazes de monitorar superfícies terrestres e de gelo duas vezes a cada 12 dias. Para isso, utiliza uma antena refletora em formato de tambor de 12 metros de diâmetro, a maior já enviada pela NASA ao Espaço.
O projeto é resultado de anos de colaboração técnica e programática entre os EUA e a Índia. O Centro de Aplicações Espaciais da ISRO forneceu o radar em banda S, enquanto o Centro Espacial U R Rao desenvolveu a plataforma do satélite.
O veículo lançador foi disponibilizado pelo Centro Espacial Vikram Sarabhai e o lançamento ocorreu no Centro Espacial Satish Dhawan. Operações-chave, como a abertura do braço e da antena refletora, estão sendo monitoradas pela rede global de estações terrestres da ISRO.
Em 23 de agosto, o NISAR fotografou terras adjacentes ao Rio Forest, no nordeste da Dakota do Norte; Áreas úmidas e florestas de cores claras margeiam as margens do rio, enquanto áreas circulares e retangulares ao longo da imagem aparecem em tons que indicam que a terra pode ser pastagem ou área de cultivo com milho ou soja (Imagem: NASA/JPL-Caltech)
No lado estadunidense, o JPL, administrado pelo Caltech em Pasadena (EUA), lidera a parte dos EUA no projeto, fornecendo também subsistemas de comunicação, gravação de dados e transmissão científica. O Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA, em Maryland (EUA), gerencia a Near Space Network, responsável por receber os dados do radar em banda L.
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece normas para todos os usuários das vias públicas, incluindo motoristas, motociclistas, pedestres e ciclistas. Ainda que as bicicletas não possuam placa ou exigência de habilitação, elas são consideradas veículos e, portanto, devem seguir as regras de trânsito. Por isso, o não cumprimento dessas normas pode resultar em multas e outras penalidades.
Nos últimos anos, houve um aumento na fiscalização de ciclistas, especialmente em áreas urbanas com infraestrutura cicloviária. Isso se deve ao crescimento do uso das bicicletas como meio de transporte e à necessidade de garantir a segurança de todos no trânsito. Consequentemente, os ciclistas devem estar atentos às regras específicas que lhes são aplicáveis.
Para ajudar você a ficar por dentro dessas regras, preparamos uma matéria explicando as principais infrações de trânsito cometidas por ciclistas, as penalidades previstas no CTB e como o Detran atua na fiscalização dessas infrações. Confira abaixo!
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) deixa claro que bicicletas convencionais também são veículos, portanto estão sujeitas às normas de trânsito. (Imagem: Andrey_Popov/Shutterstock)
Andar de bicicleta pela cidade pode render uma multa?
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) deixa claro que bicicletas convencionais também são veículos e, por isso, estão sujeitas às normas de trânsito. Assim como motoristas e motociclistas, os ciclistas devem respeitar sinais, semáforos, calçadas e faixas de pedestres, entre outras regras de circulação. A fiscalização pode ser feita por agentes de trânsito, guardas municipais ou policiais em patrulhas de rotina.
Mesmo sem placa ou registro, os ciclistas podem receber multas caso infrinjam a lei. Quando isso ocorre, os agentes esperam que o ciclista pare voluntariamente para que a multa seja lavrada e registrada. Não existe perseguição formal, mas caso o ciclista desobedeça, pode ser abordado posteriormente em blitz ou fiscalizações programadas.
Cada estado possui regulamentações específicas sobre a atuação de seus Detrans, mas todos seguem o CTB como referência federal.
Em termos práticos, os tipos de infração variam entre leves, médias, graves e gravíssimas, com valores proporcionais à classificação. As mais comuns incluem desrespeito a sinais de trânsito, circulação em calçadas proibidas, transporte de passageiros inadequado e falta de equipamentos de segurança obrigatórios. Entender cada uma delas ajuda o ciclista a se prevenir e evitar surpresas desagradáveis.
Não parar no semáforo ou sinal vermelho
O CTB classifica como infração de trânsito não respeitar sinais e semáforos, independentemente do veículo. Para ciclistas, passar no vermelho ou ignorar placas de pare é considerado infração média. O valor da multa pode variar conforme o estado, mas geralmente gira em torno de R$ 130,16. Além disso, a infração pode resultar na retenção da bicicleta até a regularização da situação.
A fiscalização é feita por agentes que aguardam o ciclista parar ou registram a infração por câmeras de monitoramento. Caso o ciclista seja abordado, é emitida a notificação e ele deve assinar o registro de ciência da infração. Essa medida garante que mesmo sem placa, a infração seja documentada e aplicada corretamente, reforçando a segurança no trânsito.
O CTB classifica como infração de trânsito não respeitar sinais e semáforos, independentemente do veículo. (Imagem: ako photography/Shutterstock)
Circular em calçadas ou áreas proibidas
Andar de bicicleta em calçadas, áreas de pedestres ou vias exclusivas para veículos automotores é considerado infração grave, de acordo com o CTB. Essa regra existe para proteger pedestres e evitar acidentes, já que o espaço compartilhado pode ser perigoso. Em algumas cidades, ciclovias ou ciclofaixas são obrigatórias, e a fiscalização pode orientar os ciclistas a se deslocarem corretamente.
A multa aplicada geralmente fica em torno de R$ 195,23, podendo gerar cinco pontos na CNH do responsável, se houver associação com veículo motorizado. Os agentes podem advertir ou multar na hora, dependendo do comportamento do ciclista, e o registro da infração costuma ser feito no próprio sistema do Detran estadual, garantindo que todas as regras sejam seguidas de maneira padronizada.
Falta de equipamentos de segurança
O CTB exige que bicicletas estejam equipadas com itens mínimos de segurança, como sinalização noturna, campainha, luzes e freios em perfeito estado. A ausência desses equipamentos configura infração média, pois coloca em risco tanto o ciclista quanto pedestres e motoristas. A fiscalização pode acontecer em blitz educativas ou durante patrulhas de rotina.
Além disso, o ciclista deve usar capacete, especialmente em vias de grande circulação, e a falta de equipamentos adequados pode gerar multa e advertência. Cada Detran estadual determina os procedimentos de abordagem, que geralmente envolvem a parada do ciclista e orientação sobre os itens obrigatórios, garantindo que todos trafeguem com segurança.
O ciclista deve usar capacete, especialmente em vias de grande circulação. (Imagem: @Freepik/Freepik)
Onde e como as multas são administradas
Como bicicletas não possuem placa, a fiscalização depende da abordagem direta do ciclista. Os agentes aguardam que ele pare voluntariamente para que a multa seja aplicada, e em casos de descumprimento, podem registrar o ocorrido e buscar identificar o responsável posteriormente. O Detran de cada estado possui normas específicas, mas todos eles seguem o CTB como referência federal.
É importante que o ciclista esteja atento às regras e coopere com a fiscalização. A notificação é emitida no local ou enviada posteriormente, dependendo do registro da infração e, em geral, os valores das multas são proporcionais à gravidade da infração. A abordagem visa orientar, educar e garantir a segurança de todos, sem a necessidade de perseguições ou medidas agressivas.
Mesmo sem placa ou registro, os ciclistas podem receber multas caso infrinjam a lei. (Imagem: LovetheLifeyouLive/Shutterstock)
Os arquivos em PDF são muito utilizados no dia a dia, tanto em ambientes profissionais quanto pessoais, sendo essenciais para contratos, comprovantes, currículos e documentos oficiais, por exemplo. Eles se tornaram populares porque permitem a troca de informações de forma organizada e segura, mas isso não significa que estejam totalmente protegidos.
Muitos usuários recorrem a sites online para converter PDFs rapidamente, atraídos pela praticidade, sem perceber que essa escolha pode representar riscos à segurança dos dados. A facilidade prometida por esses serviços online chama atenção, bastando enviar o arquivo, selecionar o formato desejado e baixar o documento convertido em segundos.
Porém, nem todos os sites deixam claro como os arquivos são tratados ou armazenados, tornando possível que informações pessoais sejam copiadas, alteradas ou compartilhadas sem autorização.
Por isso, é essencial entender os riscos de usar conversores de PDF desconhecidos antes de enviar documentos importantes. Na matéria abaixo, contamos os principais perigos que envolvem esse tipo de serviço, além de informar formas de proteger seus arquivos e evitar que dados sensíveis sejam expostos a terceiros mal-intencionados. Confira!
Muitos usuários recorrem a sites online para converter PDFs rapidamente, atraídos pela praticidade, sem perceber que essa escolha pode representar riscos à segurança dos dados. (Imagem: Diluck/Shutterstock)
3 riscos que você corre ao converter PDF em qualquer site
Converter PDFs em sites desconhecidos pode parecer uma solução prática, mas esconde riscos consideráveis, já que, ao enviar o arquivo, você não sabe exatamente quem terá acesso a ele nem como será armazenado. Muitos desses serviços gratuitos não informam políticas de privacidade claras, e alguns podem manter uma cópia dos arquivos em seus servidores por tempo indeterminado, criando vulnerabilidades importantes.
Além disso, arquivos PDF podem conter informações muito sensíveis, como números de documentos, endereços, contratos ou dados bancários. Se caírem nas mãos erradas, essas informações podem ser exploradas para fraudes, clonagem de identidade ou golpes direcionados.
Felizmente, existem maneiras de se proteger, como optar por softwares confiáveis instalados localmente ou plataformas de empresas reconhecidas, que garantem maior segurança e controle sobre os dados.
Aviso: essas recomendações são especialmente importantes para quem pretende enviar documentos pessoais, como fotos de identidade, CPF, contratos ou comprovantes. Caso o arquivo não contenha informações sensíveis, o risco é menor, mas mesmo assim é recomendado optar por soluções confiáveis e reconhecidas.
Você não sabe o que acontecerá com seus dados
Quando você envia um PDF para um site desconhecido, perde completamente o controle sobre o arquivo. É comum que esses sites guardem os documentos por tempo indeterminado ou até compartilhem com terceiros sem que você saiba, tornando possível o uso comercial ou malicioso das informações contidas no documento. A falta de transparência e de responsabilidade jurídica aumenta de forma significativa o risco de exposição.
Mesmo que o site pareça seguro ou popular, não há garantias de que o arquivo será deletado após a conversão. Documentos que contenham dados pessoais, contratuais ou financeiros podem acabar em mãos erradas, com consequências graves, como golpes financeiros, fraude de identidade ou uso indevido em outras plataformas. Por isso, sempre que possível, mantenha seus arquivos em softwares confiáveis no computador.
Além de comprometer a privacidade, sites de conversão desconhecidos podem ser fontes de malware. (Imagem: janews/Shutterstock)
Risco de contrair malwares
Além de comprometer a privacidade, sites de conversão desconhecidos podem ser fontes de malware, uma vez que os arquivos baixados após a conversão podem conter vírus, trojans ou programas maliciosos que comprometem o sistema do computador ou dispositivo móvel. Esses softwares podem roubar senhas, acessar arquivos pessoais ou até assumir o controle do dispositivo, tornando o problema ainda mais sério.
O malware muitas vezes vem disfarçado dentro do arquivo convertido, fazendo com que o usuário acredite estar recebendo apenas o documento desejado. A execução involuntária pode afetar o sistema rapidamente, infectando outros arquivos ou permitindo o acesso remoto a dados pessoais. Manter o antivírus atualizado na máquina e evitar sites não verificados é essencial para reduzir esse tipo de risco.
Perda de privacidade e uso indevido de seus dados
Outro perigo relevante é a perda de privacidade, pois sites gratuitos podem monitorar hábitos de navegação, coletar informações pessoais e compartilhar dados com anunciantes ou terceiros sem permissão. Isso significa que, mesmo sem perceber, você pode estar permitindo que arquivos importantes sejam explorados comercialmente ou até vendidos em mercados ilegais.
A violação de privacidade é ainda mais crítica quando o PDF contém dados sensíveis, como contratos, comprovantes de pagamento ou documentos de identificação. Esses arquivos podem ser usados em golpes direcionados, clonagem de identidade ou fraudes financeiras. Por conta disso, proteger arquivos é fundamental, especialmente quando eles contêm informações confidenciais.
Outro perigo relevante é a perda de privacidade. (Imagem: Kitinut Jinapuck/Shutterstock)
Onde converter ou editar PDF com segurança?
Para arquivos com informações sensíveis, a forma mais segura de converter ou editar PDFs é utilizando softwares instalados diretamente no computador. Dessa forma, o arquivo permanece local e não é enviado a servidores de terceiros que você não conhece.
O pacote da Adobe, incluindo o Acrobat Reader e o Acrobat Pro, é referência nesse sentido, oferecendo ferramentas confiáveis de criação, edição e conversão de PDFs.
Além da Adobe, existem outras opções seguras que permitem trabalhar com PDFs offline ou em plataformas confiáveis. Serviços reconhecidos de produtividade, como Google Docs, também possibilitam a conversão e edição de PDFs sem expor seus arquivos a sites desconhecidos.
Sempre verifique a reputação do software ou serviço antes de enviar documentos sensíveis, priorizando segurança e privacidade.
Algumas opções confiáveis incluem:
Adobe Acrobat Reader e Adobe Acrobat Pro;
Foxit PDF Editor;
Nitro PDF Pro;
PDF-XChange Editor;
Google Docs (para edição e conversão básicas);
Wondershare PDFelement;
SmallPDF (versão desktop confiável, não online).
O uso dessas ferramentas garante que seus dados permaneçam protegidos e reduz bastante os riscos de roubo, malware ou uso indevido. Escolher soluções confiáveis é a melhor maneira de manter seus arquivos seguros e evitar problemas futuros.
O pacote da Adobe, incluindo o Acrobat Reader e o Acrobat Pro, é referência nesse sentido, oferecendo ferramentas confiáveis de criação, edição e conversão de PDFs. (Imagem: mindea/Shutterstock)
Dormir é um dos componentes essenciais para quem quer ter mais saúde, mas muitas pessoas acabam sofrendo com a insônia crônica que é definida como a dificuldade para adormecer ou permanecer dormindo por pelo menos 3 noites na semana durante 3 meses ou mais.
Além disso, pessoas com insônia crônica muitas vezes têm uma resistência em deitar num horário razoável, acordam mais cedo do que o desejado e algumas enfrentam dificuldade para adormecer caso não haja alguma pessoa por perto.
Várias comorbidades estão associadas à insônia crônica, incluindo a depressão, ansiedade, hipertensão, doença do refluxo gastroesofágico, além de sintomas desagradáveis durante o dia, como sonolência, irritabilidade, falta de energia e dificuldade de concentração e foco.
A insônia crônica é capaz de envelhecer o cérebro?
O tratamento contra a insônia é essencial, pois o distúrbio tem efeitos negativos a longo prazo. (Imagem: Tero Vesalainen/Shutterstock)
Além dos sintomas e consequências já bastante conhecidas sobre a insônia crônica, um novo estudo publicado na revista Neurology, periódico científico da Academia Americana de Neurologia, apontou que pessoas que têm o distúrbio, com o passar dos anos, podem apresentar mais alterações cerebrais, resultando em declínio da memória e diminuição da capacidade cognitiva.
O sono é essencial, pois faz uma espécie de faxina no cérebro. Enquanto você dorme, o sistema linfático, uma complexa rede de vasos, é ativado, eliminando resíduos tóxicos do cérebro, como a proteína tau e a amiloide-beta – substâncias ligadas ao surgimento do mal de Alzheimer e outras demências. Por isso, pessoas com insônia crônica não conseguem realizar essa limpeza cerebral de maneira eficaz ao longo dos anos.
A pesquisa demonstrou que pessoas com o distúrbio possuem um risco 40% maior de desenvolver demência ou comprometimento leve da capacidade cognitiva se comparadas com indivíduos que não possuem insônia crônica.
Essa alteração é equivalente a um envelhecimento cerebral adicional de 3,5 anos. Além disso, pessoas desse grupo também apresentaram comprometimento em testes de raciocínio e cognição.
Para chegar a essa conclusão, a equipe do estudo acompanhou por quase 6 anos 2.750 idosos com uma média de idade de 70 anos. Deste grupo, 16% dos participantes relataram ter insônia crônica.
Várias metodologias foram utilizadas. Os participantes tiveram que responder um questionário sobre hábitos do sono nas últimas semanas, também realizaram testes de memória e raciocínio.
Ficar longe das telas, tomar um banho quente e ler estão entre as estratégias para conseguir dormir mais rápido. (Imagem: KieferPix/Shutterstock)
E uma parcela das pessoas realizou exames de imagem com o objetivo de avaliar alterações na substância branca do cérebro, uma vez que essa região costuma ser danificada caso haja alguma doença neurológica. Também queriam verificar a existência de placas amiloides no cérebro.
Entre aqueles que tinham insônia crônica, cerca de 14% apresentaram desenvolvimento de demência ou implicações cognitivas leves, já aqueles sem o distúrbio apresentaram um percentual de 10%.
“A insônia não afeta apenas como você se sente no dia seguinte, ela também pode impactar a saúde do seu cérebro ao longo do tempo. Observamos um declínio mais rápido nas habilidades de raciocínio e mudanças no cérebro que sugerem que a insônia crônica pode ser um sinal de alerta precoce ou até mesmo um fator que contribui para futuros problemas cognitivos”, disse o autor do estudo, Diego Carvalho, em comunicado.
Caso você sofra com insônia, é preciso criar um hábito de higiene do sono para preparar o seu cérebro para se desligar. É importante ficar longe das telas pelo menos duas horas antes de dormir, evitar cafeína, bebidas alcoólicas e nicotina à noite e criar um ambiente com pouca luz e silêncio. Ler, meditar, ou tomar um banho quente também são estratégias que ajudam no relaxamento.
Mas, se mesmo com a adoção desses protocolos, a insônia persistir, talvez seja importante procurar um profissional de saúde, o principal tratamento neste caso é a Terapia Cognitivo Comportamental. Os fármacos só serão utilizados em casos refratários, ou seja, quando todos os recursos anteriores forem esgotados.
Nesta quinta-feira (25), a OpenAI liberou novo benchmark que testa o desempenho dos modelos de inteligência artificial (IA) da desenvolvedora do ChatGPT em comparação a trabalhadores humanos. O teste foi realizado em uma ampla gama de setores e indústrias.
O teste, chamado de GDPval, trata-se de uma tentativa inicial de compreender o quão perto seus sistemas estão de superar os humanos em trabalhos economicamente valorizados, algo peça-chave para a missão da empresa de Sam Altman para chegar na tão sonhada inteligência artificial geral (IAG).
Segundo a startup, o GPT-5 e o Claude Opus 4.1, da Anthropic, “estão chegando perto da qualidade laboral executada pelos especialistas da indústria”.
Poder computacional do GPT-5 foi medido contra a eficiência humana (Imagem: PhotoGranary02/Shutterstock)
Contudo, como frisa o TechCrunch, isso não quer dizer que os modelos de IA da Open AI nos substituirão em nossos postos de trabalho logo de cara.
Apesar de previsões de CEOs do setor de que a IA vai tomar os trabalhos das pessoas em poucos anos, a dona do ChatGPT admite que o GDPval, atualmente, cobre limitada quantidade de tarefas laborais realizadas por nós no dia a dia. Mas esta é uma das mais recentes formas pelas quais a OpenAI está medindo o progresso de sua IA rumo a este marco.
Como é balizado o teste de benchmark da OpenAI
O GDPval é baseado em nove setores da indústria que mais contribuem com o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos;
Isso inclui áreas, como saúde, financeiro, manufatureiro e governo;
O teste analisa o desempenho de uma IA em 44 ocupações selecionadas entre os setores citados, indo desde engenheiros de software a enfermeiras e jornalistas;
Na primeira versão do teste, batizada de GDPval-v0, a OpenAI pediu que profissionais experientes comparassem relatórios feitos por IA com os produzidos por humanos e, depois, que escolhessem os melhores;
Um exemplo: um dos prompts solicitou que banqueiros de investimentos criassem um cenário competitivo para a mobilidade de último quilômetro (campo fundamental da cadeia de suprimentos) e os comparassem com os da IA;
Entao, a startup calculou a média da “taxa de vitória” de uma IA em comparação com os relatórios de humanos em todas 44 funções testadas.
Gráfico compara vários modelos de IA com trabalhadores humanos; Claude foi o que se saiu melhor (Imagem: Reprodução/OpenAI)
No teste do GPT-5-high — versão aprimorada do GPT-5 com mais poder computacional —, a OpenAI afirma que o modelo foi classificado como igual ou melhor que especialistas dos setores avaliados em 40,6% do tempo.
Já o Claude Opus 4.1, da Anthropic, foi classificado com melhor ou igual aos especialistas humanos em 49% das vezes, sendo, portanto, superior ao de sua concorrente. Contudo, a OpenAI opina que a porcentagem do Claude foi superior por conta de o modelo da Anthropic preferir criar gráficos mais agradáveis do que focar no puro desempenho.
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Claude Opus 4.1, da rival Anthropi, também foi avaliado pela OpenAI (Imagem: gguy/Shutterstock)
Futuro dessas avaliações
Mas o TechCrunch lembra, contudo, que muitos profissionais humanos fazem muito além do que apenas enviar relatórios para a chefia — que é o que o GDPval-v0 foi criado para testar. Sendo assim, a OpenAI reconhece essa situação e diz estar planejando criar testes mais robustos e que possam avaliar mais setores da indústria e fluxos de trabalho.
Ainda assim, expõe o portal, a indústria enxerga o progresso do GDPval como notável. Isso pode ser visto em entrevista do site com o economista-chefe da OpenAI, Dr. Aaron Chatterji, que afirmou que os resultados do teste sugerem que as pessoas nas funções analisadas podem, agora, usar os modelos de IA nessas tarefas, otimizando seu tempo e utilizando-o em tarefas mais importantes.
“[Por conta de] o modelo estar ficando bom em algumas dessas tarefas, as pessoas que atuam nessas funções podem, agora, usar o modelo, incrementando conforme sua capacidade melhora, de modo a diminuir a carga de trabalho e, potencialmente, mexer com coisas de maior valor”, disse.
Já a chefe das avaliações, Tejal Patwardhan, disse ao TechCrunch que ela foi encorajada pelo nível de progresso do GDPval. O modelo GPT-4, também da OpenAI, marcou apenas 13,7% (vence e empata quando enfrenta humanos) — ele foi lançado há cerca de 15 meses. Já o GPT-5 marca quase o triplo disso, marca que Patwardhan espera permanecer.
Outros benchmarks que estudam IA vs. humanos
A indústria do Vale do Silício possui várias opções de benchmarks que podem medir o progresso de suas IAs e avaliar se um dado modelo é o estado da arte (revisão sistemática e crítica da produção científica sobre um determinado tema, que visa identificar o nível mais alto de conhecimento alcançado em uma área até um dado momento). Entre os principais, estão o AIME 2025 (que testa problemas matemáticos competitivos) e o GPQA Diamond (que avalia questões científicas ao nível PhD).
Todavia, várias IAs estão próximas da saturação nesses benchmarks, e muitos pesquisadores do ramo citaram a necessidade de se criar melhores testes que possam medir a proficiência dos modelos em tarefas realizadas no mundo real.
Benchmarks como o GDPval têm o potencial de serem cada vez mais importantes nesse debate, enquanto a OpenAI apoia a ideia de que seus modelos de IA têm valor para uma grande quantidade de setores.
Desenvolvedora do ChatGPT defende que seus modelos de IA são suficientemente valiosos para vários setores da sociedade (Imagem: Summit Art Creations/Shutterstock)
Só que, talvez, a startup — que visa deixar de ser uma organização sem fins lucrativos, algo que vem sendo tema de polêmica com outros grandes players da indústria — precise criar um teste que ateste, sem sombra de dúvidas, que suas IAs conseguem nos superar.
Quando se fala em animes com magia e bruxas, é comum que a mente vá direto para produções consagradas. Obras como “O Serviço de Entregas da Kiki”, “Sakura Card Captors“, “Puella Magi Madoka Magica” e até o recente sucesso “Frieren” são os primeiros títulos que vêm à mente de muitas pessoas.
Neste artigo, a proposta é olhar para outro lado: dar destaque a animes do gênero mais recentes ou menos lembrados pelo público, muitos deles disponíveis em serviços de streaming.
A seguir, apresentamos oito títulos que merecem um lugar na sua lista de próximos animes.
8 novos animes sobre magia, bruxas e feiticeiros para assistir online no streaming
Misturando fantasia e comédia romântica, “Witch Watch” acompanha Nico Wakatsuki, uma jovem bruxa que se muda para a casa de seu amigo de infância, Morihito Otogi, para aprimorar suas habilidades mágicas.
Por tradição de suas famílias, Morihito deve se tornar seu familiar e protetor, embora não compartilhe os sentimentos românticos de Nico.
Juntos, eles enfrentam seres sobrenaturais e lidam com os imprevistos causados pela magia, enquanto descobrem a diversão e os desafios da convivência diária.
Onde assistir: Netflix.
Mary e a Flor da Feiticeira
Mary e a Flor da Feiticeira / Crédito: Studio Ponoc (divulgação)
Baseado no livro “The Little Broomstick”, o filme acompanha Mary, uma garota que, sem grandes aventuras ou amigos à vista, segue um gato misterioso até uma floresta.
Lá, ela descobre uma vassoura mágica e uma rara flor que floresce apenas a cada sete anos, concedendo poderes temporários a quem a possui.
Com uma belíssima animação e visualmente deslumbrante, o longa apresenta um universo rico em criaturas e escolas mágicas, oferecendo uma aventura encantadora para todas as idades.
Onde assistir: HBO Max.
Little Witch Academia
Little Witch Academia / Crédito: Netflix (divulgação)
Um dos títulos mais populares entre os animes recentes de fantasia, “Little Witch Academia” é uma produção do renomado estúdio Trigger (conhecido por “Kill la Kill” e “Cyberpunk: Edgerunners”).
A trama acompanha Atsuko “Akko” Kagari, uma garota que sonha em se tornar bruxa, mesmo sem possuir talento natural para a magia. Inspirada pela famosa bruxa Shiny Chariot, Akko se matricula na prestigiada Academia Mágica Luna Nova.
Entretanto, ela enfrenta desafios por sua origem não mágica das suas colegas de turma. Até que tudo muda quando ela descobre o Shiny Rod, uma poderosa relíquia deixada por Chariot.
Onde assistir: Netflix.
Burn the Witch
Burn the Witch / Crédito: Crunchyroll (divulgação)
Do mesmo autor do grande sucesso “Bleach”, “Burn the Witch” apresenta uma Londres dividida em dois mundos. A comum e a chamada Londres Reversa, onde apenas alguns podem ver dragões, responsáveis por grande parte das mortes na cidade.
Nesse cenário, acompanhamos Noel Niihashi e Ninny Spangcole, duas jovens bruxas que atuam como agentes da Wing Bind, organização responsável por controlar e proteger a população contra essas criaturas.
Onde assistir: Crunchyroll.
Witch Craft Works
Witch Craft Works / Crédito: Crunchyroll (divulgação)
Honoka Takamiya é um estudante aparentemente comum que leva uma vida tranquila, até se ver alvo de ataques misteriosos. Para sua surpresa, quem surge para salvá-lo é Ayaka Kagari, a bela e popular “princesa” da escola, que na verdade é uma poderosa bruxa.
A partir daí, Ayaka revela que sua missão é protegê-lo de qualquer ameaça, mudando por completo a rotina de Honoka. O anime se destaca pela dinâmica entre os protagonistas e pelos combates mágicos grandiosos que conduzem a trama.
Wandering Witch: The Journey of Elaina / Crédito: Crunchyroll (divulgação)
O anime acompanha Elaina, fascinada pelas histórias de Niké, uma bruxa lendária que viajou pelo mundo. Determinada, ela se torna a mais jovem a passar no exame de magia e recebe o título de “Ashen Witch” após treinar com a misteriosa Fran, a “Stardust Witch”.
Livre para seguir seu caminho, Elaina embarca em uma jornada onde explora o mundo, conhece culturas diferentes e enfrenta dilemas morais em histórias que transitam entre a leveza e a melancolia. Uma obra contemplativa e delicada, que lembra o estilo de “Frieren”.
Yamada-kun and the Seven Witches
Yamada-kun and the Seven Witches / Crédito: Crunchyroll (divulgação)
Ryu Yamada é um estudante do segundo ano conhecido por suas notas baixas e pela falta de interesse na escola, até que um dia, inesperadamente, troca de corpo com Urara Shiraishi, a aluna mais brilhante do colégio.
Logo, Yamada descobre que possui a habilidade de trocar de corpo com qualquer pessoa ao beijá-la, o que o leva a encontrar outras seis garotas com poderes sobrenaturais.
O anime é uma mistura do típico romance escolar, com muita comédia e toques de mistério, trazendo um fundo mágico e de fantasia. Uma boa opção para quem procura um título leve e divertido.
Onde assistir: Crunchyroll.
Flying Witch
Flying Witch / Crédito: Crunchyroll (divulgação)
A história acompanha Makoto Kowata, uma jovem bruxa em treinamento que deixa Yokohama e se muda para Hirosaki, no interior do Japão, para morar com parentes e continuar seu aprendizado.
Diferente de produções cheias de ação, o anime aposta em cenas cotidianas leves e contemplativas. Neste anime acompanhamos como a magia se manifesta na vida diária e nas relações que Makoto constrói com familiares e novos amigos.