Confira aqui as novidades sobre os aplicativos, criptomoedas, metaverso, jogos , redes sociais etc, aqui você vai aprender a resolver tudo na área de tecnologia e também a ganhar dinheiro, grande parte do conteúdo te levará a ter conhecimento para ter uma renda na internet, já leia as materias e comece a fazer dinheiro hoje.
A cebola roxa e a cebola branca estão entre os temperos mais utilizados na culinária brasileira. Do bife acebolado às receitas de família, elas são presença garantida nas cozinhas e carregam tanto sabor quanto nutrientes. Mas, afinal, qual é a melhor escolha quando o assunto é saúde: a cebola roxa ou a branca?
No quesito sabor, a preferência varia: alguns gostam mais do toque adocicado da cebola roxa, enquanto outros preferem o sabor intenso da branca. No preço, a cebola branca geralmente é mais barata e mais fácil de encontrar nos mercados e hortifrútis. Mas, quando falamos em valor nutricional, surge a dúvida que guia este artigo: será que a cebola roxa realmente é mais saudável?
É verdade que a cebola roxa é melhor que a branca?
(Imagem: nau2018 / / Shutterstock.com)
Sim. A coloração avermelhada da cebola roxa vem do alto teor de antocianina, um pigmento natural da classe dos flavonoides. Essa substância atua como antioxidante e anti-inflamatório, combatendo radicais livres, fortalecendo o sistema imunológico e reduzindo inflamações.
É justamente por esse motivo que a cebola roxa tem um sabor mais adocicado e levemente ácido, sendo a melhor escolha para consumir crua em saladas e acompanhamentos.
A cebola branca, por sua vez, não perde importância. Além de ser mais acessível no preço e extremamente versátil na cozinha, ela contém vitamina C, vitamina B6, fibras, potássio, cálcio, magnésio, zinco e ferro – nutrientes essenciais para a imunidade, metabolismo e saúde cardiovascular.
Embora também possua ação antioxidante devido à vitamina C, seu efeito é menos intenso que o da cebola roxa. Ainda assim, continua sendo uma ótima aliada da saúde e uma opção saborosa para diferentes pratos.
O que a ciência fala sobre a cebola roxa?
(Imagem: Elif Bayraktar / / Shutterstock.com)
Estudos científicos têm reforçado que a cebola roxa pode oferecer benefícios extras. O periódico Food Research International publicou, em 2017, uma pesquisa mostrando que a cebola roxa é mais eficaz em eliminar células de câncer humano do que outras variedades. Isso se deve ao alto teor de antioxidantes, como a antocianina, em conjunto com a quercetina – flavonoide presente tanto na cebola roxa quanto na branca, associado à redução da pressão arterial e ao combate de inflamações.
Esses resultados indicam que incluir mais cebola roxa na dieta pode trazer vantagens adicionais, embora a cebola branca também contribua positivamente para a saúde.
Portanto, é fato: a cebola roxa é melhor que a branca no quesito antioxidante e proteção do organismo. No entanto, ambas são nutritivas, saborosas e cumprem um papel importante na alimentação diária. Seja para temperar carnes, enriquecer saladas ou preparar receitas tradicionais, tanto a cebola roxa quanto a branca são ótimas escolhas para compor um cardápio equilibrado.
Um navio com comprimento equivalente a um prédio de 40 andares vai reforçar as ações de segurança e defesa relacionadas à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada no Pará, em novembro. O “Atlântico” é um navio-aeródromo multipropósito (NAM) e chega ao Porto de Belém (PA) na quinta-feira (25).
Esse é considerado o maior navio de guerra da América Latina — e estará aberto para visitação do público nos dias 27 e 28 de setembro e nos dias 3 e 4 de outubro, das 14h às 18h, no cais da empresa alimentícia Ocrim, segundo o g1. É a segunda vez que moradores da capital paraense têm a chance de espiar a embarcação, que atracou por lá em 2023 para apoiar ações de defesa da Cúpula da Amazônia.
Embarcação foi usada para entregar donativos durante as enchentes no RS (Imagem: Divulgação/Marinha)
Com 208 metros de comprimento, o NAM Atlântico pode transportar 432 tripulantes, comportando até 1,40 mil militares em missão e operando com até 18 aeronaves no hangar e convoo.
É, atualmente, a principal embarcação da Esquadra Brasileira, usada para monitorar áreas marítimas e apoiar ações sobre terra, mar e ar, podendo ser acionada para missões de caráter humanitário, auxílio a vítimas de desastres naturais, de evacuação de pessoal e em operações de manutenção de paz.
Exercício programado
O NAM Atlântico desatracou da Base Naval da Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro, no dia 13 de setembro, transportando 1,10 mil militares, além de aproximadamente 435 toneladas de equipamentos militares, armamentos, munições, mísseis, veículos blindados e viaturas leves pertencentes à Marinha do Brasil, ao Exército Brasileiro e à Força Aérea Brasileira (FAB).
O estoque será usado na Operação “Atlas”, exercício conjunto das Forças Armadas iniciado em junho, com previsão de término em 6 de dezembro. A próxima fase será realizada em terrenos amazônicos, incluindo uma operação ribeirinha com a participação de meios navais, aeronavais e de Fuzileiros Navais.
Entre os 1,10 mil militares embarcados, 297 são Fuzileiros Navais, 18 do Exército Brasileiro e três da Força Aérea Brasileira (Imagem: Divulgação/Marinha)
O navio também vai reforçar o Comando Operacional Conjunto Marajoara, estrutura criada pelo Ministério da Defesa para a COP30 que vai atuar entre 4 e 23 de novembro.
Ao longo do evento, também serão empregadas as chamadas Forças Especializadas de Emprego Estratégico, que envolvem a defesa antiaérea; defesa química, biológica, radiológica e nuclear; guerra eletrônica, com ênfase em defesa anti-drone; defesa cibernética; antiterror; além de motociclistas para escoltas e militares especializados em inteligência.
O navio foi construído em meados dos anos 1990 para a Marinha Real Britânica sob o nome “HMS Ocean” para operações a partir da Base Naval de Devonport, em Plymouth (Reino Unido);
Em junho de 2018, foi adquirido pela Marinha do Brasil e mudou de nome para homenagear o oceano que contribuiu para a formação da nação brasileira, em todos os períodos de sua história;
No seu histórico de serviço, constam operações navais em apoio a ações humanitárias no Kosovo e na América Central;
No ano 2000, participou da Operação Palliser, em Serra Leoa. Logo em seguida, operou no Oriente Médio, no grupo de combate do HMS Illustrious na guerra do Iraque. Em 2009, foi deslocado para a Ásia, novamente em operações navais e apoio a ações humanitárias.
Em 2011, participou da Operação Unified Protector, na Líbia. No ano seguinte, retornou à Inglaterra para reformas e, posteriormente, participou de operações navais, no âmbito da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Em 2017, participou da operação Ruman, por meio de operações navais em apoio a ações humanitárias nas ilhas do Caribe, afetadas pelo furacão Irma.
Fase tática da “Atlas” terá início em 1º de outubro, com atividades práticas, simulações e manobras conjuntas (Imagem: Divulgação/Marinha)
A tecnologia é algo que mexe bastante com a vida das pessoas, trazendo tendências, costumes e até mesmo afazeres que ficam marcados no dia a dia. Com o seu avanço, é normal que alguns hábitos que eram comuns tempos atrás hoje não existam mais. Porém, é sempre nostálgico relembrá-los, não é mesmo?
Se você foi adolescente nos anos 2000, com certeza vai gostar de relembrar algumas coisas que provavelmente você fazia e que hoje a garotada nem sabe o que é.
5 hábitos dos anos 2000 que adolescentes praticavam, mas que hoje não faz mais sentido
Os adolescentes de hoje nem sonham em fazer o que muitos jovens da mesma faixa etária faziam com a tecnologia disponível da época. Abaixo, confira algumas práticas históricas!
1. Ir à lan house
Crianças em uma lan house – Crédito editorial: Joa Souza / Shutterstock.com
No início dos anos 2000 não era comum as pessoas terem computadores pessoais em suas casas. Então, para muitos, ir à lan house era uma das poucas alternativas para ter acesso à internet, jogar os principais games do momento, como o Counter-Strike 1.6 ou até mesmo utilizar o Orkut.
Além disso, durante bate-papos ao vivo por meio das redes sociais, muitas pessoas usavam a web cam. Porém, às vezes essa prática se tornava um pouco desafiadora, pois em um ambiente com outros indivíduos era normal que eles também aparecessem nas transmissões, mesmo que sem querer.
2. Jogar em fliperamas
Ilustração de um fliperama – Imagem: catalyststuff/Freepik
Apesar de ter tido um boom mundial nos anos de 1970, quando surgiu, os fliperamas, que são estabelecimentos de entretenimento com máquinas de jogos eletrônicos e mecânicos operados por meio de moedas e fichas, viveram um de seus auges no Brasil entre os anos de 1990 e 2000.
As máquinas faziam muito sucesso com jogos de luta, como Street Fighter 2. Um dos fatores que mais atraía as pessoas para esses locais era que com somente 25 centavos ou menos a pessoa podia se divertir por minutos.
3. Esperar até a madrugada para usar a internet
Adolescente usando computador a noite – Imagem: Arina P Habich/Shutterstock
Hoje em dia as pessoas conseguem ter acesso à internet com grande facilidade, muitas vezes sem interrupções ou grande lentidão. Porém, a realidade dos anos 2000 era muito diferente, já que naquela época a maioria das casas tinha apenas a internet discada, a qual tinha sua conexão compartilhada com a linha do telefone fixo.
Por esse motivo, usar a internet em dias e horários comerciais era algo muito caro. Sendo assim, diversos adolescentes optavam por esperar a madrugada ou finais de semana para navegar pela web.
Outro detalhe interessante é que quando alguém precisava utilizar o telefone, era necessário desconectar a internet e esperar o fim da ligação.
Naquela época ainda não existia uma popularização de streamings de música como hoje, além disso, o uso de aparelhos de som era mais comum e, para isso, era essencial ter um CD. Então, muitos adolescentes optavam por baixar músicas em MP3 e gravá-las em CDs
5. Esperar durante horas para baixar algo
Ícone de download – Imagem: Iurii Motov/Shutterstock
Naquela época, era comum deixar o computador ligado durante muitas horas para baixar algo. Havia clipes musicais, por exemplo, que precisavam de quatro horas ou mais para serem baixados. Isso acontecia porque a conexão com a internet geralmente tinha baixa velocidade.
Se você é assinante da Netflix e gosta de filmes que exploram relacionamentos complexos, repletos de dramas intensos, dilemas emocionais e traições inesperadas, saiba que a plataforma oferece diversas opções com essa temática.
A seguir, listamos 8 filmes sobre traição e casos extraconjugais para assistir na Netflix. Selecionamos títulos que vão desde romances, dramas até suspenses eróticos, abrangendo diferentes nacionalidades.
A Dama do Lotação (1978) / Crédito: Netflix (divulgação)
Adaptação do conto homônimo de Nelson Rodrigues, o clássico do cinema nacional “A Dama do Lotação” é um drama erótico dirigido por Neville d’Almeida.
Sônia Braga estrela o filme como uma mulher que, na noite de núpcias, é violentada pelo recém-marido (Nuno Leal Maia).
A partir disso, ela não consegue mais manter relações íntimas com ele. Porém, para satisfazer seus desejos, passa a traí-lo, seduzindo homens que encontra no ônibus.
O Jogo da Viúva (2025)
La viuda negra (2025) / Crédito: Netflix (divulgação)
O drama policial “O Jogo da Viúva” é um filme espanhol baseado em uma história real. Na trama, após encontrar seu marido morto a facadas em um estacionamento, a viúva Maje (Ivana Baquero) e seu amante Salva (Tristán Ulloa) tornam-se os principais suspeitos.
À medida que a polícia liderada por Eva (Carmen Machi) investiga, segredos de infidelidade, manipulação e chantagem vão sendo revelados.
Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos (2009)
Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos (2009) / Crédito: Netflix (divulgação)
Caio Blat estrela a comédia dramática “Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos” como Zeca, um escritor no Rio de Janeiro que vive com a professora de artes Júlia (Maria Ribeiro).
Porém, Zeca passa a suspeitar que Júlia o está traindo com outra mulher, Carol (Luz Cipriota), e acaba ficando obcecado pela amante.
Infidelidade (2002)
Unfaithful (2002) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)
Richard Gere e Diane Lane estrelam este suspense erótico que foi um sucesso comercial. Em “Infidelidade”, Edward (Gere) e Connie (Lane) formam um casal de vida confortável, mas em um relacionamento entediante.
Porém, tudo muda quando Connie conhece um jovem por acaso e inicia um caso extraconjugal. Desconfiado, Edward contrata um detetive e, ao descobrir a traição, a situação toma um rumo perigoso.
O longa tem direção de Adrian Lyne, o mesmo cineasta do icônico filme erótico sobre traição “Atração Fatal” (1987).
Uma produção holandesa de suspense, “Fiéis” acompanha duas amigas (Bracha van Doesburgh e Elise Schaap) que viajam para servir de álibi uma à outra em casos extraconjugais.
No entanto, o plano se complica quando uma delas desaparece e a outra se vê envolvida em uma trama de assassinato.
O Lado Bom de Ser Traída (2023) / Crédito: Netflix (divulgação)
Adaptação do livro homônimo de Sue Hecker, a produção brasileira “O Lado Bom de Ser Traída” é mais um suspense erótico no catálogo da Netflix.
Giovanna Lancellotti interpreta uma mulher que, após ser traída pelo companheiro, decide mudar sua vida sexual. Nessa virada, ela acaba conhecendo o juiz Marco (Leandro Lima).
Um Marido Fiel (2022)
Kærlighed for voksne (2022) / Crédito: Netflix (divulgação)
Agora um filme dinamarques para lista, “Um Marido Fiel” é um suspense baseado em um romance de Anna Ekberg.
Na trama, após descobrir a traição do marido Christian (Dar Salim) com uma jovem mulher, Leonora (Sonja Richter) passa a manipular os acontecimentos para se vingar e proteger seu casamento.
O Amante de Lady Chatterley (2022)
Lady Chatterley’s Lover (2022) / Crédito: Netflix (divulgação)
Adaptação do clássico da literatura inglesa escrito por D. H. Lawrence, “O Amante de Lady Chatterley” é um drama romântico de época, original Netflix.
A trama segue Lady Chatterley (Emma Corrin), que vive com o marido paralisado (Matthew Duckett), enfrentando solidão e frustração diante da falta de afeto. Contudo, ela acaba traindo o marido com um de seus funcionários (Jack O’Connell), vivendo uma intensa paixão.
Aprender a ocultar aplicativo celular garante sua segurança digital. Além de organizar a tela inicial, o recurso ajuda a proteger dados pessoais e evitar acessos indevidos a aplicativos sensíveis. Seja em redes sociais, aplicativos bancários ou pastas privadas, a ocultação garante mais privacidade.
Confira o guia do Olhar Digital e descubra como ocultar aplicativos no celular, seja em aparelhos Samsung ou iPhone.
Como ocultar um aplicativo no celular?
Seu celular pode ganhar mais proteção usando recursos nativos do sistema ou com auxílio de aplicativos terceiros. Neste guia, você aprende como ativar essas opções e manter seus dados ainda mais seguros.
Como ocultar aplicativo do iPhone
Aprenda a proteger seus aplicativos (Reprodução: Shutterstock/ valiantsin suprunovich)
No iPhone, os usuários contam com duas formas principais de proteção: ocultar aplicativos da tela inicial do celular e ocultar aplicativos dos resultados de busca da barra de pesquisa.
Além de reforçar a privacidade, esse recurso contribui para uma tela inicial mais limpa e funcional.
Tempo necessário: 3 minutos
Vá até a tela inicial do seu iPhone
Escolha o app que deseja ocultar, pressione o ícone do app até que as opções de atalho apareçam.
Selecione a opção “Exigir Face ID”
Toque em “Ocultar e Exigir Face ID”
Ocultar aplicativos dos resultados de busca da barra de pesquisa
Outra alternativa prática é esconder aplicativos dos resultados de busca, impedindo que sejam encontrados por meio da Siri.
Passo 1: Abra a aba Ajustes, toque em Siri e vá até a opção “Acesso da Siri a Apps”.
Passo 2: Toque em “Apps” e localize o aplicativo que deseja ocultar.
Passo 3: Desative a opção “Mostrar App na Busca”.
Como ocultar aplicativo do Android
Proteja seus aplicativos com a Pasta Segura da Samsung (Reprodução: Shutterstock/Kharis Ardi)
A Samsung disponibiliza um recurso próprio que possibilita esconder aplicativos da tela inicial e também da biblioteca, garantindo segurança em situações de perda ou roubo do dispositivo.
Além disso, a marca oferece outra opção prática: armazenar aplicativos dentro da Pasta Segura, espaço protegido por senha ou biometria protegendo seus dados.
Ocultar aplicativos da tela inicial do Android
Vá nas configurações e clique em “Tela Inicial”
Como ocultar um aplicativo do Samsung (Reprodução: Olhar Digital/Irys Guimarães)
Toque em “Ocultar aplicativos na Tela inicial e na Tela de aplicativos”.
Como ocultar um aplicativo do Samsung (Reprodução: Olhar Digital/Irys Guimarães)
Selecione os aplicativos que deseja ocultar e clique em “Ok” na barra inferior do celular. Eles só serão encontrados ao buscar pelo nome na biblioteca de aplicativos.
Como ocultar um aplicativo do Samsung (Reprodução: Olhar Digital/Irys Guimarães)
Para torná-lo visível novamente, repita o mesmo procedimento e selecione no ícone do aplicativo que deseja desocultar.
Como armazenar aplicativos dentro da Pasta Segura
A Pasta Segura da Samsung é uma ferramenta que cria um espaço privado e criptografado no seu dispositivo Samsung para proteger arquivos e aplicativos confidenciais.
Passo 1: Abra as configurações e em seguida clique em “Segurança e privacidade”.
Passo 2: Selecione “Mais configurações de segurança”.
Passo 3: Clique em “Pasta Segura”.
Passo 4: Toque em “Continuar” e depois na página de Permissões, clique em “Continuar” novamente.
Passo 5: Aguarde a criação da Pasta Segura. Após a criação, defina um PIN, senha ou padrão para acessar a Pasta.
Passo 6: Com a pasta criada só adicionar os aplicativos que deseja ocultar, clicando em “+”. Após mover um aplicativo para a Pasta Segura, você pode apagar o atalho do aplicativo ou o aplicativo em si da tela inicial do seu celular.
Quem joga jogos de luta ou qualquer multiplayer competitivo já se deparou com a expressão “netcode ruim”. O termo, embora popular, não se refere a um único sistema ou tecnologia específica, mas sim a um conjunto de técnicas usadas para sincronizar e transmitir as ações entre os jogadores e os servidores.
Em partidas online, cada golpe, defesa ou movimento precisa ser interpretado pelo jogo em tempo real e com precisão. Quando o netcode falha, o resultado são atrasos nos comandos, congelamentos e até situações em que os personagens parecem “teletransportar-se” pela tela.
Entender como ele funciona ajuda a compreender por que alguns jogos oferecem experiências fluidas, enquanto outros acumulam constantes reclamações.
Mortal Kombat 1 na TV com controle em mãos / Crédito: Hamara (Shutterstock)
O que é netcode e por que ele importa?
Em termos técnicos, o netcode é a camada de software responsável por gerenciar a comunicação em rede em jogos multiplayer. Ele lida com o envio e recebimento de dados entre os clientes (os consoles ou PCs dos jogadores) e os servidores, garantindo que todos os participantes tenham uma experiência sincronizada.
Nos jogos de luta, nos quais cada frame pode decidir o resultado de uma partida, a qualidade do netcode não é apenas um detalhe, ele é a base da integridade competitiva. Muitos golpes e combos possuem janelas de acerto de apenas alguns quadros, e qualquer atraso compromete a jogabilidade.
Um netcode mal implementado pode fazer com que comandos não respondam a tempo, que ataques aparentemente acertem sem causar dano ou que a partida sofra travamentos frequentes.
Principais tipos de netcode
Street Fighter 6 / Crédito: Capcom (divulgação)
Delay-based
O modelo baseado em atraso funciona segurando a resposta local até que os comandos dos outros jogadores cheguem. Isso mantém a sincronia, mas gera uma sensação de lentidão. Em conexões ruins, o jogo pode ficar travado ou apresentar congelamentos.
Imagem: Steam/Divulgação
Exemplo prático: Títulos como “Street Fighter IV” e “Tekken 7” sofreram críticas por usarem delay-based netcode. Jogadores relatavam que partidas contra adversários distantes se tornavam quase injogáveis.
Mais comum em jogos modernos de luta, o rollback registra imediatamente as ações locais e prevê os comandos do oponente. Se houver divergência, o sistema “rebobina” a partida para corrigir o estado. Embora exija mais processamento, o resultado é uma experiência muito mais natural, mesmo em conexões com latência.
Guilty Gear Strive / Crédito: Arc System Works, Bandai Namco Entertainment, Sega (divulgação)
Exemplo prático: “Street Fighter V” foi lançado com rollback, mas só após diversas atualizações o sistema atingiu maturidade. Já “Guilty Gear Strive” tornou-se referência, elogiado pela comunidade por oferecer partidas estáveis até mesmo entre jogadores de diferentes continentes.
Causas potenciais de falhas no netcode
Jovem gamer frustrado com o jogo Crédito: Aslysun (Shutterstock)
Outros fatores técnicos influenciam profundamente a experiência online:
Latência (Ping): O atraso físico inevitável no transporte de dados entre os jogadores. É a base de todos os problemas de sincronização.
Taxa de atualização (Tickrate): A frequência com que o servidor atualiza a simulação do jogo. Um tickrate mais alto (ex.: 60 Hz) significa que o jogo está checando e sincronizando entradas com mais frequência, resultando em uma simulação mais precisa e suave.
Protocolo de rede: A maioria dos jogos competitivos usa UDP em vez de TCP. O UDP é mais rápido por não exigir confirmação de cada pacote de dados, mas isso exige que o próprio netcode lide com a reorganização e perda de pacotes, adicionando outra camada de complexidade.
As informações presentes neste texto têm caráter informativo e não substituem a orientação de profissionais de saúde. Consulte um médico ou especialista para avaliar o seu caso.
Mais do que um simples hábito, passar horas nas redes sociais ou ficar irritado quando não pode acessar a internet, pode ser um dos sintomas da nomofobia, termo usado para descrever o medo ou ansiedade de ficar sem acesso ao telefone celular.
E, neste cenário, os brasileiros ocupam boa parcela, cerca de 60% da população reporta ansiedade quando não estão com seus celulares. Os dados são de um estudo recente da nomophobia.com (portal dedicado ao tema), divulgados pela Forbes.
Além disso, o levantamento apontou que 87% dos participantes se reconhecem como dependentes dos smartphones para realizar tarefas cotidianas, evidenciando o papel dominante que esses dispositivos ocupam na rotina moderna. Conheça agora alguns dos principais sintomas de dependência de celular.
Pessoas que tendem a olhar notificações todo o tempo podem ter vício em celular/Shutterstock_Mike_shots
Entre os principais sinais de vício em celular ou nomofobia, está a necessidade constante de verificar o celular em busca de novas mensagens, curtidas ou atualizações. Embora pareça algo inofensivo, essa atitude revela um comportamento compulsivo que afeta diretamente a saúde mental.
Esse hábito ativa circuitos de recompensa no cérebro, gerando uma sensação momentânea de alívio ou prazer, o que reforça ainda mais o ciclo de dependência. Com o tempo, essa compulsividade pode levar à ansiedade, dificuldade de concentração e até insônia.
Além disso, o impulso de conferir notificações a todo momento interfere nas relações interpessoais e na produtividade, criando uma falsa sensação de urgência. Reconhecer esse padrão é o primeiro passo para retomar o controle sobre o uso da tecnologia e preservar o equilíbrio emocional.
2- Ficar irritado quando não há conexão com a internet
Ficar sem internet pode ser um transtorno para pessoas com dependência tecnológica (Imagem: fizkes
/Shutterstock)
Imagine que você foi viajar em um lugar mais remoto, talvez um sítio um pouco afastado das regiões urbanas e sem sinal de internet. Isso te causa paz ou angústia? Muitas pessoas, podem ficar irritadas, e até ter sintomas físicos caso desenvolvam uma forte dependência dos dispositivos móveis.
Esse tipo de reação revela o quanto o acesso constante à rede se tornou parte essencial da rotina, influenciando o humor e a sensação de segurança.
Se a ideia de estar em um ambiente tranquilo, como um sítio afastado, sem sinal de internet te causa mais angústia do que paz, vale refletir sobre o nível de apego à conectividade. A dificuldade de se desconectar pode ser um dos sintomas da nomofobia, um transtorno moderno ligado ao medo de ficar sem acesso ao celular.
Vício em celular é reconhecido pela medicina?
Ainda não é oficialmente classificado como transtorno em manuais médicos, mas é estudado como forma de dependência comportamental.
Vício em celular tem cura?
Sim, com acompanhamento psicológico, mudanças de hábitos e, em alguns casos, terapia cognitivo-comportamental.
Crianças podem desenvolver dependência de celular?
Podem sim. O uso excessivo desde cedo pode afetar o desenvolvimento emocional e social.
3- Passar horas nas redes sociais
Algumas pessoas ficam irritadas quando estão em um lugar que não tem conexão com a internet (Imagem: Stock-Asso/Shutterstock)
O uso prolongado das redes sociais deixou de ser apenas um hábito moderno, tornou-se parte central da rotina de grande parte da população.
No Brasil, os dados são impressionantes: segundo o relatório Digital 2024, os brasileiros passam em média 9 horas e 32 minutos por dia conectados a dispositivos digitais, sendo cerca de 3 horas e 37 minutos dedicadas exclusivamente às redes sociais. Pasmem! Isso representa mais da metade do tempo em que estão acordados.
Essa exposição excessiva pode gerar impactos significativos na saúde mental, como ansiedade, baixa autoestima, dificuldade de concentração e sensação constante de comparação social. A busca por validação digital, por meio de curtidas e comentários, reforça comportamentos compulsivos e pode levar à dependência emocional das plataformas.
4- Sempre ir ao banheiro com celular
Um dos sinais de vício em celular é levá-lo até mesmo ao banheiro/Shutterstock_Butsaya
Ir ao banheiro com o celular em mãos se tornou uma prática tão comum que muitas pessoas nem percebem o quanto ela revela sobre sua relação com o aparelho. Esse comportamento, embora aparentemente inofensivo, pode indicar um nível elevado de dependência digital.
Afinal, a necessidade de estar conectado mesmo em momentos íntimos e breves mostra como o celular deixou de ser apenas uma ferramenta e passou a ocupar um espaço constante na vida cotidiana.
Além dos riscos à saúde física, como a exposição prolongada a germes e a má postura, esse hábito reforça a dificuldade de desconectar, mesmo por alguns minutos. Quando o celular se torna indispensável até nas pausas fisiológicas, é sinal de que o uso pode estar ultrapassando os limites do saudável.
5- Colocar constantemente o celular para carregar
Pessoas com dependência de celular carregam seu aparelho constantemente/Shutterstock_Ahmet Misirligul
Colocar o celular para carregar várias vezes ao dia, mesmo quando a bateria ainda está longe de acabar, pode parecer um cuidado com o aparelho, mas também pode indicar um comportamento ansioso relacionado à dependência digital.
Esse hábito revela o medo de ficar sem acesso ao dispositivo, como se a possibilidade de desligamento representasse uma ameaça à rotina ou à conexão com o mundo.
A preocupação excessiva com a carga do celular está ligada à necessidade constante de estar disponível, online e em contato com notificações, redes sociais ou mensagens. Quando o simples fato de ver a bateria abaixo de 50% já causa desconforto, é hora de refletir sobre o nível de apego ao aparelho.
Com a missão de realizar inúmeras funções importantes, o segundo maior órgão do corpo humano demanda cuidados constantes. No entanto, o que muitos não sabem é que alguns hábitos silenciosos são os responsáveis por prejudicar ou sobrecarregar o fígado, acarretando problemas de saúde ao longo da vida.
Neste artigo, você vai descobrir quais comportamentos cotidianos podem estar comprometendo a saúde do seu fígado sem que você perceba. Da alimentação ao uso de medicamentos, passando por hábitos aparentemente inofensivos, revelamos os principais vilões silenciosos e como evitá-los para manter esse órgão vital funcionando em equilíbrio.
7 hábitos comuns que afetam seu fígado e podem ocasionar problemas de saúde
1- Ingestão de toxinas, como álcool
O álcool é uma das piores toxinas para o fígado (Imagem: Pormezz/Shutterstock)
De acordo com a OMS, o fígado realiza mais de 500 funções vitais todos os dias. Dentre essas, o órgão é responsável por filtrar toxinas, metabolizar substâncias e regular diversos processos vitais.
Contudo, hábitos como o consumo excessivo de álcool, alimentação rica em gorduras e uso indiscriminado de medicamentos podem sobrecarregar o fígado, levando a problemas como esteatose hepática, hepatite e até cirrose.
Sobretudo, o álcool é uma das toxinas mais agressivas ao fígado. Quando ingerido em excesso, ele provoca inflamações e dificulta o processamento de nutrientes, podendo causar danos irreversíveis às células hepáticas.
A longo prazo, o abuso de bebidas alcoólicas compromete a capacidade de regeneração do órgão, tornando-o vulnerável a doenças graves. Por isso, adotar hábitos conscientes e buscar orientação médica são passos fundamentais para proteger o fígado e garantir uma vida mais saudável.
O consumo excessivo de proteína pode sobrecarregar o fígado/Imagem: AJR_photo / Shutterstock
Embora a proteína seja essencial para a saúde e o bom funcionamento do corpo, o consumo exagerado, especialmente por meio de suplementos como o whey protein, pode sobrecarregar órgãos como o fígado e os rins.
Portanto, para aqueles que buscam ganho muscular, é importante equilibrar os hábitos alimentares e entender que o fígado também participa do metabolismo das proteínas. Quando há excesso, esse órgão pode sofrer com o acúmulo de resíduos, aumentando o risco de problemas hepáticos e renais.
Afinal, suplementos proteicos são altamente concentrados e fáceis de consumir em grandes quantidades, o que torna o risco ainda maior. Por isso, qualquer tipo de suplementação deve ser acompanhada por profissionais da saúde, como nutricionistas ou endocrinologistas. São esses especialistas que avaliam as reais necessidades do organismo e ajudam a evitar danos silenciosos que podem surgir com o tempo.
3- Consumir diariamente alimentos ricos em gordura
O acúmulo de gordura no fígado, quando persistente, pode desencadear inflamações que evoluem para doenças graves/Shutterstock_Kateryna Kon
Entre os excessos dos hábitos ruins que acarretam problemas de saúde para o fígado, o consumo de alimentos gordurosos é um dos mais prejudiciais. Afinal, com o tempo, esse mau hábito pode levar a um acúmulo de gordura no órgão, resultando em esteatose hepática (fígado gordo) e inflamação.
Isso acontece, porque a gordura trans e saturada encontrada em frituras e alimentos processados, causa estresse oxidativo e inflamação no fígado, o que pode levar a danos, cicatrização (fibrose) e, em casos graves, à cirrose e insuficiência hepática.
4- Uso excessivo de analgésicos
Uso excessivo de medicamentos podem danificar o fígado/Imagem: peakSTOCK / iStock
Esse tipo de hábito é um dos mais perigosos, tendo em vista que as pessoas pouco percebem o quão prejudicial é a ingestão de analgésicos de forma excessiva.
Portanto, um problema silencioso que prejudica o fígado ao longo da vida. Sobretudo, o uso indiscriminado desses medicamentos é prejudicial porque sobrecarregam o sistema, podendo causar danos progressivos, especialmente em pessoas que já apresentam predisposição a problemas hepáticos ou renais.
De acordo com um estudo disponível no National Center for Biotechnology Information (NCBI), nos Estados Unidos, a intoxicação por paracetamol está entre as principais causas de surgimento repentino de icterícia, insuficiência hepática ou ambos os quadros clínicos.
5- Consumo desregulado de chás
Chá em excesso pode fazer mal ao fígado/Shutterstock_Pixel-Shot
Não tão inofensivos assim! Sim, alguns chás podem trazer problemas para o seu fígado. Isso acontece, pois muitas pessoas acabam exagerando na dosagem, e ao invés de tomarem aquele chá da tarde ou antes de dormir, tomam dois litros de chá ao dia.
Geralmente, algumas fazem isso com o objetivo de perder peso ou até mesmo por gostarem da bebida. O chá-verde, por exemplo, muito usado em dietas, é um produto com alto potencial tóxico para o fígado. Isso acontece porque certos compostos presentes nas plantas, como os alcaloides da pirrolizidina, podem ser convertidos em substâncias tóxicas para o fígado.
6- Tabagismo
O tabagismo pode agravar doenças hepáticas/Imagem: PeopleImages.com – Yuri A/Shutterstock
O hábito de fumar está diretamente ligado a uma série de problemas de saúde, incluindo danos ao fígado. Afinal, as toxinas presentes no cigarro aumentam o estresse oxidativo e inflamam os tecidos hepáticos, dificultando a função de desintoxicação do organismo.
Além disso, o tabagismo pode agravar doenças hepáticas pré-existentes e acelerar o envelhecimento celular, afetando a regeneração natural do fígado.
Entre outras consequências, fumar também interfere na circulação sanguínea e na oxigenação dos tecidos, prejudicando o metabolismo e a absorção de nutrientes. Portanto, para manter hábitos de saúde equilibrados e proteger órgãos vitais como o fígado, abandonar o cigarro é uma das decisões mais impactantes e benéficas que se pode tomar.
7- Falta de exercício físico
Um estudo mostrou que caminhadas de até 60 minutos por dia traziam benefícios a pacientes com câncer/Shutterstock_LightField Studios
Outro hábito comum que pode prejudicar o fígado é o sedentarismo ou a ausência de atividades físicas. Afinal, a falta de exercício físico prejudica o órgão principalmente ao contribuir para o acúmulo de gordura hepática (esteatose), que pode levar a inflamação e danos celulares.
Consequentemente, o sedentarismo também causa resistência à insulina e disfunção metabólica, afetando o controle do açúcar no sangue. Com o tempo, essa condição pode evoluir para doenças mais graves, como cirrose e câncer de fígado.