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A Anthropic incluiu novos recursos no Claude que podem colocar dados dos usuários em risco. O alerta foi feito pela própria empresa de inteligência artificial (IA) em um comunicado divulgado à imprensa. As novas ferramentas permitem criar e editar planilhas do Excel, documentos, slides do PowerPoint e PDFs diretamente no Claude.ai e no aplicativo para desktop.
“Este recurso dá ao Claude acesso à internet para criar e analisar arquivos, o que pode colocar seus dados em risco. Monitore as conversas de perto ao usar este recurso”, adverte a nota. Agentes maliciosos poderiam introduzir instruções em prompts usando arquivos externos ou sites e induzir o chatbot a:
Baixar e executar código não confiável no ambiente sandbox para fins maliciosos;
Ler dados confidenciais de uma fonte de conhecimento conectada ao claude.ai (por exemplo, MCP remoto, projetos) e usar o ambiente sandbox para fazer uma solicitação de rede externa para vazar os dados.
Criação de arquivos já está disponível para usuários dos planos Max, Team e Enterprise (Imagem: Divulgação/Anthropic)
Em resumo, o Claude pode ser induzido a enviar informações de seu contexto (por exemplo, prompts, projetos, dados, integrações do Google) para terceiros mal-intencionados. “Para mitigar esses riscos, recomendamos que você monitore o Claude enquanto usa o recurso e o interrompa caso perceba que ele está usando ou acessando dados inesperadamente.”
Medidas de segurança
Em uma tentativa de tranquilizar usuários, a Anthropic descreveu, em uma página de suporte, os mecanismos de segurança implementados pela empresa para evitar vazamentos:
Você tem controle total sobre o recurso. Você pode ativá-lo ou desativá-lo a qualquer momento;
O Claude foi projetado para fornecer resumos intuitivos de suas ações, para que você possa ver o que ele está fazendo. Você pode interromper as ações do Claude a qualquer momento e recomendamos monitorar o trabalho dele enquanto usa o recurso;
Dada a você a capacidade de revisar e auditar ações tomadas por Claude dentro do ambiente Sandbox;
Desabilitou o compartilhamento público de conversas, que incluem artefatos de arquivo do recurso de criação de arquivos para usuários Pro e Max;
Limitou a duração das tarefas que podem ser concluídas pelo Claude e o período em que você pode usar um único contêiner sandbox para evitar loops de atividades maliciosas;
Limitou intencionalmente os recursos de rede, contêiner e armazenamento;
Foi implementado um classificador para detectar injeções rápidas e interromper a execução caso sejam detectadas.
Empresa de IA recomenda “monitorar as conversas de perto ao usar este recurso” (Imagem: Divulgação/Anthropic)
A criação de arquivos já está disponível para usuários dos planos Max, Team e Enterprise. Usuários Pro terão acesso nas próximas semanas. A Anthropic diz que a novidade torna o trabalho sofisticado em várias etapas acessível por meio de conversas. “À medida que essas capacidades se expandem, a lacuna entre a ideia e a execução continuará diminuindo.”
Usuários Pro terão acesso aos novos recursos nas próximas semanas (Imagem: Divulgação/Anthropic)
Agora, é possível transformar dados brutos em resultados refinados, com análises estatísticas, gráficos e insights escritos; criar planilhas de modelos financeiros com análise de cenários, rastreadores de projetos ou modelos de orçamento com cálculos de variação; e transformar um relatório PDF em slides no PowerPoint. Eis o passo-a-passo:
Habilite “Criação e análise de arquivos atualizados” em Configurações > Recursos > Experimental;
Carregue arquivos relevantes ou descreva o que você precisa;
Oriente o Claude no trabalho via chat;
Baixe seus arquivos concluídos ou salve-os diretamente no Google Drive;
Imagem do botão de alternância para ativar o recurso “criação e análise de arquivos atualizados”.
A Microsoft é uma parceira importante da OpenAI, dona do ChatGPT. Então, você pode perguntar: por que está se interessando nos modelos de inteligência artificial (IA) da Anthropic? E, apesar da exclusividade que o Azure tinha como provedor de nuvem da OpenAI ter terminado no começo do ano, a Microsoft ainda tem o “direito de preferência” em futuros acordos.
Na verdade, como destaca matéria no Neowin, a parceria entre elas passa por altos e baixos e, agora, a Microsoft parece estar buscando uma opção para reduzir sua dependência dos modelos de IA da OpenAI.
Microsoft está pensando em usar os modelos de IA da Anthropic para começar a não depender dos modelos da OpenAI (Imagem: CoreDesignKEY/iStock)
Microsoft pensa em usar modelos da Anthropic
Agora, segundo o TechCrunch, a Microsoft começará a usar modelos de IA da rival da OpenAI para potencializar os recursos de inteligência artificial de seus produtos mais conhecidos, como o Word, Excel, Outlook e PowerPoint.
A matéria no TechCrunch, que cita o The Information, explica que a big technão pretende abandonar totalmente os modelos da OpenAI, mas “diversificar suas parcerias de IA”. Isso reflete um momento em que o relacionamento com a dona do ChatGPT está passado por um momento de atrito com o lançamento de um potencial concorrente do LinkedIn.
Segundo o The Information, “a mudança não é uma tática de negociação” com a OpenAI. Os líderes da Microsoft acreditam que os modelos mais recentes da Anthropic – especificamente o Claude Sonnet 4 – tem um desempenho melhor do que os da OpenAI em certas funções, como criação de apresentações em PowerPoint.
Líderes da Microsoft acreditam que os modelos mais recentes da Anthropic têm desempenho melhor que os da OpenAI (Imagem: Robert Way/Shutterstock)
A OpenAI continuará sendo nossa parceira em modelos de ponta e permanecemos comprometidos com nossa parceria de longo prazo.
Porta-voz da Microsoft em nota ao The Information
Microsoft busca autossuficiência em modelos de IA
A Microsoft sempre buscou diversificar suas parcerias e isso não é diferente no campo da inteligência artificial. Embora os modelos da OpenAI sejam, atualmente, o padrão, a empresa também oferece outras opções e desenvolve iniciativas internas.
A Microsoft, apesar de buscar outros modelos, não pensa em abandonar a OpenAI. Crédito: LCV/Shutterstock
Estratégia da Microsoft com modelos de IA:
Microsoft planeja usar modelos de IA da Anthropic em Word, Excel, Outlook e PowerPoint;
Objetivo: diversificar parcerias de IA e reduzir dependência da OpenAI;
A empresa não pretende abandonar totalmente os modelos da OpenAI;
Microsoft já oferece outras opções: GitHub Copilot, Grok (da xAI) e Claude;
Modelos internos recentes: MAI-Voice-1 e MAI-1-Preview.
A OpenAI também busca se tornar mais independente. Seu laboratório de IA desenvolve novos projetos de infraestrutura e, recentemente, firmou parceria com o Google Cloud. Com isso, a OpenAI passa a ter acesso a Tensor Processing Units (TPUs) especializadas, extremamente importantes em um momento em que o poder computacional dos modelos de IA exige cada vez mais performance.
Se você já andou de avião, esteve em um aeroporto ou até mesmo observou as pistas de pouso por meio de imagens na TV ou computador, provavelmente observou que há listras paralelas pintadas de branco nas cabeceiras das pistas. Apesar de lembrar uma faixa de pedestre, sua função é totalmente distinta, e de forma alguma alguém pode atravessar a pé no local.
A seguir, você fica sabendo detalhes importantes sobre essa sinalização utilizada em pistas de aeroportos. Continue a leitura e confira as informações.
O que é e para que servem as listras paralelas na pista de pouso?
As listras paralelas na pista de pouso são uma espécie de sinalização para os pilotos, ajudando-os a se orientarem na hora da decolagem e do pouso do avião. Isso porque elas delimitam o início da pista.
Neste local, o avião fica posicionado para dar início à corrida de decolagem. É importante que os pilotos obtenham o máximo de pista para o processo de levantar voo, pois se houver alguma falha no avião, é possível pará-lo de forma segura.
Vale destacar que há aeroportos que contam com um prolongamento de asfalto sinalizado por setas. Neles, os aviões conseguem dar início a corrida de decolagem antes das faixas. Entretanto, o pouso só deve ocorrer depois do começo da pista.
Outro ponto importante é que o avião raramente toca o solo diretamente nessas faixas. Mais adiante existem marcações que definem o ponto ideal de toque para maior segurança ao pousar o avião.
Aeronave parada em uma pista de aeroporto – Imagem: Jaromir Chalabala/Shutterstock
Mais um detalhe interessante é que não há uma quantidade de listras paralelas padrão para todos os aeroportos, pois o tamanho delas leva em consideração a largura da pista de decolagem e pouso. Veja a seguir:
4 listras: 18 metros de largura
6 listras: 23 metros de largura
8 listras: 30 metros de largura
12 listras: 45 metros de largura
16 listras: 60 metros de largura
Faixas na cabeceira de uma pista de aeroporto – Imagem: Doug McLean/Shutterstock
Todavia, não existe necessidade de os pilotos ficarem contando a quantidade de listras, até porque essa é uma informação presente nas cartas de aproximação do aeroporto, proporcionando uma orientação extra ao profissional.
No dia 31 de outubro, a série “Tremembé” estreia no Prime Video. A produção nacional já vem sendo muito falada na internet e existe uma expectativa muito grande de sucesso.
Ela tem como base os livros “Suzane: assassina e manipuladora” e “Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido”, obras que foram escritas pelo jornalista Ulisses Campbell, que é o roteirista da trama junto com Juliana Rosenthal, Vera Egito, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio.
O título conta com cinco episódios e traz a rotina de oito criminosos famosos que ficaram presos no Complexo Penitenciário de Tremembé, no Vale do Paraíba, em São Paulo. Além disso, a série retrata a relação entre o grupo e os crimes que cometeram para serem encarcerados. A narrativa traz ficção e fatos reais em uma combinação de drama e true crime.
O elenco a seguir conta com atrizes e atores de muito renome, como Marina Ruy Barbosa, Kelner Macêdo, Felipe Simas, Carol Garcia, Letícia Rodrigues, Anselmo Vasconcelos, Lucas Oradovschi e Bianca Comparato. A seguir, veja quais são os personagens interpretados por esses artistas.
Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa)
Marina Ruy Barbosa no papel de Suzane von Richthofen – Imagem: Divulgação/Amazon
Suzane von Richthofen foi a autora de um dos crimes mais chocantes da história do Brasil. Em 2002, ela planejou a morte dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, em São Paulo. Para isso, contou com a ajuda do cunhado Cristian Cravinhos e o namorado dela, Daniel Cravinhos.
Ela foi condenada a 39 anos e 4 meses de prisão e cumpriu parte da pena em Tremembé. Desde 2023 ela está solta, cumprindo pena em regime aberto. Vale destacar que há a promessa de que seja retratado na série o polêmico triângulo amoroso entre Suzane, Sandrão e Elize Matsunaga.
Cristian Cravinhos (Kelner Macêdo)
Irmão de Daniel Cravinhos, Cristian foi cúmplice de Suzane no crime e recebeu a pena de 38 anos e 6 meses de prisão. Ele foi solto em março de 2025.
Daniel Cravinhos (Felipe Simas)
Namorado de Suzane no período em que o crime aconteceu, ele foi condenado por ser um dos executores dos pais de Richthofen. A sua condenação foi de 39 anos de prisão. Ele foi solto em 2018 e segue cumprindo pena em regime aberto.
Elize Matsunaga (Carol Garcia)
Condenada por matar e esquartejar o marido Marcos Kitano Matsunaga, diretor-executivo da empresa alimentícia Yoki, em 2012, Elize Matsunaga chocou o Brasil e o mundo por conta da brutalidade do crime, que inclusive é retratado em um documentário na Netflix.
Ela recebeu a pena de 16 anos e 3 meses de prisão por homicídio qualificado, além de ocultação de cadáver. Segundo Elize, o que a motivou foi a descoberta de uma relação extraconjugal do marido.
Em 2022, a criminosa foi solta após cumprir 10 anos de pena. Hoje em dia, exerce a profissão de motorista de aplicativo em Franca (SP).
Sandra Regina Ruiz – Sandrão (Letícia Rodrigues)
Letícia Rodrigues como Sandrão ao lado de Suzane – Imagem: Divulgação/Prime Video
Muito conhecida por conta de seu relacionamento com Suzane von Richthofen, Sandra Regina Ruiz, também chamada de Sandrão, foi presa ao ser cúmplice do seu então namorado em um sequestro que resultou no assassinato de um adolescente em 2003. Ela recebeu a pena de 27 anos.
Ela também teve um rápido relacionamento com Elize Matsunaga, mas a sua relação mais duradoura foi com Suzane. Elas, inclusive, formalizaram a união amorosa na cadeia. Entretanto, se separaram em 2016.
Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos)
Ex-médico brasileiro especializado em reprodução humana, Roger Abdelmassih cometeu um dos crimes mais hediondos do Brasil: estuprou 52 mulheres entre 1990 e 2000. Por isso, foi condenado a 278 anos de prisão. Ele abusava delas enquanto estavam sob o efeito de sedativos.
Ele ficou preso em Tremembé no ano de 2014. Entre os anos de 2017 e 2019, chegou a cumprir pena em uma prisão domiciliar, mas depois teve essa decisão revogada e voltou para a cadeia em outras penitenciárias.
Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi)
Um dos crimes que mais causaram comoção nacional foi cometido por Alexandre Nardoni e sua então esposa, Anna Carolina Jatobá. Ambos foram condenados pela morte de Isabella Nardoni, de apenas 5 anos.
Em 2008, a menina foi jogada pelo pai e a madrasta do sexto andar de um edifício em São Paulo. Ele foi condenado a 31 anos de prisão, mas está em regime aberto desde maio de 2024.
Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato)
Atriz Bianca Comparato interpretando Ana Carolina Jatobá – Imagem: Divugação/Amazon
Madrasta de Isabella Nardoni, Anna Carolina Jatobá recebeu a sentença de 26 anos e 8 meses de prisão, iniciando sua pena em Tremembé no ano de 2008. Porém, está solta desde 2023, quando a Justiça concedeu a progressão para a detenta ficar em regime aberto.
A marca sueca de carros elétricosPolestarrevelou, oficialmente, o tão aguardado Polestar 5 Grand Tourer. O conceito foi apresentado pela primeira vez em 2020, quando teve início o projeto de renovação de design, tecnologia e sustentabilidade da empresa.
“Com seu design escandinavo puro por dentro e por fora, plataforma única, motores potentes, chassi sofisticado, tecnologia de ponta e materiais conscientemente sustentáveis, o Polestar 5 é uma estrela-guia para a indústria e o carro-chefe perfeito da Polestar”, disse Michael Lohscheller, CEO da montadora.
Motor duplo tem alcance de até 670 km com uma única carga (Imagem: Divulgação/Polestar)
A aviação foi a principal inspiração para o modelo, priorizando um perfil aerodinâmico em forma de asa. Com cinco metros de comprimento, o GT 5 está disponível em seis opções de cores, incluindo duas opções de pintura fosca: Storm, um cinza-escuro forte e proposital, e Magnesium, um acabamento mais claro, parecido com prata.
O período de encomendas já está aberto e as primeiras unidades serão entregues em 2026 em mercados selecionados. A versão Polestar 5 Dual custa 119 mil euros (R$ 759 mil, na conversão direta), enquanto o Performance sai a 142,90 mil euros (R$ 911 mil).
EV potente
O Polestar 5 utiliza um motor elétrico traseiro desenvolvido internamente com potência total de 650 kW e 1.015 Nm do Polestar 5 Performance;
Isso permite que o veículo acelere de 0 a 100 km/h em apenas 3,2 segundos, enquanto o motor Polestar 5 Dual de 550 kW leva 3,9 segundos;
Ambas as versões são limitadas eletronicamente a 250 km/h;
Pela primeira vez, um veículo da companhia terá uma arquitetura elétrica de 800 V, permitindo carregamento de até 350 kW em um carregador CC adequado. A carga da bateria de 10-80% pode levar apenas 22 minutos;
O motor duplo do Polestar 5 tem alcance de até 670 km com uma única carga, enquanto o Performance pode percorrer até 565 km.
Mais leve do que uma estrutura de aço comparável, a arquitetura de alumínio também traz benefícios de segurança e a bateria NMC de íons de lítio de 112 kWh (106 kWh utilizáveis) da SK On faz parte da estrutura. Os amortecedores do motor leem a estrada até mil vezes por segundo e podem reagir em três milissegundos.
No total, o Polestar 5 possui 11 câmeras de visão (Imagem: Divulgação/Polestar)
Os Sistemas Avançados de Assistência ao Condutor (ADAS, na sigla em inglês) são parte integrante do Polestar 5, com destaque para o SmartZone, que abriga sensores, radar e câmera de estacionamento frontal. A função Pilot Assist ajusta a velocidade e a posição do veículo na faixa escolhida, em velocidades de até 150 km/h.
No total, o Polestar 5 possui 11 câmeras de visão, uma câmera de monitoramento do motorista, um radar de médio alcance e 12 sensores ultrassônicos. O novo modelo possui oito airbags e utiliza radares internos para detectar o número, a posição e o tipo de ocupantes, acionando as medidas de segurança corretas em caso de acidente.
Pela primeira vez, um veículo Polestar terá uma arquitetura elétrica de 800 V (Imagem: Divulgação/Polestar)
A tela central de 14,5 polegadas utiliza um sistema operacional Android Automotive específico da montadora com Google integrado, assim como visto no Polestar 3 e no Polestar 4. O áudio é assegurado pelo sistema Polestar High Performance Audio com dez alto-falantes, além de Cancelamento Ativo de Ruído da Estrada, proporcionando uma “experiência verdadeiramente de primeira classe”, segundo a empresa.
A memória RAM é um componente extremamente importante em dispositivos eletrônicos como os celulares e computadores, pois ela tem como função armazenar dados de forma temporária e possibilitar o acesso a eles quando for necessário para a realização de diferentes tarefas no equipamento.
Além disso, a memória RAM pode ser encontrada em diferentes tecnologias, como o DDR3, DDR4 e DDR5. Porém, com o anúncio de que a Samsung irá encerrar a produção da DDR4 até o final de 2025 e outros fatores, esse tipo de tecnologia tem sofrido uma alta nos preços.
Sendo assim, uma solução para quem busca um componente mais acessível é comprar o produto usado. Todavia, é essencial adotar alguns cuidados na hora de efetuar a compra.
5 dicas para fazer a escolha certa ao adquirir uma memória RAM usada
A seguir, confira algumas dicas importantes que podem ajudá-lo na hora de adquirir uma memória RAM usada, evitando prejuízos.
1. Certifique-se de que o componente é compatível com o seu equipamento
Chip de memória RAM (Reprodução: Liam Briese/Unsplash)
É essencial que a memória RAM escolhida seja compatível com a placa-mãe e processador do seu equipamento. Por isso, é necessário ficar atento ao tipo de memória (DDR), pois a sua placa-mãe só aceita um determinado tipo: DDR3, DDR4 ou DDR5. Veja qual é o módulo adequado para o seu dispositivo.
Fique atento também para fazer uma combinação de módulos com componentes da mesma marca, pois isso vai garantir um melhor desempenho. As velocidades e latências também devem ser iguais.
Outro ponto relevante é consultar o site da fabricante da sua placa-mãe para ver qual a velocidade máxima de RAM suportada e assim comprar um kit com a mesma velocidade. Vale destacar também a necessidade de se atentar para comprar o módulo de memória RAM que corresponda ao seu aparelho, como notebook ou PC de mesa.
2. Compre em plataformas conhecidas
Carrinho de compras cheio de caixas ao lado de um notebook
Imagem: Kriang kan/Shutterstock
É muito importante prestar bem atenção à plataforma na qual você está adquirindo o produto. Isso porque, infelizmente, há muita gente mal intencionada para prejudicá-lo com a venda de itens falsos e até mesmo outros tipos de fraudes e golpes.
Por isso, veja se a plataforma na qual você está comprando oferece proteção ao comprador. Veja o histórico do vendedor, comentários e avaliações. Faça o máximo de pesquisas possíveis para saber se é realmente confiável comprar com um determinado comerciante.
É necessário ficar atento ao tipo de memória e ao valor que está sendo cobrado pelo site. Como não há uma tabela de preços, é normal que existam kits de memória antigos vendidos por valores semelhantes aos do DDR5, modelo de entrada mais recente capaz de proporcionar maior desempenho e durabilidade em plataformas compatíveis.
Por isso, é essencial fazer uma ampla pesquisa e comparar o desempenho e valores dos itens.
Essa é uma dica que serve principalmente se você for comprar o componente presencialmente. Inspecionar a memória é importante porque ela é um item delicado e pode sofrer danos facilmente.
Em caso de compras online, solicite um vídeo para o vendedor, além de fotos detalhadas. Entre os pontos importantes a serem observados estão os contatos dourados. Veja se há oxidação, arranhões profundos ou danos nos pinos de contato responsáveis por fazer a conexão com a placa-mãe.
Confira ainda se o módulo do dissipador de calor, caso haja um, está solto ou com deformações. Também olhe contra a luz para verificar se há rachaduras na placa do módulo de memória (PCB).
Após instalar os módulos no PC, faça o download do CPU-Z para conferir a frequência, capacidade e timings da memória RAM. Feito isso, compare as informações com as do site oficial do fabricante e veja se está tudo ok.
Também faça um teste profundo por meio do Windows ou o programa MemTest86 (lembre-se de criar um pendrive bootável para utilizá-lo). Espere por algumas horas para a realização do teste e, se algum erro for reportado, saiba que a memória está com problemas. Então, entre em contato com o vendedor informando o defeito.
Na quinta-feira, 4 de setembro, a Samsung lançou o Galaxy S25 FE. O aparelho ainda não chegou ao mercado brasileiro, mas já está homologado pela Anatel e tem lançamento previsto para o dia 24 de setembro. O dispositivo vem com a proposta de ser o modelo mais acessível da família S25, mas com especificações avançadas.
Apesar de ter o propósito de ser o mais “barato” da linha, será que o Galaxy S25 FE pode bater de frente com o Galaxy S25? Qual dos dois celulares vale mais a pena adquirir nesse momento? Continue a leitura e confira!
Veja o comparativo entre o Galaxy S25 FE e o Galaxy S25
A seguir, você confere características importantes dos dispositivos, como a tela, câmeras, bateria, desempenho, sistema operacional e preços.
Design e tela
Montagem com fotos do Galaxy S25 FE da Samsung – Imagem: Reprodução/Redes sociais
O Galaxy S25 FE é um modelo que traz mais modernidade e ergonomia no quesito design. Isso porque ele possui 7,4 mm de espessura e pesa 190 gramas. Porém, o S25 padrão também apresenta boas especificações em sua estrutura, pois tem 7,2 mm de espessura e pesa 162 gramas.
Os dois dispositivos contam com certificação IP68 contra poeira e água, resistindo a até 1,5 m de profundidade por 30 minutos. No quesito tela há uma diferença notável de tamanho. Enquanto o S25 FE conta com 6,7 polegadas, o S25 é mais compacto, pois possui 6,2 polegadas.
Já a tecnologia do painel é a mesma: Dynamic AMOLED 2X, com uma resolução Full HD+ (2.340 x 1.080 pixels), capaz de suportar até 120 Hz de taxa de atualização, sendo ótimo para reproduzir vídeos e jogos de maneira fluida, sem travamentos.
Outra semelhança é a presença da tecnologia Vision Booster, responsável por fazer o ajuste do contraste e cores de maneira inteligente, melhorando a legibilidade em várias condições de iluminação.
A diferença está no brilho máximo: no S25, ele é de 2.600 nits, proporcionando melhor visualização dos conteúdos mesmo que o celular esteja sob alta intensidade de luz solar. O S25 FE tem 1.900 nits, o que também é bom, mas inferior ao modelo padrão da linha.
O conjunto de câmeras dos aparelhos também é muito parecido, com exceção da lente de telefoto, responsável por possibilitar a aproximação sem perda significativa de qualidade. O S25 tem uma leve vantagem sobre o S25 FE. Veja abaixo as especificações de cada aparelho.
S25 FE:
Principal de 50 MP (f/1.8)
Ultrawide de 12 MP (f/2.2)
Telefoto de 8 MP (f/2.4)
Frontal de 12 MP (f/2.2)
S25
Principal de 50 MP (f/1.8);
Ultrawide de 12 MP (f/2.2);
Teleobjetiva de 10 MP (f/2.4);
Frontal de 12 MP (f/2.2).
Além de boa qualidade para fotos, os dois celulares apresentam capacidade para gravar em 8K a 30 fps.
Bateria
Homem segurando um celular com bastante bateria – Crédito: DenPhotos/Shutterstock
Nesta parte, vantagem para o S25 FE, pois ele vem equipado com uma bateria de 4.900 mAh, contra 4.000 mAh do S25. Além disso, tem compatibilidade com o carregamento rápido de 45 W, o qual faz a bateria chegar a 65% de carga em somente 30 minutos. Já o S25 conta com um carregador de 25 W de potência, que em 30 minutos atinge 50% de carga.
Outro ponto de destaque é que ambos suportam o carregamento sem fio e têm a função de carregamento reverso sem fio.
Desempenho
Snapdragon 8 Elite for Galaxy – Imagem: Divulgação/Qualcomm
Aqui o S25 leva vantagem, pois tem o processador Snapdragon 8 Elite for Galaxy, da Qualcomm, o mesmo que compõe o modelo top da linha, o S25 Ultra. Este chip entrega um clock máximo de 4,47 GHz e uma litografia de 3 nanômetros (nm), o que proporciona uma excelente velocidade de execução e autonomia energética.
Apesar de inferior, o chip do S25 FE também entrega um bom desempenho. Ele é o Exynos 2400, da própria Samsung. Sua fabricação é em uma litografia de 4 nm.
Armazenamento
Samsung Galaxy S25 5G. Imagem: Divulgação
Aqui há outra diferença relevante, pois o modelo S25 conta com mais memória RAM, um componente essencial para armazenar de forma temporária os dados e instruções que o processador necessita acessar rapidamente. Ela é uma ponte entre o processador e as informações guardadas no armazenamento interno ou cartão de memória.
O S25 conta com uma memória RAM de 12 GB, enquanto o S25 FE tem uma de 8 GB. Sobre o armazenamento interno, as opções são as mesmas para os dois modelos: 128 GB, 256 GB e 512 GB.
Sistema operacional
Novos recursos estão em versão beta no Android 16 (Imagem: Ahyan Stock Studios/Shutterstock)
O S25 FE já vem com o sistema operacional mais moderno, o Android 16 e a interface One UI 8, enquanto o S25 conta com o Android 15 e a One UI 7. Entretanto, vale destacar que ambos contam com sete anos de atualização de sistema e patches de segurança.
Preços
Como já citado, o S25 FE não está disponível no Brasil. Porém, os seus preços oficiais são de € 749 (aproximadamente R$ 4.752) no modelo com 128 GB, € 809 (por volta de R$ 5.133) para a versão de 256 GB e € 929 (cerca de R$ 5.894) no aparelho que tem 512 GB.
Já o S25, quando lançado, tinha um preço mais elevado em sua versão de entrada, com 128 GB, custando R$ 6.999. Entretanto, atualmente é possível encontrá-lo por R$ 3.995,10 na Amazon na versão com 256 GB de armazenamento interno.
Qual celular vale mais a pena?
Levando em consideração todas as especificações dos dispositivos e o preço, neste momento, o celular que mais vale a pena é o Galaxy S25, pois ele entrega um desempenho, tela e câmera superiores, perdendo apenas na parte de bateria.
No quesito sistema operacional, a sua versão é a anterior, mas como ele possui atualização, isso não é um ponto a ser levado em consideração, pois se manterá atualizado por sete anos.
Além disso, o que torna o S25 uma melhor escolha em relação ao S25 FE é que, apesar de o FE ter sido pensado como a versão mais acessível da linha, isso não se reflete nos preços atuais. Após alguns meses de seu lançamento, pode ser que ele se torne uma opção mais viável do que o S25, pois provavelmente terá uma queda em seu preço.
No dia 4 de setembro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, jantou com executivos de tecnologia de alto escalão na Casa Branca. O encontro teve como tema principal a inteligência artificial e investimentos das empresas comandadas por esses figurões no país, algo de extrema relevância não só para os americanos, mas para os avanços tecnológicos no mundo inteiro.
Mas, afinal de contas, quem são alguns dos principais nomes presentes naquele encontro? Qual é a história de vida da elite tecnológica do mundo? A seguir, o Olhar Digital apresenta a trajetória de alguns desses executivos de tecnologia.
10 magnatas do ramo tecnológico que você precisa conhecer
Os nomes abaixo possuem uma fortuna gigante, com capacidade para investir bilhões no setor de tecnologia, assim como foi mencionado por muitos na reunião. Mark Zuckerberg, da Meta, por exemplo, afirmou estar investindo US$ 600 bilhões no país. Mas, qual será a história deles? Como começaram? Em quê são formados? Essa e outras informações você confere a seguir!
1. Mark Zuckerberg, dono da Meta
Mark Zuckerberg acenando para o público – Imagem: Frederic Legrand – COMEO / Shutterstock.com
Mark Zuckerberg ficou muito conhecido por ser um dos criadores do Facebook, uma das principais redes sociais do mundo. Filho dos dentistas Edward e Karen, ele nasceu em 1984 e cresceu na cidade de White Plains, em Nova York. O executivo tem duas irmãs mais velhas, Donna e Randi, e um irmão mais novo, Ari.
Sua criação foi em uma família judia, dentro da tradição judaica. Sua trajetória no ramo de tecnologia começou cedo, logo aos 12 anos ele desenvolveu o seu primeiro programa de computador: Rimworld.
Já aos 13 anos conseguiu elaborar o “ZuckNet”, um sistema de mensagens instantâneas que possibilitava a comunicação entre os seus pais e vizinhos sem a necessidade do uso de um telefone. Com o passar dos anos, ele continuou trazendo inovações, pois com 15 anos criou um programa de comparação de música chamado “Synapse”, o qual foi vendido por US$ 800.000 à Microsoft.
Em 2002, ao completar 19 anos, ele fez sua matrícula na Universidade de Harvard, na qual estudou ciência da computação. Em 2004, deslanchou de vez no mundo da tecnologia ao criar o Facebook, junto com os colegas de quarto: Chris Hughes, Eduardo Saverin e Dustin Moskovitz. A criação se expandiu por meio das universidades e foi lançada para o público geral em 2007.
Mark Zuckerberg é casado com Priscilla Chan desde 2012, com quem tem dois filhos, August e Max.
2. Tim Cook, da Apple
Tim Cook, CEO da Apple. (Imagem: John Gress Media Inc / Shutterstock.com)
Filho de Donald, um trabalhador de estaleiro, e Geraldine, profissional que atuou na indústria farmacêutica, Timothy Donald Cook, conhecido como Tim Cook, nasceu no dia 1º de novembro de 1960 na cidade de Robertsdale, no Alabama, Estados Unidos.
Em sua infância e adolescência, estudou na Robertsdale High School e, em 1978, conseguiu se formar em segundo lugar na turma do seu ensino médio. Nesse período de estudos, ele tinha como maior destaque a sua habilidade para resolver problemas científicos e matemáticos. Além disso, demonstrava desde cedo o seu entusiasmo referente à tecnologia, gostando de desmontar e consertar itens eletrônicos.
O executivo se formou em engenharia industrial na Universidade de Auburn, no Alabama, em 1982. Depois, em 1988, ele se formou em Administração de Empresas (MBA) na Fuqua School of Business, da Universidade Duke, na Carolina do Norte. Como destaque, se formou entre os 10% melhores de sua turma.
Recém-formado, ele foi contratado pela IBM, onde trabalhou 12 anos, chegando ao cargo de diretor de atendimento norte-americano da corporação, responsável por gerenciar funções de fabricação e distribuição. Depois, passou por outras grandes organizações até chegar na Apple em 1998, como vice-presidente sênior de operações mundiais. Hoje, lidera a companhia.
Em 2014, por meio de um artigo que escreveu na revista Businessweek, ele afirmou ser homossexual.
3. Sundar Pichai, do Google
Sundar Pichai, CEO do Google – Imagem: photosince/Shutterstock
Sundar nasceu no dia 12 de junho de 1972 na cidade de Chennai (antiga Madras), em Tamil Nadu, na Índia. Criado em uma família de classe média, desde cedo mostrou ter habilidades na área de exatas e ciências.
O executivo é formado em engenharia metalúrgica pela Indian Institute of Technology Kharagpur (IIT), uma das melhores universidades do país no ramo de tecnologia e engenharia. Após se graduar, ele mudou-se para os Estados Unidos e fez o seu mestrado em ciência da computação na Universidade de Stanford, especializando-se em inteligência artificial.
Em sua trajetória profissional, ele passou pela empresa de consultoria de tecnologia McKinsey & Company e a empresa de software que realizava o gerenciamento de aplicativos Inktomi. O executivo entrou para o Google em 2004 e liderou o setor de gerenciamento e inovação de produtos em um conjunto de software de cliente, inclusive o Chrome. Hoje, é CEO do Google.
Apesar de ter uma vida particular muito reservada, o The Sun afirma que ele tem dois filhos. Além disso, de acordo com o portal Style, ele é casado com Anjali Pichai.
4. Bill Gates, fundador da Microsoft
Para Bill Gates, melhor conselho que já recebeu teve a ver com amizade, não dinheiro
Imagem: World Economic Forum/Wikimedia Commons
Fundador da Microsoft, empresa de software mais famosa do planeta, Bill Gates é um dos pioneiros no ramo da computação. Ele nasceu no dia 28 de outubro de 1955 na cidade de Seattle, em Washington.
A sua criação foi em uma família de classe média alta, sendo que o seu pai, William H. Gates Sr., era advogado e sua mãe, Mary Maxwell Gates, era uma professora e administradora de caridade. Por isso, estudou na Lakeside School, uma renomada escola particular. Desde cedo, demonstrou interesse na área de programação de computadores.
Ainda jovem, junto com amigos, criou um programa de jogos de computador. Durante sua adolescência, foi jogador de xadrez e estudioso na área de matemática avançada e física.
Chegou a ter sido aceito na Universidade de Harvard, mas optou por deixar a faculdade. Junto com Paul Allen, em 1975, fundou a Microsoft.
Em 1994, o executivo casou com Melinda French, com quem teve três filhos: Phoebe, Jennifer e Rory. Depois de quase 30 anos casados, Bill e Melinda anunciaram o divórcio. Em 2000, o casal fundou a Fundação Gates, uma organização sem fins lucrativos voltada para combater as desigualdades no mundo.
5. Satya Nadella, CEO da Microsoft
Satya Nadella ao lado de um smartphone exibindo o logo da Microsoft em sua tela
Imagem: QubixStudio/Shutterstock
Nascido em 19 de agosto de 1967, em Hyderabad, Índia, Satya Narayana Nadella atualmente é naturalizado nos Estados Unidos e conhecido por ter assumido o cargo de CEO da Microsoft. O magnata é formado em engenharia elétrica em 1988 pela Manipal Institute of Technology.
A sua mudança para os Estados Unidos aconteceu por conta de sua vontade de fazer mestrado em ciência da computação, título que obteve em 1990 por meio da Universidade de Wisconsin–Milwaukee. Além disso, ele tem MBA pela University of Chicago Booth School of Business.
Ele teve atuação na empresa Sun Microsystems, sendo líder de vários projetos. Depois, em 1992, entrou para a Microsoft para fazer o gerenciamento do grupo de Relações com Desenvolvedores do Windows, onde construiu toda a sua história de sucesso, chegando ao cargo de CEO no início de 2014, sendo um dos principais responsáveis por alavancar os lucros da empresa.
O executivo é casado com Anupama Nadella desde 1992 e tem três filhos: Vivya, Zain e Tara.
6. Sam Altman, da OpenAI
Executivo tem algumas preocupações para o futuro da tecnologia
Imagem: Antonello Marangi/Shutterstock
Um dos principais nomes no ramo da Inteligência Artificial, Sam Altman é um visionário, empresário e investidor de muito sucesso. Ele nasceu em Chicago, Illinois, nos Estados Unidos, especificamente no dia 22 de abril de 1985.
Muito cedo, aos 8 anos, ele descobriu sua paixão pela programação e, desde então, passou a se dedicar à área, aprendendo a programar e desmontar o computador Macintosh, da Apple.
Seguindo no ramo, ele cursou Ciência da Computação na Universidade de Stanford, mas deixou o curso após dois anos de estudo com o objetivo de desenvolver um aplicativo chamado Loopt, o qual proporcionava aos usuários a possibilidade de compartilhar sua localização com amigos.
O negócio funcionou e foi uma das primeiras startups a ser financiada pela Y Combinator, atraindo investidores de operadoras como a Sprint. Ela foi vendida por US$ 43 milhões em 2012.
Em 2014, ele se tornou presidente da Y Combinator, consolidando a aceleradora de startups no mercado. Em 2015, ganhou grande destaque ao criar a OpenAI, uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de desenvolver Inteligência Artificial. Hoje ela é uma das maiores empresas de pesquisa e implementação de IA.
Altman é casado com o engenheiro de software Oliver Mulherin e teve um filho em fevereiro de 2025.
7. Jared Isaacman, fundador da Shift4
Jared Isaacman, líder da missão Polaris Dawn, lançada em uma espaçonave da SpaceX
Crédito: Inspiration4 Photos / Flickr
Nascido em 11 de fevereiro de 1983, em Summit, Nova Jersey, nos Estados Unidos, Jared Isaacman é CEO bilionário e astronauta da SpaceX. Ele tem uma história bem diferente dos demais, pois abandonou o ensino médio aos 16 anos para fundar, no porão da casa dos pais, uma empresa que se tornou multibilionária no ramo de processamento de pagamentos, o United Bank Card, em 1999. A companhia agora possui o nome de Shift4.
Em 2012, ele também fundou a Draken International, uma empresa de aviação militar privada, que foi vendida sete anos depois. Vale destacar ainda que como astronauta, Isaacman comandou a missão Inspiration4 em setembro de 2021. Esse foi o primeiro voo orbital completamente civil da SpaceX. Em 2024 ele esteve na missão Polaris Dawn, sendo o primeiro civil a fazer uma caminhada espacial.
Em sua vida pessoal, destaca-se o fato de ele ser casado, ter duas filhas e residir em Nova Jersey com a família.
8. Alexandr Wang, fundador e CEO da Scale AI
Alexandr Wang trabalhou na Scale AI (Imagem: Muhammad Raid Ahyan 2105/Shutterstock)
Com apenas 27 anos, Alexandr Wang já é um grande prodígio na área de inteligência artificial. Ele nasceu em 1997 em Los Alamos, Novo México. Filho de imigrantes chineses que atuavam como físicos no Laboratório Nacional de Los Alamos, o garoto foi criado em um ambiente de investigação científica.
Logo na adolescência ele começou a se destacar por conta de sua classificação para o programa de Olimpíadas de Matemática em 2013 e para a Equipe de Física dos EUA em 2014.
Com apenas 17 anos ele ingressou no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), ganhando conhecimento por meio de cursos de aprendizagem de máquina de nível de pós-graduação. Porém, depois de um ano deixou o curso.
Em sua experiência profissional ele se destaca por ter ocupado cargos importantes, como o de Engenheiro de Software na Addepar (2014), líder técnico na Quora (2014) e desenvolvedor de algoritmos na Hudson River Trading (2016).
Em 2016, ele fundou o seu principal empreendimento, a Scale AI, uma ferramenta que fornece grandes quantidades de dados rotulados ou dados de treinamento com curadoria, algo fundamental para o avanço de inteligências artificiais sofisticadas, como o ChatGPT.
9. Arvind Krishna, presidente e CEO da IBM
Arvind Krishna em um discurso em Las Vegas – Crédito editorial: drserg / Shutterstock.com
Arvind Krishna nasceu em 23 de novembro de 1962 no distrito de Godavari Ocidental, em Andhra Pradesh, Índia. Filho do Major-General Vinod Krishna, um oficial do Exército Indiano, ele cresceu sob muita disciplina.
Ele iniciou os estudos na Escola Secundária Superior Stanes Anglo Indian em Coonoor, Tamil Nadu, a qual tinha rigorosos padrões acadêmicos. Depois, foi matriculado na Academia St. Joseph em Dehradun, que também possui boa reputação.
O executivo estudou Engenharia Elétrica de 1980 a 1984. Já em 1985, ele conquistou o diploma de bacharel em tecnologia. Ao se mudar para os Estados Unidos, ele entrou na Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, onde fez o seu mestrado em Engenharia Elétrica e de Computação em 1987. Além disso, é Ph.D. em Engenharia Elétrica e de Computação.
Em 1990, ele iniciou a carreira no Centro de Pesquisa Thomas J. Watson da IBM, onde foi líder de negócios e tecnólogo, comandando a construção e avanço de novos mercados para a empresa em computação quântica, nuvem, blockchain e inteligência artificial, além de ser peça fundamental no desenvolvimento de produtos e soluções inovadoras da companhia. Atualmente ele é o presidente do conselho, presidente e CEO da IBM. Ele mora em Connecticut com a esposa e os dois filhos
10. Cameron Wilson, presidente da Code.org
Magnata da tecnologia – Imagem: Captura de tela no LinkedIn/Matheus Chaves – Olhar Digital
Não há informações públicas em relação à data e local de nascimento de Cameron Wilson. Porém, o que se sabe é que o executivo entrou na Code.org em 1º de junho de 2013. Durante alguns anos, ele foi líder e também supervisor de várias áreas na empresa, como a de finanças e relações governamentais. Atualmente, ele preside a companhia.