Folha de S.Paulo processa OpenAI; saiba quais são as acusações

O jornal paulistano Folha de S.Paulo entrou com uma ação judicial contra a OpenAI na última quarta-feira (20), acusando a empresa de concorrência desleal e violação de direitos autorais.

O periódico afirma que a dona do ChatGPT utiliza seu conteúdo para treinar modelos de inteligência artificial (IA) e disponibiliza reportagens na íntegra, inclusive materiais restritos a assinantes, sem autorização nem pagamento.

Ao fundo, site da OpenAI mostrando o ChatGPT; à frente, um martelo de juiz
Dona do ChatGPT teria treinado seus modelos de IA indevidamente com conteúdo do veículo (Imagem: Ascannio/Shutterstock)

O que diz o processo da Folha contra a OpenAI

  • O processo foi protocolado na Justiça de São Paulo (SP) e solicita que a OpenAI interrompa, imediatamente, o uso do conteúdo da Folha, além do pagamento de indenização por uso indevido. O valor da reparação deverá ser definido posteriormente;
  • Também foi requerido que os modelos de inteligência artificial (IA) da empresa que usaram o material protegido sejam destruídos;
  • Segundo a ação, “o réu desenvolve e aprimora sua ferramenta de IA […] com base em conteúdo alheio […] sem autorização e sem o pagamento de qualquer remuneração”;
  • O documento acrescenta que, em resposta a comandos de usuários, o ChatGPT reproduz reportagens na íntegra no mesmo dia em que são publicadas, desviando “a clientela — no caso, os internautas — de forma ilegítima”.

A advogada do jornal, Taís Gasparian, afirmou à Folha que “há uma nítida prática de concorrência desleal, na medida em que a OpenAI acessa o site da Folha diariamente, driblando os mecanismos do jornal para que isso não ocorra e distribui o conteúdo para os internautas e, com isso, tirando a audiência do jornal. As tecnologias que a Folha adota para impedir a prática são solenemente ignoradas ou contornadas pelo réu“.

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Reincidência e provas

A ação é semelhante à protocolada pelo The New York Times em dezembro de 2023 contra a OpenAI e a Microsoft nos Estados Unidos, também por violação de direitos autorais. O jornal estadunidense defende que a empresa deveria pagar bilhões de dólares em indenização. O NYT já firmou acordo de remuneração de conteúdo com a Amazon.

Já nos documentos anexados ao processo do periódico brasileiro, a Folha busca mostrar que o site e o arquivo do jornal foram usados para treinar modelos da OpenAI. Em um repositório do GitHub mantido por funcionários da empresa, o UOL aparece entre os principais domínios utilizados para treinamento.

Como o domínio da Folha é hospedado pelo UOL, seu conteúdo estaria incluído no material usado. O jornal O Globo também aparece como fonte de dados. Apenas em julho, a Folha registrou mais de 45 mil acessos de GPT bots ao seu site.

Páginas na web de The New York Times, OpenAI e Microsoft
OpenAI e Microsoft também foram processadas pelo mesmo motivo em 2023 pelo The New York Times (Imagem: Tada Images/Shutterstock)

O jornal também apresentou exemplos em que o ChatGPT reproduziu, na íntegra, ou resumiu, reportagens protegidas por paywall. Segundo Gasparian, “para que a imprensa sobreviva, ela precisa ser remunerada, não sendo possível que o aproveitamento do seu conteúdo seja feito sem qualquer remuneração e autorização. A OpenAI se aproveita de todos os investimentos que a Folha faz para veicular notícias atuais e fidedignas, sem qualquer contraprestação“.

Outra advogada do jornal, Monica Galvão, destacou: “diante da tendência de concentração do mercado de comunicação em torno das big techs, deve-se prestigiar os veículos de mídia nacionais. Deve-se ter claro que esses modelos de IA funcionam às custas dos conteúdos produzidos e custeados pela imprensa, que deve ser remunerada por isso.”

De acordo com o processo, a Folha tentou negociar um acordo com a OpenAI no ano passado, mas as conversas não avançaram “por decisão unilateral do réu”. “O último email enviado pela autora ficou sem resposta, o que reforça a atitude de descaso do réu”, diz o texto.

A disputa ocorre em paralelo à tramitação do Projeto de Lei (PL) 2.338, aprovado no Senado em dezembro de 2024 e em análise na Câmara, que prevê pagamento de direitos autorais por conteúdo protegido utilizado no treinamento de modelos de IA.

Ícones de um martelo de juiz, lâmpada, mãos se cumprimentando, cérebro humano, chip de IA e outros rondando os dizeres "AI Ethics", que está sendo tocado por um dedo humano
Processo corre em paralelo a PL que exige o pagamento de direitos autorais pelas big techs que usam conteúdos privados para treinar IAs (Imagem: mayam_studio/Shutterstock)

Em entrevista ao jornal O Globo na semana passada, Nicolas Robinson Andrade, diretor da OpenAI para a América Latina, afirmou que a empresa é contra a obrigatoriedade de remuneração prevista no projeto. Ele comparou a medida a um imposto sobre cadeiras: “É como se o Brasil se tornasse o único país do mundo a taxar a fabricação de cadeiras. Aí é natural que as fábricas de cadeiras no futuro não sejam construídas aqui.

O que diz a OpenAI

O Olhar Digital procurou a assessoria de imprensa da OpenAI e espera resposta.

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Nvidia orienta seus fornecedores a pararem de produzir chip H20

A Nvidia ordenou que fornecedores de componentes, incluindo a Samsung e a Amkor, interrompam a produção relacionada ao chip de inteligência artificial (IA) H20.

Fachada da Samsung
Samsung é uma das fornecedoras da Nvidia (Imagem: Robert Way/Shutterstock)

A informação foi divulgada inicialmente pelo The Information (e repercutida pela Bloomberg), que cita fontes não identificadas.

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Celular exibindo logomarca da Nvidia na tela na frente de outra tela exibindo bandeira dos Estados Unidos
Nvidia e AMD conseguiram liberação de Washington para vender para os chineses (Imagem: Algi Febri Sugita/Shutterstock)

Por que a Nvidia vai parar com a fabricação dos H20?

  • Segundo a publicação, a decisão foi tomada após autoridades da China orientarem empresas locais a evitar o uso do H20;
  • A medida representa mais um revés para a fabricante estadunidense em meio à disputa tecnológica entre Estados Unidos e China;
  • Recentemente, tanto a Nvidia quanto a AMD conseguiram autorização dos Estados Unidos para retomar a venda de chips de inteligência artificial de menor desempenho para a China;
  • Essa permissão, porém, foi concedida sob a condição controversa — e de legalidade questionável — de que 15% da receita obtida nessas vendas seja repassada ao governo de Donald Trump;
  • Apesar dessa liberação, as empresas enfrentam o desafio adicional de que clientes chineses vêm sendo pressionados a adquirir semicondutores produzidos por fabricantes locais, o que dificulta a competitividade de produtos estrangeiros como o H20.
Bandeira da China ao fundo com uma mão segurando um smartphone que mostra, em sua tela, o logo da Nvidia
Chineses estão dificultando as negociações entre empresas locais, a gigante das GPUs e outras big techs (Imagem: Saulo Ferreira Angelo/Shutterstock)

Nvidia prepara novo chip de IA para a China em meio a tensões regulatórias

A Nvidia estaria desenvolvendo um novo processador de inteligência artificial voltado ao mercado chinês, mais avançado que o modelo H20, segundo informações exclusivas da Reuters.

O chip, chamado provisoriamente de B30A, deve usar a arquitetura Blackwell — capaz de entregar desempenho até 30 vezes superior à geração anterior.

O projeto aposta em um design de matriz única, com todos os componentes integrados em uma única peça de silício, o que deve oferecer metade da potência das GPUs Blackwell Ultra, mas ainda assim com memória de alta largura de banda e suporte ao NVLink para transmissão rápida de dados.

Novo chip poderia aliviar tensões com a China

  • A iniciativa surge após o governo chinês ter restringido o uso do H20 em órgãos públicos e pressionado gigantes locais como Alibaba, Bytedance e Tencent a suspenderem compras do chip até o fim de uma revisão de segurança nacional.
  • Isso ocorreu logo depois de Washington suspender restrições de exportação, impostas em abril sob o argumento de que os chips poderiam fortalecer aplicações militares chinesas.
  • Ainda em negociação, o B30A deve ter suas especificações definidas nos próximos meses.

Aprovação dos EUA

A Nvidia planeja entregar amostras a parceiros chineses já em setembro, mas a aprovação regulatória e de exportação permanece incerta. O próprio Donald Trump afirmou que o CEO da empresa, Jensen Huang, deverá discutir o tema pessoalmente com ele.

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Meta fecha acordo bilionário com Google para serviços de nuvem

A Meta firmou um acordo para gastar mais de US$ 10 bilhões (R$ 54,65 bilhões) em serviços de nuvem do Google, segundo duas pessoas familiarizadas com o assunto disseram à CNBC.

O contrato terá duração de seis anos e seus termos permanecem confidenciais. A informação foi inicialmente divulgada pelo The Information.

Pessoa segurando smartphone que exibe o logo do Google Cloud
Acordo bilionário permitirá à empresa de Mark Zuckerberg acessar os serviços de nuvem da gigante das buscas (Imagem: Algi Febri Sugita/Shutterstock)

O acerto representa um movimento estratégico para o Google, que busca ampliar sua participação no mercado de infraestrutura de nuvem e competir com rivais de maior porte, como Amazon Web Services (AWS) e Microsoft Azure. No início deste ano, a empresa já havia conquistado a OpenAI como cliente, após a startup reduzir sua dependência da infraestrutura da Microsoft.

Google impulsiona cloud com acordo com a Meta

  • Em julho, a Alphabet (controladora do Google) informou que a divisão Google Cloud, que reúne tanto assinaturas de softwares de produtividade quanto serviços de infraestrutura, registrou receita de US$ 13,6 bilhões (R$ 74,33 bilhões) no segundo trimestre, com lucro operacional de US$ 2,83 bilhões (R$ 15,46 bilhões). O crescimento da receita, de 32%, superou a expansão geral da companhia, de 13,8%;
  • De acordo com uma das fontes ouvidas, o acordo com a Meta está centrado, principalmente, em infraestrutura de inteligência artificial (IA). A Meta vem investindo fortemente nessa área, tanto em infraestrutura quanto em talentos, com a expansão da família de modelos Llama e a incorporação de recursos de IA em seu portfólio de serviços;
  • Em seu último relatório de resultados, a empresa estimou que suas despesas totais para 2025 ficarão entre US$ 114 bilhões (R$ 623,12 bilhões) e US$ 118 bilhões (R$ 644,98 bilhões).
Logo da Meta em um smartphone
Meta também tem acordo com a Amazon (Imagem: gguy/Shutterstock)

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Fim da concorrência?

Embora sejam concorrentes históricos no mercado de publicidade online, Meta e Google encontraram um ponto de convergência diante da crescente demanda por infraestrutura em nuvem. A Meta já opera seus próprios data centers e mantém compromissos de uso também com a Amazon Web Services (AWS) e o Microsoft Azure.

Procurado pela CNBC, o Google preferiu não comentar o acordo.

Fachada do Google
Big tech está obtendo êxito em costurar acordos com suas concorrentes e outras grandes empresas de tecnologia, como a OpenAI (Imagem: MDoculus/iStock)

Puxadinho? Super IA da Meta começa a rodar em barracas

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, tem, acima de tudo, pressa para desenvolver sua tecnologia de superinteligência artificial. E a big tech está tão afoita para aumentar seu poder de computação que colocou data centers em barracas enquanto constrói prédios para eles.

Pelo menos, é o que revelou a SemiAnalysis (e repercutiu a Business Insider). Isso mostra como a Meta “quer expandir rapidamente sua capacidade de IA depois de ficar para trás de concorrentes como OpenAI, xAI e Google”, observa o site TechCrunch.

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“Minicérebros” amadurecem com grafeno em estudo sobre Alzheimer

Uma das pesquisas mais revolucionárias sobre Alzheimer acaba de dar mais um passo importante: cientistas criaram um método para amadurecer “minicérebros” usando grafeno, uma folha de carbono com um átomo de espessura.

A iniciativa do Instituto de Células-Tronco Sanford da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) conta com a participação do brasileiro Alysson Muotri, professor de pediatria e diretor do Centro Integrado de Pesquisa Orbital de Células-Tronco Espaciais da instituição.

raio-x cérebro
Agora, pesquisadores podem estudar a progressão da doença mais cedo (Imagem: Makhbubakhon Ismatova/iStock)

“Isso é um divisor de águas para a pesquisa cerebral”, disse ele. “Agora, podemos acelerar a maturação de organoides cerebrais sem alterar seu código genético, abrindo portas para pesquisas sobre doenças, interfaces cérebro-máquina e outros sistemas que combinam células cerebrais vivas com tecnologia.”

Cultivando cérebros

  • Organoides cerebrais, popularmente conhecidos como minicérebros, são modelos tridimensionais do cérebro humano derivados de células-tronco cultivados para o estudo de doenças neurológicas;
  • No entanto, eles amadurecem lentamente, podendo levar décadas para atingir as condições necessárias. Até agora, os métodos de estimulação exigiam modificação genética (optogenética) ou correntes elétricas diretas, que podem danificar neurônios frágeis;
  • Na nova pesquisa, os cientistas desenvolveram uma maneira segura, não genética, biocompatível e não prejudicial de influenciar a atividade neural ao longo de dias ou semanas;
  • O método — batizado de Estimulação Óptica Mediada por Grafeno (GraMOS, na sigla em inglês) — utiliza propriedades optoeletrônicas do grafeno para converter luz em sinais elétricos.

“Usando grafeno e luz, conseguimos estimular os neurônios a formarem conexões e amadurecerem mais rapidamente, sem as ferramentas optogenéticas tradicionais”, disse Elena Molokanova, Ph.D., coautora correspondente, CEO e inventora da tecnologia GraMOS na NeurANO Bioscience. “É como dar a eles um leve empurrão para crescerem mais rápido — essencial para estudar doenças relacionadas à idade em uma placa de vidro.”

carbono
Cientistas exploraram propriedades exclusivas do grafeno para criar sinais elétricos (Imagem: Love Employee/iStock)

Agora, os pesquisadores podem estudar a progressão da doença mais cedo, com novos insights sobre como enfermidades, como o Alzheimer, alteram os circuitos cerebrais, reduzindo, também, os prazos de testes de medicamentos. 

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Teste mesclando minicérebros e robôs

Em uma prova de conceito, os cientistas conectaram organoides cerebrais com interface de grafeno a um sistema robótico equipado com sensores. Ao detectar um obstáculo, o robô enviava um sinal para o “minicérebro”, que, então, o fazia mudar de rota.

Essa integração de sistemas neuro-biohíbridos mostra o potencial do grafeno em neurociência, nanotecnologia e neuroengenharia, segundo a equipe, e pode ajudar no desenvolvimento de próteses avançadas, por exemplo.

“Este é apenas o começo”, disse Muotri. “A combinação da versatilidade do grafeno com a biologia dos organoides cerebrais pode redefinir o que é possível na neurociência, desde a compreensão do cérebro até a criação de paradigmas tecnológicos inteiramente novos.”

robô cérebro
Integração de sistemas neuro-biohíbridos mostra o potencial do grafeno em neurociência (Imagem: Divulgação/UCSD)

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Projeto contra adultização nas redes sociais é aprovado pela Câmara

Na noite desta quarta-feira (20), a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) 2628/22, que trata da proteção de crianças e adolescentes na internet. A votação foi simbólica, havendo apoio de governo e oposição — esta última, antes, era contra o projeto.

Agora, a proposta segue para ser votada no Senado, com o texto passando a valer um ano após sanção presidencial.

A matéria estava parada na Casa desde 2024, mas foi colocada em pauta e aprovada em caráter de urgência na terça-feira (19) após denúncias da chamada adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais (leia mais abaixo sobre o tema).

Câmara dos Deputados durante votação de projeto de lei
Votação foi simbólica; oposição mudou de lado e aprovou o PL (Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Como foi a votação

O texto principal foi aprovado sem nenhuma alteração pelo relator, deputado Jadyel Alencar (Republicanos/PI), que fez apenas alguns ajustes de redação.

Enquanto segue obrigatório às plataformas removerem conteúdos após serem notificadas, mas sem precisar de ordem judicial, Alencar alterou quem pode apresentar denúncias. Anteriormente, era pedido apenas que a notificação não fosse anônima.

Isso foi feito para que a oposição diminuísse sua resistência ao projeto. Com isso, o rol de denunciantes diminuiu. Apenas as próprias vítimas, responsáveis legais, Ministério Público (MP) e entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes podem emitir uma denúncia.

Já no fim do rito, o deputado incluiu um trecho que permite à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) bloquear conteúdos considerados ofensivos.

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Criança com um smartphone na mão
PL cria regulações para proteger crianças e adolescentes nas redes (Imagem: audiznam260921/Shutterstock)

O que diz o Projeto de Lei que quer proteger os jovens na internet

  • O PL 2628/22 traz obrigações para fornecedores e garante controle de acesso a pais e responsáveis;
  • O documento foi apelidado de ECA Digital, em alusão ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA);
  • O texto quer que as plataformas digitais tomem medidas “razoáveis” para prevenção de riscos a crianças e adolescentes de acessarem conteúdos ilegais ou impróprios para certas faixas etárias;
  • A matéria entrou em pauta na Câmara nesta semana;
  • Isso se deu após o influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, denunciar a chamada adultização de crianças e adolescentes em perfis nas redes sociais (situação na qual jovens são colocados em situações inapropriadas para suas idades para fins de engajamento e monetização);
  • Após a denúncia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também cobrou dos deputados, senadores e ministros uma urgência com relação aos projetos que envolvem as plataformas digitais, incluindo o que as regulamentam;
  • O PL contra a adultização é de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB/SE) e tem apoio de organizações da sociedade civil que lutam em favor da proteção de crianças e adolescentes no Brasil.

O texto estabelece regras de proteção a crianças e adolescentes no ambiente digital, responsabiliza as plataformas e prevê a retirada de conteúdos criminosos mesmo sem decisão judicial.

Felca segurando celular com imagem de menina adolescente
Assunto veio à tona após influenciador Felca denunciar adultização de crianças e adolescentes (Imagem: Reprodução/YouTube)

Caso as plataformas não cumpram com o requisitado, sofrerão desde advertência e multa a proibição de exercer suas atividades no Brasil.

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O que realmente significa um aparelho com ótimo custo-benefício?

No mercado atual, em que a variedade de produtos e marcas é imensa, o termo custo-benefício tornou-se um dos principais critérios de escolha para consumidores

Mas o que, de fato, significa afirmar que um aparelho possui “ótimo custo-benefício”? A resposta vai além do preço baixo: trata-se de avaliar se os benefícios obtidos justificam o valor pago e se a escolha atende às necessidades de quem compra.

O conceito de custo-benefício

Qualidade e custos.
Qualidade e custos. / Crédito: SuPatMaN (Shutterstock)

O trade-off e o custo de oportunidade

Toda escolha envolve abrir mão de algo para obter outra coisa, o chamado trade-off. Quando compramos um celular, por exemplo, o custo não é apenas monetário, mas também o que deixamos de adquirir com aquele valor. Esse raciocínio está ligado ao custo de oportunidade, ou seja, o benefício perdido pela opção não escolhida.

Se uma pessoa decide investir em um notebook básico em vez de um modelo gamer, o custo de oportunidade está no desempenho superior que poderia ter, mas que foi sacrificado em troca de um preço mais acessível.

O equilíbrio entre preço e valor recebido

O custo-benefício não é sinônimo de “o mais barato”, mas de “o mais vantajoso dentro do orçamento e das necessidades do consumidor”. Em termos práticos, isso significa encontrar o ponto em que os recursos oferecidos por um produto compensam o valor pago.

A importância da análise custo-benefício

(Imagem: Guillem de Balanzo/Shutterstock)

Decisões mais conscientes

Ao comparar diferentes produtos, o consumidor consegue avaliar qual deles entrega mais vantagens por um preço justo. Isso evita desperdícios, garante melhor aproveitamento do dinheiro e ajuda na gestão financeira pessoal.

Impacto em empresas e governos

No mundo corporativo, a análise custo-benefício orienta investimentos, reduz gastos e aumenta a produtividade. Governos também utilizam esse critério em projetos de infraestrutura, avaliando se uma obra pública trará retorno social compatível com os recursos empregados.

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Exemplos de aparelhos e como avaliar o custo-benefício

Mulher comparando preços em um notebook.
Mulher comparando preços em um notebook. / Crédito: 13_Phunkod (Shutterstock)

Antes da compra, é essencial comparar modelos semelhantes de diferentes fabricantes. Recursos, durabilidade, assistência técnica e garantias entram na conta.

Sites e aplicativos de comparação de preços, histórico de valores, alertas de promoções e até programas de cashback ajudam a tornar a análise mais precisa e prática.

Televisão

Na escolha de uma TV, não basta olhar apenas o tamanho da tela. Recursos como resolução (Full HD, 4K ou 8K), taxa de atualização, HDR, conectividade e sistema operacional são determinantes. Uma TV de 43 polegadas 4K pode ter melhor custo-benefício que uma de 50 polegadas Full HD, já que oferece maior qualidade de imagem por um preço competitivo.

televisão gigante 4k
Reprodução: Amazon

Celular

No caso dos smartphones, é preciso equilibrar desempenho e preço. Processador, memória RAM, câmera e bateria devem ser analisados. Um celular intermediário pode ter melhor custo-benefício que um topo de linha, se entregar boa performance no dia a dia sem custar valores exorbitantes.

Ao mesmo tempo, vale lembrar que celulares de entrada costumam ter menos atualizações de sistema operacional e segurança disponíveis. Na prática, significaria trocar de aparelho com mais frequência. Ou seja, às vezes pode valer a pena investir um pouco mais dinheiro para garantir mais segurança.

Geladeira

Para refrigeradores, aspectos como consumo de energia, capacidade interna, durabilidade e recursos extras (frost free, dispenser de água e conectividade) pesam na análise. Uma geladeira mais eficiente energeticamente pode custar mais no início, mas gerar economia significativa na conta de luz ao longo dos anos.

Geladeira Family Hub Plus tem tela de 32 polegadas
Geladeira Family Hub Plus tem tela de 32 polegadas / Divulgação: Samsung

Airfryer

O eletrodoméstico que conquistou cozinhas precisa ser avaliado pela potência, capacidade, facilidade de limpeza e durabilidade do cesto. Uma airfryer de marca confiável, ainda que mais cara, pode ter vida útil maior e melhor desempenho do que modelos mais baratos.

Notebook e computadores

Ao comprar um notebook, é essencial observar tela, armazenamento (HD ou SSD), memória RAM, processador e conectividade. Um modelo básico, mas com SSD, pode oferecer mais agilidade no uso diário do que um com HD tradicional, representando melhor custo-benefício.

Máquina de lavar

Máquina de lavar
Dependência das lava e seca e secadoras estaria com os dias contados? (Imagem: Pixel-Shot/Shutterstock)

Aqui, o consumidor deve considerar capacidade de carga, tipos de programas de lavagem, eficiência no consumo de água e energia e nível de ruído. Uma máquina silenciosa, de menor consumo e durável tende a ter melhor custo-benefício, mesmo que não seja a mais barata.

Outros produtos

O conceito de custo-benefício também se aplica a outros itens do dia a dia, como micro-ondas, aspiradores de pó, ventiladores, smartwatches e até automóveis. Em todos os casos, a análise deve considerar não apenas o preço imediato, mas também durabilidade, manutenção, consumo de energia e adaptação às necessidades do comprador.

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8 melhores filmes com Scarlett Johansson e onde assisti-los online no streaming

De atriz mirim a uma das maiores estrelas hollywoodianas das últimas décadas, a atriz americana Scarlett Johansson coleciona sucessos em sua carreira. Protagonista de diversos filmes de prestígio crítico e de grande êxito de bilheteria, Johansson já recebeu várias indicações a prêmios importantes, como o Oscar.

No entanto, a atriz ficou realmente conhecida pelo grande público graças ao seu papel da heroína Viúva Negra nos filmes do Universo Compartilhado da Marvel. Mesmo assim, sua carreira vai muito além disso. A seguir, apresentamos uma lista com 8 filmes de destaque de Scarlett Johansson disponíveis em serviços de streaming.

Ponto Final: Match Point (2005)

Scarlett Johansson fumando
Ponto Final: Match Point (2005) / Crédito: Warner Bros. Pictures (divulgação)

Scarlett Johansson brilhou neste filme de Woody Allen, no qual recebeu elogios da crítica e conquistou indicações a premiações importantes, entre elas o Globo de Ouro de Melhor Atriz.

“Ponto Final: Match Point” é um suspense psicológico que ainda traz nomes como Jonathan Rhys Meyers, Emily Mortimer, Matthew Goode e Brian Cox no elenco.

No filme, Scarlett Johansson vive Nola, uma aspirante a atriz americana que mora em Londres. Ela inicia um caso com Chris (Meyers), um instrutor de tênis casado com uma jovem da alta sociedade (Mortimer). O envolvimento entre eles se complica ainda mais pelo fato de Nola também ser namorada do cunhado de Chris (Matthew Goode).

  • Onde assistir:
    • Amazon Prime Video.
    • Pluto TV (gratuito com anúncios).

Compramos Um Zoológico (2011)

Scarlett Johansson sorrindo
Compramos Um Zoológico (2011) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)

Esse filme feel good dirigido por Cameron Crowe é uma adaptação do livro de memórias de Benjamin Mee, que relata sua experiência ao comprar um zoológico.

Matt Damon é quem vive Benjamin, um pai viúvo que compra um zoológico falido e tenta reabrir o local ao público. Scarlett Johansson estrela o filme como Kelly, a experiente tratadora-chefe do zoológico e interesse amoroso do protagonista. Thomas Haden Church, Elle Fanning e John Michael Higgins completam o elenco.

  • Onde assistir: Disney+.

Lucy (2014)

Scarlett Johansson apontando uma arma
Lucy (2014) / Crédito: Universal Pictures (divulgação)

Escrito e dirigido por Luc Besson, “Lucy” é um filme de ação e ficção científica que se inspira no mito de que os seres humanos utilizam apenas 10% do cérebro.

Scarlett Johansson estrela como a personagem-título, uma jovem forçada a transportar drogas em seu corpo. Contudo, a bolsa se rompe, e Lucy acaba absorvendo a substância, adquirindo uma série de super-habilidades.

  • Onde assistir:
    • Netflix;
    • Telecine.

História de um Casamento (2019)

Scarlett Johansson deitada na cama
História de um Casamento (2019) / Crédito: Netflix (divulgação)

Uma das performances mais elogiadas na carreira de Scarlett Johansson está no drama “História de um Casamento”.

Johansson contracena ao lado de Adam Driver como um casal em processo de divórcio. O filme acompanha o doloroso trâmite, que envolve questões como a guarda do filho. Pela sua atuação, Scarlett Johansson recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz. A direção é de Noah Baumbach.

  • Onde assistir: Netflix.

Encontros e Desencontros (2003)

Scarlett Johansson com um guarda chuva
Encontros e Desencontros (2003) / Crédito: Focus Features (divulgação)

Um dos primeiros papéis adultos de destaque de Scarlett Johansson foi no drama da cineasta Sofia Coppola “Encontros e Desencontros”. A atriz interpreta uma jovem recém-casada que acompanha o marido a trabalho em Tóquio. 

No entanto, ela é deixada de lado pelo parceiro e passa a maior parte do tempo sozinha no país estrangeiro. Entretanto, as coisas mudam quando ela conhece outro americano solitário no Japão, um ator de meia-idade em crise vivido por Bill Murray, e estabelece com ele uma forte conexão.

  • Onde assistir: Amazon Prime Video.

Leia mais

Vicky Cristina Barcelona (2008)

Scarlett Johansson em um quarto
Vicky Cristina Barcelona (2008) / Crédito: Warner Bros. Pictures (divulgação)

Mais um filme da elogiada parceria entre Scarlett Johansson e Woody Allen que merece entrar nessa lista é “Vicky Cristina Barcelona”.

Johansson estrela ao lado de Rebecca Hall como duas americanas de férias em Barcelona, que se envolvem romanticamente com um pintor local (Javier Bardem). Além disso, a intensa ex-esposa dele (Penélope Cruz) complica ainda mais a situação.

  • Onde assistir: Pluto TV (gratuito com anúncios).

Como Não Perder Essa Mulher (2013)

Scarlett Johansson vestido vermelho
Como Não Perder Essa Mulher (2013) / Crédito: EuropaCorp (divulgação)

O ator Joseph Gordon-Levitt não só estrela “Como Não Perder Essa Mulher”, como também roteiriza e dirige o filme.

Gordon-Levitt interpreta Jon, um conquistador com estilo de vida independente que não deseja um relacionamento sério com ninguém. No entanto, as coisas começam a mudar quando ele conhece Barbara, personagem vivida por Scarlett Johansson. O elenco ainda conta com Julianne Moore.

  • Onde assistir: Amazon Prime Video.

Jojo Rabbit (2019)

Scarlett Johansson ao lado de um menino
Jojo Rabbit (2019) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)

Esta comédia dramática satírica de Taika Waititi é ambientada na Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial e traz Hitler como amigo imaginário de um garoto.

Na trama, Jojo, um menino membro da Juventude Hitlerista, tem sua vida virada de ponta cabeça depois que descobre que sua mãe, vivida por Scarlett Johansson, está escondendo uma garota judia (Thomasin McKenzie) no sótão de sua casa.

Pelo papel de uma mãe secretamente anti-nazista, Scarlett Johansson recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.

  • Onde assistir: Disney+.

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Os 10 melhores jogos da história, segundo a crítica

Quando falamos dos melhores jogos da história, a discussão pode ser um terreno pantanoso, cheio de opiniões apaixonadas e muita subjetividade. Mas, existe uma forma mais concreta de medir a qualidade e a influência dos jogos: as avaliações da crítica especializada, compiladas por plataformas como o Metacritic.

Esse site reúne as notas de dezenas de veículos de imprensa, sintetizando em uma média ponderada o que o mercado e a crítica acham das principais obras do universo gamer.

Nesta lista, reunimos os títulos com as notas mais altas da história, levando em conta seu impacto, inovação e qualidade técnica. É o top absoluto, um ranking que vai do clássico que mudou tudo até o jogo que reescreveu regras do gênero, tudo isso em ordem decrescente.

Se quer saber quais games fizeram (e ainda fazem) história, siga com a gente nessa viagem pelo que há de melhor no mundo dos videogames.

Quais são os 10 melhores jogos da história?

Super Mario Odyssey (Nintendo Switch) – Nota: 97

Imagem do jogo “Super Mario Odyssey” (2017) / Crédito: Nintendo (divulgação)

O Mario já era ícone, mas em 2017, “Super Mario Odyssey” elevou o conceito dos jogos de plataforma 3D. Introduzindo o chapéu Cappy, que permite controlar inimigos e interagir com o ambiente de formas inéditas, a Nintendo inovou e o transformou num marco.

O jogo não empurra o jogador para um caminho linear; a liberdade é total, o design dos mundos é brilhante, e a criatividade nas fases impressiona, tudo com aquele toque colorido e vibrante que só a Nintendo sabe fazer. Críticos destacaram a fluidez da jogabilidade e o equilíbrio perfeito entre desafio e diversão, o que garantiu seu lugar entre os melhores jogos da história.

Grand Theft Auto V (PlayStation 3, Xbox 360) – Nota: 97

Imagem: Rockstar/Reprodução

Aqui é Rockstar mostrando por que é a maior do mercado. Lançado em 2013, “GTA V” foi um marco em narrativa e mundo aberto. Três protagonistas, cada um com sua personalidade e história, uma Los Santos gigante para explorar e um monte de atividades paralelas.

O multiplayer online, que viria depois, também ampliou a longevidade do jogo. Críticos elogiaram a qualidade técnica, o roteiro afiado e a sensação de liberdade, que continua insuperável.

O título ainda influencia muitos games e mantém uma comunidade ativa anos depois, sendo o maior produto de entretenimento da história e impossível de ficar de fora de uma lista dos melhores jogos da história.

Red Dead Redemption 2 (PlayStation 4, Xbox One) – Nota: 97

Se “GTA V” é a cidade grande, “Red Dead Redemption 2” é o velho oeste em detalhes absurdos. Lançado em 2018, o jogo da Rockstar é uma aula de narrativa imersiva, com personagens complexos e motivações profundas.

O mundo aberto é gigantesco e vivo: animais reagem de verdade, o clima afeta jogabilidade, e até os NPCs têm rotinas que fazem tudo parecer natural.

A crítica destacou o realismo extremo e o storytelling emocional, que fazem do jogo um filme interativo e uma experiência quase transcendental para quem joga.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Nintendo Switch) – Nota: 97

imagem mostra capa do jogo The Legend of Zelda Breath of the Wild
Capa do jogo “The Legend of Zelda Breath of the Wild” (Divulgação: Nintendo)

Em 2017, a Nintendo deu um banho de inovação com “Breath of the Wild”. A franquia Zelda ficou conhecida por suas aventuras com quebra-cabeças, mas aqui, a palavra é liberdade total.

Você pode ir para onde quiser, escalar montanhas, combinar armas e itens de um jeito não linear e explorar um mapa gigantesco. A física do jogo permite criar situações malucas e o sistema de sobrevivência com clima e resistência faz o jogo parecer um mundo real.

Críticos viram isso como uma revolução, elevando o conceito de mundo aberto a outro patamar e o cravando como um dos melhores jogos da história.

Tony Hawk’s Pro Skater 3 (PlayStation 2) – Nota: 97

'Tony Hawk's Pro Skater 3'. Imagem: Activision/Divulgação
‘Tony Hawk’s Pro Skater 3’. Imagem: Activision/Divulgação

Esse clássico de 2001 é um divisor de águas para os jogos de esportes radicais. Ele tinha a difícil missão de suceder o jogo anterior, que é para muitos o melhor jogo de esporte da história, mas ele assumiu uma missão a mais.

Além da jogabilidade ultra fluida e responsiva, “Tony Hawk’s Pro Skater 3” foi pioneiro em multiplayer online, algo inovador para a época. Os níveis são icônicos, o design dos mapas equilibra desafio e diversão, e a trilha sonora é uma das mais lembradas pelos fãs, com rock e punk na medida certa.

A crítica adorou como o jogo conseguiu manter o equilíbrio entre realismo e arcade, o que o tornou um dos melhores jogos para skatistas virtuais e um marco cultural.

Perfect Dark (Nintendo 64) – Nota: 97

Imagem: Adrenaline/Divulgação

Lançado em 2000, “Perfect Dark” é o FPS que muitos fãs da Nintendo consideram a resposta da empresa ao domínio de “GoldenEye 007”.

Com uma história de espionagem futurista, o jogo se destacou pelo multiplayer robusto, inteligência artificial avançada e uma campanha com objetivos variados. O arsenal é diverso, as armas têm funcionalidades diferentes, e a jogabilidade equilibra ação rápida com estratégia.

A crítica considerou o título revolucionário, tanto no design quanto na tecnologia para o Nintendo 64, consolidando-o como um dos melhores jogos da era.

Grand Theft Auto IV (PlayStation 3, Xbox 360) – Nota: 98

Imagem: Rockstar Games/Divulgação

Com lançamento em 2008, “GTA IV” trouxe uma pegada mais séria e madura para a franquia, focando em uma narrativa densa e personagens complexos, especialmente Niko Bellic, o protagonista.

A recriação detalhada da Liberty City, baseada em Nova York, impressionou pela densidade e realismo. O jogo inovou no sistema de física e na interação com o ambiente, tornando cada ação mais crível.

Críticos apontaram a profundidade narrativa e o tom mais realista como pontos altos, marcando um salto de qualidade para jogos de mundo aberto.

SoulCalibur (Dreamcast) – Nota: 98

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‘Soul Calibur’, de 1999. Imagem: Bandai Namco Entertainment/Reprodução

Lançado em 1999, “SoulCalibur” revolucionou o gênero de luta com gráficos 3D impressionantes para a época, controles precisos e uma mecânica de combate fluida e estratégica.

O jogo trouxe uma diversidade de personagens com estilos únicos e armas variadas, tornando cada luta diferente. O sistema de bloqueios, combos e movimentos especiais foi amplamente elogiado, e o modo história trouxe contexto e carisma aos personagens.

Para a crítica, “SoulCalibur” é um marco técnico e de design que influenciou todos os jogos de luta que vieram depois.

Tony Hawk’s Pro Skater 2 (PlayStation) – Nota: 98

Imagem: YouTube/Reprodução

Antes do terceiro, o segundo jogo da série, lançado em 2000, já era um fenômeno. Ele ampliou tudo que deu certo no primeiro título: novos truques, níveis mais elaborados e um sistema de pontuação que deixava o jogador viciado. A trilha sonora, cheia de clássicos do punk e ska, ajudou a criar uma atmosfera única.

A crítica destacou a evolução da jogabilidade, que manteve o equilíbrio perfeito entre acessibilidade e profundidade, tornando-o um dos melhores jogos de esportes da história.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time (Nintendo 64) – Nota: 99

'Legend of Zelda: Ocarina of Time'
Cena de ‘Legend of Zelda: Ocarina of Time’. Imagem: Nintendo/Reprodução

O rei dos melhores jogos. Desde 1998, “Ocarina of Time” é considerado um marco na história dos videogames. Ele introduziu mecânicas revolucionárias para a época, como o sistema de mira “Z-targeting”, que tornou o combate em 3D muito mais fluido.

A narrativa épica de Link para salvar Hyrule, combinada com uma exploração rica e puzzles inteligentes, cativou críticos e jogadores. O jogo é referência em design, trilha sonora e inovação, e até hoje influencia títulos modernos.

Vale lembrar que essa lista utilizou como critério, o ranking do próprio Metacritic, que compila as reviews de diversos veículos importantes do mercado dos games, não sendo uma lista definitiva. Afinal, regularmente diversos jogos fantásticos são lançados e encantam jogadores em todo mundo.

O post Os 10 melhores jogos da história, segundo a crítica apareceu primeiro em Olhar Digital.



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Big techs atraem talentos de IA, mas startups podem pagar o preço

As grandes empresas de tecnologia estão pagando fortunas e adotando táticas pouco convencionais para contratar os melhores pesquisadores de inteligência artificial, no que vem sendo chamado de “aquisição reversa”, como explica o Wall Street Journal.

Nesta tática, em vez de adquirir startups inteiras, elas contratam fundadores e equipes-chave, licenciam tecnologias e deixam o restante da empresa para seguir novos caminhos ou serem adquiridas por outra companhia.

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Microsoft, Meta, Amazon e Google contratam fundadores e pesquisadores, minando a cultura de risco e inovação do Vale do Silício – Imagem: Anggalih Prasetya/Shutterstock

Big techs investem em peso

  • Microsoft, Meta, Amazon e Alphabet já realizaram operações desse tipo, pagando bilhões por executivos e licenças de tecnologia.
  • A prática permite às Big Techs obter talento e inovação rapidamente, sem enfrentar obstáculos regulatórios ou integrações complexas, em meio à corrida pela supremacia da IA.
  • No entanto, essa estratégia pode prejudicar a cultura de risco e recompensa que sustenta o Vale do Silício.
  • Funcionários de startups tradicionais, que apostam no sucesso de uma empresa em troca de retornos elevados, muitas vezes perdem oportunidades ou não recebem compensações equivalentes.
  • Exemplos recentes incluem a aquisição da Windsurf pelo Google, que deixou muitos funcionários frustrados com pagamentos inferiores aos esperados.
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Grandes empresas contratam talentos e licenciam tecnologia de startups – Imagem: Poetra.RH/Shutterstock

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Startups saindo prejudicadas

Especialistas alertam que, se a tendência continuar, profissionais podem optar por ingressar diretamente em grandes empresas, reduzindo a disponibilidade de talentos para startups e tornando o ecossistema mais superficial.

Embora as Big Techs se beneficiem a curto prazo, essa dinâmica ameaça o motor de inovação que fez do Vale do Silício uma referência global em tecnologia.

Conceito de inteligência artificial
Estratégias de aquisição reversa atraem pesquisadores de ponta, mas ameaçam startups e inovação tecnológica (Imagem: metamorworks/ Shutterstock)

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