Vizinhos de Zuckerberg não estão contentes com CEO da Meta; entenda

A rotina de Mark Zuckerberg, CEO da Meta, estaria incomodando vizinhos em Crescent Park, um bairro na cidade de Palo Alto, na Califórnia (EUA). O empresário é dono de pelo menos 11 residências na região, segundo uma reportagem do jornal The New York Times.

Nos últimos 14 anos, Zuckerberg gastou mais de US$ 110 milhões (R$ 594 milhões) para adquirir as casas. Ele teria oferecido o dobro ou até mesmo o triplo do valor original para os proprietários, exigindo acordo de confidencialidade, diz a publicação. Sua fortuna é avaliada em US$ 272 bilhões (R$ 1,4 trilhão), de acordo com ranking da revista Forbes.

Parte dos imóveis foi demolida para levantar um condomínio particular — incluindo uma escola frequentada pelas filhas do executivo e outras crianças. Isso mesmo com o código municipal proibindo o uso de uma residência do bairro como unidade escolar.

Vista aérea do trânsito em Palo Alto (Imagem: Michael Vi/Shutterstock)

Segundo o jornal estadunidense, Crescent Park é frequentado por médicos, advogados, executivos e professores da tradicional Universidade de Stanford, e as mudanças promovidas pelo CEO da Meta não agradam a vizinhança.

Zuckerberg dando um jeitinho

  • O conselho municipal de Palo Alto já emitiu mais de 56 licenças para Zuckerberg, o que levantou desconfiança dos moradores;
  • “Ele tem encontrado brechas em nossas leis locais e decretos de zoneamento”, disse ao NYT Greer Stone, que faz parte do conselho;
  • Mais recentemente, a polícia instalou placas em vias públicas do bairro proibindo o estacionamento por um período de cinco horas em uma quarta-feira à noite. O motivo seria um churrasco organizado pelo empresário no quintal de uma das casas, segundo o jornal;
  • O condomínio da família está cercado por uma alta fileira de árvores entre as vias Edgewood Drive e Hamilton Avenue. Cinco das casas são conectadas entre si, sendo que uma delas dá acesso à escola, onde cinco professores trabalharam no último ano letivo.
Zuckerberg e a esposa, Priscilla Chan, em uma das festas em Palo Alto (Imagem: Reprodução)

Os vizinhos também são comunicados de festas e eventos “potencialmente perturbadores” e recebem um número de telefone para relatar problemas, segundo a publicação. Em alguns casos, as ruas ficam bloqueadas por dias.

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Complexo subterrâneo

Os imóveis ganharam extensões subterrâneas, com um complexo de 650 m² descrito como “porões” nas licenças de construção emitidas pelo conselho. As obras levaram oito anos, período em que os vizinhos tiveram de lidar com barulho, pneus furados por entulhos, retrovisores arrancados e garagens bloqueadas pelas máquinas.

Fortuna do empresário é estimada R$ 1,4 trilhão (Imagem: Reprodução/Meta)

A dimensão do empreendimento exigiu a instalação de um amplo sistema de vigilância, com câmeras que captam até mesmo a propriedade de vizinhos. Seguranças particulares circulam pelo bairro questionando pedestres e visitantes, de acordo com a reportagem.

Além do condomínio em Palo Alto, Zuckerberg é dono de uma mansão de 1.400 m² recém-adquirida por US$ 23 milhões (R$ 124,2 milhões) em Washington, D.C., além de um terreno de 930 hectares na ilha havaiana de Kauai e de um complexo ainda em construção às margens do Lago Tahoe.

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4 curiosidades sobre o trem-bala do Japão que aguenta terremotos

O E10 Shinkansen, que vai compor a linha Tohoku Shinkansen para transporte ferroviário no Japão, é um trem-bala que vem sendo desenvolvido em parceria pelas empresas East Japan Railway Company e a Tangerine. 

O veículo deve chegar ao mercado em 2027, trazendo um design mais futurista e tecnologias que prometem ser revolucionárias no setor ferroviário japonês.

4 curiosidades sobre o trem-bala do Japão que aguenta terremotos

O novo trem-bala deve substituir os veículos E2 e E5, ligando Tóquio à região de Tohoku. O veículo traz novidades importantes. A seguir, veja 4 delas e surpreenda-se com as revoluções prometidas nesse novo veículo.

1. O trem-bala japonês aguenta terremotos

Para proporcionar mais segurança aos futuros passageiros do novo trem-bala, a East Japan Railway Company e a Tangerine estão trabalhando em um sistema para aguentar terremotos. 

Linhas registradas por sismógrafo durante terremoto
Leitura gráfica de uma onda de choque gerada por um terremoto (Imagem: MuhsinRina/Shutterstock)

Para isso, o projeto inclui um sistema de prevenção de descarrilamento, amortecedores laterais que auxiliam na absorção de vibrações durante terremotos e um mecanismo de redução da distância de frenagem.

2. A velocidade máxima ultrapassa 300 km/h

Veículo em alta velocidade
Trem-bala em alta velocidade – Imagem: muratart/Shutterstock

Conforme informações das duas fabricantes do novo trem-bala japonês, o veículo poderá alcançar a velocidade de 320 km/h durante as viagens. Para efeito comparativo, saiba que um trem-bala costuma atingir máximas de 250 a 300 km/h. 

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3. Possui pinturas nas partes internas e externas

Outra grande inovação está na pintura, pois em sua parte externa ela foi feita para homenagear as regiões onde o veículo passa, trazendo, assim, cores com inspiração em litorais e florestas do Japão. 

Trem-bala
Parte interna do trem-bala japonês – Imagem: Divulgação/Tangerine

As principais cores são os tons de verde, que fazem referência às florestas e as nuances de rosa colocadas em linhas curvas, gerando uma conexão entre os vagões e formando pétalas de flores de sakura.

4. Há diferentes tipos de trem-bala

Trem-bala
Um modelo de trem-bala no Japão – Crédito editorial: pio3 / Shutterstock.com

Essa é uma curiosidade interessante em relação à linha Tohoku Shinkansen. De acordo com o portal Japan RailPass, há diferentes tipos de trens que operam nela. 

São eles:

  • Hayabusa Shinkansen, considerado o mais rápido da linha por atingir até 320 km/h;
  • Hayate Shinkansen, responsável por circular entre Tóquio e Morioka;
  • Yamabiko Shinkansen, o qual vai de Tóquio para Morioka e Sendai, no norte;
  • Nasuno, que param em todas as estações entre Koriyama e Tóquio, sendo considerados os mais lentos da linha;
  • Komachi Shinkansen, veículos acoplados aos Hayabusa quando viajam entre Tóquio e Morioka.

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Como tirar linha verde da tela do seu celular Samsung?

Alguns usuários de celulares da Samsung já se depararam com um problema bem desconfortável: uma linha verde na vertical da tela do dispositivo. Essa falha já ocorreu nos smartphones Galaxy S21, S21 FE, M21, M52 5G, A73 e Z Flip 3.

Algumas pessoas relataram que isso apareceu após uma atualização de sistema. O mesmo aconteceu com modelos mais recentes, como o S23, S23 Ultra e S24

Mas, afinal, o que fazer quando isso acontece? Será necessário trocar a tela do dispositivo? Na sequência deste conteúdo, vamos trazer algumas dicas que podem ajudá-lo a recuperar esse componente. 

6 dicas para solucionar problema de linha verde na tela do seu Samsung

Primeiramente, saiba que, caso o problema esteja relacionado ao visor, muito provavelmente será necessário trocar a tela. Entretanto, se a falha estiver acontecendo por conta do sistema, há algumas coisas que podem ser feitas para corrigi-la. 

Botão de reiniciar no S23
Captura de tela de um smartphone S23 – Imagem: Matheus Chaves/Olhar Digital

1. Reinicie o seu smartphone

Inicialmente, a melhor tentativa que você pode fazer é reiniciar o dispositivo. Para isso, se você estiver utilizando um aparelho atual, como o S23, basta deslizar o dedo sobre a tela do seu celular de cima para baixo, repetir a ação para abrir mais opções e aparecer o botão power. Então, toque sobre ele e escolha a opção “Reiniciar”.

Se o problema tiver ligação com alguma falha temporária de software, esse processo deve resolvê-lo, retirando a linha verde da tela de seu aparelho. 

2. Verifique se há novas atualizações 

Pessoa segurando um smartphone com Android que está sendo atualizado
Sistema chegará mais cedo (Imagem: TY Lim/Shutterstock)

Caso a falha seja advinda de alguma atualização que você fez em seu aparelho, é plausível que a Samsung disponibilize outra para corrigir o erro. Para verificar, abra o aplicativo de configurações do seu dispositivo, vá até o final e selecione “Atualização de software”. Na sequência, aperte em “Baixar e instalar”. 

Caso haja alguma atualização, ela será baixada de forma automática e depois é só instalá-la. Caso contrário, aparecerá a mensagem “Seu software está atualizado”. 

Um ponto importante é que você deve atualizar o smartphone apenas se ele tiver bateria suficiente para se manter com carga durante o processo. 

3. Reinicie o celular no Modo de Segurança

Pessoa usando smartphone
Pessoa mexendo no celular (Imagem: PxHere)

Outra possibilidade é reiniciar o aparelho no Modo de Segurança, mantendo apenas as funções essenciais do sistema ativas. É muito simples fazer isso: desligue e ligue o dispositivo e, durante a inicialização, aperte e segure o botão de reduzir o volume até que o celular reinicie no Modo de Segurança. 

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4. Desinstale aplicativos instalados recentemente

aplicativos da Microsoft
Foto meramente ilustrativa de apps no celular – Imagem: Ed Hardie/Unsplash

Tente lembrar se o problema apareceu após a instalação de algum aplicativo. É possível que o programa seja incompatível com o sistema ou contenha alguma falha. Caso tenha sido isso, remova o app e veja se a linha verde desaparece da tela.

5. Restaure o dispositivo

Restaurar S23
Captura de tela de um smartphone S23 mostrando onde clicar para restaurar o dispositivo – Imagem: Matheus Chaves/Olhar Digital

Uma maneira ainda mais radical de tentar reparar o problema é voltar às configurações de fábrica do dispositivo. Para isso, é necessário restaurá-lo. Antes de realizar essa ação, lembre-se de salvar em outro equipamento tudo que você tem de importante no seu celular, pois o processo apagará todos os seus arquivos. 

Acesse as configurações do seu celular > vá em “Gerenciamento geral” > toque em “Restaurar” > acesse “Restaurar para os padrões de fábrica” > continue o processo conforme as instruções que vão aparecer no aparelho > coloque a senha dele e espere até que a restauração seja concluída e o smartphone exiba a tela de configurações iniciais.

6. Procure a assistência técnica da Samsung

samsung
Fachada de um estabelecimento da Samsung – Imagem: Robert Way/Shutterstock

Se nada der certo, o ideal é entrar em contato com a assistência técnica da Samsung, pois os profissionais vão avaliar o problema do dispositivo e dizer se é algo causado por alguma falha de responsabilidade da marca ou mau uso. Além disso, caso o seu aparelho esteja na garantia, é possível que a empresa faça a troca da tela sem cobrar pelo serviço.

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8 hábitos comuns que trazem riscos à saúde

No cotidiano, muitas vezes adotamos hábitos sem considerar suas consequências. Muitos parecem inofensivos e fazem parte da rotina de grande parte das pessoas. No entanto, alguns comportamentos comuns podem, com o tempo, prejudicar o bem-estar e causar problemas de saúde que poderiam ser evitados.

Mas quais serão esses hábitos? Ficou curioso e quer saber para poder dar uma maneirada? Então continue lendo.

Usar cotonete para limpar os ouvidos

Mulher coçando o ouvido com cotonete
Mulher coçando o ouvido com cotonete (Imagem: fizkes/Shutterstock)

Muita gente usa cotonete porque acha que é saudável e higiênico. Além disso, é difícil resistir à sensação de aliviar a coceira dentro do ouvido com ele. No entanto, profissionais de saúde não recomendam usar cotonete para limpar os ouvidos.

Em vez de remover a cera, o cotonete empurra ela para dentro do canal auditivo. Isso pode entupir o ouvido (impactação de cerume) e causar inflamações, como otite externa ou média. Também existe o risco de perfurar o tímpano, caso o cotonete seja usado com força.

O correto é limpar só a parte externa da orelha, com o dedo ou um pano macio, sem colocar objetos dentro do canal auditivo.

Mascar chiclete com frequência

Mulher mascando chiclete (Imagem: Billion Photos/Shutterstock)

Muita gente tem o hábito de mascar chiclete para manter o hálito fresco ou aliviar a ansiedade. Além do risco de cáries (quando contém açúcar) e da crença (equivocada) de que engolir o produto faz mal, o verdadeiro problema está no ato de mastigar com frequência. 

Mastigar por longos períodos pode sobrecarregar a articulação da mandíbula, causar dor, estalos, dificuldade para mastigar e até dor de cabeça.

Além disso, esse hábito pode estimular a produção de ácido no estômago mesmo sem alimentos, o que, em algumas pessoas, pode agravar sintomas de gastrite ou refluxo.

Prender o espirro

mulher espirrando
Crédito: Mix and Match Studio (Shutterstock/reprodução)

Prender o espirro tapando o nariz ou a boca não é recomendável. Isso faz com que o ar, ao ser impedido de sair, aumente a pressão interna na cabeça e no tórax. O resultado pode incluir dor de cabeça, lesões nos tímpanos, rompimento de vasos, além de danos na garganta, traqueia e pulmões.

Em situações mais raras, esse aumento repentino de pressão pode contribuir para quadros neurológicos graves, como um AVC, especialmente em pessoas com maior predisposição. O mais seguro é deixar o espirro sair naturalmente.

Dormir com o celular na cama

Mulher exausta deitada na cama usando o celular, sem conseguir dormir
Mulher exausta deitada na cama usando o celular, sem conseguir dormir. / Crédito: DimaBerlin (Shutterstock/reprodução)

O celular passou a estar presente em praticamente todos os momentos do dia e se incorporou à rotina de forma quase automática. Por isso, é comum que muitas pessoas levem o aparelho para a cama e o utilizem até instantes antes de dormir.

Porém, apesar disso parecer inofensivo, pode comprometer demais a nossa qualidade do sono. A luz azul da tela interfere na produção de melatonina, o hormônio do sono, dificultando o adormecer. Com o tempo, noites mal dormidas com frequência aumentam o risco de problemas como irritabilidade, dificuldade de concentração e até alterações no metabolismo.

Roer as unhas

Um simples hábito pode te ajudar a parar de roer unhas (Foto: BLACKDAY/Shutterstock)

Essa é uma das manias mais comuns que existem. Porém, esse hábito tão presente no nosso dia a dia e que parece inofensivo, na verdade pode prejudicar a saúde.

Além de estar associado ao estresse ou à ansiedade, roer unhas expõe o organismo a riscos. Debaixo das unhas, acumulam-se bactérias e vírus que podem ser levados à boca, favorecendo infecções.

O hábito também pode causar feridas ao redor dos dedos, inflamações (como a paroníquia) e deformações permanentes nas unhas. Em alguns casos, afeta até os dentes e a articulação da mandíbula.

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Apertar cravos e espinhas

acne
Adolescente espremendo espinhas do rosto (Crédito: New Africa/Shutterstock)

Muitos veem a espinha ou o cravo como algo que não deveria estar ali e que deve ser eliminado imediatamente, levando a apertá-los.

No entanto, apertar cravos e espinhas pode piorar a situação. Ao espremer, você pode causar inflamação, infecção e até deixar cicatrizes permanentes na pele. Além disso, esse hábito pode provocar manchas escuras, conhecidas como hiperpigmentação pós-inflamatória. Por isso, o recomendado é procurar tratamento adequado com um dermatologista.

Usar roupas muito apertadas

Por moda ou vaidade, looks com roupas bem apertadas são algo que muita gente adota, mas esse hábito pode trazer problemas para a saúde. Roupas muito justas dificultam a circulação sanguínea, causando formigamento, inchaço e dores musculares. Também podem contribuir para o surgimento ou agravamento de varizes, já que comprimem as veias e dificultam o retorno do sangue ao coração. 

Além disso, o atrito constante pode irritar a pele, provocar assaduras e aumentar o risco de infecções por acúmulo de suor. Com o tempo, o uso frequente pode até afetar a postura.

Passar muito tempo sentado

Mulher estressada sentada com a mão na cabeça na frente do notebook
Mulher sentada a uma mesa de escritório (Imagem: Natee Meepian / iStock)

Todo mundo sabe que passar horas sentado não faz bem. Ainda assim, com rotinas como o home office, muita gente acaba refém desse hábito. E o pior: mesmo quem pratica atividades físicas regularmente depois de um dia inteiro sentado não está livre dos efeitos negativos.

Isso porque, mesmo com exercícios diários, permanecer imóvel por várias horas seguidas pode prejudicar a circulação, aumentar a rigidez muscular e causar dores, especialmente na região lombar.

Esse hábito também está ligado a riscos de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2. Por isso, é fundamental não só fazer exercícios, mas também incorporar pequenas pausas durante o dia para levantar, caminhar e alongar o corpo.

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8 celulares Samsung com proteção contra água para você comprar

Atualmente, diversos celulares contam com a tecnologia de proteção contra água. O recurso é excelente para evitar que acidentes, como a queda do aparelho em locais com água, danifiquem o dispositivo. Você está em busca de um smartphone com esse tipo de funcionalidade? A seguir, o Olhar Digital traz 8 modelos da Samsung com proteção contra água para você comprar. 

Veja os smartphones da Samsung que possuem resistência contra a água

A lista a seguir conta com alguns dos smartphones mais modernos da marca na atualidade. A seguir, conheça os aparelhos, suas respectivas informações técnicas e o nível de proteção contra água de cada um deles. 

1. Galaxy S23

Galaxy S23 em oferta
(Montagem: Olhar Digital)

Este celular foi lançado no início de 2023, mas ainda é uma boa opção para quem busca um aparelho top de linha e com proteção contra água. Isso porque ele detém a classificação IP68, o que significa que ele é à prova de poeira e tem proteção contra os efeitos da imersão do aparelho em água até 1,5 metro de profundidade por 30 minutos.

Suas especificações também são boas. A tela é de 6.1 polegadas com taxa de atualização Super Smooth 120Hz, capaz de chegar a 240 Hz no Modo Game, o que significa que a exibição de imagens é suave e responsiva.

Destaque ainda para a tecnologia AMOLED Dinâmico 2X, que proporciona imagens bonitas e vívidas. Sua lente principal é de 50 MP, o conjunto ultrawide possui 12 MP e o telefone é de 10 MP. Já a câmera frontal tem 12 MP.

O seu processador é o Snapdragon 8 Gen 2 da Qualcomm, capaz de oferecer um excelente desempenho, até mesmo em jogos. A sua memória RAM é de 8 GB. A bateria do dispositivo tem 3.900 mAh, o que, de acordo com a Samsung, garante que o aparelho permaneça com carga durante um dia inteiro.

Você pode comprar este celular usado por cerca de R$ 3.000 na Amazon.

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2. Galaxy S24 FE 

Montagem com versões verde, azul e grafite do Galaxy S24 FE, que agora está disponível no Brasil
Foto do S24 FE – Imagem: Divulgação/Samsung

Lançado em outubro de 2024, este dispositivo também possui a classificação IP68. Além disso, ele tem a tela de 6,2 polegadas, tecnologia AMOLED e a taxa de atualização que pode atingir os 120 Hz. Em relação às câmeras, a traseira tripla tem 50 MP, além do assistente de fotografia para auxiliar no redimensionamento e retoque das fotografias por meio de inteligência artificial.

O smartphone ainda tem o processador Snapdragon 8 Gen 2, capaz de entregar alto desempenho. Alinhado a isso, ele possui 8 GB de memória RAM. Sua bateria também é potente, pois tem 4.700 mAh.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 2.600 na Amazon.

3. Galaxy S25

Samsung Galaxy S25
Samsung Galaxy S25. Imagem: Samsung / Divulgação

Se você está em busca de um aparelho topo de linha e ainda mais recente, saiba que o Galaxy S25 é uma ótima opção. Ele também possui a classificação IP68. Além disso, tem uma tela de 6,2 polegadas e tecnologia tipo Dynamic AMOLED 2X, capaz de proporcionar cores vibrantes, altas taxas de contraste e excelente resolução. Sua taxa de atualização também é de 120 Hz. 

O seu conjunto de câmeras conta com a lente principal de 50 MP, uma ultrawide de 12 MP para fotografias em campo ampliado e a teleobjetiva de 12 MP para fotos à distância. Já a frontal tem 12 MP. O seu processador é o Snapdragon 8 Elite for Galaxy, mais avançado do que o do modelo S24 FE, entregando maior velocidade e desempenho. Ele ainda vem com 12 GB de memória RAM.

Sua bateria é um pouco menor, pois tem apenas 4.000 mAh, o que, segundo a fabricante, garante até 29 horas de reprodução de vídeos.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 4.000 na Amazon.

4. Galaxy Z Flip 6

Samsung Galaxy Z Flip 6 em loja
Samsung Galaxy Z Flip 6 em loja. Imagem: umitc / Shutterstock

Lançado em julho de 2024, o Galaxy Z Flip 6 é uma ótima opção para quem deseja adquirir um celular dobrável de alta qualidade e com proteção contra água. Com a classificação IP48, ele é parcialmente protegido da entrada de poeira e pode ser submerso em água doce por até 1,5 metro e durante 30 minutos. 

Suas especificações também são muito boas, começando pelas proporções de 85,1 x 71,9 x 14,9 mm. Ao ser aberto, ele chega a 165,1 mm de altura. O aparelho é fino e compacto.

Sua tela tem 6,7 polegadas no display principal e a tecnologia AMOLED Dinâmico 2X para dar uma maior quantidade de cores e suportar brilhos mais altos. Sua taxa de atualização adaptável é de 120 Hz. O display interno tem 3,4 polegadas, tecnologia Super AMOLED e taxa de atualização de 60 Hz.

No quesito câmeras, são 50 MP na lente principal e 12 MP na ultrawide. Já a frontal tem 10 MP. Seu processador, o Snapdragon 8 Gen 3 for Galaxy é muito poderoso, sendo capaz de atingir 3,39 GHz de velocidade. Sua memória RAM possui 12 GB.

O aparelho ainda tem a bateria de 4.000 mAh, podendo proporcionar até 68 horas de reprodução musical e 23 horas de vídeos.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 3.940 na Casas Bahia.

5. Galaxy Z Fold 6

Samsung Galaxy Z Fold 6
Pessoa segurando um Samsung Z Fold 6 – Imagem: Karlis Dambrans / Shutterstock.com

Também lançado em 2024 e com a mesma classificação IP48, este aparelho da Samsung é uma ótima opção para quem quer ter um celular que pode ficar com a aparência de um tablet.

O dispositivo da linha de dobráveis da marca, conta com uma tela de 6,3 polegadas quando o aparelho está fechado e 7,6 ao ser aberto. Elas possuem a tecnologia Dynamic AMOLED 2X, oferecendo maior brilho e definição de imagem. 

Suas câmeras também entregam alta qualidade, pois o sensor principal possui 50 MP com zoom óptico de 2x, a telefoto tem 10 MP e a ultra-angular é equipada com 12 MP. O sensor frontal é de 10 MP. O seu processador é o Snapdragon 8 Gen 3, com 12 GB de memória RAM. 

A bateria tem 4.400 mAh de capacidade, dando uma autonomia de 77 horas de reprodução musical.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 7.900 na Amazon.

6. Galaxy A56

Samsung Galaxy A56
Samsung Galaxy A56. Imagem: Samsung / Divulgação

Lançamento da Samsung em 2025 na linha de intermediários da marca, o Galaxy A56 traz a certificação IP67, ou seja, é totalmente protegido da poeira e pode ficar submerso em até 1 metro de água por 30 minutos. Sua tela tem 6,7 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz.

As câmeras deste smartphone também são boas, pois tem 50 MP na lente principal, 12 MP na ultrawide, uma lente macro de 5 MP e a frontal de 12 MP.

Em relação ao seu processador, ele é o Exynos 1585, um chip inferior aos dos outros aparelhos citados nessa lista, mas que também entrega um bom desempenho, inclusive com gráficos incríveis durante os jogos. Sua memória RAM tem 8 GB, o que proporciona uma ótima performance em multitarefas. 

A bateria do celular possui 5.000 mAh, capaz de permitir que sejam reproduzidos vídeos durante 29 horas ininterruptas.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 2.000 na Amazon.

7. Galaxy A36 

Samsung Galaxy A36
Samsung Galaxy A36. Imagem: Samsung / Divulgação

Outro modelo intermediário para quem quer ter um aparelho com bom desempenho para o dia a dia, um design de celular top de linha e proteção contra água é o Galaxy A36. O smartphone possui a certificação IP67, uma tela de 6,7 polegadas, taxa de atualização de 120 Hz.

Em relação ao conjunto de câmeras, são 50 MP na lente principal, 8 MP na ultrawide, 5 MP na macro e 12 MP na frontal. O seu processador é o Snapdragon 6 Gen 3, que oferece um bom desempenho para as tarefas do dia a dia e alguns jogos.

Além disso, o Galaxy A36 pode ser encontrado em duas versões: 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento e 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A bateria do aparelho conta com 5.000 mAh.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 2.000 na Amazon.

8. Galaxy A26

Galaxy A26. Imagem: Samsung
Galaxy A26. Imagem: Samsung

Também da linha de intermediários da Samsung, com classificação IP67 e lançado em 2025, este aparelho tem uma tela de 6,7 polegadas, tecnologia Super AMOLED e taxa de atualização de 120 Hz. A câmera do dispositivo tem 50 MP na lente principal, uma ultrawide de 8 MP, a macro de 2 MP e frontal de 13 MP. 

No quesito desempenho, o seu processador é o Exynos 1280, capaz de atingir uma velocidade de 2,4 GHz, bom para o dia a dia. Sua memória RAM é de 8 GB e a bateria tem capacidade de 5.000 mAh.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 1.550 na Amazon.

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Atlético-MG x Grêmio: onde assistir, horário e escalação do Brasileirão

Neste domingo (17), Atlético-MG e Grêmio se enfrentam pela 20ª rodada do Brasileirão 2025. As equipes ainda lutam para subir na tabela. A bola rola às 16h (horário de Brasília) na Arena MRV, em Belo Horizonte (MG).

Veja o calendário de todos os jogos de hoje!

  • Atlético-MG x Grêmio:
    • Competição: Campeonato Brasileiro (Brasileirão)
    • Rodada: 20ª
    • Data: 17/08 (domingo)
    • Horário: 16h (horário de Brasília)
    • ​Local: Arena MRV, em Belo Horizonte (MG)

Onde assistir Atlético-MG x Grêmio pelo Brasileirão?

O duelo entre Atlético-MG e Grêmio terá transmissão pela TV aberta, na Globo, e pelo canal pay-per-view Premiere.

Prováveis escalações

  • Atlético-MG: Everson; Natanael, Lyanco, Junior Alonso e Guilherme Arana; Alan Franco, Alexsander (Gabriel Menino) e Gustavo Scarpa (Igor Gomes); Hulk (Biel), Cuello (Reinier) e Rony.
    • Técnico: Cuca.
  • Grêmio: Tiago Volpi; Edenilson (Ronald ou Camilo), Balbuena, Wagner Leonardo e Marlon; Dodi, Cuéllar (Villasanti), Alysson, Riquelme e Cristian Olivera; Carlos Vinicius.
    • Técnico: Mano Menezes.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Como vem Atlético-MG e Grêmio no Brasileirão?

O Atlético-MG vinha de uma sequência negativa no Brasileirão, mas se recuperou, com uma vitória (contra o Red Bull Bragantino) e um empate (contra o Vasco). Atualmente, o Galo está na 10ª posição, com 24 pontos.

A equipe mineira também vai bem na Copa do Brasil, na qual superou o Flamengo nos pênaltis e avançou para as quartas de final, e na Copa Sul-Americana, saindo na frente do Godoy Cruz por 2×1 no jogo de ida das oitavas de final.

Do outro lado, o Grêmio perdeu para o Sport no último jogo. São três derrotas, um empate e apenas uma vitória nas últimas cinco rodadas. Assim, o Imortal está na 15ª posição, com 20 pontos, apenas 4 acima da zona de rebaixamento.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje!

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Santos x Vasco: onde assistir, horário e escalação do Brasileirão

Neste domingo (17), Santos e Vasco se enfrentam pela 20ª rodada do Brasileirão 2025. As equipes lutam para se afastar da zona de rebaixamento. A bola rola às 16h (horário de Brasília) no Estádio MorumBIS, em São Paulo (SP).

Veja o calendário de todas os jogos de hoje!

  • Santos x Vasco:
    • Competição: Campeonato Brasileiro (Brasileirão)
    • Rodada: 20ª
    • Data: 17/08 (domingo)
    • Horário: 16h (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio MorumBIS, em São Paulo (SP)

Onde assistir Santos x Vasco pelo Brasileirão?

O duelo entre Santos e Vasco terá transmissão pela TV aberta, na Globo, e pelo canal pay-per-view Premiere.

Prováveis escalações

  • Santos: Gabriel Brazão; Mayke, Gil, Luan Peres (Luisão) e Souza; Tomás Rincón (Zé Rafael), Gabriel Bontempo e Neymar; Guilherme, Barreal e Tiquinho Soares (Rollheiser).
    • Técnico: Cleber Xavier.
  • Vasco: Léo Jardim; Paulo Henrique, Hugo Moura (Luiz Gustavo), Lucas Freitas e Lucas Piton; Jair, Tchê Tchê e Coutinho; Nuno Moreira, Rayan e David.
    • Técnico: Fernando Diniz.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Como vem Santos e Vasco no Brasileirão?

Depois de várias rodadas lutando para sair da zona de rebaixamento, o Santos engatou duas vitórias seguidas e, agora, está em 14º lugar. O Peixe soma 21 pontos e não corre o risco de voltar ao Z4 nas próximas partidas (mas não pode vacilar).

Do outro lado, o Vasco é o primeiro colocado da zona de rebaixamento (17º), com 16 pontos. O Gigante da Colina acumula duas derrotas e três empates nos últimos cinco jogos. Mesmo se vencer a partida, pode ser que o Cruzmaltino ainda não saia do Z4.

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O que significam Big Data e Data Science? Entenda sua relação com a análise de dados

Na era digital, a produção de dados é massiva, em uma velocidade sem precedentes em toda a história. Empresas, governos e pesquisadores lidam com informações que chegam de múltiplas fontes e em diferentes formatos, exigindo novas abordagens para coleta, processamento e interpretação. 

Nesse cenário, conceitos como Big Data e Data Science se tornaram essenciais para entender como transformar dados brutos em conhecimento estratégico. Mais do que termos técnicos, eles representam uma revolução na forma de tomar decisões, inovar e resolver problemas complexos.

Big Data: o universo dos dados massivos

Big Data Science On Desktop Computer. Research Technology

Big Data refere-se ao universo dos dados massivos, caracterizado pelos chamados “5 Vs”: volume, velocidade, variedade, veracidade e valor. O termo surgiu no final dos anos 1990 e ganhou relevância com o avanço da digitalização, internet e dispositivos conectados. 

Atualmente, estima-se que mais de 2,5 quintilhões de bytes são gerados diariamente, provenientes de redes sociais, sensores, dispositivos móveis, sistemas corporativos e diversas outras fontes. 

Seu uso possibilita personalizar produtos e serviços, prever tendências e comportamentos, melhorar a eficiência de operações e processos, detectar fraudes em transações financeiras e desenvolver novos produtos a partir de dados de mercado. 

Mulher em pé apontando para gráficos em uma tela de TV
IA e big data serão as principais habilidades exigidas até 2030 (Imagem: gorodenkoff/iStock)

No entanto, o Big Data também apresenta desafios importantes. Entre eles o gerenciamento para armazenar, processar e analisar grandes volumes de informações; a segurança para proteger contra acessos não autorizados e ataques cibernéticos; a privacidade, garantindo anonimato e conformidade com leis de proteção de dados; a análise, que deve focar na extração de informações realmente relevantes; e o custo, que envolve a manutenção de infraestrutura tecnológica avançada.

As dimensões do Big Data: 5 Vs

  • Volume: quantidades imensas de dados produzidos constantemente.
  • Variedade: múltiplos formatos, de planilhas a vídeos e textos não estruturados.
  • Velocidade: necessidade de processamento rápido, muitas vezes em tempo real.
  • Veracidade: confiabilidade e precisão das informações coletadas.
  • Valor: utilidade prática extraída a partir da análise dos dados.

Data Science: a ciência por trás da análise

A Ciência de Dados é um campo interdisciplinar que combina estatística, ciência da computação e o método científico para coletar, processar, analisar e interpretar dados, sejam eles estruturados ou não. Seu objetivo é gerar conhecimento, identificar padrões e apoiar decisões estratégicas. 

data science
Imagem: PopTika/Shutterstock

Diferente do Business Intelligence, que busca responder “o que aconteceu?” por meio de análises descritivas, a Ciência de Dados procura prever “o que pode acontecer?” utilizando análises preditivas e modelos estatísticos avançados. 

A concepção moderna do termo é de William S. Cleveland, e desde os anos 2000 a área vem ganhando destaque com o avanço do Big Data, do machine learning e da capacidade de processamento computacional. 

Entre suas principais aplicações estão a previsão de tendências de mercado, o desenvolvimento e monitoramento de sistemas de inteligência artificial, a otimização de processos e a descoberta de novos insights a partir de grandes volumes de dados.

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Análise de Dados: do bruto ao estratégico

A Análise de Dados é o elo que conecta Big Data e Data Science. Ela envolve inspecionar, limpar, transformar e modelar informações para extrair conclusões úteis e apoiar decisões. O processo começa com a definição clara dos requisitos, que determinar quais variáveis serão observadas. 

Análise de dados
Imagem: Mer_Studio / Shutterstock

Em seguida, é feita a coleta, que pode envolver fontes internas, sensores, entrevistas ou bases online. Esses dados passam por um processamento para organização em formatos estruturados e por uma etapa de limpeza que remove erros, duplicatas e inconsistências.

Com as informações preparadas, inicia-se a análise exploratória, na qual estatísticas e visualizações revelam padrões iniciais. A partir daí, entram em cena a modelagem e a aplicação de algoritmos, que podem prever comportamentos, classificar informações ou identificar relações ocultas. 

Os resultados podem se materializar em produtos de dados, como sistemas de recomendação, e são comunicados em relatórios e dashboards. Esse ciclo é contínuo, com feedbacks que alimentam novas rodadas de ajustes e melhorias.

Jovem asiática, desenvolvedora e engenheira de software, suporte de TI, usando óculos e trabalhando
Jovem asiática, desenvolvedora e engenheira de software, suporte de TI, usando óculos e trabalhando / Crédito: Nattakorn_Maneerat (Shutterstock)

Por que a ciência de dados é estratégica?

A combinação entre Big Data e Data Science oferece uma base sólida para decisões mais precisas, ajudando organizações a identificar padrões invisíveis a métodos tradicionais. Isso permite otimizar processos, reduzir desperdícios e inovar com mais segurança, seja na criação de novos produtos, seja na melhoria dos serviços já existentes.

Além disso, empresas orientadas por dados tendem a responder com mais rapidez às mudanças do mercado, conquistando vantagem competitiva e fortalecendo seu posicionamento.

Inteligência artificial na Análise de Dados

Um homem segura na mão uma holografia de um cérebro com um chip de inteligência artificial
(Imagem: Shutter2U/iStock)

A inteligência artificial potencializa a análise de dados ao gerar previsões e recomendações a partir de grandes volumes de informações. Utiliza técnicas como aprendizado de máquina, processamento de linguagem natural (NLP) e data mining, superando as limitações das abordagens tradicionais, que dependiam de análises estatísticas manuais e modelos preditivos simples.

Existem quatro tipos principais de análise impulsionados pela IA:

  1. Descritiva: identifica e explica o que aconteceu, analisando padrões e tendências passadas.
  2. Diagnóstica: investiga por que determinado evento ocorreu, detectando causas e correlações.
  3. Preditiva: projeta cenários futuros com base em padrões históricos.
  4. Prescritiva: recomenda ações e decisões ideais para diferentes situações.

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Como o Windows Sandbox permite abrir qualquer aplicativo sem riscos

Com tantos programas e arquivos circulando pela internet, nunca se sabe quando um download pode esconder um vírus ou malware. Mesmo com antivírus instalado, a dúvida persiste: é seguro abrir esse arquivo? Para situações como essa, a Microsoft criou uma ferramenta nativa no Windows que pode salvar o seu sistema: o Windows Sandbox.

O Windows Sandbox é uma espécie de “ambiente isolado” que permite abrir aplicativos e arquivos sem que eles tenham acesso direto ao seu computador. Ou seja, qualquer coisa que acontecer dentro dele – até mesmo um vírus – ficará restrita a esse ambiente, sem afetar o sistema principal.

Essa ferramenta é ideal para quem testa softwares com frequência ou precisa abrir arquivos desconhecidos e suspeitos. A seguir, você vai entender o que é o Windows Sandbox, como ele funciona e por que ele é uma das melhores formas de manter o seu PC seguro.

Leia mais:

O que é e para que serve o Windows Sandbox?

O Windows Sandbox é um recurso nativo do Windows 10 Pro, Enterprise e do Windows 11 que cria um ambiente virtual temporário para executar arquivos e aplicativos com segurança. Tudo o que é feito dentro do Sandbox fica completamente isolado do sistema principal.

windows 10
O Windows Sandbox é um recurso nativo do Windows 10 Pro, Enterprise e do Windows 11 que cria um ambiente virtual temporário para executar arquivos e aplicativos com segurança. (Imagem: Anton Watman / Shutterstock.com)

A principal característica do Sandbox é ser um ambiente descartável. Isso significa que, toda vez que você fecha a janela, tudo o que foi feito ali dentro é automaticamente apagado. Arquivos, mudanças no sistema, programas instalados – nada disso é salvo ou mantido após o encerramento.

Esse recurso é extremamente útil para testes rápidos, especialmente de arquivos suspeitos. É como se você tivesse um computador separado dentro do seu próprio PC, pronto para ser usado e descartado sem consequências.

Como o Sandbox protege o sistema?

O recurso funciona como uma máquina virtual leve e integrada ao Windows. Ele usa virtualização de hardware para rodar uma cópia limpa e segura do sistema operacional. Tudo isso acontece isoladamente, o que impede que softwares maliciosos afetem o seu computador real.

Se um arquivo abrir no Sandbox e tentar instalar um vírus, por exemplo, esse vírus ficará restrito ao ambiente virtual. Assim que você fechar o Sandbox, o malware desaparece junto com ele, sem deixar rastros.

Se o programa testado dentro do Windows Sandbox for malicioso, ele será contido no ambiente virtual. Ele não terá acesso ao seu HD, arquivos pessoais, sistema principal ou outras pastas do Windows. (Imagem: Tero Vesalainen/Shutterstock)

É possível abrir qualquer aplicativo?

Sim, qualquer arquivo executável pode ser aberto dentro do Sandbox – seja ele confiável ou suspeito. Você só precisa copiar o arquivo do sistema principal e colar dentro da janela do Sandbox. Lá, ele pode ser executado normalmente, como se estivesse em outro computador.

Isso inclui instaladores, aplicativos portáteis, arquivos compactados com programas internos e até documentos que pareçam estranhos. O importante é lembrar que o acesso do Sandbox à internet também pode ser usado pelo app – então, é sempre bom desconectar, se necessário.

O que acontece se houver um vírus?

Se o programa testado dentro do Windows Sandbox for malicioso, ele será contido no ambiente virtual. Ele não terá acesso ao seu HD, arquivos pessoais, sistema principal ou outras pastas do Windows. Nem mesmo o antivírus será afetado.

Depois de fechar o Sandbox, todo o conteúdo que estava ali será apagado, inclusive o vírus. Por isso, é fundamental nunca transferir arquivos de dentro do Sandbox de volta para o seu PC real, a menos que você tenha certeza de que estão limpos.

Como ativar o Windows Sandbox?

Para usar o Windows Sandbox, é preciso ter o Windows 10 Pro, Enterprise ou o Windows 11 com suporte à virtualização ativado. Vá até o Painel de Controle > Programas > Ativar ou desativar recursos do Windows e marque a opção “Windows Sandbox”.

Depois disso, reinicie o computador. O ícone do Windows Sandbox estará disponível no menu Iniciar. Basta clicar para abrir a interface limpa e isolada, pronta para uso.

imagem mostra um notebook/laptop com teclado blanco e monitor preto, exibindo a tela do windows 11
Para usar o Windows Sandbox, é preciso ter o Windows 10 Pro, Enterprise ou o Windows 11 com suporte à virtualização ativado. (Imagem: Melnikov Dmitriy/Shutterstock)

Requisitos para usar o recurso

O recurso só funciona em versões específicas do Windows e exige um processador com suporte à virtualização, além de pelo menos 4 GB de RAM (recomendado: 8 GB ou mais). O recurso também precisa que a virtualização esteja ativada na BIOS do sistema.

Se o seu computador não atender aos requisitos mínimos, o Sandbox pode não aparecer na lista de recursos do Windows. Nesse caso, vale verificar se a sua máquina e edição do sistema são compatíveis com a funcionalidade.

Diferença entre o Sandbox e uma máquina virtual

Embora parecidos, o Sandbox é mais simples e rápido do que uma máquina virtual tradicional. Ele não exige configuração prévia, instalação de sistema ou alocação de recursos. É só abrir e usar.

Enquanto uma VM precisa ser criada manualmente e costuma ocupar mais espaço e memória, o Sandbox é leve, automatizado e descartável. Ele foi projetado para testes rápidos e seguros, com o mínimo de interferência no sistema do usuário.

É confiável?

Sim, o Windows Sandbox é seguro, confiável e ideal para testes rápidos. No entanto, ele não substitui completamente um bom antivírus ou boas práticas de segurança digital. Ainda é importante ter cuidado com e-mails suspeitos e downloads desconhecidos.

O Sandbox é uma ferramenta extra de proteção, e deve ser usada com consciência. Quando combinada com outros recursos de segurança, ela oferece um nível muito alto de proteção para o dia a dia.

Quando vale a pena usar o Windows Sandbox?

O Sandbox é especialmente útil para quem costuma baixar arquivos de fontes não confiáveis, testar instaladores, explorar softwares desconhecidos ou até abrir anexos de e-mails duvidosos. Em vez de arriscar o computador inteiro, o usuário pode usar o ambiente isolado.

Mesmo para usuários comuns, essa é uma forma prática de evitar problemas, especialmente com ameaças como ransomware, trojans e spywares. É um recurso simples, mas poderoso, para quem leva segurança digital a sério.

Embora parecidos, o Sandbox é mais simples e rápido do que uma máquina virtual tradicional. Ele não exige configuração prévia, instalação de sistema ou alocação de recursos. (Imagem: Reprodução/Microsoft)

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