Santos x Vasco: onde assistir, horário e escalação do Brasileirão

Neste domingo (17), Santos e Vasco se enfrentam pela 20ª rodada do Brasileirão 2025. As equipes lutam para se afastar da zona de rebaixamento. A bola rola às 16h (horário de Brasília) no Estádio MorumBIS, em São Paulo (SP).

Veja o calendário de todas os jogos de hoje!

  • Santos x Vasco:
    • Competição: Campeonato Brasileiro (Brasileirão)
    • Rodada: 20ª
    • Data: 17/08 (domingo)
    • Horário: 16h (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio MorumBIS, em São Paulo (SP)

Onde assistir Santos x Vasco pelo Brasileirão?

O duelo entre Santos e Vasco terá transmissão pela TV aberta, na Globo, e pelo canal pay-per-view Premiere.

Prováveis escalações

  • Santos: Gabriel Brazão; Mayke, Gil, Luan Peres (Luisão) e Souza; Tomás Rincón (Zé Rafael), Gabriel Bontempo e Neymar; Guilherme, Barreal e Tiquinho Soares (Rollheiser).
    • Técnico: Cleber Xavier.
  • Vasco: Léo Jardim; Paulo Henrique, Hugo Moura (Luiz Gustavo), Lucas Freitas e Lucas Piton; Jair, Tchê Tchê e Coutinho; Nuno Moreira, Rayan e David.
    • Técnico: Fernando Diniz.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Como vem Santos e Vasco no Brasileirão?

Depois de várias rodadas lutando para sair da zona de rebaixamento, o Santos engatou duas vitórias seguidas e, agora, está em 14º lugar. O Peixe soma 21 pontos e não corre o risco de voltar ao Z4 nas próximas partidas (mas não pode vacilar).

Do outro lado, o Vasco é o primeiro colocado da zona de rebaixamento (17º), com 16 pontos. O Gigante da Colina acumula duas derrotas e três empates nos últimos cinco jogos. Mesmo se vencer a partida, pode ser que o Cruzmaltino ainda não saia do Z4.

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O que significam Big Data e Data Science? Entenda sua relação com a análise de dados

Na era digital, a produção de dados é massiva, em uma velocidade sem precedentes em toda a história. Empresas, governos e pesquisadores lidam com informações que chegam de múltiplas fontes e em diferentes formatos, exigindo novas abordagens para coleta, processamento e interpretação. 

Nesse cenário, conceitos como Big Data e Data Science se tornaram essenciais para entender como transformar dados brutos em conhecimento estratégico. Mais do que termos técnicos, eles representam uma revolução na forma de tomar decisões, inovar e resolver problemas complexos.

Big Data: o universo dos dados massivos

Big Data Science On Desktop Computer. Research Technology

Big Data refere-se ao universo dos dados massivos, caracterizado pelos chamados “5 Vs”: volume, velocidade, variedade, veracidade e valor. O termo surgiu no final dos anos 1990 e ganhou relevância com o avanço da digitalização, internet e dispositivos conectados. 

Atualmente, estima-se que mais de 2,5 quintilhões de bytes são gerados diariamente, provenientes de redes sociais, sensores, dispositivos móveis, sistemas corporativos e diversas outras fontes. 

Seu uso possibilita personalizar produtos e serviços, prever tendências e comportamentos, melhorar a eficiência de operações e processos, detectar fraudes em transações financeiras e desenvolver novos produtos a partir de dados de mercado. 

Mulher em pé apontando para gráficos em uma tela de TV
IA e big data serão as principais habilidades exigidas até 2030 (Imagem: gorodenkoff/iStock)

No entanto, o Big Data também apresenta desafios importantes. Entre eles o gerenciamento para armazenar, processar e analisar grandes volumes de informações; a segurança para proteger contra acessos não autorizados e ataques cibernéticos; a privacidade, garantindo anonimato e conformidade com leis de proteção de dados; a análise, que deve focar na extração de informações realmente relevantes; e o custo, que envolve a manutenção de infraestrutura tecnológica avançada.

As dimensões do Big Data: 5 Vs

  • Volume: quantidades imensas de dados produzidos constantemente.
  • Variedade: múltiplos formatos, de planilhas a vídeos e textos não estruturados.
  • Velocidade: necessidade de processamento rápido, muitas vezes em tempo real.
  • Veracidade: confiabilidade e precisão das informações coletadas.
  • Valor: utilidade prática extraída a partir da análise dos dados.

Data Science: a ciência por trás da análise

A Ciência de Dados é um campo interdisciplinar que combina estatística, ciência da computação e o método científico para coletar, processar, analisar e interpretar dados, sejam eles estruturados ou não. Seu objetivo é gerar conhecimento, identificar padrões e apoiar decisões estratégicas. 

data science
Imagem: PopTika/Shutterstock

Diferente do Business Intelligence, que busca responder “o que aconteceu?” por meio de análises descritivas, a Ciência de Dados procura prever “o que pode acontecer?” utilizando análises preditivas e modelos estatísticos avançados. 

A concepção moderna do termo é de William S. Cleveland, e desde os anos 2000 a área vem ganhando destaque com o avanço do Big Data, do machine learning e da capacidade de processamento computacional. 

Entre suas principais aplicações estão a previsão de tendências de mercado, o desenvolvimento e monitoramento de sistemas de inteligência artificial, a otimização de processos e a descoberta de novos insights a partir de grandes volumes de dados.

Leia mais:

Análise de Dados: do bruto ao estratégico

A Análise de Dados é o elo que conecta Big Data e Data Science. Ela envolve inspecionar, limpar, transformar e modelar informações para extrair conclusões úteis e apoiar decisões. O processo começa com a definição clara dos requisitos, que determinar quais variáveis serão observadas. 

Análise de dados
Imagem: Mer_Studio / Shutterstock

Em seguida, é feita a coleta, que pode envolver fontes internas, sensores, entrevistas ou bases online. Esses dados passam por um processamento para organização em formatos estruturados e por uma etapa de limpeza que remove erros, duplicatas e inconsistências.

Com as informações preparadas, inicia-se a análise exploratória, na qual estatísticas e visualizações revelam padrões iniciais. A partir daí, entram em cena a modelagem e a aplicação de algoritmos, que podem prever comportamentos, classificar informações ou identificar relações ocultas. 

Os resultados podem se materializar em produtos de dados, como sistemas de recomendação, e são comunicados em relatórios e dashboards. Esse ciclo é contínuo, com feedbacks que alimentam novas rodadas de ajustes e melhorias.

Jovem asiática, desenvolvedora e engenheira de software, suporte de TI, usando óculos e trabalhando
Jovem asiática, desenvolvedora e engenheira de software, suporte de TI, usando óculos e trabalhando / Crédito: Nattakorn_Maneerat (Shutterstock)

Por que a ciência de dados é estratégica?

A combinação entre Big Data e Data Science oferece uma base sólida para decisões mais precisas, ajudando organizações a identificar padrões invisíveis a métodos tradicionais. Isso permite otimizar processos, reduzir desperdícios e inovar com mais segurança, seja na criação de novos produtos, seja na melhoria dos serviços já existentes.

Além disso, empresas orientadas por dados tendem a responder com mais rapidez às mudanças do mercado, conquistando vantagem competitiva e fortalecendo seu posicionamento.

Inteligência artificial na Análise de Dados

Um homem segura na mão uma holografia de um cérebro com um chip de inteligência artificial
(Imagem: Shutter2U/iStock)

A inteligência artificial potencializa a análise de dados ao gerar previsões e recomendações a partir de grandes volumes de informações. Utiliza técnicas como aprendizado de máquina, processamento de linguagem natural (NLP) e data mining, superando as limitações das abordagens tradicionais, que dependiam de análises estatísticas manuais e modelos preditivos simples.

Existem quatro tipos principais de análise impulsionados pela IA:

  1. Descritiva: identifica e explica o que aconteceu, analisando padrões e tendências passadas.
  2. Diagnóstica: investiga por que determinado evento ocorreu, detectando causas e correlações.
  3. Preditiva: projeta cenários futuros com base em padrões históricos.
  4. Prescritiva: recomenda ações e decisões ideais para diferentes situações.

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Como o Windows Sandbox permite abrir qualquer aplicativo sem riscos

Com tantos programas e arquivos circulando pela internet, nunca se sabe quando um download pode esconder um vírus ou malware. Mesmo com antivírus instalado, a dúvida persiste: é seguro abrir esse arquivo? Para situações como essa, a Microsoft criou uma ferramenta nativa no Windows que pode salvar o seu sistema: o Windows Sandbox.

O Windows Sandbox é uma espécie de “ambiente isolado” que permite abrir aplicativos e arquivos sem que eles tenham acesso direto ao seu computador. Ou seja, qualquer coisa que acontecer dentro dele – até mesmo um vírus – ficará restrita a esse ambiente, sem afetar o sistema principal.

Essa ferramenta é ideal para quem testa softwares com frequência ou precisa abrir arquivos desconhecidos e suspeitos. A seguir, você vai entender o que é o Windows Sandbox, como ele funciona e por que ele é uma das melhores formas de manter o seu PC seguro.

Leia mais:

O que é e para que serve o Windows Sandbox?

O Windows Sandbox é um recurso nativo do Windows 10 Pro, Enterprise e do Windows 11 que cria um ambiente virtual temporário para executar arquivos e aplicativos com segurança. Tudo o que é feito dentro do Sandbox fica completamente isolado do sistema principal.

windows 10
O Windows Sandbox é um recurso nativo do Windows 10 Pro, Enterprise e do Windows 11 que cria um ambiente virtual temporário para executar arquivos e aplicativos com segurança. (Imagem: Anton Watman / Shutterstock.com)

A principal característica do Sandbox é ser um ambiente descartável. Isso significa que, toda vez que você fecha a janela, tudo o que foi feito ali dentro é automaticamente apagado. Arquivos, mudanças no sistema, programas instalados – nada disso é salvo ou mantido após o encerramento.

Esse recurso é extremamente útil para testes rápidos, especialmente de arquivos suspeitos. É como se você tivesse um computador separado dentro do seu próprio PC, pronto para ser usado e descartado sem consequências.

Como o Sandbox protege o sistema?

O recurso funciona como uma máquina virtual leve e integrada ao Windows. Ele usa virtualização de hardware para rodar uma cópia limpa e segura do sistema operacional. Tudo isso acontece isoladamente, o que impede que softwares maliciosos afetem o seu computador real.

Se um arquivo abrir no Sandbox e tentar instalar um vírus, por exemplo, esse vírus ficará restrito ao ambiente virtual. Assim que você fechar o Sandbox, o malware desaparece junto com ele, sem deixar rastros.

Se o programa testado dentro do Windows Sandbox for malicioso, ele será contido no ambiente virtual. Ele não terá acesso ao seu HD, arquivos pessoais, sistema principal ou outras pastas do Windows. (Imagem: Tero Vesalainen/Shutterstock)

É possível abrir qualquer aplicativo?

Sim, qualquer arquivo executável pode ser aberto dentro do Sandbox – seja ele confiável ou suspeito. Você só precisa copiar o arquivo do sistema principal e colar dentro da janela do Sandbox. Lá, ele pode ser executado normalmente, como se estivesse em outro computador.

Isso inclui instaladores, aplicativos portáteis, arquivos compactados com programas internos e até documentos que pareçam estranhos. O importante é lembrar que o acesso do Sandbox à internet também pode ser usado pelo app – então, é sempre bom desconectar, se necessário.

O que acontece se houver um vírus?

Se o programa testado dentro do Windows Sandbox for malicioso, ele será contido no ambiente virtual. Ele não terá acesso ao seu HD, arquivos pessoais, sistema principal ou outras pastas do Windows. Nem mesmo o antivírus será afetado.

Depois de fechar o Sandbox, todo o conteúdo que estava ali será apagado, inclusive o vírus. Por isso, é fundamental nunca transferir arquivos de dentro do Sandbox de volta para o seu PC real, a menos que você tenha certeza de que estão limpos.

Como ativar o Windows Sandbox?

Para usar o Windows Sandbox, é preciso ter o Windows 10 Pro, Enterprise ou o Windows 11 com suporte à virtualização ativado. Vá até o Painel de Controle > Programas > Ativar ou desativar recursos do Windows e marque a opção “Windows Sandbox”.

Depois disso, reinicie o computador. O ícone do Windows Sandbox estará disponível no menu Iniciar. Basta clicar para abrir a interface limpa e isolada, pronta para uso.

imagem mostra um notebook/laptop com teclado blanco e monitor preto, exibindo a tela do windows 11
Para usar o Windows Sandbox, é preciso ter o Windows 10 Pro, Enterprise ou o Windows 11 com suporte à virtualização ativado. (Imagem: Melnikov Dmitriy/Shutterstock)

Requisitos para usar o recurso

O recurso só funciona em versões específicas do Windows e exige um processador com suporte à virtualização, além de pelo menos 4 GB de RAM (recomendado: 8 GB ou mais). O recurso também precisa que a virtualização esteja ativada na BIOS do sistema.

Se o seu computador não atender aos requisitos mínimos, o Sandbox pode não aparecer na lista de recursos do Windows. Nesse caso, vale verificar se a sua máquina e edição do sistema são compatíveis com a funcionalidade.

Diferença entre o Sandbox e uma máquina virtual

Embora parecidos, o Sandbox é mais simples e rápido do que uma máquina virtual tradicional. Ele não exige configuração prévia, instalação de sistema ou alocação de recursos. É só abrir e usar.

Enquanto uma VM precisa ser criada manualmente e costuma ocupar mais espaço e memória, o Sandbox é leve, automatizado e descartável. Ele foi projetado para testes rápidos e seguros, com o mínimo de interferência no sistema do usuário.

É confiável?

Sim, o Windows Sandbox é seguro, confiável e ideal para testes rápidos. No entanto, ele não substitui completamente um bom antivírus ou boas práticas de segurança digital. Ainda é importante ter cuidado com e-mails suspeitos e downloads desconhecidos.

O Sandbox é uma ferramenta extra de proteção, e deve ser usada com consciência. Quando combinada com outros recursos de segurança, ela oferece um nível muito alto de proteção para o dia a dia.

Quando vale a pena usar o Windows Sandbox?

O Sandbox é especialmente útil para quem costuma baixar arquivos de fontes não confiáveis, testar instaladores, explorar softwares desconhecidos ou até abrir anexos de e-mails duvidosos. Em vez de arriscar o computador inteiro, o usuário pode usar o ambiente isolado.

Mesmo para usuários comuns, essa é uma forma prática de evitar problemas, especialmente com ameaças como ransomware, trojans e spywares. É um recurso simples, mas poderoso, para quem leva segurança digital a sério.

Embora parecidos, o Sandbox é mais simples e rápido do que uma máquina virtual tradicional. Ele não exige configuração prévia, instalação de sistema ou alocação de recursos. (Imagem: Reprodução/Microsoft)

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Corinthians x Bahia: onde assistir, horário e escalações do jogo do Brasileirão

Neste sábado (16), Corinthians e Bahia se enfrentam pela 20ª rodada do Brasileirão 2025. A bola rola para a partida às 21h00 (horário de Brasília) na Neo Química Arena, em São Paulo.

  • Corinthians x Bahia:
    • Competição: Campeonato Brasileiro (Brasileirão)
    • Rodada: 20ª
    • Data: 16/08 (sábado)
    • Horário: 21h00(horário de Brasília)
    • ​Local: Neo Química Arena, em São Paulo (SP)

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir Corinthians x Bahia pelo Brasileirão?

O duelo entre Corinthians e Bahia será transmitido ao vivo na TV fechada pelo Sportv e no pay-per-view pelo Premiere.

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Prováveis escalações e arbitragem

  • Corinthians: Hugo Souza; Matheuzinho, André Ramalho Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, José Martínez, Breno Bidon e Rodrigo Garro; Kayke e Gui Negão.
    • Técnico: Dorival Júnior.
  • Bahia: Ronaldo; Gilberto, David Duarte, Ramos Mingo e Luciano Juba; Caio Alexandre, Jean Lucas e Michel Araujo (Cauly); Ademir, Kayky (Iago Borduchi) e Willian José.
    • Técnico: Rogério Ceni.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (MG).
    • Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE) e Felipe Alan Costa de Oliveira (MG).
    • VAR: Rafael Traci (SC).

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Corinthians e Bahia no Brasileirão 2025

O Corinthians ocupa atualmente a 13ª colocação da competição, com 22 pontos na tabela em 19 jogos. O Timão tem campanha de cinco vitórias, sete empates e sete derrotas. Na última rodada, a equipe paulista perdeu para o Juventude por 1 a 2.

Já o Bahia é o quarto colocado do Campeonato Brasileiro, com 30 pontos conquistados em 17 rodadas, numa campanha de oito vitórias, seis empates e três derrotas. No Brasileirão, o último duelo do Tricolor baiano terminou em empate com o Fluminense por 3 a 3.

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Sport x São Paulo: onde assistir, horário e escalações do jogo do Brasileirão

Neste sábado (16), Sport e São Paulo se enfrentam pela 20ª rodada do Brasileirão 2025. A bola rola para a partida às 18h30 (horário de Brasília) na Ilha do Retiro, em Recife.

  • Sport x São Paulo:
    • Competição: Campeonato Brasileiro (Brasileirão)
    • Rodada: 20ª
    • Data: 16/08 (sábado)
    • Horário: 18h30 (horário de Brasília)
    • ​Local: Ilha do Retiro, em Recife (PE)

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir Sport x São Paulo pelo Brasileirão?

O duelo entre Sport e São Paulo será transmitido ao vivo na TV aberta pela Record, no streaming pela Cazé TV e no pay-per-view pelo Premiere.

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Prováveis escalações e arbitragem

  • Sport: Gabriel; Matheus Alexandre, Rafael Thyere, Ramon Menezes e Igor Carius; Rivera, Zé Lucas e Lucas Lima; Léo Pereira, Matheusinho e Derik Lacerda.
    • Técnico: Daniel Paulista.
  • São Paulo: Rafael (Young); Ferraresi, Isac e Sabino; Maik, Pablo Maia, Marcos Antônio, Rodriguinho (Alisson) e Enzo Díaz; Luciano e André Silva (Ferreira).
    • Técnico: Hernán Crespo.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Lucas Paulo Torezin (PR).
    • Assistentes: Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) e Andrey Luiz de Freitas (PR).
    • VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG).

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Sport e São Paulo no Brasileirão 2025

O Sport ocupa atualmente a 20ª e última colocação da competição, com apenas nove pontos na tabela em 17 jogos. O Leão da Ilha do Retiro tem campanha de uma vitória, seis empates e 10 derrotas. Na última rodada, a equipe pernambucana perdeu para o Grêmio por 0 a 1.

Já o São Paulo é o sétimo colocado do Campeonato Brasileiro, com 28 pontos conquistados em 19 rodadas, numa campanha de sete vitórias, sete empates e cinco derrotas. No Brasileirão, o último duelo do Tricolor paulista terminou em vitória por 2 a 0 sobre o Vitória.

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Fluminense x Fortaleza: onde assistir, horário e escalações do jogo do Brasileirão

Neste sábado (16), Fluminense e Fortaleza se enfrentam pela 20ª rodada do Brasileirão 2025. A bola rola para a partida às 16h00 (horário de Brasília) no Maracanã, no Rio de Janeiro.

  • Fluminense x Fortaleza:
    • Competição: Campeonato Brasileiro (Brasileirão)
    • Rodada: 20ª
    • Data: 16/08 (sábado)
    • Horário: 16h00 (horário de Brasília)
    • ​Local: Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir Fluminense x Fortaleza pelo Brasileirão?

O duelo entre Fluminense e Fortaleza será transmitido ao vivo e com exclusividade pelo Premiere (pay-per-view).

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Prováveis escalações e arbitragem

  • Fluminense: Fábio; Guga, Manoel e Thiago Santos, Renê; Bernal, Martinelli e Lima (Nonato); Canobbio, Serna e Everaldo (Cano).
    • Técnico: Renato Gaúcho.
  • Fortaleza: Helton Leite; Mancuso, Brítez, Gastón Ávila e Diogo Barbosa; Lucas Sasha, Martínez e Lucca Prior (Kervin Andrade); Marinho, Deyverson e Breno Lopes.
    • Técnico: Renato Paiva.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (RS).
    • Assistentes: Tiago Augusto Kappes Diel (RS) e Luis Carlos de Franca Costa (RN).
    • VAR: Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE).

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Fluminense e Fortaleza no Brasileirão 2025

O Fluminense ocupa atualmente a nona colocação da competição, com 24 pontos na tabela em 17 jogos. O Tricolor tem campanha de sete vitórias, três empates e sete derrotas. Na última rodada, a equipe carioca empatou em 3 a 3 com o Bahia.

Já o Fortaleza é o 18º colocado do Campeonato Brasileiro, com 15 pontos conquistados em 18 rodadas, numa campanha de três vitórias, seis empates e nove derrotas. No Brasileirão, o último duelo do Tricolor cearense terminou em derrota para o Botafogo por 0 a 5.

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Rumble: EUA pedem ao STJ intimação de Moraes

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) recebeu, nesta sexta-feira (15), um pedido da Justiça Federal da Flórida (EUA) para que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), seja intimado em uma ação movida pelas empresas Rumble e Trump Media, esta última pertencente ao presidente estadunidense Donald Trump.

O documento tem caráter de carta rogatória, mecanismo utilizado para que determinações judiciais de um país sejam executadas em outro.

Ministro do STF Alexandre de Moraes lendo documentos
Moraes pode ser intimado, ou, até, responder ao pedido dos EUA de forma voluntária (Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

No Brasil, a decisão sobre a autorização do cumprimento da citação — procedimento chamado de “exequatur” — cabe ao presidente do STJ, ministro Herman Benjamin. Caso seja concedida, um juiz será designado para intimar Moraes. Se for negada, a Justiça brasileira considerará a ação improcedente e o ministro do STF não será citado oficialmente.

Moraes também pode optar por se manifestar voluntariamente ao STJ para receber a citação. Caso contrário, Herman Benjamin poderá encaminhar o processo para análise de um relator.

Leia mais:

Donald Trump
Trump já criticou situação (Imagem: Joey Sussman/Shutterstock)

Rumble e Trump x Moraes

  • A ação nos Estados Unidos, movida em 11 de julho, foi motivada por uma decisão de Alexandre de Moraes, que determinou o bloqueio de uma conta da Rumble associada ao comentarista Rodrigo Constantino, além de exigir o envio dos dados do usuário;
  • A ordem ainda estabeleceu multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento;
  • Segundo as empresas Rumble e Trump Media, a medida foi irregular por ter sido enviada diretamente ao e-mail da sede da Rumble, sem observância de tratados internacionais ou comunicação ao governo dos EUA;
  • Elas alegam também que a conta em questão pertence a um cidadão estadunidense, está inativa desde dezembro de 2023 e não é acessada no Brasil, onde a plataforma se encontra bloqueada desde fevereiro de 2025 por ordem do próprio Moraes.
Logo da Trump Media em um smarthpone
Empresa de Trump também participa de processo contra Moraes (Imagem: Piotr Swat/Shutterstock)

O que as companhias defendem

As companhias sustentam que a solicitação de dados viola a legislação estadunidense e envolve conteúdo de críticas ideológicas não violentas sobre a democracia e instituições brasileiras.

Além disso, a petição aponta que a decisão de Moraes foi emitida dois dias após Trump enviar uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) expressando preocupação com o tratamento dado pelo Brasil a empresas de tecnologia dos EUA.

Disputa entre Moraes e Rumble ganha novo capítulo nos EUA

A disputa entre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a plataforma de vídeos Rumble ganhou novo capítulo nesta semana. A empresa, associada à Truth Social, rede social do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contesta ordens judiciais brasileiras e alega violação das leis norte-americanas.

Um novo pedido de intimação da Justiça da Flórida contra Moraes foi emitido após alegações de que o ministro teria praticado censura ao exigir o bloqueio de contas mantidas por brasileiros nos Estados Unidos.

Leia a matéria completa aqui

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Os 8 melhores jogos de Ninja Gaiden

A franquia “Ninja Gaiden” é um marco na história dos videogames, conhecida por sua dificuldade extrema e combates rápidos. Desde os clássicos de 8 bits até os remakes modernos com gráficos de última geração, a saga de Ryu Hayabusa e outros guerreiros ninjas conquistou gerações de jogadores. 

Ao longo das décadas, a série evoluiu, transitando por diferentes estilos de jogabilidade, mas sempre mantendo sua essência de desafio e precisão. Neste artigo vamos destacar os oito melhores jogos da série. Acompanhe!

Lançada originalmente pela Tecmo no final dos anos 1980, Ninja Gaiden combina ação intensa, narrativa cinematográfica e um legado de inovações que moldaram o gênero de ação.

Ninja Gaiden: Ragebound (2025)

Ninja Gaiden: Ragebound
Ninja Gaiden: Ragebound (2025) / Crédito: Dotemu (divulgação)

Spin-off 2D desenvolvido pela The Game Kitchen e publicado pela Dotemu, “Ragebound” coloca o jogador no controle de Kenji Mozu, um jovem ninja encarregado de proteger a Vila Hayabusa enquanto Ryu está ausente.

Com gameplay side-scrolling inspirado nos clássicos de 8 e 16 bits, o jogo equilibra velocidade e estratégia, adicionando mecânicas modernas como teleporte, combate à distância e exploração de dimensões demoníacas. 

É um título que une nostalgia e inovação, e que promete trazer novos fãs para a franquia.

  • Plataformas: PC (Steam e Epic Games Store), PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch.

Ninja Gaiden Black (2005)

Ninja Gaiden Black
Ninja Gaiden Black (2005) / Crédito: Tecmo (divulgação)

Considerado por muitos fãs como o melhor game da franquia, “Ninja Gaiden Black” se passa nos dias atuais, colocando o jogador no controle de Ryu Hayabusa, que precisa recuperar uma espada roubada e vingar seu clã. 

Esta é a versão definitiva do jogo de 2004, reunindo o conteúdo original e as expansões dos dois Hurricane Packs, além de adicionar novos inimigos, trajes extras e modos de dificuldade inéditos.

O desenvolvimento durou cinco anos e foi voltado ao público ocidental, enfrentando desafios com censura devido à violência. Entre as novidades do título estão o “Mission Mode” com 50 desafios, melhorias na câmera e chefes adicionais.

  • Plataformas: Xbox (Xbox clássico). Também disponível via retrocompatibilidade no Xbox 360 e Xbox One.

Ninja Gaiden (NES, 1988)

Ninja Gaiden
Ninja Gaiden (NES, 1988) / Crédito: Tecmo (divulgação)

Este clássico de plataforma e hack and slash apresentou Ryu Hayabusa em uma jornada de vingança e mistério, marcada por uma narrativa inovadora para a época, contada através de cutscenes ao estilo anime. 

Dividido em seis atos, o jogo exigia precisão e paciência, com inimigos desafiadores e armas secundárias que expandiam a jogabilidade.

Aclamado pela crítica, vendeu milhões, gerou duas sequências diretas e é considerado um dos maiores títulos do NES.

  • Plataformas: Nintendo Entertainment System (NES). Também disponível em coleções para Nintendo Switch, Wii e Wii U via Virtual Console.

Ninja Gaiden 2 Black (2025) / Ninja Gaiden II (2008)

Ninja Gaiden 2 Black
Ninja Gaiden 2 Black (2025) / Crédito: Team Ninja e Koei Tecmo (divulgação)

O remake “Ninja Gaiden 2 Black” trouxe o clássico moderno de 2008 para a atualidade, utilizando a Unreal Engine 5 e resgatando parte da violência e mecânicas originais que haviam sido suavizadas na versão Sigma 2.

No Ninja Gaiden II original, o combate era ainda mais sangrento e acelerado, levando Ryu a enfrentar inimigos poderosos e batalhas grandiosas. A nova versão manteve personagens extras jogáveis, missões cooperativas e melhorou a fluidez, mas ainda deixou de lado alguns conteúdos icônicos do jogo-base.

  • Plataformas:
    • Ninja Gaiden II original: Xbox 360.
    • Ninja Gaiden 2 Black (remake 2025): PC (Steam, Epic), PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

Leia mais

Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos (NES, 1990)

Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos
Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos (NES, 1990) / Crédito: Tecmo (divulgação)

Sequência direta do título de 1988, trouxe gráficos aprimorados, controles mais responsivos e novos elementos narrativos. Ryu enfrenta o imperador Ashtar, que planeja abrir o Portão das Trevas com a Dark Sword of Chaos.

O jogo elevou a tensão dramática, apresentou combates ainda mais desafiadores e consolidou a série como referência no gênero de ação 8-bit.

  • Plataformas: Nintendo Entertainment System (NES).

Ninja Gaiden 3: Razor’s Edge (2012)

Ninja Gaiden 3: Razor’s Edge (
Ninja Gaiden 3: Razor’s Edge (2012) / Crédito: Team Ninja e Tecmo Koei (divulgação)

Versão revisada de “Ninja Gaiden 3, Razor’s Edge” corrigiu diversas críticas do lançamento original. Além de restaurar decapitações e desmembramentos, trouxe novas armas, inimigos e áreas, além da possibilidade de evoluir habilidades com o sistema de “Karma”.

Com personagens jogáveis adicionais como Ayane, Kasumi e Momiji, o jogo expandiu a narrativa e adicionou missões paralelas, tornando-se a edição definitiva para fãs do combate visceral da série.

  • Plataformas: PlayStation 3, Xbox 360 e Wii U.

Ninja Gaiden III: The Ancient Ship of Doom (NES, 1991)

Ninja Gaiden III: The Ancient Ship of Doom
Ninja Gaiden III: The Ancient Ship of Doom (NES, 1991) / Crédito: Tecmo (divulgação)

Encerrando a trilogia clássica no NES, este título apresentou uma trama que mistura conspiração, ficção científica e drama pessoal. Ryu é acusado injustamente do assassinato de Irene Lew e se vê contra agentes da CIA e experimentos interdimensionais.

Com novos movimentos e upgrades, o jogo foi propositalmente mais difícil na versão americana, limitando continues e removendo o sistema de senha, o que o tornou um dos mais desafiadores da franquia.

  • Plataformas: Nintendo Entertainment System (NES).

Ninja Gaiden (Arcade, 1988)

Ninja Gaiden (Arcade, 1988)
Ninja Gaiden (Arcade, 1988) / Crédito: Tecmo (divulgação)

Versão paralela ao título de NES, o “Ninja Gaiden” de arcade é um beat ‘em up cooperativo em que dois jogadores enfrentam gangues e vilões pelo território americano.

Com fases ambientadas em cidades reais e golpes acrobáticos como o “Flying Neck Throw”, tornou-se um sucesso comercial nos fliperamas e influenciou a popularidade inicial da série, mesmo sendo distinto na jogabilidade e história.

  • Plataformas: arcade (fliperama), PlayStation 4 e Nintendo Switch.

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Nova IA do Google planeja viagens com voos em oferta

O Google anunciou mais uma ferramenta de busca com inteligência artificial (IA) — desta vez, dentro do Google Voos. A promessa da big tech com o Flight Deals é de ajudar os clientes a economizar dinheiro com viagens.

“Em vez de ficar testando diferentes datas, destinos e filtros para encontrar as melhores ofertas, você pode simplesmente descrever quando, onde e como gostaria de viajar — como se estivesse conversando com um amigo — e o Flight Deals cuidará do resto”, diz o comunicado.

Ainda não há previsão de lançamento global do novo recurso (Imagem: Reprodução)

A ferramenta será lançada em versão beta nos EUA, Canadá e Índia na próxima semana, sem necessidade de cadastro. O usuário poderá acessar diretamente a página “Flight Deals” ou clicar no menu superior esquerdo do Google Voos. Ainda não há previsão de lançamento em outros países.

O Google diz que essa etapa é crucial para coletar feedback e explorar como a IA pode aprimorar o planejamento de viagens. A empresa disse ainda que vai incluir outras melhorias, como uma nova opção para excluir tarifas básicas da classe econômica para viagens nos EUA e Canadá.

Como vai funcionar a nova IA do Google Voos?

  • Um dos aspectos mais curiosos da nova IA é que a busca pode sugerir destinos que você talvez nem tenha considerado antes. É como se a tecnologia atuasse como um agente de viagens, mostrando ofertas variadas de voos;
  • O usuário poderá pesquisar algo, como “viagem de uma semana neste inverno para uma cidade com ótima comida, sem escalas”, ou “viagem de esqui de dez dias para um resort de classe mundial com neve fresca”;
  • “O que torna o Flight Deals único é que ele usa a IA avançada do Google para entender as nuances do que você procura e identificar destinos correspondentes. Em seguida, ele utiliza dados do Google Flights em tempo real para mostrar rapidamente opções relevantes e atualizadas de centenas de companhias aéreas e sites de reservas”, diz o blog.
Google vai liberar a nova busca para coletar feedback de usuários (Imagem: murat4art/iStock)

Leia mais:

IA em todo lugar

O Google vem testando e ampliando diversos recursos de inteligência artificial nas suas plataformas. Nas últimas semanas, a empresa liberou sua IA para codificação e criou novas funcionalidades para quem mexe no mercado financeiro.

No caso da agente de codificação assíncrona Jules, o Google aprimorou a interface do usuário, corrigiu centenas de bugs e incluiu a reutilização de configurações anteriores para que novas tarefas sejam executadas mais rapidamente.

Já o Google Finanças passou por melhorias para oferecer “análises úteis e insights inovadores”, como ferramentas avançadas de gráfico, dados e notícias em tempo real, e ampliação do escopo de respostas no mecanismo de buscas.

gemini 2.5 pro
Recursos de IA do Google são baseados no Gemini (Imagem: Robert Way/Shutterstock)

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Carta de 327 anos revela cidade maia perdida

Pesquisadores descobriram, no México, a cidade maia perdida de Sak-Bahlán, conhecida como “terra do jaguar branco”, usando informações contidas em uma carta escrita em 1698.

Segundo o Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH), a localização foi identificada a partir de dados fornecidos pelo frei Diego de Rivas.

Ruínas de Sayil, Yucatan
localização foi identificada a partir de dados fornecidos pelo frei Diego de Rivas (Imagem: ahau1969/Shutterstock)

Após serem forçados a deixar sua capital, Lakam Tun (“Grande Rocha”), em 1586, o povo Lakandon-Ch’ol se refugiou mais profundamente na selva e fundou Sak-Bahlán, onde viveu livre da interferência espanhola por cerca de um século.

Em 1695, a cidade foi descoberta pelo frei Pedro de la Concepción e logo tomada pelos espanhóis, que a rebatizaram como Nuestra Señora de los Dolores (“Nossa Senhora das Dores”). Em 1721, foi abandonada e engolida pela vegetação.

Leia mais:

Grupo de pesquisadores em torno e uma escavação
Expedição contou com financiamento do Discovery Channel, que apresentará a redescoberta em documentário (Imagem: Reprodução/YouTube/Discovery)

Como a carta levou os pesquisadores ao achado?

O pesquisador do INAH Lozada Toledo explicou que reconstruiu a rota descrita por De Rivas:

“Por exemplo, ele conta como, naquele ano, partiu com soldados de Nuestra Señora de los Dolores (antiga Sak-Bahlán) e caminhou quatro dias até o rio Lacantún. Navegaram por dois dias até El Encuentro de Cristo, onde o afluente se une ao rio Pasíon e, então, seguiram a pé até o lago Petén Itzá, na Guatemala.”

  • A partir desses pontos georreferenciados, Toledo estimou a localização aproximada de Sak-Bahlán, considerando relevo, vegetação e carga transportada. “Combinando todas essas variáveis, consegui propor, no mapa, um intervalo aproximado onde o sítio poderia estar”, disse;
  • Toledo liderou uma expedição pela selva e confirmou a descoberta: “Foi a viagem de campo mais difícil da minha vida, mas, no fim, encontramos as evidências arqueológicas exatamente no ponto que eu havia marcado“;
  • A expedição contou com financiamento do Discovery Channel, que apresentará a redescoberta no documentário Discovering the Hidden Mayan City: Sac Balam.
Flechas antigas
Toledo liderou uma expedição pela selva e confirmou a descoberta (Imagem: Reprodução/YouTube/Discovery)

A seguir, confira um teaser do programa:

Parece que a civilização maia nos enganou por muito tempo

A civilização maia é uma das mais importantes da fase pré-colombiana, tendo se desenvolvido principalmente em áreas do atual México, e em partes da Guatemala, Belize e Honduras. Ela é conhecida por sua cultura, com destaque para a escrita hieroglífica, a matemática, a astronomia e o calendário.

Apesar disso, ainda sabemos muito pouco sobre este povo antigo. Um novo estudo, por exemplo, revela que esta população antiga pode ter sido muito maior do que pensávamos, além de ter construído assentamentos muito complexos para o período.

População maia atingiu 16 milhões de pessoas

  • Uma pesquisa publicada em 2018 havia estimado que havia 11 milhões de maias entre 600 e 900 d.C.
  • Este é o Período Clássico Tardio, momento em que a civilização atingiu o seu auge.
  • O novo trabalho, no entanto, revela que o número pode ser bem maior.
  • Segundo os pesquisadores, a estimativa é que 16 milhões de pessoas viviam nas ‘cidades’ maias naquela época.
  • O estudo, publicado no Journal of Archaeological Science: Reports, também sugere que os assentamentos eram muito mais complexos e interconectados.

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OpenAI realiza seu primeiro evento no Brasil

Na última terça-feira (12), o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ), foi palco do evento “Amanhãs Possíveis”, iniciativa da OpenAI, do próprio Museu e da Flint — startup que ensina o uso de redes sociais para criadores de conteúdo —, que reuniu tecnologia, arte e imaginação para criar narrativas visuais sobre futuros desejáveis. Foi o primeiro evento da OpenAI no Brasil.

Museu do Amanhã
Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ), recebeu atividade (Imagem: Alekk Pires/Shutterstock)

O que a startup realizou no Brasil?

  • Artistas, criadores de conteúdo, publicitários e profissionais da Creator Economy (Economia dos Criadores — ecossistema econômico impulsionado por criadores de conteúdo, plataformas digitais, marcas e audiências que monetizam a produção e distribuição de conteúdo online) foram convidados a responder à pergunta: “Qual é o amanhã que você gostaria de ver?”;
  • As respostas foram transformadas em prompts e convertidas em histórias visuais por ChatGPT e Sora;
  • Os resultados foram projetados no Museu, retratando a transição da criação individual para a imaginação coletiva;
  • De acordo com o levantamento feito a partir das ideias apresentadas, 28,6% foram classificadas como “Propositivos”, abordando temas como educação, inclusão, igualdade de gênero e saúde pública;
  • Outros 20% se encaixaram na categoria “Visionários”, projetando mundos diversos e conectados;
  • O perfil “Técnico”, voltado para inovações em IA, robótica e dados, representou 12,9%;
  • 8,6% foram “Contemplativos”, explorando futuros simbólicos com poesia e imagens;
  • Os temas mais frequentes incluíram futuro e inovação, sustentabilidade, igualdade e cultura.
Logo da OpenAI ao lado do ChatGPT em um smartphone
Respostas foram transformadas em prompts e convertidas em histórias visuais por ChatGPT e Sora (Imagem: RKY Photo/Shutterstock)

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Christian Rôças, CEO da Flint, afirmou: “Ao criar esse projeto, percebemos que falar de futuro é, na verdade, falar de presente. Ferramentas, como o ChatGPT e o Sora, não substituem nossa criatividade, elas ampliam seu alcance e nos levam além.”

Para Nicolas Robinson Andrade, Head of Latam & Caribbean Policy da OpenAI, o evento buscou pluralidade e esperança: “Acreditamos que a IA [inteligência artificial] seja para todos e impulsionar a imaginação coletiva nos ajuda a pensar no futuro onde as pessoas, sem exceção, terão acesso a essa tecnologia.

O diretor do Museu do Amanhã, Cristiano Vasconcelos, destacou: “A arte, a ciência, a inovação e a tecnologia sempre estiveram em nosso imaginário quando vislumbramos futuros. Hoje, conseguimos dar concretude a todo esse potencial criativo por meio da inteligência artificial”.

Capa - microsoft e openai
Nicolas Robinson Andrade, Head of Latam & Caribbean Policy da OpenAI: “Acreditamos que a IA [inteligência artificial] seja para todos e impulsionar a imaginação coletiva nos ajuda a pensar no futuro onde as pessoas, sem exceção, terão acesso a essa tecnologia” (Imagem: LanKS/Shutterstock)

Os trabalhos podem ser vistos nesta plataforma, onde o público também pode enviar suas próprias ideias para transformação em vídeos.

OpenAI prometeu um ChatGPT mais fácil de usar… e não cumpriu

A OpenAI havia prometido que o GPT-5, lançado na semana passada, tornaria o ChatGPT mais fácil de ser usado. Uma das mudanças é que ele se configuraria sozinho de acordo com a necessidade do usuário, sem que o cliente tenha que escolher manualmente entre modelos que não conhece.

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