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Um julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF)concluído nesta quarta-feira (13) sobre a constitucionalidade de uma lei alterada em 2001 pode resultar em um ônus de US$ 400 milhões (R$ 2,1 bilhões) à Netflix.
Os ministros decidiram que é válida a ampliação da Cide-Tecnologia, uma contribuição de 10% que incide sobre envio de valores financeiros ao exterior como parte da remuneração de contratos envolvendo uso ou transferência de tecnologia estrangeira.
Agora, no entanto, empresas que pagam royalties ao exterior envolvendo “cessão e licença de uso de marcas”, por exemplo, também estarão sujeitas à Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico. E esse é o caso da Netflix.
Netflix já previa ônus por “questões com autoridades fiscais brasileiras” (Imagem: Elliott Cowand Jr/Shutterstock)
Incentivo à pesquisa científica
Segundo o STF, a Cide-Tecnologia foi instituída pela Lei 10.168/2000 com o objetivo de estimular o desenvolvimento tecnológico brasileiro por meio de programas envolvendo universidades, centros de pesquisa e o setor produtivo;
No ano seguinte à publicação, a lei passou a incidir sobre remessas feitas sobre royalties de atividades de qualquer natureza, inclusive as referentes a direitos autorais e a serviços administrativos prestados por pessoas não residentes no país;
No julgamento, os ministros avaliaram um recurso que questionava a possibilidade de aplicar o tributo de qualquer remessa ao exterior, mesmo se o contribuinte não for da área a ser beneficiada pela intervenção do Estado — no caso, da ciência.
Recursos arrecadados com a contribuição serão destinados à pesquisa científica no Brasil (Imagem: Jacob Wackerhausen/iStock)
O relator do processo, ministro Luiz Fux, defendeu que a Cide-Tecnologia deveria ser aplicada apenas em casos de importação de tecnologia, o que excluiria remessas de remuneração de direitos autorais. Ele foi acompanhado pelos ministros André Mendonça, Nunes Marques, Dias Toffoli e pela ministra Cármen Lúcia.
Julgada pelo STF, Cide foi criada com o objetivo de estimular o desenvolvimento tecnológico brasileiro (Imagem: Rmcarvalho/iStock)
No entanto, prevaleceu o entendimento do ministro Flávio Dino de que não é necessário haver correlação entre a origem da contribuição e a exploração de tecnologia, desde que a arrecadação seja integralmente destinada à área de ciência e tecnologia, como prevê a lei. Dino foi acompanhado pelos ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso.
No ano passado, a Netflix informou, em seu relatório financeiro, que estava sujeita ao ônus milionário devido a “diversas questões com as autoridades fiscais brasileiras”. Em 2023, o rombo previsto era menor — US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão). Resta saber se parte dessa conta será paga pelos assinantes.
O que diz a Netflix
O Olhar Digital acionou a assessoria de imprensa da Netflix e aguarda um posicionamento oficial sobre o assunto.
Ao se olhar no espelho, muitas pessoas sentem a tentação de espremer aquele cravo ou espinha incômoda. Apesar de parecer um gesto inofensivo, esse hábito pode trazer sérias consequências para a pele e, em alguns casos, até para a saúde geral.
Neste artigo, vamos explicar por que, muitas vezes, espremer cravos e espinhas pode prejudicar a saúde da sua pele.
Acne: de cravos a espinhas
Imagem: New Africa/Shutterstock
A acne é uma condição de pele comum, caracterizada pela presença de cravos abertos (pontos negros), cravos fechados (pontos brancos) e pústulas (espinhas com pus). Embora seja mais frequente na adolescência, também pode afetar adultos, especialmente mulheres. No Brasil, estima-se que cerca de metade dos adultos sofram com o problema, com maior incidência no público feminino.
Em casos mais graves, a acne pode deixar cicatrizes permanentes e impactar significativamente a autoestima, podendo até desencadear quadros de ansiedade e depressão.
Causas principais
A principal causa da acne é a genética, respondendo por cerca de 80% dos casos. Além disso, há também as alterações hormonais, especialmente a ação de andrógenos como a testosterona.
Imagem: shutterstock/Boyloso
Outros fatores importantes para o surgimento de acnes é a proliferação da bactéria Propionibacterium acnes, o tabagismo e uma dieta rica em carboidratos simples e açúcares (embora não haja consenso científico sobre esse último fator).
Vale ressaltar que a higiene e a exposição solar não causam acne diretamente, mas hábitos inadequados de cuidados com a pele podem piorar o quadro.
Diferença entre cravos e espinhas
Cravos (comedões)
Close-up do nariz de uma mulher com cravos ou pontos pretos isolados em fundo branco. Problema de acne, comedões. / Crédito: Marina Demeshko (shutterstock/divulgação)
São o grau 1 da acne e não apresentam inflamação visível. Podem ser:
Abertos (ponto preto, causado pela oxidação do sebo);
Fechados (ponto branco, coberto por pele).
Espinhas (acne inflamatória)
Correspondem ao grau 2 ou superior da acne. Ocorrem quando a obstrução do poro evolui para inflamação e infecção, formando pústulas, nódulos ou cistos.
Por que não espremer cravos e espinhas?
Espremer cravos e espinhas pode parecer uma atitude inofensiva, mas, na verdade, pode prejudicar a saúde da pele e trazer riscos de diferentes graus. Ao pressionar a região, o conteúdo do cravo ou da espinha pode ser empurrado para camadas mais profundas, agravando a inflamação.
Adolescente olhando o rosto no espelho e espremendo uma espinha / Crédito: Jayakri (shutterstock/divulgação)
Além disso, a manipulação facilita a disseminação de bactérias, que podem até entrar na corrente sanguínea. O trauma mecânico também aumenta as chances de cicatrizes permanentes ou manchas.
Quando a manipulação ocorre na chamada “zona da morte” do rosto, uma área triangular localizada entre a ponte do nariz e os cantos da boca, existe o risco de que as infecções evoluam para uma emergência médica, pois este triângulo possui conexão vascular direta com o cérebro.
A “zona da morte” do rosto
O que é e por que é tão perigosa
A “zona da morte” ou triângulo da morte facial corresponde à região entre a base do nariz e os cantos da boca, incluindo áreas próximas aos olhos. Essa parte do rosto é irrigada por vasos sanguíneos que têm ligação direta com estruturas próximas ao cérebro, como o seio cavernoso.
Quando um cravo ou espinha nessa região é espremido, a manipulação pode romper a barreira cutânea e permitir a entrada de bactérias na corrente sanguínea. Por causa dessa conexão vascular, uma infecção local pode se espalhar rapidamente para o cérebro.
Trombose do seio cavernoso: formação de um coágulo nas veias próximas ao cérebro, que pode bloquear o fluxo sanguíneo e causar infecção grave.
Meningite bacteriana: inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, causada por bactérias.
Abscessos cerebrais: acúmulo de pus dentro do cérebro devido à infecção.
Septicemia: infecção generalizada na corrente sanguínea, potencialmente fatal.
Essas condições exigem atendimento médico urgente e podem representar risco de morte.
Matéria do programa Chega Mais (SBT) sobre ao tentar remover uma espinha interna no rosto, acabou desenvolvendo um abscesso e precisou passar por uma cirurgia / Crédito: Chega Mais (Youtube/reprodução)
Casos de hospitalização
Embora pareça improvável, existem registros de pessoas internadas após espremer cravos ou espinhas. Em muitos desses casos, a manipulação levou ao desenvolvimento de celulite bacteriana, uma infecção grave da pele e do tecido subcutâneo.
Os sintomas incluem:
Vermelhidão e inchaço progressivo;
Dor intensa;
Calor local;
Febre.
Se não tratada rapidamente com antibióticos, a infecção pode se espalhar para músculos, ossos e órgãos vitais. Em alguns casos, é necessária cirurgia para drenagem de abscessos.
Tratamentos seguros para acne
Destacamos abaixo alguns dos principais tipos de tratamentos para acne e suas indicações. Vale lembrar que você deve conversar com um dermatologista antes para avaliar seu caso em particular.
Procedimento de peeling facial de carbono. Os pulsos de laser limpam a pele do rosto. (Imagem: ZephyrMedia/Shutterstock)
Cuidados tópicos
Peróxido de benzoíla: possui ação antibacteriana e anti-inflamatória.
Retinoides (tretinoína e adapaleno): desobstruem os poros e melhoram a textura da pele.
Ácido salicílico: auxilia na esfoliação e no controle da oleosidade.
Tratamentos orais
Antibióticos (doxiciclina e minociclina): indicados para acne moderada ou grave, sempre com orientação médica.
Isotretinoína: recomendado para casos resistentes, com acompanhamento rigoroso de um dermatologista.
Anticoncepcionais ou antiandrogênios: voltados para mulheres com acne de origem hormonal.
A franquia Wolfenstein é uma das mais icônicas no universo dos jogos de tiro, especialmente por sua contribuição pioneira no gênero de primeira pessoa e pela imersão em cenários alternativos da história.
Criada por id Software, a série começou com Wolfenstein 3D em 1992, revolucionando os gráficos e a jogabilidade da época. Desde então, a série tem explorado temas como a Segunda Guerra Mundial, regimes totalitários, realidades alternativas e até mesmo ficção científica, sempre com uma pegada de ação intensa e personagens carismáticos.
Com mais de 30 anos de história, Wolfenstein conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo, mas nem todos os títulos da franquia mantiveram o mesmo nível de qualidade.
Nesta lista, vamos ver os melhores e piores jogos da série, avaliando a recepção crítica, os avanços tecnológicos e, claro, o impacto cultural que cada título teve.
Quais são os melhores (e os piores) jogos da franquia Wolfenstein?
8) Wolfenstein: Cyberpilot (Nota: 50)
Capa do jogo “Wolfenstein: Cyberpilot” (Imagem: Epic Games/Divulgação)
“Wolfenstein: Cyberpilot” é, sem dúvida, o título mais controverso da série. Lançado como um jogo de realidade virtual, ele permitiu aos jogadores controlar robôs e veículos do universo Wolfenstein.
No entanto, a recepção foi extremamente negativa. O jogo foi criticado por sua jogabilidade simplista, gráficos fracos e uma história que não faz jus ao legado da franquia.
Embora tenha tentado inovar com a realidade virtual, “Cyberpilot” não conseguiu capturar o espírito da série. A crítica foi unânime em apontar que o jogo se afastou da essência de Wolfenstein, entregando uma experiência rasa e pouco envolvente. Para muitos, “Cyberpilot” foi uma tentativa fracassada de expandir a franquia para novas tecnologias.
7) Wolfenstein 3D (Nota: 66)
Imagem: Reprodução
Como o primeiro jogo da série, “Wolfenstein 3D” revolucionou o mundo dos jogos em primeira pessoa, e é considerado o precursor de muitos dos jogos modernos do gênero. Lançado em 1992, o jogo apresentou um mundo 3D rudimentar e uma jogabilidade focada em atirar e explorar.
Apesar de seu impacto histórico, “Wolfenstein 3D” não resistiu muito bem ao teste do tempo. A jogabilidade é bastante simples e os gráficos, por mais inovadores que fossem para a época, parecem datados hoje. No entanto, seu legado é indiscutível, pois abriu caminho para muitos jogos modernos de FPS e estabeleceu a fórmula que seria usada em títulos subsequentes.
6) Wolfenstein: Youngblood (Nota: 69)
Imagem de capa do jogo “Wolfenstein: Youngblood” (Imagem: Nintendo/Divulgação)
“Wolfenstein: Youngblood” foi um dos jogos mais controversos da série. Desenvolvido como um spin-off, ele segue as filhas gêmeas de BJ Blazkowicz, Sophia e Jess, em sua luta contra os nazistas. A principal diferença de “Youngblood” para os outros jogos da franquia é seu foco em uma abordagem cooperativa, onde os jogadores podem se unir para enfrentar as forças nazistas.
Embora a ideia de um jogo cooperativo tenha sido inovadora, “Youngblood” foi criticado por suas microtransações e falta de conteúdo. Muitos acharam que a fórmula cooperativa não se encaixou bem com a franquia e que o jogo não entregava a mesma qualidade de narrativa e ação que os títulos anteriores. A crítica destacou a falta de foco na história e a repetitividade das missões, o que diminuiu o impacto da experiência.
5) Wolfenstein 2009 (Nota: 72)
Imagem: YouTube/Reprodução
“Wolfenstein 2009” é muitas vezes considerado um dos títulos mais esquecidos da série. Desenvolvido pela Raven Software e publicado pela Activision, o jogo foi uma tentativa de reiniciar a franquia. Apesar de ter introduzido algumas mecânicas interessantes, como a habilidade de usar tecnologia de outra dimensão, a recepção foi mista.
A crítica destacou a jogabilidade de tiro sólida, mas criticou o enredo previsível e os gráficos abaixo das expectativas. Embora tenha tentado expandir o universo Wolfenstein com novas ideias, o jogo não conseguiu capturar a mesma magia dos títulos anteriores. Ainda assim, alguns fãs da série o consideram um jogo decente, mesmo que abaixo da média da franquia.
Imagem da capa do game “Wolfenstein: The Old Blood” (Imagem: MachineGames/Divulgação)
Lançado como um prequel de “The New Order, Wolfenstein: The Old Blood” oferece uma experiência de ação ainda mais frenética e imersiva. Embora não tenha a mesma profundidade narrativa de seu antecessor, o jogo é uma sólida adição à franquia. Ele mistura a mesma jogabilidade refinada de “The New Order” com novos inimigos e desafios. Os jogadores controlam BJ Blazkowicz em sua missão para deter os planos nazistas de criar armas secretas.
Embora “The Old Blood” tenha sido elogiado por sua jogabilidade e atmosfera, muitos acharam que o jogo falhou em trazer algo inovador, sendo visto como um DLC expandido em vez de uma experiência completamente nova. Ainda assim, foi uma boa opção para os fãs da série que queriam mais ação no universo Wolfenstein.
3) Wolfenstein: The New Order (Nota: 79)
Capa do jogo “Wolfenstein: The New Order” (Imagem: Epic Games/Divulgação)
“Wolfenstein: The New Order” é outro grande sucesso da MachineGames, lançado em 2014. O jogo foi um marco para a franquia, já que revigorou o interesse pelos jogos de tiro em primeira pessoa, trazendo uma nova narrativa e abordagem ao universo Wolfenstein.
Ambientado em um cenário alternativo onde os nazistas venceram a Segunda Guerra Mundial, “The New Order” segue BJ Blazkowicz em sua luta contra os nazistas que agora controlam o mundo. A crítica elogiou o título por sua jogabilidade sólida, narrativa envolvente e a revitalização de uma franquia histórica.
O jogo trouxe uma jogabilidade moderna, mas com um toque de nostalgia, com suas intensas sequências de ação e personagens cativantes. O design de níveis, os inimigos variados e a integração de elementos de ficção científica foram bem recebidos. A história de BJ Blazkowicz e sua luta pela liberdade ressoou com muitos fãs, e o jogo rapidamente se tornou um dos favoritos da crítica e do público.
2) Return to Castle Wolfenstein (Nota: 84)
Imagem: YouTube/Reprodução
Lançado em 2001, “Return to Castle Wolfenstein” é um dos títulos mais respeitados da série. Ele trouxe a franquia para o cenário 3D moderno, aproveitando os avanços gráficos da época e colocando os jogadores no centro da ação em um ambiente de Segunda Guerra Mundial com elementos sobrenaturais. A história mistura a luta contra os nazistas com uma trama envolvendo monstros e experimentos científicos, o que o torna único dentro da franquia.
Além disso, o jogo foi uma das primeiras grandes experiências de multiplayer online em FPS, trazendo modos como “Team Deathmatch” e “Objective-based gameplay”. A crítica o elogiou por sua jogabilidade sólida, a qualidade de seus gráficos para a época e a atmosfera tensa, mas imersiva.
Embora o multiplayer não tenha tido o mesmo impacto de outros títulos, o modo campanha se manteve relevante e cativante, garantindo um lugar de destaque na história da franquia.
1) Wolfenstein II: The New Colossus (Nota: 87)
Capa do jogo “wolfenstein 2” (Imagem: Bethesda/Divulgação)
O ápice da franquia Wolfenstein para muitos jogadores, “Wolfenstein II: The New Colossus” foi a sequência direta de “The New Order” e trouxe uma história ainda mais envolvente.
Desenvolvido pela MachineGames, o jogo apresenta uma narrativa emocionante que mistura ação intensa com momentos de reflexão sobre resistência e liberdade.
Ambientado em um mundo alternativo onde o regime nazista venceu a Segunda Guerra Mundial e domina os Estados Unidos, o título segue o protagonista BJ Blazkowicz em sua luta para derrubar o regime totalitário.
O jogo é amplamente elogiado por sua trama, personagens profundos e jogabilidade refinada. A variedade de armas, a inteligência artificial dos inimigos e os momentos cinematográficos fazem de “The New Colossus” um dos jogos de tiro em primeira pessoa mais impactantes de sua geração.
A crítica destacou a maneira como o jogo mistura ação frenética com um enredo que toca em questões sociais, criando uma experiência envolvente.
Um modelo híbrido de inteligência artificial (IA), conhecido como IA neurossimbólica, está ganhando espaço na Amazon e impulsionando desde o assistente de compras Rufus até robôs avançados em centros de distribuição, segundo o The Wall Street Journal. A tecnologia combina redes neurais com raciocínio simbólico, que usa lógica e códigos para resolver problemas.
Robô Vulcan, da Amazon, implantado no centro de distribuição da empresa em Hamburgo (Alemanha), emprega raciocínio automatizado para otimizar o espaço nas caixas e identificar itens sem a necessidade de escanear códigos de barras (Imagem: Amazon)
Enquanto ferramentas, como o ChatGPT, são eficazes em prever palavras, ainda podem errar com confiança quando têm poucos exemplos de referência. “Não é um problema que possa ser resolvido apenas com mais computação, pois teoremas matemáticos definem essas limitações”, disse Grant Passmore, cofundador e co-CEO da Imandra, startup de IA, ao periódico.
“A IA neurossimbólica é a solução porque combina a modelagem estatística dos LLMs [modelos de linguagem grande] com a abordagem lógica e axiomática do raciocínio simbólico.”
Segundo Passmore, a abordagem também reduz custos, pois divide tarefas entre GPUs, para entendimento de linguagem, e CPUs, para raciocínio e verificação. A Amazon tem cerca de 20 equipes trabalhando em aplicações desse tipo de raciocínio.
IA “tunada” na Amazon
No setor logístico, robôs Vulcan instalados em Spokane (EUA) e Hamburgo (Alemanha) usam raciocínio automatizado para resolver problemas espaciais, como posicionar itens, enquanto redes neurais cuidam da percepção e classificação de imagens;
O sistema consegue manipular cerca de 75% dos tipos de produtos armazenados, com velocidade semelhante à de trabalhadores humanos;
O raciocínio automatizado também está na base do Rufus, assistente de compras da Amazon que usa LLM para interagir com clientes e raciocínio simbólico para tornar respostas mais relevantes e reduzir erros;
“Sabemos que o teorema de Pitágoras é verdadeiro, mesmo sem enumerar todos os triângulos possíveis”, disse Byron Cook, vice-presidente da Amazon e criador do grupo de raciocínio automatizado da empresa. “A lógica matemática permite uma prova finita, em que cada passo é verificável.”
Tecnologia combina redes neurais com raciocínio simbólico, que usa lógica e códigos para resolver problemas (Imagem: Rodrigo Mozelli [gerado com IA]/Olhar Digital)
No último dia 6, a Amazon anunciou o recurso Automated Reasoning Checks, que, segundo a empresa, reduz “alucinações” de IA e identifica respostas corretas com até 99% de precisão. A tecnologia pode formalizar verdades em áreas, como saúde ou políticas de devolução, e ser aplicada a sistemas multiagente.
Briga entre redes neurais e inteligência artificial clássica
O debate entre redes neurais e IA clássica persiste. Geoffrey Hinton, pioneiro da IA, disse, em 2023, que “pessoas são como esses grandes modelos de linguagem: elas simplesmente inventam coisas” e que não há fronteira rígida entre memória verdadeira e falsa.
Já Gary Marcus, cientista cognitivo, defende que sistemas híbridos são o futuro: “Nem redes neurais, nem IA clássica, podem realmente se sustentar sozinhas. Precisamos encontrar formas de uni-las… acredito que o momento da IA neurossimbólica finalmente chegou.”
Debate entre redes neurais e IA clássica persiste (Imagem: NicoElNino/Shutterstock)
Sem dúvidas, Dakota Johnson é uma das atrizes de maior destaque de Hollywood no momento. Filha dos também atores Don Johnson e Melanie Griffith, Dakota ganhou fama mundial com a franquia “Cinquenta Tons de Cinza”. Desde então, a atriz construiu uma filmografia sólida, que inclui “Um Mergulho no Passado” (2015) e “Amores Materialistas” (2025).
Que tal conhecer mais sobre a trajetória de Dakota Johnson? A seguir, você confere 8 filmes da atriz disponíveis nos principais serviços de streaming.
Materialists (2025) / Crédito: A24, Sony Pictures Releasing International, Stage 6 Films (divulgação)
O romance de época “Persuasão” é baseado na obra homônima da renomada escritora Jane Austen e traz Dakota Johnson no papel principal.
A atriz interpreta Anne Elliot, uma jovem persuadida a romper seu noivado com um oficial da marinha por ele ser considerado de baixo status social. No entanto, anos depois, o homem retorna rico, e ela se vê em conflito com o passado e seu coração.
Onde assistir: Netflix.
Está Tudo Bem Comigo? (2022)
Am I OK? (2022) / Crédito: Warner Bros. Pictures, HBO Max (divulgação)
Para aqueles que gostam de ver uma bela amizade retratada nas telas, a comédia dramática “Está Tudo Bem Comigo?” pode ser uma boa pedida.
Dakota Johnson interpreta Lucy, uma mulher de 32 anos de Los Angeles que vive uma vida romântica insatisfatória e tem como grande amiga de longa data Jane (Sonoya Mizuno).
Porém, quando Jane está prestes a se mudar para Londres, Lucy revela um segredo sobre si mesma que irá agitar a vida das duas amigas: ela acredita que possa ser lésbica.
Onde assistir: HBO Max.
Papai (2023)
Daddio (2023) / Crédito: Sony Pictures Classics (divulgação)
Dakota Johnson protagoniza, ao lado do renomado Sean Penn, o drama “Papai”. Johnson estrela a produção como uma jovem que acaba de chegar a Manhattan e pega um táxi para voltar para casa.
Porém, durante o trajeto, ela passa a ter uma série de conversas profundas e inesperadas com o motorista (Penn).
Onde assistir: HBO Max.
A Filha Perdida (2021)
The Lost Daughter (2021) / Crédito: Netflix (divulgação)
Baseado no romance da escritora italiana Elena Ferrante, “A Filha Perdida” é um drama psicológico que marca a estreia da atriz Maggie Gyllenhaal na direção. Dakota Johnson estrela o longa ao lado de Olivia Colman.
No filme, Leda (Colman), uma professora universitária de férias, encontra a filha momentaneamente desaparecida de uma jovem mãe, Nina (Johnson). A partir daí, Leda fica obcecada por Nina, que desperta lembranças de sua própria maternidade.
Onde assistir: Netflix.
Maus Momentos no Hotel Royale (2018)
Bad Times at the El Royale (2018) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)
Além de Dakota Johnson, o suspense “Maus Momentos no Hotel Royale” conta com vários nomes de peso no elenco, entre eles Jeff Bridges, Cynthia Erivo, Jon Hamm e Chris Hemsworth.
Na trama, sete estranhos que carregam segredos sombrios se encontram em um hotel no final dos anos 60. Dakota estrela como a hippie Emily Summerspring.
Remake do clássico de 1977 dirigido por Dario Argento, “Suspíria” é um terror sobrenatural com direção de Luca Guadagnino, responsável por “Rivais” (2024).
Dakota Johnson estrela como uma bailarina americana que se matricula em uma renomada academia de dança em Berlim. Porém, o local é assombrado por mistérios e eventos estranhos. O elenco também conta com Tilda Swinton e Mia Goth.
Onde assistir: Amazon Prime Video.
Cha Cha Real Smooth: O Próximo Passo (2022)
Cha Cha Real Smooth (2022) / Crédito: Apple TV+ (divulgação)
Cooper Raiff estrela, escreve e dirige esta comédia romântica dramática sobre amadurecimento. Em “Cha Cha Real Smooth”, Raiff interpreta um jovem de pouco mais de 20 anos, recém-saído da universidade e sem muitas perspectivas, que se torna animador de festas.
Porém, sua vida muda após conhecer Domino, personagem de Dakota Johnson, uma jovem mãe solteira de 32 anos com uma filha que tem autismo.
Onde assistir: Apple TV+.
Como Ser Solteira (2016)
How to Be Single (2016) / Crédito: Warner Bros. Pictures (divulgação)
Nesta comédia romântica, Dakota Johnson interpreta Alice, que, após uma pausa em um longo namoro, muda-se para Nova York para trabalhar e morar com a irmã. Porém, ao tentar reatar, descobre que o ex já está com outra.
No novo ambiente, Alice faz amizade com Robin (Rebel Wilson), uma colega de trabalho que vive de festas e casos passageiros, e passa a explorar diferentes formas de estar solteira.
Onde assistir: no canal MGM+, que pode ser assinado via Apple TV Channel ou Amazon Channel.
Uma espécie de peixe que viveu no período Cretáceo, entre 145 e 66 milhões de anos atrás, foi descrita por pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em parceria com o Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em um artigo publicado na revista científica Nature.
O trabalho foi possível graças à descoberta de um fóssil durante a expedição Paleoantar, realizada na Formação da Ilha Snow Hill, na Antártica, que envolveu diversas instituições brasileiras. Trata-se do vertebrado mais completo encontrado nesta localidade.
“A descoberta de Antarctichthys longipectoralis acrescenta uma nova dimensão à nossa compreensão da anatomia dos decertídeos e da evolução dos Aulopiformes durante o Cretáceo Superior”, escrevem os autores.
Holótipo de Antarctichthys longipectoralis da Formação Snow Hill Island (Imagem: Reprodução)
Uma nova espécie de peixe
A análise filogenética mostrou que o Antarctichthys ocupa uma posição central como gênero-irmão de Rhynchodercetis e Hastichthys, contribuindo para a diversidade de decertídeos posteriormente;
Segundo os autores, o espécime relatado é único. “A presença de uma conexão otofísica bem desenvolvida, mandíbulas desdentadas e raios da nadadeira peitoral incomumente alongados representam uma configuração anatômica única entre os decertídeos, expandindo a disparidade morfológica conhecida dentro do grupo”, escrevem;
As características anatômicas também podem fornecer insights potenciais sobre adaptações ecológicas, como estratégias de alimentação especializadas (possivelmente relacionadas à alimentação por filtração).
Relações históricas de Antarctichthys entre Dercetidae (Imagem: Reprodução)
O fóssil foi escaneado por microtomografia computadorizada, uma técnica que fornece imagens de raio-x sem danificar o objeto. As projeções são geradas em alta resolução, possibilitando aos cientistas a realizarem análises minuciosas, com detalhes. O espécime foi recriado com cabeça longa, corpo delgado e pequenos espinhos neurais, medindo entre oito e dez centímetros.
À Agência Brasil, a bióloga Valéria Gallo, professora titular do Departamento de Zoologia da UERJ, explicou que a descoberta corrobora a importância de pesquisas na Antártica para a compreensão da evolução da vida e da biodiversidade atual.
Presença do fóssil sinaliza que a área da Península Antártica provavelmente possuía um clima mais quente (Imagem: CherylRamalho/Shutterstock)
“O continente antártico, hoje uma vastidão gelada, já foi um ambiente rico em florestas e vida marinha. Descobertas como essa revolucionam nosso entendimento sobre como ecossistemas antigos responderam às mudanças ambientais. A presença desse fóssil sinaliza que a área da Península Antártica provavelmente possuía um clima mais quente e maior biodiversidade durante o Cretáceo.”
Além de proporcionar dispositivos com maior desempenho e recursos que aprimoram o uso dos celulares, a tecnologia permitiu que fossem implementadas funções que oferecessem maior acessibilidade aos usuários, inclusive a quem sofre com a perda auditiva.
Você não sabe quais recursos podem ser utilizados por meio das configurações do seu smartphone? Fique tranquilo, pois nas próximas linhas o Olhar Digital traz algumas das principais funções que podem ser usadas no seu aparelho.
6 configurações de acessibilidade no smartphone para quem sofre com perda auditiva
A seguir, você vai conhecer as funções que você pode utilizar no seu dispositivo e ainda verá como habilitá-las por meio das configurações do seu aparelho.
1. Ative o reconhecimento de sons
Tanto aparelhos Android quanto iOS possuem a função de reconhecimento de sons como campainhas, choro de nenéns, alarmes entre outras. Esse recurso serve como um alerta para que o usuário veja o que está acontecendo ao seu redor. A seguir, veja o passo a passo conforme o sistema operacional do seu smartphone.
Android
Abra as “Configurações” > acesse “Acessibilidade” > aperte em “Melhorias de audição” > toque em “Notificações de Sons” > vá em “Abrir o Notificações de sons” > toque em “Avançar” e escolha os sons que você quer identificar.
Captura de tela da parte de escolha de sons no celular Android – Imagem: Matheus Chaves/Olhar Digital
iPhone
Abra o aplicativo “Ajustes” > vá em “Acessibilidade” > acesse a seção “Audição” > aperte em “Reconhecimento de Som” > mova a chave ao lado de “Reconhecimento de Som” > toque em “Sons” e escolha os que você quer reconhecer.
2. Conecte aparelhos auditivos por meio do Bluetooth
Pessoa com dedo em cima de botão que ativa Bluetooth em celular – Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock
Alguns aparelhos auditivos permitem a conexão com smartphones via Bluetooth, fazendo a transmissão direta do áudio. A seguir, veja como funciona.
Android
Entre em “Configurações” > toque em “Acessibilidade” > selecione “Melhorias de audição” > vá em “Suporte a aparelhos auditivos” > marque as opções relacionadas a ajuste de áudio e conexão por meio de Bluetooth.
iOS (iPhone)
Neste celular, é possível fazer o pareamento com aparelhos auditivos por meio do recurso Made for iPhone, o qual possibilita a integração completa e personalizações. Para isso, veja se o seu aparelho realmente é compatível. Se for, vá em “Ajustes” > “Acessibilidade” > “Audição” > “Aparelhos auditivos” > ative o Bluetooth > espere a detecção do aparelho próximo ao celular e, quando aparecer o dispositivo, clique sobre o nome dele para parear. Após isso, basta seguir as instruções para configurar o recurso.
3. Habilite as legendas automáticas em tempo real
Recurso “Legenda Instantânea” no celular Android
Imagem: Captura de tela/Matheus Chaves – Olhar Digital
No Android, é possível habilitar o recurso “Legenda Instantânea”, o qual permite que sejam ativadas as legendas em chamadas telefônicas, vídeos e podcasts, mesmo que não haja conexão do celular com a internet. Já nos iPhones com o iOS 16, há a função de legendas ao vivo. Entretanto, elas estão apenas em inglês, mas devem ser expandidas para outros idiomas de forma gradual.
Android
É possível fazer a ativação de duas maneiras. A primeira delas é por meio do botão volume. Pressione o botão de aumentar ou diminuir o volume > aperte sobre o ícone de configurações abaixo dos controles de volume > vá em “Legenda Instantânea” e ative o recurso.
A segunda maneira é por meio das configurações. Nelas, você deve ir em “Acessibilidade” > selecionar a opção “Melhorias de audição” > tocar em “Legenda Instantânea” > ativar a opção “Usar Legenda Instantânea”. Você também pode optar por habilitar a opção de “Legenda Instantânea no controle de volume”. Dessa forma, fica mais fácil acessar o recurso futuramente.
iOS (iPhone)
Acesse o aplicativo “Ajustes” > toque em “Acessibilidade” > procure e toque na seção “Audição” > aperte sobre “Legendas ao Vivo (Beta)” > ative o botão ao lado de “Legendas ao Vivo”. É possível definir o tamanho do texto, ativar as legendas em chamadas de áudio e FaceTime, além de escolher a cor da janela.
4. Utilize o Áudio mono
Recurso “Áudio mono” – Imagem: Captura de tela/Matheus Chaves – Olhar Digital
Esta função ajuda pessoas com perda auditiva, pois reproduz o mesmo som nos dois alto-falantes, o que pode ser uma forma de o usuário escutar melhor o conteúdo, seja em um áudio ou em um vídeo.
Android
Acesse as “Configurações” > vá em “Acessibilidade” > “Melhorias de audição” e ative o botão ao lado de “Áudio mono”.
iOS (iPhone)
Acesse as “Configurações” > “Geral” > “Acessibilidade” e ative a opção “Áudio mono”.
Recurso “Notificação de flash” no celular Android
Imagem: Captura de tela/Matheus Chaves – Olhar Digital
Este recurso auxilia o usuário ao receber chamadas telefônicas, pois emite sinais como o piscar do flash da câmera. Veja o passo a passo abaixo para realizar o processo no Android e no iOS (iPhone).
Android
Vá em “Configurações” > “Acessibilidade” > “Configurações avançadas” > toque em “Notificação do flash” e defina se quer que a luz pisque na câmera ou na tela do seu dispositivo.
iOS (iPhone)
Vá em “Ajustes” > “Acessibilidade” > “Audição” > toque em “Áudio/Visual” > ative a opção “Flash de LED”. Caso queira, também é possível habilitar o “Com o Silencioso ativado”.
Por meio do recurso RTT (Texto em Tempo Real) é possível ler e digitar mensagens durante chamadas, o que facilita a comunicação sem ter a necessidade de escutar a ligação.
Android
Entre no aplicativo “Telefone” > vá nos três pontos > toque em “Configurações” > acesse “Chamadas” ou “Acessibilidade > aperte em “RTT” ou “Texto em tempo real” > Ative a opção “Sempre usar RTT” ou Perguntar ao iniciar chamadas.
iOS (iPhone)
Acesse o app “Ajustes” > vá em “Acessibilidade” > toque em “Audição” > selecione RTT/TTY > ative a opção “RTT”. Caso seja necessário, coloque o número de retransmissão e toque em “Enviar imediatamente” ou “Concluir mensagem antes de enviar”.
Quem usa notebook com frequência provavelmente já se deparou com problemas na bateria. E enquanto espera para comprar uma nova, surge a dúvida: será que dá para usar o notebook sem a bateria, apenas ligado na tomada? A resposta é sim, mas essa prática exige cuidados.
Neste artigo, explicamos como isso funciona, quais os riscos e o que dizem os fabricantes.
É possível usar o notebook sem bateria?
Alerta laranja de bateria fraca em um laptop, com Wi-Fi ativado / Crédito: Danicek (Shutterstock)
Sim, é possível. A maioria dos notebooks modernos funciona normalmente quando está conectada à tomada, mesmo sem a bateria instalada. No entanto, é importante entender o funcionamento do aparelho e os cuidados que devem ser tomados nesse cenário.
Por que o notebook funciona sem a bateria?
A bateria do notebook serve como fonte de energia portátil, permitindo o uso longe da tomada.
Imagem: ParinPix/Shutterstock
No entanto, quando conectamos o notebook diretamente à energia, a fonte de alimentação assume esse papel, fornecendo a energia necessária para o funcionamento da máquina, como acontece com os computadores de mesa.
A principal diferença é que o notebook, ao contrário do desktop, é projetado para alternar entre energia elétrica e bateria.
Em modelos mais antigos, a bateria servia como intermediária para o fornecimento de energia, o que impedia o uso sem ela. Já nos modelos modernos, isso geralmente não é um problema.
Vantagens e desvantagens de usar o notebook sem a bateria
Vantagens
Preservação da bateria: ao usar o notebook direto na tomada, você evita os ciclos de carga e descarga, o que pode aumentar a vida útil da bateria;
Economia temporária: se sua bateria estiver com defeito ou cara para substituir, usar o aparelho direto na tomada pode ser uma solução provisória.
Pessoa utilizando um notebook – Imagem: pressfoto/Freepik
Desvantagens
Risco em quedas de energia: sem bateria, qualquer oscilação ou queda de luz faz o notebook desligar instantaneamente, o que pode causar perda de dados e até danos ao sistema;
Perda da mobilidade: o notebook se torna dependente da tomada, perdendo sua principal vantagem: a portabilidade;
Possíveis danos ao sistema: desligamentos repentinos podem corromper arquivos, afetar o sistema operacional ou danificar componentes de armazenamento.
Homem mexendo em um notebook cujo sistema operacional é o Windows (Imagem: Windows/Unsplash)
Muitos fabricantes afirmam que é possível usar o notebook sem bateria, desde que algumas precauções sejam tomadas. A principal recomendação é armazenar a bateria de forma correta caso ela seja retirada:
Deixe-a com cerca de 50% a 60% de carga;
Guarde em local seco, fresco (entre 5 °C e 25 °C) e protegido contra eletricidade estática;
Não armazene por períodos muito longos (mais de 2 semanas) sem recarga.
Além disso, marcas recomendam manter a bateria instalada em uso contínuo, pois os notebooks atuais interrompem automaticamente o carregamento ao atingir 100%, protegendo o componente contra sobrecarga.