Quais as principais estreias no cinema em janeiro de 2026?

O início de 2026 traz para as telonas o aguardado suspense “A Empregada”, com Amanda Seyfried e Sydney Sweeney, e o longa protagonizado por Timothée Chalamet, “Marty Supreme”. Em janeiro de 2026, também chega ao cinema o brasileiro “Agentes Muito Especiais”, com história original de Paulo Gustavo, e do sul-coreano escolhido para o Oscar, “A Única Saída”.

Quais as principais estreias no cinema em janeiro de 2026?

A empregada

Com participação das atrizes Amanda Seyfried e Sydney Sweeney, o filme mostra a história de Millie, uma jovem passando por dificuldades que encontra uma chance de recomeço como empregada de um casal rico, Nina e Andrew. Mas descobre que o segredo dos patrões são mais perigosos do que os seus.

Data de estreia no cinema: 1 de janeiro de 2026.

2. Agentes Muito Especiais

Cartaz Agentes Muito Especiais
Filme Agentes Muito Especiais. Imagem: Divulgação/Downtown

Jeff e Jhonny tem o sonho de entrar para a polícia do Rio de Janeiro, mas sofrem chacota por serem gays. Durante um treinamento, eles recebem a missão de se infiltrar na em um uma penitenciária para desmantelar a perigosa quadrilha “Bando da Onça”. Em meio à missão, a dupla terá a chance de provar que pode ser respeitados agentes da lei. O filme conta com ideia original do comediante Paulo Gustavo.

Data de estreia no cinema: 8 de janeiro de 2026.

O Primata

O Primata
Filme O Primata. Imagem: Divulgação/Paramount

De volta para casa da faculdade, Lucy encontra seu chimpanzé de estimação, Ben. Mas um acesso de raiva do macaco transforma férias tropicais com velhos amigos em uma história de sobrevivência.

Data de estreia no cinema: 8 de janeiro de 2026.

Marty Supreme

Marty Supreme
Marty Supreme. Imagem: Divulgação/Diadmond Filmes.

Ambientado no mundo dos anos 50 do tênis de mesa, Marty Supreme acompanha o jovem Marty Mauer, interpretado por Timothée Chalamet, que sonha em se tornar um grande tenista de mesa. O filme é inspirado pelo em uma lenda real do pingue-pongue.

Data de estreia no cinema: 22 de janeiro de 2026.

Leia também

A Única Saída

A Única Saída
Filme A Única Saída. Imagem: Reprodução/Mubi

O filme foi escolhido como representante da Coreia do Sul no Oscar e conta a história de um homem que, após ser demitido de onde trabalhou por 25 anos, vê como solução para conseguir uma vaga de emprego eliminar toda a concorrência.

Data de estreia no cinema: 22 de janeiro de 2026.

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7 alimentos da Amazônia que fazem bem à saúde

A Amazônia não é só a maior floresta tropical do mundo, ela abriga uma rica biodiversidade. Na densa mata amazônica estão alimentos que fazem bem à saúde, com opções que ajudam a fortalecer o sistema imunológico, combater processos oxidativos e inflamatórios, entre outros.

A rotina de uma alimentação saudável está sempre sendo atualizada por pesquisadores e médicos, os ovos e os cereais matinais, por exemplo, já passaram por fases de recomendação e de questionamento conforme novos estudos vieram à tona.

Esse movimento constante da ciência traz um novo olhar para alimentos tradicionais. Confira, a seguir, sete dessas iguarias da Amazônia que possuem benefícios importantes para a saúde.

amazonia arvore
Close-up de uma árvore na floresta amazônica (Imagem: Tarcisio Schnaider/Shutterstock)

7 alimentos da Amazônia que fazem bem à saúde

Ricos em vitaminas, fibras e antioxidantes, esses alimentos tradicionais da Amazônia vêm sendo estudados por seus efeitos positivos sobre a imunidade, o coração e o equilíbrio do organismo.

Açaí

Rico em antioxidantes, especialmente antocianinas, o açaí é uma boa fonte de energia e reúne gorduras naturais, fibras e carboidratos. Por isso, é comumente consumido antes ou depois de atividades físicas. Vai da tigela tradicional com granola a preparações mais elaboradas, incluindo receitas salgadas, e é associado ao bem-estar geral do organismo.

Açaí. Imagem: Railson Wallace/Wikimedia Commons
Açaí em cestas (Imagem: Railson Wallace/Wikimedia Commons)

Mas, atenção, estamos falando do açaí puro e não do sorvete de açaí, ok? Geralmente, o sorvete de açaí é servido pelo território brasileiro como se fosse a versão tradicional, mas isso não é verdade. Como todo sorvete, ele contém níveis significativos de gordura ruim e açúcar adicionado.

Então, a forma ideal é comprar a poupa da fruta e verificar o rótulo da embalagem para garantir que não há aditivos ruins; ou, se for mais fácil, comprar o açaí já pronto (naquele típico formato pastoso), mas garantir que ele é puro e não o sorvete.

Castanha-do-pará

Fonte natural de selênio, a castanha-do-Pará contribui para a sensação de saciedade e para o equilíbrio do organismo. Ela pode ser incluída com facilidade na rotina alimentar, seja pura, em lanches, ou como complemento de saladas e pratos variados.

Castanha-do-Pará (Imagem: Amarita/Shutterstock)

O único ponto de atenção é que, diferente da castanha-de-caju, a castanha-do-Pará não pode ser consumida em altas quantidades, pois pode acarretar uma má condição de saúde chamada de selenose. Em caso de dúvidas, o nutricionista deve ser consultado.

Camu-camu

Conhecido pelo alto teor de vitamina C, o camu-camu contribui para o fortalecimento do sistema imunológico. O consumo mais comum é em sucos, polpas ou em pó, geralmente combinado com outras frutas.

imagem mostra o exterior e o interior da fruta camu-camu em cima de uma mesa
Camu-camu tem mais vitamina C que a laranja (Reprodução: Juerginho/Shutterstock)

Guaraná

Tradicional na Amazônia, o guaraná é conhecido pelas propriedades energéticas. Costuma ser consumido em pequenas quantidades, misturado a sucos e vitaminas, especialmente por quem busca mais disposição no dia a dia, sempre com atenção ao consumo excessivo.

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Cupuaçu

Parente do cacau, o cupuaçu se destaca pelo aroma marcante e pelo sabor que mistura doçura e acidez. Muito utilizado em sucos, sobremesas e cremes, é uma fruta versátil rica em antioxidantes e pode fazer parte de diversas preparações alimentares.

Cacau

No Brasil, o cacau pode ser encontrado tanto na Amazônia quanto na Bahia, embora a espécie seja historicamente associada à América Central, pelo vínculo com povos maias e astecas. Rico em antioxidantes, o cacau é amplamente associado à saúde cardiovascular e pode ser incluído na alimentação no consumo de chocolates com maior teor de cacau e menos açúcar, o que ajuda a preservar seus benefícios naturais.

Fermentação correta desde o grão é essencial para chocolates de alto padrão. (Imagem: SALMONNEGRO-STOCK / Shutterstock)

Tucumã

Fruto de uma palmeira, o tucumã é conhecido pela coloração amarela intensa e pela presença de compostos ligados à vitamina A. É popular na culinária amazônica e é bastante utilizado em preparações salgadas e lanches regionais, contribuindo para a diversidade alimentar.

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Qual é a maior rocha do mundo?

À primeira vista, a pergunta parece simples. Contudo, a resposta é bem mais complexa e depende de critérios geológicos, físicos e até mesmo linguísticos, que influenciam a forma como classificamos essas formações naturais.

Não existe um consenso único sobre o que, exatamente, define uma rocha quando falamos de tamanho. Medir uma rocha não significa apenas observar o que está visível na superfície. É preciso considerar sua composição, continuidade estrutural, origem e relação com o relevo ao redor, além de distinguir conceitos que, no uso cotidiano, costumam se confundir, como rocha e pedra.

Dependendo do critério adotado, diferentes formações ao redor do mundo podem ocupar o posto de maior rocha do planeta.

Montanhas Zagros, entre Irã, Iraque e Turquia (Imagem: Renas Koshnaw/Reprodução)

Qual a diferença entre rocha e pedra?

Antes de chegar a esses exemplos e entender por que essa definição gera debates até entre especialistas, vale esclarecer um ponto fundamental. Afinal, do que exatamente estamos falando quando usamos os termos rocha e pedra?

O que é uma rocha?

Rochas são materiais naturais sólidos formados por um ou mais minerais que compõem a crosta terrestre. Elas ocorrem em grandes volumes e formam estruturas contínuas, como montanhas, paredões e camadas do solo e do subsolo.

IA pode revolucionar a astrobiologia ao identificar vestígios químicos em rochas de bilhões de anos. Crédito: Hans Wismeijer – Shutterstock

Sua origem está ligada a processos geológicos como o resfriamento do magma, a deposição e compactação de sedimentos ou alterações provocadas por variações de temperatura e pressão, que podem levar milhões ou até bilhões de anos para ocorrer, conforme a definição amplamente aceita pela Geologia Física e pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB).

O que é uma pedra?

Pedra é um termo de uso cotidiano e não possui uma definição formal na geologia. É geralmente usado para nomear fragmentos ou blocos de rocha que estão soltos na superfície ou que se destacaram de uma formação maior. Na linguagem comum, a palavra pedra pode se referir a qualquer peça sólida da crosta terrestre, mas, do ponto de vista científico, esse uso não define uma nova categoria.

Essa distinção ajuda a explicar por que os termos rocha e mineral são utilizados em contextos técnicos, conforme os conceitos amplamente aceitos pela geologia e pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB).

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Qual a maior rocha do mundo?

Definir qual é a maior rocha não depende apenas do que é visível a olho nu. Neste caso, também são avaliados outros critérios, como a continuidade da formação rochosa, composição mineral, a relação com o relevo ao redor, e afins.

Uluru. Imagem: David Nicolson/Wikimedia Commons
Uluru foi o nome dado a maior rocha do mundo (Imagem: David Nicolson/Wikimedia CommonsSONY DSC)

A maior rocha do mundo fica na Austrália

Localizada no centro da Austrália, Uluru é amplamente reconhecida como a maior rocha do mundo quando se considera o critério de maior monólito rochoso contínuo exposto acima do solo. Essa classificação é adotada por instituições e registros internacionais, como o Guinness World Records.

Do ponto de vista geológico, Uluru é formada principalmente por arenito e se eleva cerca de 348 metros acima da planície ao redor, com aproximadamente 9,4 quilômetros de circunferência. A formação é considerada um único corpo rochoso contínuo, característica central para sua classificação científica.

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Como assistir ao vivo ao sorteio da Mega da Virada 2025?

A Mega da Virada é o principal sorteio especial das Loterias Caixa e encerra o ano com a maior premiação do calendário oficial. Em 2025, o concurso 2955 promete o maior valor da história, com R$ 1 bilhão.

O prêmio não acumula e será distribuído no próprio dia 31 de dezembro. Por ser um evento de grande interesse público, a Caixa já confirmou o horário e o canal de transmissão para quem deseja acompanhar o sorteio ao vivo.

Mega da Virada via Leonidas Santana/Shutterstock
(Imagem: Leonidas Santana / Shutterstock.com)

Este artigo explica como assistir ao sorteio especial da Mega da Virada 2025, detalha o cronograma divulgado pela Caixa e destaca informações úteis para quem pretende acompanhar o resultado diretamente de casa.

Como assistir ao sorteio especial da Mega da Virada?

Canal do YouTube da Caixa

A principal forma de acompanhar o sorteio da Mega da Virada 2025 é pelo canal oficial da Caixa no YouTube. A transmissão ocorre ao vivo e apresenta todas as etapas do sorteio, desde os procedimentos de conferência até a revelação das seis dezenas. O canal oficial é: https://www.youtube.com/canalcaixa

Imagem: Lais Monteiro/Shutterstock

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Data e hora

O sorteio está agendado para 31 de dezembro de 2025, às 22h, no horário de Brasília. Em anos anteriores, o horário tradicional era às 20h, mas a edição de 2025 terá início mais tarde, conforme confirmado pela Caixa. 

A transmissão costuma começar minutos antes, permitindo que o público acompanhe os preparativos e a auditoria realizada antes da extração das bolas.

Acessibilidade

Ao fundo, página web do YouTube; à frente, logo do YouTube em um smartphone na horizontal
Relatório mostra tendências dos brasileiros em 2025 na plataforma (Imagem: Thrive Studios ID/Shutterstock)

O canal do YouTube se consolidou como o meio mais acessível para acompanhar o sorteio, já que permite assistir pelo celular, computador, smart TV ou qualquer dispositivo conectado. Após o evento, a gravação permanece disponível para quem quiser rever os números ou conferir novamente o procedimento.

Mega da Virada: principais dúvidas respondidas

Qual a chance de ganhar com jogo simples e com bolão?

Com um jogo simples de 6 números, a chance de acertar as 6 dezenas é 1 em 50.063.860. Já uma aposta com 20 dezenas, a probabilidade é de 1 em 1.292. Quanto mais números você jogar, maior a chance de levar o prêmio principal.

É possível aumentar as chances de ganhar na Mega da Virada?

Tecnicamente sim: marcando mais dezenas você aumenta suas chances de acertar a sena. Mas atenção: para cobrir todas as combinações possíveis (todas as 50.063.860 combinações), o custo seria proibitivo: cerca de R$ 300 milhões.

Quais foram todos os resultados da Mega da Virada até hoje?

  • Mega da Virada 2024: 01 – 17 – 19 – 29 – 50 – 57
  • Mega da Virada 2023: 21 – 24 – 33 – 41 – 48 – 56
  • Mega da Virada 2022: 04 – 05 – 10 – 34 – 58 – 59
  • Mega da Virada 2021: 12 – 15 – 23 – 32 – 33 – 46
  • Mega da Virada 2020: 17 – 20 – 22 – 35 – 41 – 42
  • Mega da Virada 2019: 03 – 35 – 38 – 40 – 57 – 58
  • Mega da Virada 2018: 05 – 10 – 12 – 18 – 25 – 33
  • Mega da Virada 2017: 03 – 06 – 10 – 17 – 34 – 37
  • Mega da Virada 2016: 05 – 11 – 22 – 24 – 51 – 53
  • Mega da Virada 2015: 02 – 18 – 31 – 42 – 51 – 56
  • Mega da Virada 2014: 01 – 05 – 11 – 16 – 20 – 56
  • Mega da Virada 2013: 20 – 30 – 36 – 38 – 47 – 53
  • Mega da Virada 2012: 14 – 32 – 33 – 36 – 41 – 52
  • Mega da Virada 2011: 03 – 04 – 29 – 36 – 45 – 55
  • Mega da Virada 2010: 02 – 10 – 34 – 37 – 43 – 50
  • Mega da Virada 2009: 10 – 27 – 40 – 46 – 49 – 58
  • Mega-Sena Especial de Final de Ano 2008: 01 – 11 – 26 – 51 – 59 – 60

Quais números mais foram sorteados na Mega da Virada? E quais nunca foram sorteados?

Os números mais sorteados até agora incluem:

  • 10 → 5 vezes
  • 33 → 4 vezes
  • 5 → 4 vezes
  • 1 → 3 vezes
  • 17, 20, 34, 41, 56 e 58 → 3 vezes

Os números que nunca saíram na Mega da Virada são: 07, 08, 09, 13, 28, 39, 44 e 54.

Quantas pessoas já ganharam na Mega da Virada?

Veja um consolidado de quantas apostas já ganharam na Mega da Virada ao longo dos anos e qual foi o prêmio:

  • Mega da Virada 2024 (concurso 2810): 8 apostas ganhadoras, R$ 79.435.770,67.
  • Mega da Virada 2023 (concurso 2670): 5 apostas ganhadoras, R$ 117.778.204,25.
  • Mega da Virada 2022 (concurso 2550): 5 apostas ganhadoras, R$ 108.393.993,26.
  • Mega da Virada 2021 (concurso 2440): 2 apostas ganhadoras, R$ 189.062.363,74.
  • Mega da Virada 2020 (concurso 2330): 2 apostas ganhadoras, R$ 162.625.108,22.
  • Mega da Virada 2019 (concurso 2220): 4 apostas ganhadoras, R$ 76.053.459,66.
  • Mega da Virada 2018 (concurso 2110): 52 apostas ganhadoras, R$ 5.818.007,36.
  • Mega da Virada 2017 (concurso 2000): 17 apostas ganhadoras, R$ 18.042.279,04.
  • Mega da Virada 2016 (concurso 1890): 6 apostas ganhadoras, R$ 36.824.758,22.
  • Mega da Virada 2015 (concurso 1775): 6 apostas ganhadoras, R$ 41.088.919,05.
  • Mega da Virada 2014 (concurso 1665): 4 apostas ganhadoras, R$ 65.823.888,16.
  • Mega da Virada 2013 (concurso 1560): 4 apostas ganhadoras, R$ 56.169.465,02.
  • Mega da Virada 2012 (concurso 1455): 3 apostas ganhadoras, R$ 81.594.699,72.
  • Mega da Virada 2011 (concurso 1350): 5 apostas ganhadoras, R$ 35.523.497,52.
  • Mega da Virada 2010 (concurso 1245): 4 apostas ganhadoras, R$ 48.598.800,01.
  • Mega da Virada 2009 (concurso 1140): 2 apostas ganhadoras, R$ 72.450.747,46.
  • Mega-Sena Especial de Final de Ano 2008 (concurso 1035): nenhum vencedor para a faixa de prêmio principal.

Como jogar na Mega da Virada?

A Mega da Virada funciona como um concurso especial da Mega-Sena, mas o modo de jogar é o mesmo. Para apostar, você escolhe de 6 a 20 dezenas entre os números de 01 a 60. A aposta simples (6 números) é a mais barata (R$ 6) e também a que oferece a menor probabilidade de acerto.

As apostas podem ser feitas nas lotéricas, no site da Caixa ou no aplicativo Loterias Caixa, até o horário de encerramento no dia 31 de dezembro.

Até que horas você pode apostar?

Você pode fazer sua aposta até às 20h do dia 31 de dezembro de 2025 presencialmente ou de forma online.

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5 coisas que fazem a pílula do dia seguinte falhar

A pílula do dia seguinte é um método contraceptivo de emergência bastante conhecido e utilizado em situações específicas, como quando há falha do método habitual ou ausência de proteção durante a relação sexual. Apesar da popularidade, ainda existem muitas dúvidas sobre como ela funciona, em quais casos realmente é eficaz e quais fatores podem comprometer seu efeito.

Ao contrário do que muita gente acredita, a pílula do dia seguinte não garante proteção absoluta contra uma gravidez. Sua eficácia depende de uma série de condições, incluindo o momento da ingestão, o organismo da pessoa e até interações com outros medicamentos. Quando esses fatores não são considerados, o risco de falha aumenta de forma significativa.

Por isso, entender o que pode fazer a pílula do dia seguinte falhar é fundamental para tomar decisões mais conscientes sobre saúde reprodutiva. Veja na matéria abaixo como esse método funciona e as principais situações que podem reduzir sua eficácia.

Ao contrário do que muita gente acredita, a pílula do dia seguinte não garante proteção absoluta contra uma gravidez. (Imagem: freepik/Freepik)

5 coisas que fazem a pílula do dia seguinte falhar

A pílula do dia seguinte é um contraceptivo de emergência indicado para uso ocasional, não devendo substituir métodos regulares como pílulas anticoncepcionais, preservativos ou DIU. Ela atua principalmente atrasando ou impedindo a ovulação, o que reduz a chance de fecundação quando tomada dentro do prazo recomendado após a relação sexual.

Apesar de ser uma opção importante em situações emergenciais, seu uso frequente não é recomendado. Além de apresentar menor eficácia em comparação a métodos contínuos, a pílula pode causar efeitos colaterais e não protege contra infecções sexualmente transmissíveis.

Tomar a pílula fora do tempo recomendado

Mulher tomando medicamento (Imagem: fizkes/Shutterstock)

O tempo entre a relação sexual e a ingestão da pílula do dia seguinte é um dos fatores mais importantes para sua eficácia. Quanto mais cedo o medicamento é tomado, maiores são as chances de evitar a gravidez. Após o prazo indicado, o efeito contraceptivo diminui consideravelmente.

Se a ovulação já tiver ocorrido, a pílula não consegue impedir a fecundação. Por isso, atrasar a ingestão, mesmo que por algumas horas além do limite recomendado, pode reduzir significativamente a proteção esperada.

Uso de medicamentos que interferem na absorção

Mulher prestar a fazer uso de um remédio (Imagem: freepik/Freepik)

Alguns medicamentos podem interferir na ação da pílula do dia seguinte, reduzindo sua eficácia. Anticonvulsivantes, certos antibióticos, remédios para tuberculose e tratamentos à base de ervas, como a erva-de-são-joão, são exemplos conhecidos dessa interação.

Essas substâncias podem acelerar o metabolismo do hormônio presente na pílula, fazendo com que ele seja eliminado mais rapidamente pelo organismo. Nesses casos, o efeito contraceptivo pode não ser suficiente para impedir a gravidez.

Leia mais:

Vômitos ou diarreia após a ingestão

Mulher passando mal dentro do banheiro (Imagem: freepik/Freepik)

Vômitos ou episódios de diarreia intensa nas horas seguintes à ingestão da pílula podem comprometer a absorção do medicamento. Se o corpo não conseguir absorver adequadamente o hormônio, a eficácia da pílula diminui.

Essa situação é especialmente relevante quando os sintomas ocorrem pouco tempo após a ingestão. Nesses casos, é importante buscar orientação médica para avaliar a necessidade de uma nova dose ou de outro método de emergência.

Uso frequente da pílula do dia seguinte

Close-up de duas embalagens da pílula do dia seguinte (Imagem: kikpokemon/Shutterstock)

A pílula do dia seguinte não foi desenvolvida para uso contínuo ou frequente. Utilizá-la repetidamente ao longo de um curto período pode desregular o ciclo menstrual e dificultar a previsão da ovulação.

Além disso, o uso frequente não aumenta a eficácia e pode, ao contrário, tornar o método menos confiável ao longo do tempo. Por isso, ela deve ser encarada apenas como uma solução emergencial, e não como método contraceptivo principal.

Peso corporal elevado

Mulher se pesando numa balança digital (Imagem: freepik/Freepik)

Estudos indicam que o peso corporal pode influenciar a eficácia da pílula do dia seguinte. Em pessoas com peso mais elevado, a concentração do hormônio no organismo pode ser menor, o que reduz a capacidade do medicamento de impedir a ovulação.

Nesses casos, a falha não é garantida, mas o risco é maior em comparação a pessoas com peso mais baixo. Por isso, profissionais de saúde costumam orientar sobre métodos alternativos de emergência, como o DIU de cobre, quando apropriado.

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Frases longas são mais seguras que senhas com símbolos? Entenda por que o tamanho importa

Todos já passamos pela frustração de tentar criar uma conta e o site exigir uma combinação impossível de letras maiúsculas, números e símbolos que você, com certeza, vai esquecer em cinco minutos. Pois saiba que essa “ginástica mental” pode ser menos eficaz do que uma simples frase longa para a segurança da sua conta.

No mundo da cibersegurança, a maré está virando: especialistas agora defendem que o comprimento da senha é muito mais importante do que a sua complexidade.

Frases longas são mais seguras que senhas com símbolos?

A segurança de uma senha não depende apenas de quão “estranha” ela parece, mas sim do número total de combinações possíveis que um computador precisa testar para adivinhá-la. É o que chamamos de entropia.

Homem mexendo no laptop com símbolo de cadeado
Homem mexendo no laptop com símbolo de cadeado, gerada por IA (Imagem: Reprodução/Freepik)

Geralmente, as pessoas preferem usar senhas curtas e trocar as letras por símbolos (como trocar o “a” por “@”). O problema é que os softwares de “força bruta”, usados por hackers para testar milhões de combinações por segundo, já conhecem esses truques.

Vamos comparar dois exemplos clássicos de como o tempo de quebra varia drasticamente:

  1. A senha “complexa” curta: Pa$$w0rd (8 caracteres). Embora use símbolos e números, um computador moderno pode quebrá-la em poucos minutos ou até segundos, dependendo do poder de processamento.
  2. A frase longa simples: casa-batata-azul-ventilador (25 caracteres). Mesmo sem usar nenhum símbolo “especial”, a quantidade de combinações para uma sequência deste tamanho é tão vasta que levaria centenas de anos para ser decifrada por máquinas atuais.
Pessoa digitando em laptop com tela de login exibindo campos de usuário e senha e ícone de cadeado, enquanto smartphone ao lado mostra código de autenticação de dois fatores (2FA), simbolizando segurança digital
O uso de senhas fortes e da autenticação de dois fatores (2FA) adiciona uma camada extra de proteção contra invasões e golpes (Imagem: Renata Mendes via Dall-E 3 / Olhar Digital)

Leia mais:

Como deixar suas senhas e contas mais seguras

Para garantir que seus dados fiquem longe de mãos erradas, você não precisa de uma senha que pareça um código alienígena. Basta seguir algumas diretrizes práticas fundamentadas por especialistas em proteção de dados:

  • A regra dos 12: Use senhas ou frases com, no mínimo, 12 caracteres. Quanto mais longa, exponencialmente mais difícil ela se torna para os hackers.
  • Use separadores: Se o sistema permitir, utilize espaços ou hifens. Isso ajuda na memorização e adiciona uma camada de complexidade sem esforço.
  • Não recicle: Nunca use a mesma frase para o seu banco e para a sua rede social. Se um site for invadido, todas as suas outras contas estarão em risco.
  • Aposte em gerenciadores: Ferramentas como o Bitwarden ou o 1Password podem gerar e armazenar frases seguras para você, eliminando a necessidade de decorar dezenas de códigos. Você pode até usar geradores aleatórios confiáveis para criar suas frases iniciais.

A regra da escada de segurança

Para ajudar a visualizar onde você se encontra, criamos este guia rápido de níveis de proteção:

  • Nível 1 (Fraca): 12345678 ou senhabrasil.
    • Status: Quebrada instantaneamente por qualquer software básico.
  • Nível 2 (Média): Brasil@2024.
    • Status: Quebrada em minutos através de ataques de dicionário (que testam palavras comuns e datas).
  • Nível 3 (Forte): B7#r@$1L!.
    • Status: Muito difícil de decorar e, apesar de parecer robusta, ainda pode ser vulnerável em alguns dias de processamento intenso.
  • Nível 4 (Invencível): meu-carro-e-azul-e-velho.
    • Status: Fácil de decorar e levaria milênios para ser quebrada. É o padrão mais elevado da segurança atual.

A conclusão é simples: da próxima vez que precisar trocar sua senha, não tente ser “criativo” com símbolos confusos. Seja extenso. No fim das contas, na segurança digital, o tamanho realmente importa.

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Por que seguidores já não garantem alcance nas redes sociais

A lógica tradicional das redes sociais, baseada no tamanho da base de seguidores, vem perdendo relevância à medida que feeds algorítmicos passam a controlar o que cada usuário vê. Para criadores de conteúdo, isso significa lidar com um cenário em que publicar algo não garante alcance nem mesmo entre quem já apertou o botão “seguir”.

Executivos da chamada economia dos criadores ouvidos pelo TechCrunch avaliam que essa virada ficou mais evidente ao longo de 2025, quando os algoritmos passaram a ditar quase totalmente a distribuição de conteúdo.

Segundo eles, a mudança tem forçado influenciadores, streamers e produtores independentes a buscar novas formas de manter a relação com o público, em um ambiente marcado tanto pela desconfiança em relação à IA quanto pela proliferação de conteúdos repetitivos.

Menina dança em frente ao celular para TikTok
Não adianta mais apenas conquistar seguidores para fazer sucesso nas redes sociais, é preciso conquistar algoritmos (Imagem: Nattakorn_Maneerat / Shutterstock.com)

Seguidores deixam de ser o principal ativo

Para Amber Venz Box, CEO da LTK, empresa que conecta criadores a marcas por meio de marketing de afiliados, o peso do número de seguidores caiu drasticamente. Em entrevista ao TechCrunch, ela afirmou que 2025 marcou o momento em que os algoritmos assumiram o controle total da distribuição, tornando o tamanho da audiência um fator secundário.

Esse diagnóstico não é novo. Jack Conte, CEO do Patreon, já vinha alertando para o problema há anos. A diferença é que agora o impacto se espalhou por toda a indústria, atingindo desde influenciadores de redes sociais até streamers e podcasters. O desafio é maior para negócios que dependem diretamente da confiança do público, como é o caso da LTK, cujo modelo exige que seguidores confiem nas recomendações feitas pelos criadores.

Apesar desse cenário, um estudo encomendado pela empresa à Northwestern University trouxe um dado inesperado: a confiança nos criadores cresceu 21% em um ano. Para Box, a explicação está na reação do público ao conteúdo gerado por inteligência artificial, que teria levado consumidores a valorizar experiências humanas e relatos considerados autênticos.

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Apesar do cenário, a confiança do público nos criadores na verdade cresceu (Imagem: Virrage Images / Shutterstock.com)

Mais investimento em influenciadores, menos controle

De acordo com o mesmo levantamento, 97% dos diretores de marketing pretendem ampliar seus orçamentos para marketing de influência. Ainda assim, manter um vínculo direto com a audiência segue sendo um desafio. Criadores ligados à LTK apostam que o ceticismo em relação à IA pode estimular relações mais diretas, como comunidades pagas ou plataformas menos dependentes de algoritmos.

Já para streamers, videopodcasters e produtores de vídeos curtos, a estratégia se aproxima mais de técnicas de crescimento acelerado. Sean Atkins, CEO da Dhar Mann Studios, resume o dilema ao questionar como divulgar conteúdo em um ambiente dominado por algoritmos e fragmentação da atenção, onde a confiança recai cada vez mais sobre indivíduos específicos.

iPhone
Conteúdo está cada vez mais fragmentado nas redes sociais (Imagem: chainarong06/Shutterstock)

“Exércitos” de clipes e alcance algorítmico

Uma das táticas que vêm ganhando espaço envolve o uso de clippers, geralmente adolescentes recrutados via Discord para editar trechos curtos de transmissões e publicá-los em massa nas plataformas. Eric Wei, cofundador da Karat Financial, afirma que grandes nomes do streaming já utilizam esse método há algum tempo, explorando o fato de que o algoritmo pode impulsionar um vídeo independentemente do histórico da conta que o publicou.

Segundo Wei, esse modelo tende a crescer justamente porque até criadores muito populares têm dificuldade de alcançar diretamente seus fãs. Para os clippers, há também um incentivo financeiro, já que os ganhos estão atrelados ao número de visualizações.

Glenn Ginsburg, presidente da QYOU Media, compara o fenômeno à evolução das contas de memes, agora transformadas em uma corrida para distribuir o mesmo conteúdo de forma ampla e competitiva. Ainda assim, nem todos veem a prática com o mesmo entusiasmo. Reed Duchscher, CEO da agência Night e ex-empresário de MrBeast, reconhece a importância do clipping para aumentar a visibilidade, mas destaca limitações de escala e custos operacionais.

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Conteúdo em excesso e comunidades menores

O crescimento desse tipo de estratégia também alimenta a discussão sobre o excesso de conteúdo de baixa qualidade, o chamado “slop”, termo que ganhou destaque a ponto de ser escolhido como palavra do ano pelo dicionário Merriam-Webster. Box aponta que mais de 94% das pessoas consideram que as redes sociais deixaram de ser realmente sociais, e mais da metade tem migrado parte do tempo para comunidades de nicho, como Strava, LinkedIn e Substack.

Nesse contexto, Duchscher avalia que criadores com propostas mais específicas tendem a se sair melhor do que grandes nomes de alcance massivo. Segundo ele, os algoritmos estão cada vez mais eficientes em entregar conteúdo segmentado, o que dificulta que um único criador domine múltiplos nichos ao mesmo tempo.

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O que é rabdomiólise? Entenda por que a urina ficou preta depois de treinar

A cena é cada vez mais comum em consultórios, especialmente em tempos de academias cheias e após ondas de calor: a pessoa exagera na dose de exercícios e, pouco tempo depois, leva um susto ao olhar para o vaso sanitário. O que parece ser ”urina preta” é, na verdade, um marrom avermelhado muito escuro, cuja intensidade pode enganar os olhos dependendo da luz do ambiente.

Esse fenômeno se chama rabdomiólise e ocorre quando o entusiasmo supera o preparo físico, gerando um “curto-circuito” nos músculos que acaba sobrecarregando os rins. Antes de se desesperar, no entanto, é preciso entender exatamente por que o seu treino pesado foi parar na sua urina.

Rabdomiólise: qual a relação entre treinar pesado e fazer xixi mais escuro que o normal?

É fundamental esclarecer que a urina escura pode ser sinal de várias condições, desde uma desidratação severa até problemas no fígado (como hepatite) ou pedras nos rins. No entanto, quando esse sintoma surge horas ou dias após um esforço físico exagerado, acompanhado de dor muscular intensa, o diagnóstico provável aponta para a rabdomiólise.

A rabdomiólise é, em termos simples, a morte das fibras musculares. Quando você submete o músculo a um estresse muito superior ao que ele está condicionado a suportar, ocorre uma ruptura agressiva das células musculares (miócitos).

Ao se romperem, essas células liberam seu conteúdo interno diretamente na corrente sanguínea. O “vilão” dessa história é uma proteína chamada mioglobina. Em condições normais, a mioglobina fica guardada dentro do músculo, onde tem a nobre função de armazenar oxigênio e fornecer energia para a contração muscular. Porém, quando liberada no sangue em grandes quantidades devido à lesão muscular, ela se torna tóxica para o sistema renal.

O caminho do “líquido” até a urina

Infográfico de cor de urina gradiente
Infográfico de cor de urina gradiente (Imagem: Reprodução/Freepik)

O sangue carrega essa “sopa” de restos celulares (que inclui potássio, cálcio e a mioglobina) até os rins, que funcionam como o filtro do nosso corpo. O problema é que a molécula de mioglobina é grande e pesada para os delicados túbulos renais.

Ao tentar filtrar esse excesso, os rins ficam sobrecarregados. A mioglobina pode obstruir os túbulos renais e causar uma toxicidade direta nas células do órgão. A cor escura da urina é, literalmente, a presença dessa mioglobina (pigmento avermelhado) que foi filtrada e excretada, sinalizando que seus rins estão lutando para limpar a sujeira deixada pelo treino excessivo.

Sintomas, perigos e tratamento da rabdomiólise

Além da cor característica da urina, o quadro clássico envolve outros sintomas físicos evidentes. A região muscular afetada costuma apresentar uma rigidez severa e o paciente muitas vezes mal consegue esticar os braços ou andar, dependendo do local da lesão. Há inchaço, sensibilidade ao toque e uma dor desproporcional àquela “dorzinha” clássica de pós-treino comum.

Se não tratada, a rabdomiólise é perigosa e pode evoluir para uma lesão renal aguda (falência dos rins). Em casos extremos, o desequilíbrio de eletrólitos, especificamente o aumento súbito de potássio no sangue, liberado pelos músculos rompidos, pode causar arritmias cardíacas e levar à morte.

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O diagnóstico é feito via exame de sangue, medindo a enzima CPK (Creatinoquinase). Enquanto um nível normal de CPK gira em torno de 200 a 300 u/L, pacientes com rabdomiólise podem apresentar níveis de 20.000, 50.000 ou mais.

A boa notícia é que tem cura. O tratamento baseia-se em hidratação agressiva (geralmente soro na veia em ambiente hospitalar) para “lavar” os rins e diluir a mioglobina, além do controle dos níveis de potássio e repouso absoluto.

Atletas x sedentários: o perigo mora no exagero

Mulher atlética bebendo água no chão do ginásio
Mulher atlética bebendo água no chão do ginásio (Imagem: Drazen Zigic/Freepik)

Existe um mito de que isso só acontece com fisiculturistas ou ultramaratonistas. Na verdade, a literatura médica indica que qualquer pessoa pode desenvolver o quadro. O fator determinante não é o peso que se levanta, mas a intensidade relativa ao condicionamento da pessoa.

Um atleta olímpico pode ter rabdomiólise se for levado ao extremo, assim como um sedentário que decide fazer uma aula experimental de spinning ou cross training e tenta acompanhar o ritmo dos veteranos sem preparo prévio. Casos relatados na mídia mostram que a condição atinge jovens saudáveis que ignoraram os limites do próprio corpo na ânsia por resultados rápidos.

Como prevenir a rabdomiólise?

A prevenção da rabdomiólise passa longe de “não treinar”. O exercício é vital para a saúde. A prevenção envolve, primordialmente, respeitar a progressão de carga e intensidade.

Para evitar que o treino vire um caso médico, as recomendações são:

  1. Hidratação constante: a água ajuda os rins a filtrarem impurezas. Treinar desidratado aumenta drasticamente o risco de lesão renal.
  2. Não pule etapas: se você é sedentário, não tente levantar 50 kg no supino ou fazer 100 agachamentos no primeiro dia. O corpo precisa de adaptação.
  3. Escute a dor: se o exercício está gerando uma dor aguda ou exaustão extrema durante a execução, pare.
  4. Cuidado com o calor: treinar em dias muito quentes aumenta o estresse térmico e a desidratação, facilitando a ruptura muscular.
Rabdomiólise pode matar?

Sim! Se não tratada rapidamente, a condição pode evoluir para insuficiência renal aguda (falência dos rins) e causar desequilíbrios eletrolíticos graves (especialmente excesso de potássio), levando a arritmias cardíacas que podem ser fatais.

É ocasionada por outros hábitos além do exagero na atividade física?

Sim. Além do esforço físico extremo, a rabdomiólise pode ser causada por traumas musculares (esmagamentos em acidentes), consumo excessivo de álcool, uso de drogas (como cocaína e anfetaminas), certos medicamentos (como estatinas), infecções graves ou insolação severa.

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Motor de 3 ou 4 cilindros? Veja qual o melhor para ter no carro ou moto

A escolha entre um motor de 3 ou 4 cilindros costuma gerar dúvidas entre quem está pesquisando um carro novo ou usado. Com o avanço da tecnologia automotiva, especialmente nos últimos anos, os motores de três cilindros ganharam espaço e passaram a equipar modelos populares e até veículos de categorias superiores. Já os motores de quatro cilindros seguem como uma referência em desempenho e suavidade. Entender as diferenças entre eles é fundamental para fazer uma escolha mais alinhada ao seu perfil de uso.

O que significa a quantidade de cilindros no motor?

O motor é o componente responsável por transformar a energia gerada pela queima do combustível em movimento, permitindo que o veículo se desloque. 

Processo de conversão

No caso dos motores a combustão, esse processo acontece dentro dos cilindros, que são câmaras metálicas localizadas no bloco do motor.

Dentro de cada cilindro ocorre a explosão da mistura de ar e combustível, acionada pela vela (em motores a gasolina ou etanol) ou pela compressão (em motores a diesel). Essa explosão empurra o pistão para baixo, movimento que é transmitido ao virabrequim e, posteriormente, às rodas do veículo. Quanto maior o número de cilindros, mais ciclos de combustão acontecem em menos tempo.

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Como os cilindros influenciam no carro?

A quantidade de cilindros influencia diretamente o comportamento do carro. Motores com mais cilindros tendem a funcionar de forma suave, com menos vibrações e entrega de potência linear. Já motores com menos cilindros costumam ter um tamanho compacto, além de ser leve e eficiente em consumo de combustível.

Vale destacar ainda que nos automóveis, os motores de 3 e 4 cilindros são os mais comuns atualmente. Em motocicletas, essa lógica também existe, mas é aplicada de forma diferente: motos de baixa cilindrada geralmente usam um ou dois cilindros, enquanto modelos de alta performance podem ter três ou quatro, buscando maior potência e rotações elevadas. 

Há também modelos ainda mais robustos, como a moto a Honda RC149, campeã do Mundial de Motovelocidade da categoria 125 em 1966. Ela contava com um motor de 125 cc e cinco cilindros em linha.

Além do conforto e do desempenho, o número de cilindros também impacta o consumo, o custo de manutenção e até o nível de emissões de poluentes, fatores cada vez mais relevantes no mercado automotivo atual.

Qual o melhor motor: de 3 ou 4 cilindros?

Não existe uma resposta única para essa pergunta, pois o “melhor” motor depende do uso que o motorista pretende fazer do veículo.

Close-up da luz de aviso de combustível vazio no painel do carro. Ícone da bomba de combustível. Mostrador de gasolina no painel do carro com sinal digital de alerta de falta de combustível aceso. Nível baixo de combustível exibido no velocímetro.
Luz de aviso de combustível vazio no painel do carro/Shutterstock-Foto Narong Khueankaew

Consumo de combustível

Os motores de 3 cilindros se destacam pela eficiência energética. Isso porque eles têm menos atrito interno e menor cilindrada total. Dessa maneira, consegue ter um consumo menor de combustível na cidade e em locais de baixa rotação. 

dirigindo na rodovia, close-up das mãos do motorista no volante, viagem ao pôr do sol
Pessoa conduzindo um carro (Imagem: Song_about_summer/Shutterstock)

Menor vibração e ruído

Neste quesito quem leva vantagem é o motor com quatro cilindros, pois ele contém a ordem de ignição mais equilibrada. Basicamente, quando um pistão sobe, outro desce, o que compensa a movimentação. Dessa maneira, proporciona uma operação suave e silenciosa do que o motor com três cilindros, que tem uma vibração maior devido a sua arquitetura. 

Modelo de motor da Porsche – Imagem: Porsche/Divulgação

Potência em caso de motores turbo

Já neste ponto, quem se destaca é o motor de três cilindros, que ao estar junto a um turbo tem capacidade de fornecer uma potência específica incrível. Um exemplo disso são alguns dos modelos de veículos compactos modernos com o motor 1.0 turbo. Eles possuem um maior torque em baixas rotações em relação a antigos veículos com motor 1.8 aspirados de quatro cilindros.

Mecânico mexendo em peças internas de um carro
Mecânico mexendo em peças internas de um carro (Reprodução: Aaron Huber/Unsplash)

Custo de manutenção

Pensando no seu bolso, o motor de quatro cilindros é vantajoso, pois o seu custo de manutenção é menor. Isso porque ele conta com uma mecânica tradicional e conhecida pelos profissionais no Brasil. 

Outro ponto que contribui para o menor preço de manutenção em motores com quatro cilindros é o fato de que suas peças geralmente são mais acessíveis e a mecânica é menos sensível a problemas de lubrificação ou a qualidade ruim do combustível, diferente dos motores turbo com três cilindros, que são o contrário disso. 

Carros de luxo em corrida
Carros de luxo que possuem alto desempenho (Imagem: @azerbaijan-stockers /Freepik)

Desempenho

Os motores turbo com três cilindros conseguem proporcionar força mesmo em baixa, já os que possuem quatro cilindros, principalmente aqueles que têm os turbo maiores, como por exemplo o 2.0 GTI, são capazes de oferecer maior linearidade e constância em percursos nos quais são mantidas as altas rotações. 

A Comissão Europeia deve propor a substituição da proibição total dos motores de combustão interna por uma meta menos ambiciosa
Carro em uma oficina (Imagem: Dery Irianto / Shutterstock)

Tamanho e peso

Aqui quem vence o duelo é o motor com três cilindros, já que é menor e mais leve. Isso é importante porque influencia no peso total do automóvel, melhorando a distribuição de peso, o consumo e desempenho dinâmico do veículo.

Conclusão

Em resumo, o motor de 3 cilindros é ideal para quem busca economia e uso urbano. Já o motor de 4 cilindros tende a agradar quem valoriza conforto, desempenho consistente e rodagem mais suave. Avaliar o perfil de uso, o tipo de trajeto e o orçamento disponível é essencial para tomar a melhor decisão.

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8 jogos de anime que são mais famosos que a série original

O mundo dos games proporciona fenômenos bem interessantes. Como é comum que uma obra de sucesso seja adaptada para outras mídias, existem muitos videogames baseados em filmes, desenhos e animes. No entanto, esse sucesso varia bastante de lugar para lugar.

No Japão, isso ganha um contorno específico. Como o país tem uma indústria muito forte de jogos, quadrinhos e animações, adaptações entre essas mídias são comuns no mercado interno. Algumas delas, porém, acabam sendo lançadas fora do Japão e ganham visibilidade internacional.

Esse processo pode fazer com que jogos baseados em animes pouco conhecidos se tornem mais populares do que a própria obra original. Pensando nisso, a seguir listamos oito jogos de anime que ficaram mais famosos do que a série que lhes deu origem.

Jungle no Ōja Tar-chan: Sekai Manyū Dai Kakutō no Maki

Jungle no Ōja Tar-chan: Sekai Manyū Dai Kakutō no Maki
Jungle no Ōja Tar-chan: Sekai Manyū Dai Kakutō no Maki / Crédito: Bandai (divulgação)
  • Plataformas: Super Nintendo

Paródia de Tarzan, o obscuro anime de comédia e ação “Jungle King Tar-chan” é baseado no mangá de mesmo nome, publicado na Weekly Shōnen Jump.

A história acompanha as aventuras de Tar-chan, um lutador extremamente forte que foi criado na savana africana por um chimpanzé. Tar-chan vive protegendo sua esposa e seus amigos animais de diversas ameaças.

Apesar de o anime ser pouco conhecido, o jogo baseado na série, “Jungle no Ōja Tar-chan: Sekai Manyū Dai Kakutō no Maki”, lançado para Super Nintendo, acabou se tornando relativamente mais popular. 

O game é uma plataforma 2D side-scrolling com muita ação, na qual você controla Tar-chan.

Nankoku Shōnen Papuwa-kun

Nankoku Shōnen Papuwa-kun /
Nankoku Shōnen Papuwa-kun / Crédito: Enix (divulgação)
  • Plataformas: Super Nintendo

O anime Papuwa é completamente desconhecido pelos brasileiros, porém muita gente já deve ter jogado “Nankoku Shōnen Papuwa-kun” no Super Nintendo.

O desenho acompanhava Papuwa, um garoto de força extraordinária que vive em uma ilha repleta de animais falantes e uma trama ligada a pedras sobrenaturais. Já o jogo é um plataforma de ação 2D sidescrolling, bem elogiado e de jogabilidade simples. Contudo, em vez de Papuwa, o jogador controla outro personagem, Shintaro.

Uma curiosidade é que o mangá de Papuwa é escrito e ilustrado por Ami Shibata, a mesma criadora de Bucky, obra que teve anime exibido no Brasil e fez sucesso na época.

Tag Team Match: M.U.S.C.L.E.

kinnikuman
Tag Team Match: M.U.S.C.L.E. / Crédito: Tose, Bandai (divulgação)
  • Plataformas: Nintendinho (NES)

O mangá e o anime “Kinnikuman” são extremamente influentes e bem-sucedidos, considerados clássicos no Japão. No entanto, a obra não conseguiu repetir o mesmo êxito internacionalmente e, aqui no Brasil, é bem desconhecida.

Contudo, quem é das antigas pode ter jogado o jogo de luta “Tag Team Match: M.U.S.C.L.E.” no Nintendinho, que trazia personagens como Kinnikuman, Ramenman, Terryman e Robin Mask.

Uma obra de comédia pastelão que depois incorpora a ação shonen, “Kinnikuman” acompanha o personagem-título, um herói fanfarrão e cômico que participa de torneios de luta livre.

Mamono Hunter Yōko: Dai 7 no Keishō

Mamono Hunter Yōko: Dai 7 no Keishō
Mamono Hunter Yōko: Dai 7 no Keishō / Crédito: Klon, Masaya (divulgação)
  • Plataformas: Mega Drive

Pouquíssima gente conhece o anime “Devil Hunter Yohko”, que acompanha uma adolescente caçadora de demônios.

Todavia, o game de plataforma sidescrolling “Mamono Hunter Yōko: Dai 7 no Keishō” é muito mais conhecido. Lançado para Mega Drive, os jogadores controlam a protagonista Yohko, que empunha uma espada.

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Kishin Douji Zenki – Battle Raiden

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Kishin Douji Zenki – Retsutou Raiden / Crédito: CAProduction, Hudson Soft (divulgação)
  • Plataformas: Super Nintendo

Baseado na série de mangá homônima publicada na Monthly Shōnen Jump, o anime de ação e luta “Zenki” não foi exibido no Brasil, por isso é bem obscuro por aqui.

Na história, o demônio Zenki foi selado séculos atrás pelo Bodhisattva Ozunu Enno. Sua descendente, Chiaki Enno, consegue libertá-lo, mas ele retorna como uma criança malcriada. Para que assuma novamente sua poderosa forma adulta e enfrente monstros gerados pelas sementes da deusa Karuma, Chiaki utiliza um bracelete mágico.

No entanto, curiosamente, o jogo “Kishin Douji Zenki – Battle Raiden” para Super Nintendo é bem conhecido aqui no Brasil, infinitamente mais do que o anime.

O título é um plataforma side-scrolling, no qual o jogador controla o protagonista nas formas Chibi e Deus Demônio, pulando e atacando os inimigos.

Ghost Sweeper Mikami: Joreishi wa Nice Body

Ghost Sweeper Mikami:
Ghost Sweeper Mikami: Joreishi wa Nice Body / Crédito: Banalex (divulgação
  • Plataformas: Super Nintendo

Outro anime que não foi exibido oficialmente no Brasil, “Ghost Sweeper Mikami” é uma série de comédia e ação baseada no mangá homônimo publicado na Shonen Sunday. A obra segue as aventuras de Reiko Mikami, uma exorcista profissional um tanto mercenária.

No Brasil, o anime é bem desconhecido, mas o jogo para Super Nintendo “Ghost Sweeper Mikami: Joreishi wa Nice Body” muita gente por aqui conhece e já jogou. O game é um plataforma lateral no qual você controla Mikami, que pula e ataca com seu báculo mágico.

Magical Taruruto-kun

Magical Taruruto-kun
Magical Taruruto-kun / Crédito: Game Freak, Sega (divulgação)
  • Plataformas: Mega Drive

Baseado no mangá publicado na Weekly Shōnen Jump, o anime “Magical Taruruto-kun” é uma comédia que quase ninguém conhece no Brasil.

A obra segue Honmaru Edojo, um garoto excluído e azarado que enfrenta bullying diário na escola e tenta conquistar a inteligente Iyona Kawai. Contudo, sua vida muda ao conhecer o pequeno e poderoso mago “Taruruto”.

O anime ganhou algumas adaptações para games, mas a mais conhecida é “Magical Taruruto-kun” para Mega Drive, uma plataforma desenvolvida pela Game Freak, a mesma da série “Pokémon”.

O jogo é uma plataforma 2D de rolagem lateral com visuais vibrantes. O jogador controla “Taruruto”, que usa sua caneta mágica para tornar objetos sencientes e jogá-los nos inimigos.

Hameln no Violin Hiki

Hameln no Violin Hiki /
Hameln no Violin Hiki / Crédito: Enix (divulgação)
  • Plataformas: Super Nintendo

Embora tenha sido lançado apenas no Japão pela Enix, “Hameln no Violin Hiki” é um jogo relativamente conhecido dentro da biblioteca do Super Nintendo.

O game é um plataforma 2D com jogabilidade criativa e foco em humor. O jogador controla Hamel, que usa um violino como arma. 

Um elemento central da jogabilidade é a personagem que o acompanha, a garota Flute, que pode ser arremessada por Hamel e também veste diversas fantasias inusitadas ao longo do jogo para ajudar na progressão das fases.

Aqui no Brasil, o jogo é bem mais conhecido que o mangá, mais voltado para a comédia, e o anime, que é uma adaptação bem diferente, mais séria e sombria.

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